A arquitetura da 1ª metade século xx

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A arquitetura da 1ª metade século xx

  1. 1. ARTE E FUNÇÃOArquitetura e Design
  2. 2. A ARQUITETURA NOS INÍCIOS DO SÉCULO XXDuas tendências:- uma tendência ornamental, como na Bélgica,França e Catalunha- outra tendência mais estruturalista e racional:- escola de Glasgow- França- Secessão Vienense- Escola de Chicago.
  3. 3. FRANÇAAugust Perret, fachada da Rua Franklin, Edifício deApartamentos, Paris, c. 1903
  4. 4. FRANÇAEugeneFreissinet,abóbadaparabólica dohangar doaeroporto deOrly (1916)
  5. 5. SECESSÃO VIENENSEAdolf Loos, Casa Steiner,Viena, Áustria, 1910Adolf Loos, imóvel naMichaelerplatz, Viena, Áustria,1910
  6. 6. DEUSTSCHE WERKBUNDPeter Behrens, Fábrica dasTurbinas da AEG, 1909
  7. 7. ESCOLA DE CHICAGOLouis Sullivan, Edifício Wainwright, StLouis, Missouri, 1890-1891Louis Sullivan, Edifício Guaranty,Buffalo, 1894-95
  8. 8. A ARQUITETURA MODERNISTATendência mais estruturalistae racional:- Manutenção do esqueletoestrutural em ferro ou betão efachadas sem sustentação,fruto do desenvolvimento dosmétodos e meios construtivos.- Aplicação de critérios maisracionalistas e funcionalistas, nosentido de uma planta maislivre, depuração formal edesornamentação do edifício,explorando as potencialidadesda parede sólida, lisa e semdecoração.
  9. 9. A ARQUITETURA MODERNISTAAparecimento de uma novaarquitecturaFinalidade: responder de formatécnica, racional e funcional aomodo de vida de um tempo novo,que levantou à construçãoexigências de um maiorpragmatismo (higiene, iluminação,saude, ventilação, conforto), ondeo interesse das massas se sobrepõeao interesse individual.
  10. 10. A ARQUITETURA MODERNISTA• Disseminada pelos CIAM _Congressos Internacionais deArquitectura Moderna• Atingiu o apogeu a seguir à IIguerra mundial nos anos50/60, para depois entrar emcrise, dando origem ao PósModernismo.• Esta segunda vertenteacabou por anunciar astendências inovadoras nodesign e na arquitecturaapós a I guerra mundial.
  11. 11. A ARQUITETURA MODERNISTACaracterísticas:- adesão à inovaçãotecnológica do sec.XX- pela fidelidade à “verdade dosmateriais”- pela preocupação com aproporção à escala humana- a atenção aos pormenores,bem como pelo conceito deque a forma deve seguir afunção.
  12. 12. ART DÉCO
  13. 13. ART DÉCO• Período: entre as duas guerras• Local: França (Exposição de ArtesDecorativas Industriais, 1925)• Estilo eclético de design e decoração• Abrangeu outras manifestações:arquitetura, cinema, publicidade,modaMovimento que se transformouem moda, sobretudo nos anos20, 30 e 40Design industrial art déco de MauriceAscalon, da Pal-Bell, em 1939-1950
  14. 14. ART DÉCOInfluências:• Novos materiais e processos industriais• Movimento Arts and Crafts Perfeição artesanal• Deutscher Werkbund• Arte Nova• Cubismo• Futurismo italiano abstração, distorção e• Construtivismo russo simplificação
  15. 15. ART DÉCOInfluências:• Conceitos plásticos e estéticosdas vanguardas• arte africana e exóticaInspiração:- natureza animal- Corpo femininoRytm" (Rhythm), by HenrykKuna in Skaryszewski Park,Warsaw, Poland, 1925
  16. 16. ART DÉCO• Linguagemestética:• Desenho estilizadoe geometrizado:abstração,distorção esimplificação• colorido vivo econtrastadoEden, Cassiano Branco, 1931
  17. 17. ART DÉCO• Linguagemestética:• Desenho estilizadoe geometrizado:abstração,distorção esimplificação• Formas retilíneas• colorido vivo econtrastadoEden, Cassiano Branco, 1931
  18. 18. ART DÉCODESIGN INDUSTRIAL DE OBJETOS UTILITÁRIOSPierre Legrain
  19. 19. ART DÉCOARQUITETURA / DECORAÇÃODE INTERIORES- Horizontalidade- Geometrização esimplicidade da estrutura,das plantas e das fachadas- Alternância de superfíciesplanas e rectilíneas comcurvas pronunciadas, detraçado geométrico- Decoração contida,estilizada e abstratizante,com localização precisa(lintéis, ombreiras,puxadores e fechos deportas, frisos, fradeamentos)
  20. 20. ART DÉCOGeorge Coufs, Cinema Odéon, Woolwich,Inglaterra, 1937
  21. 21. William Van Alen, Edifício Chysler,Nova Iorque, 1930ART DÉCO
  22. 22. ART DÉCORaymond Hood, Wallace K. Harrison eLee Lawrie, Entrada do RockefellerCenter, relevo pintado, 1932-40, NovaIorque
  23. 23. ART DÉCOCartaz publicitário,Ohio, 1940A. M. Cassandre, NordExpress
  24. 24. ART DÉCOPINTURATamara De Lempicka, Auto-retrato,c. 1925
  25. 25. AS UTOPIAS ARQUITETÓNICAS
  26. 26. AS UTOPIAS ARQUITETÓNICAS• Influência dos movimentos artísticos da pintura• Tentativa de concretização das vanguardas naarquitetura• Utilização dos modernos e sofisticados processosconstrutivosO regresso da arte à arquitetura
  27. 27. O EXPRESSIONISMO ARQUITETÓNICO
  28. 28. O EXPRESSIONISMO ARQUITETÓNICOErich Mendelsohn, Torre Einstein,Observatório e Laboratório de Astrofísica,1920-21, Potsdam, Alemanha• Origem: Werkbund(Associação Alemã para oTrabalho)• Apogeu: inícios dos anos 20• Utilização das modernastécnicas de engenharia edos novos materiais• Inspiração: formasorgânicas• Valorização daexpressividade das formas• Caráter fantasista, bizarro esimbólico
  29. 29. O EXPRESSIONISMO ARQUITETÓNICOBruno Taut, Pavilhão de Vidro, Exposição daDeutscher Werkbund, 1914
  30. 30. O EXPRESSIONISMO ARQUITETÓNICOFritz Höger, Casa Chile, 1922-24,Hamburgo, AlemanhaArquiteturacom o mesmovalor plásticoe conceptualda pintura eda escultura
  31. 31. A ARQUITETURA COM O NAZISMOSPEER, Albert. Chancelaria doReich, 1938-9SPEER, Albert. Pátio de honra daChancelaria do Reich,1938-9
  32. 32. A ARQUITETURA COM O NAZISMOReflexos da arte nacionalista epropagandista :• monumentalidade;• ausência de decoração nascolunas;• planos lisos na fachada, queacentuam a imponência doedifício e são coroados com ossímbolos partidários;• citação do Neoclassicismo.
  33. 33. ARQUITETURA FUTURISTA
  34. 34. ARQUITETURA FUTURISTA• Origem: Manifesto da ArquiteturaFuturista, de António Sant’Elia(1888-1916), 1914• Virada para o mundo urbano eindustrial• Utilização das modernastecnologias construtivas e dosnovos materiais (ferro, vidro,betão)Antonio Sant’Elia, projeto para uma centraleletrica, c. 1914, Milão, Itália
  35. 35. ARQUITETURA FUTURISTA• Volumes arrojados, imagi-nativos e dinâmicos: movimentodado pelas linhas oblíquas ouelípticas• Aproximação a uma arquiteturafuncionalista e racional pelaabolição total da decoração
  36. 36. CONSTRUTIVISMO RUSSO
  37. 37. CONSTRUTIVISMO RUSSO• Influências: Futurismo, Cubismo e Suprematismo• Caráter antiesteticista e funcionalista• Campanha de renovação artística do Comissário para aEducação do Povo, Lunarcharski: libertação doindividualismoCriação de associações de arquitetos:• OCA - Organização de Arquitetos Contemporâneos: irmãosVesnine• ASNOVA – Associação de Novos Arquitetos: ConstantinMelnikov e El Lissitzky
  38. 38. CONSTRUTIVISMO RUSSOProjecto de «cidade vertical» dos irmãos Vesnine, 1934
  39. 39. CONSTRUTIVISMO RUSSOVESNINE (Irmãos). Projeto não realizado do Palácio dos Sovietesem Moscovo, 1933
  40. 40. CONSTRUTIVISMO RUSSO
  41. 41. NEOPLASTICISMO
  42. 42. CONSTRUTIVISMO RUSSODemasiado arrojados + obras dispendiosasCriação da Academia das ArtesO Partido Comunista colocou um fim à diversidadede tendências vanguardistas, estabelecendo asdiretrizes para a formação de uma estética nacional:o Realismo SocialistaArquitetura com carater apologético epropagandístico
  43. 43. NEOPLASTICISMOMovimento De StijlNova formulação doespaço e novaconceção formal: rigortécnico e clareza formalpela aplicação deregras matemáticas egeométricasJacobus, Johannes Pieter Oud,Café “De Unie”, 1924-25,Roterdão, Holanda
  44. 44. NEOPLASTICISMOFachadas organizadaspor superfícies planas eretilíneas, colocadas adiferentes alturas edireções, segundo linhasortogonais (horizontais everticais)Jacobus, Johannes Pieter Oud,Café “De Unie”, 1924-25,Roterdão, Holanda
  45. 45. NEOPLASTICISMOVidraças horizontaiscobriam os grandesespaços vazios,destruindo a “ideia decaixa”, fazendocomunicar o interior como exterior.Jacobus, Johannes Pieter Oud,Café “De Unie”, 1924-25,Roterdão, Holanda
  46. 46. NEOPLASTICISMOGerrit Rietveld, Casa Schröder, 1924, Utreque, Holanda
  47. 47. NEOPLASTICISMOPlantas – espaço livrepolifuncional, quase semdivisões ou utilizandodivisórias deslizantes+Ausência de ornamentos+Apenas algumas notas decor: materiais ouelementos linearesverticais ou horizontais decores puras (vermelho,amarelo, azul, preto)
  48. 48. BAUHAUS
  49. 49. BAUHAUS- Escola de design, artesplásticas e arquitetura devanguarda- Fusão da Escola de Artes eOfícios de Weimar e a EscolaSuperior de Artes Aplicadas,da Saxónia- Funcionou entre 1919 e 1933na Alemanha.- Fundada por Walter Gropiusem 25 de Abril de 1919Bauhaus = “casa em construção”
  50. 50. BAUHAUSObjetivo: integração entre asartes aplicadas e as belas-artes, uma escola combinadade arquitetura, artesanato eacademia de artesRenovação destes conceitos+Valorização do DesignindustrialKarl Jucker e Wilhelm Wagenfel,Candeeiro de mesa em vidro emetal, 1923-24
  51. 51. BAUHAUSProjeto pedagógico inovador:- Trabalho de equipa- Professores: mestres-artesãos,operários industriais, artistasplásticos- Interação teoria / práticaGrande liberdade criativaCartaz da Exposição Bauhaus emWeimar, Joost Schimt, 1923
  52. 52. BAUHAUSGrande liberdade criativa- Formação de novos artistas- Renovação da pesquisaplástica- Modernização do desenhoindustrial alemãoInfluência nas futuras geraçõesde artistas e arquitetos
  53. 53. BAUHAUSDesenvolvimento de:- Artes plásticas (pintura)- Artes decorativas- Música- Teatro- Arquitetura – a “arteintegradora das outrasartes”Marcel Breuer
  54. 54. BAUHAUSWalter Gropius, Escola da Bauhaus, 1925-26, Dessau, AlemanhaPeríodo de Dessau(1924-1929)- Abandono dastendências expressio-nistas- Tendência mais racio-nalista e funcional- Defesa da atualizaçãotecnológica e da nor-malização do desenhoindustrialDesenvolvimento dodesign
  55. 55. BAUHAUS1928 – Gropiusabandona aBauhaus ededica-se àsquestõessociais dahabitaçãourbanamoderna1937 – nos EUA,é professor deArquitetura daUniversidadede Harvard
  56. 56. BAUHAUS1928 – Direção de Hannes Meyer1932 – Bauhaus muda para Berlim + direção de Ludwig Miesvan der Rohe
  57. 57. BAUHAUSMies van der Rohe - “Em arquitetura, menos é mais”Casa Tugendhat, Brno, 1930
  58. 58. BAUHAUSMies van der Rohe• Arquitetura racionalista eestruturalista• Adopção de soluções técnicasavançadas• Esqueleto estrutral em aço e emmateriais modernos e sumptuosos(mármores, vidros)• Novas conceções espaciais• Simplicidade formal e estrutural(interiores e exteriores)“Em arquitetura, menos é mais”
  59. 59. BAUHAUSMies van der Rohe, Casa HermannLange, 1928, Crefeld, Alemanha
  60. 60. BAUHAUS1933 – Encerramento daBauhausMies van der Rohe comoprofessor nos EUA no InstitutoTécnico de Illinois, entre 1938 e1958Mies van der Rohe , Edifício Seagram,Nova Iorque, 1958
  61. 61. BAUHAUS
  62. 62. LE CORBUSIERARQUITETURA FUNCIONALISTALe CorbusierCharles-Édouard Jeanneret(1887-1965)
  63. 63. LE CORBUSIERARQUITETURA FUNCIONALISTALe CorbusierRacionalismo funcionalista+Aliança arquitetura e indústriaProcura de uma construção quecorrespondesse de formatécnica, racional e materialistaaos problemas das sociedadesdo seu tempo
  64. 64. LE CORBUSIERARQUITETURA FUNCIONALISTALe CorbusierArquitetura prática, libertade individualismos efantasias+Preocupação pelaeconomia de meios e degastos+Preocupação em resolveros problemas dahabitação coletiva nasgrandes cidadesLe Corbusier, Unidade Habitacional emMarselha, 1947-53, França
  65. 65. LE CORBUSIERARQUITETURA FUNCIONALISTA“Para Uma NovaArquitetura”, 1923+“O Modulor”, 1940Estudos sobre oscomportamentos humanoscoletivos, hábitos e ritmos devida e sobre ergonomia eproporcionalidadeRacionalização e matematização dos espaços dos espaços ahabitar e dos equipamentos
  66. 66. LE CORBUSIERARQUITETURA FUNCIONALISTAObjetivo dos seus estudosEncontrar normas padronizadas paraprojetar habitações económicas,acessíveis à maioria das pessoas, mascom altos padrões de conforto,higiene, salubridade e funcionalidadeda modernidadeHabitações como“máquinas para viver”
  67. 67. LE CORBUSIERARQUITETURA FUNCIONALISTA- Construção apoiada empilotis (pilares) como basede sustentação eisolamento do edifíciorelativamente àshumidades- Tetos planos aproveitadospara terraços e jardins decobertura- Plantas de andar livres- Fachadas de composiçãolivre- Faixas horizontais dejanelas
  68. 68. LE CORBUSIERARQUITETURA FUNCIONALISTAMoradias unifamiliares Prédios de habitação socialLe Corbusier, Villa Saboia, c.1929, Poissy, FrançaLe Corbusier, Unidade Habitacional emMarselha, 1947-53, França
  69. 69. LE CORBUSIERARQUITETURA FUNCIONALISTABlocos de alojamento Pavilhões para exposiçõesLe Corbusier, QuartierModerne de Frugès,Bodeaux-Pressac, c. 1925Le Corbusier, Pavilhão do EspíritoNovo na Exposição de ArtesDecorativas, Paris, 1925, França
  70. 70. LE CORBUSIERARQUITETURA FUNCIONALISTAAPÓS A 2ª GUERRA MUNDIAL
  71. 71. LE CORBUSIERARQUITETURA FUNCIONALISTALe Corbusier,, Ministério da EducaçãoBrasileiro, Rio de Janeiro, 1936-1945Utilização de betão nassuperfícies exteriores deaparência inacabada ou deaspeto grosseiroBrutalismo
  72. 72. LE CORBUSIERARQUITETURA FUNCIONALISTALe Corbusier,, Igreja de Nossa Senhora doAlto, Romchamp, França, 1950-54Construçõesarquitetónicasmais expressivas
  73. 73. LE CORBUSIERARQUITETURA FUNCIONALISTA“A Cidade Radiosa”Projeto realizado entre 1947 e1952Única unidade de habitaçãopara albergar 1600 pessoas."Unidade de Habitação"A cidade radiosa, ideal, de Le Corbusier, de grandes blocosverticais implantados em zonas verdes, seriam a solução doproblema habitacional
  74. 74. ESTILO INTERNACIONALCIAM – Congressos Internacionais de Arquitetura moderna, a partirde 1928, organizaram as ideias do Movimento Moderno daArquitetura num Estilo Internacional, difundido depois de 1930Óscar Niemeyer, Congresso Nacional do Brasil
  75. 75. ESTILO INTERNACIONALOs autores do termo+Exposição no MOMA(Museum of Modern Art)“The International Style: Architecturesince 1922”Revelar o internacionalismoda nova arquitetura:- Estética racionalista- O programa funcionalista- A subordinação aos materiais- A ênfase da técnica
  76. 76. “A CARTA DE ATENAS”, 1933Princípios para a edificação dascidades:- Construção em altura- Grandes vias de circulação- Zoning (cidade dividida em zonasfuncionais: habitação, trabalho,cultura e circulação)ESTILO INTERNACIONAL
  77. 77. RESUMO DA ARQUITETURAFUNCIONALISTA• Rejeição dos estilos históricos• A função determina a forma (funcionalismo)• Utilização das novas técnicas de construção e dosnovos materiais• Racionalismo: regularidade nas composições erigor das proporções• ausência de decoração;• utilização de formas geométricas puras;• linearidade.
  78. 78. ORGANICISMOFrank Lloyd Wright, Casa da Cascata ou FallingWater, Bear Ruan, Pensilvânia, EUA, 1935-37
  79. 79. ORGANICISMOReação aofuncionalismoracionalista daarquitetura europeia+Preocupações peloambiente circundante+Respeito pelastradições locais(materiais e técnicasconstrutivas)
  80. 80. ORGANICISMOInfluências:- Arte Nova: interesse peloGótico, pelo exotismooriental e pelo empregodos materiais no seuestado puro- Arts & Crafts: defesa daunidade das artes, dapreservação da tradiçãocultural e do vínculo ànatureza Frank Lloyd Wright, Casa Charles Ennis, LosAngeles, EUA, 1924
  81. 81. ORGANICISMOFrank Lloyd Wright,Casa Charles Ennis,Los Angeles, EUA,1924
  82. 82. ORGANICISMOFrank Lloyd Wright (1869-1959)Discípulo de Sullivan e herdeiro da“Escola de Chicago”- A arquitetura devia resultar doenquadramento económico,cultural, ambiental, técnico,estético, etc- Edifícios em perfeita sintonia coma natureza e com a escalahumana
  83. 83. ORGANICISMO- Recusa do maquinismotecnológico enquantoestandardização- Apego ao individualismo,símbolo do povo americano- Relação íntima entreartesanato e indústria e autilização dos materiaistradicionais- Concepções espaciais eestéticas baseadas na purezadas linhas horizontais, noequilíbrio das massas evolumes e na integração doedifício no meio envolventeFrank Lloyd Wright, Casa da Cascataou Falling Water, Bear Ruan,Pensilvânia, EUA, 1935-37
  84. 84. ORGANICISMO- Recusa do maquinismotecnológico enquantoestandardização- Apego ao individualismo,símbolo do povo americano- Relação íntima entreartesanato e indústria e autilização dos materiaistradicionais- Concepções espaciais eestéticas baseadas na purezadas linhas horizontais, noequilíbrio das massas evolumes e na integração doedifício no meio envolventeFrank Lloyd Wright, Casa da Cascataou Falling Water, Bear Ruan,Pensilvânia, EUA, 1935-37
  85. 85. ORGANICISMO- Recusa do maquinismotecnológico enquantoestandardização- Apego ao individualismo,símbolo do povo americano- Relação íntima entreartesanato e indústria e autilização dos materiaistradicionais- Concepções espaciais eestéticas baseadas na purezadas linhas horizontais, noequilíbrio das massas evolumes e na integração doedifício no meio envolventeFrank Lloyd Wright, Casa da Cascataou Falling Water, Bear Ruan,Pensilvânia, EUA, 1935-37
  86. 86. ORGANICISMOPrairie Houses(casas-pradaria)Inserção complementar à paisagem ao redor de ChicagoCasa Darwin D. Martin, Bufalo, Nova Iorque
  87. 87. ORGANICISMOFrank Lloyd Wright, Casa Robie, Chicago, EUA, 1908-09
  88. 88. ORGANICISMOPrairie Houses(casas-pradaria)- estruturas horizontalizadas,baixas- telhados inclinados- silhueta simples e limpa- chaminés disfarçadas- saliências e terraços- Utilização de materiaisrústicos- sistema de planta aberta, ouseja a estrutura é livre dasparedes, permitindo múltiplasopções de divisões internas.
  89. 89. ORGANICISMOFrank Lloyd Wright, Casa Robie, Chicago, EUA, 1908-09
  90. 90. ORGANICISMOAs divisões eramdeterminadas deuma formaautónoma,integrando-seumas nas outras,como num sistemavivo coerenteFrank Lloyd Wright, Casa da Cascata ouFalling Water, Bear Ruan, Pensilvânia, EUA,1935-37
  91. 91. ORGANICISMOFrank Lloyd Wright, MuseuGuggenheim, 1959, Nova IorqueUtilização de betão apartir de 1930+Exploração de grandevariedade de formas,assentes em critériosgeométricos
  92. 92. ORGANICISMOFrank Lloyd Wright, MuseuGuggenheim, 1959, Nova Iorque
  93. 93. ORGANICISMOAlvar Aalto, Sanatório de Paimio,Finlândia 1929-33Alvar Aalto (1898-1976)Arquitetura integrada no ambiente+Respeito pelas “necessidadespsicológicas do Homem”Escola nórdica de arquitetura
  94. 94. ORGANICISMOAlvar Aalto, Centro Municipal deSäynätsalo, Finlândia, 1929Alvar Aalto (1898-1976)
  95. 95. FIM

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