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Itic capitulo 1

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Introdução às TIC - 9.º Ano de escolaridade

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Itic capitulo 1

  1. 1. ITICIntrodução às Tecnologias de Informação e Comunicação PROGRAMA Unidades Essenciais
  2. 2. PROGRAMA  TECNOLOGIAS de INFORMAÇÃO e COMUNICAÇÃO (TIC) – Conceitos Introdutórios  Conceitos Básicos  Áreas de aplicação das TIC  Estrutura básica de um computador  Noções básicas de funcionamento de um computador – Sistema Operativo em Ambiente Gráfico  Ambiente Gráfico  Configurações  Acessórios – Internet  Navegação na web utilizando um browser  Utilização de uma aplicação para Correio Electrónico
  3. 3. PROGRAMA  PROCESSAMENTO DE TEXTO  Conceitos básicos  Criação de documentos  Edição e formatação de documentos  Funções avançadas  CRIAÇÃO DE APRESENTAÇÕES  Conceitos básicos  Criação de apresentações  Apresentação de diapositivos
  4. 4. ITICIntrodução às Tecnologias de Informação e Comunicação AULAS 1 a 3 Conceitos Introdutórios – Conceitos Básicos – Áreas de aplicação das TIC – Estrutura básica de um computador – Noções básicas de funcionamento de um computador
  5. 5. Conceitos Introdutórios  Conceitos Básicos – Tecnologia – Informação – Comunicação – Tecnologias de Informação e Comunicação  Áreas de Aplicação das TIC – Informática – Burótica – Telemática – Controlo e Automação  Estrutura Básica de um Computador  Noções básicas de funcionamento de um computador
  6. 6. ITICIntrodução às Tecnologias de Informação e Comunicação AULA 1 Conceitos Introdutórios – Conceitos Básicos – Áreas de Aplicação das TIC
  7. 7. TECNOLOGIA  Tecnologia deriva de duas palavras gregas: Donde derivou a palavra Significa CONHECIMENTO ORGANIZADO TÉCNICA que significa e que deu origem à terminação de muitas disciplinas SABER FAZER científicas (p.e. Biologia, Geologia, Ecologia, Arqueologia, Sociologia, Teologia, Antropologia – estas 3 últimas não são tecnologias porque são teóricas e não práticas) Conhecimento voltado para a prática (Saber Fazer), adquirido e organizado em relação a uma determinada área de intervenção do ser humano na realidade que o rodeia
  8. 8. TECNOLOGIA: Técnicas  Ténicas são: – Meios e processos de actuar sobre objectos reais, com base em conhecimentos adequados (geralmente fundamentados na ciência). Enquanto as TÉCNICAS são os meios e os processos de actuar na realidade, as TECNOLOGIAS são os conhecimentos em que esses meios e processos de actuação se baseiam.
  9. 9. TECNOLOGIA: Tipos  TIPOS DE TECNOLOGIAS – Tecnologias repartem-se por áreas muito diversificadas. Produção de substâncias químicas, máquinas e utensílios, meios Transformação de energéticos produtos minerais Joalharia, Vidreira, Técnicas: éolica, Cerâmica, Serralheira hidroeléctrica, solar, nuclear Tecnologias relacionadas com a medicina ou produção de alimentos, electrodomésticos ou obras de transformação da natureza e da paisagem, etc.
  10. 10. TECNOLOGIA: Tipos  TIPOS DE TECNOLOGIAS – Tecnologias relacionadas com a informação estão voltadas para um plano menos material do que os anteriores. – Orientam-se para um
  11. 11. INFORMAÇÃO  O que é a Informação? – Provém da palavra italiana Informatióne, que significa Informar. – É tudo o que recebemos através dos meios de comunicação: rádio, jornais, televisão, internet, vídeos, fotografias, etc. – Significa o conhecimento acerca de um indivíduo, facto ou objecto.  Tipo de Informação: – Visual (Texto e Imagem, gráficos, cores) – Audição (Som) – Oral (Som/Fala e Paladar/Sabor) – Olfacto (Cheiro) – Tacto (Gestos e Sensações) Num computador apenas temos Texto, Som e Imagem
  12. 12. INFORMAÇÃO “É um conjunto de dados articulados entre si, devidamente ordenados e organizados de forma a terem significado.” Designações de entidades (objectos, pessoas, etc.), factos, valores numéricos, representações simbólicas de entidades, etc. “É tudo o que é alvo de conhecimento humano e, como tal, pode ser comunicado, tratado e armazenado/guardado.”
  13. 13. INFORMAÇÃO: Características  Características: – Toda a informação deve ser:  Útil – importante, necessária para a nossa vida, para o nosso trabalho, dá para utilizarmos.  Actual – corresponde aos dias de hoje, não é antiga, é recente  Precisa e Clara – simples, não pode ser complicada e difícil de explicar  Exacta – corresponde à verdade
  14. 14. INFORMAÇÃO: Tratamento  O TRATAMENTO de Informação tem os seguintes passos: – Tomar conhecimento dos dados  Um dado é todo e qualquer conhecimento sobre um objecto, acontecimento ou indivíduo – Transformar os dados (cálculos, análise de dados, estatísticas, interpretação, sínteses, ...) – Comunicar os resultados dessa transformação  O Tratamento da Informação pode ser um de 3 tipos: – Automático (o utilizado em Informática) – Mecânico – Manual
  15. 15. COMUNICAÇÃO  A COMUNICAÇÃO de Informação pode ser entre: – Homens – Homens e Máquinas – Máquinas  A Comunicação é: – acto de transmitir informação
  16. 16. COMUNICAÇÃO: Telecomunicações Prefixo de origem grega que exprime Acto de transmitir informação a ideia de ‘longe’, ‘ao longe’ ou ‘à distância’ “Serviço de transmissão de informação à distância” que envolve a integração de sistemas, tais como: televisão, vídeo, linhas telefónicas, satélites, etc.
  17. 17. COMUNICAÇÃO: Telecomunicações  Meios de Transmissão: – Linha telefónica convencional – RDIS – Rede Digital com Integração de Serviços – Cabo de fibra óptica – ADSL – Asymmetric Digital Subscriber Line – FWA – Fixed Wireless Access – Satélite
  18. 18. COMUNICAÇÃO: Telecomunicações  Aplicações das Telecomunicações: – EDI – Electronics Data Interchange  Redes de telecomunicações entre empresas  Permitem a comunicação de computador a computador  Aumento da Rapidez e Precisão das trocas de informação – Videoconferência  Sistema interactivo de comunicação áudio e vídeo, em tempo real
  19. 19. TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO  Tecnologias de Informação – Processos de Tratamento, Controlo e Comunicação (transmissão) de Informação, – Baseados fundamentalmente em meios electrónicos, portanto, computadores ou sistemas informáticos.  Tecnologias de Informação e Comunicação – Processos de Tratamento, Controlo e Comunicação (transmissão) de Informação, – Recorrendo aos meios de comunicação à distância (telecomunicações).  Principais áreas das Tecnologias de Informação são: – Informática; – Burótica; – Telemática; – Controlo e Automação
  20. 20. INFORMÁTICA  O que é INFORMÁTICA? – Deriva das 2 palavras: Tratamento e Transmissão da Informação por Meios Automáticos Dispositivos Electrónicos Computadores Sistemas Informáticos
  21. 21. INFORMÁTICA: Áreas de Aplicação  A Informática é uma área bastante extensa, podendo ser subdividida em áreas mais específicas, nomeadamente: – Concepção e implementação dos componentes de hardware (componentes electrónicos, circuitos, etc.); – Desenvolvimento de aplicações informáticas; – Aplicação de sistemas informáticos para o tratamento e transmissão da informação de uns locais para outros; – Etc.  Com o surgimento das áreas referidas, também surgiram áreas profissionais para cada uma delas. Assim temos: – Engenharia de Hardware; – Engenharia de Software; – Engenharia de Redes; – Gestão e implementação de sistemas informáticos; – Etc.
  22. 22. INFORMÁTICA: Código Binário  Toda a Informação, qualquer caracter (algarismo, letra, sinais, pontuação, etc.) em Informática é definida/convertida por uma codificação binária (em 0 e 1) para ser interpretada pelo computador. – O registo deste codificação binária, no seu elemento mais simples, é o BIT - Bynary Digit – quer isto dizer que assume um de 2 valores: ZERO ou UM. – No entanto, como podem verificar um 0 ou um 1 somente não daria para codificar muita informação. Então foi criado o BYTE que é um conjunto de 8 bits. Cada caracter na linguagem informática é representado por 8 bits.  Por exemplo, quando vocês escreverem um E (maiúsculo), o computador irá ler a combinação 01000101.
  23. 23. INFORMÁTICA: Código Binário  As medidas mais frequentes são: – BYTE – 8 Bits – KBYTE (KiloByte ou KapaByte) – 1024 Bytes  A informação é representada no PC em 1024 Bytes – MBYTE (MegaByte) – 1024*1024 Bytes ou 1024 KBytes  A informação é representada no PC em 1024 Kbytes (mais ou menos 1 milhão de bytes) – GBYTE (GigaByte) – 1024*1024*1024 Bytes ou 1024 MBytes  A informação é representada no PC em 1024 Mbytes (mais ou menos 1 bilião de bytes) – TBYTE (TeraByte) – 1024*1024*1024*1024 Bytes ou 1024 Gbytes
  24. 24. INFORMÁTICA: Código Binário  Relação entre medidas:
  25. 25. BURÓTICA  Deriva da seguinte palavra francesa: Designa a aplicação de meios informáticos no tratamento e circulação da informação num escritório. Também conhecido por Escritório Escritório Electrónico. Trata-se de conceber, adaptar e utilizar meios informáticos, devidamente articulados, em escritórios de instituições (empresas, departamentos da Administração Pública, etc.). Estas instituições necessitam de montar redes de computadores, instalar e articular devidamente o software necessário para manipulação da informação em questão, utilizar modems, faxes ou modem-faxes para trocar informação com o exterior, etc.
  26. 26. TELEMÁTICA  Deriva da conjugação de duas palavras: A Telemática conjuga os meios informáticos (computadores, modems, etc.) com meios de comunicação à distância ou telecomunicações (linhas telefónicas, satélites, etc.)
  27. 27. CONTROLO E AUTOMAÇÃO  As Tecnologias de Controlo estão directamente relacionadas com as Tecnologias de Informação, visto que cada vez mais se utilizam os sistemas informáticos para o controlo de mecanismos e processos industriais, tais como:  Controlo de Sistemas,  Controlo de Processos Químicos,  Autómatos Programáveis,  Domótica,  Robótica,  Instrumentação Industrial,  Instrumentação Analítica,  Instrumentação de Teste e Medida,  Instrumentação em Rede,  Sistemas de Treino (simuladores),  Processamento de Sinais e  Processamento de Imagem.
  28. 28. CONTROLO E AUTOMAÇÃO  Dos anteriormente mencionados, os mais conhecidos são os seguintes: Isto permite: MELHORAR a PRODUTIVIDADE e a QUALIDADE do PRODUTO final.
  29. 29. CONTROLO E AUTOMAÇÃO: CAD, CAM e CIM  Computer Aided Design (CAD) – Projecto ou desenho realizado com a utilização de computadores e softwares específicos. – Exemplos: arquitectura, cozinhas Míele  Computer Aided Manufacturing (CAM) – Sistemas de fabrico (normalmente de peças) controlados por computador (por vezes fala-se de CAD/CAM, referindo-se a sistemas de conjugação de desenho e fabrico baseados em computador). – Fabrico personalizado  Computer Integrated Manufacturing (CIM) – Nível mais avançado de fabrico baseado em computadores com total integração dos processos de produção, graças aos sistemas informáticos. – Exemplo: linha de montagem de um automóvel
  30. 30. CONTROLO E AUTOMAÇÃO: Robótica  Robótica: – Área que estuda o desenvolvimento de sistemas electromecânicos (robôs) nos quais intervêm meios e processos informáticos. – Revelou-se muito importante sempre que surge a necessidade de:  Realizar tarefas com o máximo de eficiência e precisão  Aceder a lugares onde a presença humana se torna difícil, arriscada e até mesmo impossível. – Exemplo: linha de montagem de um automóvel
  31. 31. CONTROLO E AUTOMAÇÃO: Robótica  Tipo de Robôs (diferenciam-se pelas suas aplicações e formas de trabalhar): – Inteligentes  Manipulados por sistemas multifuncionais e controlados por computador.  Capazes de interagir com o ambiente através de sensores e de tomar decisões em tempo real. – Controlo por Computador  Semelhantes aos inteligentes mas não têm a capacidade de interagir com o ambiente.  Actualmente, intensificam-se esforços no sentido de desenvolver o robô
  32. 32. CONTROLO E AUTOMAÇÃO Utilização de Sistemas Informáticos no controlo de processos industriais.
  33. 33. ITICIntrodução às Tecnologias de Informação e Comunicação AULA 2 Conceitos Introdutórios – Estrutura básica de um computador
  34. 34. COMPUTADOR: Definição  O que é um Computador? – É um conjunto de objectos físicos (dispositivos mecânicos, electromecânicos e electrónicos) ligados entre si que permitem o processamento (tratamento automático) da informação, isto é, capaz de aceitar dados e instruções, executar essas instruções para processar os dados e apresentar os resultados. PC (computador pessoal)
  35. 35. Hardware versus Software Qualquer sistema informático resulta, obrigatoriamente, da interacção entre 2 componentes fundamentais – Hardware e Software. – Hardware  Refere-se aos dispositivos físicos (electrónicos, mecânicos e electromecânicos) que constituem um sistema informático (computadores e outros dispositivos relacionados). Mas o Hardware ou dispositivos físicos de um sistema informático por si só são incapazes de comunicar, pelo que se torna necessária a intervenção de uma componente lógica – o Software. – Software  Programas de computador, ou seja, conjuntos de instruções, escritos em diversas linguagens de programação, que determinam a actividade e o comportamento de um sistema informático desde os dados a serem processados até ao funcionamento de um periférico.  Permitem colocar todos os componentes do hardware em funcionamento com um objectivo previamente definido, sob uma intervenção mais ou menos activa (ou interactiva) do utilizador.
  36. 36. Hardware versus Software: Hardware  O hardware é responsável pelas 4 funções principais: – Entrada de Dados (input):  Comunicação (aceitação) dos dados e dos programas a serem processados.  Responsabilidade: dispositivos de entrada. – Processamento:  Manipulação dos dados para obter informação.  Responsabilidade: processador (CPU). – Armazenamento:  Armazenamento de informação para posterior reutilização e transporte.  Responsabilidade: memórias e dispositivos de armazenamento. – Saída de Dados (output):  Visualização e obtenção da informação produzida.  Responsabilidade: dispositivos de saída.
  37. 37. Hardware versus Software: Exemplos Hardware Software Teclado MS-DOS Rato Windows NT Placa-Mãe MS-Word Placa de Vídeo Corel Draw Monitor Turbo C++ O software subdivide-se em 2 categorias fundamentais: Software de Sistema e Software de Aplicação
  38. 38. Hardware versus Software: Tipos de Software  Software de sistema: – Consiste numa 1ª camada de software ou conjunto de instruções que transformam o hardware ou a máquina num sistema funcional, ou seja, com o qual o utilizador pode efectuar determinadas tarefas ou fazer funcionar os seus programas. – Conjunto de programas fundamentais para o funcionamento do computador. – Essencialmente é o sistema operativo. O que é um Sistema Operativo?  Desempenha a função fundamental de servir de intermediário (ou interface) entre o hardware e o utilizador e os seus programas de aplicação. Permite a comunicação entre os diversos componentes físicos do computador.  Sofware de aplicação: – Engloba todo o tipo de programas de computador com que o utilizador pode realizar determinadas tarefas específicas ou genéricas, como: processar documentos, efectuar cálculos, criar ou consultar bases de dados, elaborar e manipular desenhos ou imagens, etc. – Estes programas, por vezes, são designados apenas por aplicações.
  39. 39. Hardware versus Software: Exemplos de Software  Exemplos de Software: – Sistemas Operativos e Interfaces Gráficos:  MS-Dos,  Unix,  Linux,  MS-Windows – Consoante o objectivo a atingir, podemos utilizar diferentes Aplicações Informáticas:  Processamento de texto - MS-Word,  Folhas de cálculo - MS-Excel,  Criar e gerir apresentações - MS-PowerPoint,  Criar e gerir bases de dados - MS-Access,  Tratamento de imagem - CAD
  40. 40. COMPUTADOR: Constituição
  41. 41. Dispositivos de Entrada e Saída  Dispositivos de Entrada e Saída – A entrada e saída de informação efectuam-se através de dispositivos específicos, externos ou periféricos ao sistema. – Existem vários dispositivos que veiculam a comunicação entre o computador e o utilizador. Estes dispositivos podem ser agrupados em três grandes grupos:  Dispositivo de Entrada – Sistema que permite introduzir dados do exterior num sistema informático.  Dispositivo de Saída – Sistema que permite ao computador disponibilizar informação para o exterior, para que a possamos utilizar.  Dispositivo Misto – Dispositivo que é simultaneamente um sistema de entrada e saída de informação no/do computador.
  42. 42. Dispositivos de Entrada  Convertem a informação introduzida pelo utilizador em sequências próprias de bits, capazes de serem interpretadas pelo processador.  Exemplos: – Teclado – Rato – Scanner – Canetas ópticas – Leitor de códigos de barras – Câmaras digitais (fotográficas e de filmar) – Joystick
  43. 43. Dispositivos de Entrada: TECLADO • É um periférico de entrada INDISPENSÁVEL num computador, pois é principalmente através dele que os utilizadores podem introduzir informação (dados) no sistema.
  44. 44. Dispositivos de Entrada: TECLADO • Existem os dois tipos de teclados: • Regular/Normal – o já demonstrado. • Ergonómico – actualmente é o mais indicado para trabalhar, pois não são tão cansativos e previnem lesões por esforços repetitivos (doença conhecida por LER). No entanto, é mais caro que o Regular e difícil de encontrar no mercado.
  45. 45. Dispositivos de Entrada: RATO • Em ambientes gráficos, como o Windows, o rato é um dispositivo fundamental pois permite: • Controlar o cursor no ecrã, • Marcar pontos ou • Executar comandos. • Normalmente tem dois botões. Contudo, os mais recentes têm também um botão de rodar, que se destina a movimentar mais facilmente janelas ou páginas de texto com barras de rolamento (scrolling). • Nos portáteis existem dispositivos de apontar com funções idênticas às de um rato mas com um formato bastante diferente, incorporado no próprio portátil e que pode assumir a forma de pointing device, track ball ou touch pad.
  46. 46. Dispositivos de Entrada: SCANNER  Também chamado de digitalizador.  Faz a leitura óptica de um documento, tal como uma fotocopiadora mas com ajuda de um software, criando uma imagem digital – ‘mapa de pontos de cor’ (ou de graus/tons de cinzento) – correspondente à imagem observada.  Esta leitura é visualizada no monitor, podendo ser ou não gravada num ficheiro.  Os scanners mais comuns são: – De mão – que devem ser deslocados manualmente pelo utilizador ao longo da imagem que pretende digitalizar; – De mesa – onde a página a ser digitalizada é colocada sobre uma superfície transparente e a leitura ou varrimento (scan) da imagem é feita pelo próprio scanner.
  47. 47. Dispositivos de Entrada: Leitor de Código de Barras  Tem um funcionamento semelhante ao do scanner.  Usado, geralmente, em pontos de venda, a sua utilização é muito simples e substitui, em muitas situações, o próprio teclado.  Pode ter vários formatos: – Caneta – Pistola – Ecrã – o mais sofisticado pois lê códigos em diversas posições devido ao uso de espelhos e vários feixes emissores.
  48. 48. Dispositivos de Entrada: JOYSTICK  Tem um funcionamento semelhante ao de um rato.  Serve essencialmente como um dispositivo de indicação.  Existem vários modelos onde são incorporados diversos botões, de uso simples e intuitivo.  Geralmente são utilizados em softwares de diversão (jogos).
  49. 49. Dispositivos de Entrada: Câmara fotográfica digital  Permite a captura digital de imagens.  Possui as características de uma máquina fotográfica normal mas também incorporam hardware que lhes permite digitalizar as imagens capturadas, armazenado-as em dispositivos amovíveis (p.e. Cartões de memória).  Posteriormente, as imagens podem ser transferidas para o computador através desses dispositivos amovíveis.
  50. 50. Dispositivos de Saída  É através destes dispositivos/periféricos que os dados processados são transmitidos para o exterior.  Exemplos: – Monitor – Impressora – Plotters – Colunas de Som – Projector de Imagem
  51. 51. Dispositivos de Saída: MONITOR  Ecrã, é o principal meio de comunicação entre o computador e o utilizador.  Transmite visualmente a informação do computador.  Podem ser: – Monocromáticos – só com uma cor sobre um fundo preto (os chamados preto e branco) – Policromáticos – com várias cores  Essencialmente, existem dois tipos de monitores: – CRT – Monitores de Raios Catódicos  Do mesmo género dos aparelhos de televisão – LCD – Monitores de Cristais Líquidos  Mais caro que um CRT  São menos cansativos para a vista que um CRT  Ocupam menos espaço que um CRT pois é relativamente fino
  52. 52. Dispositivos de Saída: MONITOR  LCD
  53. 53. Dispositivos de Saída: MONITOR  Interior de um Computador e esquema dos seus principais componentes:
  54. 54. Dispositivos de Saída: MONITOR  Ligada à motherboard existe uma placa, chamada placa gráfica: – Traduz a informação vinda do CPU ou da RAM e envia-a, de forma perceptível, para o monitor. – Resolução gráfica da imagem que sai do monitor é definida:  Pelo n.º de pontos (píxeis) no ecrã – A unidade mais pequena que pode ser criada e visualizada num monitor damos o nome de pixel e é esta a unidade utilizada para definir a resolução. – Actualmente todos os monitores suportam uma resolução de 1024x768, o que significa suportar 1024 píxeis na horizontal e 768 na vertical. 1024 píxeis Pixel 768 píxeis  Pela velocidade de reposição da imagem (frequência de varrimento medida em MHz - Megahertz) .
  55. 55. Dispositivos de Saída: MONITOR  Resolução gráfica da imagem tem evoluído bastante pelo que temos monitores: – CGA (Color Graphics Adapter) – a mais antiga – EGA (Enhanced Graphics Adapter) – VGA (Video Graphics Array – 640*480 pixels) – SVGA (Super VGA – acima dos 800*600 pixels), sendo o normal com memória de 32 Mbytes para placas 3D e 60 MHz de velocidade. Este tipo de monitor pode ultrapassar bastante a resolução de 1024x768 píxeis. Este é a resolução mais actual.
  56. 56. Dispositivos de Saída: IMPRESSORA  Impressora – Indispensável sempre que se quiser passar para o papel a informação do computador. – Existem 3 tipos de impressoras:  Matriciais (ou Agulhas)  Jacto de Tinta  Laser
  57. 57. Dispositivos de Saída: IMPRESSORA  Matriciais (ou Agulhas) – Funcionam através de uma cabeça que contém um conjunto de agulhas (9 ou 24, conforme a qualidade da impressora) – são essas agulhas que imprimem pontos contra o papel, através de uma fita impregnada de tinta. – Cada letra é impressa com 24 ou 9 pontinhos (matriz de pontos). – Estas impressoras são lentas e muito ruidosas, tendo caído em desuso. – A sua principal vantagem é a de conseguirem os mais baixos custos por folha impressa, graças ao preço baixo das fitas e à possibilidade de poderem imprimir muitas folhas com a mesma fita.
  58. 58. Dispositivos de Saída: IMPRESSORA  Jacto de Tinta – Funciona com base num dispositivo que projecta jactos de tinta contra a folha de papel, através de uma cabeça com um circuito electrónico específico. – Cada letra é impressa com um pequeno jacto de tinta que pode ser mais ou menos forte mediante a resolução que se peça na impressão. – Podem ser monocromáticas (só funciona com um tinteiro a preto) ou a cores (funciona com um tinteiro a preto e mais um com 3 cores). – A qualidade de impressão é muito boa (melhor que a da impressora matricial e inferior à do laser) e o ruído é bastante baixo. – É mais barata que a impressora a laser.
  59. 59. Dispositivos de Saída: IMPRESSORA  Laser – Cada letra é impressa com um raio de laser de fraca potência que incide sobre a folha de papel e à sua passagem borrifa tinta em forma de pó. – A qualidade de impressão é óptima e o ruído é praticamente nulo. – Embora possuam uma boa relação qualidade/preço e sejam muito rápidas, continuam a não ser acessíveis ao utilizador comum. São mais dispendiosas, quer no seu preço quer na manutenção e nos consumíveis que utilizam. – Existem impressoras a laser a cores mas as monocromáticas são bastante mais acessíveis a nível monetário.
  60. 60. Dispositivos de Saída: PLOTTER  Plotter (ou traçador gráfico) – Semelhante à impressora mas que se destina a imprimir desenhos de grandes dimensões, com elevada precisão e rigor. P.e. plantas arquitéctonicas, mapas cartográficos, etc. – Existem 2 formatos:  Prancha rectangular – sobre a qual se desloca um braço mecânico com uma caneta na ponta, que efectua sobre o papel o traçado determinado pelo computador;  Suporte Vertical – no topo do qual desliza a folha de papel, sobre a qual se desloca, em sentido contrário a caneta que regista o traçado.
  61. 61. Dispositivos de Saída: COLUNAS  É um periférico de saída do PC que nos permite ouvir o som que sai do PC.  Em vez de colunas podemos ter o PC- Speaker que é um pequeno altifalante instalado na Mini- Tower do PC que tem uma fraca capacidade sonora.  Placa de Som – Uma componente que transforma a informação contida nos ficheiros digitais de música em som que é transmitido pelas colunas. – É normalmente instalada na porta de expansão do PC designada por MIDI – Musical Instrument Digital Interface.
  62. 62. Dispositivos Saída: PROJECTOR DE IMAGENS  Projector de Imagens – Dispositivo que se liga ao computador através do mesmo conector do monitor, permitindo assim projectar o conteúdo do ecrã para uma tela proporcionando uma imagem de grandes dimensões. – Serve para fazer a apresentação de um tema numa conferência ou numa aula, a exposição de um produto comercial, um projecto ou um protótipo, etc.
  63. 63. Dispositivos Mistos  Dispositivos Mistos – Os dispositivos de entrada e saída (input/output) são aqueles que tanto permitem efectuar a entrada como, também, a saída de dados. – São dispositivos capazes de canalizar informação do exterior para o interior do computador e vice- versa. – Exemplos:  Drives  Modems  Monitores Tácteis (Touch Screen)  Placas de Rede
  64. 64. Dispositivos Mistos: MODEM  Modems – Permite ligar um computador a outros através de um meio de comunicação não digital, como, p.e., a linha telefónica. – Funções:  No emissor, a função é modelar, ou seja, é a de converter os sinais do computador (sinais digitais) em sinais que possam ser transmitidos pela linha telefónica normal (sinais analógicos).  No receptor, a função é desmodelar, ou seja, é a de converter os sinais recebidos através de uma linha telefónica (sinais analógicos) em sinais que o computador reconheça (sinais digitais). – Tipos:  Internos – sob a forma de placas que são encaixadas na motherboard;  Externos – como apresentado na figura que se segue.
  65. 65. Dispositivos Mistos: DRIVES, MONITOR TÁCTIL, PLACA DE REDE  Drives – São os dispositivos responsáveis pela comunicação entre a CPU ou a RAM e os suportes de armazenamento externo. – São consideradas periféricos porque são externas ao processador.  Monitor Táctil (Touch Screen) – Idêntico ao monitor que normalmente se utiliza, mas permite também a introdução de dados através de toques na área do ecrã.  Placa de Rede – Permite ligar vários computadores em rede. – Esta funcionalidade possibilita a partilha de recursos bem como a troca de informação entre os vários computadores que se encontram ligados entre si.
  66. 66. Dispositivos da TORRE  Unidade de Comunicação, Tratamento e Armazenamento de Informação (Mini-Tower) – É um conjunto de periféricos de saída e entrada do PC, assim como de outro tipo de objectos físicos – Pode ser vertical ou horizontal, sendo a vertical a mais utilizada. – É constituída pelos seguintes dispositivos básicos:  Processador (CPU - Central Processing Unit)  Placas Gráfica, de Som  Disco Rígido  Drives de Disquetes, CD-ROM, DVD  Motherboard  RAM  Etc.
  67. 67. ESTRUTURA GERAL  Estrutura Geral de um Sistema Informático (introduz dados no PC (recebe os dados do que são enviados para PC depois de a CPU) processados pela (armazenamento/depósito de informação) CPU)
  68. 68. ESTRUTURA GERAL
  69. 69. CPU - Unidade Central de Processamento (processador)  CPU – Central Processing Unity (Unidade Central de Processamento) – Corresponde ao microprocessador nos computadores pessoais – Constitui o coração ou o cérebro do computador à volta do qual tudo o resto funciona
  70. 70. CPU - Unidade Central de Processamento (processador)  A CPU tem uma organização interna muito complexa.
  71. 71. CPU – Critérios de Caracterização  O processador tem 3 critérios de comparação: – Velocidade de processamento, da transferência de dados entre o CPU e a memória externa ou os dispositivos de entrada/saída do PC, é efectuada em períodos de tempo bem determinados e designados como ciclos de máquina (temporizados pelo sinal de relógio do CPU). A rapidez com que funciona a máquina – definido por MHz que indica a rapidez com que funciona o ciclo de máquina, ou seja, o n.º de ciclos por segundo efectuados pelo CPU. O normal é 2400 MHz (2,4 MHz) ou mais. – Comprimento da palavra – nº de bits (corresponde ao nº de ligações em paralelo) passíveis de serem tratados em simultâneo. 32 bits é considerado o normal. – Capacidade de endereçamento – memória de massa. Definição da RAM é feita em Mbytes. O normal é 256 Mbytes. É a combinação destes critérios que distinguem os diversos modelos: 386, 486, Pentium, Pentium II, Pentium IV, etc.
  72. 72. MEMÓRIAS: Definição  Memória: – Capacidade de armazenamento de informação – É aqui que são armazenados:  Os dados para processamento,  Os dados intermédios do processamento,  Os resultados finais,  O programa que, num dado momento, está a ser executado, determinando o processamento.
  73. 73. MEMÓRIAS: Classificação  Parâmetros que permitem classificar as memórias: – Tempo de acesso – Capacidade de endereçamento – Tamanho – Tipo de Acesso – Capacidade de Leitura e Escrita – Volatilidade
  74. 74. MEMÓRIAS: Tipos  Memórias – Primária  Indispensável ao funcionamento de um sistema informático, é a memória que se encontra mais próxima do processador.  Existe sob a forma de circuitos eléctricos, onde estão armazenadas as instruções e os dados com que o processador vai trabalhar, bem como o resultado intermédio e final do processamento.  É Volátil.  Exemplos: RAM, ROM e Cache – Secundária  Consiste nos dispositivos de armazenamento secundário, como um complemento à memória primária do computador.  Grande capacidade de armazenamento, frequentemente guarda programas e informação com carácter mais permanente e por isso não é Volátil.  Exemplos: disquetes, CDs, disco rígido, bandas magnéticas
  75. 75. MEMÓRIAS: Primárias
  76. 76. MEMÓRIAS: Secundárias  As memórias secundárias mais utilizadas são: – Suportes magnéticos (revestidos por uma substância magnetizável)  Disquetes (floppy disks)  Disco Rígidos (hard disks)  Bandas Magnéticas (tapes) – Suportes Ópticos  Discos Compactos (CDs)  Discos Digitais Versáteis (DVDs)
  77. 77. MEMÓRIAS: Secundárias  Quando falamos em armazenamento secundário, existem 2 pontos a ter em consideração: – O próprio suporte de armazenamento: disquete, disco, CD, banda magnética, etc. – A Drive – dispositivo que permite a comunicação entre o suporte de armazenamento e a memória principal.
  78. 78. MEMÓRIAS: Estrutura de um Disco Rígido
  79. 79. MEMÓRIAS: Disco Rígido  Disco Rígido – Os discos rígidos são os dispositivos mais utilizados para a leitura e escrita de informação. – Devido à sua estrutura rígida e fixa, permitem ler e armazenar mais informação (na ordem dos vários Gbytes) a velocidades mais elevadas do que qualquer outro dispositivo de armazenamento. – Local físico incorporado no computador onde são guardados os ficheiros que contém toda a informação da configuração do PC e dos ficheiros gerados pelos utilizadores. – Tem uma grande capacidade de armazenamento de informação. O normal é ter 80 GBytes de capacidade. – Quando se está a trabalhar no disco, o acesso e armazenamento da informação é mais rápido. – Está protegido da contaminação de aspectos exteriores: radiação, poeira, cabelos, gordura dos dedos, etc.
  80. 80. MEMÓRIAS: Disquetes  Disquete – Dispositivo de leitura e escrita de informação em suportes magnéticos com a forma de pequenos flexíveis. – Originalmente com 5 ¼ polegadas de diâmetro, proporcionavam uma capacidade de armazenamento que variava entre os 160 Kbytes e os 1.2 Mbytes. Mais tarde surgem as disquetes de menor dimensão – 3 ½ polegadas -, com diversas capacidades de armazenamento, sendo a mais usual de 1.44 Mbytes.  Quando se está a trabalhar numa disquete, o acesso e armazenamento da informação é mais lento.  Por ser portátil e se encontrar no exterior do PC, existe probabilidade de contaminação de aspectos exteriores: radiação (de telemóveis, ou andar de metro, por exemplo) que as desmagnetiza, poeira, cabelos, gordura dos dedos, riscos, etc.
  81. 81. MEMÓRIAS: Discos Ópticos  Discos Ópticos – Em termos de funcionamento, os discos ópticos são bastante parecidos com os discos flexíveis e com os discos rígidos. – Contudo, estes equipamentos são baseados, tanto na leitura como na escrita, em tecnologia óptica.  Dois Tipos principais de discos ópticos: – Os CD (Compact Disks) com as suas variantes – CD-R e CD-RW; – Os DVD (Digital Versatile Disks).
  82. 82. MEMÓRIAS: Discos Ópticos  Discos Ópticos - As principais vantagens na sua utilização são: – O armazenamento de grandes quantidades de informação (mais acentuada ainda nos DVD). A capacidade de um CD é aproximadamente 650 Mbytes e a capacidade de um DVD pode variar entre os 4 e os 6 Gbytes. – A facilidade de manuseamento e transporte. – A durabilidade e fiabilidade. – Quando se está a trabalhar num CD, o acesso e armazenamento da informação é mais lento que o do disco rígido mas mais rápido do que – Pordisquete. da ser portátil e se encontrar no exterior do PC, existe probabilidade de contaminação de aspectos exteriores: poeira, cabelos, gordura dos dedos, riscos, etc. No entanto, se tivermos o devido cuidado, é mais fácil de proteger do que uma disquete pois por ser um suporte óptico não há possibilidade de se desmagnetizar com a radiação.
  83. 83. MEMÓRIAS: Disco Rígido, Disquete e CD  Funcionamento de algumas memórias secundárias:
  84. 84. MEMÓRIAS: Outras Secundárias  Memórias Secundárias – outras: – Discos Sólidos  Utilizam-se como um disco rígido  São compostos por circuitos integrados  São rápidos, mais pequenos (portáteis)  Ainda são um pouco caros  Actualmente existem sob forma de porta-chaves, caneta e até relógio e permitem transportar um volume considerável de informação (desde 32 Mbytes a 1024 Mbytes)  Para além de práticos, podem ligar-se a qualquer computador desde que este tenha uma porta USB (Universal Serial Bus). – Bandas Magnéticas (Tapes)  Dispositivos de leitura e de escrita em suporte magnético, com a forma de fitas ou bandas: bobinas e cassetes ou tapes, etc.  São mais utilizadas para efectuar cópias de segurança (backups)  Têm maior capacidade de armazenamento (p.e. 40 GBytes)
  85. 85. MOTHERBOARD  Motherboard (placa principal, placa-mãe) – É o elemento mais importante de um computador – Função: permitir que o processador comunique com todos os periféricos instalados. – É aqui que encontramos o microprocessador, a memória principal, os circuitos de apoio, a placa controladora (que controla a circulação da informação entre o processador e os periféricos), os conectores do barramento (que permitem estabelecer a ligação aos periféricos através de fios condutores), etc.
  86. 86. MOTHERBOARD  Constituição de uma placa-mãe: – Slots para o encaixe das placas de vídeo, som, modems e outros periféricos; – Conectores para encaixe de módulos de memória e também do processador; – Portas série, paralelo, USB e outras; – Conectores para o teclado e fonte de alimentação;
  87. 87. MOTHERBOARD  Constituição de uma placa-mãe: – BIOS (Basic Input/Output System): sistema básico de entrada e saída, pequeno chip responsável pelo reconhecimento dos componentes de hardware instalados e pelo fornecimento de informações básicas para o funcionamento do computador; – Chipset: componente que comanda todo o fluxo de dados entre o processador, as memórias e os demais componentes.
  88. 88. MOTHERBOARD: Secções
  89. 89. BUS: Definição  BUS (Barramento) – Uma das características mais importantes de um computador é a arquitectura de BUS pois é ela que determina:  a forma como estão interligados todos os componentes e periféricos desse computador e  a velocidade com que a informação é transmitida. – É um sistema de comunicação interno. – Responsável pela circulação dos dados a processar, de forma a funcionarem adequadamente. Os BUS constituem os caminhos por onde a informação circula entre os diversos componentes do processador e entre o processador e o computador (memória e periféricos) – Existem 2 tipos de barramentos:  Local – Interliga o CPU à memória  Entrada e Saída – Interliga todos os dispositivos externos ao barramento local
  90. 90. BUS: Tipos e Arquitecturas  Arquitecturas mais conhecidas: – ISA (Industry Standard Architecture) - Arquitectura mais antiga :  Permite a comunicação com os conectores de expansão utilizando um barramento de 16 linhas, que representavam 16 bits.  Largura Banda: 16 bits. Taxa Transferência: 8 Mb/s (megabits/segundo) – VLB (Vesa Local Bus) - Surgiu no início da década de 90:  Aumenta a velocidade de comunicação entre o processador, a RAM e a componente gráfica do computador.  Largura de Banda de 32 bits.Taxa de Transferência: 150 Mb/s – PCI (Peripheral Component Interconnect)  Permite combinar na mesma motherboard diferentes tipos de arquitecturas.  Permite a comunicação entre o processamento, a RAM e os periférios utilizando um barramento de 32 linhas ou 32 bits, que permite um maior desempenho de todo o sistema informático.  Largura de Banda de 32 a 64 bits. Taxa de Transferência: 264 a 528 Mb/s – AGP (Accelerated Graphics Port) – Mais recente:  Único objectivo é melhorar o desempenho gráfico 3D, isto porque utiliza uma ligação dedicada à memória do sistema, permitindo o processamento de várias instruções ao mesmo tempo.
  91. 91. DECISÕES: O que adquirir/remodelar?  O que levar em Consideração? – É importante ter a noção que qualquer um dos componentes de um sistema informático tem influência directa no seu desempenho. – Deve haver um equilíbrio entre o que se pretende gastar e as tarefas que, à partida, se pretende realizar no sistema informático:  P.e. se o sistema será para processar texto, criar folhas de cálculo, aceder à Internet para consulta de informação e pouco mais, talvez seja mais útil investir em memória RAM e disco rígido em vez de investir num processador topo de gama.  P.e. se o sistema se destina a executar jogos sofisticados ou caso se preveja utilizar software mais exigente (p.e. ferramentas de desenho assistido por computador), então um bom processador combinado com uma boa placa gráfica e memória RAM compatível serão a melhor opção. – Em termos de desempenho de um sistema informático, não tem grande valia ter um processador topo de gama se a memória RAM não permitir guardar as instruções suficientes para o CPU processar, assim como também não tem interesse em ter muita memória RAM se o processador for lento. Isto porque ele não terá capacidade de resposta, originando bloqueios no processamento.
  92. 92. DECISÕES: O que adquirir/remodelar?  Assim: – Primeiro que tudo deveremos fazer uma lista das funções para as quais pretendemos o sistema informático – Segundo, fazer a lista de quais as características mínimas do hardware para os programas que serão utilizados. – Terceiro, seleccionar o hardware mais adequado:  Motherboard  Processador  Memória RAM  Disco Rígido – capacidade e velocidade  Placa Gráfica  Placa de Som
  93. 93. ITICIntrodução às Tecnologias de Informação e Comunicação AULA 3 Conceitos Introdutórios –Noções básicas de funcionamento de um computador
  94. 94. ITICIntrodução às Tecnologias de Informação e Comunicação Aulas 7 e 8 Demonstrações
  95. 95. Demonstrações  Abrir algumas aplicações: – WORD – EXCEL – Powerpoint – ... Exemplificando o que se pode fazer em cada uma delas.
  96. 96. ITICIntrodução às Tecnologias de Informação e Comunicação Aulas 9 a 17 MS-Windows
  97. 97. Ambiente Gráfico  Elementos básicos da interface de utilizador: – O ambiente de trabalho – A barra de tarefas – As janelas – As pastas – Os ícones – Os atalhos  Menus  Caixas de Diálogo
  98. 98. Ambiente Gráfico  As operações básicas do sistema operativo de interface gráfico: – Obtenção de ajuda; – Activação de programas e ficheiros em ambiente gráfico; – Criação de atalhos; – Criação de pastas; – Recuperação a partir do Ambiente de Reciclagem; – Encerramento do ambiente gráfico
  99. 99. O Explorador do Windows  Introdução;  Modos de visualização;  Comandos sobre pastas e atalhos;  Comandos sobre ficheiros;  Comandos sobre discos;  Pesquisa de ficheiros e pastas.
  100. 100. Os Acessórios  O bloco de notas (Notepad);  O programa de desenho (Paint);  O Processador de texto Wordpad;  A Calculadora (Calculator).
  101. 101. ITICIntrodução às Tecnologias de Informação e Comunicação Aulas 18 a 39 MS-Word
  102. 102. Introdução Processamento de Texto  Iniciação do Processamento de Texto  Modos de visualização  Navegação na barra de menus e nas barras de ferramentas
  103. 103. Comandos  Criação e guarda de documentos          – Criação de um novo documento – Abertura de um documento – Guarda de um documento – Pré-visualização – Impressão – Encerramento do documento  Edição e formatação de documentos – Inserções várias num documento  Inserção de texto automático e símbolos  Inserção de números de página, data e hora  Inserção de cabeçalhos e notas de rodapé  Inserção de imagens de ficheiro  Inserção de imagens do Clipart  Inserção de caixas de texto  Inserção de WordArt
  104. 104. Comandos  Edição e formatação de documentos – Localização e substituição de informação num documento; – Formatação de um documento:  Alinhamento do texto  Espaçamento entre linhas  Formatação de letras  Formatação de parágrafos  Limites e Sombreado – Manipulação de Ferramentas de Desenho:  Linhas, Estilo de Linha e Estilo de Tracejado  Setas e Estilo de Seta  Cor de preenchimento  Cor de texto – Ortografia e gramática – Operações com tabelas

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