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As RelaçõEs De Amor CiúMe E Inveja No Ambiente AcadêMico E Laboral

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As RelaçõEs De Amor CiúMe E Inveja No Ambiente AcadêMico E Laboral

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Apresentação que discorrerá sobre a relação entre o amor, o ciúme e a inveja nos contextos laboral e acadêmico.

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As RelaçõEs De Amor CiúMe E Inveja No Ambiente AcadêMico E Laboral

  1. 1. As relações de amor, ciúme e inveja no ambiente acadêmico e laboral: algumas indagações e encaminhamentos. por Thiago de Almeida (Psicólogo e pesquisador do IPUSP – Departamento de Psicologia Experimental) Home page: www.thiagodealmeida.com.br
  2. 2. Relacionamentos amorosos, ciúme e trabalho <ul><li>Levando-se em consideração que a jornada de trabalho brasileira, em média, está estipulada em 40 horas diárias e que passamos um terço de nosso dia nos mais diferentes empregos e serviços, vamos analisar, nesta palestra, a relação de cada trabalhador e estudante, com seus relacionamentos interpessoais, sobretudo, os de natureza amorosa, e a repercussão de como estes interferem em seu dia-a-dia. </li></ul>
  3. 3. Nesta palestra aprenderemos… <ul><li>O amor e o ciúme influenciam o processo laboral? Em caso afirmativo, de que forma acontece esta contribuição? </li></ul><ul><li>Será que estar em um relacionamento amoroso faz bem para a saúde de forma geral? </li></ul><ul><li>Segundo o que revelam os estudos, o melhor é casar mesmo, ou juntar nossas “escovas de dentes”? </li></ul>
  4. 4. Origem da palavra trabalho
  5. 5. Harmonia conjugal e Problemas conjugais comuns <ul><li>Nas indagações comuns durante os levantamentos que são realizados, a maioria das pessoas reporta que a intimidade com outros seres humanos, é isoladamente, o aspecto mais gratificante da vida (Davidoff, 1983; Bytronski, 1992; 1995). </li></ul>
  6. 6. O estudo de Elizabeth Douvan revela que… <ul><li>“ Conquanto haja abundância de esforço nas famílias contemporâneas, não obstante a maioria das pessoas coloca nela as suas cargas emocionais. A maioria das pessoas reconhece que, na melhor das hipóteses, a vida é uma longa viagem solitária. Os relacionamentos que afirmam o eu, (que) podem sobreviver (ao) conflito e (que) permitem a expressão do ser inteiro são um enorme auxílio no suprimento do conforto, significado, prazer, gratificação e suportes para o ego. As pessoas não têm permitido drasticamente que a realidade flua ou perca o rastro dessa área-núcleo de significância” (Davidoff, 1983, p. 575). </li></ul>
  7. 7. O dia-a-dia de um ser humano Dormindo Trabalhando ?
  8. 8. A relação que costuma ser enfatizada Amor - Relacionamentos amorosos Trabalho - Relacionamentos laborais
  9. 9. As constatações... <ul><li>quedas na produtividade por parte daqueles que se defrontam com situações difíceis em seus relacionamentos amorosos; </li></ul><ul><li>falta de integração com colegas e com superiores relacionados à falta de compreensão sobre quais são os direitos e os deveres de um bom namorado(a), marido ou esposa; </li></ul><ul><li>como a falta de concentração nos afazeres laborais após os componentes de um relacionamento amoroso terem sofrido algum rompimento. E outras inúmeras outras situações, aqui não listadas. </li></ul>
  10. 10. A caminho de algumas soluções... <ul><li>Em curto prazo: </li></ul><ul><li>Reconhecermo-nos como parte do amor que tanto procuramos; </li></ul><ul><li>Procurarmos sair mais com amigos(as) e colegas sejam ou não do nosso trabalho; </li></ul><ul><li>Em médio e longo prazo: </li></ul><ul><li>Começarmos a alternar a nossa fonte de amor e de gratificação. </li></ul>
  11. 11. As pesquisas sobre relacionamentos amorosos e bem-estar <ul><li>Muitos estudos ( Glenn & Weaver, 1988; Lee, Seccombe & Shehan, 1991; Ruvolo, 1998; Stack & Eshleman, 1998) têm estabelecido que as pessoas casadas em relação às não casadas estão psicologicamente melhores em termos de bem-estar. Duas hipóteses, conhecidas como “ Efeito de relação ” e “ Efeito de seleção ” para este fato são apontadas para explicar este fato: </li></ul>
  12. 12. O “Efeito de Relação” <ul><li>O “ Efeito de Relação ” postula que as pessoas casadas beneficiam diretamente cada um dos indivíduos que faz parte deste relacionamento, em termos de intimidade, suporte emocional (apoio, companhia) e de vantagens financeiras derivadas do agrupamento de recursos em comum e da economia dos gastos. Há notáveis evidências que o matrimônio ajuda a manter os seres humanos vivos. Pessoas que estão divorciadas, separadas ou viúvas correm um risco particularmente muito mais alto de morrer prematuramente. </li></ul>
  13. 13. A hipótese alternativa ao “ Efeito de Relação ”… <ul><li> Contudo, não está claro se esta vantagem se deve aos efeitos do casamento, ou ao fato de que as pessoas que se dirigem a um altar são psicologicamente mais saudáveis que as demais, efeito este denominado de “ Efeito de Seleção ”. Este segundo tipo de explicação, postula que as pessoas mais felizes, são mais saudáveis e são as mais prováveis para serem selecionadas e selecionarem parceiros(as) similares para um matrimônio (Glenn & Weaver, 1988; Horwitz et al., 1996; Mastekaasa, 1992). </li></ul>
  14. 14. Alguns dados interessantes... <ul><li>Em um estudo realizado pelos autores Blanchflower & Oswald (2004), a despeito da dimensão dos efeitos do casamento para o bem estar individual dos parceiros, os autores estimaram que os efeitos benéficos do casamento sobre a saúde individual de cada um dos componentes da díade formada, chegam a ser calculados, em média, 100.000 dólares EXTRAS por ano, em termos de bem estar mental. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>estes benefícios são maiores para homens que para mulheres (Gove, Hughes & Style, 1983); </li></ul><ul><li>Em se tratando de homens viúvos, estes têm consideravelmente uma menor saúde mental do que as mulheres viúvas na satisfação da vida em casa, e em termos da satisfação global da vida e da felicidade (Gove, Hughes & Style, 1983); </li></ul><ul><li>O matrimônio também pode aumentar os sentimentos de vinculação e pertencimento. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Rahman (1993) mostra que as pessoas casadas têm significativamente taxas de mortalidade mais baixas do que aqueles que nunca se casaram, ou ainda, aqueles que se divorciaram, enquanto Mete (2005) encontra evidências que estar casado aumenta a chance em sete anos de estar vivo. </li></ul>
  17. 17. Casar ou coabitar? <ul><li>Segundo as pesquisas, o casamento formal parece ter uma importância maior em relação à coabitação no que diz respeito a granjear os benefícios de um relacionamento amoroso. Em alguns estudos que compararam relacionamentos entre pessoas casadas, na condição “casada” e “não-casada, em relação aqueles que coabitavam com o(a) parceiro(a)”, os resultados mostraram um efeito benéfico extra no fato de estar tipicamente na situação “casada”. </li></ul>
  18. 18. Coabitação: Vantagens e desvantagens <ul><li>Segundo Lamb e Lee (2001), esta poderia ser uma maneira ideal de obter as vantagens de matrimônio sem os custos de compromisso a longo prazo, por oferecer vantagens similares a do matrimônio tradicional (intimidade, suporte emocional, relações sexuais regulares, econômicas, dentre outras); </li></ul><ul><li>Para este tipo de relacionamento amoroso também se observa efeitos positivos para o bem-estar igual ou maior que esses do matrimônio; </li></ul><ul><li>há evidências, na literatura, que coabitação é seletiva de pessoas com maior poder financeiro e com problemas pessoais. </li></ul>
  19. 19. Mas, se casamento é tão bom, por que o meu não é? <ul><li>Algo interessante que aparece nas pesquisas é que as pessoas casadas raramente reportam que viveram felizes a partir do dia de seus casamentos. Contudo, quando são pesquisados em uma situação de grupo, elas revelam que estão mais satisfeitas com a vida em vários sentidos do que os solteiros consultados. </li></ul>
  20. 20. Alguns problemas apontados pelos relacionamentos conjugais que podem repercutir na vida laboral… <ul><li>Falta de atendimento às necessidades mútuas do parceiro; </li></ul><ul><li>Prevalecem os conflitos a respeito de dinheiro (como produzi-lo e como gastá-lo); </li></ul><ul><li>O ciúme e a posse impedem que os indivíduos dêem um ao outro autonomia suficiente; </li></ul><ul><li>Ocorrem várias falhas de comunicação. Muitas pessoas esperam que seus parceiros, como que por telepatia, saibam o que sentem e pensam, embora não verbalizem explicitamente seus interesses; </li></ul><ul><li>Os componentes do relacionamento amoroso, algumas vezes, crescem em diferentes direções, por vezes, incompatíveis, seguindo seus interesses e metas. </li></ul>
  21. 21. O p rotótipo de um relacionamento amoroso ideal <ul><li>Um relacionamento amoroso qualquer, seja ele um namoro, um noivado, ou um casamento, em seu significado mais verdadeiro, deveria ser uma sociedade igualitária, onde cada membro não deveria exercer domínio sobre o outro, com os dois empenhando-se em se encorajar e auxiliar mutuamente em todas as responsabilidades e aspirações que venham a ter. </li></ul>
  22. 22. Alguns outros questionamentos… <ul><li>Como explicar as quedas na produtividade por parte daqueles que se defrontam com situações dificultosas em seus relacionamentos amorosos, falta de integração com colegas e com superiores relacionados a falta de compreensão quais são os direitos e os deveres de um bom namorado(a), marido e esposa? </li></ul><ul><li>Há ainda outras situações tais como falta de concentração nos afazeres laborais após os componentes de um relacionamento amoroso terem sofrido algum rompimento desta relação. O que ocasiona isso? </li></ul>
  23. 23. Práticas sexuais e sua relação com o contexto amoroso <ul><li>Hoje se sabe que a atividade sexual regular é recomendável aos cardíacos, pois ela diminui o nível de estresse (principal inimigo das coronárias), sem, contrariamente ao que se acreditava, sobrecarregar essa parte do organismo. Mas, o benefício da atividade erótica não é reservada somente aos cardíacos! A descarga hormonal, sexual e nervosa causada pelo ato sexual tem efeitos positivos em todo mundo, pois estimula o tônus do organismo, aumenta a sua vitalidade e diminui as tensões. Engajar-se em atividades sexuais também é o melhor remédio contra a hipocondria, com a vantagem sobre os outros remédios revitalizantes de não ter nenhum efeito secundário. </li></ul>
  24. 24. A paixão e o trabalho <ul><li>Atenção quase que exclusiva no ser amado relacionada ao efeito da dopamina; </li></ul><ul><li>Outros “sintomas da paixão” que acabam por repercutir no ambiente laboral: energia excessiva, insônia, perda de apetite e pensamentos automáticos relacionados ao efeito da noroepinefrina e da serotonina; </li></ul><ul><li>Ansiedade excessiva e/ou nostalgia. </li></ul>
  25. 25. As consequências disso: <ul><li>Contraproducência laboral e queda no desempenho acadêmico; </li></ul><ul><li>Acidentes de trabalho derivados de falta de sono e/ou atenção; </li></ul><ul><li>Perdas consideráveis de peso; </li></ul><ul><li>Irritabilidade e mau humor com os colegas de serviço; </li></ul><ul><li>Em alguns casos: depressão; </li></ul><ul><li>Síndrome do coração partido. </li></ul>
  26. 26. Mas, por que como diria a música: “Amar é tão bom?” <ul><li>Vejamos alguns fatores que influenciam uma decisão favorável a um “sim” rumo a um altar: </li></ul><ul><li>influência midiática; </li></ul><ul><li>Ser só per se constitui-se um fato bastante estressor; </li></ul><ul><li>Cobranças sociais. </li></ul>
  27. 27. Homens, mulheres e seus relacionamentos amorosos <ul><li>Homens, via de regra, são mais dependentes de suas parcerias amorosas, porque têm um número menor de amigos(as) e têm laços menos íntimos com os mesmos; </li></ul><ul><li>Os homens também têm uma probabilidade menor de revelar sua dor, contendo a sua tristeza (Hatifield & Hapson, 1996); </li></ul><ul><li>Em contrapartida, as mulheres sofrem de uma outra maneira. Nas culturas de todo o mundo, as mulheres têm duas vezes maior que os homens a chance de experimentar uma depressão severa (Ustun & Sartorius, 1995). </li></ul>
  28. 28. O amor no trabalho <ul><li>Algumas empresas e os encaminhamentos que dão para a questão dos relacionamentos amorosos no trabalho: </li></ul><ul><li>SERASA : Permite o envolvimento entre funcionários desde que não haja relação de subordinação entre eles; </li></ul><ul><li>Número de casais formados : 30 </li></ul>
  29. 29. <ul><li>PROMON : Permite o relacionamento sem restrições. </li></ul><ul><li>Número de casais formados : 80; </li></ul><ul><li>MASA : Permite o relacionamento amoroso entre funcionários desde que não interfira no desempenho de suas atividades laborais; </li></ul><ul><li>Número de casais formados : 35 </li></ul><ul><li>(Fonte: Você s/a, Setembro de 2006). </li></ul>
  30. 30. Ciúme, inveja e trabalho <ul><li>&quot;O ciúme jamais está isento de uma ponta de inveja, freqüentemente essas duas paixões são confundidas“ ( La Bruyère) </li></ul><ul><li>O ciúme, sobretudo, quando este está relacionado à inveja, no trabalho são mais freqüentes do que parecem. O exemplo mais simples é o do subordinado que se amargura a cada vez que um colega é cortejado pelo chefe similarmente aquela situação quando sentimos um grande mal-estar ao vermos o ser amado se debandando para um rival em potencial. </li></ul>
  31. 31. Mas, o que é o ciúme? <ul><li>Uma das definições mais aceitas para o ciúme é a de que ele é um “complexo de pensamentos, sentimentos e ações que se seguem às ameaças para a existência ou a qualidade de um relacionamento, enquanto estas ameaças são geradas pela percepção de uma real ou potencial atração entre um parceiro e um (talvez imaginário) rival” (White, 1981, p.129). </li></ul>
  32. 32. Como nasce a inveja
  33. 33. Contextos em que a inveja pode eclodir <ul><li>Relações acadêmicas diversas ( e.g. orientador-aluno e vice-versa); </li></ul><ul><li>Em muitas relações laborais ( e.g. subordinado-patrão e vice-versa); </li></ul><ul><li>Em inúmeros relacionamentos interpessoais ( e.g. amizades); </li></ul><ul><li>Em alguns relacionamentos laborais ( e.g. Marido-mulher e vice-versa. </li></ul>
  34. 34. O ciúme e a inveja em nossa sociedade <ul><li>A confusão entre inveja e ciúme é explicitada por diversos autores (Torres, Ramos-Cerqueira & Dias, 1999). </li></ul><ul><li>Para Parrot (1991) o ciúme é uma emoção desencadeada quando uma pessoa sente que vai perder ou que já perdeu um importante relacionamento com uma pessoa para um rival. Para este mesmo autor, a inveja, é uma emoção que ocorre quando uma pessoa carece o que outra pessoa tem e/ou deseja isso, ou deseja que a outra pessoa não tenha. </li></ul><ul><li>Epstein (2004) dirá que a diferença substancial para discriminar o ciúme da inveja é que “sente-se ciúme do que se tem e inveja do que as outras pessoas têm” (Epstein, 2004, p. 30). </li></ul>
  35. 35. Diferenças fundamentais entre o ciúme e a inveja <ul><li>O Ciúme </li></ul><ul><li>Consiste no medo de se perder o que se possui; </li></ul><ul><li>Refere-se a 3 pessoas; </li></ul><ul><li>Talvez relacionado ao amor; </li></ul><ul><li>Ataque ao rival (real ou imaginário) removendo-o; </li></ul><ul><li>A Inveja </li></ul><ul><li>Consiste em ver que o outro possui aquilo que ele deseja e ele(a) não o tem. </li></ul><ul><li>Refere-se a 2 pessoas; </li></ul><ul><li>Sempre relacionado a querer destruir o outro; </li></ul><ul><li>Ataque ao outro destruindo-o; </li></ul>
  36. 36. Mais algumas diferenças entre o ciúme e a inveja… <ul><li>A inveja está freqüentemente relacionada à inferioridade, ao desejo de se ter o que não se possui, ao ressentimento e à desaprovação. Em contrapartida, o ciúme é caracterizado pelo medo da perda, pela desconfiança, pela ansiedade e pela raiva. Além disso, o ciúme é freqüentemente um sentimento mais intenso do que a inveja (Ramos, 2000; Salovey & Rodin, 1986 e Smith, Kim & Parrott, 1988), muito embora, a inveja esteja relacionada a uma agressividade mais primitiva (Shengold, 1994). </li></ul>
  37. 37. A raposa e as uvas <ul><li>Uma raposa morta de fome, viu alguns cachos de uvas negras maduras penduradas nas grades de uma viçosa videira. Ela então, usou de todos os seus dotes e artifícios para alcançá-las, mas acabou se cansando, em vão, sem no entanto conseguir. Por fim, deu meia volta e foi-se embora, consolando a si mesma, desapontada e dizendo: </li></ul><ul><li>- As uvas estão estragadas e não maduras como eu pensei. </li></ul>
  38. 38. Perfil do invejoso <ul><li>Alguns de seus comportamentos clássicos: </li></ul><ul><li> - desdenhar o que não conseguem fazer ou ter; </li></ul><ul><li>- elogiar excessivamente superiores e colegas; </li></ul><ul><li>- minar o ambiente com fofocas e boatos, prejudicando a imagem dos envolvidos (efeito snow ball e o telefone sem fio). </li></ul>
  39. 39. Quem é mais invejoso: o homem ou a mulher? <ul><li>Os dois sexos têm diferentes objetos de inveja o que faz com que esta pergunta seja meio sem resposta. </li></ul><ul><li>Os homens tendem a se apegar mais as riquezas e a fama enquanto as mulheres com a questão do bom gosto e com a atratividade física (Salovey & Rodin, 1985). Em situações na qual a atratividade, ou a popularidade estão em risco, tal como quando uma pessoa é mais atrativa quando ela está começando a trabalhar no escritório, as mulheres reportam mais inveja do que os homens. Também, as mulheres tendem a demonstrar mais determinados tipos de comportamentos ciumentos tal como questionar extensivamente as ex-namoradas e o passado dos namorados delas. </li></ul>
  40. 40. A pergunta fundamental do invejoso... <ul><li>Por que ele(a) e não eu? </li></ul><ul><li>A questão da injustiça da distribuição das coisas do mundo; </li></ul><ul><li>Prazer com a infelicidade alheia ( Schadenfreude ). </li></ul>?
  41. 41. Algumas conclusões <ul><li>Relacionamentos amorosos felizes, sobretudo, casamentos (Gove, Hughes & Style,1983), e uma boa família, são variáveis que emergem como preditores mais poderosos para o nível de satisfação geral individual; </li></ul><ul><li>As pessoas casadas vivem mais muito tempo e são muito mais saudável do que as não casadas; </li></ul><ul><li>Segundo muitos estudos, o matrimônio pode ser considerado um fator de resiliência para as pessoas não sofrerem de doenças psicológicas; </li></ul>
  42. 42. <ul><li>homens e mulheres se beneficiam dos efeitos matrimoniais, embora, alguns pesquisadores acreditam que os homens se beneficiam mais do que suas cônjuges; </li></ul><ul><li>Logicamente, o mero fato de dizermos “sim” diante de um padre, um juiz, ou ainda, morarmos junto sem a obrigatoriedade dos elementos anteriormente mencionados não basta para aproveitarmos os benefícios de um relacionamento de casal que seja benfazejo </li></ul>
  43. 43. <ul><li>O ciúme difere da inveja, embora em nossa sociedade confundamos freqüentemente estes dois termos; </li></ul><ul><li>Ainda que aparentemente não reconheçamos a importância e a influência destes fatores como o amor, o ciúme e a inveja eles estão interagindo constantemente com a nossa produção laboral e acadêmica, portanto, não podemos desconsiderar tais fatores. </li></ul>
  44. 44. <ul><li>No cômputo geral, a ausência de uma relação satisfatória em um relacionamento amoroso ou mesmo a própria ausência da mesma constitui um fator elevado de risco para a saúde quanto o fumo ou mesmo o alcoolismo. </li></ul>O seu relacionamento é mais assim, ou assim?
  45. 45. Manual prático da inveja
  46. 46. <ul><li>A todos vocês, pela atenção recebida, o meu muito obrigado e… </li></ul><ul><li>Ao amor… Sempre!! </li></ul>

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