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Interoperabilidade entre fontes_informacao-1

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Ppt apresentado para público interno da BIREME para validação de metadados DC. Mais explicações no Wiki http://wiki.bireme.org/pt/index.php/Interoperabilidade_entre_LILACS_e_FI

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Interoperabilidade entre fontes_informacao-1

  1. 1. Interoperabilidade entre Fontes de Informação Sueli Mitiko Yano Suga Unidade LILACS/FIR BIREME/OPS/OMS
  2. 2. Fontes de Informação <ul><li>Uma fonte de informação é qualquer recurso que responda a uma necessidade de informação dos usuários . (Guia da BVS 2011) </li></ul><ul><ul><li>Bases de dados: temáticas regionais, especializadas, nacionais, de evidências, de texto completo); de documentos eletrônicos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Repositórios; </li></ul></ul><ul><ul><li>Diretórios: Diretórios da Rede BVS, Diretório de Eventos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Notícias; </li></ul></ul><ul><ul><li>Comunidades virtuais, entre outros. </li></ul></ul>
  3. 3. Interoperabilidade <ul><li>...a integração e comunicação entre as fontes e fluxos de informação, tanto entre suas instâncias como entre estas e outras redes associadas. </li></ul>Ex.Registros bibliográficos, Registro de eventos, etc Ex.Bases de dados ISIS Ex.Interface web de pesquisa iAHx =>Formato de intercâmbio OAI/PMH
  4. 4. Níveis de interoperabilidade (Fusco, 2010) Exemplos Definição Nível Fluxos de informação: formação de redes, cooperação entre redes e dados. interoperabilidade política, quando organizações se reúnem com o intuito de alcançar a interoperabilidade, implementando padrões e tecnologias que cooperem com este objetivo. Organizacional Normas e vocabulários: AACR, RDA, DeCS interoperabilidade semântica, na qual a representação e organização do conhecimento são áreas chave a serem estudadas Conteúdo Protocolos e formatos de intercâmbio: MARC, Dublin Core, OAI/PMH, LILACS proporciona a interoperabilidade tecnológica Técnico
  5. 5. Interoperabilidade da FI LILACS Ramalho,(2010?) Rede de usuários e cooperantes Manuais e guias de descrição, indexação, política de seleção, uso de software, etc => campos de dados LILACS LILDBI-Web, DSpace, ABCD Outras linguagens. Ex. CouchDB Ex. Wxis Modules
  6. 6. Demandas de atualização e extensão da Metodologia LILACS Atualização quanto a mudanças de cenários Acesso aberto Novos tipos e suportes de informação Web 2.0 Atualização quanto a normas e procedimentos RDA FRBR Novos softwares e plataformas DSpace Novas fontes de Informação Repositórios institucionais FI LILACS
  7. 7. Campos mínimos LILACS convertidos para Dublin Core Qualified Dúvida 1: TYPE: vários campos são destinados a esse elemento. [5, 6, 9, 110 e 113] Dúvida 2: CREATOR ou CONTRIBUTOR:. [10 e 11] Dúvida 3: Campos [14 e 20] podem ser eliminadas, pois são essenciais e quando o registro possui URL não é necessário seu preenchimento, porém, usado como base referencial, é ncessário manter os campos para Dublin Core format.extent   extent Format E [20] páginas (monografico) format.extent   extent Format E [14] - páginas (nível analítico) format.extent   extent Format E [38] - Descrição Física     CorporateName Creator O [11] - Autor Institucional (nível analítico)     Affiliation Creator ^1^2^3 [10] - Autor Pessoal (nível analítico) contributor.author   PersonalName Creator O com ^1^2^3] [10] - Autor Pessoal (nível analítico) type     Type E [113] - Tipo de Periódico type     Type E [110] - Forma do Item type     Type E [09] - Tipo de Registro identifier.uri   URL Identifier O [08] - Endereço Eletrônico type     Type O [06] - Nível de Tratamento type     Type O [05] - Tipo de Literatura     pmid Identifier O [02] - Número de Identificação       Source O [01] - Código do Centro Dspace Enc. Elem. Refin. DC Tipo campos mínimos para S as
  8. 8. Campos mínimos LILACS convertidos para Dublin Core Qualified Definição: referência bibliográfica irá para IDENTIFIER.citation. Dúvida 4: No OAI de SEARO, os dados carregados vem até o nível de elemento. Assim sendo, todos os qualifiers são ignorados e depende de análise humana a Definição de quais campos receberão os dados. [30,31 e 32] Dúvida 5: Campos de Eventos [53,54 e 57] são essenciais, porém quando existirem dados serão direcionados para elemento TYPE.event. Dúvida: usando os qualificadores, como separar dados como Nome, Data e País? Dúvida 6: Campos de Indexação [71, 76, 87 e 88] usam o mesmo elemento SUBJECT.descriptor. Ocorrerá o mesmo problema qdo ocorrer harvesting de dados por OAI? Será necessário escolher qual elemento coletar? date.accessioned   created date O [91] - Data da Criação do Registro subject.other decs descriptor   E [88] - Descritor Secundário subject.other decs descriptor Subject O [87] - Descritor Primário subject.other decs descriptor Subject E [76] - Descritor Pré-codificado subject.other   keyword Subject E [85] - Palavra-chave do autor description.abstract   abstract Description E [83] - Resumo subject.other decs descriptor Subject E [71] - Tipo de Publicação date.issued   issued date O [64] - Data de Publicação     Event type E [57] - Evento - País     Event type E [54] - Evento - Data     Event type E [53] - Evento - Nome language.iso iso   Language O [40] - Idioma identifier.doi doi   Identifier E [724] - DOI identifier.issn issn   Identifier O [35] - ISSN identifier.citation   citation Identifier O [32] - Número do Fascículo (nível série) identifier.citation   citation Identifier O [31] - Volume (nível série) identifier.citation   citation Identifier O [30] - Título (nível série) title     Title O [12] - Título (nível analítico) Dspace Enc. Elem. Refin. DC Tipo campos mínimos para S as
  9. 9. Referências <ul><li>Packer, Abel Laerte. A biblioteca de cada um. Seminário Internacional de Bibliotecas Digitais Brasil, São Paulo, 18-20 set. 2007. Disponível em: http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=1&ved=0CBsQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.bibliotecadigital.unicamp.br%2Fdocument%2F%3Fdown%3D23443&ei=xZrjTYXwOMuRgQfVusCZBg&usg=AFQjCNFQoOO6GXbO9avYn8kb8W-nRUPFHQ </li></ul><ul><li>Fusco, Elvis. Modelos conceituais de dados como parte do processo de catalogação: perspectiva do uso dos FRBR no desenvolvimento de catálogos bibliográficos digitais. Tese de Doutorado. Marília: Unesp, 2010. Disponível em: http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/fusco_e_do_mar.pdf </li></ul><ul><li>Ramalho, Luciano. NoSQL na BIREME/OPAS/OMS: 20 anos de experiência. Disponível em: http://www.slideshare.net/ramalho/nosql-na-bireme-20-anos-de-experincia </li></ul>

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