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Avaliação física

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Avaliação física em academia e treinamento personalizado

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Avaliação física

  1. 1. AVALIAÇÃO FÍSICA EM ACADEMIA E TREINAMENTO PERSONALIZADO O PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA DEVE ESTAR CAPACITADO PARA AVALIAR, PRESCREVER E CONTROLAR A ATIVIDADE FÍSICA, RESPEITANDO AS INDIVIDUALIDADES E NECESSIDADES DOS ALUNOS.
  2. 2. O PROCESSO DE OBTENÇÃO E INTERPRETAÇÃO DE DADOS ATRAVÉS DE ENTREVISTAS, TESTES E OBSERVAÇÃO NÃOEXISTEPRESCRIÇÃO SEMAVALIAÇÃO AVALIAÇÃO FÍSICA EM ACADEMIA E TREINAMENTO PERSONALIZADO
  3. 3. O QUE NÃO PODE SER MEDIDO, NÃO PODE SER GERENCIADO (W. E.DEMING). AVALIAÇÃO FÍSICA EM ACADEMIA E TREINAMENTO PERSONALIZADO NEMTUDO OQUEPODESERMEDIDOCONTA,E NEM TUDOOQUECONTAPODESERMEDIDO(ALBERT EINSTEIN).
  4. 4. QUAISOSTIPOSDEAVALIAÇÃOQUE PRECISAMOSPARAPRESCREVER A ATIVIDADEFÍSICACOM EFICÁCIAE SEGURANÇA?
  5. 5. AVALIAÇÃO FÍSICA EM ACADEMIA E TREINAMENTO PERSONALIZADO Avaliação o Médica Avaliação Nutricional Avaliação Funcional Avaliação Física
  6. 6. AVALIAÇÃO FÍSICA EM ACADEMIA E TREINAMENTO PERSONALIZADO AVALIAÇÃO MÉDICA 1. ELETROCARDIOGRAMA 2. ERGOESPIROMÉTRICO 3. EXAMES DE IMAGEM 4. HEMOGRAMA COMPLETO 5. ANALISE ORTOPÉDICA AVALIAÇÃO NUTRICIONAL 1. RECORDATÓRIO ALIMENTAR 2. ORGANIZAÇÃO DE ERGOGÊNICOS
  7. 7. AVALIAÇÃO FÍSICA EM ACADEMIA E TREINAMENTO PERSONALIZADO AVALIAÇÃO FUNCIONAL 1. FUNCTIONAL MOVEMENT SYSTEMS 2. ANALISE DE MOVIMENTO 3D 3. TESTE DE PROVAS & FUNÇÕES AVALIAÇÃO FÍSICA 1. ANAMNESE 2. VARIÁVEIS ANTROPOMÉTRICAS 3. COMPOSIÇÃO CORPORAL 4. VARIÁVEIS NEUROMUSCULARES 5. VARIÁVEIS METABÓLICAS 6. AVALIAÇÃO POSTURAL
  8. 8. 1. PARAVERIFICARACONDIÇÃOINICIALDOALUNO,ATLETAOUCLIENTE; 2. PARAOBTERDADOSPARAAELABORAÇÃOADEQUADADASATIVIDADESFÍSICAS; 3. PARAINCLUIR,EXCLUIREINDICARUMEXERCÍCIOFÍSICO; 4. PARAPROGRAMAR(PERIODIZAR)OTREINAMENTO. POR QUE FAZER A AVALIAÇÃO FÍSICA?
  9. 9. 1. AVALIAROESTADODOINDIVÍDUO AOINICIARAPROGRAMAÇÃO; 2. DETECTARDEFICIÊNCIA(S), PERMITINDO UMAORIENTAÇÃOPARASUPERÁ-LA(S); 3. AJUDARAESCOLHERATIVIDADESQUE IRÃOMOTIVÁ-LO; 4. AJUDARAESCOLHERATIVIDADESQUE IRÃODESENVOLVER SUASAPTIDÕES; 5. IMPEDIR QUEOSEXERCÍCIOSFÍSICOSTORNEM-SEUMFATORDEAGRESSÃO; 6. ACOMPANHAROPROGRESSO DOINDIVÍDUO (PERIODIZAÇÃO). OBJETIVOS DA AVALIAÇÃO FÍSICA
  10. 10. 1. NOINÍCIODEQUALQUERPROGRAMADEEXERCÍCIOFÍSICO; 2. NODECORRERDOPERÍODODETREINAMENTO; 3. AOFINALDEUMCICLOOUQUANDOFORNECESSÁRIOREFORMULÁ-LO. QUANDO DEVEMOS FAZERA AVALIAÇÃO FÍSICA?
  11. 11. 1. FREQÜÊNCIADETREINAMENTO; 2. OBJETIVOSDOTREINAMENTO; 3. IDADEDOINDIVÍDUO; 4. GRAUDECONDICIONAMENTOINICIAL; 5. APROXIMADAMENTE90DIAS. QUANDO DEVEMOS FAZERA REAVALIAÇÃO FÍSICA?
  12. 12. QUESTIONÁRIOS
  13. 13. QUESTIONÁRIOS 1. ANAMNESE ( DO GREGO ANA = TRAZER DE NOVO E MNESIS = MEMÓRIA) 2. PHYSICAL ACTIVITY READINESS QUESTIONNAIRE (PARQ) 3. INTERNATIONAL PHYSICAL ACTIVITY QUESTIONNAIRE (IPAQ)
  14. 14. OBJETIVOS DESEJADOS • ALÍVIODO ESTRESSE • PROFILÁTICO (LESÕES OU DOENÇAS) • TERAPÊUTICO(MELHORA DA POSTURA) • RECREACIONAL (COMPLEMENTO) QUALIDADE DE VIDA • REDUÇÃO DO PERCENTUALDE GORDURA • AUMENTODE MASSA MAGRA ESTÉTICA CORPORAL • "STATE OF THEART"DAS CAPACIDADES FÍSICAS (RESISTÊNCIA, FORÇA, VELOCIDADE, AGILIDADE, EQUILÍBRIO, FLEXIBILIDADE E COORDENAÇÃO MOTORA). ALTO RENDIMENTO
  15. 15. OBJETIVOS ESTÉTICOS REDUÇÃO DE GORDURA HIPERTROFIA OBJETIVOS DESEJADOS
  16. 16. REDUÇÃODE GORDURA GASTO CALÓRICO DIETA HIPOCALÓRICA OBJETIVOS DESEJADOS
  17. 17. HIPERTROFIA MODULAÇÃO DO ESTÍMULO DIETA HIPERCALÓRICA OBJETIVOS DESEJADOS
  18. 18. DISPONIBILIDADEPARA TREINAMENTO QUANDO • CARNAVAL • FÉRIAS • CASAMENTO DIAS • 01 A 02 • 03A 04 • 05 A 06 HORAS • 60’ • 90’ • 120’
  19. 19. QUANTO TEMPOSE LEVA PARA REDUZIR 01QUILODE GORDURA CORPORAL?
  20. 20. Segundo McArdle et al (1996, p 596), cada sessão de exercícios deve queimar pelo menos 300 calorias. Isso pode ser conseguido com 30 minutos de corrida, natação e ciclismo de moderado a vigoroso,ouentãocomumacaminhadadepelomenos60minutos. Segundo Powers & Howley (2000, p 290), a combinação entre a duração e a intensidade deve acarretarumgastode200a300caloriasporsessão. DISPONIBILIDADEPARA TREINAMENTO
  21. 21. 01QUILO=9000calorias 9000calorias ÷300calorias 30dias DISPONIBILIDADEPARA TREINAMENTO
  22. 22. QUANTOS DIAS VOCÊ TERÁ PARA SE DEDICAR?
  23. 23. Segundo McArdle et al (1996, p 594), quando o exercício é usado para redução ponderal, devem ser levados em consideração diversos fatores (tipo, regularidade, intensidade e duração), mas o principaldelesREGULARIDADE. Segundo Powers & Howley (2000, p 290), as melhoras da função cardiorrespiratória aumentam comafreqüênciamínimadeduassessõessemanais,porémaintensidadeprecisasermaiordoque adoprogramade03diasporsemanaparasereduziropercentualdegordura. DISPONIBILIDADEPARA TREINAMENTO
  24. 24. DIASDETREINO GASTOSEMANAL DURAÇÃOEMSEMANAS 01 300kcal 30.0SEMANAS 02 600kcal 15.0SEMANAS 03 900kcal 10.0SEMANAS 04 1.200kcal 7.5SEMANAS 05 1.500kcal 6.0SEMANAS 06 1.800kcal 5.0SEMANAS 07 2.100kcal 4.3SEMANAS DISPONIBILIDADEPARA TREINAMENTO
  25. 25. QUANTO TEMPO POR DIA TERÁ DISPONÍVEL?
  26. 26. NÃOESTEJATÃOFORADEFORMA; NÃOESTEJATÃOACIMADOPESO; NÃOQUEIRAGANHARTANTAMASSAMAGRA; NÃOTENHATANTARESTRIÇÃOFÍSICA. APROXIMADAMENTE90MINUTOS. DISPONIBILIDADEPARA TREINAMENTO
  27. 27. PREVENÇÃO 150-250 minutos por semana de atividade física de intensidade moderada (de 21’ a 36’ por dia) está associada à prevenção de ganho de peso. Mais de 150 minutos por semana de atividade física de intensidade moderada está associadaàperdadepesomodesta. PERDA 150-250 minutos por semana de atividade física de intensidade moderada (de 21’ a 36’ por dia) proporciona apenas a perda de peso modesta. Grande quantidade (isto é, > 250) fornecem uma perda de peso clinicamente significativo. MANUTENÇÃ O Há alguma evidência de que mais de 250 minutos por semana de atividade física de intensidade moderada (> 36’ por dia) irá impedir a recuperação do peso. DISPONIBILIDADEPARA TREINAMENTO ACSM;2009
  28. 28. HISTÓRICO ESPORTIVO HISTÓRICO PROFISSIONAL HISTÓRICO ESPORTIVO E PROFISSIONAL
  29. 29. ATIVIDADES PREFERIDAS DO QUE VOCÊ GOSTA?
  30. 30. Atividade GastoCalórico30’¹ TotaldeSessões KangooJump 534 16.85 BikeIndoor 500 18.00 Transport 375 24.00 CorridaModerada(08km) 300 30.00 NataçãoLeve–BikeErgométrica 263 34.22 GinásticaAeróbica 244 36.88 Caminhada(4,8km) 124 72.58 ATIVIDADES PREFERIDAS
  31. 31. QUESTIONAMENTOSBÁSICOS 1. Todostêmcoordenaçãomotoraparafazerasduasmodalidades? 2. Todostêmcondicionamentoparafazerasduasmodalidades? 3. Todosgostamdasduasmodalidades? 4. Todososdiastêmasduasmodalidadesnoquadrodeginástica? 5. Todostêmtempodisponívelparafazerasduasmodalidades? APÓSOBTER ESTAS RESPOSTAS, FICA CLARO QUE TEMOSDETER OPÇÕES, EQUECADA ESCOLHA DOSALUNOS DEMANDARÁ NUMMAIOROUMENOR TEMPO PARA ALCANÇAR SEUSOBJETIVOS.
  32. 32. PATOLOGIAS CRÔNICAS HEREDITÁRIAS PESSOAIS PATOLOGIAS
  33. 33. PATOLOGIAS CRÔNICAS- ALCOOLISMO DOENÇASOUSINTOMASDOUSOCONTÍNUODEÁLCOOL Acidentesdomésticose automobilísticos Neuropatiaperiférica Alteraçõessanguíneas Doençaspulmonares Aumentodoacido úrico Problemashepáticose pancreáticos Crises(epiléticas ehipoglicêmicas) Doençasnoaparelhodigestivo Degeneraçãoencefálica eóssea Doençascardiovasculares Diversostiposdecâncer Transtornospsicossociais Disfunçõessexuais(testiculare impotência) Síndromefetal
  34. 34. PATOLOGIAS CRÔNICAS- TABAGISMO DOENÇASOUSINTOMASDOUSOCONTÍNUODETABACO AcidenteVascularEncefálico DPOC Mauhálito Aneurismaarterial Enfisemapulmonar Osteoporose Angina Envelhecimentoprecoce Problemasrenais Artritereumatóide Gangrenaeamputações Perdadememória/cognição Asma Infartodomiocárdio Reduçãodopaladar/olfato Bronquite Impotênciasexual Trombosevascular Diversostiposdecâncer Hipertensão Úlceras(estômagoepele) Catarata Leucemia Infartodomiocárdio
  35. 35. PATOLOGIAS HEREDITÁRIAS E PESSOAIS PATOLOGIASTRATADASCOMATIVIDADEFÍSICA Ansiedade Doençasosteoarticulares Diversostiposdecâncer Doençavascularperiférica Depressão Hipertensãoarterialsistêmica Dislipidemia Obesidade Diabetes(tipo01e02) Problemasendócrinos Doençascardiovasculares Problemashormonais
  36. 36. HISTÓRICO MEDICAMENTOSO HISTÓRICO SUPLEMENTAR HISTÓRICO MEDICAMENTOSO E SUPLEMENTAÇÃO ERGOGÊNICA
  37. 37. CLASSEMEDICAMENTOSACOMUMENTECITADADURANTEA AVALIAÇÃOFÍSICA Analgésicos Antiasmáticos Glicocorticóides Anticoncepcionais Betabloqueadores Hormôniostireoidianos Antidepressivos Broncodilatadores Inibidoresdeapetite Anti-histamínicos Controladoresdeglicemia Inibidoresda5-alfa-redutase Antiinflamatório Corticosteróides Relaxantemuscular Anti-hipertensivos Diuréticos Reposiçãohormonal Ansiolíticos Disfunçãoerétil Trombolíticos MEDICAMENTOS
  38. 38. SUPLEMENTOS ERGOGÊNICOS
  39. 39. DORES E LESÕES MÚSCULO - ARTICULARES DOR MUSCULAR LESÃO MUSCULAR
  40. 40. PROCEDIMENTOSCIRÚRGICOS CIRURGIASMAISCITADASDURANTEAAVALIAÇÃOFÍSICA Abdominoplastia Prótesedesilicone Cesariana Reconstruçãoligamentar Gastroplastia Remoçãodecâncer Lipoaspiração Remoçãodatireóide
  41. 41. CONCEITOSDE POSTURA CONCEITODE ANALISE POSTURAL CONCEITODE MÁ POSTURA DEBILIDADES POSTURAIS
  42. 42. SEGUNDOGARDINER (1995) A POSTURA É BOA QUANDO CUMPRE A FINALIDADE PARA A QUAL É USADA COM EFICIÊNCIA MÁXIMA E ESFORÇO MÍNIMO, CONSIDERANDO QUE DUAS PESSOAS NUNCA SÃO IDÊNTICAS, O PADRÃO EXATO DE BOA POSTURA TEM QUEVARIARPARACADA INDIVÍDUO.
  43. 43. SEGUNDOTRIBASTONE(2001) POSTURA É A POSIÇÃO OTIMIZADA, MANTIDA COM CARACTERÍSTICA AUTOMÁTICA E ESPONTÂNEA, DE UM ORGANISMO EM PERFEITA HARMONIA COM A FORÇA GRAVITACIONAL E PREDISPOSTO A PASSAR DO ESTADO DE REPOUSOAO ESTADODE MOVIMENTO.
  44. 44. SEGUNDOGONZALES (2005) POSTURA É A POSIÇÃO ERETA ADOTADA PELO SER HUMANO EM PERFEITO EQUILÍBRIO COM A AÇÃO DA GRAVIDADE, GASTANDO O MÍNIMO DE ENERGIA POSSÍVEL. ESSE BAIXO GASTO ENERGÉTICO É DECORRENTE DE UMA MENOR SOBRECARGA ARTICULAR QUE, POR SUA VEZ, DETERMINA UMA ATIVIDADE MUSCULAR MENOS INTENSA.
  45. 45. SEGUNDOASSAD & GUIMARÃES A INFELICIDADE E OSENTIMENTO DE INFERIORIDADE TÊM O EFEITO OPOSTO E RESULTAM EM POSTURAS NAS QUAIS SÃO VISÍVEIS AS POSIÇÕES DE FLEXÃO. A ALEGRIA E A CONFIANÇA SÃO ESTIMULANTES E REFLETEM NUMA POSTURA ALERTA NAS QUAIS PREDOMINA AS POSIÇÕES DE EXTENSÃO. A EMOÇÃO E A ATITUDE MENTAL TÊM UM EFEITO PROFUNDO SOBRE O SISTEMA NERVOSO, QUE REFLETE NA POSTURA.
  46. 46. ANALISE POSTURAL ANALISA-SE O DESEQUILÍBRIO QUE AFETA O ALINHAMENTO CORPORAL, QUE É UM FATOR IMPORTANTE EM MUITAS CONDIÇÕES POSTURAIS DOLOROSAS.
  47. 47. SEGUNDOCASTRO ET AL (2000) A MÁ POSTURA CARACTERIZA-SE POR RELAÇÕES INADEQUADAS ENTRE AS PARTES DO CORPO, O QUE PRODUZDIFERENCIADOSNÍVEIS DE PRESSÃOSOBRE AS ESTRUTURAS DE SUPORTE, PODENDO INCLUSIVE GERAR LESÕES.
  48. 48. SEGUNDOMAGEE (2002): QUALQUER POSIÇÃO QUE AUMENTE O ESTRESSE SOBRE AS ARTICULAÇÕES PODE SER DENOMINADA POSTURA DEFEITUOSA.
  49. 49. SEGUNDOVERDERI(2005) A MÁ POSTURA É UM HÁBITO ADQUIRIDO NA INFÂNCIA E, SE NÃO CORRIGIDO, CARREGA-SE POR TODA VIDA, COM VÁRIAS CONSEQÜÊNCIAS, ENTRE ELAS OS DESVIOS POSTURAIS.
  50. 50. QUEM É ORESPONSÁVEL POR UMA BOA POSTURA?
  51. 51. SEGUNDOVERDERI (2005) DEVIDO AO CONHECIMENTO QUE ELES TEM, O PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA É RESPONSÁVEL PELA EDUCAÇÃO DO CORPO DE NOSSAS CRIANÇAS, JOVENS, ADOLESCENTES E VETERANOS NA ARTE DE SE MOVIMENTAR... DESENVOLVENDO UM TRABALHO DE CONSCIENTIZAÇÃO QUANTO A IMPORTÂNCIA DE CONHECER SEU PRÓPRIO CORPO E DE EDUCAR-SE POSTURALMENTE.
  52. 52. ANOMALIASCONGÊNITASE/OUADQUIRIDAS; ALIMENTAÇÃOINADEQUADA; DOENÇASPSICOSSOMÁTICAS; MÁ POSTURA. FATORES QUE INFLUENCIAM A POSTURA
  53. 53. ATIVIDADESFÍSICAS SEMORIENTAÇÃOE/OUINADEQUADAS; DISTÚRBIOSRESPIRATÓRIOS; DESEQUILÍBRIOSMUSCULARES; FRAQUEZAGERALDEPOISDEUMA DOENÇA; FROUXIDÃOLIGAMENTAR; OBESIDADE. FATORES QUE INFLUENCIAM A POSTURA
  54. 54. RADIOGRAFIA; FOTOGRAFIA; USO DOTATOEDA VISÃO; OBSERVANDOO ALUNO(DE COSTAS,PERFILDIREITOE ESQUERDO,FRENTEEANTERO- FLEXÃO)À FRENTEDOSIMETRÓGRAFO; MATERIAISQUE PODEM SERUTILIZADOS PARA AVALIAÇÃO POSTURAL DEVEMOSOBSERVAR O ALUNO GLOBALMENTE, POIS,O DESEQUILÍBRIO POSTURAL JAMAIS SE APRESENTA DE FORMA ISOLADA.
  55. 55. ALTERAÇÕES DAS CURVAS DA COLUNA VERTEBRAL HIPERCIFOSE HIPERLORDOSE COSTA PLANA ESCOLIOSE DEBILIDADES POSTURAIS
  56. 56. DEBILIDADES POSTURAIS HIPERLORDOSE CERVICAL É CARACTERIZADA PELO AUMENTO DA CURVA NA REGIÃO CERVICAL (CONCAVIDADE CERVICAL) NO PLANO SAGITAL, CARACTERIZADA POR UM PESCOÇO MAIS ALONGADO E UMA HIPERCIFOSE.
  57. 57. DEBILIDADES POSTURAIS HIPERLORDOSECERVICAL COMO CORRIGIR: FORTALECER A MUSCULATURA ANTERIOR DO PESCOÇO (ESTERNOCLEIDOOCCIPITOMASTÓIDEO, ESCALENOS E PRÉ-VERTEBRAIS) E ALONGAR A MUSCULATURAPOSTERIOR. EXERCÍCIOS CORRETIVOS: PROCURAR ENCOSTAR A COLUNA CERVICAL NA PAREDE, CONTRAINDO A MUSCULATURA ANTERIOR DO PESCOÇO SEM DESENCOSTAR A CABEÇA DA PAREDE; FLEXÃO DE PESCOÇO EM DECÚBITO DORSAL, COM A CABEÇA PENDENTE; FLEXÃO DEPESCOÇOCOMAUXÍLIO DOPUXADOR.
  58. 58. DEBILIDADES POSTURAIS HIPERCIFOSE DORSAL É O AUMENTO DA CURVATURA DA REGIÃO DORSAL (CONVEXIDADE POSTERIOR) NO PLANO SAGITAL, PODENDO SER FLEXÍVEL OU ESTRUTURAL, QUE PROMOVE ALTERAÇÕES ANATÔMICAS OCASIONANDO O DORSO CURVO, GIBOSIDADE POSTERIOR, ENCURTAMENTO VERTEBRAL E DÉFICIT RESPIRATÓRIO, POR REDUZIR A CAPACIDADE DE SUSTENTAÇÃO DA COLUNA VERTEBRAL E A EXPANSIBILIDADE TORÁCICA.
  59. 59. DEBILIDADES POSTURAIS HIPERCIFOSEDORSAL COMO CORRIGIR: ALONGAR DELTÓIDE ANTERIOR, PEITORAL MAIOR E MENOR, CÓRACO BRAQUIAL, PORÇÃO LONGA DO BICEPS BRAQUIAL, RETO ABDOMINAL E PARAVERTEBRAIS; FORTALECER PARAVERTEBRAIS, DELTÓIDE POSTERIOR, PORÇÃO TRANSVERSA DO TRAPÉZIO EROMBÓIDESMAIORE MENOR. EXERCÍCIOS CORRETIVOS: PARA PEITORAL DEVE-SE EVITAR TODOS OS QUE ATUEM NO PLANO INCLINADO (?); PARA DELTÓIDE ENFASE EM DELTÓIDE POSTERIOR E EVITAR DELTÓIDE ANTERIOR; PARA REGIÃO DORSAL ENFATIZAR AS REMADAS; REGIÃO ABDOMINAL (?)
  60. 60. DEBILIDADES POSTURAIS HIPERLORDOSE LOMBAR É AUMENTO DA CURVA NA REGIÃO LOMBAR (CONCAVIDADE LOMBAR) NO PLANO SAGITAL, ASSOCIADA A UMA ANTEVERSÃO DA PELVE, QUE ESTÁ ASSOCIADA A UM DESEQUILÍBRIO DOS MÚSCULOS ABDOMINAIS E GLÚTEOS, QUE ESTÃO ENFRAQUECIDOS E NA MUSCULATURA LOMBAR QUE SE APRESENTARÁ ENCURTADA.
  61. 61. DEBILIDADES POSTURAIS HIPERLORDOSELOMBAR • COMOCORRIGIR:ALONGARFLEXORESDOQUADRIL(ILIOPSOAS,RETOFEMURAL, SARTÓRIOETENSORDA FÁSCIA LATA)E EXTENSORESLOMBARES(ERETORESDACOLUNA, INTERCOSTAIS,INTERESPINHAIS,MULTÍFIDO, QUADRADOLOMBAR,ROTADORESE SEMI ESPINHAIS) EXERCÍCIOS CORRETIVOS: FORTALECER ISQUIOTIBIAIS (?), GLÚTEO MÁXIMO (?) E A MUSCULATURAABDOMINAL(?).
  62. 62. DEBILIDADES POSTURAIS COSTA PLANA É A INEXISTÊNCIA OU INVERSÃO DE QUALQUER DAS CURVATURAS DA COLUNA VERTEBRAL. GERALMENTE APRESENTA-SE NA COLUNA LOMBAR SENDO CAUSADA PELA HIPERTROFIA DA MUSCULATURA ABDOMINAL E PELA HIPOTONIA DA MUSCULATURA LOMBAR.
  63. 63. DEBILIDADES POSTURAIS COSTAPLANA COMO CORRIGIR: TRABALHAR A MUSCULATURA DA COLUNA LOMBAR (DORSAL LARGO, ILÍACO LOMBAR, ILÍACO DORSAL, ILIOPSOAS, SEMI-ESPINHAIS, ROTATORES, ESPINHAIS, INTERTRANSVERSAIS). EXERCÍCIOSCORRETIVOS:MATA BORRÃO,PONTE,EXTENSÃODA COLUNA EBOM DIA.
  64. 64. DEBILIDADES POSTURAIS ESCOLIOSE É UM DESVIO ASSIMÉTRICO, LATERAL DA COLUNA VERTEBRAL, RESULTADO DA AÇÃO DE UM CONJUNTO DE FORÇAS ASSIMÉTRICAS QUE INCIDEM SOBRE A COLUNA, SENDO CLASSIFICADAS COMO: IDIOPÁTICA, CONGÊNITA, NEUROMUSCULAR, TRAUMÁTICA E FALSA ESCOLIOSE.
  65. 65. DEBILIDADES POSTURAIS ESCOLIOSE IDIOPÁTICA (CAUSA DESCONHECIDA) - INFANTIL, JUVENIL E ADOLESCENTE. ESCOLIOSE CONGÊNITA - FALHA NA FORMAÇÃO DOS OSSOS E NA SEGMENTAÇÃO. ESCOLIOSE NEUROMUSCULAR - POLIOMIELITE, PARALISIA CEREBRAL, DISTROFIA MUSCULAR ETC.
  66. 66. DEBILIDADES POSTURAIS ESCOLIOSE TRAUMÁTICA - FRATURAS, CIRURGIAS E QUEIMADURAS. FALSA ESCOLIOSE – OCORRE DEVIDO A FENÔMENOS IRRITATIVOS (TUMORES MEDULARES E HÉRNIA DE DISCO).
  67. 67. DEBILIDADES POSTURAIS ESCOLIOSE ESCOLIOSE NÃO ESTRUTURAL: CURVA FLEXÍVEL QUE DESAPARECE DURANTE OS MOVIMENTOS DE INCLINAÇÃO LATERAL DO TRONCO, NÃO SENDO ACOMPANHADA DE ROTAÇÃODOSCORPOSVERTEBRAIS. ESCOLIOSE ESTRUTURAL: APRESENTA ROTAÇÃO VERTEBRAL, GIBOSIDADE E/OU PROEMINÊNCIA DA CRISTA ILÍACA NO TESTE DE ADAM, QUE NÃO DESAPARECE COM INCLINAÇÃOLATERAL.
  68. 68. DEBILIDADES POSTURAIS ESCOLIOSE COMO CORRIGIR: DEVEMOS ATUAR PRIMEIRO NO DESVIO PRIMÁRIO, GERALMENTE LOCALIZADO NA REGIÃO LOMBAR, PARA DEPOIS ATUARMOS NOS DESVIOS COMPENSATÓRIOS. EXERCÍCIOS CORRETIVOS: SUSPENSÃO ALONGADA NO ESPALDAR COM ELEVAÇÃO DE OMBRO QUE ESTIVER MAIS BAIXO OU COM A ELEVAÇÃO DO QUADRIL QUE ESTIVER MAIS BAIXO(NOCASODEESCOLIOSESTORÁCICASE LOMBARESDIREITAOUESQUERDA)
  69. 69. DEBILIDADES POSTURAIS ESCOLIOSE EXERCÍCIOS CORRETIVOS: PODE-SE FAZER DE PÉ SEGURANDO NO ESPALDAR OU PAREDE CRUZANDO A PERNA POR TRÁS COM INCLINAÇÃO, LEVANDO O PÉ PARA O LADO DA ESCOLIOSE (ESCOLIOSE TORÁCICA ESQUERDA, LEVA MÃO DIREITA A FRENTE PARA O LADO ESQUERDO, OU NA ESCOLIOSE LOMBAR DIREITA, CRUZA A PERNA ESQUERDA POR TRÁS DA OUTRAPARAOLADODIREITOEM4APOIOS.
  70. 70. ALTERAÇÕESDOS JOELHOS GENOVARO GENOVALGO GENOFLEXO GENORECURVADO DEBILIDADES POSTURAIS
  71. 71. DEBILIDADES POSTURAIS GENOVARO É UMA ANORMALIDADE DO ALINHAMENTO DA PERNA EM QUE OS JOELHOS SÃO SEPARADOS (ROTAÇÃO LATERAL), PARA FORA DA LINHA MÉDIA DO CORPO, CAUSADA GERALMENTE, PELA HIPERTROFIA DA MUSCULATURA MEDIAL DA COXAE/OUHIPOTONIA DA MUSCULATURA LATERAL DA COXA.
  72. 72. DEBILIDADES POSTURAIS GENOVARO COMO CORRIGIR: ALONGAR MUSCULATURA ADUTORA E FORTALECER A MUSCULATURA ABDUTORA EXERCÍCIOS CORRETIVOS: ABDUÇÃO NA POLIA, ABDUÇÃO COM CANELEIRA, CADEIRA ABDUTORA.
  73. 73. DEBILIDADES POSTURAIS GENOVALGO É UMA DEFORMIDADE ANGULAR DA PERNA NA QUAL OS TORNOZELOS SÃO SEPARADOS QUANDO OS JOELHOS SE TOCAM. PODE SER CONSEQÜÊNCIA DE RAQUITISMO OU DE FRATURAS DO FÊMUR CAUSADAS POR TRAUMATISMO DA PLACA EPIFISÁRIA, PARALISIA POR ENFERMIDADE DO NEURÔNIO MOTOR INFERIOR, PARALISIA CEREBRAL, DEFEITO DOS QUADRIS OUPODE SER IDIOPÁTIA.
  74. 74. DEBILIDADES POSTURAIS GENOVALGO COMO CORRIGIR: ALONGAR MUSCULATURA ABDUTORA E FORTALECER A MUSCULATURA ADUTORA EXERCÍCIOS CORRETIVOS: ADUÇÃO NA POLIA, ADUÇÃO COM CANELEIRA, CADEIRA ADUTORA.
  75. 75. DEBILIDADES POSTURAIS GENOFLEXO È A PROJEÇÃO DO(S) JOELHO(S) À FRENTE DA LINHA DE GRAVIDADE, CAUSADO PELA HIPERTROFIA DA MUSCULATURA FLEXORA DO JOELHO.
  76. 76. DEBILIDADES POSTURAIS GENOFLEXO COMO CORRIGIR: ALONGAR A MUSCULATURA POSTERIOR DA COXA, FORTALECER A MUSCULATURAANTERIOREANDARSOBREOSCALCANHARES. EXERCÍCIOSCORRETIVOS:CADEIRAEXTENSORA,AGACHAMENTO,LEGPRESS.
  77. 77. DEBILIDADES POSTURAIS GENORECURVADO É A PROJEÇÃO DO(S) JOELHO(S) PARA TRÁS DA LINHA DE GRAVIDADE, CAUSANDO PELA HIPERTROFIA DA MUSCULATURA EXTENSORA DOJOELHO.
  78. 78. DEBILIDADES POSTURAIS GENORECURVADO COMO CORRIGIR: ALONGAR A MUSCULATURA ANTERIOR DA COXA E FORTALECER A MUSCULATURAPOSTERIOR. EXERCÍCIOSCORRETIVOS:MESAFLEXORA,STIFF,CADEIRAFLEXORA
  79. 79. ALTERAÇÕES DOS PÉS PLANO/CHATO CAVO SUPINADO/VARO PRONADO/VALGO CONVERGENTE ABDUTO DEBILIDADES POSTURAIS
  80. 80. DEBILIDADES POSTURAIS PLANO/CHATO É A DIMINUIÇÃO DO ARCO PLANTAR E ESTÁ SEMPRE ASSOCIADO A UM TALUS VALGUS. PROVOCA ROTAÇÃO MEDIAL DOS EIXOS TIBIAIS E FEMORAIS E CONSEQÜENTEMENTE A TENDÊNCIA A UM JOELHO VALGO DIRECIONANDO AS PATELAS PARA OSENTIDO MEDIAL.
  81. 81. DEBILIDADES POSTURAIS CAVO CARACTERIZA-SE PELO AUMENTO DO ARCO LONGITUDINAL, SUA ORIGEM AINDA NÃO É DEFINIDA, PODE SER PROEMINENTE DE UMA DOENÇA PARALÍTICA, DESEQUILÍBRIOS POSTURAIS E MUSCULARES DURANTE O PERÍODO DE CRESCIMENTO, DOENÇAS NEUROLÓGICAS OU DEFORMIDADES DA COLUNA, MAS NÃOSE SABE COMO ISTOOCORRE.
  82. 82. DEBILIDADES POSTURAIS SUPINADO/VARO APRESENTA A QUEDA LATERAL DO ARCO TRANSVERSAL, O TENDÃO CALCÂNEO SE TORNA VARO. PODE ESTAR ASSOCIADO AO PÉ CAVO E/OU A UM JOELHO GENOVARO. DEVEMOS ESTABELECER EQUILÍBRIO DOS MÚSCULOS DORSAIS E PLANTARES E OS EXERCÍCIOS DEVEM ESTAR ASSOCIADOS AOUTRAS DEFORMIDADES.
  83. 83. DEBILIDADES POSTURAIS PRONADO/VALGO APRESENTA QUEDA MEDIAL DO ARCO TRANSVERSAL, O TENDÃO CALCÂNEO SE TORNA VALGO. PODE ESTAR ASSOCIADO AO PÉ PLANO E/OU A UM JOELHO GENOVALGO. OS EXERCÍCIOS DEVEM SEGUIR OS MESMOS PRINCÍPIOS DO PÉ SUPINADO.
  84. 84. DEBILIDADES POSTURAIS CONVERGENTE É CARACTERIZADO PELA ROTAÇÃO MEDIAL DO TORNOZELO, O HÁLUX SE APROXIMA DA LINHA MEDIAL. OS EXERCÍCIOS DEVEM PRIORIZAR A INVERSÃO DA ROTAÇÃO DO TORNOZELO E ESTABELECER UM EQUILÍBRIO DOS MÚSCULOS DA PERNA E PLANTARES.
  85. 85. DEBILIDADES POSTURAIS ABDUTO ROTAÇÃO LATERAL DO TORNOZELO E O HÁLUX SE APROXIMA DA LINHA LATERAL. OS EXERCÍCIOS SEGUEM OS MESMOS PRINCÍPIOS DO PÉ CONVERGENTE, PRIORIZANDO A EVERSÃO DA ROTAÇÃO DO TORNOZELO.
  86. 86. VARIAVEIS ANTROPOMÉTRICAS
  87. 87. PESOCORPORAL ESTATURA CIRCUNFERÊNCIAS DIÂMETROÓSSEO DOBRASCUTÂNEAS ADIPÔMETRO/PLICÔMETRO FITA MÉTRICA BALANÇA ESTADIÔMETRO PAQUÍMETRO/ANTROPÔMETRO VARIAVEISANTROPOMÉTRICAS
  88. 88. CAUSADORES DE ERROS NAS MEDIDAS AVALIADO PROCEDIMENTO PRÉ AVALIAÇÃO CUIDADOS AVALIADOR TÉCNICA APROPRIADA PREPARO EQUIPAMENTO CALIBRAGEM E MANUTENÇÃO EQUIPAMENTOS EQUAÇÕES < ERRO PADRÃO MÉDIO EQUAÇÕES VARIAVEIS ANTROPOMÉTRICAS
  89. 89. Gordura Massa Livrede Gordura Gordura Água Mineral Proteína Gordura Fluido Extra Celular SEC FIC SIC Gordura Osso Tecido mole nãomúsculo- esquelético Músculo esquelético Modelo 2C Modelo 4C Químico Modelo Fluído Metabólico Modelo 4C AnatômicoHeyward,Stolarczyk,1996. MODELOSDE COMPOSIÇÃO CORPORAL
  90. 90. Gordura MIG Não essencial MIG Essencial Massamagra Heyward,Stolarczyk,1996. MODELODE 02 COMPONENTES
  91. 91. COMPOSIÇÃOCORPORAL MULHER 26.24 12.01 22.00 62.30 53.43 59.66 16.35 45.95 Gordura AtualIdeal MínimoIdeal MáximoPeso AtualPeso MínimoPeso MáximoPeso GordoPeso Magro -2,64kga -8,87kg
  92. 92. COMPOSIÇÃOCORPORAL HOMEM 19.56 3.00 13.00 101.00 83.68 91.81 19.75 81.25 Gordura AtualIdeal MínimoIdeal MáximoPeso AtualPeso MínimoPeso MáximoPeso GordoPeso Magro -9,19kg a -17,32kg
  93. 93. ADIPOSIDADE LOCALIZADA Para a redução da gordura visceral e dos riscos que ela trás a saúde é preciso aliar dieta, musculação e atividades aeróbicas, como correr ou pedalar. Acreditar que ao fazer abdominais, você está queimando gordurinha localizada da barriga e gordura visceral é umaILUSÃO. Segundo McArdle et al (1996, p 598), NÃO EXISTE evidencia de que os ácidos graxos sejamliberadosemmaiorgraupeloscoxinsgordurososexistentessobreomúsculoativo.

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