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UNID. IUNID. I -- Conceito e Evolução HistóricaConceito e Evolução Histórica
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• Professor
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ApresentaçõesApresentações
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• Horário de início das aulas – 15 minutos
• Necessidades fisiológicas - livre
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Objetivo GeralObjetivo Geral
Apresentar ao aluno as técnicas básicas para
avaliar os métodos de trabalho e medir a
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EmentaEmenta
Unidade I – Conceito e Evolução Histórica
- Introdução
- Objetivos
- Definições e finalidades estudo de movim...
EmentaEmenta
Unidade III – Técnicas de registro e análise do trabalho
- Registro e análise do trabalho: definições
- Impor...
AvaliaçõesAvaliações
1° Estágio (prova)
• Unidades 1, 2 e 3.
2° Estágio (prova)
• Unidades 4 e 5.• Unidades 4 e 5.
3° Está...
Bibliografia recomendadaBibliografia recomendada
BARNES, R. M.. Estudo de movimentos e de tempos: projeto
e medida do trab...
O que é MÉTODO?O que é MÉTODO?
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Vejam o exemplo abaixo:
Assigning Roles and Responsibilities
Each team consists of three
members, each fulfilling one of
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(3) Key ingredients for performance under pressure
Vejam o exemplo abaixo (continuação):
11FONTE: L2C Simulation Games Pro...
O que é MÉTODO?O que é MÉTODO?
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O que é MÉTODO?
Método (do Grego methodos, met' hodos
que significa, literalmente, "caminho para
chegar a um fim").
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Engenharia de Métodos
É uma atividade dedicada à MELHORIA E DESENVOLVIMENTO DE
EQUIPAMENTOS de produção para suportar a fa...
Engenharia de Métodos
Exemplificando o grau de profundidade dos estudos, pode-se citar o
CLÁSSICO ESTUDO DAS PÁS POR TAYLO...
Engenharia de Métodos
1ª Atividade do Projeto (para os alunos de Eng. Métodos UFCG/SUMÉ)
-Definição do trabalho a ser estu...
A Revolução Industrial iniciada em meados do Século XVIII trouxe um
conjunto de mudanças no comportamento econômico, socia...
Introdução
• Cada produto era “único”, as
especificações eram definidas
pelo cliente.
Características da Produção Artesana...
Introdução
O Desenvolvimento da Engenharia de método, a
princípio, se confunde com a própria evolução do
trabalho.
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Introdução
AS CONSEQUÊNCIAS FORAM:
- Um crescimento muito rápido e desordenado das
empresas, muitas vezes precário;
- Um e...
O crescimento do comércio inglês a partir da Revolução
Industrial fez com que a Inglaterra se tornasse uma
potência comerc...
A corrente da Administração Científica do
trabalho
Taylor desenvolveu uma análise do trabalho realizado pelos
operários e ...
FREDERICK W. TAYLOR
A corrente da Administração Científica do
trabalho
Para Taylor, as empresas no início do Século XX
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A corrente da Administração Científica do
trabalho
O estudo científico do método de execução de
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Sátira ao Taylorismo
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A corrente da Administração Científica do
trabalho
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norte-americano Gilbre...
A corrente da Administração Científica do
trabalho
Frank Gilbreth iniciou seu trabalho na área de
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FRANK BUNKER GILBRETH
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Aulas 1, 2, 3 e 4 - Engenharia de Métodos

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Curso: Engenharia de Produção (UAEP/CDSA/UFCG)
Disciplina: Engenharia de Métodos
Professor: João Pereira Leite

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  1. 1. Engenharia de MétodosEngenharia de Métodos UNID. IUNID. I -- Conceito e Evolução HistóricaConceito e Evolução Histórica Engenharia de MétodosEngenharia de Métodos UNID. IUNID. I -- Conceito e Evolução HistóricaConceito e Evolução Histórica UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE - UFCG CENTRO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO SEMIÁRIDO –CDSA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Prof.: João Pereira Leite 1 UNID. IUNID. I -- Conceito e Evolução HistóricaConceito e Evolução HistóricaUNID. IUNID. I -- Conceito e Evolução HistóricaConceito e Evolução Histórica
  2. 2. • Professor • Alunos ApresentaçõesApresentações 2
  3. 3. • Horário de início das aulas – 15 minutos • Necessidades fisiológicas - livre AvisosAvisos • Celulares - silencioso • Abono de faltas – com o professor • Reposições - 1 3
  4. 4. Objetivo GeralObjetivo Geral Apresentar ao aluno as técnicas básicas para avaliar os métodos de trabalho e medir a eficiência das operações através dos estudos de tempos, proporcionando um comportamento 4 tempos, proporcionando um comportamento reflexivo e a busca de possíveis soluções para os processos produtivos.
  5. 5. EmentaEmenta Unidade I – Conceito e Evolução Histórica - Introdução - Objetivos - Definições e finalidades estudo de movimentos e tempos - Marcos históricos - A corrente da Administração Científica do Trabalho - A corrente da Administração Humanística do Trabalho - As correntes modernas da Administração do Trabalho - As influências das diversas correntes da Administração do Trabalho no projeto 5 - As influências das diversas correntes da Administração do Trabalho no projeto do trabalho moderno Unidade II – Fases de um projeto do trabalho e métodos de resolução de problemas - Introdução - Definição de trabalho - Fases de um projeto de trabalho - Objetivos dos projetos de trabalho atuais - Processo geral de solução de problemas - O projeto do trabalho de novos produtos - O melhoramento de métodos de trabalho pré-existentes
  6. 6. EmentaEmenta Unidade III – Técnicas de registro e análise do trabalho - Registro e análise do trabalho: definições - Importância do registro e análise do trabalho - Ferramentas de registro e análise do trabalho Unidade IV – Estudo, medida e avaliação do trabalho - Análise de operações - Separação homem-máquina - Estudo dos micromovimentos - Princípios de economia dos movimentos 6 - Princípios de economia dos movimentos - Projeto de postos de trabalho - Avaliação do trabalho Unidade V – Cronometragem - Cronometragem e Cronoanálise – definições - Tempo homem e tempo máquina - Tempo normal e tempo padrão - Definição de freqüência - Determinação dos suplementos - Composição do tempo-padrão - Preparação do analista de métodos para medição do trabalho - Preparação do posto de trabalho para medição do trabalho - Preparação do operador para medição do trabalho
  7. 7. AvaliaçõesAvaliações 1° Estágio (prova) • Unidades 1, 2 e 3. 2° Estágio (prova) • Unidades 4 e 5.• Unidades 4 e 5. 3° Estágio (projeto) • Unidades 1, 2, 3, 4 e 5. 7
  8. 8. Bibliografia recomendadaBibliografia recomendada BARNES, R. M.. Estudo de movimentos e de tempos: projeto e medida do trabalho. São Paulo: Fundação Getúlio Vargas, 1977. MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira, 1998. GRANDJEAN, E. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho 8 GRANDJEAN, E. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. VIEIRA, N .L. Manual de engenharia de métodos. Rio de Janeiro: APEX, 1976. MAYNARD, H. B. Manual de engenharia de Produção. São Paulo: Edgard Blucher, 1970.
  9. 9. O que é MÉTODO?O que é MÉTODO? 9
  10. 10. Vejam o exemplo abaixo: Assigning Roles and Responsibilities Each team consists of three members, each fulfilling one of the following roles: 10 the following roles: 1. Handling the tire gun 2. Removing the old tire 3. Inserting the new tire + additional roles • Lollipop Man (gives the go ahead) • Handling the jack FONTE: L2C Simulation Games Prototypes Design (WP 3)
  11. 11. (3) Key ingredients for performance under pressure Vejam o exemplo abaixo (continuação): 11FONTE: L2C Simulation Games Prototypes Design (WP 3)
  12. 12. O que é MÉTODO?O que é MÉTODO? 12
  13. 13. O que é MÉTODO? Método (do Grego methodos, met' hodos que significa, literalmente, "caminho para chegar a um fim"). 13 O método refere-se a um conjunto de atividades realizadas a partir de uma seqüência lógica, com o objetivo de tornar previsíveis os resultados da execução de um trabalho. chegar a um fim").
  14. 14. Engenharia de Métodos É uma atividade dedicada à MELHORIA E DESENVOLVIMENTO DE EQUIPAMENTOS de produção para suportar a fabricação. Preocupa-se em estabelecer o MÉTODO MAIS PRODUTIVO do ponto de vista da utilização dos recursos humanos. 14 Busca a MELHORIA DA EFICIÊNCIA nos trabalhos de ajuste de máquinas, manuseio e movimentação de materiais, leiaute, ferramentas e dispositivos específicos. É a área responsável pela MEDIÇÃO DO TEMPO E RACIONALIZAÇÃO dos movimentos . OUTROS NOMES PELA QUAL É CONHECIDA: Engenharia Industrial, Engenharia de Manufatura ou Engenharia de Processo.
  15. 15. Engenharia de Métodos Exemplificando o grau de profundidade dos estudos, pode-se citar o CLÁSSICO ESTUDO DAS PÁS POR TAYLOR, NO INÍCIO DO SÉCULO: INVESTIGAÇÕES DE TAYLOR SOBRE O USO DA PÁ Em 1898, quando Taylor foi trabalhar na Bethlehem Steel Works, procurou melhorar os métodos de trabalho em diversas seções da fábrica. Uma tarefa que chamou sua atenção foi a movimentação de materiais com o auxilio de pás; 400 a 600 homens empregavam a maior parte de seu tempo nesse trabalho. O material predominante era o minério de ferro, seguido, em tonelagem, pelo carvão. Os bons operários preferiam usar suas próprias pás às fornecidas pela indústria. Um mestre supervisionava de 50 a 60 homens, que 15 operários preferiam usar suas próprias pás às fornecidas pela indústria. Um mestre supervisionava de 50 a 60 homens, que movimentavam uma variedade de materiais no transcurso do dia. O pátio tinha aproximadamente 3200 m de comprimento por 400m de largura, de forma que o grupo se movimentava sobre uma área extensa. Com breve investigação Taylor concluiu que os operários movimentavam 1,6 kg por pá, quando trabalhavam com carvão, quantidade que aumentava para 17,2 kg, quando o material era o minério de ferro. Seu problema era, então, determinar qual a carga por pá que permitiria a um bom operário mover a quantidade máxima de material por dia. Taylor escolheu dois dos melhores operários e colocou-os trabalhando em diferentes partes do pátio, estudando suas atividades com o auxílio de dois cronometristas. De início, usaram pás grandes, que acomodavam cargas maiores por pá. Cortadas as pontas das pás, apenas cargas pequenas foram movimentadas e anotaram-se as tonelagens deslocadas ao fim do dia com cada tipo de pá. Os resultados obtidos mostraram que, com a carga de 9,75 kg na pá, um homem obteria, em um dia, a tonelagem máxima de material deslocado. Assim, uma pá pequena era fornecida ao operário que movimentava o minério de ferro, e uma pá grande era usada pelo operário que deveria deslocar material mais leve, como cinzas, de tal forma que, em ambos os casos, o peso de material por pá fosse de 9,75 kg. Estabeleceu-se uma ferramentaria e compraram-se pás especiais, que eram entregues aos operários quando necessárias. Além disso, Taylor criou um departamento de planejamento que determinava antecipadamente o trabalho que seria feito no pátio. Esse departamento emitia ordens aos mestres e aos trabalhadores, cada manhã, indicando a natureza do trabalho a ser feito, sua localização no pátio e as ferramentas que seriam necessárias. Em lugar de os operários trabalharem em grupos, o material que cada homem movimentava foi pesado ou medido ao fim de cada dia. O operário que executasse corretamente a tarefa que lhe tivesse sido especificada receberia um prêmio de mais 60% do salário naquele dia. Quando o operário não conseguia obter o prêmio, um instrutor lhe indicava a maneira correta de fazer o trabalho, de forma a possibilitar-lhe a bonificação.Depois de três anos e meio em Bethlehem, Taylor obtinha a mesma produção com 140 homens que, anteriormente, requeria de 400 a 600 homens. Fonte: Barnes (1999).
  16. 16. Engenharia de Métodos 1ª Atividade do Projeto (para os alunos de Eng. Métodos UFCG/SUMÉ) -Definição do trabalho a ser estudado - Definição da sequência operacional (estimada pelo grupo) - Definição dos tempos de execução de cada atividade - Determinação da quantidade de vezes que cada atividade será realizada 16 - Determinação da quantidade de vezes que cada atividade será realizada - Determinação do tempo total de produção estimado para o trabalho a ser executado Atividade Tempo de execução Qtd. repetição Tempo total de execução
  17. 17. A Revolução Industrial iniciada em meados do Século XVIII trouxe um conjunto de mudanças no comportamento econômico, social e nos processos produtivos. Naquele período, a produção que era artesanal passou a ser industrial com o surgimento da máquina a vapor, do tear mecânico e das máquinas de fiar. Introdução 17 fiar. Máquina a vapor Tear mecânico Máquina de fiar
  18. 18. Introdução • Cada produto era “único”, as especificações eram definidas pelo cliente. Características da Produção Artesanal 18 • A padronização era precária - intercambiabilidade de peças muito difícil. • O volume produzido geralmente era pequeno, dificultando a economia de escala. • Os custos eram altos. Carro mais caro da Aston Martin tem produção quase artesanal 19 de dezembro de 2011 • 10h41 • atualizado 13h49 /economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=2011121 91341_TRR_80625955
  19. 19. Introdução O Desenvolvimento da Engenharia de método, a princípio, se confunde com a própria evolução do trabalho. 19 A Revolução Industrial significou mudanças profundas no trabalho. Surgiram muitas fábricas e o trabalho DEIXOU DE SER ARTESANAL PARA SE TORNAR ESPECIALIZADO.
  20. 20. Introdução AS CONSEQUÊNCIAS FORAM: - Um crescimento muito rápido e desordenado das empresas, muitas vezes precário; - Um enorme aumento na competição das empresas; - A necessidade de produtos padronizados que possibilitasse a expansão dos mercados consumidores. 20 - A necessidade de produtos padronizados que possibilitasse a expansão dos mercados consumidores. NESSE AMBIENTE SE FAZIA NECESSÁRIO MUDAR A MANEIRA DE EXECUÇÃO DAS ATIVIDADES NAS EMPRESAS, ATÉ ENTÃO BASEADA NA IMPROVISAÇÃO E EMPIRISMO! Estudo científico do trabalho, capaz de melhorar a eficiência e produtividade das empresas tornando-as mais competitivas! PARA ENFRENTAR ESSA DEFICIÊNCIA SURGIRAM ESTUDIOSOS CUJO TRABALHOS CULMINARAM NOS CONCEITOS DA HOJE CONHECIDA “ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA DO TRABALHO”!
  21. 21. O crescimento do comércio inglês a partir da Revolução Industrial fez com que a Inglaterra se tornasse uma potência comercial. A preocupação com produtos padronizados, de qualidade e custo baixo passou a ser um fator importante para manutenção deste Introdução 21 ser um fator importante para manutenção deste mercado. O crescimento industrial se espalhou pelo mundo a partir do século XIX e século XX e os clientes passaram a exigir produtos de maior qualidade. A baixa padronização era um fator de entrave ao comércio na época sob o ponto da percepção de qualidade pelo cliente.
  22. 22. A corrente da Administração Científica do trabalho Taylor desenvolveu uma análise do trabalho realizado pelos operários e desenvolveu um estudo dos tempos e movimentos (motion-time study), que permitiu a racionalização dos métodos de trabalho do operário e a fixação de tempos padrões para a execução de cada tarefa. FREDERICK W. TAYLOR 22 Taylor (1856-1915) Em seu livro Shop Management (Administração de Oficinas, 1903) Taylor sugeriu que toda a operação fabril deveria ter um processo padronizado e planejado de modo a eliminar todo e qualquer desperdício de esforço humano e de tempo. Segundo Taylor: -A administração deveria pagar melhores salários e reduzir custos; -Ao administrador caberia definir o melhor método de trabalho cientificamente. Aos trabalhadores caberia cumprir os métodos; - Os empregados deveriam ser cientificamente selecionados e cientificamente treinados. Engenheiro norte- americano considerado o pai da Administração Científica.
  23. 23. FREDERICK W. TAYLOR A corrente da Administração Científica do trabalho Para Taylor, as empresas no início do Século XX sofriam de 3 GRANDES MALES: -Vadiagem sistemática dos operadores; -Desconhecimento da administração de como fazer e 23 Taylor (1856-1915) Seu trabalho se voltou, basicamente, à resposta de DUAS QUESTÕES básicas: Qual seria a melhor maneira de se executar uma tarefa? Qual deveria ser a carga de trabalho conveniente para um operador? -Desconhecimento da administração de como fazer e quanto tempo se gastava para realização do trabalho; -Falta de uniformidade das técnicas e métodos de trabalho.
  24. 24. A corrente da Administração Científica do trabalho O estudo científico do método de execução de uma atividade (the best way); FREDERICK W. TAYLOR Como resultado ele defendeu: 24 Taylor (1856-1915) uma atividade (the best way); Divisão do trabalho em elementos (etapas) e definição de tempos para execução de cada atividade; A determinação da carga de trabalho adequados para cada operador; A divisão do trabalho (especialização). Seu trabalho tinha foco no tempo de execução das atividades!!!
  25. 25. Sátira ao Taylorismo 25
  26. 26. A corrente da Administração Científica do trabalho Predreiro, engenheiro, construtor e consultor, o norte-americano Gilbreth juntamente com sua FRANK BUNKER GILBRETH 26 norte-americano Gilbreth juntamente com sua esposa, a psicóloga Lillian Gilberth, foram seguidores do trabalho de Taylor e foram pioneiros no estudo dos movimentos humanos visando o aumento da eficiência das operações fabris. Gilbreth (1868 - 1924 )
  27. 27. A corrente da Administração Científica do trabalho Frank Gilbreth iniciou seu trabalho na área de Eng. De Métodos em 1885 quando trabalhou na área de construção civil. Ele observou que: FRANK BUNKER GILBRETH 27 • Cada pedreiro realizava a mesma atividade de diferentes maneiras (métodos) e por isso tinham uma produtividade diferente. Gilbreth (1868 - 1924 ) Gilbreth voltou-se a analisar as tarefas minuciosamente e verificou que NÃO SE TRATAVA APENAS DE CRIAR MÉTODOS. Mesmo os melhores métodos, por vezes, estavam “cheios” de elementos (movimentos) desnecessários ou fatigantes!
  28. 28. A corrente da Administração Científica do trabalho FRANK BUNKER GILBRETH Do Estudo sobre a fadiga os Gilbreth concluíram que: • Trabalhos fatigantes levam a redução da 28 Gilbreth (1868 - 1924 ) • Trabalhos fatigantes levam a redução da produtividade e ao negligenciamento da qualidade; • Em atividades mais fatigantes há um maior turnover da MO. Para resolver essas deficiências nos métodos os Gilbreth propuseram os PRINCÍPIOS DE ECONOMIA DOS MOVIMENTOS: • Relativos ao arranjo do local de trabalho; • Relativos ao uso do corpo humano; • Relativos ao uso das ferramentas e equipamentos.
  29. 29. A corrente da Administração Científica do trabalho FRANK BUNKER GILBRETH Estudo dos movimentos e micromovimentos e sua separação em classes a partir do esforço; Como resultado eles defenderam: 29 Gilbreth (1868 - 1924 ) Compreensão dos fatores humanos relacionados ao trabalho; Estudo da fadiga humana e redução de movimentos longos por elementos curtos e menos fatigante; Invenção de andaimes móveis, misturadores de concreto, correias transportadoras; Criação da fórmula de eficiência. Seu trabalho tinha como foco o método de execução!!!
  30. 30. A corrente da Administração Humanística do trabalho Do outro lado, GEORGE ELTON MAYO Médico, Psicólogo e Sociólogo, o australiano Elton Mayo foi o precussor do 30 Mayo (1880-1949) australiano Elton Mayo foi o precussor do movimento das relações humanas, corrente divergente do modelo clássico taylorista. A teoria das relações humanas considera como foco de atenção o próprio homem e suas necessidades físicas e psicológicas como forma de aumentar a produtividade das operações fabris.
  31. 31. A corrente da Administração Humanística do trabalho Estudo das causas de fadiga, acidente e rotatividade de pessoal; Influência das condições ambientais GEORGE ELTON MAYO 31 Mayo (1880-1949) Influência das condições ambientais (iluminação, temperatura, ruído) na produtividade; Efeitos da integração social a partir do trabalho em grupo; Criação das pesquisas de clima organizacional. Seu trabalho tinha como foco o bem-estar do operador!!!
  32. 32. As correntes modernas da Administração do Trabalho PRODUÇÃO EM MASSA Henry Ford foi o fundador da Ford Motor Company. 32 A Produção em massa com base no modelo de produção de Henry Ford (1863-1947). Empresário norte- americano considerado o pai da Produção em Massa (Fordismo).
  33. 33. As correntes modernas da Administração do Trabalho PRODUÇÃO EM MASSA A Produção em Massa (fordismo) não significou uma ruptura com o Taylorismo, mas gerou as bases necessárias para um novo impulso na "revolução" da produção, a partir da indústria automobilística. 33 produção, a partir da indústria automobilística. AS BASES DO FORDISMO: -Economia de escala. CONSEGUIDA COM: -Invenção da linha de montagem por FORD.
  34. 34. As correntes modernas da Administração do Trabalho COMO CONSEGUIR ECONOMIA DE ESCALA? • Divisão do trabalho • Padronização • Intercambiabilidade • Verticalização do processo 34 Ford T - “Qualquer cor, desde que fosse Preto”; - 15 milhões de unidades vendidas entre 1908 e 1927; - Preços acessíveis. • Verticalização do processo • Produto “User Friendly” • Aumentar o volume indefinidamente, para reduzir os custos! CONSEQUÊNCIAS • Produtos altamente padronizados • Redução dos custos • Forte crescimento industrial e de consumo (preços mais acessíveis) • Operadores cada vez mais especializados
  35. 35. As correntes modernas da Administração do Trabalho PRODUÇÃO ENXUTA O crescimento daO crescimento da indústria japonesaindústria japonesa 35 • Final da década de 30: Toyota entra na indústria automobilística. • A Toyota participa do esforço de guerra japonês fabricando caminhões para as forças armadas.
  36. 36. As correntes modernas da Administração do Trabalho PRODUÇÃO ENXUTA Após ter várias fábricas alvejadas durante a guerra, a Toyota estava determinada a entrar na produção em larga escala de carros de passeio e caminhões comerciais. Isto é evidente em uma passagem de um discurso de Kiichiro Toyoda, então 36 discurso de Kiichiro Toyoda, então presidente da TMC, em outubro de 1945: “Sem dúvida a era do automóvel chegará ao Japão em breve. O automóvel será fundamental para a promoção da indústria de bens de consumo e a decorrente estabilização da economia japonesa. Conseqüentemente, como fabricantes de automóveis, é nossa responsabilidade e dever ajudar tornar isso uma realidade o mais rápido possível.” “Temos que alcançar a América em 3 anos”.
  37. 37. As correntes modernas da Administração do Trabalho A Toyota tentou, por anos, implantar o modelo Fordista, mas não obteve sucesso. A produtividade nas fábricas americanas era muito superior à produtividade japonesa (aprox. 10x). PRODUÇÃO ENXUTA 37 Baixa Variedade Alta Demanda Alta Variedade Baixa Demanda • Características dos Mercados: Americano Japonês X X
  38. 38. As correntes modernas da Administração do Trabalho PRODUÇÃO ENXUTA Em 1956, Taiichi Ohno, engenheiro- chefe da TMC, fez sua primeira visita 38 chefe da TMC, fez sua primeira visita à Ford. Percebeu que o sistema de produção em massa precisava de melhorias, pois muitas perdas podiam ser observadas na linha de produção.
  39. 39. As correntes modernas da Administração do Trabalho PRODUÇÃO ENXUTA Qual a idéia da Ohno? “Copiar” o Sistema de Produção Ocidental? 39 “Copiar” o Sistema de Produção Ocidental? Não!!! Criar SEU PRÓPRO SISTEMA, eliminando as perdas no modelo de Produção em Massa (7 perdas) a partir da melhoria contínua das atividades (kaizen).
  40. 40. As correntes modernas da Administração do Trabalho PRODUÇÃO EM MASSA X PRODUÇÃO ENXUTA 40
  41. 41. As influências das diversas correntes da Administração do Trabalho no projeto do trabalho moderno PROJETO DO Conceitos da adm. científica Gilbreth (1868 – 1924) Mayo 41 PROJETO DO TRABALHO MODERNO Conceitos da corrente humanista (1868 – 1924) Mayo (1880-1949) F. Taylor (1856 – 1915) Conceitos modernos Ohno (1912– 1990) Ford (1863 – 1947) OUTROS
  42. 42. Importância da Engenharia de Métodos para os Sistemas produtivos (PARAMOS AQUI) • Um Sistema busca através de uma transformação alcançar algum objetivo! 42 Indesejadas Desejadas CANAL REVERSO• Um SISTEMA DE PRODUÇÃO de uma empresa busca transformar entradas em BENS E/OU SERVIÇOS MAS CONTRIBUINDO COM OS RESULTADOS GERAIS DA EMPRESA: LUCRO, CUSTO, QUALIDADE!
  43. 43. Importância da Engenharia de Métodos para os Sistemas Produtivos PARA CONTRIBUIR COM OS RESULTADOS GERAIS DA EMPRESA OS SISTEMAS DE PRODUÇÃO DEVEM: • Racionalizar a utilização dos recursos do sistema no sentido da cadeia produtiva, ELIMINANDO OU MINIMIZANDO ATIVIDADES DESNECESSÁRIAS E AS SAÍDAS INDESEJÁVEIS (ex: canal reverso). 43 DESNECESSÁRIAS E AS SAÍDAS INDESEJÁVEIS (ex: canal reverso). • Buscar uma ATUAÇÃO INTEGRADA DE TODOS OS COMPONENTES do sistema (inter-relação e interfaces); • Medir e buscar MELHORAR CONSTANTEMENTE OS ÍNDICES DE PRODUTIVIDADE E EFICIÊNCIA. Ou seja, UM SISTEMA DE PRODUÇÃO CONTRIBUIRÁ COM OS RESULTADOS ESPERADOS PARA O NEGÓCIO A PARTIR DA RACIONALIZAÇÃO DO TRABALHO, QUE ENVOLVE HOMENS E MÁQUINAS, ATIVIDADE PRINCIPAL DA ENGENHARIA DE MÉTODOS (RACIONALIZAÇÃO)!
  44. 44. A Engenharia de Métodos A Engenharia de Métodos ESTUDA E ANALISA O TRABALHO de forma sistemática através dos estudos de movimentos e tempos, buscando MÉTODOS MAIS ADEQUADOS, alinhados às necessidades da empresa, da sociedade e dos trabalhadores. TAMBÉM MEDE O TRABALHO NA BUSCA DO 44 trabalhadores. TAMBÉM MEDE O TRABALHO NA BUSCA DO TEMPO-PADRÃO. PRINCIPAIS FUNÇÕES REALIZADAS •Projeto e melhoria de métodos •Medição do trabalho (Estudo de Tempos)
  45. 45. Melhorar a produtividade, RACIONALIZANDO OS RECURSOS MATERIAIS, HUMANOS, ENERGÉTICOS E OS PROCESSOS de maneira não dissociada com os objetivos das correntes modernas de Finalidade do estudo de movimentos e tempos ATUAL administração da produção que pregam: 45 - Menor custo; - Mais alta qualidade; Menor Lead time ATENDIMENTO PLENO ÀS NECESSIDADES DOS CLIENTES, MINIMAMENTE COM... FOCO NO CLIENTE!
  46. 46. SEM ESQUECER O RESPEITO E A SEGURANÇA DOS TRABALHADORES. Isso remete à busca de métodos que sejam: Finalidade do estudo de movimentos e tempos ATUAL 46 Mais simples; Menos fatigante; Mais rápidos; Menos perigosos; Mais confiáveis (quanto a qualidade); FOCO NO TRABALHADOR!
  47. 47. VISA DETERMINAR O TEMPO-PADRÃO para realização das atividades necessárias a produção. Os tempos-padrão são usados principalmente para: Finalidade da Medição do Trabalho 47 Análise de custo e viabilidade dos produtos; Determinação de capacidade produtiva; Dimensionamento da necessidade de MO; Dimensionamento da capacidade fabril; Treinamento de MO; Implementação de programas de bonificação (atingimento de metas, cumprimento do tempo, etc).
  • DioclecianoJanurio

    Mar. 4, 2020
  • suellenassunao

    Sep. 23, 2018
  • AdelinoFilho2

    Aug. 2, 2018
  • kegalves

    Jul. 18, 2018
  • JosemrioSantos

    Mar. 20, 2018
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    Mar. 6, 2018
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    Jan. 24, 2018
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  • AlvaroSantos51

    Mar. 28, 2017

Curso: Engenharia de Produção (UAEP/CDSA/UFCG) Disciplina: Engenharia de Métodos Professor: João Pereira Leite

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