Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

E-Procurement & Supply Chain Management

943 views

Published on

Seminário da disciplina de Sistema de Gestão, com o intuito de apresentar conceitos, histórico, objetivos, casos práticos entre outros de E-Procurement e Supply Chain Management.

Composição Gráfica: Alberto Viana
Email: albertoviana@msn.com

Instagram: thiagoandress_

Published in: Business
  • Be the first to comment

E-Procurement & Supply Chain Management

  1. 1. SISTEMA DE GESTÃO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO ALUNOS Cid David Ferreira da Silva Gustavo Damasceno Oliveira Brito Thiago Andress Alves Silva Ygor Bernard Gueiros Van Tilburg
  2. 2. SUMÁRIO • Introdução • Vídeo • Conceitos • Histórico • Objetivos • Vantagens • Desvantagens • Principais Fornecedores • Exemplos • Conclusão • Referências
  3. 3. INTRODUÇÃO E-procurement é o termo usado para definir a compra de bens e serviços através da internet. Esse processo pode ser agilizado usando um software. Ocorre sem intervenção humana e sem papel. Com isso, a organização trabalha internamente, de forma muito mais eficiente.
  4. 4. CONCEITO • Segundo MITCHEL (2000), e- procurement é o processo de comprar eletronicamente bens e serviços necessários à operação de uma organização.
  5. 5. HISTÓRICO • O E-Procurement surgiu na década de 80, a partir do desenvolvimento da EDI (Troca eletrônica de dados). • Com o avanço da tecnologia, na década de 90, companhias de software passaram a desenvolver catálogos eletrônicos especialmente para uso dos fornecedores.
  6. 6. OBJETIVOS • Reduzir o tempo de ciclo de compras • Aumentar o acesso ao fornecedor • Reduzir os custos de aquisição • Remover a cartelização • Maior visibilidade e transparência • Eliminação completa de papéis
  7. 7. VANTAGENS Davila (2008) destaca alguns benefícios do e- procurement: • Redução dos custos de compras e do tempo de ciclo de compra • Aumento da coerência entre políticas e procedimentos de compra
  8. 8. VANTAGENS • Permite a negociação de descontos a fornecedores • Padroniza e agrega catálogos e melhora relações com os fornecedores • Disponibiliza a descentralização do processo da compra e permite a informação e análise das despesas com aquisição de bens e serviços
  9. 9. DESVANTAGENS • Investimento na customização • Investimento em infraestrutura • Necessidade de treinamento aos envolvidos (Compradores e Fornecedores) • Resistência a mudança • Custo da manutenção da ferramenta • Insegurança quanto a qualidade.
  10. 10. PRINCIPAIS FORNECEDORES
  11. 11. EXEMPLOS O objetivo é reunir em um só ambiente todas as informações e serviços corporativos relacionados a aquisições públicas de bens e materiais e a contratação de obras e serviços pelos órgãos e entidades do Estado.
  12. 12. EXEMPLOS • Unimed Brasil A Unimed do Brasil desenvolveu a Central de Compras, um conceito de integração para a realização de compras conjuntas eletrônicas, que permite às cooperativas organizar os processos de barganha e utilizar a força do Sistema para obter melhores negociações e redução de custos.
  13. 13. CONCLUSÃO Com o e-procurement, é possível automatizar todo processo relacionado a compra de bens e serviços, otimizar recursos e simplificar o processo de compras, fazendo com que os compradores passem a desempenhar um papel muito mais significativo na negociação e busca por preços mais interessantes, sobrevivendo a competição acirrada.
  14. 14. VÍDEO
  15. 15. REFERÊNCIAS • VIANA, Wesley. E-procurement como ferramenta importante na redução de custos. Disponível em: <http://www.administradores.com.br/artigos/economia-e-financas/e- procurement-como-ferramenta-importante-na-reducao-de-custos/57870/>. Acesso em: 20 maio. 2016. • HOINASKI, Fabio. E Procurement. Você sabe o que é? 2014. Disponível em: <http://ibid.com.br/blog/e-procurement/>. Acesso em: 18 maio 2016. • Central de Compras, uma aliada da Unimed para gerar economia. Disponível em: <http://www.unimed.coop.br/pct/index.jsp?cd_canal=34367&cd_secao=43894&cd_mate ria=46639>. Acesso em: 20 maio 2016. • TEIXEIRA, Flávia Silva. Verificação do entendimento e da utilização do e-procurement em duas empresas globalizadas. 2003. 66 f. Monografia (Especialização) - Curso de Gerência Financeira e Controladoria, Universidade de Taubaté, Taubaté, 2003. • SAMPAIO, Danilo de Oliveira; CUNHA, Rodrigo Magalhães. O e-procurement como ferramenta de otimização na logística e na cadeia de abastecimento da DaimlerChrysler do Brasil. 2006. 8 f. TCC (Graduação) - Curso de Administração, Faculdade Estácio de Sá de Juiz de Fora, Fortaleza, 2006.
  16. 16. SUMÁRIO • Introdução • Vídeo • Conceitos • Histórico • Objetivos • Vantagens • Desvantagens • Principais Fornecedores • Resultados • Aplicações da T.I • Tendências • Vídeo • Referências
  17. 17. Com a crescente transformação tecnológica, as empresas estão buscando vantagens competitivas. O SCM vem como uma ferramenta, que se implementada corretamente, pode aprimorar o desempenho de longo prazo das organizações, visto que, abrange toda a cadeia produtiva de forma estratégica integrada. INTRODUÇÃO
  18. 18. CONCEITO • Segundo Lambert apud Souza Junior (2010), a Gestão da Cadeia de Suprimentos pode ser definida como uma integração dos processos-chave de negócios desde o usuário final até os fornecedores originais que proveem produtos, serviços e informações que agregam valor para os consumidores e demais interessados no negócio.
  19. 19. HISTÓRICO Fase 1 – Visão Departamental. Processos individuais de suprimento (1960)
  20. 20. HISTÓRICO Fase 2 – Visão funcional. Integração Rígida (1960 – 1980) Fase 1 – Visão Departamental. Processos individuais de suprimento (1960)
  21. 21. HISTÓRICO Fase 3(SCM) – Visão da Cadeia Interna. Integração Flexível. (1980 – 1990) Fase 2 – Visão funcional. Integração Rígida (1960 – 1980) Fase 1 – Visão Departamental. Processos individuais de suprimento (1960)
  22. 22. HISTÓRICO Fase 3(SCM) – Visão da Cadeia Interna. Integração Flexível. (1980 – 1990) Fase 2 – Visão funcional. Integração Rígida (1960 – 1980) Fase 4(SCM + CRM) – Visão da Cadeia Logística integrada. Integração Estratégica (século XXI) Fase 1 – Visão Departamental. Processos individuais de suprimento (1960)
  23. 23. OBJETIVOS / VANTAGENS
  24. 24. DESVANTAGENS • Resistência à tecnologia • Complexidade • Alto Custo • Tempo
  25. 25. PRINCIPAIS FORNECEDORES
  26. 26. APLICAÇÕES DA T.I • Comunicação eletrônica: troca eletrônica de informação entre duas ou mais partes. • Intermediação eletrônica: disponibilização de informação de fornecedores para clientes e vice-versa(EDI). • Integração eletrônica: permite que todos os participantes da cadeia de suprimentos estejam conectados eletronicamente. A TI pode ser utilizada para eliminar canais intermediários e ligar diretamente os clientes finais, simplificando a complexidade dos produtos
  27. 27. TENDÊNCIAS • Logística urbana • Continuidade e crescimento do uso intensivo da T.I tanto para gestão quanto para a automação de armazéns • Logística reversa
  28. 28. CONCLUSÃO Pode-se concluir que através do SCM, é possível maximizar as potenciais sinergias entre as partes de uma cadeia produtiva, de forma a atender o consumidor final mais eficientemente. Dessa maneira, as organizações passaram a planejar de forma sistêmica suas atividades como forma de agregar valor aos seus produtos, reduzir custos e prazos em diversos âmbitos organizacionais e integrar processos industriais e comerciais.
  29. 29. VÍDEO
  30. 30. SCM X E-PROCUREMENT O E-Procurement introduz agilidade nos processos de compra e venda em uma empresa que utiliza o Supply Chain Management. Consequentemente, resulta em economia do tempo e redução de custos de aquisição dos insumos.
  31. 31. REFERÊNCIAS SILVA, Mauricio Mota da. SCM - Supply Chain Management. Barueri: Universidade Presbiteriana Mackenzie, 2014. 23 slides, color. DESCONHECIDO. O que é Supply Chain Management? 2011. Disponível em: <http://blog.fipecafi.org/o-que- e-supply-chain-management/?gclid=CPyKvtTZ5MwCFRAJkQodFuMFoQ>. Acesso em: 16 maio 2016. Os 20 principais fornecedores de SCM. Disponível em: http://www.confralog.com.br/ArtigosNoticias/Arquivos/ranking.pdf COELHO, Leandro Callegari. Da logística ao supply chain management. 2011. Disponível em: <http://www.logisticadescomplicada.com/da-logistica-ao-supply-chain-management/>. Acesso em: 15 maio 2016. NUNES, Jessica. Supply Chain e Logistica. 2011. Disponível em: <http://www.ebah.com.br/content/ABAAAe5BcAI/supply-chain-logistica>. Acesso em: 15 maio 2016. Desvantagens da gestão da cadeia de suprimentos global. Disponível em: http://www.ehow.com.br/desvantagens-gestao-cadeia-suprimentos-global-sobre_31102/ “SUPPLY CHAIN MANAGEMENT” EVOLUÇÃO e TENDÊNCIAS. Disponível em: http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep1998_art476.pdf
  32. 32. Equipe Ygor Bernard Gustavo Damasceno Cid David Thiago Andress Participação Especial Antonio Rodrigues Professora Tatiana Leitão

×