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Epa

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formação para liderença

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Epa

  1. 1. Introdução Êxodo 3, 7: centro da vocação de Moises. Deus vê – compadece – suscita Moises Deus não esquece da aliança. São Clemente diz que este texto é a figura do povo de hoje que sofre e que deus Vendo, manda seu único filho que vem salvar.
  2. 2. Deus tira Moises de sua vidinha. Porque o povo esta naquela situação? Êxodo 1, 8: não conheceu José. Porque o conhecimento de José? (Cristo) conhecimento de Deus, o mundo e nos mesmo vivemos certas situações por falta de um conhecimento de Deus (a se você conhecesse quem pede água). Faraó: falta de conhecimento de Deus .
  3. 3. E por causa disso v 13 impôs sobre ele uma grande escravidão. Por causa do medo: agimos a partir do medo de não ter, não ser etc. e nos vamos nos impondo uma serie de escravidão. 4 elementos 1. Fugir da realidade: valorizando mais a forma do que o conteúdo, abandonando aqui toda a tradição principalmente as religiosas, desprezando a verdade
  4. 4. 2. Busca de experiências, experimentação: adrenalina, sentir é mais importante que conhecer. 3. Em tudo visa somente o lucro: vantagens, medir a vida por aquilo que possuo. 4. relativismo: a ditadura do consenso que diz que o certo é aquilo que tudo mundo faz, a vontade se torna referencia Isso tudo causa uma pobreza de Deus
  5. 5. Endurece o coração, o pecado faz com que o coração se torne pedra incapaz de fazer com que a palavra de frutos, (Mt 13, 20). O não conhecimento de Deus nos leva também a viver preso em paixões.
  6. 6. Desenvolvimento Paixões - desordenadas como ensina Sto. Inácio - e ignorância, falta da fé. Estes dois pontos se referem à Vida no pecado, que é o pano de fundo deste primeiro momento. Que é o contrário da vida santa e, portanto não a nossa vocação. Ora se somos felizes somente quando realizamos nossa vocação, e sendo a vida de pecado contrária a nossa vocação, no pecado só se encontra infelicidade e na santidade, bem aventurança!
  7. 7. Tratar sobre o pecado sempre é um assunto estéril e perigoso. Temos a tendência a Classificar o pecado a partir dos externos como se fosse simplesmente a contravenção à alguma lei, ou o estabelecemos simplesmente na linha da moralidade jurídica. Esta forma de ver o pecado produz muitas vezes uma atitude farisaica – cumprimento estrito da lei - que leva ao julgamento do outro a partir de mim mesmo - torno-me o critério - a semelhança daquele fariseu que julgava o publicano que se confessava pecador.
  8. 8. Uma possível definição: PECADO - é vontade e realização de só atribuir a si a realização do próprio ser, rejeição de pôr-se diante de Deus, numa relação de amor rejeição de qualquer dependência e sujeição, é isolamento no próprio EU. Esta vontade de autossuficiência, que se concretiza na vivência, é alimentada pelas paixões desordenadas a que se refere o Apóstolo Pedro. Para submeter esta vontade é necessário, portanto dominar as paixões.
  9. 9. O pecado não é uma mera infração à lei. É certo que existe uma lei que me é imposta, mas enquanto ela permanecer externa a mim, eu a julgo e ela me julga, e o estado de vida pode ser o abandono de Deus. A lei ajuda a reconhecer o pecado, mas só quando vejo, o meu interior, o meu coração (há uma insistência de Deus em colocar sua lei em nossos corações - SI 5,10), à luz do Verbo Encarnado, de seus valores e sentimentos, é que conheço que significa "o pecado". É no coração Que o pecado é engendrado. O pecado não é uma agressão a Deus e a sua lei, é uma agressão ao seu Amor. Um fechamento ao relacionamento que esse amor propõe!
  10. 10. Sabemos que o autor do pecado é o Diabo - Satanás - e ele tenta nos fazer cúmplices dele em seus intentos, colocando-nos contra Deus e, portanto nos levando a infelicidade (eterna). O objetivo de Satanás é deter a pessoa em seu caminho de santificação e fazê-la concentrar-se novamente em torno de si mesma, de modo a voltar à atitude que possuía antes da experiência da misericórdia de Deus. Um texto do próprio Pedro nos revela a situação que o diabo quer nos reduzir: escravos da corrupção – 2 Pd. 2,17-22.
  11. 11. Sabe que a pessoa cheia de Deus e de ardor por Cristo não está disposta a retomar aquilo que era antes de ter acolhido conscientemente a salvação e a vida no espirito por isso usa a estratégia das paixões desenfreadas para reduzir a pessoa à situação de pecado. O homem que vive a partir de seus aproprias paixões vive numa situação de degeneração denunciada por São Paulo em sua carta aos Romanos (capítulos 1, 2 e 3).
  12. 12. Paixões (as Serpentes)Paulo identifica as paixões desenfreadas com a concupiscência inata no ser humano. Consequência do pecado original - originante que pervertendo a natureza humana reduziu-o a escravidão do pecado. Conhecemos bem este drama descrito por Paulo “faço o mal que não quero e não faço o bem que desejo”. Parece ser esta a alei a qual estamos sujeitos! As paixões desordenadas - paixões em si correspondem aos "instintos" humanos que quando elevadas a potências se tornam "a razão do fazer" são perniciosas.
  13. 13. Os Padres da Igreja identificam estas paixões desordenadas com os 07 pecados capitais:  AVAREZA;  IMPUREZA;  LUXÚRIA;  IRA;  GULA;  NVEJA;  ORGULHO;  PREGUIÇA ou SOBERBA (no Oriente oito +TRISTEZA).
  14. 14.  Que de certa maneira têm dois nascedouros: 1ª - Amor à própria vontade; 2° - Filáucia. Estas paixões quando não submetidas, gera uma pessoa autogestora apoiada em si mesma, preocupada consigo e movida por uma autoafirmação passional. E isso pode ocorrer mesmo quando aparentemente estamos no caminho da fé. Pois quando não são totalmente aniquiladas, podem nos levam a pensar que estamos totalmente em cristo e não estamos.
  15. 15. Algumas realidades podem ser consideradas: Amor à própria vontade: disfarçada em “eu estou certo e os outros estão errados” porque EU REZEI e Deus me disse! Ou "Isso é exagero” ou ainda “AS coisas não são bem assim”. Filáucia é o egocentrismo que pode nos levar a fazer coisas extremas, mas buscando reconhecimento e quando este não vem... Não me reconhecem, não vêm o meu sofrimento, etc.
  16. 16. ó feliz culpa que mereceu tão grande redentor Tirar as sandálias nos remete a idéia de renunciar a própria capacidade de ser. Moisés percebe que sem os sapatos, a sua vulnerabilidade e sensibilidade ficam mais evidentes, fatores imprescindíveis para quem quer estar na presença de Deus com humildade. Deus só pode ter um encontro com quem realmente somos, sem vestes ou aparatos que nos escondam ou nos dêem uma idéia falsa de proteção.
  17. 17.  Para tanto  Comunica seu Espirito (da parte do pai)  PARA QUE NOS TORNEMOS SEMELHANTES A ELE  O CRISTIANISMO PARTE NÃO DO COMPORTAMENTO - MAS DA ADESÃO A JESUS CRISTO! IR AO ESSENCIAL.   HOJE EM DIA HÁ MUITA DISPERSÃO E SE PERDE O ESSENCIAL - Lucas 10,42  OPÇÃO PELA FORMAÇÃO DA ESPIRITUALIDADE.   2. ESTABELECE OS PRINCIPIOS PARA VIDA SANTA  1.2. DAR A VIDA POR AMOR = PLENITUDE DA CARIDADE  1.3. RENÚNCIA A SI MESMO = ESVAZIAR-SE DE SI - HUMILDADE
  18. 18. Cenáculo onde está nosso coração?
  19. 19. Viver para Cristo  Viver a vida santa é viver POR CRISTO - Novo valor  Que consiste em:  a) Dar a vida por amor  b) Renunciar a si mesmo
  20. 20. ISTO SIGNIFICA  Rm 6,4 e 14,7: VIVER PARA CRISTO (O que estou fazendo ou o que vou fazer) 1. NÃO VIVER CONFORME AS PAIXÕES = ASCESE 2. NÃO VIVER PARA O MUNDO = ÉTICA I MORAL DO MUNDO 3. VIVER PARA CRISTO = MÁRTIRES
  21. 21. Caminho  CONVERSÃO (Fp 2, 5) Por em ordem que significa PAZ  3 MUDANÇAS PARA ORDENAR NOSSA VIDA 1ª - MUDAR A MENTALIDADE 2ª - MUDAR A VONTADE 3ª - MUDAR O AMOR (me ama mais do que eles)
  22. 22. QUAL MODELO JESUS NOS APRESENTA?  Santidade  Mateus 5  Pobre: o primeiro é o primeiro Independência da riqueza/ dependente de Deus ANAWIN = RENUNCIA, em outras palavras a HUMILDADE  Esperança: AT 2, o que Deus tem para nós e maior, alegria da certeza do amanhã 1ª REIS 18,44 uma profecia para nós.  Domínio próprio: mansidão, obediência e vida ordenada, não esta sujeito ao domínio das paixões
  23. 23.  Justiça: Magnânimo: além da lei Fome de santidade, justificação CIC 1987: A graça do Espírito Santo tem o poder de nos justificar, isto é, de nos lavar dos nossos pecados e de nos comunicar «a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo» e pelo Baptismo.  Misericordioso: Hebreus 2,27 - NATUREZA DE DEUS Maior sinal do amor - quem experimenta a misericórdia não esquece.  Integridade: caráter Prudência – Maturidade, Pureza - reta intenção - coração puro Não tem maus olhos - não se prostituir Integridade - maior ataque - SI 24
  24. 24.  CORAJOSO: Agir por convicção - saber dos riscos - vencer por Cristo – PARRESIA  CIC 1719. As bem-aventuranças descobrem a meta da existência humana, o fim último dos atos humanos: Deus chama-nos à sua própria felicidade. Esta vocação dirige-se a cada um, pessoalmente, mas também ao conjunto da Igreja, povo novo constituído por aqueles que acolheram a promessa e dela vivem na fé.  Cenáculo de partilha a parte da manhã
  25. 25. A obra do Espírito santo em nós 1ª A ação do Espírito Santo. O Espírito Santo procura realizar em nós o projeto de santidade que consiste em: a) Conversão, que significa uma opção de vida, que chamamos de opção fundamental, pelos valores e critérios de jesus cristo. b) Purificação, ausência de tudo aquilo que impede a união com Deus (Mt 5,8). Isto implica numa busca de verdadeira purificação de nossas intenções, projetos,
  26. 26. A PARTIR DE UMA EXPERIÊNCIA O Espirito Santo procura criar na alma a fome de Deus e Atacar os obstáculos que atrapalham seu trabalho O Espírito Santo escolhe o caminho adequado para cada um chegar a santidade, não trabalha em série, é um artesão. Age conforme sua vontade (Jo. 3,8), renova, cria novamente (SI103,30) toda obra atingida pelo pecado. (Ez. 36, 24-28)
  27. 27. Fome de Deus: o "senso cristão'" Deus cria, por seu Santo Espírito, uma "atração soberana", forte o suficiente para vencer as revoltas do coração, hesitações duvidas, intelectuais lentidões desculpa da vontade fraca.  A Fome de Deus consiste num movimento da alma, pelo qual ela adere a tudo o que Deus pede, o que por si mesma seria impossível por causa da marca do pecado. É um instinto sobrenatural, criado por Deus, que faz a alma voltar-se para o seu criador. Na espiritual idade cristã chamamos esta "Fome de Deus" de "senso cristão" Que é:
  28. 28.  Ataca os obstáculos Diante de nossa imperfeição, o Espírito Santo suscita em nós uma reação: o espírito da mortificação. A mortificação cristã é antes de tudo obra de saneamento de nossas tendências viciadas, trabalho de retificação de nossos desvios e não destruição do indivíduo: é purificação.  A purificação produz em nós: a) O rompimento com as obras da carne (Rm 3,13 e Gl 5,16) b) A contrição do coração, pelo arrependimento sincero, que muitas vezes provoca sofrimento
  29. 29.  As condições para a purificação A purificação só se realiza se apresentarmos as disposições necessárias:  a) Não ter medo de Deus: Confiar. O medo de Deus é o primeiro sentimento inspirado peIo demônio. Não podemos ser conduzidos pelo Espírito Santo se tivermos receio de sua ação e apego ao que Ele pode retirar de nós  b) Manter a fé: Apesar de nossas faltas, o Homem deve estar disposto a andar sobre as Águas (Mt14, 24-31); fixando nosso olhar em Jesus.

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