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Mulher mais 1

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Mulher mais 1

  1. 1. Motivação Empresarial<br />Vera Carvalho<br />Vera-lucia.carvalho@sapo.pt<br />91.9039819<br />
  2. 2. OBJECTIVOS<br />2<br />REFLECTIR SOBRE O CONCEITO DE MOTIVAÇÃO<br />REFLECTIR SOBRE A MINHA IDEIA DE NEGÓCIO<br />PARTILHAR DÚVIDAS SOBRE A SUA IDEIA DE NEGÓCIO<br />APRENDER A AUTO-MOTIVAR-ME<br />GERIR O TEMPO<br />PLANEAR E ORGANIZAR A SUA VIDA PROFISSIONAL<br />EXPLORAR, REFLECTIR E PARTILHAR IDEIAS<br />INCENTIVAR A AUTONOMIA E A PARTILHA DE IDEIAS EM EQUIPA<br />APRENDER A LIDAR COM AS SUAS FORÇAS E FRAQUEZAS<br />
  3. 3. Motivação – perspectivas analíticas<br />Motivação e necessidades fisiológicas – analisa a motivação na perspectiva do equilíbrio biológico, isto é o ser humano tem de satisfazer necessidades indispensáveis à vida, isto é o calor, a fome, o frio, a sede. <br />Motivação e sobrevivência – analisa a motivação na perspectiva da busca de satisfações relacionadas com a sobrevivência da espécie, como é o caso do sexo. (Fiorelli, 2004)<br />3<br />
  4. 4. Motivação – perspectivas analíticas <br />4<br />Motivação pela deficiência – analisa a motivação pela perspectiva de que o homem se move para alcançar os seus objectivos. <br />Segundo Herzemberg os factores que influenciam o comportamento do indivíduo dividem-se em dois grupos: os higiénicos e os motivacionais.<br />Os factores higiénicos, compreendem salário, benefícios recebidos, segurança no cargo, relações interpessoais no trabalho. No caso da insuficiência, provocariam insatisfação, porém atendidos eles não despertariam a motivação (a energia interior) do indivíduo. <br />Os factores motivacionais seriam despertados pelas condições profissionais representados por reconhecimento, estatuto, responsabilidade, oportunidade de reconhecimento, desafios. A ausência desses factores, contudo não ocasiona insatisfação (Fiorelli, 2004).<br />
  5. 5. Motivação – perspectivas analíticas<br />Motivação pela deficiência – analisa a motivação pela perspectiva de que o homem se move para alcançar o que lhe falta. <br />Teoria de Maslow estabeleceu a conhecida hierarquia de necessidades básicas, ilustrada na forma de pirâmide: <br />1.Fisiológica – Sobrevivência, alimentação, vestuário;<br />2.De segurança – Protecção, estabilidade no emprego;<br />3.Social – Aceitação, amizade, sentimento de pertença;<br />4.Estima – Auto-confiança, auto-realização, criatividade, auto-desenvolvimento flutuante e complexo.<br />
  6. 6. Motivação – perspectivas analíticas<br />Críticas a Maslow<br />O homem está constantemente a satisfazer e encontrar outros desejos para satisfazer, sucessivamente;<br />As necessidades imediatas não obedecem sempre à sequência proposta pela hierarquia de Maslow; <br />Existem pessoas que abdicam da satisfação de necessidades de categorias inferiores. Dos seus ideais extraem energia para lutar sacrificando a vida e as de seus seguidores (Gandhi, Mandela, Martin Luther King);<br />(Mascovici, 1995; Fiorelli, 2004)<br />Motivação – perspectivas analíticas<br />
  7. 7. Motivação – perspectivas analíticas<br />Críticas a Maslow<br />Alguns líderes suportam privações para preservar os seus grupos de amigos, movidos por forças poderosas de origem emocional às vezes com sérios prejuízos físicos e psíquicos;<br />Os pais de família sacrificam-se para obter estabilidade no lar ou no emprego, muitas vezes suportando privações e sofrimentos;<br />Os artistas suportam necessidades notáveis na busca da auto-realização que a arte lhes proporciona;<br />(Mascovici, 1995; Fiorelli, 2004)<br />Motivação – perspectivas analíticas<br />
  8. 8. Motivação – perspectivas analíticas<br />Concluindo, e tendo em conta as distintas perspectivas analíticas, a motivação resulta de factores complexos:<br />factores ligados ao indivíduo, <br />ao grupo familiar, <br />ao momento histórico, <br />à sociedade. <br />(Mascovici, 1995; Fiorelli, 2004)<br />Motivação – perspectivas analíticas<br />
  9. 9. Factores que concorrem para a motivação no local de trabalho:<br />O desempenho profissional permite exercitar habilidades pessoais;<br />O resultado da sua actividade permite um reconhecimento e uma identificação entre criação e criador;<br />O produto final exerce impacto noutras pessoas;<br />Liberdade para decidir sobre programações e procedimentos no trabalho;<br />O profissional é avaliado pela sua eficácia na realização da sua actividade.<br />Motivação e trabalho<br />
  10. 10. A motivação vem das necessidades internas de cada indivíduo e não da nossa vontade.<br />Gostamos de atribuir aos outros, objectivos que são nossos e não da pessoa.<br />É fácil perceber quando as pessoas atribuem a outras objectivos, que na realidade são delas mesmas.<br />Ninguém pode motivar ninguém!<br />
  11. 11. Afinal o que motiva as pessoas?<br />Ser reconhecido, <br />Ser tratado como pessoa, <br />Ser tratado de modo justo, <br />Ser ouvido, <br />Ser sujeita a desafios, <br />Novas oportunidades, <br />Orgulho do próprio trabalho, <br />Condições de trabalho adequadas, <br />Sensação de ser útil, <br />Ser aceite,<br />... <br />
  12. 12. Como poderá o empresário motivar a sua equipa?<br />Identificar as suas necessidades e anseios;<br />Perceber que tipo de trabalho as atrai;<br />Facilitar o seu desenvolvimento;<br />Projectar o trabalho de modo a torná-lo atraente;<br />Reconhecer o bom desempenho;<br />Adoptar um sistema de recompensas ligado ao desempenho;<br />Aperfeiçoar as práticas de gestão.<br />
  13. 13. A motivação tem origem em factores intrínsecos, isto é a vontade que vem da própria pessoa, ou extrínsecos, isto é determinada pelas condições do ambiente de trabalho. <br />A motivação também pode ser classificada por directa ou indirecta<br />Directa – quando nos impulsiona directamente para o objecto que satisfaz uma necessidade. Por exemplo: quer aprender inglês porque gosta da língua inglesa. <br />Indirecta ou instrumental é aquela que nos impulsiona a um objectivo intermediário, por exemplo, aprender inglês, que, por sua vez, possibilitará a satisfação de uma necessidade maior ir trabalhar para um país anglófono. <br />Concluindo…<br />
  14. 14. Motivação – definição<br />A “motivação é uma força, uma energia que nos impulsiona na direção de alguma coisa que nasce de nossas necessidades interiores”. (Vergas, apudFiorelli, 2004) <br />Uma Definição<br />
  15. 15. “Quando a motivação acontece, as pessoas tornam-se mais produtivas, atuam com maior satisfação e produzem efeitos multiplicadores. Despertá-la, mantê-la e canalizá-la para os objetivos da organização tem sido preocupação constante dos administradores.” Barbosa, D.F. (2006)<br />Motivação<br />
  16. 16. Como poderei auto-motivar-me?<br />Motivação intrínseca <br />Para ser uma empresária com sucesso preciso de saber: qual o meu ramo de negócio, explorar o mercado, identificar as necessidades para levar a minha ideia à prática. Para tal preciso centrar-me nos meus objectivos (curto, médio e longo prazo), exercitar a curiosidade para explorar a ideia e intercalar tarefas que me dão prazer com outras que me dão menos prazer (técnica do hamburguer). <br />Motivação extrínseca <br />Para ser uma empresária com sucesso preciso de saber criar/ultrapassar condições extrínsecas menos favoráveis (família, comunidade, escola, trabalho) <br />Descrição de projecto <br />Registar por escrito a minha ideia de negócio, as etapas sucessivas que vou percorrendo para a sua concretização;<br />Acompanhamento<br />Utilizar ferramentas que me permitam acompanhar a evolução da minha ideia;<br />Progresso <br />Fazer um balanço dos objectivos alcançados e dos que deverei ainda alcançar;<br />Avaliação <br />(a) Perceber quais os factores intrínsecos e extrínsecos (des)motivantes (b) imaginar alternativas para a concretização da ideia(c) enumerar resultados concretizados d) inventariar objectivos a concretizar.<br />
  17. 17. Motivação intrínseca<br />Um dia da semana<br />Planear a semana seguinte<br />O que poderei explorar?<br />O que poderei perguntar?<br />O que poderei partilhar?<br />O que deverei aprofundar?<br />Motivação intrínseca<br />
  18. 18. Motivação intrínseca<br />“Foi sempre um mistério para mim porque é que as pessoas gastam tanto tempo a negarem-se deliberadamente a elas próprias, criando desculpas para encobrir as suas fraquezas. Se fosse usado de forma diferente, esse mesmo tempo serviria para curar essas fraquezas e, então, não seriam necessárias desculpas”.<br />ElbertHubbard<br />Motivação intrínseca<br />Usem filtro solar<br />
  19. 19. Motivação intrínseca<br />Conhecimento necessário<br />A sua própria experiência e formação <br />A experiência e formação disponibilizadas pela cooperação de outros (equipa)<br />Escolas e Universidades<br />Bibliotecas<br />Cursos especiais de formação (em particular através de escolas nocturnas ou de cursos por correspondência) <br />Internet<br />Espaço de troca de ideias com colegas/formadores/amigos/familiares<br />Motivação intrínseca<br />
  20. 20. Indecisão provocada por excesso de preocupações:<br />Arriscar poderá ser fatal<br />Críticas familiares/amigos<br />Doença<br />Sentimentos de perda<br />É demasiado tarde<br /> «O vendedor de clichés», Gato Fedorento<br />Motivação extrínseca<br />
  21. 21. Ferramentas de acompanhamento, progresso e avaliação<br />Ferramentas de acompanhamento e avaliação do progresso da minha ideia de negócio<br />Cronograma de actividades <br />
  22. 22. Sumário – descrição genérica da minha ideia. <br />Benefícios e diferenças: Quais os benefícios dos MEUS clientes? O que ofereço de diferente? <br />3. Objectivos a atingir a curto/médio prazo<br />4. A minha equipa: quantas pessoas? <br />5. As minhas finanças: investimentos necessários, capital de que dispõe. <br />Ferramentas de acompanhamento e avaliação do progresso da minha ideia de negócio<br />
  23. 23. Perfil de uma empresária<br />Persistência<br />Determinação<br />Decisão<br />A equipa Mulher+<br />Imaginação<br />Sexto sentido<br />Motivação empresarial<br />Aquarela<br />
  24. 24. Conclusões<br />Uma empresária que almeje alcançar os seus objectivos deverá ter como ponto de partida o conhecimento aprofundado de si mesma, isto é as suas fraquezas e as suas forças.<br />Concluindo…<br />
  25. 25. referências<br />Barbosa, Daniel Freitas etal(2005). “Motivação no trabalho”. InRevista de Ciências Empresariais, v. 2, n.1, p. 20-25, jan./jun. 2005<br />Gato Fedorento, O Vendedor de Clichés<br />Aquarela, Toquinho e Mundo da Criança<br />Usem Filtro Solar, autor desconhecido<br />Referências<br />

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