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Das empresas pesquisadas:                                             77%                                             Têm ...
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PROMOVER ENVOLVIMENTO GLOBAL DAS PARTESCRIAR INCENTIVOS À REMOÇÃO DE OBSTÁCULOS PARA OS                                   ...
A INTRODUÇÃO DE BARREIRAS ÀS IMPORTAÇÕES DE        ESTE CENÁRIO FRAGILIZA A RELAÇÃO COMERCIAL ENTREPRODUTOS INTENSIVOS NO ...
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Além da RIO+20: Oportunidades e desafios para melhorar a governança e para promover a economia verde

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Além da RIO+20: Oportunidades e desafios para melhorar a governança e para promover a economia verde

  1. 1. O COMPROMISSO VOLUNTÁRIO Economia verde Tecnologias limpas Eficiência energética Serviços ambientais Emprego e renda Baixo carbono Logística reversa Responsabilidade socialArlinda CoelhoGerente de Desenvolvimento Sustentável - FIEB www.oeco.com.br 1
  2. 2. OPORTUNIDADES Assumir liderança na mobilização do setor produtivo assegurando a representatividade no evento Demonstrar os avanços alcançados pela indústria brasileira na área de sustentabilidade econômica/ambiental/social 2
  3. 3. Contribuições ao Zero Draft da ConferênciaParticipação na construção do Acordo para o Desenvolvimento Sustentável, no âmbito do CDESDiálogos com o Governo Federal (MMA/MRE/MF/MDIC)Encontro da Indústria para Sustentabilidade - 14/06 (Hotel Sofitel-RJ)Elaboração do Documento da Indústria Nacional para a Rio + 20 e Coordenação de 16 Fascículos em parceria com asAssociações Setoriais 3
  4. 4. Documento Nacional (CNI): relação da indústria nacional com asustentabilidade, posicionamentos, tendências e governança internacional;Documentos Sesi, Senai e IEL: ações desenvolvidas pelo Sistema Indústria no caminho daSustentabilidade16 Documentos Setoriais: tendências, oportunidades e desafios setoriais na agenda daSustentabilidade, nos seguintes segmentos: ABAL – Alumínio BRACELPA - Papel e Celulose ABCP - Cimento Portland CBIC - Construção Civil ABIA - Indústria Alimentícia FMASE - Energia ABIMAQ – Máquinas e Equipamento FNABF - Floresta Nativa ABINEE - Eletroeletrônico Fórum Nacional Sucroenergético ABIQUIM - Indústria Química IABr - Siderurgia ABIT - Indústria Têxtil IBRAM – Mineração ANFAVEA - Automobilístico IBP - Petróleo e Gás 4
  5. 5. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE MÁQUINA E EQUIPAMENTOS – ABIMAQ Reúne 1500 empresas associadas de 27 setores industriais, os quais fazem parte de um universo de 4.500 indústrias de bens de capital mecânico instaladas no país, representando 33% do setor. A ABIMAQ está fomentando diversas ações a caminho da sustentabilidade: • Realização do inventário de Resíduos Sólidos com base na Política Nacional; • Ações ligadas a sustentabilidade como eficiência energética e pegadas hídricas; • A realização do inventário de GEE, descarbonização da indústria de máquinas e Faturamento do 0% Series1, equipamentos. setor : 2,7%Composição do PIB Nacional 5
  6. 6. INSTITUTO BRASILEIRO DE MINERAÇÃO-IBRAM A indústria minerária elaborou o inventário de emissões de GEE do setor mineral, servindo de base para o “Plano Setorial de Mitigação e Adaptação às Mudanças do Clima na Mineração”, em atendimento Lei nº 12.187/2009. O IBRAM também identificou as principais tendências para o setor a caminho para a sustentabilidade: • Implementar práticas comerciais éticas e sistemas íntegros de governança no processo de tomada de decisões, planejamento do uso do território;Faturamento do0% Series1, setor : 4% • Promover o gerenciamento de resíduos sólidos adequadamente; • Contribuir para o desenvolvimento socioambiental das comunidades do entorno e estabelecer acordos efetivos e transparentes com as partes interessadas. Composição do PIB Nacional 6
  7. 7. O INSTITUTO BRASILEIRO DE PETRÓLEO E GÁS – IBP O setor gera cerca de 400 mil empregos diretos e mais de 70 empresas concessionárias desenvolvem atividades exploratórias nas bacias sedimentares brasileiras. Práticas relevantes: • Implantação do CTPetro, um fundo de fomento à pesquisa reforçado pelo apoio financeiro advindo dos royalties; • Criação de 10 Centros de Defesa Ambiental - CDA’s em pontos estratégicos de operação; Faturamento do Series1, 0% setor : 12% • Certificação das operadoras nas normas ISO 14001 e OSHAS 18001; • Adoção do modelo de Relatório de Sustentabilidade proposto pelo GRI; • Integração dos biocombustíveis no mercado energético.Composição do PIB Nacional 7
  8. 8. SETOR SUCROENERGÉTICO O Brasil é destaque mundial no uso energias renováveis, que representam mais de 45% da matriz energética. Os produtos de cana-de–açúcar, são responsáveis por 17,8% de toda oferta primária de energia no País, ultrapassando a energia fornecida pelas usinas hidroelétricas. A cana-de-açúcar tem sido um dos principais motores do desenvolvimento descentralizado no interior do País, e permitiu uma redução anual de emissões de GEE de 46 milhões de toneladas de CO2 equivalente. A redução adicional de emissões projetada até 2020, responderá por 30% a 40% das metas brasileiras para a área de energia pela Política Nacional sobre a Mudança do Clima.Faturamento dosetor: 1,6% Várias iniciativas de sustentabilidade, auto regulação, certificação voluntárias, divulgação e transparência foram criadas para transmitir à sociedade os avanços realizados. Composição do PIB Nacional 8
  9. 9. CADEIA PRODUTIVA DE FLORESTAS NATIVAS Em 2010, o Brasil possuía 520 milhões de hectares de florestas naturais (13% do total mundial), sendo o segundo país com maior área florestada a nível mundial. A indústria do manejo sustentável de florestas naturais no Brasil, produz cerca de 26 milhões de m³ de toras para a serraria e laminação de folhosas, representando 11% do mercado mundial, sendo o segundo produtor mundial.Faturamento do 0% Series1, A Amazônia Legal abriga o maior número de indústrias da cadeia produtiva dosetor : 3,5% manejo sustentável de florestas naturais com 71 pólos de produção que abrigam 2,2 mil indústrias. Em 2009, o faturamento das mesmas foi de R$5 bilhões, gerando mais de 200 mil empregos diretos e indiretos. Composição do PIB Nacional 9
  10. 10. O FÓRUM DE MEIO AMBIENTE DO SETOR ELÉTRICO – FMASE, reconhecidocomo principal interlocutor do setor elétrico na proposição de soluçõesconjuntas em prol do desenvolvimento sustentável tem como missão:• Promover segurança energética;• Prover competitividade, sustentabilidade e universalização do acesso àenergia em suporte aos programas públicos brasileiros de inclusão social ecombate a pobreza;• Promoção da nova economia, uma vez que a energia elétrica é insumofundamental para o estímulo para a produção e para a inclusão social ecombate a pobreza;• Reforçar a posição do setor elétrico brasileiro como benchmark mundial;• Gestão socioambiental dos empreendimentos do setor;• A matriz elétrica brasileira é 7,5 vezes mais limpa que a mundial e o desafio émantê-la neste patamar. 10
  11. 11. CÂMARA BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO – CBIC O setor da construção vem gerando números recordes de emprego formal e movimenta segmentos que vão desde a extração de matérias primas, até o pós- obra. A CBIC contribui para a formulação de políticas públicas que visam o crescimento sustentável, priorizando algumas áreas estratégicas: • Programa Construção Sustentável • Programa Sanear é viver Faturamento do Series1, 0% setor:15,6% • Programa Moradia Digna • Programa Inovação Tecnológica • Programa de Inovação e Sustentabilidade do Ambiente Construído • Responsabilidade SocialComposição do PIB Nacional 11
  12. 12. A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CELULOSE E PAPEL - BRACELPA O Brasil é o quarto produtor mundial de celulose – primeiro em relação à celulose de eucalipto, décimo produtor mundial de papel. Toda a matéria prima utilizada na produção de celulose e papel tem origem em florestas plantadas para fins industriais. As florestas plantadas são fonte de energia de biomassa, substituindo fontes fósseis e criam condições para o uso sustentáveis da terra e seus recursos hídricos.Faturamento do 2,2 milhões de hectares de florestas plantadas para fins industriais Series1, 0%setor : 3% 2,9 milhões de hectares de florestas nativas preservadas 2,7 milhões de hectares de área florestal certificada São 115 mil empregos diretos e 575 mil empregos indiretosComposição do PIB Nacional 12
  13. 13. ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS FABRICANTES DE VEÍCULOS AUTOMOTORES – ANFAVEA Em 2010, o mercado automotivo brasileiro se posicionou como o 4º maior mercado e o 6º maior produtor automotivo mundial. No país estão instalados 20 fabricantes de veículos e 7 produtores de máquinas agrícolas. Gera empregos (diretos/indiretos) para 1,5 milhão de pessoas. Princípios de sustentabilidade do setor:Faturamento do • Performance dos motores e veículossetor : 5,2% • Redução de emissões atmosféricas • Energia alternativa • Redução de ruídos • Materiais verdes • Nanotecnologia e eletrônica embarcadaComposição do PIB Nacional 13
  14. 14. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA QUÍMICA – ABQUIM O setor abrange cerca de 4 mil empresas de grande, médio e pequeno porte. A indústria brasileira é a 7ª do mundo. Emprega cerca de 400 mil trabalhadores próprios. Práticas adotadas: • Consumo de combustíveis está estável há dez anos, traduzindo enorme esforço de economia de energia; • Cresce o uso de matérias-primas derivadas de biomassa, que poderá atingir 10% em 2020 da oferta de produtos petroquímicos; • Consumo de água foi mantido constante 300 milhões de m³/ano nos últimos 10Faturamento do0% anos; Series1,setor:2,5% • O crescimento de emissões foi inferior ao crescimento da produção na última década; • O volume de efluentes associados à ABQUIM mostra redução de 60% em sua intensidade; • Aspectos de qualificação de mão de obra, segurança e saúde estão sendoComposição do PIB Nacional considerados desde antes da ECO 92 com o lançamento do Atuação Responsável. 14
  15. 15. INSTITUTO AÇO BRASIL – IABR O Brasil ocupa a 9ª posição no ranking mundial de produção de ton de aço bruto. O Parque Produtor de Aço abrange 29 usinas administradas por 11 grupos. Práticas sustentáveis adotadas: • Transformação de resíduos em coprodutos (19,2 milhões de toneladas) • Eficiência energética (42%) Faturamento do • Reaproveitamento de água doce (96%) Series1, 0% setor:7% • Agregados de alto forno e aciaria são utilizados na fabricação de cimentos, pavimentação de vias, lastro ferroviário e outras aplicaçõesComposição do PIB Nacional 15
  16. 16. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE INDÚSTRIAS TÊXTEIS – ABIT 5ª maior indústria têxtil do mundo; 4ª em confecção; 2º maior produtor de denim e 3º na produção de algodão, e conta com grandes investimentos na produção de fibras químicas. Práticas adotadas: • Conscientização dos produtores de algodão sobre as vantagens de adotar, no campo, práticas de cultivo socialmente corretas, respeitando a legislação ambiental; • Novas práticas para estamparia digital têxtil com pigmentos de alto rendimento tintorial, sem vaporização e processos de lavagem, neutralização eFaturamento do tratamento de efluentes;setor:5% • Projetos de coleta e reciclagem das sobras de confecção, envolvendo diretamente milhares de pessoas de cooperativas e associações comunitárias; • Certificação e auto-regulamentação do setor para obtenção do selo QUAL. Composição do PIB Nacional http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas10/120120101.htm 16
  17. 17. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA ELÉTRICA E ELETRÔNICA – ABINEEABINEE reúne 600 empresas associadas, entre as quais estão os principais playersmundiais do setor.Produtos e serviços do setor são hoje utilizados em:• Edifícios inteligentes, que demandam menos energia e consumo de água;• Sistemas de automação predial;• Geladeiras mais econômicas, que consomem cada vez menos energia;• Computadores e sistema de TI utilizados em todas as artérias da economia verde;Para o setor, a Logística Reversa é um compromisso de sustentabilidade. 17
  18. 18. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA – ABIA A indústria da alimentação é fundamental para o desenvolvimento do País, que em 2011, empregou 1,62 milhões de trabalhadores. • 95% da matriz energética do setor é renovável; • 43% dos projetos de crédito de carbono do Brasil registrados pela ONU em 2011 envolvem a indústria da alimentação; • 75% da energia consumida pelo setor vem do bagaço da cana-de-açúcar; • 34,8 milhões de toneladas de dióxido de carbono deixarão de ser emitidos até 2020; Series1, 0Faturamento do %setor: 9% • 40% dos resíduos das empresas mantenedoras do compromisso Empresarial pela Reciclagem (CEMPRE) são do setor de alimentos; • 230 mil toneladas de gordura trans foram retiradas dos alimentos processados em 2009. Composição do PIB Nacional 18
  19. 19. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND – ABCP Parque produtor constituído de 79 unidades (51 fábricas e 28 unidades de moagem). Ocupa a 7ª posição entre os maiores produtores mundiais. Número de empregos gerados de 23.000 diretos e 69.000 indiretos. Práticas adotadas: • Tecnologia de produção por via seca, reduz o uso de combustíveis em até 50%. Os fornos via seca são responsáveis por 99% da produção; • A produção de cimentos com adições ao clínquer de escóriasFaturamento do siderúrgicas, cinzas volantes, reduz emissões de CO² e uso das matériassetor: 0,47% primas não renováveis; • Os fornos de cimento passaram ser uma alternativa ambientalmente adequada para a destinação dos resíduos sólidos industriais e urbanos pela técnica de coprocessamento. Composição do PIB Nacional 19
  20. 20. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ALUMÍNIO – ABAL O Brasil é o 4º mundial de bauxita, 3º de alumínio e 7º de alumínio primário. O setor foi responsável, em 2010, por 384 mil postos de trabalho direto e indiretos, incluindo a ocupação de pessoas na coleta e reciclagem de alumínio. Práticas adotadas: • Uso de tecnologia limpa: Produção a partir da hidroeletricidade com elevados índices de reciclagem ( pegada de carbono menor); • 85% das áreas mineradas de bauxita no Brasil já foram reabilitadas eFaturamento do 0% Series1, devolvidas com vegetação nativa;setor:0,7% • Índice de reciclagem superior a 36%, enquanto que a média mundial é de 28%; Em 2010, o Brasil atingiu o índice de 97,6%de embalagens recicladas, mantendo-se na liderança mundial, há 10 anos. Composição do PIB Nacional 20
  21. 21. Uso de MP Redução de oriunda de GEEs florestas Substituição associados plantadas Extração de subst. a produtos/ nas cadeias Tóxicas processos produtivas sustentável Redução/ de recursos reuso e Racionalização naturais reciclagem Racionalização no uso de resíduos no uso da água energiaDiversificaçãodas fontes deenergiarenovável 21
  22. 22. Das empresas pesquisadas: 77% Têm sustentabilidade formalizada em seu planejamento estratégico 51% Têm metas socioambientais estabelecidas 47% Adotam políticas e diretrizes de sustentabilidade 43% Elaboram relatórios de sustentabilidade 42% Gerenciam impactos ambientais 27%Fonte: Revista Brasil Sustentável, Ed. 35. Atrelam a remuneração às metas2012 – Conselho Empresarial Brasileiro socioambientaispara o Desenvolvimento Sustentável 22
  23. 23. ADOTAR CONCEITOS QUE APERFEIÇOAR O MODELO DE AVANÇAR NA DEFINIÇÃO DE TENHAM POTENCIAL GOVERNANÇA GLOBAL CONTEMPLANDO NOVAS MÉTRICAS E INDICADORESMOBILIZADOR E QUE FORNEÇAM MECANISMOS DE FINANCIAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO O EQUILÍBRIO NO TRIPÉ DA TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA P/ SUSTENTÁVEL SUSTENTABILIDADE PAISES EM DESENVOLVIMENTO DOTAR O CONCEITO ECONOMIA VERDE DE PRIORIZAR O MANEJO SUSTENTÁVEL E A PRÁTICA CONTEÚDO OPERACIONAL DE ECOEFICIÊNCIA 23
  24. 24. PROMOVER ENVOLVIMENTO GLOBAL DAS PARTESCRIAR INCENTIVOS À REMOÇÃO DE OBSTÁCULOS PARA OS INTERESSADAS COM RESPONSABILIDADES NOVOS PADRÕES DE PRODUÇÃO E CONSUMO COMUNS, PORÉM DIFERENCIADAS BAIXO GRAU DE COORDENAÇÃO E SINERGIA RESULTA ESFORÇOS DE FINANCIAMENTO E TRANSFERÊNCIA DE EM INADEQUAÇÃO DA OFERTA DE FINANCIAMENTOS TECNOLOGIA DEVEM TER NOS PAÍSES DESENVOLVIDOS COM AS NECESSIDADES E PRIORIDADES DOS PAÍSES SEUS PRINCIPAIS DOADORES EMERGENTES E EM DESENVOLVIMENTO 24
  25. 25. A INTRODUÇÃO DE BARREIRAS ÀS IMPORTAÇÕES DE ESTE CENÁRIO FRAGILIZA A RELAÇÃO COMERCIAL ENTREPRODUTOS INTENSIVOS NO USO DE ENERGIA, ÁGUA E OS PAÍSES DESENVOLVIDOS E EM DESENVOLVIMENTO, SEMEMISSÕES DE GEEs VEM SENDO DISCUTIDA EM PAÍSES BENEFÍCIO PALPÁVEL NOS ENFRENTAMENTOS DOS DESENVOLVIDOS DESAFIOS AMBIENTAIS E ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS A INDÚSTRIA BRASILEIRA ENTENDE QUE A CRIAÇÃO DEO PRINCIPAL DESAFIO NA ESFERA GLOBAL É A CRIAÇÃO METAS E DE PADRÕES DE COMPARABILIDADE É DE NOVAS MÉTRICAS QUE RESPONDAM ÀS PREPONDERANTE, CONSIDERANDO AS ESPECIFICIDADESESPECIFICIDADES DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REGIONAIS E SETORIAS 25
  26. 26. BRASIL - PAÍS MEGADIVERSO E COM INÚMEROS ATRIBUTOS NATURAIS OCUPA UMA POSICÃO PRIVILEGIADA DIANTE DO MODELO DE DESENVOLVIMENTO ECONOMICAMENTE VIÁVEL, AMBIENTALMENTE SUSTENTÁVEL E COM INCLUSÃO SOCIAL USO RESPONSÁVEL DOS ATIVOS QUE O PAÍS DETÉM ARTICULADO AO ENGAJAMENTO DAS EMPRESAS NO PROCESSO DE PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL CONSOLIDA O POTENCIAL NA GERAÇÃO DE BENEFÍCIOS ECONÔMICOS, SOCIAIS E AMBIENTAIS AS OPORTUNIDADES VISLUMBRADAS PELA INDÚSTRIA BRASILEIRA PERMEAM OS DIVERSOS SEGMENTOS DA AGENDA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVELportaconordeste.com.br 26
  27. 27. DISSEMINAÇÃO DE NOVASA CNI OMPROMETE-SE A FORTALECER O PAPEL DE TECNOLOGIAS, PRLIDERANÇA PARA MOBILIZAR E ENGAJAR A INDÚSTRIA OCESSOS E MELHORESBRASILEIRA NA TRANSFORMAÇÃO DE PADRÕES DE PRÁTICASPRODUÇÃO E CONSUMO PARA MODELOS SUSTENTÁVEIS IDENTIFICAÇÃO DE METAS E A CONSTRUÇÃO DE INDICADORES COMPROMISSOS INVESTIMENTOS NA EDUCAÇÃO E NA CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL ARTICULAÇÃO COM ATORES DOMÉSTICOS E INTERNACIONAIS 27
  28. 28. A ELIMINAÇÃO DAS DISTORÇÕES DO SISTEMA TRIBUTÁRIO BRASILEIRO O APERFEIÇOAMENTO DOS MODERNIZAÇÃO DA INSTRUMENTOS DA POLÍTICA DE P&D LEGISLAÇÃO DO TRABALHO PARA A SUSTENTABILIDADE kboing.com.br A REDUÇÃO DOS CUSTOS E AA MELHORIA DOS SERVIÇOS DE MELHORIA NAS CONDIÇÕES DEINFRAESTRTUTURA ACESSO AO CRÉDITO DE LONGO PRAZO imotion.com.br AUMENTO EM INVESTIMENTOS EM A ESTABILIDADE, ADEQUAÇÃO E BOA EDUCAÇÃO E EM QUALIFICAÇÃO ADMINISTRAÇÃO DOS MARCOS DOS TRABALHADORES REGULATÓRIOS NA ÁREA AMBIENTAL 28
  29. 29. LANÇAMENTO DO DOCUMENTO “VISÃO 2050 BRASILEIRA” CONDUZIDO PELO CEBDS COM MAIS DE 70 PARTICIPANTES. EVENTO "CORPORATE SUSTAINABILITY FORUM” DO PACTO GLOBAL COM PARTICIPAÇÃO DE 2700 PESSOAS LANÇOU 200 COMPROMISSOS VOLUNTÁRIOS. O “FRIENDS OF RIO + 20” COM PARTICIPAÇÃO DE 26 CEO´S GLOBAIS (04 BRASILEIROS) EXPLICITARAM A IMPORTÂNCIA DAS COALIZÕES PARA SUPERAR AS BARREIRAS DO AVANÇO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. BUSINESS DAY COM MAIS DE 800 LÍDERES, TEVE NA ABERTURA DO EVENTO A PARTICIPAÇÃO DE 03 REP. DE EMPRESAS BRASILEIRAS DENTRE OS CINCO CONVIDADOS. NA CÚPULA DE 2010, EM CONPENHAGUE, 20 COMPROMISSOS FORAM ASSINADOS. NA RIO+20, FORAM REGISTRADOS 692 COMPROMISSOS E US$ 513 BILHÕES SERÃO DESTINADOS A PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.08 BANCOS VÃO ESTIMULAR O TRANSPORTE SUSTENTÁVEL E 16 BANCOS VÃO INCENTIVAR PROJETOS DE BAIXA EMISÃO DE CARBONO, COM INVESTIMENTO DE US$165 MILHÕES PARA PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO.. REAFIRMADO COMPROMISSO DOS PAÍSES RICOS APLICAR 0,7% DE SEU PIB EM ASSISTÊNCIA OFICIAL PARA DESENVOLVIMENTO EM REGIÕES POBRES DO MUNDO. PIB NÃO DEVE SER MEDIDA DE PROGRESSO DAS NAÇÕES É PRECISO NOVO ÍNDICE, QUE LEVE EM CONTA TAMBÉM ASPECTOS SOCIAIS E AMBIENTAIS 29
  30. 30. COMPROMISSO SOCIOAMBIENTAL - Não existe desenvolvimento sustentável sem um esforço para aerradicação da pobreza e a proteção ambiental. Esta talvez seja a afirmação mais importante do documento"O Futuro que Queremos". Introduz um novo aspecto, a preocupação com a miséria, numa discussão queanteriormente tinha uma dimensão mais econômica.NOVOS PADRÕES DE PRODUÇÃO E CONSUMO - O compromisso é repetido diferentes vezes ao longo dodocumento. A idéia é que os países se comprometam a investir em direção ao desenvolvimentosustentável, estabelecendo melhores padrões até 2020.OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - Em 2015, acaba o prazo fixado pelas "Metas do Milênio"propostas pela ONU para promover desenvolvimento ao redor do mundo. Na Rio+20, os países concordaramem adotar, a partir de então, novas metas globais para governos progredirem em indicadoressociais, ambientais e econômicos; serão os ODS.PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE - Seja dentro da própria conferência oficial, seja na Cúpula dos Povos, houveampla participação da sociedade civil nas discussões sobre "O Futuro que Queremos". A série de Diálogos foiconsiderada pela presidente Dilma Rousseff uma iniciativa inovadora, ainda que as propostas que saíram dosencontros fossem muito vagas.FINANCIAMENTO - A FINEP vai aplicar 2 Bilhões em projetos focados na preservação dos recursos naturaiscujos temas serão; biomassa e energias renováveis; veículos elétricos; construções e mobilidade urbana;resíduos sólidos ; biodiversidade e Amazônia e Tecnologias sociais. 30
  31. 31. PROBLEMAS DE ESTRUTURA - Delegados reclamaram de diversos problemas estruturais da Rio+20. Para chegarao Riocentro, sede da conferência, perdia-se de 60 a 90 minutos de ônibus. Preços altos assustaram osestrangeiros, que também relataram muitas dificuldades de comunicação com brasileiros por causa da língua.AUSÊNCIA DE LÍDERES - A expectativa de que a Rio+20 não apresentaria resultados fortes acabou por esvaziá-la.Os principais líderes mundiais, incluindo os chefes de Estado e governo dos EUA, China, Rússia e da UniãoEuropéia, não foram ao Rio.DIREITO DAS MULHERES - Assegurada em outras documentos da ONU, a menção aos direitos reprodutivos dasmulheres foi excluída da Rio+20 por pressão do Vaticano. Trata-se de um retrocesso significativo na luta dasmulheres. A presidente Dilma Rousseff foi cobrada por feministas a respeito deste ponto.FINANCIAMENTO - De todos os espinhos da negociação, este foi um dos mais importantes. A criação de umfundo de US$ 30 bilhões, destinado a financiar o desenvolvimento sustentável, foi rejeitado pelos países ricos eficou de fora do documento final.FALTA DE AMBIÇÃO - Há unanimidade quanto a esta crítica, seja de governantes, seja de ONGs. O Brasil, nocomando das negociações, privilegiou o acordo, expurgando do texto os aspectos mais polêmicos, o queresultou numa declaração aquém das expectativas. 31
  32. 32. “PARTICIPARAM DOS FÓRUNS 1500 LÍDERES EMPRESARIAIS DE PEQUENO, MÉDIO E GRANDE PORTE DOS MAIS DIFERENTES SETORES E COM UM OBJETIVO EM COMUM: TRABALHAR COMRESPONSABILIDADE PARA TRAZER BENEFÍCIO PARA A EMPRESA E O MUNDO. A SUSTENTABILIDADE CORPORATIVA CONTRIBUI PARA A SUSTENTABILIDADE GLOBAL” FU CHENGYU, GLOBAL COMPACT DAS NAÇÕES UNIDAS E PRESIDENTE DO SINPEC GROUP“A EDUCAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL TEM QUE SE TORNAR UMA REALIDADE DAESCOLA BÁSICA AO ENSINO SUPERIOR, SENDO NECESSÁRIAS MUDANÇAS CURRICULARES, É PRECISO ENSINAR FINANÇAS COM ÉTICA, FINANÇAS COM MEIO AMBIENTE” ANTONIO FREITAS-FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS “A RIO+20 É DE EXTREMA IMPORTÂNCIA SE SEUS MEMBROS RECONHECESSEM QUE O PIB É UMA MEDIDA ERRADA DE RIQUEZA PORQUE INDUZ A SOCIEDADE A UMA PRODUÇÃO EQUIVOCADA, DEIXANDO DE LADO O BEM ESTAR DE SUAS POPULAÇÕES E OS LIMITES ECOSSISTÊMICO” RICARDO ABRAMOVAY, ECONOMISTA –FEA/USP 32
  33. 33. ROBSON BRAGA DE ANDRADE, PRESIDENTE DA CNIJORGE SOTO – DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVELBRASKEM 33
  34. 34. A RIO + 20 PROPORCIONOU UMA AMPLA REFLEXÃO SOBRE A ESTRATÉGIA BRASILEIRA NA ABORDAGEM DOS SEGUINTES TEMAS: Erradicação da pobreza Economia verde Estrutura institucional para o desenvolvimento sustentávelA AGENDA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL APRESENTA GRANDES DESAFIOS E NUMEROSAS OPORTUNIDADES PARA O BRASIL.POR POSSUIR UMA INDÚSTRIA DIVERSIFICADA E SOFISTICADA, O PAÍS CONTA COM UMA COMBINAÇÃO DE RECURSOS NATURAIS QUE OCOLOCA EM POSIÇÃO PRIVILEGIADA PARA LIDAR COM AS DEMANDAS GERADAS PELA SUSTENTABILIDADE. 34
  35. 35. 35

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