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Resultados do 4T 2013/14

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Resultados do 4T 2013/14

  1. 1. Tereos Internacional Resultados do Ano 2013/14 São Paulo – 11 de junho de 2014
  2. 2. Principais iniciativas e destaques em 2013/14 2 Evolução do desempenho operacional  Brasil: Início dos benefícios do programa plurianual de investimento e ganho de eficiência (Guarani 2016):  Agricultura: Aumento de 8% nos volumes para 19,7 milhões de toneladas (consolidação integral), impulsionado pelo maior rendimento agrícola (92 t/ha ou 10% acima da média da região Centro-Sul)  Cogeração: Aumento de 38% nas vendas de energia para 711 GWh, devido ao aumento de cogeração, particularmente nas unidades São José e Mandu  Cereais Europa: Evolução do programa de redução de custo e ganho de eficiência “Performance 2015” Avanço significativo na diversificação geográfica e no portfólio de produtos  Cereais Europa: Lillebonne operando a taxas normalizadas de utilização da capacidade, com mix de produtos mais favorável (proteína/adoçantes)  Cereais Brasil: As vendas de adoçantes de milho seguem crescendo na unidade Palmital, acompanhadas da evolução da carteira de clientes  Cereais Ásia: Avanço na construção da unidade Dongguan e no plano de melhoria e diversificação da unidade Tieling, na China. Presença estabelecida na Indonésia com a aquisição de 50% da unidade Redwood em 28 de maio de 2014 Fortalecimento da posição financeira  Aporte de capital da PBio na Guarani em outubro de 2013: R$ 225 milhões (participação da Tereos Internacional de 60,4%)  Refinanciamento:  Guarani: melhora do perfil da dívida com o refinanciamento de aproximadamente US$ 300 milhões nos últimos 12 meses, sendo US$ 190 milhões em notas de crédito à exportação realizado em outubro de 2013 (vencimento em 5 anos a juros mais baixos)  Processo de desalavancagem progredindo a medida que o programa plurianual de investimento é concluído: Redução do endividamento, medido através do indicador dívida líquida/EBITDA, para 3,7x em março de 2014 vs. 4,2x em março de 2013
  3. 3. Açúcar:  Desde a mínima de janeiro, os preços do açúcar bruto aumentaram 21% para 17,8 US$ centavos/lb em 31 de março, principalmente devido à forte seca que afetou canaviais no Centro- Sul do Brasil. Desde então, os preços oscilam entre 18,0-18,5 USD centavos/lb  A desvalorização do Real frente ao Dólar durante o trimestre (-5%) melhorou a remuneração dos produtores brasileiros Amido  As tensões na Ucrânia elevaram os preços do cereal Matif em fev/mar  Demanda para amido e adoçantes ligeiramente melhor no último trimestre, mas concorrência na Europa continua forte  Alta volatilidade dos preços dos cereais manteve margens sob pressão durante o período Etanol:  No Brasil, os preços do etanol anidro e hidratado aumentaram 10% e 8% no trimestre devido a estoque mais apertados no período de entressafra na região Centro-Sul. Preocupações com a safra 2014/15 também contribuíram para sustentar os preços  Na Europa, os preços FOB Rotterdam recuperaram 9% durante março de €460/m3 para €502/m3, impulsionados pelo aumento dos preços do etanol nos EUA, altos custos de matérias-primas e forte demanda3 Fonte: Bloomberg Destaques do Mercado em 4T 2013/14 14 15 16 17 18 19 20 21 380 410 440 470 500 530 560 590 abr-13 jul-13 out-13 jan-14 LIFFE#5 NY#11 US$/MT USD Cts/lb 150 170 190 210 230 250 270 abr-13 jul-13 out-13 jan-14 Milho MATIF Trigo MATIF €/MT 400 450 500 550 600 650 700 700 900 1100 1300 1500 1700 1900 abr-13 jul-13 out-13 jan-14 Brasil ESALQ Europa Rotterdam R$/m³ €/m³
  4. 4. 752 678 779 1.056 848 2.701 2.511 3.156 3.396 4.211 239 540 826 941 1.063 1.319 1.957 2.115 2.008 2.217 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13(1) 2013/14(1) Álcool & Etanol Europa Amido & Adoçantes África/Oceano Índico Brasil 7.402 Evolução da Receita Líquida 5.688 5.011 6.876 R$ milhões Nota: (1) Os valores estão de acordo com IFRS 11 (contribuição JV) e nova segmentação do Grupo 4 +10% +13% +24% -20% Crescimento Ano a Ano8.339
  5. 5. 81 51 94 28 75 395 292 302 205 193 13 93 158 190 184 281 428 424 373 518 -14 -19 -9 -9 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13(1) 2013/14(1) Álcool & Etanol Europa Amido & Adoçantes África/Oceano Índico Brasil Outros 959 850 786 Evolução do EBITDA Ajustado 771 R$ milhões 5 +39% -3% -6% +173% Crescimento Ano a Ano Nota: (1) Os valores estão de acordo com IFRS 11 (contribuição JV) e nova segmentação do Grupo 962
  6. 6. 0 01.056 848 3.396 4.211 941 1.063 2.008 2.217 2012/13 2013/14 Brasil África/Oceano Índico Amido & Adoçantes Álcool & Etanol Europa Holding Receita Líquida Melhores volumes e efeito cambial positivo suportando o crescimento na receita 6 Receita Líquida (R$ milhões)  Crescimento da receita em razão de:  Maiores volumes de vendas para todos os segmentos, exceto para Álcool & Etanol Europa, com crescimento particularmente forte nos volumes de etanol no Brasil (+18%). Vendas de trading de etanol para o Grupo Tereos não são mais consolidadas neste segmento desde outubro de 2013  Melhores preços de etanol no Brasil e efeito positivo de mix com aumento nos volumes de proteína em Amido e Adoçantes  Impacto cambial positivo devido à desvalorização do Real vs. Euro  Mas parcialmente impactados pela:  Evolução negativa nos preços do açúcar em base anual, assim como para Amidos & Adoçantes e etanol na Europa (acompanhando o declínio nos preços dos cereais e a fraca demanda na UE) 7 402 8 339 7402 8339 +874 +227 (131) (32) 2012/13 Moeda Volume Preço & Mix Outros 2013/14
  7. 7. Evolução da Receita Líquida por Produto 7 Março 2013 – 12 meses Março 2014 – 12 meses  Portfólio bem diversificado com relativa estabilidade na participação de cada produto  Açúcar e Adoçantes permanecem as principais fontes de receita da Tereos Internacional  Álcool e Etanol permanece como a segunda principal atividade sustentada pelo aumento dos volumes e preços no Brasil  A receita de co-produtos teve uma contribuição maior em 2013/14, principalmente devido ao efeito de mix positivo com a diversificação da produção em Lillebonne e desenvolvimento das vendas de proteína  Aumento nas vendas de energia no Brasil devido a maior cogeração Açúcar 24% Amido e Adoçantes 31% Co-produtos 12% Álcool e Etanol 20% Energia 2% Outros 11% Açúcar 22% Amido e Adoçantes 32% Co-produtos 16% Álcool e Etanol 18% Energia 2% Outros 10%
  8. 8. EBITDA Ajustado Cana-de-açúcar no Brasil e Álcool & Etanol Europa contribuindo para melhora na rentabilidade 8  EBITDA Ajustado maior em base anual devido a:  Diluição de custos no segmento de cana-de-açúcar no Brasil devido a maiores volumes de moagem e benefícios dos planos de eficiência  Contribuição positiva de Álcool e Etanol Europa na normalização da produção e menores custos de insumos, devido principalmente ao crescimento dos volumes de proteína e melhor desempenho operacional, compensados pela queda nos preços do etanol  Efeito positivo de câmbio em desempenho estável no Oceano Índico  Porém, parcialmente compensado por:  Condições de mercado difíceis na Europa, permitindo apenas um repasse parcial aos clientes  Menor produção em Moçambique EBITDA Ajustado (R$ milhões) Margem 11,5%Margem 10,6% 786 962 -9 -9 28 75 205 193 190 184 373 518 2012/13 2013/14 Brasil África/Oceano Índico Amido & Adoçantes Álcool & Etanol Europa 786 962 +146 (5) (12) +48 (0) 2012/13 Brasil África/OI A&A A&E Europa Holding 2013/14
  9. 9. 9 +9,2% YoY +18,1% YoY Cana-de-Açúcar Brasil – Produção e Vendas Moagem Recorde de Cana-de-Açúcar de 19,7 milhões de toneladas EnergySales (‘000 MWh) +38,3% YoY  Moagem  Moagem maior em 2013/14: 19,7 milhões de toneladas ou +8% em base anual (consolidação integral) e 18,3 milhões de toneladas ou +11% em base anual (sem Vertente, na consolidação da equivalência patrimonial)  Rendimentos agrícolas melhores do que esperados em 92 t/ha vs. 84 t/ha em 2012/13  Melhoria na produção  Produção total aumentou 10% para 2,5 Mt (expressa em ATR)  Mix: 63% açúcar, 37% etanol vs. 64% / 36% no ano anterior  Açúcar: 1,5 Mt +9% em base anual  Etanol: 535 mil m³ +13% em base anual  Progresso na cogeração  Vendas de energia (incluindo trading) aumentaram 38% para 711 GWh, devido ao aumento da capacidade, principalmente nas unidades São José e Mandu +10,6% YoY Processamento de Cana-de-Açúcar (MM t) Vendas de Açúcar (‘000 t) Vendas de Etanol (‘000 m³) Vendas de Energia (‘000 MWh) 4,9 16.5 0 18.3 4T 12/13 12M 12/13 4T 13/14 12M 13/14 363 1.357 374 1.482 4T 12/13 12M 12/13 4T 13/14 12M 13/14 143 477 208 563 4T 12/13 12M 12/13 4T 13/14 12M 13/14 43 514 16 711 4T 12/13 12M 12/13 4T 13/14 12M 13/14
  10. 10. 2008 2217 (59) +121 +73 +97 (23) 2012/13 Preço & Mix Volume Preço & Mix Volume Outros 2013/14 Cana-de-Açúcar Brasil – Financeiro Impacto positivo de volume e preço do etanol juntamente com maiores receitas de cogeração * inclui Cogeração, Produtos Agrícolas, Hedging e Revenda de Etanol 10 (1) Tereos Internacional aloca despesas com tratos como custo. Se tratos culturais fossem alocados como investimento, o EBITDA Ajustado para o ano fiscal 2013/14 seria R$623 milhões. Receita Líquida (R$ milhões) Açúcar Etanol  Açúcar: 58% da receita líquida total  Volumes aumentaram 9% para 1.482 milhões de toneladas  Preços diminuíram 5% em base anual para R$873 /ton  Etanol: 32% da receita líquida total  Volume vendido maior em 18% para 563.000 m3  Preços 12% maiores em base anual para R$1.251 /m3  Cogeração: R$101 milhões vs. R$80 milhões  EBITDA Ajustado: R$518 milhões, +39% • Custos unitários mais baixos, juntamente com melhores preços do etanol e os primeiros benefícios do programa Guarani 2016 • Margem EBITDA Ajustado acima em quase 5bps • Margem EBITDA Ajustado1 para o ano fiscal 2013/14 incluindo tratos culturais como depreciação: 28,1% Números Chave Em R$ milhões 2013/14 2012/13 Variação Receita Líquida 2 217 2 008 +10% Lucro Bruto 429 304 +41% Margem Bruta 19,4% 15,1% EBIT 132 35 +275% Margem EBIT 5,9% 1,7% EBITDA Ajustado 518 373 +39% Margem EBITDA Ajustado 23,4% 18,5%
  11. 11. Açúcar Oceano Índico 44% Açúcar África 8% Trading e outros 48% Abertura da Receita por Produto em 2013/14 -14,7% YoY Cana-de-Açúcar Oceano Índico/África – Produção e Financeiro Operações no Oceano Índico continuam a apresentar desempenho estável 11 -1,4% YoY  Moagem de Cana-de-Açúcar  Oceano Índico: ligeira redução (-7% na moagem de cana- de-açúcar para 1,72 milhão de toneladas)  África: condições climáticas desfavoráveis e problemas técnicos com irrigação resultou em uma redução de 36% na moagem da cana para 470.000 toneladas  Receita Líquida: +13% em base anual  Volume positivo e impacto cambial no Oceano Índico mais do que compensou o efeito preço negativo para o segmento e a queda do volume em Moçambique  EBITDA Ajustado: -3% em base anual  Efeito positivo de câmbio em desempenho estável no Oceano Índico não compensou totalmente os menores resultados em Moçambique Números Chave Em R$ milhões 2013/14 2012/13 Variação Receita Líquida 1 063 941 +13% Lucro Bruto 197 222 -11% Margem Bruta 18,5% 23,6% EBIT 66 84 -22% Margem EBIT 6,2% 8,9% EBITDA Ajustado 184 190 -3% Margem EBITDA Ajustado 17,3% 20,1% Processamento de Cana-de-Açúcar (MM t) Vendas de Açúcar (‘000 t) 6 2.566 0 2.188 4T 12/13 12M 12/13 4T 13/14 12M 13/14 63 290 68 286 4T 12/13 12M 12/13 4T 13/14 12M 13/14
  12. 12. 129 535 79 423 4T 12/13 12M 12/13 4T 13/14 12M 13/14 Segmento de Cereais – Produção e Vendas Moagem Superior com a Recuperação da Produção de Lillebonne e Aumento das Vendas em Palmital 12 +4,7% YoY +2,0% YoY -20,9% YoY  Processamento em 2013/14: +5% para 3,3 milhões de toneladas, impulsionada principalmente pela melhor utilização da capacidade em Lillebonne, investimentos em Marckolsheim e desenvolvimento da unidade de milho em Palmital no Brasil  Vendas de Amido e Adoçantes: +2% Ligeiro aumento no volume de venda de amido em um fraco mercado europeu com forte pressão nos preços de alguns segmentos  Vendas de Álcool e Etanol: -21% Principalmente fim das vendas de trading de etanol para o Grupo Tereos no 2S -0,3% YoY Processamento de Cereais (‘000 t) Vendas de Amido e Adoçantes (‘000 t) Vendas de Álcool e Etanol (‘000 m³) Vendas de co- produtos (‘000 t) 764 3.151 839 3.298 4T 12/13 12M 12/13 4T 13/14 12M 13/14 432 1.738 451 1.7724T 12/13 12M 12/13 4T 13/14 12M 13/14 289 1.166 282 1.162 4T 12/13 12M 12/13 4T 13/14 12M 13/14
  13. 13. Amido e Adoçantes – Financeiro Aumento na receita, apesar da rentabilidade continuar pressionada pelos custos 13 Receita Líquida (R$ milhões)  Receita Líquida: R$4.211 milhões, alta de 24%  Impacto de volume positivo principalmente devido a maiores vendas de proteína  Melhores preços para coprodutos (efeito mix de proteína) foram compensados ​​por preços mais baixos para os amidos e adoçantes  EBITDA Ajustado: R$193 milhões, queda de 6%  Condições de mercado difíceis na Europa mantiveram pressão sobre as margens em base anual  Benefício dos investimentos recentes de expansão no portfólio de produtos ainda não totalmente alcançado Números Chave Em R$ milhões 2013/14 2012/13 Variação Receita Líquida 4 211 3 396 +24% Lucro Bruto 664 611 +9% Margem Bruta 15,8% 18,0% EBIT 14 75 -81% Margem EBIT 0,3% 2,2% EBITDA Ajustado 193 205 -6% Margem EBITDA Ajustado 4,6% 6,0% 3396 4211 +567 +282 (70) +36 2012/13 Moeda Volume Preço & Mix Outros 2013/14
  14. 14. Álcool e Etanol Europa – Financeiro Desempenho positivo no 2S levou a melhores resultados em relação ao ano anterior  Receita Líquida: R$848 milhões, queda de 20%  Preços: -3,6% para o segmento  Menores vendas de trading de etanol em base anual  EBITDA Ajustado: R$75 milhões, alta de 173%  Menores custos de insumos, devido principalmente ao crescimento dos volumes de proteína e melhor desempenho operacional, mais que compensando a queda de preços de Rotterdam 14 Receita Líquida (R$ milhões) Abertura da Receita por Produto em 2013/14 Números Chave Em R$ milhões 2013/14 2012/13 Variação Receita Líquida 848 1 056 -20% Lucro Bruto 69 51 +36% Margem Bruta 8,1% 4,8% EBIT 31 (17) -282% Margem EBIT 3,7% (1,6%) EBITDA Ajustado 75 28 +173% Margem EBITDA Ajustado 8,9% 2,6% Vendas próprias de álcool e etanol 66% Trading de etanol 29% Outros 5% 1056 848 +161 (311) (38) (20) 2012/13 Moeda Volume Preço & Mix Outros 2013/14
  15. 15. Investimentos Redução significativa do CAPEX com a finalização de vários programas de investimento 15  Brasil: R$561 milhões • Combinação de plantio, gastos de entressafra, e o programa de investimento plurianual em capacidade e cogeração (Tanabi) • 86% do programa de expansão concluído  África/Oceano Índico: R$110 milhões • Principalmente manutenção para o segmento e plantio em Moçambique  Amido e Adoçantes: R$182 million • Focada na manutenção das plantas europeias e finalização da 1ª fase de investimentos da unidade de amido de Palmital  Álcool e Etanol Europa: R$31 milhões • Manutenção das operações atuais CAPEX (R$ MM)Abertura dos Investimentos em 2013/14 Amido e Adoçantes 21% Álcool e Etanol Europa 4% África/Ocean o Índico 12% Brasil 63% 1111 885 +24 +8 (149) (109) 2012/13 Brazil Africa/IO S&S A&E Europe 2013/14
  16. 16. 16 Reconciliação do Fluxo de Caixa e Composição da Dívida Forte desalavancagem: 3,7x em março de 2014 vs. 4,9x em Dezembro de 2013  Dívida Líquida/EBITDA Ajustado: 3,7x vs. 4,2x em 31/03/2013 e 4,9x em base sequencial  Refinanciamento de US$190 milhões de notas na Guarani  Esforços para redução de capital de giro  Efeito Cambial na Dívida: Desvalorização do Real frente ao Euro e o US$ Fluxo de Caixa Em R$ milhões 2013/14 EBITDA Ajustado 962 Capital de Giro 288 Juros (197) Outros (119) Fluxo de Caixa Operacional 934 Investimentos Recorrentes (530) Fluxo de Caixa Recorrente 404 Investimento em Expansão (360) Dividendos Pagos e Recebidos 9 Aumento de Capital 225 Outros (78) Fluxo de Caixa Livre 200 Outros (inc. impacto cambial) (444) Variação da Dívida Líquida (244) Dívida Em R$ Milhões 31/03/2014 31/03/2013 ∆ Circulante 1 522 1 829 -16,8% Não-circulante 2 734 2 399 +14,0% Custos amortizados (23) (26) Total da Dívida Bruta 4 233 4 202 +0,7% Em € 1 413 1 596 -11,5% Em USD 1 890 1 688 +12,0% Em R$ 935 882 +6,0% Outras moedas 19 62 -69,3% Caixa e Equivalente de Caixa (682) (892) -23,5% Dívida Líquida Total 3 551 3 310 +7,3% Partes Relacionadas 15 13 - Dívida Líquida Total + Partes Relacionadas 3 566 3 322 +7,3%
  17. 17.  Cana-de-Açúcar Brasil  A moagem de cana-de-açúcar deve aumentar também na próxima safra, com expansão de cerca de 4%, atingindo aproximadamente 20,5 milhões de toneladas (consolidação integral), aumentando ainda mais as taxas de utilização da capacidade instalada, em contraste com a região Centro-Sul do Brasil, que deve registrar queda na moagem em relação ao ano passado (estimativas recentes apontam para uma redução entre 5% e 10%)  As vendas de energia devem aumentar novamente no próximo ano com o início das operações da unidade Tanabi  O programa de ganho de eficiência “Guarani 2016” juntamente com o aumento da moagem deve reduzir o custo unitário  O programa de investimento plurianual no Brasil está perto de ser concluído, o que reduzirá o nível de investimentos no próximo ano  Cana-de-Açúcar África/Oceano Índico  O volume de moagem de cana-de-açúcar na África deve recuperar-se com a expansão das áreas de replantio em canaviais irrigados  Cereais  Europa  Programa “Performance 2015”: o programa plurianual de melhoria de desempenho deve continuar avançando; as condições econômicas na UE devem permanecer desafiadoras e os preços dos cereais devem permanecer voláteis  Grandes projetos de desenvolvimento concluídos na Europa, investimentos reduzidos e realocados para programas de economia de consumo de energia/manutenção da atividade  O segmento de Álcool & Etanol apresentou desempenho operacional estável em Lillebonne. Normalização das margens com o encerramento das atividades de trading para o Grupo Tereos. O impacto negativo de menores preços de etanol deve permanecer  Internacional  Brasil: a consolidação anual de Palmital com o aumento da produção de adoçantes deve melhorar o mix de produtos, contribuindo para a diluição dos custos fixos  China: a unidade Dongguan deve iniciar operações gradualmente a partir do segundo semestre  Indonésia: o plano de melhoria do desempenho operacional e diversificação de produtos em Redwood a ser finalizado e sua implementação deve ter início este ano17 Perspectivas
  18. 18. 18

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