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Resenha 20 lições

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Resenha do livro 20 lições que aprendi sobre navegadores e a web. Este livro é destinado a todos aqueles que tem dúvidas sobre a web e tinha vergonha de perguntar. Livro ilustrado de fácil compreensão e que pode ajudar muitas pessoas que tem dificuldades com p mundo virtual.

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Resenha 20 lições

  1. 1. RESENHA INTRODUÇÃO ÀS 20 LIÇÕES Nos dias atuais muitas pessoas dependem da rede mundial para ter acesso a informações e se comunicar. Isso só é possível devido a uma web aberta que pode ser acessada por qualquer pessoa por meio de um navegador, em qualquer dispositivo conectado à Internet no mundo. O princípio de tudo ocorreu 1974 quando alguns pesquisadores inventaram a Internet Protocol Suite, ou TCP/IP. O TCP/IP criou uma série de regras que permitiram a computadores trocar informações. O TCP/IP fornece as regras de comunicação para garantir que os dispositivos conectados entre si se entenderão, de forma a poder trocar informações. E estas poderiam ser enviados de maneira mais eficiente quando quebradas, enviadas separadamente e reagrupadas (pacotes). A velocidade é a quantidade de dados que podem ser enviados para sua conexão de Internet por segundo. Conexões mais rápidas já são possíveis devido a uma melhor infra-estrutura física (como cabos de fibra ótica que enviam informações quase à velocidade da luz). Computação em nuvem permite o armazenamento de dados é feito em serviços que poderão ser acessados de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, não havendo necessidade de instalação de programas ou de armazenar dados. Aplicativos também são chamados de programas ou softwares. Tradicionalmente, eles são desenvolvidos para realizar tarefas amplas e intensas, como contabilidade ou processamento de texto. No mundo online de navegadores e smartphones, os aplicativos normalmente são programas mais ágeis e focados em uma única tarefa. Aplicativos da web, em especial, executam essas tarefas dentro do navegador. As páginas da web são escritas em HTML, que fornece os blocos básicos de construção da web. O suporte a JavaScript pelos melhores navegadores significava que as páginas poderiam incorporar mais interações importantes em tempo real. XMLHttpRequest foi introduzido em JavaScript e usado pela primeira vez em aplicativos da web, como o Microsoft Outlook para a web, Gmail e Google Maps. O XHR permitiu que partes individuais de uma página, como um jogo, um mapa, um vídeo ou uma pesquisa, fossem alteradas sem a necessidade de carregar novamente toda a página. A tecnologia CSS oferece aos programadores uma maneira fácil e eficiente de definir o layout e embelezar uma página com elementos de design, como cores, cantos arredondados, gradientes e animação. O HTML também continuou evoluindo, conforme mais recursos e aperfeiçoamentos eram incorporados a novas versões do HTML padrão. A última versão conhecido como HTML5, é um conjunto de recursos que permite aos web designers e aos desenvolvedores a capacidade de criar a próxima geração de incríveis aplicativos online. Ele permite que vídeos sejam facilmente incorporados e reproduzidos em páginas da web sem a utilização de softwares adicionais. Outros excelentes recursos de HTML5 incluem opções offline que permitem aos usuários interagir com aplicativos da web mesmo quando não tiverem conexão com a Internet. A banda larga moderna ajudou a solucionar a necessidade de largura de banda. Assim é possível enviar grandes quantidades de dados pela Internet dados necessários para exibir experiências realísticas em 3D nos navegadores. Além disso, os computadores usados atualmente são muito mais poderosos do que os antigos: os processadores e as memórias melhoraram de tal forma que mesmo um laptop ou desktop padrão suporta a complexidade de gráficos em 3D. Nem a banda larga nem a capacidade de computação pura fariam diferença sem os grandes avanços nas capacidades dos navegadores. Diversos navegadores modernos adotaram tecnologias de web abertas, como WebGL e 3D CSS. Com essas tecnologias, os desenvolvedores podem criar excelentes efeitos em 3D para seus aplicativos da web, e nós
  2. 2. podemos experimentá-los sem a necessidade de plugins adicionais. Além disso o 3D no navegador acompanha todas as vantagens dos aplicativos da web: nos permitindo compartilhar, cooperar e personalizar os aplicativos mais recentes com todo o mundo. A atualização de um navegador moderno, como a versão mais recente do Mozilla Firefox, do Apple Safari, do Microsoft Internet Explorer, do Opera ou do Google Chrome, é importante por três motivos: a) os navegadores antigos são vulneráveis a ataques porque normalmente não são atualizados com as últimas correções e os últimos recursos de segurança. b) a web evolui rapidamente; e c) os navegadores antigos atrasam a inovação da web. Navegadores antigos e desatualizados são prejudiciais para os usuários e impedem a inovação da web. Um plugin é uma parte adicional de software, especializada em processar tipos específicos de conteúdo. Por exemplo, os usuários podem fazer download e instalar um plugin, como o Adobe Flash Player, para visualizar uma página que contenha um vídeo ou um jogo interativo. O plugin é livre para operar naquele espaço, independentemente do navegador. Essa independência significa que um plugin em particular pode trabalhar em diversos navegadores. No entanto, essa onipresença também torna os plugins alvos principais de ataques de segurança contra navegadores. O modelo de plugin usado hoje em dia é, em grande parte, o que foi herdado dos primeiros tempos da web. Mas já pensam, em novas maneiras de modernizar os plugins, com métodos inteligentes de integrá-los mais organicamente, de forma que seus conteúdos sejam pesquisáveis, vinculáveis e que eles possam interagir com o resto da página., Alguns fornecedores de navegadores e de plugins estão trabalhando em conjunto para proteger os usuários contra riscos de segurança. O mecanismo de atualização automática do Chrome ajuda a garantir que o plugin do Flash Player nunca esteja desatualizado e sempre receba as correções e atualizações de segurança mais recentes. As extensões dos navegadores permitem adicionar novos recursos ao seu navegador, literalmente prolongando seu navegador. As extensões dos navegadores também podem agir por conta própria, fora das páginas da web. Quando as extensões de navegadores foram apresentadas pela primeira vez, os desenvolvedores precisavam criá-las usando linguagens de programação incomuns ou linguagens convencionais pesadas, como C++. Porém, o acréscimo de mais código ao navegador também gerava preocupações com relação à segurança, já que abria mais possibilidades para que hackers explorassem o navegador. Atualmente, a maioria dos navegadores permite que os desenvolvedores formulem extensões usando linguagens de programação mais compatíveis à web: HTML, JavaScript e CSS. Muitos dos navegadores atuais, como o Firefox e o Chrome, começaram a construir um recurso conhecido como sincronização. A sincronização permite salvar suas configurações do navegador online, na nuvem, para que elas não sejam perdidas independente do que aconteça. A funcionalidade da sincronização também nos permite usar diversos computadores, como um laptop no trabalho e um computador desktop em casa. Não será necessário recriar manualmente a marcação de sites favoritos ou reconfigurar as configurações do navegador em cada computador que você possuir. As mudanças que você fizer ao seu navegador sincronizado em um computador aparecerão automaticamente em todos os outros computadores sincronizados em questão de segundos. Um cookie é um pequeno texto enviado ao seu navegador por um site que você visita. Ele contém informações sobre sua visita que você deseja que o site lembre como seu idioma preferencial e outras configurações. O navegador armazena esses dados e os acessa na próxima vez em que você visitar o site, tornando essa próxima visita mais simples e personalizada. No navegador Google Chrome, é possível observar algo extra nos menus de opções: um link direto para o gerenciador de configurações de armazenamento do Adobe Flash Player.
  3. 3. Esse link facilita o controle de dados locais armazenados pelo Adobe Flash Player (também conhecidos como "cookies Flash"), que poderão conter informações sobre sites e aplicativos. A segurança do navegador ajuda a protegê-lo de malware, phishing e outros ataques online, enquanto os recursos de privacidade ajudam a manter a navegação privada em seu computador. Enquanto navega pela web, você gera um diário similar de dados do navegador, que são armazenados localmente em seu computador: um histórico de sites visitados, os cookies enviados ao navegador e os arquivos de download. Se você solicitou ao seu navegador para lembrar suas senhas ou dados de formulários, essas informações também estarão armazenadas em seu computador. Todos os recursos de privacidade do navegador permitem o controle sobre os dados de navegação localmente em seu computador ou sobre dados específicos que são enviados pelo seu computador a sites. Muitos navegadores permitem que controle suas preferências de privacidade para cada site e faça suas próprias escolhas sobre dados específicos, como cookies, JavaScript e plugins. A coleta de dados agregados e de feedback de usuários do mundo real pode ajudar a melhorar produtos e a experiência dos usuários. O segredo é encontrar um bom equilíbrio entre os dois e manter fortes padrões de privacidade. Por outro lado, permitir cookies de navegadores significa que o site poderá coletar e lembrar informações sobre essas visitas anteriores. Se desejar, pode bloquear cookies. Existem dois riscos de segurança quando se navega pela web e realiza transações online: malware e phishing. Esses ataques são realizados por indivíduos ou organizações que buscam roubar suas informações pessoais ou invadir seu computador. Phishing ocorre quando alguém finge ser outra pessoa, normalmente por meio de um site falso, para enganá-lo e fazer você compartilhar informações pessoais. Chama-se "phishing" (semelhante à "pescaria", em inglês) porque essas pessoas lançam iscas eletrônicas e esperam até que alguém morda. Em um golpe de phishing típico, a pessoa envia um email que parece ser de um banco ou de um serviço da web que você conhece e usa. A linha de assunto poderá dizer "Atualize suas informações bancárias". O email contém links de phishing que parecem direcioná-lo ao site de seu banco, mas na verdade o apontará a um site impostor. Uma vez no site, você será solicitado a fazer login, revelando assim números de contas e de cartões de crédito, senhas ou outras informações confidenciais aos bandidos. Malware, por outro lado, é um software malicioso instalado em seu computador, geralmente sem seu conhecimento. Você pode ser solicitado a fazer download de um antivírus que, na verdade, é o próprio vírus. Ou você pode visitar uma página que instala o software em seu computador sem nem mesmo solicitar. O software é desenvolvido para roubar números de cartões de crédito ou senhas de seu computador. Em alguns casos, ele poderá danificar sua máquina. Assim que o malware estiver em seu computador, não só é difícil removêlo, como ele também terá liberdade para acessar todos os dados e arquivos que encontrar, enviar essas informações a qualquer lugar e causar estragos ao seu computador. Um navegador moderno e atualizado é a primeira linha de defesa contra ataques de phishing e malware. A maioria dos navegadores modernos, por exemplo, pode ajudar a analisar páginas da web para buscar por sinais de malware oculto, alertando-o quando encontrarem algo. Ao mesmo tempo, os ataques nem sempre usam técnicas sofisticadas para invadir seu computador. Em vez disso, eles poderão encontrar maneiras inteligentes de enganá-lo e fazer você tomar decisões equivocadas. Um navegador atualizado o protegerá contra ataques de phishing e malware quando você estiver navegando pela web. Isso será feito limitando três tipos de riscos de segurança quando você estiver online: Risco 1: A frequência com que você entra em contato com um hacker. Risco 2: a vulnerabilidade de seu navegador em caso de ataque Navegadores antigos que não foram atualizados têm mais probabilidade de apresentar vulnerabilidades de segurança que podem ser exploradas por hackers e Risco 3: os dano causados por ataques, caso sejam encontradas vulnerabilidades em seu navegador. Alguns
  4. 4. navegadores modernos, como o Chrome e o Internet Explorer, são desenvolvidos com uma camada extra de proteção, conhecida como "sandbox". A sandbox de um navegador cria um ambiente fechado para evitar que malware e outras ameaças de segurança infectem seu computador. Se você abrir uma página maliciosa, a sandbox do navegador impede que códigos maliciosos deixem o navegador e se instalem em seu disco rígido. Dessa forma, o código malicioso não poderá ler, alterar ou causar quaisquer danos aos dados em seu computador. Um URL (Uniform Resource Locator) trata-se do endereço da web que digitamos no navegador para acessar uma página ou um aplicativo da web específico. Ao inserir o URL, o site é buscado no servidor que o hospeda em algum ponto do mundo, transportado por milhares de quilômetros de cabos até sua conexão de Internet local e finalmente exibido pelo navegador em seu computador. A primeira parte do URL é chamada esquema. No exemplo, HTTP é o esquema e a sigla de HyperText Transfer Protocol. A seguir, "www.google.com" é o nome do host onde o site reside. Quando uma pessoa ou empresa cria um novo site, ela registra o nome do host para si mesma. Às vezes, o caminho é colocado na frente do nome do host como um subdomínio, assim como "maps.google.com" ou "news.google.com", para o Google Notícias. http://www.google.com/maps esquema nome do host caminho domínio de nível superior. Uma maneira de verificar se você está indo diretamente para um golpe de phishing ou um site impostor é olhar cuidadosamente o URL na barra de navegação de seu navegador. Por exemplo, se você clica em um link e espera ser direcionado ao site do Bank of America: LEGÍTIMO: www.bankofamerica. é um URL legítimo, já que o nome do host está correto.www.bankofamerica.com/smallbusiness também é um URL legítimo, já que o nome do host está correto. O caminho do URL aponta para uma subpágina sobre pequenos negócios (small business). SUSPEITO: bankofamerica.xyz.com não é o site do Bank of America. Em vez disso, "bankofamerica" é um subdomínio do site xyz.com. www.xyz.com/bankofamerica também não é o site do Bank of America. Em vez disso, "bankofamerica" é um caminho dentro de www.xyz.com. Se você estiver usando um site de banco ou efetuando uma transação online com informações delicadas, como sua senha ou o número de sua conta, verifique a barra de endereço em primeiro lugar. Certifiquese de que o esquema seja "https://" e dde que haja um ícone de cadeado na barra de endereço do navegador. "https://" indica que os dados transportados entre o servidor e o navegador estão usando uma conexão segura. Com uma conexão segura, o URL completo do site do Bank of America deve ser https://www.bankofamerica.com. Portanto, "https://" é um bom sinal. Mas ainda é importante certificar-se de que você esteja acessando um site legítimo por meio da verificação do nome do host de um URL. Seu navegador não conhece automaticamente cada endereço IP dos mais de 35 bilhões de dispositivos no planeta que estão conectados à Internet. Ele precisa procurar por cada um, usando o Sistema de Nome de Domínio (DNS). O DNS converte um URL ou endereço da web (como "www.google.com") no endereço IP correto para acessar (como "74.156.19.47") a fim de obter as informações que você deseja. Quando digita-se "google.com" no navegador, ele procura pelo endereço IP do google.com por meio do DNS e o acessa, aguarda por uma resposta para confirmar a conexão e então envia sua solicitação para a página do google.com com esse endereço IP. O servidor do Google nesse endereço IP retornará a página solicitada ao endereço IP de seu computador, exibindo-a no navegador. O certificado de validação estendida oferece as informações necessárias para ajudar você a certificar-se de que não esteja confiando suas informações a um site falso. Na maioria dos navegadores, o indicador de validação estendida pode ser encontrado buscando o nome da organização na seção verde da barra de endereços do navegador. Pode-se clicar no indicador para ver as informações de segurança do site e inspecionar o certificado digital. Algumas das experiências mais intensas da web vêm de imagens e vídeos de álbuns compartilhados de famílias. E isso significa que quando seu navegador carrega uma página da
  5. 5. web, mais dados e códigos complexos precisam ser processados. Imagens e fotos já representam cerca de 65% das informações em uma página normal, em termos de bytes por página. 35 horas de vídeo são enviados ao YouTube a cada minuto. É como se Hollywood lançasse 130.000 novos filmes por semana. Os programas em JavaScript cresceram de algumas linhas para muitas centenas de quilobytes de código fonte que devem ser processados sempre que uma página ou aplicativo é carregado. Imagens e fotos podem ser comprimidas em arquivos menores e ser enviados e baixados mais facilmente. GIF e JPEG foram os sistemas de compressão de arquivos mais populares nos primeiros tempos. Enquanto isso, plugins eram inventados para compensar as primeiras limitações de HTML, possibilitando que vídeos fossem incorporados e reproduzidos em páginas da web. Para o futuro, a tag de <vídeo> no HTML5 facilita a incorporação e reprodução de vídeos em páginas. O formato chamado WebP diminui o tamanho médio de arquivos de imagens em 39%. Os mecanismos que executam códigos em JavaScript nos navegadores modernos também foram desenvolvidos novamente para processar códigos com rapidez nunca vista. Esses mecanismos de JavaScript rápido, como o Google Chrome V8, já são parte fundamental de qualquer navegador da web moderno. O processo de conversão de um endereço da web em um endereço IP por meio de uma busca no DNS, ou viceversa, é normalmente chamado de "resolução". Com a pré-resolução de DNS, o Chrome busca instantaneamente todos os outros links na página e resolve antecipadamente esses links em endereços IP de fundo. No futuro, os navegadores poderão prever, antes que a página carregue, não apenas os links a resolver antecipadamente, mas também quais elementos do site (como imagens ou vídeos) deverão ser buscados antes do tempo. Isso tornará a web ainda mais veloz. O espírito de compartilhamento está no âmago de softwares de código aberto. "Código aberto" significa que o funcionamento interno (ou "códigofonte") de um software é disponibilizado a todos, e o software é escrito de maneira aberta e em cooperação. Qualquer pessoa pode olhar o código fonte e ver como ele funciona, alterá-lo ou fazer acréscimos a ele e reutilizá-lo em outros produtos ou serviços. Os softwares de código aberto desempenham papel fundamental em muitos aspectos da web, incluindo os navegadores atuais. O lançamento do navegador de código aberto Mozilla Firefox trilhou o caminho para muitas inovações empolgantes. O Google Chrome foi desenvolvido com alguns componentes do Mozilla Firefox e com o mecanismo de processamento de código aberto WebKit, entre outros.

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