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Comunicação Interativa                         “O Arquiteto da Informação é o novo diplomata da                         in...
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Contexto de Uso éMotivação imediata do usuário em interagir com umobjeto, interface e/ou sistema.Situação ou circunstânc...
Cenário de Uso éInfraestrutura e conectividade.Ao contexto se agregamvariáveis materiais como máquina,conexão, ambiente ...
Affordance é:Refere-se ao atributo de umobjeto que permite àspessoas aferir como utilizá-lo. Norman (em1988) definiu o ter...
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Na Comunicação     Interativa:Trabalhamos principalmentecom Affordances Percebidas:Rotulações;Classificação e níveishier...
Considerações Finais sobre Affordances:Estão profundamente ligadas ao processo de inovação, pois referem-se à utilidadeda...
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Afinal, em termos de design, o que são projetos centrados nousuário?    Projetos centrados no usuário são projetos desenv...
Exemplos de User Centered Design iPhone/ iPod/ iPad. Programas de mensagens instantâneas como o MSN. Redes Sociais como...
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Aula02 arq usabilidade_senac_maio012

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Aula02 arq usabilidade_senac_maio012

  1. 1. Comunicação Interativa “O Arquiteto da Informação é o novo diplomata da informação do século 21: eleela mapeia determinada informação e nos disponibiliza o mapa, de modo a que todos possamos criar nossos caminhos próprios em direção ao conhecimento.” Tirado de Wikipedia Elementos da Experiência do Usuário T h a ïs C a m p a
  2. 2. Comunicação Interativa x Comunicação ContemporâneaA comunicação convencional é a chamada “comunicação de massa”.Neste modelo convencional, aplicado pela mídia tradicional, há um emissor, amensagem, o canal e os receptores.É a chamada “comunicação UM para MUITOS.Seus mecanismos de feedback são mais lentos e imprecisos.Não há como o receptor interagir com a mensagem ou canal.Trabalhamos com pesquisas de opinião e mercado.
  3. 3. Comunicação Interativa x Comunicação ContemporâneaA comunicação interativa é a chamada “comunicação colaborativa”.Neste novo modelo, aplicado pelas novas mídias (tendo como base a plataforma dainternet), há vários emissores, muitas mensagens sobre um mesmo assunto, e interaçãoentre emissores e receptores em tempo real.É a chamada “comunicação MUITOS para MUITOS.Seus mecanismos de feedback são muito velozes e incontroláveis.O receptor é capaz de interagir com a mensagem e o próprio canal, modificando formae conteúdo.Trabalhamos com estudos de usabilidade e experiência do usuário.
  4. 4. O jornalismo na internet: A exclusividade da “fonte ” é quebrada. Os relatos “amadores” ganham força e desafiam a manipulação dos “formadores de opinião”. Coberturas rápidas com informações detalhadas e pontuais em tempo real – informação instantânea e globalizada. Canais colaborativos em explosão: blogs e microblogs. Fotologs e Videoblogs. Mecanismos de feedback velozes e incontroláveis. O jornalismo objetivo é questionado. O poder da informação que circula livremente (sem censura) e em diversos formatos se sobrepõe ao poder da mídia convencional. O jornalismo interpretativo ganha expressão, valor e espaço junto ao público. Paradoxo: choque de culturas e línguas: a comunicação é globalizada porém o jornalismo regional e comunitário também cresce.
  5. 5. Muitas linguagens, com a quebra da rigidez de formatos convencionais de mídia: Nunca houve tanta liberdade efetiva de expressão e de formatos. Indivíduos e grupos se expressam em comunidades e redes, quebrando o antigo papel do jornalismo como formador de opinião. Portais horizontais. Portais verticais. Blogs. Microblogs. Fotologs. Videoblogs. Redes Sociais com diversas funções de colaboração.
  6. 6. Muitas linguagens, com a quebra da rigidez de formatos convencionais de mídia: Nunca houve tanta liberdade efetiva de expressão e de formatos. Indivíduos e grupos se expressam em comunidades e redes, quebrando o antigo papel do jornalismo como formador de opinião. Portais horizontais: publicações como UOL, Globo e Terra. Contemplam todos os assuntos e oferecem aplicativos, jogos, redes sociais e até comércio eletrônico. Portais verticais. Blogs. Microblogs. Fotologs. Videoblogs. Redes Sociais com diversas funções de colaboração.
  7. 7. Muitas linguagens, com a quebra da rigidez de formatos convencionais de mídia: Nunca houve tanta liberdade efetiva de expressão e de formatos. Indivíduos e grupos se expressam em comunidades e redes, quebrando o antigo papel do jornalismo como formador de opinião. Portais horizontais. Portais verticais: Contemplam conteúdo específico para um segmento de público, usuários ou assuntos e assim como os portais horizontais, oferecem aplicativos, jogos, redes sociais e até comércio eletrônico. Blogs. Microblogs. Fotologs. Videoblogs. Redes Sociais com diversas funções de colaboração.
  8. 8. Muitas linguagens, com a quebra da rigidez de formatos convencionais de mídia: Nunca houve tanta liberdade efetiva de expressão e de formatos. Indivíduos e grupos se expressam em comunidades e redes, quebrando o antigo papel do jornalismo como formador de opinião. Portais horizontais: publicações como UOL, Globo e Terra. Contemplam todos os assuntos e oferecem aplicativos, jogos, redes sociais e até comércio eletrônico. Portais verticais. Blogs. Microblogs. Fotologs. Videoblogs. Redes Sociais com diversas funções de colaboração.
  9. 9. Muitas linguagens, com a quebra da rigidez de formatos convencionais de mídia: Nunca houve tanta liberdade efetiva de expressão e de formatos. Indivíduos e grupos se expressam em comunidades e redes, quebrando o antigo papel do jornalismo como formador de opinião. Portais horizontais. Portais verticais. Blogs: diários online, geralmente focados em assuntos específicos de domínio e interesse de seus criadores. Em jornalismo , é um instrumento poderoso do conteúdo opinativo e interpretativo de livre expressão. Microblogs. Fotologs. Videoblogs. Redes Sociais com diversas funções de colaboração.
  10. 10. Muitas linguagens, com a quebra da rigidez de formatos convencionais de mídia: Nunca houve tanta liberdade efetiva de expressão e de formatos. Indivíduos e grupos se expressam em comunidades e redes, quebrando o antigo papel do jornalismo como formador de opinião. Portais horizontais. Portais verticais. Blogs. Microblogs: Informação instantânea em forma de “pílulas”, detalhes ou fatos centrais. Ao contrário do blog, o microblog do ponto de vista informativo é altamente factual. Fotologs. Videoblogs. Redes Sociais com diversas funções de colaboração.
  11. 11. Muitas linguagens, com a quebra da rigidez de formatos convencionais de mídia: Nunca houve tanta liberdade efetiva de expressão e de formatos. Indivíduos e grupos se expressam em comunidades e redes, quebrando o antigo papel do jornalismo como formador de opinião. Portais horizontais. Portais verticais. Blogs. Microblogs. Fotologs: Relatos através de fotos, a fotografia possui sua própria linguagem e expressividade, transmitindo mensagens completas, com assuntos, abordagens e motivações variadas. Fotologs sem um assunto definido, contemplando diversidade de experiências e vivências, são os mais comuns. Videoblogs. Redes Sociais com diversas funções de colaboração.
  12. 12. Muitas linguagens, com a quebra da rigidez de formatos convencionais de mídia: Nunca houve tanta liberdade efetiva de expressão e de formatos. Indivíduos e grupos se expressam em comunidades e redes, quebrando o antigo papel do jornalismo como formador de opinião. Portais horizontais. Portais verticais. Blogs. Microblogs. Fotologs. Videoblogs: “Reportagens inteiras, entrevistas, documentários… todos os formatos se cruzam, é possível mesclar a “função propaganda” com a “função notícia”e a “função educação”. Redes Sociais com diversas funções de colaboração.
  13. 13. Muitas linguagens, com a quebra da rigidez de formatos convencionais de mídia: Nunca houve tanta liberdade efetiva de expressão e de formatos. Indivíduos e grupos se expressam em comunidades e redes, quebrando o antigo papel do jornalismo como formador de opinião. Portais horizontais. Portais verticais. Blogs. Microblogs. Fotologs. Videoblogs. Redes Sociais com diversas funções de colaboração: grandes redes que se focam em linguagem específica como o youtube e redes focadas em assuntos específicos (blogs, fotologs e etc são reunidos em comunidades). As publicações são “comentados”pelas comunidades.
  14. 14. Na comunicação interativa, os canais com os quais trabalhamos sãodinâmicos e híbridos (informacionais e operacionais ao mesmo tempo).Os canais são ambientes que transcendem a função tradicional da mídiaque é informar e formar opinião. Os ambientes proporcionam algo mais: aexperiência de uso. Uso da informação, uso dos mecanismos e recursos deinteração.A comunicação interativa está fundamentada no Design Centrado noUsuário ou UX centered.  UX, por sua vez, está fundamentada no estudo dos fatores humanos em tecnologia, porém com uma abordagem diferente da usabilidade de inspetoria, pois abrange a utilidade dos objetos/ interfaces.  Usabilidade refere-se ao conforto, eficiência e eficácia de uso dos objetos/ interfaces.  UX abrange a análise da funcionalidade/ finalidade e uso de objetos/ interfaces.
  15. 15. Projetos UX centered – centrados na experiência do usuário – foramdesenvolvidos com base na utilização de objetos/interfaces dentro decontextos e cenários de uso específicos.A usabilidade de inspetoria baseada nas premissas identificadas por Nielsenconhecidas como as “10 Heurísticas” visa localizar possíveis inadequações,problemas e becos sem saída no Design de Interação.Em UX, vamos além dos problemas para identificar oportunidades de inovação.Criamos diferenciais de produto e trabalhamos com o impacto do “novo”.
  16. 16. Para entender e trabalhar com a experiência do usuário é precisoconhecer 04 conceitos ou elementos básicos:UsuáriosContexto de Uso.Cenário de Uso.Affordances.
  17. 17. Usuários podem ser dividos em:Primários: são o público-alvo do projeto.Secundários: são os administradores e colaboradores do projeto.Terciários: segmentos de usuários não previstos na estratégia principal doprojeto, mas que surgem ao longo do tempo, em busca de informações e muitasvezes se manisfestam em formulários de contato e promoções. Pontos de Atenção: Não montar estratégias baseadas na visão do usuário secundário. Nunca deixar de pesquisar o usuário terciário durante o ciclo de vida do produto. Testes de usabilidade devem ser planejados levando em consideração a seleção de usuários comprovadamente primários.
  18. 18. Contexto de Uso éMotivação imediata do usuário em interagir com umobjeto, interface e/ou sistema.Situação ou circunstância em que isso acontece.Condições básicas e imediatas em que a interaçãoocorre. Exemplo de Contexto: (uso de GPS) Motivação: Usuário busca endereço e trajeto do ponto onde se encontra até o destino pretendido. Situação: Usuário está dirigindo veículo em via pública urbana. Condições básicas e imediatas: condições do trânsito são tensas e não há local de parada para manipular o equipamento.
  19. 19. Cenário de Uso éInfraestrutura e conectividade.Ao contexto se agregamvariáveis materiais como máquina,conexão, ambiente (rede segura,via celular, banda larga, acesso decasa, do trabalho e etc). Exemplo de Cenário: (uso de GPS) Trânsito com condições diversas, pode estar confuso, é uma situação de mobilidade e sujeita a surpresas. Também é uma situação em que o usuário é levado a executar mais de uma tarefa ao mesmo tempo e sofre a pressão para definir caminhos de acordo com as necessidades do momento: pode estar com pressa, preferir vias principais ou secundárias, e etc.
  20. 20. Affordance é:Refere-se ao atributo de umobjeto que permite àspessoas aferir como utilizá-lo. Norman (em1988) definiu o termocomo “dar uma pista” e introduziu otermo para falar sobre o design deobjetos de uso diário.Norman dividiu asaffordances em dois tiposbásicos:Affordances reaiseAffordances percebidas
  21. 21. Affordancesreais:Pistas concretasdiretas de comoutilizar um objeto ouinterface dura(hardware). Affordances Percebidas: Pistas abstratas de como utilizar as metáforas e artefatos dentro das interfaces.
  22. 22. Na Comunicação Interativa:Trabalhamos principalmentecom Affordances Percebidas:Rotulações;Classificação e níveishierárquicos da informação;Posição da informação natela;Apresentação estética dainformação;Direção de Arte do Projeto– escolha de cores, tipografiae formas;Artefatos ou Padrões deInteração.
  23. 23. Considerações Finais sobre Affordances:Estão profundamente ligadas ao processo de inovação, pois referem-se à utilidadedas interfaces.São fundamentais para fechar o conceito de produtos.Refletem necessidades e as soluções latentes para projetos de produtos.A experiência do usuário evolui com o passar do tempo, assim como a descobertade novas utilidades para algo conhecido ou “antigo”.Algo que não fazia sentido, passa a fazer parte do repertório do usuário algumtempo depois, criando novas “Affordances”.
  24. 24. Ainda sobre Affordances:Uma pista imediatamente reconhecida pelo usuário é um conhecimento em“terceiridade”, ou seja, trata-se de uma pista que já faz parte do repertório dousuário.O conceito de Affordance tornou-se muito popular entre designers: a interfacedos objetos deve ser projetada de maneira a tornar óbvio o seu padrão deutilização.
  25. 25. Afinal, em termos de design, o que são projetos centrados nousuário?  Projetos centrados no usuário são projetos desenvolvidos a partir da utilidade do produto concebido. (Affordances)  Além da utilidade, levamos em consideração as heurísticas que tornam a inteface mais “amigável”. (Usabilidade de Inspetoria)  Levamos em consideração também a embalagem estética e a tecnologia aplicada que deve fornecer integralmente aquilo que “promete”. (Design Emocional)
  26. 26. Exemplos de User Centered Design iPhone/ iPod/ iPad. Programas de mensagens instantâneas como o MSN. Redes Sociais como Facebook, Twitter e a chamada Blogosfera.
  27. 27. • Exercício em Sala
  28. 28. Introdução à Arquitetura da Informação:Final – aula 02Thais Campasthcampas@gmail.comUPA 8922 member since 2004+55 11 9498-9803Senior Information ArchitectUX and Usability ConsultantBehavior Analyst

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