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Chama 186

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Chama 186

  1. 1. c h a m a d o c a r m o . b l o g s p o t . c o mTelefone 258 822 264 viana@carmelitas.ptA v s o sChAMADO CARMODE VIANA DO CASTELO28 Domingo das bênçãos do Menino Jesus.29 Memória de S. Catarina de Sena.01 Memória de São José Operário.02 Memória de S. Atanásio.03 Festa dos Apóstolos S. Filipe e S. Tiago.DOMINGO V DA PÁSCOAABRIL 28 2013NS 186A PalavraDOMINGO VI DE PÁSCOA | C (05 DE MAIO)• Actos dosApóstolos 15:1-2.22-29.• Salmo 66:2-3.5-6.8.• Apocalipse 21:10-14.22-23.• João 14:23-29.OraçãoLITURGIA DAS HORAS• Semana V do SaltérioMÊS DE MAIOORIENTAÇÃO DO TERÇOSEGUNDA FamíliasTERÇA Coral das 10QUARTA Grupo de oraçãoQUINTA Fraternidade SecularSEXTA JovensO QUE A FÉ NÃO É (V)Não é um contratoA fé não é um contrato entre duas partes quedevam obedecer a um conjunto de regras.Também não é uma brecha ou escape quealgumas dessas regras permitem sob certoângulo de interpretação.Nem a fé nem a Bíblia são resultado de umcontrato entre Deus e a humanidade, ou umconjunto de regras que se vividas à risca,darão acesso imediato à salvação.A Bíblia não é um contrato, nem tem brechasque permitam uma descoberta mais fácil deviver a fé e de alcançar a salvação.A Bíblia resulta da acção de Deus na história dahumanidade. Ela é a Palavra de Deus e a acçãode Deus para o bem da humanidade. É umaproposta, um caminho, uma possibilidade paraalimentar o dom da fé que Deus semeia nocoração humano. É por isso que ter fé nãogarante vida melhor, mais dinheiro, maisdiversão, mais saúde, mais sucesso, maisausência de problemas e dificuldades… Masquando essas contingências assaltam a nossavida, a fé revela-se como uma mais-valia queajuda a fazer desta vida uma realidade não sódeste mundo, mas transcendente, vinda deDeus e em caminho para Deus.A fé não é um contrato, mas situa-se nocoração humano como chave que dá sentido àexistência humana e ajuda nas respostas paraas perguntas de onde a felicidade depende.Assim, pelo caminho da fé descubro que aminha vida tem sentido enquanto é serviço debondade; que a minha intimidade com Deus meleva a ser enérgico na defesa do bem, da vida,da criação, da justiça… Este caminho da féajuda-me a olhar e ver com «os olhos deCristo».A fé não se vive com contratos nem escapes,mas na liberdade eficaz da acção do Espíritolibertador do Deus da salvação.«— JOVENS:NÃO ENTERREIS OS VOSSOS TALENTOS!»FranciscoCOMO EU VOS AMEI!
  2. 2. Como eu vos amei!Continuamos em Páscoa. É este o domingo V da Páscoa. Celebrando a Páscoa celebramos o grandemistério da vida e do amor. Domingo a domingo — mais ainda na Páscoa! — é esse o imenso mistério quebrilha e nos inunda de luz até à Ascensão. Nos dias que antecedem a sua ascenção para o Pai, Jesusinstruiu os discípulos e pede-lhes insistentemente que se amem uns aos outros, que nos amemos uns aosoutros como Ele nos ama. O Amor é Deus, amor é a sua verdade mais verdade, e é a base mais profunda emais consistente do Cristianismo. A ausência de amor promoveu violências, acendeu guerras, multiplicouinseguranças. Poderemos continuar a caminhar pelo caminho do desamor? Esse caminho que só nos podelevar a perder?Jesus diz-nos hoje que a nossa vida deve fincar-se no Amor. Deveríamos dar-lhe ouvidos.Consta que o Guiness Book regista como osermão mais longo da história um de 60horas e 31 minutos, que foi pregado por umreverendo da Igreja Unitária.Por sua vez, o mais pequeno demorou, porcontraste, apenas alguns segundos. Osacerdote, depois de proclamar o Evangelhodisse apenas uma palavra: Amor!E sentou-se.Estas linhas não tratam de bater recordes,sejam quais eles sejam, mas de reflectir sobrea cena do Evangelho deste domingo, na qualJesus nos deixa o seu testamento e nosentrega o décimo primeiro mandamento:Amai-vos uns aos outros como eu vos amei!Em todas as sociedades existem uniformesque ajudam a distinguir as corporações e aposição das pessoas: um homem vestido debranco e com um chapeuzinho branco nacabeça é o Papa. Se vestirem de sedavermelha cor de sangue são cardeais. Os quesurgem com mitras no lugar das coroas sãobispos. Os sacerdotes vestem de formaindiferenciada, salvo os que pertencem agrupos muito tradicionais e então vestem denegro. E por aí adiante.Os fiéis católicos em geral distinguem-se dosoutros cristãos pela obrigação de participar naEucaristia dominical.Infelizmente, a maioria das vezes, damosexcessivo valor aos uniformes e ao exterior:para nós as aparências são mais importantesque a realidade, que a profundidade do ser.Nós acentuamos muito as normas e as regras.Vincar os mandamentos humanos é para nósum desporto favorito com muitos adeptos:faz-nos sentir poderosos e agrada-nos ter umcerto peso que nos nasce do desejo daautoridade que pretendemos manifestar.A verdade, porém, é que Jesus, o Bom Pastor,não nos atulhou com mandamentosesquesitos, nem andou a fiscalizar se as suasovelhas conheciam os Mandamentos queDeus entregara a Moisés no Monte Sinai!Não. Jesus não é como nós! Especialmente Elenão é com os tiranetes de trazer por casa:Jesus, o Bom Pastor, dá-nos hoje o seumandamento mas não pretende serobedecido, não pretende azucrinar-nos a vidado nosso dia a dia com leis. Ele dá-nos o seumandamento para que ele nos sirva apenasde sinal! O seu mandamento é o nossouniforme: através dele nós distinguimo-nosdos demais, e os demais sabem que somosdiscípulos de Jesus.Podemos falar muito e argumentar melhor;podemos sublimar as palavras e proclamarsermões poderosos; podemos usarescapulários e luzir uniformes. Não passarãode disfarces se o Evangelho de Jesus não forpor nós assumido, quando nos pede:«Amai-vos como eu vos amei!»Sinceramente, creio, o problema nem está noamor. Crentes e não crentes apreciam abondade e o amor, e foram ao longo dahistória verdadeiros intérpretes de gestosinolvidáveis de amor! Quem não osconhece?... O problema é bem outro, resideno «como», «como eu»! Essa palavrapequenina é ela que nos assusta e nos fazfugir! A maioria contenta-se em amar, mas odesafio maior reside em fazê-lo como Jesus!Amai-vos como eu vos amei! (E eu amei-vosaté à cruz, até dar a vida!, parece quererrecordar-nos Jesus!)Resta-nos um exemplo luminoso, o da MadreTeresa de Calcutá: um dia encontrou umhomem abandonado numa sarjeta; jazia inanee coberto de moscas que o iam devorando. AMadre parou, ajoelhou-se, começou a tirar--lhe o lixo que o cobria e a falar-lhedocemente. Alguém viu e comentou:– «Madre, eu não faria isso nem por ummilhão de dólares!»E a Madre respondeu:– «Nem eu o faria também!»E citando o Evangelho deste domingo, disse:– «Devemos crescer no amor; e para chegar afazer isto teremos de amar e continuar a amaraté que nos doa!».Nestes tempos de indiferença não nos restaoutra bandeira se não a de nos amarmos!

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