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Oficina Apaixonamento E Enamoramento Somente Um Bom IníCio é ResponsáVel Pela ManutençãO Da UniãO

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Palestra sobre amar, apaixonar-se, e os mecanismos de apaixonamento e de enamoramento

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Oficina Apaixonamento E Enamoramento Somente Um Bom IníCio é ResponsáVel Pela ManutençãO Da UniãO

  1. 1. A paixonamento e Enamoramento - Somente um bom início é responsável pela manutenção da união? por Thiago de Almeida (Psicólogo e pesquisador do IPUSP – Departamento de Psicologia Experimental) Home page: www.thiagodealmeida.com.br
  2. 2. Por que estudar os relacionamentos amorosos? <ul><li>Percebe-se que ao se tratar de um assunto como a temática amorosa não basta mais consultar o dicionário, que, aliás, fornece definições essencialmente técnicas, ou seja, interpretações calcadas no estilo lingüístico. Dessa forma, compreender os processos e os comportamentos envolvidos na psicodinâmica dos relacionamentos amorosos é muito importante uma vez que esses fenômenos ocupam na maioria das vezes papéis centrais na vida da maioria das pessoas. </li></ul>
  3. 3. Alguns questionamentos <ul><li>O que é o “Amor” e em que ele difere da paixão? </li></ul><ul><li>Homens e mulheres diferem em termos de apaixonamento e enamoramento? </li></ul><ul><li>Quais são as semelhanças e as diferenças entre os gêneros masculinos e feminino em relação a temática amorosa? </li></ul><ul><li>Há um bom prognóstico para os casamentos na atualidade? </li></ul>
  4. 4. Mas, afinal, o que é o Amor? <ul><li>“ um conjunto de sentimentos diversos, distintas topografias comportamentais e múltiplos perfis de respostas cognitivas que embora variados, estão relacionados entre si e são inerentes ao ser humano, tendem a se perdurar e possuem inúmeras formas válidas de sua manifestação. Assim, em termos comportamentais o amor é visto como uma contingência muito especial não somente por ser multideterminado, mas também devido ao fato de sua pluralidade de conseqüências” (Almeida & Mayor, 2006, p. 99). </li></ul>
  5. 5. E o que é a paixão? <ul><li>A paixão é um estado motivacional de consciência alterada relacionados a neurtransmissores específicos e efeitos fisiológicos associados geralmente a excitação do sistema nervoso central. (Fischer, 2006). Ainda segundo a autora, a paixão é um estado transitório, que dura cerca de um ano e meio, podendo ao término deste período o relacionamento se promover ou não para um relacionamento amoroso. </li></ul>
  6. 6. Então o amor é um conjunto de… <ul><li>Sentimentos; </li></ul><ul><li>Pensamentos; </li></ul><ul><li>Comportamentos; </li></ul><ul><li>Todos esses relacionados entre si! </li></ul>
  7. 7. A Psicologia ♂ e a ♀ na hora da paquera <ul><li>♂ </li></ul><ul><li>Necessita de menos intimidade; </li></ul><ul><li>Teme ser sufocado; </li></ul><ul><li>Não se magoa muito; </li></ul><ul><li>Precisa de menos aprovação; </li></ul><ul><li>Freqüentemente desligado; </li></ul><ul><li>Quer muita atenção; </li></ul><ul><li>É altamente competitivo; </li></ul><ul><li>Possui um forte desejo por status e dinheiro </li></ul><ul><li>É geralmente obcecado por esportes; </li></ul><ul><li>Fala mais sobre fatos e coisas; </li></ul><ul><li>Fala menos em particular; </li></ul><ul><li>♀ </li></ul><ul><li>Necessita de mais intimidade; </li></ul><ul><li>Teme ser abandonada; </li></ul><ul><li>Sente-se magoada com freqüência; </li></ul><ul><li>Precisa de mais aprovação; </li></ul><ul><li>Freqüentemente emotiva; </li></ul><ul><li>Dá muita atenção; </li></ul><ul><li>É menos competitiva; </li></ul><ul><li>Poder e dinheiro para ela são menos importantes; </li></ul><ul><li>Não preza muito os esportes; </li></ul><ul><li>Fala mais sobre pessoas; </li></ul><ul><li>Fala menos em público; </li></ul>
  8. 8. <ul><li>É mais literal; </li></ul><ul><li>Possui uma linguagem mais direta; </li></ul><ul><li>Toma decisões rápidas </li></ul><ul><li>É altamente pragmático; </li></ul><ul><li>Não pede muito ajuda para os outros; </li></ul><ul><li>Dá ordens; </li></ul><ul><li>Freqüentemente busca conflitos; </li></ul><ul><li>Gosta de ser venerado; </li></ul><ul><li>Teme comprometimentos; </li></ul><ul><li>É sexualmente ciumento; </li></ul><ul><li>Tem tendência a ser polígamo; </li></ul><ul><li>É mais sádico; </li></ul><ul><li>Importa-se mais com o sexo; </li></ul><ul><li>Tem poucos amigos íntimos; </li></ul><ul><li>Gosta de atividades em grupo; </li></ul><ul><li>Confia menos nos outros; </li></ul><ul><li>Geralmente é mais agressivo; </li></ul><ul><li>Preocupa-se menos com a saúde; </li></ul><ul><li>Preocupa-se menos com a aparência; </li></ul><ul><li>Assume mais riscos físicos; </li></ul><ul><li>Faz compras quando necessário. </li></ul><ul><li>Procura significados nas entrelinhas; </li></ul><ul><li>Possui uma linguagem mais indireta; </li></ul><ul><li>Leva mais tempo para se decidir; </li></ul><ul><li>Gosta de discutir os problemas; </li></ul><ul><li>Busca a ajuda dos outros prontamente; </li></ul><ul><li>Faz sugestões; </li></ul><ul><li>Tenta evitar os conflitos; </li></ul><ul><li>Gosta de venerar os outros; </li></ul><ul><li>Teme comprometimentos; </li></ul><ul><li>É emocionalmente ciumenta; </li></ul><ul><li>Tem tendência a ser monógama; </li></ul><ul><li>É mais masoquista; </li></ul><ul><li>Importa-se mais com o romance; </li></ul><ul><li>Tem muitos amigos íntimos; </li></ul><ul><li>Prefere encontros íntimos; </li></ul><ul><li>Freqüentemente, confia demais nos outros; </li></ul><ul><li>Geralmente é menos agressiva; </li></ul><ul><li>Preocupa-se mais com a saúde; </li></ul><ul><li>Preocupa-se mais com a aparência; </li></ul><ul><li>Assume menos riscos físicos; </li></ul><ul><li>Faz compras, em geral, por diversão. </li></ul>
  9. 9. Algumas teorias psicológicas a respeito da natureza da paixão e do amor <ul><li>A teoria das cores do amor de Lee; </li></ul><ul><li>O amor como uma forma de apego; </li></ul>
  10. 10. Lee e sua teoria sobre os Estilos de Amor (1988) <ul><li>Estilos primários: </li></ul><ul><ul><ul><li>Eros </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ludus </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estorge </li></ul></ul></ul><ul><li>Estilos secundários: </li></ul><ul><ul><ul><li>Mania </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pragma </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ágape </li></ul></ul></ul>
  11. 11. Tábua dos estilos amorosos de Lee
  12. 12. O Estilo Erótico <ul><li>Caracterizado pela atração imediata pelo parceiro, e, sobretudo, pela sua aparência; </li></ul><ul><li>Não é muito possessivo; </li></ul><ul><li>Não teme se entregar ao amor, e também não está ansioso para amar; </li></ul><ul><li>Adota uma postura segura frente à vida e aos relacionamentos. </li></ul>
  13. 13. Ilustração do estilo erótico <ul><li>“ Meu parceiro e eu temos a química certa entre nós.” </li></ul>
  14. 15. O Estilo Estórgico <ul><li>Caracterizado como o amor decorrente de uma amizade, demorando longo tempo para se desenvolver. </li></ul><ul><li>Valoriza interesses compartilhados, semelhanças entre os parceiros e atividades em conjunto; </li></ul><ul><li>Não se caracteriza pela presença de uma grande paixão e o aspecto sexual é menos enfatizado e começa relativamente mais tarde. </li></ul>
  15. 16. Ilustração do estilo estórgico <ul><li>“ A nossa amizade se transformou em amor ao longo do tempo. ” </li></ul>
  16. 18. O Estilo Lúdico <ul><li>Caracteriza-se como o tipo de amor vivido como um jogo, </li></ul><ul><li>Pode acontecer simultaneamente, com diferentes parceiros. </li></ul><ul><li>Sua ênfase recai na sedução e na idéia de liberdade sexual, sem a ênfase no compromisso com o parceiro. </li></ul>
  17. 19. Ilustração do estilo lúdico <ul><li>“ Eu gosto de praticar o ‘jogo do amor’ com o meu parceiro e com muitos outros parceiros.” </li></ul>
  18. 21. O Estilo Maníaco <ul><li>Caracterizado como uma fusão entre os estilos Eros e Ludus; </li></ul><ul><li>Aqui, o amor é uma experiência quase obsessiva, que domina a vida do indivíduo </li></ul><ul><li>Seu esforço consiste em atrair e manter permanentemente a atenção do parceiro. Há ciúme e muita possessividade. </li></ul>
  19. 22. Ilustração do estilo maníaco <ul><li>“ Às vezes, quando o meu parceiro me ignora, eu faço besteiras para conseguir sua atenção novamente .” </li></ul>
  20. 24. O Estilo Pragmático <ul><li>Composto por Ludos e Storge; </li></ul><ul><li>Neste estilo, o amor enfatiza a compatibilidade dos parceiros e suas necessidades mútuas de satisfação; </li></ul><ul><li>Até que o relacionamento se estabeleça os indivíduos verificam suas afinidades e semelhanças. </li></ul>
  21. 25. Ilustração do estilo pragmático <ul><li>“ Uma consideração na escolha da minha parceira é como ela vai afetar a minha carreira .” </li></ul>
  22. 27. O Estilo Agápico <ul><li>Composto de Storge e Eros; </li></ul><ul><li>A ausência de egoísmo é uma das características centrais desse tipo de amor; </li></ul><ul><li>O indiv í duo se preocupa constantemente com o parceiro, valorizando mais o bem estar deste do que o seu próprio. </li></ul>
  23. 28. Ilustração do estilo agápico <ul><li>“ Eu prefiro sofrer à deixar meu parceiro sofrer. ” </li></ul>
  24. 29. A Teoria do Apego <ul><li>Criada por John Bowlby; </li></ul><ul><li>Como as crianças se vinculam aos seus tomadores de cuidado (tutores)? </li></ul><ul><li>Vínculos = laços emocionais: para esse autor eram um meio de adaptação evolucionária; </li></ul><ul><li>Mary Ainsworth e seus colegas determinaram três tipos de apego: seguro, ansioso/ambivalente e evitativo. </li></ul><ul><li>Hazan, Shaver e Bradshaw (1988) estudaram as similaridades entre do apego da criança aos tutores e o amor romântico quando essas crianças se tornaram adultas. </li></ul>
  25. 30. Comparação das características de apego e amores românticos <ul><li>Para a criança </li></ul><ul><li>Quando o Objeto de Apego está presente, o infante está mais feliz, com um maior limiar para se angustiar, e a criança é menos receosa com estranhos, etc ; </li></ul><ul><li>Quando temerosa, aflita, doente, ameaçada, etc., a criança procura contato físico com OA. </li></ul><ul><li>Para o adulto </li></ul><ul><li>O objeto de amor real ou imaginário, quando é recíproco, faz com que as pessoas sentirem-se confiantes, seguras, fora de perigo, etc; </li></ul><ul><li>Quando o LO é notado como recíproco, o amante fica feliz, positivista sobre a vida em geral, sai mais e é afável com os outros. </li></ul>
  26. 31. <ul><li>Para a criança </li></ul><ul><li>Angústia diante da separação ou perda: chorar ou clamar pelo OA, tenta encontrar OA, tornando-se apática se a reaproximação parece impossível ; </li></ul><ul><li>Reunida com o OA as crianças sorriem, recebem o OA com vocalização positiva ou choram, saltam, movimentam-se, aproximam-se para serem pegas, etc. </li></ul><ul><li>Para o adulto </li></ul><ul><li>Aflito com separação ou perda: chorar, chamar pelo LO, tentar encontrar o LO, começar a entristecer-se e desinteressar-se em viver sociável ; </li></ul><ul><li>Em sociedade com o LO ou quando o LO é recíproco, o apaixonado sente êxtase, abraça o LO, etc. </li></ul>
  27. 32. <ul><li>Para a criança </li></ul><ul><li>Crianças sentem-se unidas com o OA e, com desenvolvimento, tornam-se ambivalentes sobre o envolvimento e autonomia ; </li></ul><ul><li>Embora a criança possa estar apegada a mais de uma pessoa ao mesmo tempo, há geralmente uma pessoa central para interagir (uma “hierarquia de apegos”). </li></ul><ul><li>Para o adulto </li></ul><ul><li>Amantes algumas vezes se sentem fundidos com o LO e o equilíbrio da fusão e autonomia é freqüentemente uma importante preocupação ; </li></ul><ul><li>Embora muitos adultos sintam que podem amar mais de uma pessoa, o amor intenso tende a ocorrer com apenas um parceiro por vez. </li></ul>
  28. 33. <ul><li>Para a criança </li></ul><ul><li>Separações, irresponsabilidade maternal, etc., até certo ponto, aumentam a intensidade do comportamento de apego da criança ; </li></ul><ul><li>Crianças e seus OA freqüentemente estão engajados num prolongado contato olhos-nos-olhos; crianças aparentam fascinação com as demonstrações físicas do OA e divertem-se tocando olhos, nariz, cabelos, etc... </li></ul><ul><li>Para o adulto </li></ul><ul><li>Adversidade s (desaprovação social, separações, etc.), até certo ponto, aumentam a intensidade dos sentimentos dos amantes e de comprometimento um com o outro ; </li></ul><ul><li>Amantes freqüentemente ficam em prolongados contatos olhos-nos-olhos e ficam fascinados uns com os outros em descobertas físicas e gostam de explorar os corpos, cabelos, ouvidos... </li></ul>
  29. 34. Os relacionamentos amorosos interpessoais
  30. 35. Locais e atividades que facilitam o início dos relacionamentos amorosos <ul><li>Locais de footing (por exemplo: praças públicas) ; </li></ul><ul><li>Escolas e salas de aula; </li></ul><ul><li>Festas; </li></ul><ul><li>Vizinhança; </li></ul><ul><li>Trabalho; </li></ul><ul><li>Internet. </li></ul>
  31. 36. Alguns princípios para se selecionar parceiros amorosos
  32. 37. Por que é importante selecionar bem parceiros amorosos? <ul><li>Porque isso economiza o tempo e os investimentos de ambos os componentes na relação ; </li></ul><ul><li>Porque m uitos são os fatores que estão envolvidos na hora da escolha, e dessa forma , é necessário termos conhecimento sobre o que fazer, como agir, em quem investir para não continuarmos frustrados acreditando que o amor é para alguns privilegiados ; </li></ul><ul><li>Porque a lguns erros que são cometidos no início de um relacionamento amoroso, como a escolha de um parceiro errado, podem nos custar um alto preço durante todo o tempo que o relacionamento durar. Tais prejuízos podem se estender para as famílias dos envolvidos, bem como para os filhos que esse casal possa vir a ter . </li></ul>
  33. 38. <ul><li>Para que uma pessoa possa enamorar-se de outra, deve-se levar em consideração, que, ela deve estar predisposta e disponível para tal. E isto não se reduz a simplesmente estar atraído(a) por um(a) parceiro(a). Isto quer dizer que a pessoa deve ter uma disponibilidade, não só física, mas uma disponibilidade psíquica para ir e vir ao encontro do outro , O u seja, apenas a decisão racional de querer encontrar alguém não é suficiente para possibilitar o encontro . </li></ul>
  34. 39. Quais são esses princípios e qual é o princípio que provavelmente rege a minha seleção de parceiros amorosos? <ul><li>O princípio da Homogamia ou da Semelhança ; </li></ul><ul><li>O princípio da Admiração ; </li></ul><ul><li>O Princípio da Heterogamia ; </li></ul><ul><li>O Princípio da Complementariedad e; </li></ul><ul><li>O Princípio das médias ponderadas dos defeitos e das qualidades ; </li></ul><ul><li>O Princípio dos Defeitos Graves . </li></ul>
  35. 40. Alguns questionamentos… <ul><li>Mas, se todos estas situações - estilos de amor, princípios de atração, motivações pessoais etc. podem responder as razões pelas quais duas pessoas se unem para formar uma relação, resta ainda saber por que algumas relações duram e outras não. Será que a manutenção de um relacionamento é dada somente pela presença de elementos como amor e satisfação, por exemplo? Como se explicariam, então, casos comuns a todos, como aqueles em que, não obstante a evidente ausência destes fatores, a relação se mantém? Ou ainda, situações em que o amor, a paixão e a satisfação que cultivam com o parceiro são indiscutíveis, no entanto, a estabilidade da relação é inapelavelmente precária? </li></ul>
  36. 42. As contribuições de John Gottman para o estudo dos casamentos e dos relacionamentos estáveis <ul><li>John Gottman, professor de psicologia e um dos nomes mais conceituados no estudo das relações familiares, ao analisar centenas de discussões entre casais e fazendo uso das observações coletadas, nomeou três tipos de casamentos estáveis, baseado na configuração de seus estilos de combate. </li></ul>
  37. 47. Alguns comentários importantes: <ul><li>Um casamento duradouro resulta da capacidade de o casal solucionar conflitos que são inevitáveis em qualquer relacionamento; </li></ul><ul><li>Acentuar o positivo em um casamento, sem eliminar o negativo; </li></ul><ul><li>Aprofundar o conhecimento mútuo a respeito do parceiro tentando ser empático; </li></ul><ul><li>Cultivar diariamente a afeição e a admiração pelo(a) parceiro(a); </li></ul><ul><li>Estar voltado um para o outro; </li></ul><ul><li>Aceitar sem restrição e sem pré concepções as opiniões do(a) parceiro(a); </li></ul><ul><li>Resolver os problemas que têm solução; </li></ul><ul><li>Criar significados na vida em comum. </li></ul>
  38. 48. Conclusão <ul><li>O amor, não é o único preditor de estabilidade para relacionamentos amorosos (Cate, Levin & Richmond, 2002). Embora, para Gottman e Silver (1998), os fatores que podem fazer um relacionamento dar certo ou se desintegrar estão longe de serem óbvios. </li></ul>
  39. 49. A todos vocês, muito obrigado pela atenção e …. Ao Amor… Sempre!!

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