Proposta: <ul><li>Serão evidenciadas nesse mini-curso as potencialidades das Tecnologias da Informação e da Comunicação pa...
Três perspectivas <ul><li>As abordagens teórico-metodológicas das Tecnologias Digitais sob o foco pedagógico; </li></ul><u...
O que é Sociedade da Informação? <ul><li>Sociedade da Informação é um termo - também chamado de Sociedade do Conhecimento ...
Fronteiras Digitais <ul><ul><li>vídeo  do Youtube </li></ul></ul><ul><ul><li>http://www.youtube.com/watch?v=7QV_vHJWqQI </...
Exclusão Digital no Brasil <ul><li>Mapa da exclusão digital (fonte: Fundação Getúlio Vargas) </li></ul><ul><li>Exclusão di...
Mediação Pedagógica <ul><li>Os estudos postulados por Vygotsky permitem compreender as concepções de ensino e de aprendiza...
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Tecnologia ou Metodologia? <ul><ul><li>Vídeo do Yotube: </li></ul></ul><ul><ul><li>http://www.youtube.com/watch?v=KXimoWdP...
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Aprendizagem Multimídia <ul><li>Princípios norteadores da Multimídia </li></ul><ul><li>combinação de palavras e imagens;  ...
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Organização das situações de aprendizagem. <ul><li>Materiais escritos sobre a organização do curso:  textos com informaçõe...
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Organização das situações de aprendizagem. <ul><li>As atividades: as  propostas para serem desenvolvidas a partir do princ...
Organização das situações de aprendizagem. <ul><li>O trabalho por projetos:  parte-se sempre de um problema, o qual leva o...
Organização das situações de aprendizagem. <ul><li>As Interações : as relações que se estabelecem sobre e no ambiente virt...
Organização das situações de aprendizagem. <ul><li>A função do professor:  observar, articular, intervir e orientar o alun...
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Ferramentas de produção do conhecimento: <ul><li>Alguns métodos de aprendizagem são organizados a partir de aplicativos, j...
Ferramentas de produção do conhecimento: <ul><li>Fremind  – organizar mapas conceituais. </li></ul><ul><li>Informações e d...
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DEVELOP D3 Atividade: Mapa  Conceitual Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
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Ferramentas de produção do conhecimento: <ul><li>Organizar mapas conceituais favorecem: </li></ul><ul><li>- Destaque de in...
Ferramentas de produção do conhecimento: <ul><li>Movie Maker  – produção de vídeos a partir de imagens e/ou de outros víde...
Ferramentas de produção do conhecimento: <ul><li>Vídeos </li></ul><ul><li>- A produção do meu corpo...  </li></ul><ul><li>...
Ferramentas de produção do conhecimento: <ul><li>Jogos Eletrônicos   – on line ou não. </li></ul><ul><li>Os jogos digitais...
Ferramentas de produção do conhecimento: <ul><li>Jogos Eletrônicos   – on line ou não. </li></ul><ul><ul><li>Atrativo e mo...
Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>WebQuest é uma metodologia de pesquisa orientada, em que quase ou tod...
Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>Tipos </li></ul><ul><ul><li>Bernie Dodge divide a webquest em dois ti...
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Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>Seções da WQ </li></ul><ul><ul><li>1 - Introdução </li></ul></ul><ul>...
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Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>Seções da WQ </li></ul><ul><ul><li>5- Avaliação </li></ul></ul><ul><l...
Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>Seções da WQ </li></ul><ul><ul><li>6 -  Conclusão </li></ul></ul><ul>...
Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>Objetivos educacionais </li></ul><ul><ul><li>A metodologia webquest p...
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Educador (mediador) conectado? <ul><li>Para que o educador possa manter uma prática condizente com as propostas citadas, a...
Educador (mediador) conectado? <ul><li>Youtube  http://www.youtube.com </li></ul><ul><li>Hospedar e disponibilizar os víde...
REFERÊNCIAS: <ul><li>FREIRE, Paulo.  Pedagogia da Autonomia , Coleção leitura, 29ª edição, São Paulo: Paz e Terra, 2004.  ...
REFERÊNCIAS: <ul><li>PRIMO, Alex F. T.  Interação Mútua e Interação Reativa: uma proposta de estudo  . In:  Congresso da S...
REFERÊNCIAS: <ul><li>SILVA, Marco.  Sala de aula interativa .Rio de Janeiro: Quartet, 2002. </li></ul><ul><li>VYGOTSKY,L L...
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Mini curso mediação pedagógica - cobesc

  1. 2. Proposta: <ul><li>Serão evidenciadas nesse mini-curso as potencialidades das Tecnologias da Informação e da Comunicação para o desenvolvimento da aprendizagem para além da assimilação dos conteúdos, potencializando a aquisição e o aperfeiçoamento de habilidades de comunicação e de produção sob diversas formas de linguagens, sejam escritas, hipertextuais e audiovisuais presentes no universo prático e simbólico dos alunos inseridos na atual e excludente Sociedade da Informação. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  2. 3. Três perspectivas <ul><li>As abordagens teórico-metodológicas das Tecnologias Digitais sob o foco pedagógico; </li></ul><ul><li>O uso de aplicativos voltados para aprendizagem; </li></ul><ul><li>As potencialidades da internet como ferramenta didática e de produção colaborativa. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  3. 4. O que é Sociedade da Informação? <ul><li>Sociedade da Informação é um termo - também chamado de Sociedade do Conhecimento ou Nova Economia - que surgiu no fim do Século XX, com origem no termo Globalização. Este tipo de sociedade encontra-se em processo de formação e expansão. Alguns autores identificam um novo paradigma de sociedade que se baseia num bem precioso, a informação, atribuindo-lhe várias designações, entre elas a Sociedade da Informação. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  4. 5. Fronteiras Digitais <ul><ul><li>vídeo do Youtube </li></ul></ul><ul><ul><li>http://www.youtube.com/watch?v=7QV_vHJWqQI </li></ul></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  5. 6. Exclusão Digital no Brasil <ul><li>Mapa da exclusão digital (fonte: Fundação Getúlio Vargas) </li></ul><ul><li>Exclusão digital pode ser vista por diferentes ângulos, tanto pelo fato de não ter um computador, ou por não saber utilizá-lo (saber ler) ou ainda por falta de um conhecimento mínimo para manipular a tecnologia com a qual convive no dia-a-dia. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  6. 7. Mediação Pedagógica <ul><li>Os estudos postulados por Vygotsky permitem compreender as concepções de ensino e de aprendizagem, bem como o desenvolvimento mental e social, sob a perspectiva da mediação. Isso significa que toda atividade ou ação do sujeito sobre o objeto é mediada socialmente, tanto simbolicamente, por meio de signos internos e externos, quanto pelo uso da linguagem, ou ainda pela ação de outro sujeito. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  7. 8. Mediação Pedagógica via PC <ul><li>No contexto escolar, teremos a figura do professor, sujeito essencial capaz de fazer um elo entre aquilo que o aprendiz traz (conhecimento do senso comum) e o conhecimento científico, historicamente sistematizado. Nesse sentido, compreendemos a mediação pedagógica como a ação de intervenção no aprendizado do sujeito, seja presencial ou online . Essa ação de mediação é concretizada essencialmente pelo professor, por meio de signos e de instrumentos auxiliares, que conduzirão alunos e professores na prática educativa. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  8. 9. Tecnologia ou Metodologia? <ul><ul><li>Vídeo do Yotube: </li></ul></ul><ul><ul><li>http://www.youtube.com/watch?v=KXimoWdPYPc </li></ul></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  9. 10. Tecnologias e práticas <ul><li>As emergentes necessidades culturais e sociais intimam os profissionais da educação para reverem suas posturas paradigmáticas e suas atividades docentes, voltando seus esforços para promover inclusão, aprendizado, desenvolvimento de habilidades e competências, integrando ações que capacitem a formação de cidadãos transformadores de sua realidade. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  10. 11. Tecnologias e práticas <ul><li>Tecnologias enquanto instrumento mediador do saber, o saber ser e o saber fazer, inter-relacionando o educador, o educando e o mundo. </li></ul><ul><li>Possibilidade de favorecer a construção de outros saberes para além do conteudismo, propiciando o desenvolvimento de habilidades e competências intrínsecas aos usos e o conhecimento técnico necessário para realizar atividades e promover a autonomia em relação a aplicativos, facilitando a construção do conhecimento dos educandos contribuindo para a inclusão digital e para as necessidades futuras. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  11. 12. Outras experiências de aprendizagem <ul><li>O Educador deve ressignificar seus conceitos e sua metodologia, pois o perspectiva tradicional não reconhece a produção e a articulação com as tecnologias como aprendizado ou desenvolvimento cognitivo, mesmo ao se comparar, analisar, apreender e produzir a partir de informações da internet, bem como, de socializar e comunicar sob diversas formas de linguagem. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  12. 13. A máquina somos nós <ul><li>Vídeo do Yoube: http://www.youtube.com/watch?v=3ajr6X-cb9c&feature=related </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  13. 14. Perspectivas teóricas <ul><li>Aprendizagem Colaborativa alicerçada em Vygotsky e Pedagogia Progressista freireana, pois é a partir do estímulo e interação entre o indivíduo e o social que o impacto dos conhecimentos apreendidos a partir da produção e da pesquisa podem desenvolver a autonomia no pensamento crítico dos sujeitos envolvidos no processo ensino e aprendizagem. Desenvolvendo competências mistas dentro de um grupo, em que cada membro é responsável pela sua aprendizagem e pela aprendizagem dos outros participantes (RIBEIRO, 2000). </li></ul><ul><li>“ demanda a existência de sujeitos, um que, ensinando, aprende, outro que, aprendendo, ensina” (FREIRE, 2001, p.69), </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  14. 15. Perspectivas teóricas <ul><li>Gardner e sua perspectiva sobre as Sete Inteligências concebe o educando como um ser original, único, de relações contextualizadas e dotados de saberes e inteligências múltiplas. Os modelos educacionais podem ou não desenvolver as potencialidades do educando, por isso, deve-se repensar os métodos e os objetivos de modo que as situações de aprendizagem encorajem, estimulem e maximizem os potenciais de cada aluno, exercitando a pesquisa e a conquista de saberes mediados pelas tecnologias. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  15. 16. Gardner e as sete inteligências Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  16. 17. Codificação dual <ul><li>A teoria da codificação dual de Allan Paivio (2007) nos esclarece que quando são evidenciados mecanismos que explorem o auditivo e o visual , a apreensão dos conteúdos e a construção de significados se tornam mais eficazes . </li></ul><ul><li>A teoria pressupõe que cognição envolve a atividade de dois códigos mentais qualitativamente diferentes, um código verbal especializado para lidar com a linguagem em todas as suas formas e de um código não-verbal especializado para lidar com objetos e eventos não verbais sob a forma de imagens mentais. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  17. 18. Aprendizagem multimídia <ul><li>Teoria Cognitiva da Aprendizagem Multimídia, propõe um uso consciente da multimodalidade no processo de ensino-aprendizagem, por isso, nos apegamos a máxima na qual o autor concluiu que “os alunos aprendem melhor através de palavras e imagens que de palavras apenas” (Mayer, 2001, p. 184). </li></ul><ul><li>Em grande medida, isto ocorre porque palavras e imagens são sistemas diferentes de representação de conhecimento, mas que permitem com suas devidas articulações, uma decifração dos códigos lingüísticos verbais e não verbais e se tornam apreensão cognitiva. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  18. 19. Aprendizagem Multimídia <ul><li>Princípios norteadores da Multimídia </li></ul><ul><li>combinação de palavras e imagens; </li></ul><ul><li>proximidade espacial: relacionando palavras e imagens em um mesmo contexto de abordagem do conteúdo; </li></ul><ul><li>proximidade temporal: articulando narração e imagens. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  19. 20. Organização das situações de aprendizagem. <ul><li>Os recursos a serem utilizados podem enfocar diferentes aspectos com finalidades específicas, dependendo, é claro, das características dos conteúdos abordados, do perfil dos alunos e de outros fatores envolvidos nos processos de aprendizagem </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  20. 21. Organização das situações de aprendizagem. <ul><li>Materiais escritos sobre a organização do curso: textos com informações sobre a programação geral do curso, que apresentam os objetivos, a dinâmica, os conteúdos (módulos, disciplinas, temas) e os critérios de avaliação. Outros textos com informações mais pontuais podem ser elaborados e disponibilizados no ambiente virtual, ou quando seja relevante a participação dos alunos. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  21. 22. Organização das situações de aprendizagem. <ul><li>Materiais sobre conteúdos específicos ou materiais de apoio: textos, vídeos ou outros recursos organizados com a intenção de focalizar os pontos principais envolvidos nas atividades. São materiais que possam subsidiar o desenvolvimento das atividades, propiciando tanto o aprofundamento das questões abordadas como a sua ampliação. Os textos não devem ser longos nem ter uma linguagem demasiadamente complicada. Por esta razão, além dos materiais produzidos, torna-se necessário selecionar ao longo do processo uma bibliografia com referências de livros, revistas, sites, filmes e vídeos, ampliando com isso o espaço de aprendizagem dos alunos. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  22. 23. Organização das situações de aprendizagem. <ul><li>As atividades: as propostas para serem desenvolvidas a partir do princípio de que o aluno aprende em situações funcionais , ou seja, quando ele vê sentido na atividade que realiza. </li></ul><ul><ul><li>atividades que privilegiam a autoria, ou seja, aquelas que demandam ações reflexivas que provocam as re-elaborações do pensamento , que favorecem ao aluno a interpretar as informações , articulando-as com seu universo de representação de conhecimento. </li></ul></ul><ul><ul><li>As atividades que se caracterizam por uma situação problema , como aquelas relacionadas às análises de casos reais e/ou ao trabalho por projetos podem instigar o aluno a agir e a tomar decisões em função da solução. </li></ul></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  23. 24. Organização das situações de aprendizagem. <ul><li>O trabalho por projetos: parte-se sempre de um problema, o qual leva o aluno a reconhecer algumas dúvidas e certezas. As certezas permitem ao aluno recontextualizar aquilo que sabe numa situação nova. As dúvidas representam as metas a serem alcançadas, as quais dinamicamente na ação se transformam em novas certezas ou em novas dúvidas. A culminância inclusive pode ser organizada através de um mecanismo que torne público e acessível seu resultado, por exemplo em um blog. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  24. 25. Organização das situações de aprendizagem. <ul><li>As Interações : as relações que se estabelecem sobre e no ambiente virtual devem evidenciar a importância da sua qualidade, considerando os aspectos relacionados às novas formas de relacionamentos, de comunicação e de aprendizagens. Na educação alicerçada por recursos computacionais e pela internet, a qualidade das interações deve ser cuidada desde o início. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  25. 26. Organização das situações de aprendizagem. <ul><li>A função do professor: observar, articular, intervir e orientar o aluno. A observação constante no processo do aluno aprender, bem como de se comunicar no ambiente virtual do curso é fundamental para o professor intervir e orientar de maneira significativa o seu aprendizado. Demanda do professor ações reflexivas e investigativas sobre o seu papel, enquanto aquele que tem o gerenciamento pedagógico, para criar condições que favoreçam o processo de construção de conhecimento dos alunos. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  26. 27. Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  27. 28. Ferramentas de produção do conhecimento: <ul><li>Alguns métodos de aprendizagem são organizados a partir de aplicativos, jogos, e etc. Estas ferramentas são essenciais para prática pedagógica alicerçada pelo computador, seja para a produção de recursos didáticos, de atividades orientadas e que explorem os recursos computacionais enquanto ferramenta de aprendizagem. Alguns já estão incluídos no próprio sistema Windows ou no Ofice, e outros estão disponíveis gratuitamente para baixar na internet. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  28. 29. Ferramentas de produção do conhecimento: <ul><li>Fremind – organizar mapas conceituais. </li></ul><ul><li>Informações e definições conceituais podem ser de modo simples associados, selecionados, classificados, interpretados e resgatados através de relações semânticas e de padrões temáticos. A elaborações de Mapas Conceituais permitem ao pesquisador/leitor/produtor organizar o objeto de estudo de modo que seja possível visualizar e observar sua forma de representá-lo, identificando suas incertezas e suas dimensões interpretativas, críticas e significâncias partindo da subjetividade. Este mapeamento viabiliza então a visibilidade do pensamento abstrato, reestruturando suas representações em dados concretos. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  29. 30. Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  30. 31. DEVELOP D3 Atividade: Mapa Conceitual Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  31. 32. Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  32. 33. Ferramentas de produção do conhecimento: <ul><li>Organizar mapas conceituais favorecem: </li></ul><ul><li>- Destaque de informações </li></ul><ul><li>- Apresentações gráficas </li></ul><ul><li>- Verificar interpretações </li></ul><ul><li>- Reinterpretações </li></ul><ul><li>. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  33. 34. Ferramentas de produção do conhecimento: <ul><li>Movie Maker – produção de vídeos a partir de imagens e/ou de outros vídeos. </li></ul><ul><li>O aplicativo pode ser usado para organizar vídeos produzidos por filmadoras e câmeras fotográficas ou mesmo para montar apresentações com imagens estáticas. Só é preciso ter os clipes de vídeo e as fotos no computador. Após salvo, pode ser visto pelo Windows media player, ou pode ser copiado em CD ou convertido para DVD, pois o Movie Maker salva os vídeos em formato WMV e AVI. Envolve algumas etapas simples como: Transferência de conteúdo para o Windows Movie Maker, edição do projeto, visualização o projeto, enviar o filme terminado. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  34. 35. Ferramentas de produção do conhecimento: <ul><li>Vídeos </li></ul><ul><li>- A produção do meu corpo... </li></ul><ul><li>- Escravidão </li></ul><ul><li>Oficina de Movie Maker </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  35. 36. Ferramentas de produção do conhecimento: <ul><li>Jogos Eletrônicos – on line ou não. </li></ul><ul><li>Os jogos digitais são atraentes e interativos e oferecem desafios que exigem níveis crescentes de destreza e habilidades. Mas para serem utilizados com fins educacionais os jogos precisam ter objetivos de aprendizagem bem definidos e ensinar conteúdos das disciplinas aos usuários, ou então, promover o desenvolvimento de estratégias ou habilidades importantes para ampliar a capacidade cognitiva e intelectual dos alunos. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  36. 37. Ferramentas de produção do conhecimento: <ul><li>Jogos Eletrônicos – on line ou não. </li></ul><ul><ul><li>Atrativo e motivador; </li></ul></ul><ul><ul><li>Facilitador da aprendizagem; </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolve habilidades Cognitivas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aprendizado por descoberta e por simulação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Coordenação Motora; </li></ul></ul><ul><ul><li>Socialização; </li></ul></ul><ul><ul><li>Experiência de novas identidades. </li></ul></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  37. 38. Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>WebQuest é uma metodologia de pesquisa orientada, em que quase ou todos os recursos utilizados são provenientes da Web. Foi proposta pelo Professor Bernie Dodge, da Universidade de São Diego, em 1995. Em geral, uma webquest é elaborada pelo professor, para ser solucionada pelos alunos, reunidos em grupos. A webquest sempre parte de um tema (o Egito Antigo, por exemplo) e propõe uma Tarefa, que envolve consultar fontes de informação especialmente selecionadas pelo professor. Essas fontes (também chamadas de recursos) podem ser livros, vídeos, e mesmo pessoas a entrevistar, mas normalmente são sites ou páginas na Web. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  38. 39. Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>Tipos </li></ul><ul><ul><li>Bernie Dodge divide a webquest em dois tipos, ligados à duração do projeto e à dimensão de aprendizagem envolvida: </li></ul></ul><ul><ul><li>Webquest curta - leva de uma a três aulas para ser explorada pelos alunos e tem como objetivo a aquisição e integração de conhecimentos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Webquest longa - leva de uma semana a um mês para ser explorada pelos alunos, em sala de aula, e tem como objetivo a extensão e o refinamento de conhecimentos. </li></ul></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  39. 40. Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>Seções da WQ </li></ul><ul><li>Em regra geral, uma webquest é constituída de sete seções: </li></ul><ul><li>1. Introdução </li></ul><ul><li>2. Tarefa </li></ul><ul><li>3. Processo </li></ul><ul><li>4. Fontes de informação </li></ul><ul><li>5. Avaliação </li></ul><ul><li>6. Conclusão </li></ul><ul><li>7. Créditos </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  40. 41. Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>Seções da WQ </li></ul><ul><ul><li>1 - Introdução </li></ul></ul><ul><li>A Introdução é um texto curto, que apresenta o tema e antecipa para os alunos que atividades eles terão de realizar. Se a WQ tem um cenário ou pede representação de papéis (&quot;Você é um detetive tentando descobrir um poeta misterioso&quot;), isso deve ser mencionado na Introdução. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  41. 42. Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>Seções da WQ </li></ul><ul><ul><li>2- Tarefa </li></ul></ul><ul><li>A Tarefa descreve que “produto” se espera dos alunos ao final da webquest e que ferramentas devem ser utilizadas para elaborá-lo (um determinado software, por exemplo). </li></ul><ul><li>Exemplos de Tarefas: </li></ul><ul><li>* resolver um problema; </li></ul><ul><li>* solucionar um mistério; </li></ul><ul><li>* formular e defender uma opinião; </li></ul><ul><li>* analisar uma problemática; </li></ul><ul><li>* colocar em palavras uma descoberta pessoal; </li></ul><ul><li>* inventar uma mensagem persuasiva; </li></ul><ul><li>* redigir um relato jornalístico, ou qualquer coisa que exija dos aprendizes processar e transformar as informações coletadas. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  42. 43. Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>Seções da WQ </li></ul><ul><ul><li>3 - Processo </li></ul></ul><ul><li>O Processo deve apresentar os passos que os alunos terão de percorrer para desenvolver a Tarefa. Quanto mais detalhado for o processo, melhor. </li></ul><ul><li>Exemplo: </li></ul><ul><li> 1. Primeiro, formem grupos de três alunos. </li></ul><ul><li> 2. Em seguida, decidam o papel que cada um vai representar. </li></ul><ul><li> 3. ...e assim por diante. </li></ul><ul><li>Na seção Processo, também cabe sugerir de que forma os alunos deverão organizar as informações que serão reunidas: usando fluxogramas, mapas mentais, etc . </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  43. 44. Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>Seções da WQ </li></ul><ul><ul><li>4- Fontes de informação </li></ul></ul><ul><li>As fontes de informação (também chamadas de recursos) são os sites e páginas Web que o professor escolhe e que devem ser consultados pelos alunos para realizar a Tarefa. As fontes de informação costumam ser parte integrante da seção Processo, mas também podem constituir uma seção separada. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  44. 45. Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>Seções da WQ </li></ul><ul><ul><li>5- Avaliação </li></ul></ul><ul><li>Na seção Avaliação, o aluno deve ser informado sobre como o seu desempenho será avaliado e em que casos a verificação será individual ou coletiva. O gabarito a seguir é um exemplo de como o educador pode organizar a avaliação (sendo que esta pode ser adaptada a realidade de cada escola e da metodologia empregada).O que aparece na tabela são instruções do que o professor deve escrever em cada coluna: </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  45. 46. Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  46. 47. Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>Seções da WQ </li></ul><ul><ul><li>6 - Conclusão </li></ul></ul><ul><li>Onde de modo geral é exposto os objetivos que podem ser alcançados, as apreensões possíveis e o resultado a ser a atingido com o fim da pesquisa e das atividades. </li></ul><ul><ul><li>7 - Créditos </li></ul></ul><ul><li>A seção de Créditos deve apresentar as fontes de todos os materiais utilizados na webquest: imagens, músicas, textos, livros, sites, páginas Web. Se as fontes são sites ou páginas Web, colocam-se os links. Quando os materiais são físicos, colocam-se as referências bibliográficas. Créditos é também o espaço dos agradecimentos a pessoas ou instituições que de algum modo tenham colaborado na elaboração da webquest. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  47. 48. Metodologia de pesquisa orientada; WebQuest. <ul><li>Objetivos educacionais </li></ul><ul><ul><li>A metodologia webquest pode ajudar o educador a alcançar objetivos educacionais importantes: </li></ul></ul><ul><ul><li>Modernizar modos de fazer educação </li></ul></ul><ul><ul><li>Garantir acesso a informações autênticas e atualizadas </li></ul></ul><ul><ul><li>Promover aprendizagem cooperativa </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolver habilidades cognitivas </li></ul></ul><ul><ul><li>Transformar informações ativamente (em vez de apenas reproduzi-las) </li></ul></ul><ul><ul><li>Incentivar a criatividade </li></ul></ul><ul><ul><li>Favorecer o trabalho de autoria dos professores </li></ul></ul><ul><ul><li>Favorecer o compartilhar de saberes pedagógicos . </li></ul></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  48. 49. Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  49. 50. Educador (mediador) conectado? <ul><li>Para que o educador possa manter uma prática condizente com as propostas citadas, acima de tudo se faz necessário a curiosidade e a vontade para explorar as possibilidades possíveis, contudo, alguns recursos se fazem necessários, todos eles viabilizam a produção do material didático, a sua publicação e possivelmente a sua acessibilidade a fim de cumprir seus objetivos enquanto situação de aprendizagem. </li></ul><ul><li>Conta no Google www.google.com </li></ul><ul><ul><li>E-mail, Orkut, Blog, Docs, Grupos: recursos comunicacionais onde possam ser disponibilizadas as informações, as atividades e manter interatividade. </li></ul></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  50. 51. Educador (mediador) conectado? <ul><li>Youtube http://www.youtube.com </li></ul><ul><li>Hospedar e disponibilizar os vídeos </li></ul><ul><li>Drive Virtual www.4shared.com </li></ul><ul><li>  Armazenar arquivos </li></ul><ul><li>Podcast www.podcast1.com.br </li></ul><ul><li>  Hospedar arquivos de áudio </li></ul><ul><li>Islide shared www.islideshared.com </li></ul><ul><li>Publicar Apresentações (Webquest) </li></ul><ul><li>Blog https://www.blogger.com/start </li></ul><ul><li>Publicação de atividades, resultados, recursos etc. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  51. 52. REFERÊNCIAS: <ul><li>FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia , Coleção leitura, 29ª edição, São Paulo: Paz e Terra, 2004. </li></ul><ul><li>LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva : por uma antropologia do ciberespaço. 2. ed. Tradução de Luiz Paulo Rouanet. São Paulo: Loyola, 1999. </li></ul><ul><li>LÉVY, Pierre.. As tecnologias da inteligência : o futuro do pensamento na era da informática. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Editora 34, 1993. </li></ul><ul><li>LÉVY, Pierre. Cibercultura , coleção Trans, 2ª edição, São Paulo: Editora 34, 2000. </li></ul><ul><li>PAIVIO, Allan. Mente e sua evolução: A codificação dupla abordagem teórica. Mahwah, NJ: Erlbaum, (2007). </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  52. 53. REFERÊNCIAS: <ul><li>PRIMO, Alex F. T. Interação Mútua e Interação Reativa: uma proposta de estudo . In: Congresso da Sociedade Brasileira de Estudos interdisciplinares em Comunicação , 21., 1998, Recife. Anais...Recife: UFPE, 1998. Disponível em: http://usr.psico.ufrgs.br/~aprimo/pb/espiralpb.htm . Acesso em: 10 jul. 2009. </li></ul><ul><li>RECUERO, Raquel da Cunha. “ Comunidades Virtuais - uma abordagem teórica”. In: Seminário Internacional de Comunicação , 5., 2001, Porto Alegre. Anais...Porto Alegre: PUCRS, 2001. Disponível em: www.rau-tu.unicamp.br/nou-rau/ead/document/?down=79 . Acesso em: 20 jul. 2009. </li></ul><ul><li>RIBEIRO, Gilseno S. N. WebQuest: Protótipo de um ambiente de aprendizagem colaborativa a distância empregando internet . Dissertação de Mestrado (Mestrado em Engenharia Educação). Universidade de Brasília, 2000. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  53. 54. REFERÊNCIAS: <ul><li>SILVA, Marco. Sala de aula interativa .Rio de Janeiro: Quartet, 2002. </li></ul><ul><li>VYGOTSKY,L Lev Semyonovich. A formação social da mente . São Paulo: Martins Fontes, 1991. </li></ul>Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes
  54. 55. Tecnologias Digitais e Mediação Pedagógica Welton S. Fontes Welton Souto Fontes Graduado em Licenciatura Plena em História (UEPB), especialista em Novas Tecnologias na Educação (UEPB), mestrando em História (UFCG), Educador da Universidade Vale do Acaraú (UVA), do ProJovem Urbano (PMCG), da rede particular de Ensino e do Pré-Vestibular UEPB. Blog: fazendohistorianaescola.blogspot.com E-mail: weltonsf@ig.com.br

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