Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Tendências da Indústria Brasileira e o Programa Atuação Responsável

111 views

Published on

Palestra do Fernando Tibau (ABIQUIM) no Painel sobre Tecnologia e Engenharia do VI Simpósio Mineiro de Química.

Published in: Science
  • Be the first to comment

Tendências da Indústria Brasileira e o Programa Atuação Responsável

  1. 1. “Tendências da Indústria Brasileira e o Programa Atuação Responsável®” VI Simpósio Mineiro de Química | 17/06/2016 Brasil: uma vocação natural para a indústria química País rico em petróleo, gás, biodiversidade, minerais e terras raras
  2. 2. Agenda • ABIQUIM • Panorama da Indústria Química • Programas da ABIQUIM • Programa Atuação Responsável ®
  3. 3. Associação Brasileira da Indústria Química - Fundada em 1964 - Organização sem fins lucrativos 126 associadas efetivas (a) e 47 sócias colaboradoras (b) (jan/2016) - Empresas químicas de pequeno, médio e grande portes - Transportadoras e prestadores de serviço ao setor - Conselho da Indústria Química do Mercosul (CIQUIM) - Conselho Internacional das Associações das Indústrias Químicas (ICCA) A missão da ABIQUIM é promover o aumento da competitividade e o desenvolvimento sustentável da indústria química instalada no Brasil. (a) As associadas da Abiquim representam cerca de 80% do total do faturamento dos produtos químicos de uso industrial (b) Transportadoras, operadoras logísticas e outros prestadores de serviços ao setor
  4. 4. Âmbito da Indústria Química - Produtos farmacêuticos - Fertilizantes - Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos - Produtos de limpeza e afins - Defensivos agrícolas - Tintas, esmaltes e vernizes - Fibras artificiais e sintéticas - Outros - Produtos inorgânicos - Produtos orgânicos - Resinas e elastômeros - Produtos e preparados químicos diversos Produtos químicos de uso industrial Produtos químicos de uso final
  5. 5. Produtos químicos de uso industrial Fonte: Abiquim. Distribuição das plantas 976 = Total de fábricas de produtos químicos de uso industrial cadastradas no Guia da Indústria Química Brasileira AL = 6 7 66 14 ES = 7 7 58 4 4 PB = 4 PE = 13 2 53 RJ = 71 RN = 1 69 = 28 SE = 4 558
  6. 6. Fonte: Abiquim Faturamento da Indústria Química (R$ bilhões) 43 50 51 66 80 91 109 140 176 176 180 201 225 201 226 249 280 316 342 368 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 x 8,6 A EVOLUÇÃO DA INDÚSTRIA QUÍMICA EM 20 ANOS NOS LEVA A ALGUMAS REFLEXÕES
  7. 7. Fontes: ACC, Cefic e Abiquim NO CENÁRIO GLOBAL, A INDÚSTRIA QUÍMICA BRASILEIRA GANHOU RELEVÂNCIA, PORÉM CRESCEU MENOS DO QUE OUTROS PAÍSES EMERGENTES +6 % a.a. Faturamento 1995 (US$ bilhões) Faturamento 2014 (US$ bilhões) Total Mundo: US$ 5,2 trilhõesTotal Mundo: US$ 1,6 trilhões 28 31 33 41 49 58 67 70 85 148 279 377 Índia Bélgica Espanha Brasil Coréia China Itália Reino Unido França Alemanha Japão EUA 90 102 103 139 145 147 185 245 291 801 1831 Taiwan Itália Reino Unido Índia França Brasil Coréia Alemanha Japão EUA China 9° 6°
  8. 8. Fonte: IBGE – PIA Empresas Unidade de Investigação: Unidade local industrial (base: 2013). NO BRASIL, A QUÍMICA PERDEU RELEVÂNCIA NA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO Participação na Indústria de Transformação (%) 4.0 4.2 5.1 5.6 5.9 7.2 8.2 12.9 18.1 Produtos de Metal Borracha e material plástico Edições e gravações Metalurgia Produtos de Petróleo Máquinas e equipamentos Veículos Produtos químicos Alimentos e Bebidas 1996 3.4 3.6 3.7 4.9 5.7 9.7 10.3 16.5 20.6 Celulose e papel Produtos de borracha e material plástico Produtos de minerais não-metálicos Máquinas e equipamentos Metalurgia Produtos químicos Veículos Produtos de petróleo Alimentos e Bebidas 2013 2° 4°
  9. 9. Fonte: MDIC/SECEX 1996 2015 x5 -5.4 -26.5 AO MESMO TEMPO, O AVANÇO DAS IMPORTAÇÕES LEVOU A UM DÉFICIT CRESCENTE NA BALANÇA COMERCIAL Déficit na Balança Comercial da Indústria Química (US$ bilhões)
  10. 10. A indústria química brasileira Faturamento líquido da indústria química brasileira por segmento – 2015* Produtos químicos de uso industrial 54.9 Produtos Farmacêuticos 1 13,2 Fertilizantes 12.5 Hig. pessoal, perf. e cosméticos 11.1 Defensivos agrícolas 9.6 Sabões e detergentes 5.2 Tintas, esmaltes e vernizes 3.1 Fibras artificiais e sintéticas 0.9 Outros 1.9 * estimado Fontes: Abiquim e associações dos segmentos específicos. Total US$ 112,4 bilhões* 1 Segundo o SINDUSFARMA, a partir de 2011, houve alteração no critério de apuração das estatísticas referente ao segmento de produtos farmacêuticos, que passaram a ser contabilizadas pela apuração do Pharmacy Purchase Price (PPP), representando o preço de compra das farmácias, com desconto e com impostos, conforme calculado pelo IMS Health. Sendo assim, por esse novo critério, o segmento apresenta um recuo da ordem de 29% em relação ao critério que vinha sendo utilizado anteriormente. No total, da Indústria Química, o recuo em termos de faturamento líquido é de 7%.
  11. 11. Evolução do faturamento líquido 1995 a 2015* R$ bilhões e US$ bilhões 38.0 43.0 49.8 50.8 65.9 79.8 91.3 108.9 140.0 176.4 176.1 179.6 200.9 225.2 201.2 225.9 249.4 279.9 315.5 341.7 367.7 41.4 42.8 46.2 43.8 36.3 43.6 38.8 37.3 45.5 60.3 72.3 82.6 103.5 123.8 101.3 128.5 149.8 143.8 146.7 146.6 112.4 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 1 2012 1 2013 1 2014 1 2015* R$ bilhões US$ bilhões Em reais: 2015/2014 = +7,6%* Em dólares: 2015/2014 = -23,3%* Fontes: Abiquim e associações de segmentos específicos. *estimado A indústria química brasileira 1 Segundo o SINDUSFARMA, a partir de 2011, houve alteração no critério de apuração das estatísticas referente ao segmento de produtos farmacêuticos, que passaram a ser contabilizadas pela apuração do Pharmacy Purchase Price (PPP), representando o preço de compra das farmácias, com desconto e com impostos, conforme calculado pelo IMS Health. Sendo assim, por esse novo critério, o segmento apresenta um recuo da ordem de 29% em relação ao critério que vinha sendo utilizado anteriormente. No total, da Indústria Química, o recuo em termos de faturamento líquido é de 7%.
  12. 12. Fonte: Abiquim. Investimentos realizados e programados 1995 até 2019 – US$ bilhão Inclui US$ 6,5 bi já investidos de projetos que ainda não entraram em operação US$ 5,8 bilhões 0.3 0.8 1.5 0.8 1.8 1.1 1.1 1.2 1.0 1.0 1.0 1.4 2.2 3.5 2.5 2.9 2.6 4.8 2.1 1.8 1.7 1.2 0.6 0.3 0.2 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 Produtos químicos de uso industrial
  13. 13. A IMPORTÂNCIA DA INDÚSTRIA QUÍMICA
  14. 14. O SETOR QUÍMICO
  15. 15. O SETOR QUÍMICO
  16. 16. Fonte: ABIQUIM, ABIPLAST O SETOR DE PRODUTOS QUÍMICOS FIGURA ENTRE OS QUE MAIS POSSUEM EFEITOS PROPULSORES NA ECONOMIA Resinas Termoplásticas, Termofixas, Elastômeros, Tensoativos, Plastificantes, Fertilizantes, Defensivos Agrícolas • PE / PP • PVC • SBR • PS • PET • Acrilatos • Poliamida • Solventes • LAB • Ftalatos Empresas 2 mil • Etoxilados • Alcois- graxos Orgânicos e Inorgânicos Básicos e Intermediários • Olefinas • Aromáticos • Amônia / Uréia • Cloro / Soda • EO / EG • Metanol • Oxo-alcois • Gases Industriais Empresas 800 Petróleo, Gás Natural, Etanol e Biomassa • Nafta • Etano • Propano • Butano Empresas 20 • Álcool Etílico • Sal AGRÍCOLA CONSTRUÇÃO CIVIL AUTOMOTIVO ALIMENTÍCIO ELETRO- DOMÉSTICOS TÊXTEIS FARMA HIGIENE E LIMPEZA EMBALAGENS
  17. 17. Indústria química brasileira é forte e diversificada: temos importante mercado consumidor local e construímos a maior capacidade produtiva da América Latina. Fonte: Consórcio Bain/Gas Energy “Todos os segmentos industriais utilizam a química em maior ou menor proporção; a química é base da sustentabilidade do desenvolvimento industrial.”
  18. 18. Salário Médio Mensal Fonte: CAGED/ RAIS/Ministério do Trabalho. 705 777 853 905 1,002 1,103 1,202 1,309 1,396 1,647 1,662 1,788 1,732 1,964 2,146 2,416 2,509 2,616 0 500 1,000 1,500 2,000 2,500 3,000 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 Indústria de Transformação Produtos Químicos de Uso Industrial (Em R$)
  19. 19. Potencial de matéria-prima no Brasil Brasil pode se tornar o 5º maior produtor de petróleo do mundo na próxima década.. Entre 2013-2014 houve um aumento de 230,000 bpd (11%) na produção. A produção do Pre-sal tem aumentado a participação na produção nacional total. A produção de gas natural triplicará até 2030. A produção atingiu um recorde em janeiro de 2015, alcançando 96,6 milhões de metros cúbicos produzidos.
  20. 20. Potencial de matéria-prima no Brasil O Brasil possui a maior biodiversidade do mundo, favorecendo a produção de produtos químicos a partir de fontes renováveis. Em maio de 2015, tivemos a assinatura do novo Marco Legal da Biodiversidade. Grande reserva de minerais, como quartzo e terras-raras.
  21. 21. Grande Potencial de Mercado 9.7% Participação no mercado mundial Cosméticos 20.5% Participação no mercado mundial Defensivos 8.1% Participação no mercado mundial Químicos para Couro 24.6% Taxa de crescimento (2007- 2012) E&P
  22. 22. O SETOR QUÍMICO – AUMENTO DA COMPETITIVIDADE
  23. 23. Inovação • Brasil investe em torno de 1,3% do PIB em P&D. • O objetivo do Governo Brasileiro é de alcançar 2% do PIB até 2020. • Países desenvolvidos investem, em média, 3% do PIB. • BNDES e FINEP dispontam como as principais fontes de fomento para P,D&I. Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) • 13 centros de pesquisa em diferentes áres tecnológicas. • Mais de US$ 5.8 milhões disponibilizados.
  24. 24. Nova rede de Pesquisa & Inovação Mais de 50 novos laboratórios e 26 novos centros de pesquisa aplicada estão sendo criados pela Confederação Nacional da Indústria brasileira. Biomassa, biossintetica, construção civil, cerâmica, defesa, eletroquímica, soluções integradas em metalmecânica, TI, metalurgia e ligas especiais, tecnologias minerais, nanotecnologia, polímeros, energias reniváveis, sistemas embarcados, etc.
  25. 25. PROGRAMAS DA ABIQUIM
  26. 26. GPS - Global Product Strategy
  27. 27. PROGRAMAS – PACTO GLOBAL (ONU) OBJETIVO Mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção, em suas práticas de negócios, de valores fundamentais e internacionalmente aceitos nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, meio ambiente e combate à corrupção refletidos em 10 princípios. Assinatura do Pacto do Global no 15º Congresso do Atuação Responsável (agosto 2014) Diretoria 2015-2016 Presidência : Caco de Paula/ Grupo Abril Vice-Presidência: • André Oliveira/ Basf • Marcos Rossa/ Grupo Libra • Denise Hills/ Itaú Unibanco • Ulisses Sabara/ Beraca Comitê Brasileiro do Pacto Global
  28. 28. 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e 169 metas que estimularão a ação para os próximos 15 anos em áreas de importância crucial para a humanidade e para o planeta.
  29. 29. Pró-Química – 0800 11 8270
  30. 30. UNEP - United Nations Environment Programme Divisão de Tecnologia, Indústria e Economia Processo de Atendimento a Acidentes Tecnológicos APELL Awareness and Preparedness for Emergencies at Local Level Alerta e Preparação de Comunidades para Emergências Locais ABIQUIM
  31. 31. Processo de cooperação entre :  Autoridades locais,  Líderes da comunidade local,  Dirigentes industriais. Conscientizar e preparar a comunidade para situações de emergência.APELL o Conhecer os sinais de alarme; o Seguir os planos de abandono; o Saber como agir no caso da situação de emergência. o Compartilhar os resultados da análise de risco; o Implementar medidas visando reduzir o risco; o Conectar seus serviços de emergência com os serviços locais; o Ter canais de comunicação com o público durante uma situação de emergência. o Planejar o uso e a ocupação segura do solo; o Prover uma legislação de risco; o Comunicar ao público sobre os riscos; o Coordenar os serviços de emergência; o Adequar os serviços médicos locais para acidentes específicos.
  32. 32. Gerenciamento de Riscos e Comunicação dos mesmos às partes interessadas.
  33. 33. 4.2 cont.
  34. 34. 4.2 cont.
  35. 35. 4.2 cont.
  36. 36. CONGRESSO ATUAÇÃO RESPONSÁVEL 16a EDIÇÃO – OUTUBRO 2016 - Programação Manhã : • Sessão Plenária com apresentações de conferências proferidas por convidados além dos indicadores de desempenho do Atuação Responsável. Tarde : • Salas de discussões sobre temas definidos pelas comissões, constando de sessões de palestras, mesas redondas e apresentação de cases. Manhã: • Salas de discussões sobre temas definidos pelas comissões, constando de sessões de palestras, mesas redondas e apresentação de cases. • Encerramento do Congresso : mesa redonda com o Presidente da Abiquim e os coordenadores das Comissões Tarde : • Mini cursos sobre temas relacionados ao Programa Atuação Responsável® Dia 18 Dia 19 Durante o evento haverá exposição de estandes de fornecedores de produtos e serviços.
  37. 37. Fernando Tibau fernando.tibau@abiquim.org.br Gerente de Inovação e Assuntos Regulatórios
  38. 38. Foco no impacto às pessoas e ao meio ambiente  Global ProductStrategy-GPS  Análise de Ciclo de Vida de Produto - ACV
  39. 39. GPS - Global Product Strategy
  40. 40. A Estratégia Global de Produto (GPS –Global Product Strategy) é uma iniciativa voluntária da Indústria Química coordenada pelo Conselho Internacional de Associações de Indústrias Químicas -ICCA (InternationalCouncilofChemicalAssociations), lançada em 2006 pelo ICCA em Dubai. GPS A estratégia global de produtos (GPS) é uma ferramentaeficaz de Avaliação de Riscos Químicos; •Visa harmonizar as abordagens e a linguagem de gestão de produto em todo o mundo; •Busca reforçar a confiança do público de que os produtos químicos são manuseados com segurança em todas as fases da comercialização até seu uso; •Disponibiliza para o público “Resumos de Segurança” que fornecerão informações fáceis de compreender sobre a caracterização e gestão geral de riscos dos produtos químicos disponibilizados para comercialização.
  41. 41. Conceitos do GPS e guia GPS ICCA– 1 – informações gerais; 2.Toxicologia e ecotoxicologia (conceitos,endpoints,descritores de dose); 3. Classificação de perigos segundo GHS; 4. Geração de dados –Extrapolação rota a rota, read across, estudos in vitroe in vivo; 5.Cenários de exposição; 6.Ferramentas auxiliares para avaliação de risco (ECETOC,por exemplo); 7.Medidas de gerenciamento de risco; 8.Sumário de Segurança do Produto.
  42. 42. AQUARELA® 63 • AQUARELA® - ferramenta para análise qualitativa de riscos de produtos químicos desenvolvida pela comissão de GEPRO e propriedade da Abiquim. • Objetivo - auxiliar as empresas do setor na implementação de práticas de gerenciamento e comunicação dos impactos e riscos inerentes aos produtos químicos, requisitos obrigatórios do Programa Atuação Responsável ® da Abiquim.
  43. 43. AQUARELA® • Acrônimo para: • Análise QUAlitativa de Risco ELementar da Abiquim. • Elementar, nesse contexto, deve ser compreendido como algo de fácil compreensão, claro, básico, essencial. • Tem como base a classificação de perigos segundo os critérios do GHS e a exposição ao produto. • 64
  44. 44. Metodologia 65
  45. 45. A ACV é uma ferramenta de apoio à tomada de decisões que: gera informações para a definição de planejamentos estratégicos e políticas públicas; e avalia impactos e compara desempenhos ambientais de produtos. Análise do Ciclo de Vida do Produto - ACV Ferramenta para avaliar as consequências ambientais e à saúde humana associadas a um produto, serviço, processo ou material ao longo de todo o seu ciclo de vida (do berço ao túmulo), desde a extração e processamento da matéria‐prima até o descarte final, passando pelas fases de transformação e beneficiamento, transporte, distribuição, uso, reuso, manutenção e reciclagem (VIGON et al, 1995). A expressão do berço ao túmulo (‘cradle to grave’) tem caracterizado o significado da ACV. Alguns autores vem adotando ‘cradle to cradle’, do berço ao berço, considerando a possibilidade da reutilização e da reciclagem
  46. 46. A ACV é regida pela série de Normas ISO 14040, compõem-se das fases iterativas de Definição do Objetivo e Escopo, Análise do Inventário, Avaliação de Impactos do Ciclo de Vida e Interpretação, podendo responder questionamentos como: - Qual produto tem menor impacto ambiental? - Quantos kg de CO2 são emitidos para fabricar um produto? - Qual etapa do ciclo de vida tem maior significância para o consumo de água? - Que matriz energética é menos poluente? - Qual material tem menor impacto ambiental? ISO 14040 – Princípios Gerais e Práticas ISO 14041 – Inventários ISO 14042 – Análise dos Impactos ISO 14043 – Interpretações

×