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Quem são? Onde vivem?
O quefazem?
Marilynn Carlson Webber
& William D. Webber
Sim, os anjos continuam os mesmos,
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ISBN 85-7367-078-9
Categoria: Inspiração
Este livro foi publicado em inglês com o título
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Às nossas queridas netinhas
Aubrey Linnea e Ângela Marie Webber,
que também acreditam em anjos.
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m 1943 houve um dos debates mais extraordinários já
ocorridos em centros culturais. A Enciclopédia Britânica
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Joyce Talmachoff — Anjo no Vale Goblin
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— Primeiro, temos de achar a sua mãe — disse o bom
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A n/os. Q uem são? Onde vivem? O que fazem?
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“Eu devia ter uns seis ou sete anos. Minha família foi passar
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uma história difícil de acreditar.
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Bette Fetters — O Poço
A história de anjos que mais apreciamos talvez seja a do
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A n/os Protetores: A parecem, A judam, Salvam, Guiam
“Então, quando achei que já ia cair na água, braços invisíveis
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A njos. Q uem são? O nde vivem? O que fazem?
um dia maravilhoso e ela resolveu ir a pé. O consultório ficava em
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Anjos que Salvam
Tratores, Caminhões e Automóveis
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A njos que Salvam
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mesmos contemplados por Wynter. Com assombro, ela explicou:
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— Você viu o homem, papai? — perguntou Joshua.
— Quem? — perguntou David.
— Aquele homem — disse o garot...
“Então Nabucodonosor disse: Bendito seja o Deus dal
Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que enviou o seu anjo e livrou
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inúmeras vezes.
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No momento em que se debruçou, um jato de ar apagou o
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— Ande até lá fora. Respire o ar fresco.
A mensagem foi-lhe repetida três vezes. Para sua surpresa,
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A n/os. Q uem são? O nde vivem? O que fazem?
estavam disparando.
Maureen ouviu latidos e compreendeu que os dois cachorros...
A njos que Salvam
On animais escaparam e rodearam Maureen sentada no chão. Ela
liii coberta de lambidas e beijos molhados ...
A n/os. Q uem sAo? Onde vivem? O que fazem?
Mas, ao abrir a porta, o porão inteiro estava em chama.sl
Imediatamente pôs as...
A njos. Q uem são? Onde vivem? O que fazem?
estabeleceu também as leis da natureza, as quais incluem gravidade,
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Onde Estavam os A njos Protetores?
— Onde estavam os anjos protetores quando minha filha foi
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mais um para deleite espiritual

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ANJOS

  1. 1. Quem são? Onde vivem? O quefazem? Marilynn Carlson Webber & William D. Webber Sim, os anjos continuam os mesmos, Muito fazem para nos ajudar! É você, com a mente entorpecida, Que não ouve o contínuo farfalhar! Francis Thompson V É l a Dedicados à Excelência
  2. 2. ISBN 85-7367-078-9 Categoria: Inspiração Este livro foi publicado em inglês com o título A Rustle ofAngels por Zondervan Publishing House © 1994 por Zondervan Publishing House © 1997por Editora Vida Tradução de Emma Anders de Souza Lima Todos os direitos reservados na língua portuguesa por Editora Vida, Rua Júlio de Castilho, 280 03059-000 São Paulo, SP — Telefax: (011) 292-8677 Impresso nos Estados Unidos da América Diagramação: Idéia Dois Capa: Jim Connelly
  3. 3. Às nossas queridas netinhas Aubrey Linnea e Ângela Marie Webber, que também acreditam em anjos. À muito querida mãe de Marilynn, Alice Carlson, que ensinou à sua filha a amar os anjos de Deus desde a mais tenra idade. Às pessoas maravilhosas que compartilharam conosco as histórias de anjos para que muitos pudessem ser abençoados com a leitura deste livro.
  4. 4. (ZôntêúTfô Prefácio ......................................................................... 7 1. Uma Explosão de Interesse em Anjos ............................ 11 2. Histórias Verdadeiras .................................................... 17 Um Anjo Protetor o Acompanha?................................... 21 i. Anjos Protetores: Aparecem, Ajudam, Salvam, Guiam..... 31 S. Anjos que Salvam ......................................................... 43' (». Onde Estavam os Anjos Protetores?................................ 59 7. Foi Coincidência? Um Anjo? Ou Deus?........................... 63 N. Os Anjos Guerreiros....................................................... 69 ‘>. Anjos que nos Transmitem Coragem.............................. 79 10. Anjos que nos Dão Força............................................. 93 11. Anjos Mensageiros........................................................ 103 12. O Anjo Purificador....................................................... 119 13. Michael Landon: Era um Anjo mas não o Sabia............. 123 14. É verdade que os Anjos Cantam?.................................. 127 15. Anjos na Hora da Morte .............................................. 133 l(>. Será que os Anjos Têm Senso deHumor?...................... 145 17. A Organização Angelical.............................................. 149 IH. Como se Parecem os Anjos?......................................... 153 I'). Como Encontrar um Anjo?............................................ 157 /.O. Não nos Transformamos em Anjos ............................... 161 I I. Os Anjos do Inferno..................................................... 165 12. Discernimento.............................................................. 169 23-1Seja Como um Anjo....................................................... 175 .M„ Angelologia - Um Resumo ........................................... 181
  5. 5. C m 1943 houve um dos debates mais extraordinários já ocorridos em centros culturais. A Enciclopédia Britânica iIncidiu publicar Os Grandes Livros do Mundo Ocidental em um conjunto que facilitaria a leitura dos livros que mais influenciaram a 1 ifflssacultura. Esse compêndio foi debatido por milhares de pessoas. Para editar tal obra, escolheram um dos filósofos mais I >ic“eminentes da nossa época, Mortimer J. Adler. A fim de que o projeto tivesse uma aceitação plena, decidiu-se selecionar os I ..untos mais importantes apresentados nos livros existentes. Mortimer Adler escreveria um estudo sobre cada um deles, ■l<lineando o seu desenvolvimento através dos séculos e explicando .1 sua importância. Selecionaram-se cento e dois assuntos importantes. Adler conseguiu persuadir os seus auxiliares a I I Micordar com as idéias por ele propostas, com exceção do tema Md>re anjos. Na época, o editor da Enciclopédia Britânica era o senador William Benton. Ele ficou atônito pelo fato de alguém considerar tiN .mjos um assunto importante. Robert Hutchins, reitor da 7
  6. 6. A n/os. Q uem são? O nde vivem? O que fazem? Universidade de Chicago, e outros membros do conselho também não concordavam muito com aquela idéia. Mas Mortimer Adler estava inflexível. Ele salientou que o tema sobre os anjos aparecia nos grandes livros porque obviamente os seus autores o consideravam muitíssimo importante. Adler achava surpreendente que uma idéia tão importante fosse ignorada. Finalmente, Mortimer Adler venceu. O volume de estudo sobre grandes assuntos recebeu o título The Syntopican (Reunião dos Tópicos). O primeiro artigo, “Anjos”, foi de 5-000 vocábulos. Em 1975, Billy Graham decidiu pregar um sermão sobre anjos. Surpreendeu-se ao encontrar tão pouca informação sobre o assunto em sua biblioteca. À medida que pesquisava, descobriu que pouquíssimos livros sobre anjos tinham sido escritos no século vinte. As livrarias possuíam muitos livros sobre demônios, ocultismo e Satanás. Para preencher essa lacuna, Billy Graham escreveu o livro Anjos, Agentes Secretos de Deus. Durante muitos meses, esse livro liderou as listas dos mais bem vendidos. Muitas edições foram publicadas. Em 1986, ele apresentou uma edição revisada e aumentada. Desde então houve uma explosão de interesse por anjos. Jóias, e estatuetas de anjos que só apareciam na época do Natal, podem agora ser encontradas em lojas de presentes durante o ano todo. O interesse por anjos tem sido notável em vários progra de televisão. O assunto “anjos” tem recebido um destaque todo especial. A “Associated Press” escreveu um artigo que foi publicado em jornais por todos os Estados Unidos sobre o interesse cada vez maior em anjos, citando Marilynn: “Abra as Escrituras e escutará um farfalhar de anjos”. Esse novo interesse por anjos fez com que aparecessem muitos livros sobre o assunto. Por que, então, mais um livro sobre anjos? Porque esse interesse cada vez maior resultou em uma confusão sobre a natureza e o ministério dos anjos. Muitos livros e muitos artigos contêm idéias conflitantes. Há necessidade de um livro que não somente relate experiências com anjos, mas também apresente os ensinamentos da Bíblia. Este livro é, portanto, mais 8
  7. 7. Prefácio do que um livro de histórias. Éum livro de teologia bíblica popular, <|ue começa com experiências que nos foram relatadas por diversas pessoas e comparadas depois com as Escrituras. Anjos. Quem são? Onde vivem?O quefazem? contém histórias verdadeiras, e não fictícias como aquelas dos tablóides. Na sua grande maioria, as histórias têm como base relatos escritos por pessoas com endereços fixos. São usados os nomes verdadeiros, <om exceção de uns poucos casos em que o uso dos nomes reais poderia gerar um problema para outras pessoas. Quando não usamos o nome verdadeiro, isso é indicado ou fazemos uso de iniciais. O objetivo predominante deste livro é o de glorificar a Deus, demonstrando o seu amor e cuidado no ministério de seus anjos. I também encorajar as pessoas contando-lhes que os anjos ainda nos ajudam nos dias atuais. Nossos agradecimentos à nossa filha, Sharon Linnea Scott, I)i la assessoria profissional e valiosas contribuições quanto ao texto. Ao nosso filho, Stephen Webber, pelo seu encorajamento. E a líobert Scott pela sua ajuda nas primeiras etapas do livro. Temos sido encorajados por todos aqueles que oraram por nos e pelo livro. Fomos também encorajados por importantes grupos de oração, inclusive por Evelyn Christenson, Joan Wester Anderson, Ruth Smith Patrice Verhines, Lucille Calvert, Virgínia <',(isner, Jane Eastman, Betty Ford, Carolynn Crowe, Margaret Sharp ri) Grupo de Anjos Missionários, Mary Matthews, e a congregação d.i “Grand View Baptist Church”, Grand Terrace, Califórnia. Se você já sentiu o farfalhar da asa de um anjo em sua vida, liTeinos muito prazer em conhecer a sua experiência. Quando I I iinpartilhamos as nossas vivências neste assunto, damos glória a I > c iis e outras pessoas são abençoadas. illiam e Marilynn Carlson Webber I "> Celeste Drive i i' rrside, CA 92507 II S.A. 9
  8. 8. d a p í l u l ó 1 _________________________________________________________________________________ U ma Explosão de Interesse em A njos té os jornais norte-americanos noticiaram que havia uma M explosão de interesse em anjos. Não é uma nova mania, |i<lis há muito tempo eles se apresentam aos homens. Basta abrir i I scrituras para ouvir um farfalhar dos seres celestiais. Aparecem m Bíblia mais de trezentas vezes, nos lugares menos prováveis e (’Hcrutando as funções mais inesperadas. Vejam só algumas das ii.r. larefas: subir escadas, lutar corpo a corpo, domar leões, levantar 1 1 ' >s, anunciar nascimento, recrutar soldados, guerrear, executar prna de morte, libertar e confortar. Por que se fala mais em anjos agora do que antigamente? Há iiiiuias teorias. Nos tempos antigos, as pessoas não se referiam à li.irxperiência com os seres celestiais por terem receio de ser .... sideradas um tanto esquisitas. Atualmente há uma abertura maior para experiências desse tipo, especialmente as espirituais. An|c>sé um,assunto debatido em televisão, revistas, livros e jornais, rode ser discutido abertamente. Acham alguns que os anjos são hoje mais ativos. Pode ser ■ |i1 «- I)eus esteja realizando o seu objetivo e que, dentro do plano 11
  9. 9. A njos. Q uem são? Onde vivem? O que fazem? divino, seja este um período em que os seres celestiais sejam por Ele muito requisitados. É possível que estejam nos preparando para o próximo capítulo da história escrita por Deus. Talvez saibamos de tantas histórias sobre anjos por causa dos problemas pessoais e mundiais que enfrentamos. Quando a vida transcorre mansamente, as pessoas tendem a tornar-se indulgentes consigo mesmas e auto-suficientes. Aqueles que muito confiam em si não se dedicam às coisas divinas e ao sobrenatural. Mas, quando nos sobrevêm graves problemas e gritamos por auxílio, Deus responde-nos, usando às vezes o ministério dos anjos. Além disso, quando o nosso coração está em sintonia com o Todo- poderoso, estamos mais aptos a reconhecer o trabalho dos seres angelicais em situações que poderiam ser atribuídas a uma mera coincidência. Talvez a melhor explicação seja que vivemos em uma era científica. A nossa geração, em sua grande maioria, aprendeu que o conhecimento tornar-nos-ia aptos a resolver nossos problemas e viver satisfatoriamente. Mas descobrimos que a ciência não tem resposta para os problemas da nossa existência. Embora ela seja de grande auxílio em muitos casos, não é suficiente. Existe no ser humano uma sede espiritual e uma sensibilidade para aquilo que é sobrenatural. Por isso, as pessoas tornam-se cada vez mais abertas às coisas celestiais e estão prontas a aceitar a realidade da existência dos anjos. Há dezenas de anos, Marilynn tem verdadeira fascinação por anjos. Ela possui uma enorme coleção sobre eles. A figura de um anjo enfeita o cata-vento no alto de nossa casa. No banheiro, o botão da descarga tem o desenho de um anjo. Ano após ano, ela discorre sobre eles a diferentes grupos, tais como clubes de estudiosos sobre os seres angelicais, ou clubes internacionais interessados em anjos, ou grupos locais femininos, ou ainda grupos de igrejas, entre outros. Ela é conhecida como a “Dama dos Anjos”. Como ministro do Evangelho e estudioso das Escrituras, Bill sabe muito bem o que os anjos são e, principalmente, o que não são. Por exemplo, não são seres humanos que se tornam anjos depois da morte. Eles já foram criados como anjos. Não são 12
  10. 10. U m a Explosão de Interesse em A n/os Itequenas e graciosas criaturas que despertam nas pessoas vontade (le acariciá-las. Não nos pertencem, nem podemos dar-lhes ordens. I>i“ fato, as Escrituras relatam que, quase todas as vezes em que Iparece um ser celestial, ele precisa dizer: “Não temas!” Todas as pessoas que já tiveram um encontro real com um anjo descobrem que, depois deste evento, elas foram transformadas, passaram a possuir um novo nível de magnificência e temor a Deus em suas vidas. Houve algo que lhes foi revelado, algo mais sobre a criação f, o que é mais importante, algo sobre a natureza divina. Como começamos a nos interessar por anjos? Para Marilynn, i*Nse amor pelos seres angelicais começou quando ela estava com <]ilatro anos de idade. Ela tinha medo do escuro e, por isso, encarava com horror a hora de dormir. A sua mãe tudo fazia para acalmá-la. Sem resultado. Certa noite, antes de leváda para a cama, ela lhe disse: “Marilynn, tenho uma surpresa para você.” Primeiro, sua in.ic leu-lhe o salmo 91: “Pois aos seus anjos dará ordem a teu n peito, para te guardarem em todos os teus caminhos” (v. 11). i in seguida, explicou que Deus indicara um anjo para ser o protetor 1 1< Marilynn e que, mesmo enquanto ela dormisse, ele permaneceria ini lado dela. Deu-lhe, então, a estatueta de um anjo. De plástico, Iliili:i uma altura aproximada de doze centímetros. Quando Marilynn viu aquele presente em cima da cômoda, achou que era a coisa ih,iiMlinda que jamais ganhara em sua vida. Vou guardar este anjo toda a vida, pensou Marilynn. Calma i .ossegada, após pensar na proteção dos seres angelicais, dormiu i.ipldamente e nunca mais teve medo do escuro. Embora possua um i excelente coleção de estatuetas de anjos, algumas realmente lindíssimas, aquela primeira é a mais apreciada. À medida em que crescia, ela jamais deixou de acreditar na ■xislência dos anjos. Aos quatorze anos de idade, seus pais mudaram-se para outra cidade. Como já era o fim do semestre i ' <ilar, Marilynn ficou em casa de amigos, a fim de não perder as iul,is, Nos fins de semana, ia de trem visitar a família. Em uma . >i.i leira, justamente na hora em que deveria tomar o trem, ela Hiiil ><■que a sua amiga e professora da Escola Dominical estava câncer e tinha os seus dias contados. Marilynn viajou em
  11. 11. A njos. Q uem são? O nde vivem7 O que fazem? estado de choque. A morte jamais fora uma realidade para ela. Era algo para velhos, os quais ela não conhecia. O pensamento de que a sua amiga, tão jovem, morreria em breve era-lhe insuportável. Ela tentou consolar-se com a idéia de que sua professora iria para o Céu. Mas, durante o percurso de apenas cinqüenta quilômetros, a sua tristeza tornou-se ainda mais profunda. Por uma questão de hábito, desceu do trem no lugar certo. Inteiramente aérea, começou a atravessar vagarosamente os trilhos em direção à sua casa. De repente, ouviu o alto som ribombante de uma locomotiva a vapor e o seu apito pungente e assustador. Ali nos trilhos, o trem já estava tão próximo que ela pôde ver os olhos azuis e o rosto aterrorizado do maquinista. Paralisada pelo medo, Marilynn não conseguia mover-se. Vou morrer, pensou. Estarei no Céu antes da minha professora da Escola Dominical. Justamente no momento em que o trem ia esmagá-la, Marilyn foi empurrada. Até hoje, lembra-se disso muito bem. “Foi como se um gigante desse-me um empurrão por trás, e eu voei por cima dos trilhos e fui cair no pedregulho logo abaixo”. Ergueu-se com dificuldade, agradecida por estar viva e imaginando quem seria o que salvara a sua vida. Não havia ninguém! Não havia pessoa alguma por ali! Naquele momento, Marilynn teve certeza de que sua vida fora salva pelo anjo enviado por Deus. Não havia outra explicação. Foi depressa para casa. Quando se encontrou com a mãe, as palavras saíam aos trambolhões ao contar o seu encontro com a morte e como fora salva por um ser celestial. Mas, muito tempo passou-se até Marilynn contar a mais alguém essa experiência. “Em parte porque era tão pessoal, tão sagrado”, diz ela, “mas também porque eu achava que não acreditariam em mim. Iriam me achar louca.” Muito meditou sobre esse fato e guardou-o profundamente em seu coração durante muito tempo. Foi uma experiência que mudou a sua vida. Quando era um jovem estudante de teologia, Bill já se interessava por anjos. Esse interesse também começou de um modo pessoal. Certa vez, ele precisou matricular-se em um curso de Educação Física e sua escolha recaiu sobre a luta greco-romana. Como não podia estar presente na ocasião, pediu à sua H
  12. 12. U ma Explosão de Interesse em A njos namoradinha, Marilynn, que fizesse a inscrição por ele. Ela ficou i|>;ivorada. Não sabia como era a luta greco-romana apresentada naquele curso. Mas o que tinha visto na TV convencera-a de que n a um esporte perigoso. Por esse motivo ela o inscreveu em salto mortal. Quando Bill voltou da viagem, já era tarde demais para fazer íi troca. Com sinceras orações por sua sobrevivência, ele começou ,i assistir o curso. Embora fosse capaz de praticar razoavelmente a Ima greco-romana, uma pessoa como Bill (l,87m de altura) jamais i>oilia escolher o curso de salto mortal. O que o salvou foram as I>i•'cauções tomadas nas aulas. Quando por exemplo alguém estava no trampolim, havia sempre outra pessoa presente, cuja iesponsabilidade era detectar possíveis problemas e evitar que o estudante se machucasse. Se ele viesse de tal modo que a cabeça lia(cria no chão, a outra pessoa batia de leve em seu ombro e o i'•.ludante voltava e descia com os pés no chão. Era uma precaução Inldramente desnecessária para os bons praticantes do salto mortal, raia Bill, a batida no ombro era quase uma rotina. Para ajudar nas despesas dos estudos, Bill trabalhava à noite limpando a parte externa dos vagões estacionados no pátio da ' irada de ferro. Certa noite, quando estava sozinho em um alto mdaime molhado pela chuva, o pé escorregou. Ele se precipitou I' cabeça para baixo em direção ao chão. Enquanto caía, sabia '|iic estava a caminho da morte, mas, quase na hora de bater no ■li.u>, ele sentiu uma forte batida no ombro. Instintivamente, como irllexo de seu treino nas aulas de salto mortal, ele se endireitou. I'i uisou os pés no chão. Voltou-se para agradecer à pessoa que o i|inIara, mas percebeu que estava sozinho no pátio daquela estação i' iniviária. Não havia ninguém. Entretanto, a batida em seu ombro liil inconfundível. Foi na hora certa, no lugar certo e com a iiil< nsidade certa. Alguém salvara a sua vida. Bill sabia que tinha i' l<i um anjo. Um empurrão vigoroso. Uma batida no ombro. Nas próximas I>if.inas, veremos que essasexperiências não chegamaos pés daquelas i liamáticas que muitos tiveram com os anjos. Mas, para cada pessoa, •Ia. nao apenas salvaram a vida. Transformaram suas existências. ?5
  13. 13. A njos. Q uem sào? Onde vivem? O que fazem? Este é um livro de grandes prodígios, no qual podemos analisar a natureza dos anjos, em suas aparições na atualidade e nos dias bíblicos. Todas as histórias contidas nesta obra vêm diretamente de uma fonte original. Foram todas conferidas conforme o critério bíblico. Insistimos que o leitor decida por si próprio. Este livro também lhe dará os meios de tornar-se um estudioso sobre os anjos, de ser capaz de discernir se um determinado evento foi ou não a ação de um ser celestial. Nós o apresentamos às pessoas que contaram as suas experiências a fim de inspirá-lo e fortalecê-lo na fé, bem como torná-lo conhecedor da natureza de Deus, que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que “pedimos ou pensamos”.
  14. 14. C a fululô 2___________ H istó rias Verdadeiras Jr filósofo MortimerJ. Adler escreveu que os anjos são mais fascinantes do que a ficção científica ou os seres • ii.iterrestres. Portanto, esta verdade é mais extraordinária do i|tic a ficção. Considere o seguinte: Na Bíblia, lemos histórias de anjos em intensa atividade. iruCnas das mais interessantes são exatamente sobre os seres 1 1 !>■.<licais. É realmente notável o relato de Daniel na cova dos |i*ílis com o suspense final de um anjo que fechou a boca dos mimais ferozes. Maravilhosa é a experiência de Pedro na prisão à pera da morte, guardado por dezesseis soldados e acorrentado ■ ■li >is guardas, um de cada lado, quando, de repente, de uma m,melra supreendente, foi salvo por um anjo. Muitas pessoas não têm dificuldade alguma em acreditar |iii nos tempos bíblicos Deus enviou os anjos para cumprirem as ,u r, ordens. Há quase uma unânime aceitação de que seres mgt licais anunciaram o nascimento de Jesus aos pastores no Iulmeiro Natal. Mas essas mesmas pessoas podem se surpreender i.ii ,1 ( 0 mesmo tornar-se céticas quando ouvem alguém dizer, 17
  15. 15. A n/os. Q uem s4o? Onde vivem? O que fazem? especialmente um amigo, que teve um encontro com um anjo. Isso é compreensível. Os relatos bíblicos ocorreram há muito tempo. Consideramos as pessoas da Bíblia como sendo santas em vitrais, não como as comuns, semelhantes aos nossos parentes ou vizinhos. Além disso, os acontecimentos bíblicos têm uma importância eterna. (Não é por isso que estão no Livro de Deus?). Mas enviaria o Senhor hoje os seus anjos a pessoas insignificantes que moram em nossa vizinhança, vivem comum e rotineiramente, em atividades diárias típicas e sem projeção? É claro que no passado Deus resolveu usar os seus mensageiros para executar atos poderosos. Até poderíamos concordar que, em raras ocasiões, eles seriam mandados à Terra, se houvesse algum evento de extrema importância que só pudesse ser executado por uma intervenção divina. Mas é possível acreditar que um anjo interfira em minha vida ou na do meu vizinho? Especialmente se não nos foi delegada alguma missão de significado eterno? Sim! Deus realmente usa seus anjos na atualidade. Algumas vezes para tarefas que parecem importantes. Mas a evidência de testemunhas oculares aponta para o fato de que os seres celestais trabalham freqüentemente, muitas e muitas vezes em acontecimentos comuns de nossa vida. Se isso é verdade, por que não ouvimos falar de anjos mais detalhadamente? Temos falado com muitas pessoas que consideram essa experiência um encontro com o que é sagrado. Um encontro que se tornou algo santo. Para alguns, essa santidade é um “segredo” que não deve ser partilhado com os escarnecedores. É semelhante à conclusão de Cari Jung, o famoso psicanalista, ao visitar os indígenas. Ele notou que os eventos mais sagrados da vida religiosa dos índios americanos eram guardados em absoluto segredo para os estranhos. Não estavam constrangidos nem envergonhados. Apenas, de acordo com o raciocínio dos indígenas, divulgaros segredos daquilo que era “sagrado” comprometeria a integridade do adorador e da tribo. Nenhum branco era convidado para a adoração, e a nenhum deles era relatado o que se passava no ritual. Do mesmo modo, aqueles que se encontraram com um anjo acham a experiência tão pessoal, tão particular, que não deve ser
  16. 16. H istórias Verdadeiras i iiiiipartilhada indiscriminadamente. Alguns jamais a contam para iilp.uém. Outros a relatam apenas a um dos pais ou ao cônjuge. l)',uns partilham a experiência com o seu grupo da igreja. E alguns <'iii;im-na a qualquer pessoa disposta a ouvir. Já que as pessoas guardam para si essas experiências, como •nlao elas aparecem neste livro? Aqui está uma analogia que talvez ui is ajude a compreender essa questão: Maria, mãe de Jesus, teve uiii encontro com o anjo Gabriel. E, também, os pastores contaram i <l.i que hostes celestiais anunciaram-lhes o nascimento de Jesus. ir.iÇão dela encontra-se em Lucas 2:19: “Maria, porém, guardava ii iil r| estas coisas, meditando-as no coração”. Parece que “estas •Hvis” eram sagradas demais para ela, a ponto de não comentá- liifi Mais tarde, foi capaz de partilhar as suas experiências, para ■Hi.•outros desenvolvessem a sua fé em Cristo Jesus. Finalmente, i .nas experiências tornaram-se uma parte importante no - ingelho de Lucas. Do mesmo modo, para muitos, cujas experiências pessoais Mn aqui relatadas, os acontecimentos foram entesourados no ■Mi n,,1 0 . Havia um secreto desejo de divulgar a ocorrência, mas ui hora certa, de uma maneira correta e para a pessoa certa. Iiiiicute seria divulgada para que outros fortalecessem a sua fé e i |»I<iiia fosse dada a Deus. Nós também pensamos assim. Quando a equipe da série de i>I. visão intitulada Mistérios Não Solucionados pediu-nos que 'I 'ir.somos os arquivos e lhes déssemos histórias para o programa, Inis nos recusamos. Anjos não são"“mistérios não solucionados” Imii i serem colocados no mesmo contexto de atividades I' 1 1 ,iiKirmais questionáveis. Como descobrimos essas histórias? Na sua grande maioria, .... .is encontramos. Elas é que nos acharam. Marilynn escreveu uma comovente história sobre uma mulher i ii|i vida fora transformada por um anjo. Este relato foi publicado ....... vista Guideposts de outubro de 1992. David Briggs, da I•,mh ia/edPress, ao escrever um artigo sobre a explosão do interesse Io l<is anjos, entrevistou minha esposa. O relato de sua experiência ..... um anjo e os seus comentários sobre eles foram transcritos 19
  17. 17. A n/os. Q uem são? Onde vivem? O que fazem? em importantes jornais metropolitanos e em centenas de periódicos locais. A experiência de Marilynn com um anjo relatada na introdução deste livro, foi impressa em Ladies’HomeJournal de dezembro de 1992. Estávamos despreparados para esta reação porque, apesar de sempre lermos jornais e revistas, jamais comunicamos a alguém sobre o que uma determinada pessoa escrevera. Muitos começaram a telefonar. Geralmente eram telefonemas interurbanos, do Norte ao Sul do país. Costumavam dizer: “Nunca me senti compelido a isso; entretanto depois de ler a sua história vi que seria compreendido.” Em seguida compartilhava um relato maravilhoso de sua própria experiência com um anjo. Chegaram milhares de cartas. Centenas continham histórias em primeira mão. Quase sempre afirmavam não ter contado a pessoa alguma até aquela data. À medida em que estes relatos chegavam ao nosso conhecimento, tornou-se evidente que tinham de ser divulgados. Eram vidas que foram tocadas por um anjo, e as pessoas já não eram as mesmas de antes. Como Marilynn também tivera a experiência do farfalhar das asas de um anjo, elas sentiam que seriam entendidas e as suas experiências seriam levadas a sério. Também sabiam que minha esposa era uma autora com vasto conhecimento sobre o assunto, e descrevia acontecimentos sobre anjos honesta e reverentemente. Achavam que o que Deus tinha feito por elas podia ser compartilhado para que outros também se regozijassem e glorificassem ao Senhor. É isso que tentamos fazer nesta obra.
  18. 18. C a p U t i l ô 3 ______________________________________________________________________________ U m A njo Protetor o A companha? M iÊ c vez em quando Margy pensava em anjos. Conhecia as histórias da Bíblia, mas se aconteceram naquela ocasião ilinl.i se repetem na atualidade? E, no caso de existirem, ainda ii'' in em nosso meio? Dirigir uma fazenda de gado é trabalho duro, mas, às vezes, (M.illlKânte. Margy e Jared Nesset estavam a cavalo e conferiam o i I>;inho. As montanhas rochosas estavam de tirar o fôlego, de tão Innl.is que se apresentavam; o dia estava maravilhoso. Ambos IMi!i.nn prazer em estar juntos e era uma alegria cavalgar naqueles I>1 ,itlos. De súbito, alguma coisa assustou o cavalo de Margy. I 1 1 1 |»inou-se, atirando-a para fora da sela com um pé ainda preso iii* estribo. Por mais experiente que seja o cavaleiro, nada pode ele Ii/i T em tal situação. Não consegue evitar o acidente. O que se IiiMleria esperar era que Margy caísse violentamente sobre as pedras li i.sso arrastada pelo cavalo até poder tirar o pé do estribo. Mas naquela situação Margy não sentiu dor. Achou-se •ml i;ilada em suaves braços invisíveis e colocada gentilmente no 21
  19. 19. An /os. Q uem sAo? O nde vivem? O que fazem? chão. Parecia que a punham suavemente em um colchão de penas como se fosse uma criança, e não como alguém atirado sobre as pedras. Levantou-se imediatamente, pois não estava machucada. Correu em direção a Jared, excitada, contando-lhe a sensação maravilhosa que tivera durante a sua queda. Jared é um homem de raciocínio lógico, e Margy não sabia se ele iria acreditar. Mas estava tão maravilhada com o que acontecera, que não conseguiu calar-se. Ela sabia que fora um anjo que a apanhou no ar, soltou o seu pé do estribo e com toda a ternura colocou-a no chão. Ela compreendia o que se passara. Jared estava a par do que vira. Sem poder ajudar a sua esposa, ele presenciara o cavalo jogá-la fora da sela. Foi com terror que viu o pé de Margie preso ao estribo. Ele esperava que o animal a arrastasse violentamente pelas pedras ásperas. Mas no momento em que ela deixou a sela, Jared viu tudo em câmara lenta, como em uma reprise de jogo de futebol. Ele percebeu que os movimentos violentos daquele animal pareciam suaves. Como era um cavaleiro de mão-cheia, sabia muito bem que os cavalos não pinoteam vagarosamente. Foi com assombro que ele viu sua esposa quase planando em direção ao chão, soltando o pé do estribo com um movimento jeitoso. Se perguntarem à Margy se ela acredita em anjos, ela dirá que sim com toda a convicção: “Eles existem. Continuam a fazer o. seu trabalho com facilidade, rapidez e uma exatidão que desafia até mesmo as leis da gravidade, quando necessário. Quanto ao anjo protetor, acho que devem acreditar em sua existência. Eu, pelo menos, não tenho dúvida alguma. O que me aconteceu levou- me a essa certeza. Sou muito agradecida a Deus por aquela experiência, cuja queda não fraturou a minha coluna e despertou- me para esta realidade.” Hoje, por causa de sua experiência pessoal, Margy está convencida de que existe um anjoprotetor. Para cada história relatada neste livro, há muitas outras em nossos arquivos, todas daqueles que acreditam em anjos por terem encontrado um deles. De acordo com a nossa pesquisa, há milhares de pessoas nos Estados Unidos que têm absoluta certeza de que já foram ajudadas pelos anjos. 2 2
  20. 20. U m An/o Protetor o A companha? Jesus em Mateus 18:10 disse: “Vede, não desprezeis a qualquer destes pequeninos. Pois Eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêem a face de meu Pai que está nos céus”. Nas palavras de Cristo está subentendido o fato de que cada criança tem um tinjo protetor. Outras referências bíblicas, como em salmo 34:7, indicam que os seres angelicais cuidam carinhosamente de um indivíduo durante toda a sua vida. Basil, o Grande, escreveu no utlO379 d.C. que cada pessoa fiel a Deus tem um anjo da guarda. <>teólogo Tomás de Aquino disse que a cada pessoa, ao nascer, é dado um anjo da guarda que continuamente ilumina, guarda, disciplina e guia. Os Dois Voaram por Cima do Guidom da Bicicleta Joyce Brown, de bicicleta, voltava do trabalho à noitinha. O S<>1já estava bem baixo no horizonte, o que dificultava a visibilidade na rua. Joyce pedalou até o cruzamento, onde havia um sinal. Em Ve/ de parar completamente, ela virou a esquina bem devagar, i|u:indo foi atingida por trás por um caminhão cujo motorista não linha podido vê-la. Joyce voou por cima do guidom. Embora não I'is.se evangélica, ela gritou: — Jesus! Socorro! ImediatamenteJoyce sentiu-se acolchoada, como se estivesse ■nrolada em travesseiros. Testemunhas relataram que, ao chegar ii!) chão, ela ricocheteou como se tivesse pulado de um trampolim, loyce não sentiu dor alguma. Por precaução foi ao hospital, onde iini cuidadoso exame revelou que não havia sérios ferimentos. A •-plicação de Joyce é que aqueles travesseiros eram anjos i ii regando-a gentilmente. Em um sentimento de gratidão, ela se voltou para uma procura espiritual que a conduziu ao mesmo I' .iis que respondera a sua oração naquela emergência. Na Crista da Onda Quando acabou o curso secundário, Phillip Howell foi morar i ii>Havaí. Surfar era a sua paixão. A Praia Norte da ilha de Kauai é o 1 1 ii.liso de um surfista e era lá que Phillip gostava de pegar a onda. 23
  21. 21. A n/os. Q uem são? Onde vivem7 O que fazem7 Era bom nadador e dez anos de surfe fizeram dele um surfista muito hábil. Naquela praia era comum encontrar ondas de até 10 metros de altura. Para tal situação, havia mesmo necessidade de ser um excelente surfista. A grande “swell” (ondulação) chegava, batia em um recife nas águas profundas, onde uma quantidade imensa de água formava grandes ondas que quebravam com uma potência fenomenal. E era justamente disso que Phil gostava. Para pegar as melhores ondas, este surfista aventurava-se a ir até a quase dois quilômetros de distância da praia. A fim de não perder a prancha, ele a prendia ao tornozelo com uma cordinha. Phillip remava, quando uma série de ondas grandes apareceu. Esse tipo de fenômeno surge mais ao longe do que se espera. Tal é o seu tamanho e força, o impacto é tão terrível, que arrasta todos os que tentam atravessá-las. Vendo que aquelas ondas aproximavam-se, Phillip sentou- se na prancha e tentou tirar o tornozelo da cordinha, a fim de mergulhar para o fundo do mar e não ser atingido. Não houve tempo. Uma onda quebrou bem em cima de seu corpo. Geralmente a crista da onda tem a espessura de somente 30 ou 60cm. Aterrorizado, observou que ela tinha uns quatro metros de altura. E toda essa água vinha em sua direção. Ele sabia que excelentes nadadores tinham se afogado quando apanhados pela força de uma onda daquele tamanho. Incapaz de livrar-se da cordinha, Phillip saiu da prancha e deu um mergulho, esperando ser massacrado pelo paredão de água. Mas, em vez de sentir-se esmagado, ele se achou voando pelo ar, e observou, através da parte de trás da onda, que a sua prancha voava paralelamente ao seu lado! Ficou assombrado! Sentiu que era carregado — impelido em alta velocidade — através da água. De onde ele estivera na prancha até a parede da onda havia uns dez metros de distância. Entretanto, Phillip viu-se passando através daquele paredão quase instantaneamente, como se houvesse um túnel atravessando milhares de litros de água. Nem sentiu a pressão da onda enquanto a atravessava, embora não haja possibilidade de uma pessoa passar por uma onda de dez metros sem sentir um grande impacto.
  22. 22. UmA n/o Protetor, o A companha? Phillip estava agora fora de perigo. Subiu na prancha e voltou para a praia, certo de que um anjo abrira a onda para levá-lo aiiavés dela. Desde aquela ocasião, todas as vezes que se encontra com ■>'. profissionais do surf, ele pergunta se isso já aconteceu a alguém. I >iivem a sua história e dizem que nunca souberam de algo p.iregido. A única explicação é que foi mesmo um anjo protetor <pn•salvou a vida de Phillip, levando-o consigo para atravessar a p.irede da onda com toda a segurança. Eles te Sustentarão em suas Mãos Shirley Halliday abriu sua Bíblia. Fazia parte da rotina diária, ni is naquele dia ela sentiu que precisava de uma palavra de Deus. v i enfermeira era gratificante, mas cansativo. Havia ocasiões em ■|iie ela sentia uma falta enorme do marido, o qual morrera há ipenas três meses. Naquela noite a casa estava silenciosa. Janie, a filha de treze iiii>s, encontrava-se de férias com o irmão mais velho, sua cunhada I I is dois sobrinhos. Shirley leu o salmo 91 em sua Bíblia já muito limada. Leu os versículos onze e doze: “Pois aos seus anjos dará •i'll ma teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos; li sle sustentarão nas suas mãos, para que não tropeces em alguma peilra”. Shirley parou de ler e debulhou-se em lágrimas, soluçando |ui .e sem controle. Sentiu que Janie estava em perigo, mas não mlna, como ou onde. Compreendia apenas que a menina estava em perigo de vida. Shirley começou a suplicar ao Senhor: “Eu sei que Tu não in in dás mais do que podemos suportar. Mas sei que eu não iiportaria perder a minha filha, logo agora depois da morte de iiii ii marido. Coloco Janie sob os teus cuidados”. Shirley abriu o Livro Episcopal de Oração e orou: “Todos n|iieles que são os meus queridos, eu os entrego ao teu cuidado amor que jamais falha, nesta vida e na vindoura. Ó Deus, ■in Iaileiramente eu coloco minha filha Janie nas tuas mãos”. Ela 25
  23. 23. A n/os. Q uem sAo ? Onde vivem? O que fazem? orou com toda a força de um coração de mãe que sente estar a vida de sua filha em grande perigo. Depois reivindicou a salvação de Janie repetindo o salmo 34:4: “Busquei ao Senhor e Ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores”. Shirley sentiu que o fardo desfez-se e um sentimento de paz envolveu-a. Sabia que o Senhor ouvira suas súplicas e respondera as suas orações. Continuou a ler o salmo 91- No versículo 15, encontrou: “Ele me invocará, e Eu lhe responderei”. Foi para ela uma confirmação. Com paz absoluta em seu coração, Shirley louvou a Deus, com todo o seu ser. A quilômetros de distância, Janie tentava fotografar o lindo cenário do Grande Canyon e do Deserto Pintado. Na área da Floresta Petrificada, ansiosa por uma fotografia melhor, ela se afastou da família, pulou uma barreira e dirigiu-se à extremidade de um penhasco. O solo estava coberto de algo que parecia uma cinza preta. Janie escorregou, deslizou até o fim do rochedo e caiu no vazio, procurando freneticamente alguma coisa — qualquer que fosse — a que pudesse se agarrar. No entanto, nada havia. As paredes do canyon eram pretas como o asfalto. Ela olhou para baixo. Era tudo preto e parecia não ter fim. Pareceu àquela adolescente que iria machucar-se seriamente. Então ela sentiu apresença de alguém. Parou de cair. Parecia que uma pessoa a tinha agarrado. Estendeu a mão e sentiu a parede escorregadia do canyon. Tentou virar-se, mas tudo o que aconteceu foi cair um pouquinho mais. Com muito cuidado, tentou subir. Porém, escorregou mais um pouco. Viu que não tinha saída. Não havia meios de subir, e achava-se em perigo de descer ainda mais. Janie sentiu-se então napresençade um anjo. Repentinamente achou-se de volta ao alto. Sabia que não tinha subido pelo seu próprio esforço. Era uma façanha impossível. A única explicação era que um ser celestial havia interrompido a sua queda apanhando-a em seus fortes braços. Tinha sido carregada para o alto nas asas de um anjo. Não querendo assustar a mãe, Janie não mencionou o 26
  24. 24. U m A njo P rotetor o A companha? tdclente quando telefonou para casa naquela noite: — Estamos nos divertindo muito e tudo está bem — disse ela. — Sei que vocês todos estão bem — respondeu sua mãe. — lu os tenho colocado nas mãos do Senhor. Naquela hora nem a mãe nem a filha contaram a experiência inr tinham tido um pouco antes. Quandovoltaramdasférias, comentaramasaventuras daviagem. — Foi aqui que eu caí — disseJanie ao mostrar uma fotografia i ua mãe. — O quê? — replicou Shirley. — Como você caiu? Conte­ nu•essa história. Janie contou-lhe como se defrontara com a morte e o ulvamento misterioso. — Quando aconteceu isso? — perguntou-lhe a mãe. — No dia em que visitamos o Grande Canyon. Eu até telefonei Ii.ii.i cá naquela noite. — Mas exatamente a que horas daquele dia? — insistiu Mili'ley. Elas se lembravam da hora do acidente. Fora exatamente 'i,i hora em que Shirley orarafervorosamente. Shirley sempre se lembrará daquele dia. “Não foi ri (Incidência”, afirma com segurança. “Foi o Espírito Santo que nu* lez saber que Janie estava em perigo. Quando clamei a Deus ni oração, Ele mandou seus anjos salvar minha filha. Li novamente h ..ilmo 91:11,12, desta vez nos Salmos Vivos (em linguagem ilu.ilizada) e encaixa-se perfeitamente neste assunto: “Pois Ele muli'na a seus anjos que o protejam, em qualquer lugar que você i' >i I les vão segurá-lo com suas mãos, para evitar que você tropece ui pedras do caminho”. Janie já não é mais uma adolescente. Shirley Halliday é agora Iuih-y Rhodes e seu marido é uma pessoa formidável! “O Senhor •realmente o Deus das maravilhas!”, declara a mãe de Janie. Um Anjo no Limpa-trilhos A locomotiva a vapor tinha parado em Port, Pennsylvania, dhI' encheu os seus tanques com água. Agora, Willim “Bill” Henry, 27
  25. 25. A n/os. Q uem sAo? Onde vivem? O que fazem? o maquinista, levava o expresso noturno à alta velocidade em uma área em que começava a região de mineração. Foi então que, estarrecido, o maquinista viu um homem no limpa-trilhos. Foi com assombro que Bill viu alguém subir sem embaraço à caixa de distribuição do vapor. Segurava-se no corrimão com a mão esquerda e com a direita dava o sinal ferroviário: CAUTELA — PERIGO! Bill chamou Henry Sulenk, o bombeiro: — Hank, temos aí um passageiro! Hank olhou e retrucou: — Provavelmente um vagabundo que subiu em Port. O homem pisou o passadiço que dá para a cabina, to tempo dando um sinal com a seguinte mensagem: PERIGO — PARE! O maquinista olhava fascinado. O trem corria em sua velocidade máxima. O movimento da locomotiva causava um forte vento, e mesmo assim aquele homem caminhava em direção à cabina sem dificuldade alguma. Suas roupas eram estranhas. Estava com um terno cinza claro e um chapéu esquisito, fora de moda, e o vento não movia sua roupa nem o chapéu saía de sua cabeça. Quando o homem aproximou-se um pouco mais, Bill Henry pôde vê-lo claramente. Tinha um bigode castanho claro, mas os seus olhos jamais foram esquecidos por Bill. Pareciam cheios de compaixão e assombro. Então aquele “passageiro” mudou o sinal para: EMERGÊNCIA — PARE! O maquinista soltou a alavanca do controle de velocid acionou todos os freios e o trem teve uma parada brusca. Bill Henry apitou chamando os sinaleiros. Imediatamente eles entraram no sistema de emergência e colocaram bandeiras na via férrea a fim de avisar aos outros maquinistas que havia ali um trem parado. Um dos sinaleiros foi para trás colocar as bandeiras de aviso. O maquinista observou outro sinaleiro apressando-se para colocar bandeiras na frente do trem. Perscrutando a escuridão, Bill viu o sinaleiro parar uns 45 metros adiante e sinalizar com a sua lanterna: DESABAMENTO! Quando a tripulação do trem dirigiu-se para o local, encontrou uma enorme cratera onde deveriam estar os trilhos. 28
  26. 26. U m A njo Protetor o A companha? Compreendendo quão perto estivera da morte, a tripulação i|M<ssou-se a voltar para agradecer o misterioso passageiro da ui ilU'. Mas ele tinha desaparecido. Da mesma maneira que 'Iurccera. Ninguém conseguiu encontrá-lo. Bill Henry raramente fala sobre esse acontecimento, mas i|ii,mib o faz sempre deixa o ouvinte decidir quem poderia ser o Iminem de temo cinza. Mas ele não tem dúvida alguma. Tem iuirza de que o “homem” era um anjo enviado por Deus. 29
  27. 27. C g p í i a L ô 4 ________________________________________________________________________________ A njos Protetores: A parecem, Ajudam , Salvam , Guiam Carmen Mechikoff — O Táxi Mexicano C armen cresceu no México com seus pais, quatro irmãs e um irmão. A sua mãe, Rosário, era uma mulher muito iih. Isente, trabalhadora e temente a Deus. Carmen diz que a fé i* Mia mãe era surpreendente e lembra-se dela como alguém •ni|)ie pronto a ajudar outras pessoas com bondade e amor. Mas ' |moi idade de Rosário era a sua família. l’ara aqueles que o conheciam, o pai de Carmen era niiMderado um homem amistoso e sociável. Era benquisto pela " umidade. Quando a família mudou-se para lá, ele se tornou iiiilffo, isto é, companheiro de bebida de seus vizinhos. lim casa, o pai era muito exigente e desaforado, i ilin ípalmente depois de ter bebido. Uma noite, depois de iiilmagar-se com um dos vizinhos, ele chegou furioso à sua i* tliInicia. Foi uma confusão horrível. Até hoje Carmen lembra-se ! ■ riilos da mãe e de como ela e os irmãos correram para dentro |p i asa, tentando livrá-la de algum dano mais sério. Passado o 37
  28. 28. efeito do álcool, o pai saiu. Ele trabalhava de 10 horas da noite até J 6 da manhã em um posto de gasolina a uma certa distância de casal Não era possível que ele continuasse a levar tal vida. A mãel de Carmen decidiu que era hora de acabar com o círculo viciosol de violência dentro do lar. Ela achou que a melhor maneira seriaj conversar com o vizinho ao lado. Foi até lá e disse-lhe que nãol estava certo encorajar o marido a beber. “Olhe só o que aconteceu”,I disse ela mostrando-lhe algumas das contusões sofridas. Em vez de ouvi-la e tornar-se razoável, o vizinho ficou muitol zangado e informou: “Vou agora mesmo buscar o seu marido. Elel saberá o que fazer.” Não foi uma simples ameaça. Muitas vezes o pai tinha ditol que não toleraria sua família o envergonhar perante estranhos! Aquilo que acontecia em sua casa jamais devia ser contado a pessoal alguma. Quem não lhe obedecesse, sofreria algo muito sério, li agora a mãe de Carmen tinha quebrado a lei do silêncio. O vizinho; enraivecido encaminhava-se para o trabalho do pai. Rosário sabial que o marido viria para casa, e a surra anterior seria uma brincadeira perto do que iria acontecer. Ela receou pela própria vida. Rosário apressou-se. “Depressa, cada um pegue roupa e o| que é mais importante”, disse ela aos filhos. E voltando-se para a filha adolescente e o filho de onze anos: “Procurem um táxi.” As crianças sabiam que as ruas estavam desertas e não era seguro andar por ali no escuro, e que, por essa razão, não era fácil* encontrar algum táxi, especialmente naquela parte da cidade em que moravam. Mas viram o desespero da mãe e compreendiam como o pai podia tornar-se violento. Para horas de desespero, asI medidas têm de ser drásticas. Assim, as crianças nada falaram! Andar nas ruas perigosas era um risco menor do que ter em casal um pai enfurecido. Para surpresa deles, havia na rua um carro com dois jovens,I Os estranhos vieram à casa e imediatamente tomaram o controk' da situação. Não foi preciso dar explicação alguma. Os homens sabiam o que era necessário. Ajudaram a pegar as roupas e a leva® o que era preciso para o carro. Todos os membros da família lhesj obedeciam. Sabendo que eram socorridos, confiaram em duasl A n/os. Q uem sAo ? Onde vivem? O que fazem? ..........................................................................................
  29. 29. A njos Protetores: A parecem, A judam, Salvam, Guiam |it v.i >;is que nunca viram antes. IJmdos homens disse: “Depressa, depressa!” Rapidamente a família entrou no carro. “Depressa!”, insistiu I) In>mem. “Ele está quase chegando.” Entraram de qualquer jeito. ' i i m o ficou abarrotado: a mãe, seis crianças empilhadas, umas ....... lo das outras, os dois homens e uma gaiola com dois pássaros t|» 1 1.iram-se até o teto. A família gelou quando viu o veículo com |i,il chegando. Instintivamente tentaram esconder-se, mas não litivi.i esconderijo em um carro cheio com nove pessoas. Viram o I' li, mas este não prestou atenção ao carro que passava. Seria por Ijlltl de não esperava que sua família fugisse e assim não prestou Hl* ui,.K) a um automóvel que passava? Ou seria por que ele estava IiIm■lieio de ódio? Ou seria intervenção divina? Rodaram em silêncio até chegarem à casa de uns conhecidos i|i Rosário. Em poucas palavras, ela contou à amiga o que se !>i .na. “Entrem, entrem, vocês podem ficar aqui!”, convidou m|imla bondosa senhora. A família saiu do carro aos trambolhões, cada um (exceto o iiiMU') carregando o que era seu. Os dois homens trouxeram o ii i.mle. Rosário voltou-se para agradecer os seus benfeitores, mas 1 1 não estavam ali. Correu até a porta. O carro não estava em frente, .. lugar algum da rua. Não tinha havido tempo de irem embora • Ri >..irio podia ver uma grande distância da rua deserta. “Foi realmente uma coisa estranha”, afirma Carmen ao falar i>1*i<•o acontecimento. “Nossa família foi salva por dois homens, liMn nào conseguimos lembrar como eram as suas fisionomias. mImmos apenas que bondade e amor irradiavam dos seus rostos, i.iIn,mios instintivamente que podíamos entregar as nossas vidas ui ii.i,s mãos. Já em segurança e com tempo para pensar, nós nos ll i mos diversas perguntas. Por que estavam eles esperando ali l‘lii1 1 uin carro? Como eles sabiam o que tinha de ser feito sem ter Iii iKiliitado coisa alguma? Por que nós lhes obedecemos cegamente? •iuno sabiam que o meu pai estava para chegar? Como puderam li 1 , 1 parecer um carro e dois homens?” A mãe, mulher de profunda fé, sabia a resposta: “Eram anjos”, ilhíii ela. E Carmen nunca duvidou. 33
  30. 30. A njos. Q uem sAo ? Onde vivem? O que fazem? Joyce Talmachoff — Anjo no Vale Goblin Joyce gostava de explorar lugares desconhecidos com o seu jipe. Naquele dia, junto com a mãe e a filha, resolveu ir ao Vale j Goblin, Utah. Era um lindo dia com o céu todo azul. A estrada para o Vale Goblin estava péssima, cheia de ondulações. Joyce estava preocupada, porque o carro sofria o impacto dos solavancos. Sua mãe, consultando o mapa, disse: “Há outra estrada aqui. Se quiser tentar, talvez seja uma boa idéia. Mas quem decide é você.” “Vamos tentar”, disse Joyce. No princípio a estrada estava ótima, mas logo tornou-se arenosa. De vez em quando atravessavam leitos secos de riachos e Joyce sentia a traseira do jipe derrapar I um pouco, mas não o suficiente para preocupá-la. Parecia ser j uma boa estrada de areia. Quando fizeram uma curva próxima a um aterro rochoso . que atravessava outro leito seco de um riacho, o jipe afundou-se I na areia. Joyce tentou e tentou. O jipe não ia para frente, nem para trás. Não se deslocava de jeito algum. Estava preso. Irremediavelmente preso na areia. Estavam sós em um lugar sem j uma viva alma. Era até possível que se passassem vários dias sem 1 pessoa alguma aparecer. A mãe de Joyce decidiu dar uma I caminhada no intuito de encontrar auxílio. Joyce saiu e examinou o problema. Naquela época não era I uma cristã ativa mas lhe ocorreu que nada havia que pudesse ser [ feito, senão orar. Assim, puseram-se de joelhos mãe e filha. Ajoelharam- se na areia, repetindo a oração que sabiam, o Pai-Nosso. Do melhor I modo que lhes era possível, entregaram a situação ao Senhor. Nem dez minutos passaram-se. Um jipe com tração nas quatro rodas I apareceu na curva. O motorista parou, saiu do carro e perguntou: — Que faz você aqui sozinha? — Não estou sozinha — respondeu Joyce. — Minha filha está comigo e sei que Deus está comigo também. Não estou só. — Mandaram-me para cá a fim de ajudá-la — explicou simplesmente o estranho. Joyce contou que amãe descera pela estrada à procura de ajuda, 34
  31. 31. A n/os Protetores: A parecem, A/udam, Salvam, Guiam — Primeiro, temos de achar a sua mãe — disse o bom imaritano. Daí a minutos voltou com aquela senhora. O homem amarrou um cabo na traseira do jipe e prendeu-o jtOseu jipe. — Ponha o seu motor em ré — instruiu. O jipe dele deu o manco puxando o cabo e, vagarosamente, o jipe saiu da areia. Nilo foi uma proeza fácil mas, com o auxílio do desconhecido, |iiyce conseguiu fazer meia-volta. Ela estava radiante. Quis dar-lhe alguma coisa por tê-las •|ii<lado, mas ele recusou. — Ao menos deixe-me preparar seu almoço — ofereceuJoyce. — Tudo bem. — replicou. Joyce preparou o almoço. Enquanto comiam, ela teve impressão de que estava hospedando um anjo. Depois do almoço, ele disse: — Você já ficou presa uma vez neste areal. Vou atrás de seu iiro para ter certeza de que tudo irá bem até a estrada principal. As três mulheres entreolharam-se e concordaram. Já tinham thli>aventura em excesso naquele dia. Com o jipe um pouco atrás, •las voltaram pela estrada arenosa. Pelo espelho retrovisor, Joyce Viu o jipe. Quando chegaram à via principal, ela se debruçou pela liilida para dar um sinal de adeus, mas o jipe e o motorista tinham ■I' aparecido. Não havia nenhuma estrada lateral por onde aquele iarre>pudesse ter enveredado. Tinha estado ali, bem atrás de Joyce, • a>'<>ra nada mais existia. Esse acontecimento mudou a vida de Joyce. “Se Deus ama- iiii lanto, a ponto de mandar que seus anjos ajudem-me”, diz ela, i ui.lo preciso dedicar a minha existência ao Senhor. Desde aquela iiiHíiiilo, tenho posto Deus acima de tudo e Ele tem dirigido a iiilnlia vida.” Samantha e o Anjo Samantha, moradora do estado de Nova Iorque, contou-nos i ,i jMiinte história: “Quando eu estava grávida de oito meses e meio, meu marido 35
  32. 32. A n/os. Q uem são? Onde vivem? O que fazem? e sua mãe tiveram uma briga terrível. Estavam em o nosso apartamento, em um corredor muito pequeno, talvez de 2 por l,20m. Quando a gritaria ficou fora de controle, coloquei-me no meio deles para tentar acalmá-los. “Meu marido estava furioso. Por trás de mim, alcançou a mãe e começou a estrangulá-la. Eu sabia que me tinha colocado em uma posição perigosa, para mim e meu filho por nascer. Fiz uma desesperada oração pedindo a Deus que nos protegesse. Lembro-me de ter visto o clarão de uma luz muito brilhante. Então sucederam uma paz e uma espécie de entorpecimento. Senti claramente que algo rodeava-me, a mim e ao meu filho. Eu sabia que havia braços ao meu redor — os de meu marido — mas tinha a estranha sensação de que não eram braços, mas asas. “Quando levantei os olhos, o rosto da minha sogra estava vermelho e inchado pela falta de ar. Lembro-me vagamente de ter dito ao meu marido que respeitasse a sua mãe e não a matasse, Em seguida, com uma força acima do normal, força que eu absolutamente não tinha, eu o empurrei a uma distância de três metros para dentro do nosso quarto. “Passei a chave na porta. Tive de novo a sensação de que não estava só. A calma celestial dessa presença em mim penetrou na zanga do meu marido, e ele também se acalmou. “Com a situação já resolvida, comecei a tremer incontrolavelmente. Não de receio, mas porque eu tinha certeza de que se manifestara a glória de Deus naquele corredor, presença muito maior do que a de anjos que me protegeram. Durante semanas, eu não conseguia parar de louvar ao Senhor pelo seu amor e cuidado insuperáveis. Sei também que o Todo-poderoso ama e protege minha linda filhinha, como Ele fez antes de seu nascimento.” Beth Westmoreland — Onde Está a Superfície? Beth Westmoreland, da Carolina do Norte, teve o encontro com um anjo quando era muito jovem. Ainda hoje ela se lembra dos detalhes com surpreendente clareza: 3 ^ ............................................................................................................................................................................................................................................................................
  33. 33. A n/os P rotewres: A parccem, A/udam, Salvam, Guiam “Eu devia ter uns seis ou sete anos. Minha família foi passar ' ■lerias na praia, na Carolina do Sul. Minha irmã mais velha, de li /.essete anos, foi encarregada de cuidar de mim, enquanto meus 1 1 , 1 is preparavam o almoço em nosso trailer. “Aquela parte da praia era deserta e não apresentava atrativos IMia uma adolescente. Por isso, minha irmã mandou que eu não nise daquele lugar e foi dar uma volta pela orla marítima. Como • 1 1 eravoluntariosa, muito segura de mim mesma, e estava indignada Imlo fato de minha irmã achar que podia mandar em mim, esperei ih (jue ela desaparecesse, e corri para o mar. “Há anos eu nadava em piscinas, mas não sabia o suficiente l>,1 1 . 1 respeitar o mar. Era um dia de ressaca. Em um relance, uma i iiikine onda derrubou-me e a correnteza submarina agarrou-me ' ioraeçou a puxar-me para o alto mar. “As ondas encontravam-se tão turbulentas e cheias de areia i|i|t|não conseguia saber onde estava o fundo do mar e a superfície. IMrecia que eu estava embaixo o tempo todo. Recusei-me a desistir. 11 d«-i e lutei para descobrir aonde deveria ir a fim de encontrar ar.” “Repentinamente, vi raios dourados do sol atravessarem a ijmia bem na minha frente iluminando duaspernas!Grandes pernas i. “Iiomem”, com pés enormes. Agarrei-as e segurei firme. O Inunem levantou-me suavemente da água, como se eu fosse uma ih m-zinha em um balanço. Jamais esquecerei aqueles braços fortes i’ como ele se apresentava. Era de fato muito alto, tinha uma I ,mde barba preta, vastos cabelos pretos e o peito todo cabeludo. Mi u pai tinha cabelo vermelho e sardas e eu nunca tinha visto um In'Diem daquele tamanho ou tão cabeludo. “O homem levou-me até a esteira, enrolou-me em uma toalha 1 «, fiem dizer uma palavra, foi embora. Dei uma olhada à minha ■li.i procurando minha irmã, mamãe, papai ou alguém. Quando I mi nei a olhar na direção em que o homem tinha ido, não havia );iiém. Tinha desaparecido. “A toalha não era minha. Estava estampada com peixes e i 'iichas de cor rosa e azul. Estava exausta, mas corri tão depressa ■|H.into possível até o nosso trailer. Tentei contar aos meus pais o i|iir havia acontecido, mas não acreditaram. Talvez fosse para eles 37
  34. 34. A n/os. Q uem são? Onde vivem? 0 que fazem? uma história difícil de acreditar. “Após o almoço, fui até a esteira. Não havia toalha alguma com conchas e peixes. Vi as minhas pegadas e as da minha irmã. Mas não havia pegadas do homem grandalhão. Em nenhum lugar. Mas, tantos anos depois, ainda me lembro perfeitamente daquele desconhecido forte, de cabelos pretos. Lembro-me, também, da sensação estranh:i de sentir-me tão leve como uma pena em seus braços. Ele me deu algo que me fará lembrar dele sempre: minha vida. “Portanto, se alguém afirmar que todos os anjos são louros e vestem longas roupas brancas, peço permissão para discordar!” Nicholas Poliansky — o Jogo de Basquete Hope Poliansky descreve a história de seu filho Nicholas. Em outubro de 1992, ele jogava basquete com seu amigo Danny no quintal ao lado de sua casa. Hope e a mãe de Danny, emborn pertencessem a denominações diferentes, eram cristãs fervorosas. Naquele dia, no decorrer do jogo, Nicholas afastou-se muito do campo de basquete e pisou em uma cobertura que tapava] provisoriamente a extremidade mais profunda da piscina que estava em construção. Para o desespero da mãe de Danny, que estava ali perto, aquele tablado não oferecia nenhuma segurança. Ela viu, sem poder fazer nada, a madeira ceder com o peso do garoto. Quando Nicholas caiu, tentou desesperadamente encontrai' um apoio para os pés onde não havia nada. Foi então que, de repente, aos olhos de todos que ali estavam, ele foi levantado e carregado para longe da cobertura, livre de perigo. Naquele dia, ao relatar o incidente, a mãe de Danny afirmou aos Polianskys que tinha absoluta certeza de que Nicholas fora carregado por um anjo. Não havia nenhuma outra explicação. Kathryn Butcher — A Brincadeira do Dia das Bruxas Kathryn Butcher é de Ann Arbor, Michigan. Ela jamais se esqueceu de uma brincadeira do Dia das Bruxas, quando estudante de uma faculdade em 1958. Ela e algumas de suas jocosas amigas 3 < * ............................................................................................................................................................................................................................................................................
  35. 35. A n p s P rotetores: A parecem,A/udam, Salvam, G uiam >l<•i<liramenfeitar com “papel higiênico” asárvores da ala dos rapazes. i ui uma das casas, entretanto, as garotas foram descobertas no meio 11 Iirincadeira. Todas tentaram escapar, com Kathryn à frente. Kathryn relata: “Com medo da rapaziada, corri na frente de ....lia turma, pulei uma cerca e encontrei... nada! Naquele quintal ili iirin tinha cavado um enorme buraco, que não se podia ver no i ' iiro. Mas no meio da queda senti que estava sendo levantada ilim'.spaço em que caía e carregada acima do buraco para a margem ilu imlro lado. Fiquei assombrada! Mal podia acreditar!” Voltou-se rapidamente para dar um aviso às amigas e notou |in não havia ninguém perto dela. Reconheceu, então, que tinha ilili) salva por um anjo. Para Kathryn, a noite que tinha começado com uma I miKadeira estudantil acabou fazendo-a sentir-se protegida e amada. i ni sentimento tão forte que ainda a acompanha nos dias de hoje, ili i .idas mais tarde. Candace Hanable — A Caminhonete Vermelha Candace Hanable, de Lancaster, Califórnia, é hoje uma ■1 1 11 ora casada e mãe, mas jamais se esquecerá do dia em que I n iva a sua caminhonete vermelha, quando tinha dezenove anos. Imli.l tração nas quatro rodas e era muito alta. Estava estacionada i ui um declive. Era difícil alcançar o alto da cabina. Quando foi ui m para a capota, ela se atrapalhou e começou a cair de costas ini i hão. Durante a queda, tudo parecia acontecer em câmara lenta, ili'vagar o bastante para ela saber que ia cair com a coluna no I Ii.k », A última cena que ela viu antes do impacto foram as pernas ii i Irente do rosto. Íí com assombro que Candace relata: “Quando pousei no ■Iia«», foram os pés que chegaram primeiro. Eu nem podia acreditar .P i.•eu caira em pé. Eu tinha visto os pés na frente do rosto. Um m|o deve ter me segurado. Não hávia possibilidade de eu pousar ili i |i ito que caí, justamente em pé e sem me machucar!” 39
  36. 36. Bette Fetters — O Poço A história de anjos que mais apreciamos talvez seja a do Bette Fetters, que mora atualmente em Ohio. Ela a contará com suas próprias palavras: “Fui uma criança adotada quando pequenina com a finalidade de trabalhar em uma fazenda. O casal que me adotou eram pessoas angustiadas e incapazes de amar e confortar porque estavam perdidas no seu próprio círculo de violência. “Em um dia, no início de setembro, quando eu tinha 12 anos, eles me deixaram na fazenda e foram fazer uma visita de algumas semanas aos parentes em um outro estado. Fiquei com a responsabilidade de cuidar do gado antes de pegar o ônibus da escola. Entretanto, em uma manhã, a bomba do estábulo não funcionou. “Resolvi agir como vira o casal fazer muitas vezes. Procurei um balde e uma corda para tirar a água do poço. Só encontrei um balde grande demais e uma corda bastante nova. Empurrei a tampa do poço, que ficava perto da bomba do estábulo. Segurei firme a corda e abaixei-a com muito cuidado tentando não molhar a corda. “Infelizmente, o nível da água estava tão baixo que não consegui controlar o balde. Quando ele bateu na água, começou a encher imediatamente, e o seu peso começou a me puxar para dentro do poço. Eu tinha idade bastante para saber que havia duas escolhas: soltar a corda e o balde ou ser arrastada para dentro daquela cisterna. De uma coisa eu tinha certeza. Meu pai adotivo matar-me-ia se eu perdesse a corda nova. Então eu decidi: era melhor cair no poço. Pelo menos eles saberiam que eu morrera dignamente. “Quando alcancei a boca do poço, ouvi uma voz bem audível que comandava: ‘Deite com o estômago para baixo.’ Lembro-me que pensei: Não posso me deitar, estou caindo no poço. Quando cheguei bem em cima do poço, ouvi outra vez a mesma voz audível, repetindo as mesmas palavras. Mas agora já era tarde demais. Eu estava caindo. Não havia tempo para pensar. Eu só esperava sentir a água gelada. A njos. Q uem sáo? Onde vivem? O que fazem? ....................................................................................... 40
  37. 37. A n/os Protetores: A parecem, A judam, Salvam, Guiam “Então, quando achei que já ia cair na água, braços invisíveis i|unharam-me, levaram-me para cima e deitaram-me de bruços HO tado do poço. Aturdida pelo que havia acontecido, olhei ao M'dor, imaginando quem tinha falado comigo, quem me salvara. “Não vendo ninguém, raciocinei: Deve ter sido Deus! Junto Mim aquele pensamento veio também uma sensação de calor que limiou conta de todo o meu ser e, naquele momento, compreendi >|iir eu era amada. Era uma revelação nova. Jamais a tinha experimentado antes, pois eu sempre me sentira mal-amada e iiiilesejada. “Embora nada mudasse no relacionamento com o çasal após 1 1 ncu retorno da viagem, agora eu sabia que o Deus, sobre o qual uma amiga tinha falado vagamente, era verdadeiro. Desde aquela H|)eriência, todas as vezes que tinha de me refugiar das zangas, n ialava com Ele e recebia conforto e direção. Somente muitos Hflos depois, eu ouvi falar em anjos protetores. Descobri, então, |iic um deles viera em meu socorro quando precisei. Ele salvou a minha vida.” Mais uma vez, encontramos o exemplo do encontro de ilrucm com um anjo que não só trouxe um livramento físico, • iino também conduziu ao conhecimento, seguro e transformador 11 vida, do amor e da graça de Deus. Anjos que Intervêm Os evangelhos relatam como um anjo do Senhor apareceu a |iné para mandá-lo fugir para o Egito com Maria e o menino |i m is , a fim de escapar da fúria assassina de Herodes. Seres angelicais têm aparecido em toda a história para evitar um li ii rminado desastre. Que eles ainda agem assim nos dias atuais lUlvce evidente pela seguinte história. Margaret Medford e os Cães Dobermanns A casa de Margaret não era muito longe do consultório de « m i dentista. Era uma distância de menos de dois quilômetros. Era .................................................................................................................................................................................................................................................................. 4 i
  38. 38. A njos. Q uem são? O nde vivem? O que fazem? um dia maravilhoso e ela resolveu ir a pé. O consultório ficava em um Shopping Center, em um cruzamento com várias avenidas. Quando Margaret chegou ao topo da colina, no final da parte residencial da rua ao lado do Shopping, dois dobermanns pularam do jardim de uma casa. Rosnando, cada um se pôs de cada lado de Margaret em posição de ataque. Margaret, sabendo que estava em perigo, permaneceu quieta e nada fez para não provocar o ataque dos animais. Eles continuaram avançando. Ela achou que seria derrubada e mordida a qualquer momento. Q tráfego da rua era pesado, mas carro após carro passava sem ninguém prestar atenção ao que estava acontecendo. Repentinamente, um jovem pulou de uma caminhonete, brilhando de nova. Com largas passadas atravessou o tráfego e assumiu o controle da situação. Com uma palavra e um gesto fez com que os cachorros, ganindo, entrassem para o seu jardim. 0 jovem então voltou-se e atravessou o tráfego em direção à caminhonete. Margaret ficou um tanto atordoada ao ver a autoridade do misterioso estranho e, notando que ele tinha parado para virar à esquerda em direção ao estacionamento, apressou-se para alcançá- lo. Queria pelo menos agradecer-lhe e, talvez, oferecer-lhe uma gorjeta. Ela o viu dando a volta, mas quando chegou ao lugar em que ambos deviam chegar ao mesmo tempo, não havia ninguém, nem sinal algum do motorista ou do carro. O jovem e a reluzente caminhonete tinham desaparecido sem deixar sinal.
  39. 39. 3 CapUtiLô 5_________ Anjos que Salvam Tratores, Caminhões e Automóveis ^ V jl o que parece, os anjos protetores não têm dificuldade W W alguma para salvar veículos modernos de desastres, tais ti uiio carros, caminhões ou até mesmo tratores utilizados em Ii/rudás, como veremos nas histórias seguintes, desde as mais «linplles até as mais dramáticas. Evelyn Yankle — Fora de Perigo Evelyn narra duas histórias, em que foi salva de sérias I I ui,seqüências: “Aos dezoito anos, eu trabalhava na cidade de Flint para a lli liigan Bell Telephone. Em uma sexta-feira, à hora do almoço, i il l.i atravessar uma rua movimentada. A luz estava verde, e dei o Iulmeiro' passo para iniciar a travessia. Nesse instante, senti que ll^uém me segurou com gentileza, mas com uma forte pressão no >iiil>ro. Naquele momento, um ônibus enorme que eu não tinha 43
  40. 40. Anjos. Q uem são? Onde vivem? 0 que fazem? visto, passou em disparada na minha frente, exatamente onde eill estaria se tivesse dado uma ou duas passadas adiante. Quandol olhei para trás a fim de agradecer a pessoa que me salvara, eill estava sozinha. “Em uma outra ocasião, há alguns anos, eu dirigia o meul carro. A luz ficou verde e engrenei a marcha. O carro, que estavii em perfeita ordem, teve uma parada repentina bem na hora em que uma jamanta de dezoito rodas ultrapassou o sinal vermelho e disparou pelo cruzamento! “Não estaria aqui hoje se um anjo não tivesse parado o carro,! Maravilhoso é o Senhor no cuidado que tem por nós.” Livre dos Perigos que Voam Durante o Dia Judith Rowsey, de Tampa, está convencida de que Deus designou alguns anjos protetores para o seu carro, porque el:l gosta de dirigir e precisa de sua proteção pelo fato de não enxerg;ii' bem. Ela se dá conta da presença dos seres angelicais quando está só ou em situação perigosa. Há alguns anos, Judith e sua filha do nove anos iam à cidade de Oklahoma, a uma distância de uns oito quilômetros, apanhar um novo par de óculos. Havia uma forte ventania e muitos caminhões com material de construção passavam pela estrada. Judith viu um caminhão-prancha carregado com tábuas do madeira compensada de 1,20 x 2,40m. Ela ia em direção ao Oeste, e o caminhão vinha em sentido contrário na outra pista. De súbito, um forte pé-de-vento arrancou três tábuas daquele grandd carregamento. As tábuas voaram em direção ao carro de Judith. A primeiraj dirigiu-se ao pára-brisa em um ângulo que ia quebrar o vidro a decapitar quem estivesse no banco da frente. A filha deu um grito, levantou os joelhos até o peito e instintivamente tentou proteger o rosto. Judith só teve tempo para orar: “Pai!” Aquela petição de uma única palavra foi uma oração de fé, invocando o nome do Deus a quem ela amava e em quem confiava. Nesse momento Judith viu um anjo na frente de seu carro, 44
  41. 41. An/os que Salvam I' d<( ia-se com um garoto comum, como qualquer um de sua i mli.inça, forte e bonito, apenas maior e musculoso. Olhou direto |miIMurj olhos da motorista com um sorriso brincalhão, quase como lui.i um ser humano ao dar uma piscadela. Houve uma iiinuligação instantânea entre o anjo e Judith, não em palavras, IIuihilo coração para coração. Aquele ser angelical levantou a mão t ..... toda a habilidade desviou a primeira tábua. Em seguida, Miili a prática de um jogador de basquete, que tenta impedir a imi,ida da bola na cesta, jogou a segunda para o acostamento. A Imii rira veio em direção à capota do carro. O anjo deu-lhe uma |iiiMi .Klinha. A tábua apenas encostou na lateral do veículo antes l‘ upar para o acostamento. I udith disse: — Você viu? —O quê? — perguntou a menina, ainda trêmula. — Aquele anjo. Você viu o anjo? líla respondeu: — Não. — Foi emocionante — continuou Judith. — Você viu as 1 1!ui,is de compensado voarem em nossa direção. Orei “Pai!” e ele iiiiindou um anjo. As Escrituras dizem: “Abençôo o meu povo i ii |uc: ele conhece o meu nome”. Conheço o seu nome e O usei. i h i pio seja o Senhor. Ele preservou as nossas vidas. Karen Martin — a Caminhonete Karen Martin mora em Austin, Texas. Aquele era um dia muito !t 11/,tle sua vida. Ela e o seu marido tinham comprado um caminhão III*) quilômetro e iam buscá-lo. Karen dirigia a caminhonete e o iiiiiii<lo, Don, estava ao seu lado quando pararam no sinal vermelho. l ii,i o horror dela, um carro enorme vinha da pista à direita de In iilij para a caminhonete, a quase oitenta quilômetros por hora! iHi havia jeito dos Martins desviarem. Karen recorda: “A motorista >i Ireou quando faltavam uns três metros para a batida!” Um segundo antes do impacto, Karen viu algo de estranho. Alguém”, envolto em luz branca, estava em pé na frente de sua 45
  42. 42. A n/os. Q uem são? Onde vivem? O que fazem? caminhonete. A silhueta branca diluiu-se na hora em que os dois veículos se chocaram. Embora a colisão tivesse sido de frente e tudo indicasse qiK' ambos os carros seriam destruídos, não houve dano sério em nenhum deles, pois a caminhonete dos Martins precisou apenas de um novo pára-choque! Karen declara: “A única coisa que explica esse acontecimento é a presença de um anjo protetor!” SamJohnston — Parou na Hora Houve uma época em que a firma em que trabalhava o pai de SamJohnston teve de transferi-lo de uma parte do país para outra. A família colocou a mudança em um trailer, que foi preso ao carro. A mãe de Sam dirigiu o carro na primeira parte da viagem. Ela o conduzia mais rapidamente do que devia e foi abordada por um guarda que a fez parar no acostamento e advertiu-;i bondosamente a dirigir mais devagar. Os pais de Sam trocaram de lugar. Talvez um minuto depois de recomeçarem a viagem, um pneu desprendeu-se do carro! 0 automóvel ainda estava em baixa velocidade, de modo que o pai de Sam conseguiu parar o veículo e o trailer em um lugar seguro, A família ficou estupefata. O que teria acontecido se ainda estivessem rodando a mais de 100 quilômetros por hora? Todos olharam imediatamente para trás para agradecer ao guarda, mas já não estava lá. Também não se encontrava na estrada, e ele não poderia tê-la atravessado. Simplesmente desapareceu. Charles Ward — Dirigindo à Noite O irmão de Vesta Ward é um mensageiro especializad uma companhia telefônica. Eles narram a seguinte história: Vesta: “Meu irmão, Charles, dirige um caminhão à noite,] levando correspondência e suprimento para escritórios centrais o locais de construção, em Illinois, em um raio de 320 quilômetros quadrados. Ele tem prazer em dirigir à noite, pois isso lhe dá 46
  43. 43. A njos que Salvam oportunidade de orar e pensar. Geralmente acordo durante a iiudrugada e oro pela sua segurança porque o trajeto é uma estrada i n|líeita, cheia de curvas, com declives perigosos nos lados.” Charles: “Em uma noite de 1989 eu dirigia o caminhão da i mnpanhia em que trabalho ao longo da rodovia 127. Sentia-me ■iilolento, o que não costuma me acontecer. Em voz alta disse a iiilin mesmo que tinha de ‘ficar acordado’. A próxima sensação |ii<* eu tive, entretanto, foi um decidido, embora gentil, toque na 1 1 1 1 liga, despertando-me. “Acordei e vi que estava à beira de um declive, próximo de mu paredão de pedra. Já era tarde demais para fazer alguma coisa. i )n pneus da frente já estavam em cima do meio-fio, prestes a me BITcraessar. “Em um momento, repentinamente, eu soube com absoluta nrmirança o que deveria fazer. Com toda a calma virei o volante mn pouquinho para a esquerda. Pronto! O caminhão estava de toila, em terreno firme, e parou. Estava salvo! “Um sentimento de alívio, agradecimento e assombro iniiidou-me. Quem me tocara? Como eu soubera exatamente a mmeira de salvar o caminhão que já estava condenado a cair? “No meu coração eu sabia a resposta. Mesmo assim, procurei ni cabina se havia alguma coisa que pudesse ter me tocado e despertado. “Não havia nada. Nada visível, diria eu. Mas eu sei agora, •mn toda a certeza do meu coração, que alguém, dirige comigo à imite e sou-lhe muitíssimo grato.” im Wynter Rowe — Anjos no Inverno Em janeiro de 1990, uma garota de quatorze anos, Wynter Mowe, insistiu para ir com a mãe, Linda, pegar mantimentos a lu.ise 50 quilômetros de distância. Linda preveniu Wynter que ■ui uma rápida entrada e saída por causa do mau tempo naquela i•1 1 u•de Oregon. Já de volta com os mantimentos, às 17:30, nuvens de neve já iiiiliam escurecido o céu. Pela previsão do tempo, esperava-se 47
  44. 44. A n/os. Q uem são? Onde vivem? O que fazem? geada e neve. O rádio informou que já havia uma fina camada de gelo nas estradas, impossível de ser vista. Linda dirigia o carro dentro do permitido limite de velocidade. — A estrada parece seca — disse ela. — Espero atravessar o morro Blackwell antes da geada e da neve. Este trecho da estrada era famoso por ser traiçoeiro quando coberto de gelo. Como era de seu hábito, mãe e filha cantavam para passar o tempo: “Ama o Senhor teu Deus de todo o teu coração, toda a tua alma e todo o teu entendimento. Ama o próximo como a ti mesmo...” Faltavam apenas alguns metros para chegar ao morro Blackwell e já estavam na terceira estrofe do hino, quando, conforme narrado por Wynter: “Senti-me como se não mais tivesse um assento debaixo de mim. Vi Mamãe arquejar surpreendida enquanto o carro derrapava loucamente para a esquerda. Ela deixou de acelerar e deu uma leve batida no freio, soltou-o, e segurou-o novamente. As rodas não conseguiam fixar-se e a parte traseira do carro ia para a direção oposta.” — Não consigo — gritou Linda. — Segure-se. “Ó D ajuda-nos!” Fora de controle, o carro executou dois perfeitos círculos antes de escorregar de costas para a pista da direita totalmente desgovernado. Wynter continua: “Comecei a perder a consciência mas, no último momento olhei para cima, diretamente nos olhos de um anjo sentado, suspenso no alto. Voltei-me e olhei para mamãe, que tentava desesperadamente controlar o carro e vi outro ser angelical cobrindo as mãos de minha mãe. “Via os lábios de minha mãe movendo-se em oração silenciosa e orei também. Enquanto isso o carro era jogado de uma pista para outra, quase batendo em um veículo para logo a seguir ser jogado na frente de outro, e também deixando de chocar- se neste por pouco. Nosso carro foi de frente para a mureta do lado direito, oscilou um pouco e depois deu duas voltas em direção 4* .......................................................................................
  45. 45. A n/os que Salvam I pista contrária da estrada.” Wynter, ao ver os olhos de sua mãe abrirem-se com horror, <<11lou na mesma direção. I “Foi terrível!”, diz ela. “Vi a grade de proteção na frente do i lino em alta velocidade a pouco mais de um metro de distância. M' uolhar suplicante dirigiu-se ao anjo que estava acima de mim, e rnti que ele silenciosamente mandava que eu clamasse por socorro, h>! o que fiz: ‘Jesus! Ajuda-nos, por favor!’ A menina ouviu sua mãe dizer: — É agora! EWynter fechou os olhos com força esperando pelo impacto. Mas não houve impacto. “Tive consciência de um silêncio eterno. Não havia barulho >lr ferros esmagados, nem de batida ou de golpes violentos. Não • iili cacos de vidro entrando em mim. Nenhuma dor! Será que ' I.iva no céu? Com a mente confusa, abri um olho e vi que i.ivamos estacionadas em segurança fora da estrada, ao lado da mi . ide de proteção. O motor encontrava-se desligado e parecia ■1 1 1 ■•o carro estava perfeito.” Quando a polícia chegou mãe e filha já estavam calmas, e o mix) perfeito. O resto da viagem foi feito com segurança sobre a mi ve que finalmente começara a cair. Já em casa, tomando um g(>Ntoso chocolate bem quente, as duas puderam comparar com ilma as suas impressões. — Você sabe — contou Linda a Wynter — quando o carro ■>iva em direção à grade de proteção, tudo o que pude fazer foi HgUrar o volante com toda a firmeza. Parece que eu sabia ser da ' imH:ide de Deus aquela minha atitude. No último momento antes II batida, pedi ao Todo-poderoso que me levasse e a poupasse, muiiha querida. Não queria que você sofresse. Tinha feito tudo o i|ii<! podia e sentia que chegara o fim de minha existência terrena. 11 ii então que ouvi você fazer a sua simples oração. — Naquela hora do seu grito — disse Wynter — Deus liiuStrou-me seis anjos gigantescos com as mãos entrelaçadas, UiH|ueando a grade de proteção. Eles desviaram o nosso carro. Linda também tinha visto os dois anjos dentro do carro, os 49
  46. 46. mesmos contemplados por Wynter. Com assombro, ela explicou: “O anjo que estava ao meu lado estacionou o carro, desligou-o e puxou o freio, enquanto o outro a protegeu, minha filha.” Até hoje, as duas não esqueceram um detalhe sequer daquela viagem, nem tampouco os seis anjos, todos em fila. Ou, melhor, seres celestiais, todos para duas pessoas. David Lee e o Trator Há dois anos, David preparava o terreno para aumentar a horta próxima de sua casa, na parte rural da Geórgia. Tanto ele como Tina, sua esposa, sentiam prazer em empregar o seu tempo em horticultura. Durante o ano inteiro, comiam o produto de sua lavoura: ervilha, feijão-manteiga, tomate, batata e muito mais. Naquele dia, enquanto David dirigia o trator, Tina entrou para atender o telefone, que fica ao lado da janela de onde ela via o marido trabalhando e o filhinho de dois anos, Joshua, que brincava perto da casa. Ao pegar o telefone, olhou naturalmente para fora e ficou horrorizada, pois viu David no chão e o trator quase em cima dele. — Joshua, não saia daí! — gritou para o filho e correu tentar salvar o marido. Quando Tina chegou, viu que um pneu do trator prendia David pelo bico de sua bota de trabalho. A chave de ignição não estava inteiramente ligada, o que provocou a parada daquele enorme motor. Ela subiu e desligou-o completamente e depois ajudou o marido a levantar-se. Em seguida os dois juntos conseguiram fazer funcioná-lo. O maior dano foi um tornozelo torcido. Comentando o acidente, David afirmou que não conseguia entender o que acontecera. Lembrava-se do tratorvindo diretamente em sua direção. Depois afastando-se dele como se alguém o tivesse empurrado para o lado. Também não tinha idéia do porquê e como o motor tinha afogado. Ele esperava perder a sua perna, ou talvez a própria vida. Nessa hora, o pequeno Joshua veio correndo ao encontro dos pais. A n/os. Q uem são? O nde vivem? O que fazem? ........................................................................................... 50
  47. 47. A njos quc Salvam — Você viu o homem, papai? — perguntou Joshua. — Quem? — perguntou David. — Aquele homem — disse o garotinho, que ainda estava com i*nolhos esbugalhados. — Ele era tão alto como as árvores! Ele mexeu no trator que vinha na direção do papai, e depois mexeu na chave. Tina e David não tinham visto, mas ambos sabiam que da IK>ca daquela criança viera a única explicação do que acontecera. "Sempre acreditei em anjos e já fui assistida por eles”, disse Tina. Porém o que aconteceu com o trator solidificou a minha certeza •l<•que eles nos protegem.” Fogo! O livro de Daniel relata a dramática narrativa dos três jovens luileus: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego — que se recusaram a Hilorar a estátua de ouro. Quando o rei Nabucodonosor ameaçou |i’Kíí-los na fornalha ardente, eles responderam calmamente: “Se l' Hinos lançados na fornalha ardente, o nosso Deus, a quem nós »avimos, poderá livrar-nos dela, e Ele nos livrará da tua mão, ó 1 1 í, Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, ui in adoraremos a estátua de ouro que levantaste”. Essa resposta enfureceu Nabucodonosor de tal maneira que nundou amarrar os três jovens. Ordenou que a fornalha fosse Hi|itecida sete vezes mais do que se costumava. A Bíblia narra que 0 calor era tão intenso que uma labareda matou os soldados que 1inçaram os três judeus atados dentro do fogo. De acordo com Daniel, capítulo 3, ao serem aqueles jovens [©gados dentro da fornalha, “o rei Nabucodonosor levantou-se I'pressa e disse aos seus conselheiros: Não lançamos nós três Imiinens atados dentro do fogo? Responderam ao rei: É verdade, ó lei. Disse ele: Eu, porém, vejo quatro homens soltos, que andam passeando dentro do fogo, sem nenhum dano, e o aspecto do •plarto é semelhante ao filho dos deuses”. Então o rei mandou que os três homens fossem retirados da I miuilha. Saíram incólumes: suas roupas não foram chamuscadas • nem havia neles cheiro de fumaça. 51
  48. 48. “Então Nabucodonosor disse: Bendito seja o Deus dal Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que enviou o seu anjo e livrou os seus servos!” O rei decretou que o Deus daqueles três jovens respeitado e concedeu-lhes posição de destaque no reino. Conforme as narrativas que virão a seguir, é claro que Deus ainda usa os anjos nos dias atuais, talvez de maneira um pouco menos dramática. Paula Ratcliff — Cobertor Elétrico Paula Ratcliff e o marido moram no estado de Washington,, Ela conta a seguinte história: “Há quatro anos, a avó de meu marido deu-nos um cobertor elétrico que ela já não usava. Entusiasmados com o presente, nós o ligamos quando fomos dormir. “Durante a noite ouvi alguém chamar o meu nome suavemente, e repeti-lo inúmeras vezes. Quando finalmente acordei, vi uma vaporosa figura branca, como se estivesse coberta por um véu, em pé ao lado da cama. Sentei-me e contemplei faíscas que saíam do cobertor. Era um curto-circuito em sua parte elétrica e estava prestes a pegar fogo! “Acordei meu marido. Ele sentou-se na cama e ambos vimos um anjo passar próximo de nossos pés e em seguida desaparecer, A lembrança daquele ser celestial que nos visitou permanece real e nítida em nossas mentes nos dias de hoje, exatamente como o vimos naquela memorável noite.” Roy K. Hendricks — o Aquecedor a Óleo Roy Hendricks comprou um novo aquecedor a óleo em outubro de 1984, contente por ter-se prevenido para o inverno, j De fato, funcionou perfeitamente e conservou o seu trailer quando o frio chegou. Como na noite de 23 de dezembro daquele ano a temperatura chegou a 10 graus centígrados abaixo de zero, Roy decidiu deixar A njos. Q uem são? Onde vivem? O que fazem? .......................................................................................| 52
  49. 49. A n/os que Salvam ii K|uecedor ligado durante a noite toda, como já tinha feito inúmeras vezes. Mais ou menos às 3 horas da manhã, ele dormia com o rosto Viili.iclo para a parede, quando ouviu o seu nome, Roy, três vezes. ! Ir disse: — Que você quer? — e rolou para o outro lado. A primeira "usa que viu foram chamas que alcançavam o forro e algo que |Mincia o contorno de uma pessoa entre ele e as labaredas. Levantou-se, agarrou o tanque de combustível que estava ali I» rio e jogou-o para o páteo, longe do fogo. Em seguida correu até ii m li vizinho para chamar os bombeiros. Quando voltou para o ii liltt,havia uma densa fumaça, mas nenhum sinal de fogo. Quando luilo ficou calmo e seu alojamento arejado, ele voltou a dormir. Roy relata que, na manhã seguinte, não havia manchas pretas CU) Torro, apesar de ter ele visto com os seus próprios olhos lil*íU'édas de mais de dois metros de altura. Quando contou às |MNoas que ouviu a voz, contemplou uma figura entre ele e as Iunias, alguns acharam que estava maluco. Mas, então ele lhes llli islrou o que podia parecer um estranho lembrete do amor de I*' um: o seu aquecedor a óleo, queimado, deformado e preto. Lorraine Buckles e a Bateria do Carro Lorraine Buckles mora na Flórida. Ela nos conta esta história: “Há trinta anos, eu era uma das telefonistas da Companhia li IcTônica de Daytona Beach, lia Flórida. Trabalhava no setor ii iliTiirbano. Na época o meu turno era das 2:30 da tarde às 10:30 da • Hili(•,mas naquele dia larguei o trabalho às 10:00. Meu carro, que era ' IIlo e com problema na bateria, estava estacionado em frente ao ii ii ii trabalho. Alguém me havia dito que, se eu sempre colocasse nmu nela, continuaria funcionando e eu não precisaria comprar uma uiiv.i. Gostei da idéia, pois não dispunha de muito dinheiro.” Era uma noite quente e calma. Infelizmente, o carro de liiiialne não deu sinal de partida. Ela saiu do veículo, levantou o 11 '<>e removeu as tampas da bateria. Acendeu um fósforo e -I' limçou-se para olhar dentro dos compartimentos de água. 53
  50. 50. A n/os. Q uem säo? Onde vivem? O quefazem? No momento em que se debruçou, um jato de ar apagou o fósforo. Surpreendida, pois não havia vento, ela olhou para os arbustos e árvores que estavam por perto. Nada se movia. Além do mais, ela tinha certeza de que não tinha sido uma ventania, Parecia que tinham assoprado por cima do seu ombro. Perplexa, ela puxou um segundo fósforo mas, quando foi acendê-lo, ouviu uma voz de comando: — Não. Ela atendeu à mensagem e não acendeu o fósforo. Loraine termina: “Quando finalmente levei o carro para o mecânico e relatei o que tinha feito, ele me explicou que era uma prática perigosa porque baterias abertas, se pegarem fogo, podem explodir. Creio que um anjo me salvou. Quem mais poderia ter sido?" Paula Stewart Paula Stewart também ouviu a voz de um anjo. Em 1975 Paula mudou-se para Salem, Oregon, e conseguiu ótima acomodação, juntamente com uma companheira de quarto chamada Virgínia. Elas supervisionavam um internato de garota« adolescentes e trabalhavam juntas no turno das 3:00 da tarde a meia-noite. No dia 8 de janeiro, elas terminaram o seu expediente e, depois de se certificarem de que todas as meninas estavam dormindo, foram para casa. Como era aniversário de Virgínia, resolveram saborear alguns petiscos em frente à lareira. Depois de? terem comido (a lareira já apagada), as duas moças começaram a sentir-se tontas e meio desnorteadas. Daí a pouco elas não conseguiam pensar com clareza e a situação tornou-se crítica, Virgínia, deitada no chão, disse à Paula que não conseguia mover- se e começava a perder a consciência. Paula percebeu que ela também estava a ponto de desmaiar, Que esquisito! pensou. Que será isso? Será que a comida nosfex mal?Ao ver Virgínia quase desmaiada, Paula fez de tudo para não entrar em pânico. Incapaz de se levantar do chão e muito assustada, começou a orar. Foi, então, que ela ouviu uma voz alta e bem clara: 54
  51. 51. A njos que Salvam — Ande até lá fora. Respire o ar fresco. A mensagem foi-lhe repetida três vezes. Para sua surpresa, 1 , 1 íicntiu que estava sendo arrastada por uma mão invisível. Ao retirar-se daquele recinto, sofreu um novo colapso, mas ■ >1 1 ígem logo passou e começou a sentir-se mais lúcida. Lembrou- i >H1 « tinha de trazer sua colega para fora e, logo que conseguiu Ui li <mpé, entrou novamente. Virgínia estava tonta mas acordada, r mia foi capaz de retirá-la. As duas sentaram-se na neve até que i oii tile voltasse a funcionar normalmente. Chamaram a irmã de Vli|/,lnia, que veio e levou-as à emergência do hospital local. Quando elas descreveram o que acontecera, os médicos l i' iminaram a causa com precisão. A lenha, que usaramna lareira, .... queimara completamente. Quando fecharam o registro da Ihimlné, a madeira produziu monóxido de carbono, que passou i i In iilar no sistema de aquecimento da casa. Pela respiração, lt )•,as letal passou para o sangue, que durou vários meses a fim l> -ri eliminado totalmente. Paula conclui, sem hesitação, que, se não fosse a voz daquela |l|tNença invisível, ela não estaria viva. “Sim”, diz ela, “definitiva- Mi>ui' creio em anjos!” () Incêndio: Misty e Boots; Baby Baby <•Little Bits Deus preocupa-se com os animais! O próprio Jesus disse |iie uenhum pardal cai na terra sem o consentimento do Pai t ,iial. A próxima história confirma essa declaração. Maureen Broadbent e seu marido moravam na região rural i|i ( inona, ao sul da Califórnia. Em um certo dia, ele, ao voltar I tíi i ompras, encontrou a sua casa em chamas. Os bombeiros já i riHontravam lá, e, sem poder agir, apenas observavam o ■ í| ]'C S S o das labaredas. — Não podemos nos aproximar — explicou o chefe. — pivcc que há fogos de artifício explodindo dentro da casa. Maureen lembrou que os estouros vinham das espingardas |M> o marido possuía para espantar os coiotes. Com o calor elas 55
  52. 52. A n/os. Q uem são? O nde vivem? O que fazem? estavam disparando. Maureen ouviu latidos e compreendeu que os dois cachorros — Misty e Boots — , os dois gatos — Baby Baby e Little Bits — , o ainda o cachorro do vizinho tinham escapado pela portinhola dos cães para o quintal. Também por causa dos coiotes, pois aquela parte do sul da Califórnia ainda era selvagem, o quintal era rodeado por uma cerca de elos de corrente de 2,40m de altura com arame farpado enrolado no topo. Maureen dirigiu-se ao portão para soltar os animais, mas o bombeiro segurou-a e apontou para o alto di cerca. O fogo tinha derrubado os fios que estavam no alto. — Não sabemos se são fios de telefone ou elétricos. Se fo elétricos, a cerca está toda eletrificada. Ninguém pode tocá-la. Maufeen estava angustiada por ter perdido sua casa e tudo o que possuía, mas ainda era pior pensar que o fogo que sa espalhava rapidamente ia matar seus animais de estimação, presos no quintal. Ela rodeou a cerca e falou com os cachorros e com os gatos. Estavam assustados, mas confiantes, suplicando silenciosamente que ela os ajudasse a escapar daquele calor infernal Não parecia haver esperança. Maureen deixou-se cair no chão, chorando, e orou: “Ó Deus, como posso tirar os animais daqui? Tenho medo de pôr a mão na cerca...” Nesse momento viu a figura de um homem, que vinha correndo pelo matagal inóspito que rodeava a casa, além da cerca Embora a floresta fosse densa, cheia de galhos e pontas, e chegasse até a cintura de uma pessoa, o homem estava sem camisa e corria com facilidade. Maureen conhecia todas as pessoas que moravam naquela área, mas nunca tinha visto aquele jovem. Quando ele sd aproximou, viu que tinha mais ou menos l,80m de altura, cabelo» louros e olhos azuis. Ele correra em grande velocidade sem esforço e, quando saiu da mata cheia de espinhos, Maureen notou que estava descalço! Sem dizer uma palavra sequer, foi até a cerca, agarrou-a e, com toda a facilidade,puxou-a de baixopara cima até que houvesse uma abertura suficientemente grande para os gatos, o pastor escocês, o cachorro do vizinho e até o pastor alemão passarem, 56
  53. 53. A njos que Salvam On animais escaparam e rodearam Maureen sentada no chão. Ela liii coberta de lambidas e beijos molhados no meio de uma alegre ■imíraternização. Quando Maureen levantou os olhos para agradecer ao misterioso estranho, ela não o encontrou. De onde estava, ela !>ikliaver quilômetros em todas as direções e, além dos bombeiros, li,lo havia pessoa alguma perto da casa ou andando em qualquer ■eção. Os Broadbents acrescentam que ninguém, por maior ou mais hiiic que fosse, pôde mover a cerca para baixo, de onde ela tinha hlo levantada com tanta facilidade. Atualmente moram no Texas, onde Maureen afirma que agora l,i está consciente do amor de Deus e da proteção diária de seus m|os. A Campainha Misteriosa Era um dia normal de agosto para a família de Bill e Mary win Wittlieff, na parte sudoeste de Michigan. O filho mais velho tiva no trabalho, mas os outros três, ainda na escola primária, uii ontravam-se na sala-de-estar com o primo que tinha vindo mia-los. Alegres, jogavam videogame. Bill estava na cozinha. A i miplinha tocou na porta dos fundos. Os Wittlieffs moram no hiiiipo, onde não é comum receber visitas. Brent, o mais velho §0* três filhos pequenos, abriu a porta mas não havia ninguém. Quando acabou de fechar a porta, tocou a campainha da 1 « iila da frente. Do lugar em que estava na cozinha, Bill podia ver i ' norme janela panorâmica da frente da casa e notou que não liiivia ninguém. De fato, não existia nenhuma pessoa ao redor da ii. — Que há de errado com a campainha? — perguntou Bill a i I>l'óprio em voz alta. — Brent, toque a campainha de trás. Brent abriu a porta de trás e empurrou a campainha. Desta Vi'/, ilão saiu som algum. — Eu vou descer e ver o transformador — disse Bill. Tudo parecia normal enquanto ele descia a escada. I ............................................................................. 57
  54. 54. A n/os. Q uem sAo? Onde vivem? O que fazem? Mas, ao abrir a porta, o porão inteiro estava em chama.sl Imediatamente pôs as crianças fora de casa e chamou os bombeiros, Logo após, o chão da sala de estar onde as crianças estiveram antes desmoronou em chamas. Os Wittlieffs perderam tudo que estava na casa. Será que o fogo derreteu os fios elétricos, causando um curto-circuito que fe/ com que a campainha tocasse? Se foi isso, foi uma coincidência., ou foi um aviso de Deus? Mary Ann, porém, acha que os anjos tocaram as campainha', para avisar a família do incêndio que começou onde ninguém podia sentir o cheiro da fumaça.
  55. 55. A njos. Q uem são? Onde vivem? O que fazem? estabeleceu também as leis da natureza, as quais incluem gravidade, velocidade e movimento, para o nosso próprio bem. O Todo- poderoso pode passar por cima de suas próprias leis, mas isso acontece raramente e somente por razões divinas. Procuramos, mas não conseguimos achar a razão pela qual Deus permite que os seus anjos às vezes intervenham e outras não. A proteção angelical pode vir a um cristão vigoroso que vive uma existência nos moldes divinos. Algumas pessoas não eram evangélicas quando foram alcançadas pelo ministério dos anjo,s, Com muita freqüência essa experiência leva-o a ter fé em Deus, mas em algumas ocasiões isso não acontece. A Bíblia ensina que o Todo-poderoso manda a chuva igualmente para os justos e oh injustos. Ele não é obrigado a nos explicar a razão pela qual decida enviar suas hostes angelicais para socorrer uma pessoa e não atender outra. Ou salvar em uma circunstância e ignorar em outra. Este é um capítulo curto. Seus autores não têm sabedoria suficiente para explicar o problema da dor e do mal existente na Terra. Apenas sabemos que o anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem (Salmo 34:7). Entendemos também que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus (Romanos 8:28). O livro de Jó ensina que, quando há dor e sofrimen nosso físico, pode estar acontecendo algo no reino espiritual, alguma coisa que jamais conheceremos. É provável que, ao nos defrontarmos com os problemas, a dor e o sofrimento, os bondosos anjos estejam em atividade que não podemos observar. Eles podem estar presentes e ativos e diminuindo a extensão de um acidente, Em outro capítulo explicaremos como os anjos dão-nos forças e amparam-nos em tempos difíceis. No Jardim do Getsêmani um deles confortou Jesus. Ele não O salvou da agonia da cruz, mas o| seu ministério foi parte da provisão bondosa do Pai Celestial paia ajudar seu Filho Unigénito a suportar o sofrimento que enfrentava, I Os seres angelicais podem estar nos ajudando a tornar-nos mais parecidos com Cristo nos tempos da adversidade. Em um programa de televisão, uma senhora perguntou ,i Joan Webster Anderson, autora do livro Onde os Anjos Andam? I
  56. 56. Onde Estavam os A njos Protetores? — Onde estavam os anjos protetores quando minha filha foi ' l.iqueada até morrer? Joan respondeu: — Eu creio que estavam próximos dela, tirando-lhe a dor, ■l<|>ois do primeiro ferimento. — É realmente possível! Katherine Lippy escreveu-nos de Hagerstown, Maryland: “Meu amiguinho Jason, de apenas nove anos de idade, foi tii<»pelado por um carro, que o matou. Sua mãe e eu somos grandes imigas. Na última primavera, eu estava pintando um anjo de >(.plica. Repentinamente, Jason veio-me à mente e pensei em Vi1 / alta; ‘Senhor, onde estavam os anjos protetores, pois não niilvaram Jason da morte naquele dia?’ (Como se Ele tivesse "I'ligação de me dizer!!!) “A minha pergunta recebeu uma rápida resposta quando eu •i ()uvi dizer: — Trazendo Jason para mim. “Certamente, eu jamais podia imaginar que os anjos levaram lilHon para o Pai Celeste, no momento em que o carro bateu nele. i lt nem mesmo sentiu dor. Foi estar com Jesus. Louvado seja i»' i is, pois os anjos estão sempre presentes em nossas vidas.” 61

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