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NOTA DE ABERTURA                                  PELO EXMO COMANDANTE                          ;   . ,~.                 ...
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4·          Pe Las   qua.lidad.es     ev i.denc Ladaa , foram                                      disti.nguido3          ...
Meio Século passado                                           sobre o                        feito                  glorio...
6                                 I        E O CEU                                       TAMBÉM                           ...
p                     TUGU                                                                                                ...
dos       Boldados d~ posto               de etapas          de ria.fI s ac a.,     la. unsSilva       Nunes (b) não perde...
te.      E   o gentio          não se      OpOS    à medida tomada p.üo Comandante I·TilHar.          o      s oba era vel...
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DIMENS6ES                    .l";,.        o   ~...            •   c~                       tivo                 pz-ovocad...
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metroD horários ?        (Reoorde-se                                           que os        nc s s on meLhcxe s CJ.íJ:lpi...
DA                                                 I~UMAr~A                                                               ...
uma                c.í.r-cuns                      t        ânc         í.a       elo que o poder                         ...
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O jornal " OS CAVALEIROS "

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  1. 1. - ..sOU6,j , -···0~ .@~~&1 ~J7~~".
  2. 2. NOTA DE ABERTURA PELO EXMO COMANDANTE ; . ,~. """ TEN. COR. MAGALHAES Ao cortlBrn,:yr.2,:r-se G 1 º AnI ve r aár I o da. ch,::::-;ad;J,do nosso Bat a Lhão a AngQ Ao corpo redactorial e a todos os colaboradores, desejo expressar omeu reconhecimento e faço votos para que com o mesmo entusiasmo posto na ,9ublicaç~o ieste primeiro numero t continuidade, de forma aque o nosso jornal contribua parãestreitar laços de camaradagem e ~Diza-de. .,. .•..•••••• r ,., ,. ., t L~a(! e sem emo çao , que a t cavé s desta NCIá:Q..S .ll!if;R.lUR4f me oi:rijo a 2.dos os comçonerrte s do Ba t a.Lbão , tã0 d i.s t an t o s {;eogrà.ficamen~e; fü3JS aemp r epresentes no meu espírito. Helembrar tudo o ·}1).0 foi 10 i t o.:lm,.ntc s Gs;,criflGios quanta devoção, ,quanto esforço dispendido, quantó entusiasmo l)~ra defesa e progresso des-ta nossa Província, todos t~m sabido dar no cumprimento da sagrada misslode soberania com oe olhos postos na Pátria! SaJdo, atra~~s deste jornalt todos os militares do Batalhão, bem co-mo. os no sac s vcama radac de outras armas e .ramo s d.a s Po r-ça s Armadas, irrnan.ê:,dos na mesma luta e na me sma missão, desde :).UIAGEà J1UIANAo Torno extensivas as minhas sA.ud;:;,ções a todos aC},1.1eles que por laçosde sangue estã.o ligados a esta Grande família militar o Àqueles que tombaram no campo da hon.ea, o ma s proftimdo í raspei to esaudade. Estão e e s t a.rão no espírj.to todos
  3. 3. ., :.·•• .• ~ ~:.I ,;.. .;. l .~•...... .•.. : • li O ~. ," . . ~~J~~~ t~~I!~lÃO • • O" :~.~~ . t "". ;~ " "_o" •••• ,.:..:.::;. :t~~~;::; :;-.:~-,; :;;.~:::::::::;::.,;:.::;;::;,:,; :!.~;;;.;:;:;;:::.;- ;;.~.:.:::::;.:.;_-::; _-.; :.::;:::; ..•.....•.• ;.:;.==~=;: ~ ::::::::::;:: .,;;:..:::::~.~ -:;;:.:.:~:::::::!:.=:.~~~;:::;,= . . lmm -I 01 :; i,-~. ~ ~;;,;;,.":"i·.~ " ••••• ~. ~ J _·_:-:)2~--· -.~-"----- - ••• fi ~ • ~ _;" ~ ! " to z. •• ,. •• , (I ~ ~ ~ :; SIo *" ~ " •• J!o ,-- --- - - --- - - -- - -- ~ •• 5 •• " • t> to • " ,.. --F: G " L~t i ! I_ I" :i li -I I li .~ •! ·f C (~:1:a11d.D.:1t e r lo J. l- iI !í li .q ;., li,I: -, -I, V.L1B,s }30tJ.[-S (l~3 l I I- I· 11 li :; :i -, -1 .~ I 1 I- l- :1 I fi 11 U l- 11 H. li; . (le I· 11 il H II ., ~I ~I :P] .. Iire I.PJ:J~ I· li I H t- li U H -, -I ,- 11 I. n - !. I! "a 11 "1 ·1 -ê l- li I· li l~ n n · -1 i I: l- 11 Ir ~ -I iI -I I- .. I 11 -., t· fl li iI li -j - ,. I· II /I fi -3 11 ~d *, " l- li I- li iI i :.. " H !i " n -j Furri6is mi:icianos li n -, ·1 ., 11 i! n, 11 ., ./ i! 11 li <l ·f li !f I 11 11 •! I I! . li ·1 ! li li :J , . j ~-----------------------------------------------~ §4t (I ". t· •• ;. Li~ • ~ _ .li i) • # I) ~ ~ .,. IA lj .., •.••• J " 10 ti >:I tt J: " .•• ;,i e -). :i •• li !li- .(:. " 11 " $ ~ ~ ;!o ••• .;} j . . 11 do
  4. 4. ~i.:~:~:_, :::;:-~-_~~~L.<.~;..•.. ::.t:./ .. ~.d--,.I.~:: -~~~ ...:•.;:~; ~~.".u.l-.t",,-.;l__ .: . ..i.d ~.. l~ I·~_:.:~L~__ ;.:L::L::l :LEI1.:iliRL ii.i.r:.i:~:Ii.:~:i:-==-ll!i~:S;5.1iJlrn~~~:ai.i~ !,~ ~X:X::o~::XXX:;;:X:XXX.x;::X::CCXX:X::::CCCC:XXf3.XXXXXS.::XXX:KXXXXXXXXXXX:CC;:::XZX;~:XX:;~Y:XY;XJ,X~ , v,,~ h·~ •.... •... .. ...~ ~. , n ,~ h .....• .: 2A NOSSA ETERNA SAUDADEE •• 1 }: ~ .Aos c::un?.. ar ... .S (~u.s~ r 3 das suar obrieações p~ ." I·I-~ ... " li VIDA PELA :::L r-, ;. !-. .. 1····A .,.. ::--1 ., ,.. ... :".!. ::.:~ .~. t-., 10(1013 Dode:~l S Gtlt .í.mos a VOSSA em o, • um preencher iJ . ., ... .. ~o . Per.f51amo--rlOS ;": . 0.- 1 vós, de e<.!.bec~a , , li aua t ~ .•....• -, , ..-j :.~~ C}~V.ALEIROS FAI.l~C IDOS DA SILVA• I i" ~::;.4~~ ..u.~~lll~.:LL.;. ~~.:l~!:Ui.u.I-LSilb h.h... E>if:.l~:-1l·GIliI-~H ~:::)l~ j:-il·~~·~ ~~~.t.Ti.:Ji}{~~·~ifrillEJfl:l; :;.ll.::.,j:D.J.~Ã.E:Iifil:ill:1.1i~:LJI~IS~ j..:,J.·rl .. ~
  5. 5. 4· Pe Las qua.lidad.es ev i.denc Ladaa , foram disti.nguido3 com louvores en Ord.em d.e Serviço, os c abo At ••• 1·Jatl.uel An+ón i,o Bolinhas bernar- do Joáo Diogo 1<erreirinho lº cabo X.A.R •....•.••.. C,,:n<Los AlbeXto P.i.nto Rodrigu$i3 P:cal1Ci.sco I?er:ceiJ:a da Si1 va .Joaqui:n L;screvente Fe Lí c Lo ).0 cabo .tij. Eni. - Joaqu.írc de Soua a Oliveira Oriando de SOl1sa Carvalho Ant ôn í.o .f.ja.:dins RaJl1e.lho So Lô.ado Ii.ec li In.f. )l João de Oliveira dos Santos Ho- S8. ••• :,0 ".*," • &I •• - füvi.:u:o ,}osé Pinte BaLda.La Solc:aúo ap -e- ..;:~ ;::; • .i.nr .······ 6 úelino Salgatio de Oliveira -r- ••• Soldade sapo ······ ...I...nl ft , Albertc Jousa d.a Silva So1do.do Sêi.p ~ .······ -r-",f .l..~,i .•..• Urbano Alvas da Rocha Soldad.o =3ásico!!~.t;~Q •• ".~ Fernando Pereira da Iria Fur.Mil.lnfl-Op.Esp .•.•.• ,Tezé Custódio Cestinha éte So!).sa tinho 68 Oliveira Duaz t e fJolda.do kt. Afomw Lourenço Pedrosa José l(<"::.ria Pd ne La
  6. 6. Meio Século passado sobre o feito glorioso de GAGO COlJTINHOti e SACADURA CABPAL PORTUGAL E BRASIL MAIS UNIDOS AINDA ----- --- Para as g-eraç.ões ao t ua í,s ha1i +uadas aos grandes fei tos da ar:: te~nológica é-lhes difícil fazer uma LdeLa ,lo entusiasmo que se deve ter viv.i.é) há cinquen ta anos atrás, quando da cozisumação t1mn dOCl maiores feH:os do nos s o século. R~ a Imerrte , numa época: em que 8.8 ,;om1.m~Lüa.9()$S não e r am tão a.pe:tff~iço<i tas e em que a técn.ica na av.í.ação ez-a bas.l;,::,nte radi.montar, f) have n dois homens qae iriam te!!. tal." uma trav(,w$ia, que à prime íza v.í.et.a seria urna, averrtur-açnão abc lava muito a seu favor. Para muitos seria: até u·"!j:Jf;0 de :,,!:obabilidades, em 11: ~ a consuma- ção seria irrealizi:Ível. EsquecIam-se; no ent arrto ~ que haví.a a vont ade e a eor.§. gem de dois homens que tinham ~ambém estudado pro:funcl<.uiiente B tj liam perdido horas e horas a discutir os se:.l;--;;iP!nfimm~ pormenores, que Gagc Coutinho iQ ventara um novo sistema de. navega ;ão aérea e que a viagem fora ar. :;ecedida, em 1921, de um voo à Nadeira, para. expez-í.merrta r o rigor do método. O frágil aví.ão de tela não contav1. em s í., mas o conjunto ext:r. wrdinário CCIlJ um dos melhores pilotos e um c í.ezrb í.s üa extraordinário. Contava ele tal maneira que a travessia. foi uma realià.àde consumada ac :;rincípio d.a tarde lo dia 17 de Junho de 1922. linha-se aberto mais uma página gloriosa na já lortél t História da Humanidade. Corno há séculos atrás, os meios· eram diferentes mas o esp!r5tc era o mesmo e havia uma idêntica vontade de vencer. Uma vez mais, Pcrtl.lgaJ ;:to:!; La.novos ru ... mos ao Hundo. Pelo Fun, lil. Tavares • •
  7. 7. 6 I E O CEU TAMBÉM For PORTUGUÊS , , • ;"":. NO :DIÁLOGO II<3NSO DOS Y"i.;..lTTOS fi DA N1Jv"Eh ... no O,lJSid)O rovo ! o ;:A,~ tn: 1;IA lOEFOU r:AR PORTUGUftlS PAP,A G A1JC,AirçAR,.:,;, ".- ,;.::,:·,[;:,r)~15P.$~:jüUJ~j-SE OS.;PÊRIGOif;E os VSH~0)". ~T~ B o FRitG lIJ VELEIRO DO .AR .DAS 1>8LS nA C2UZ DE CIlISTO POR lTI1ÊS i1;Z-i~S NESSA Av"EN1. URA, i por;, í~RnS V~~~ZE:S !ifESSE ARDOR,.i.:. GRANDIOSA A LUZ INSPIRÀnORA DESSA TERRA IRHÃ . DE SAIfIA CRUZ ALC,A;.f-{ÇADA QUE usru 1)OIS POYOS DA NESI1A FALA NUl-! ABRAÇO ]?zWLONGADO E BELO EH CALOR E BI,l ÀJ.10R NA NUNCA DESr1.BlITIDA GL6RIA SE o HAR UJ:.I DIA SE TORNOU Hi.R PORTUGuts, o csn Tjij,rnf;J: o SERIA !
  8. 8. p TUGU e as• l do Firn do mundo" I :. ,, ." ..... , .. , ,- Pelo llajot jfUlíO DE BrVA? A..··..: .. ,t- ttJ.7.I~) frat~~CYlid.~ld.E~ r-ac í.a L, t~lôrl,~. da Human.í dude ft lersalidade do po.l"tu.é·u.esinbo~~. ~ lI8n~:ltr.l pr.nlo. ~10 l"~u::ld{),n~élho!.." do que nós s abe eí~e~ j tiva.merlte mat ez I a Lí aar- es s a l){)lit.1.c~ .mu.lti~raci.Etl qus (lés v.í.mos apragoa.ndc ao ~" ..-///--- II ,- ·.L·c; li tarcs se transformav-::.m em cé LuLas c v.í.Liz.ado.eas t 0:r:ig6:0 muí.t as vezes í, de povoa- çõe s (coma exerap Los deste tipo p od=m ser ap-resent2 ... , entre dac out cae , as ac t u a.í s p cvoaç õe a de PAIVf •. GOUCEIll0., na .d.UILA, 8: DIFtICO e t(:tGUSS(l, no Zlf)S~O (listri - to) . Ao lermos as pá~rin.as .=8: traord i:nárias ela rH~)::Js a :listó:eia que nar-r-em aLgumas doas carcpanhas • do Sul de ANGOLA(1907 ,.." a 19). t:, L temos ,.t"" & o-ü:r.tunid aô.e de a todo o Lns _ houve entre o Portugu~B e 02 aeua irmãos de raça preta. :f.. JUj~IOE; nas A s uas pá.e;· na;....:1arra.t1l-8ç; éJ.S aventllraS })~lssaàaB por uma co luna mll! ta! que de JANEIRO il S~.Yl~C:L!üO de 191U se d e s Lo cou de ,"L~ DA 13113.0EIRA ao i1UCUSSO. S10 dele eatas palavrRs; "Ne s s a oc as Lão ;o s oLdad o .~at;-(..:fet.:~que che gou a. e st e Posto, COIn a mala do
  9. 9. dos Boldados d~ posto de etapas de ria.fI s ac a., la. unsSilva Nunes (b) não perdeu tempo a organizar uma foxç a militar~colli 1 saI.gento e 12 soldados indígenas, todos morrtad os, e uma vi,atura ligeira comvíveres e munições e partiu no mesmo d:La.da. notícia, à noite. ••Regressou ao Posto A no dia seguinte à tarde, trazendo presos o soba Ca-xaxa ina viatura e 6 gentios aoor-r-e nt ados e, numa t:L:;)()ia improvisada con-duz Lda por dois gentios,também presos, o corpo do soldado asz8,,!phlado.o s oba continuou preso com homenagem no Porte e 02 8 gerrt í.os , aos quaishaviam sido +orsad aa as espinga.:r:das e p oI vor í.nhoe , Ior-a. en.ca.r;!~egad os detrabalhos na granja i vista. afr!colo, com sentinela O Alferes Madeirarecebeu o encargo de elaborar o respectivo processo e descobrir o assasE:;ntendia Silva H1.).nes que quem devia julgarwn clime de morte fera (j rri-banal da Comarea de si da Bandeira.o soldado as aas s.í.nad o iii sopulti3.do no cemitério do Pos t o i. - fi.p:,,,,ü, deencerrado em oaixio fabricado nas oficinas do posto - com as honras deir coberto com a Bandeira de Portugal e de tr~B descargas da respectivaguardé de honz-a , Os oficiais. exeepto o Alferesi-"· "~ , e sarger.rtos, t omar-am parte no fune ral ,Devido ao prestígiO que conquistara, Silva Runes conseguira trazc~ pre-SO o Boba Caxax8f sem oposiçka do seu povo.Ele marchara do fosto A, Dela margem direita. do Cubango, Hté próx:imo decaír d.e Stuprezl:1_ s o oz-e 8 emba la do 30089 bloqueando-lhe a entrada.Pelo primeiro gentio que apareceu curioso t 311 va Nunes mandou di,~er aos oba que o esperava ali o COlUandanteNili t ar ,c axaxa demorou a apa r-e ee.r , mas chegou seguido de 8 homens arwp.-j)s ue, qà medida que saíam da embala, eram obrigados a entregar as eS~iÍn,sardase acorrentados. Entretanto, Silva NU.:18S mandou prevenir o povo (1"" 8mba-la, de que não prenderia os homens que ap az-eces sem desarmados) nam as mul.heres. Saíram todos os hab.Ltarrt es sem ar-mas .e Silva Nunes , mandou dizerao povo que vieraa1i para prender o s oba , (lua mandara matar um solda-do, e as seus 8 guardas, atj saber quem foi o homem que matou.l~.inguém respondeu nem o próprio a oba ,Então Silva Nunes mandou explicar que, matar uma peS~308.~nem o Govey:no dePortugal podia mandar. Se o soba tinha queixa do soldado: participasse-oao Comandante do Posto A, que o soldado seria castigado. Por issoto sobateri.a de ir preso e iriam os 8 gentios acorrentado8 até confessarem quemfora o assassino. Depois, o s oba mandante e o assassino rr·ê,:l3t~.:r:·~.cer Lam senviados para. sã da Bande Lca , para serem julgados pele ~rribu.nal compete!!,
  10. 10. te. E o gentio não se OpOS à medida tomada p.üo Comandante I·TilHar. o s oba era velho e cardíaco, pe Lo que faleceu uns dias depois de preso no Forte, Como nenhU!J1 dos B gentios presos, até denunciasse o assas~ino, Silva Nunes ..teve a ideia d-a soltar um deles e de mandar ent:regar-lhe a espin-.. ga,rda, Q. po Lvor-Lnho e alirTIH!l.otação pal~ê .. c ca.minho j fazendo-lhe ve!: que, TI!J gando os 8 presos ser qualquer deles o assassino, este evia an.dar em li herdade o que não estava bem. Por Lss o que o s oLt ava , para ele ir buscar o assassino e depois dar a liberda.de aos -lua estavam presos por cau~a df le. o g,:,;ntio solto mostrou compreender o recado e partiu. Pas savam os dias e eu ,já descria de que o gei1t}.o 3.0;1 tpaparecesse, qua. do 9 dias depois da sua partida, fi-of com outros ;ioi.s: -gentiOS ~ oS tr armados de espingardas, errtz-ar- no Forte, escol fçi.ndd~rqu[arto gentio c uma tira de couro de boi a prender-lhe, pelas Qo~tas·~· DeStoco ~e uma p~ ..•. ., .." . na, rara não poder fugir~ . "-:-" Ent r-ad o este preso no calabouço, Silva Kunes marrdou eV~"?A.r no respectiY auto, a acusação dos 10 gentios ao preso, soltar OB sete e entregar-lhas as espine-ard.as t os po.Ivcz-Lnhos e a Lãmerrt ação pa.ca o regresso de todos. Coisa cu.riosa que me espantou e sensibiliz..ou: os 8 gentios libertados à-• joelharam diante do Comandante Hilita.r e, apanhando terra do chão e lan- "que rMÔ cubra a terra que pisas 11. Agra.decc]~ o que por brancos seria cons í.ãer-ado uma prepotencia, só da te de quem tinha ni t:tda compzee ns ão dos d.everes da aut cr-Ldad.e••• Fi ainda dois factos sintomáticos; a vJ.úva do soldado assassina.do prefe· riu. vir paz a a s anz a.La do Posto l"tili tal. onde c as ou depois com outro s ol dado indígena~ a regressar à sua terra; e o gentio de C~xaxa elegeu nov s oba que seapresentotl. a cumpr-ãmerrt ax o Gomandante Hi:ti t ar-", E foi com factos destes, com exemplos t ão no or-es de Gomando e de humar mo que o PORlUGutS criou a s ua civilização AFRICANA. ç~u.ere;;:rponsabilidades mendas nos deixaram os üOssos antepassados Saibamos ser iignos c ont í.nua- res da sua obra ! Perto do actual C.AIUNDO. " (o) - Comand an t e do Posto A - CAIUNIlO,2Q tene.nte JAli1E fF30DOB.ICO DA S VA l{UI,.c;St sepul taào no CU.AlWAR -E:e.xist~} ne at a .povoação uma Lancn. da .ARl-:Al!A com o seu. nome). ., ,> . ". . ~. .. ~. -.:, . ,
  11. 11. f D,·r-;J.<. , ".. ~~F""" L· I. ."" ~. . ;W fi- ES 6 VIÇO. -- •.. -- "" =
  12. 12. DIMENS6ES .l";,. o ~... • c~ tivo pz-ovocador , ou me Lno:r t e s t Lmu.Lado r ,• o caso foi o segu:í.nte~ Sai:ndo da "r-edacç ão a do ncs s o ;jo::cnal 0:118 ti vs r a lugar [13. reul.i.ião com a casualmente ouvi foz-am o sufLc Lerrte :r.H;1.rE:.me faz er entrar no gabinete de t r abe,- lho e procurar c enfLa» ao p ape L as r,,;.fle:r.õE;s que :mc ocor-r Lam, o tempo que tão ;5 uma das dimensões pr ód í.gareent e e s banjamoe da vida. Cada um de nós tem um tempo mar-oad o , maior ou menor, não J.mpo:r.·ta.~ é uma. verdade que da dia que passa é uma op lrt.un:idade ofe:ecida para nos c o Locaa .. mos mais pr-éxí.» mos do objectivo final a atingir. Cada dia ~ue ~assa, e passa velOZlli~_te, pode :representa,t t ambém um f<.•Ias t ament o prof<ressiyo da meta iin2,1 p ar.. 2. que d eve r Ia- mos correr, Comparando C) tempo a urna escad.:- euja origem é o nosso berço e eujo termi- , t ." nus e a eern~Qa d~~ os d Las a outros t::mtoz de;,;~raus áessa os cad a Lnví.e Ive I mas real que deveríamos sub::":r~ ac ont e oe que .•.• bo nos podemos ap rox.í.mar- an sub i ndo le!! ta e seguramente os degraus da vida. como nos podemos a..astar f desoendo vergo- nhos amen+e , não se Gabe até onde, e:·SD;)ne s mos degraus. TE repare-se que a que- da num plano Lnc Lí.nado aumenta (1(,: ve Lo cLd.ade i.i medida que o o0~iecbo em que d a ffi afasta do ponto de origem ••• A perda. de tempo, sob qllalql.:wr <los aspectos lI,U;... se queira considerar, si- ~ gnifica sempre uma vida esté:!.il e vaz La de sentido, É sabido d e todos como e impossível recuperar o tempo ,já passado. Passou .•• morreu. p ar-a nós e com ele morreram tantas oportunidades de vall!.:Lzação, tantas ocasiões de realizar algo de pocitivo e concreto que poderia constituir patriu6nio pessoal e motivo de org-.lJ.ho por ter enc h.í.d o a<tVida de vaã-or-e s , O ananhã é UJTI advé:J:.bio frequentemen te empregado por todos os ve nc í.d oe d.a vid.a, por tactos aquelés para quem o tem- po conat í, tu.! um inimigó de que é pxe cLs o ~lesfaze.l..mo-nos a todo o custo. Assim se vai t::~uncando uma e xí stenc í a , assim se vai Lmped í.ndo a vida de de i.xar- atrJ.s de si uma esteira de luz que seLviri"J também para iluminar o c amí, • nho sabe-se lá de quarrt os Lnúbe Ls c omo tu que julgam matar o tempo e não vem A que o tempo os vai matando a eles, J.1., 1 --,- / ií --- ss TElIOS tlfrlA VIDA PARA VIVER :f; ?ORQ,UE lEriOS UH IrjIJRDO PJtIL4. ;OilSTRUIR
  13. 13. JNFORM!2 " ....» . ..".; ,-~ de animais, assim divididas? 700.000 20.000 8.600 .",." v,ooo . 5.000 1.500 chega ~ atingir seis metros ? .:~~€ a defesa natural C01Y; que foram dotados os herbívolcs é a sua capae tdao e -e abasteoerem I8.li:: .unorrt e de grandes quant Id ade s de vegetais podemloasain: ::..t- ::-loc8.r-se úm(ôeg-ü.ida p ar-a 100t:.::s maí.s .sebU::.os, onde oom a cabeça ergltide t od os os f;)6ntidos alG:!:-ta pod em ccrrt i.nuaz- a nas t í.ga r os a Lí.merrt oa ingeridoB. ~iando sirrn:tl-t5.~eaI.1ente cs 301J.S inimigos ? o
  14. 14. metroD horários ? (Reoorde-se que os nc s s on meLhcxe s CJ.íJ:lpicO-s fazern leiO met ro s em 10 se guzid oe , vcLoc Ld.ad e inferior f)., 4() qu.í tLôme r os P()J: 110ra)- ~Gue o avestruz é considerado U.1n dos o01.Jedoxes mais :resistentes da savana ? (Já fo.r am c rcnome t rad cs 65 qu.i I ómet roa seeliidos" QU.. 8 oomp í, ta cornelc em velocidade i30bre-Gi.Ido 11~S ..- ~ue no ano de 1960 foi es~abelecido o recerd de independ~ncias concedidas est~doB africanos ? não d ev í.am existir 80e qu í.Lórne t ros de estradas tô.d.as e ho j a já u L tra.p~8sa 5.000 qu.í.Lôrne t r-cs ? I , apr-ox í.madaman+e pLov~nc~a
  15. 15. DA I~UMAr~A 1 rfeste momerrt o l1istórico do nosso Ba ta Lhão , a :eeal:i.zar a comissão de servi ç o ~ pe i a p az e p r omc çã eles povos nas t€~ras (lo fLm do mund.o , julgo OpCl"tU.U"1. una profunda zeflexão, s obr-e a dignidade da pessoa humana , Ape;:ia:r d a ditrergêrlcla de op Lm.õe s e daa rrrúl í.p Las ideologias t que tkélSSam pel:J acordo "Tudo o qU0 existe na terra, deve ser ordenado para o homem como seu 8. cúoul,a da criação. 4..... l;;xal ta.do até ao euozeac .Á DO!. •••. uns, me. ospre:i:,étc1o é.~té 8.0 absurdo por outros, ele é tOlliado, ape s an de tudo,pelo c on- senso un venaa.L, í COiTIO pessoa humana, dotada dr3 inhilieência e von-tade livre. Está ai a atesti-lo a declaração mliversal dos diraitos do homem, saída " Lune SEi 19-48; a doutrina ela. Igrejà, nas s uas enc Ic Lí.cas , "Pacera in terris tt , uP2 Pu.:o:;:uril prog:r08siol! e no documento conciliar I;Gaudium et Spes I!. iio campo da R!l. ve Lação , hasi;;:.i rooordar que ela ensina que o homem foi cr-í.aô.o à. "Lmagem e seFSl_ Lhanç a de JjeuB" f e tornado por Ele, cúpu La de tocla a. criação, sujei tando-a e do :r;a:Ls 11re .í.cad oe no homem, são fonte duma dignidade humana , exigi tiya de• di.rei.tos sagra.o,Qs e ã nal Lenáve Ls 1 inerentes e Lnd.Lss oLúveLa no próprio homem! seja qual for fi- sua raça, cor, língua, religião~ .fo::Lttma ou s í.íruação s oc La.l, Logo "1.;od,05 os homens nascem iguais na natu.J:.ezfot d.ignidad.€1 e direi tos, ê : rODO o HOLEl< TI~}i[ DIREITO A VIDA E À IlZT~~GRID,1-i.J)E :F1:SIGA.
  16. 16. uma c.í.r-cuns t ânc í.a elo que o poder .. civil, :po{le a:e:cogar~·oú de s se d.. Lr-e L t01! Q,uando o illdi.víd,ltO caril t end.êl1o ia. ace ntruada par a o C!:5JTl(ll p oz defeito far~lilia.r, s o c La.I .. C31.1 tenlI;-Gra.rnel1tZtl, pôe COlltln,i1..ô).rlt9ntf~ em l~isco a. da sDi~·Lt:Ci.trh;~i3~ v.í.d.a dos ou+r os , OU~ • Iiesmo assim, tal pode r , remo-ta:nente assenta na 1eJ. Eterna de Deus. é um P02t2.nto a vida dom pr8ci.oso~ gra:tu:i.to 1 que o homem tem :Jü::..:i.gaçã.<. gr-~ve de cultivar e promover.t~}ntana.o pr-opor-c onar- ao hcuem , todo í o necessário: para um d.igno nivel de vi -da, :1.sto é: a l)roileogão d as no rmas que condenam toda. a fo~ . " . a VI~R.1).w4.DE e [: INFOPJ·L4.ÇJiC v3RD.ADr~I -liA; dentro dos li.m5.tes d a ordem a de; Bem Comum. livresbilid.,ade ~ .~. Sem. a po~{sibilid.-aite de OlJ9Êf.O consc í errte ~ li v:re;.e respons áve L, o ;"~;:tmem ..rsta Lns t Lnt Lvo elo anima.lirraci.yn.al, d e s t ru t:n,do a. pe r s cna l.Ldade humana ... "izer com .~. :,z,,-lhlago de l~ª-:.tO~ •• ,.!lA :pa.1:tJ.r clest;e Lnsüantie , a l:i.berdade s~rá rügo vivo e tran.§!.parente~ como um fogo 01.1. um r101 ou como a s6m8r.·te <ia t:r:i.gd, e a sua mor-adá ae homem". I pens arrhe , o homem.não vi Ire tó pao esp~rl_ua. _. 1860 ,1 engendra - ·t 1 ~or e_, ideias, conoei ~ r. •. ~ ~ •• ~ 1 - :} ,a sua vao ar ••• J"" IDçL1S ~ e.ie pzocur-a (j,csespel8..{lamel1::;e "l. resposta E~ati5fa.tbria· as suas eô.:n~~~~"t4..;~:e1 d.úvidas maLs pr~:ftlndas !I -s: Est~ ~r<"l tiiYJ.â,mica .. r€rmô.l1e~nt;2 1;; ara. encontrar a V:;li:DAIJ]{; q,.tJ.J? o pod erá s ac Lar ,vência. Na p~c&.t.ica, quem não aum.i.r a e tem. confiança no homem que busca. e p oe ver-dade na sua vida ? o ment Lros o , o dúp Lí.ce , ú o !1:L:96c:r:ita. hoje é visceralmen-te detestado e repugnado. • O mund.o int<:ciro quer gritar: "Pdca decretad.o que a.gola vale .J. Verdade,queagora vale a vid.a verd.adeira e que de mãos daclas t:ta"balh-::xer"::-: para esse fim!!.Bem Comum. Se é mc.mb:ro1

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