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CEMADEN                     Centro Nacional de Monitoramento e                         Alertas de Desastres Naturais      ...
Alguns eventos extremos inusuais durante 2007-2011-America do Sul                        Seca Rio Solimões                ...
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Distribuição dos desastres no território nacional entre                     os anos de 2007 e 2010                        ...
Distribuição dos Afetados por Deslizamentos                                                  Eventos recorrentes em alguma...
Aumento exponencial dos recursos destinados aosDesastres e reconstrução no período de 2004 a 2010                         ...
Ações necessárias para a minimização dos danos provenientes dos fenômenos de inundações, alagamentos e deslizamentos: Ind...
SISTEMA NACIONAL DE MONITORAMENTO E EMISSÃO DE ALERTAS DE RISCO
Parcerias Institucionais                                       Colaboração Internacional:                                 ...
Brasil – 95 Municípios Monitorados com mapeamento de Área de Risco
Norte
Norte
Nordeste
Sudeste
Sudeste
Sul
CENTRO NACIONAL DE         MONITORAMENTO E   ALERTAS DE DESASTRES NATURAISPrevisão e observação meteorológica de chuvas at...
Macrometa ENCTI:                  Desastres NaturaisPrograma de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais META: Reduçã...
OURO PRETO/MG                     03/01/2012ÁREA ADJACENTE ARODOVIÁRIA
VISTA DA ÁREA ACIDENTADA   Área colapsada              Rodoviária
Vista da área afetadaANTES
Descrição do localO escorregamento ocorreu em talude de corte comdeclividade e amplitudes excessivas.Observa-se pela foto ...
IMAGEM DO DESLIZAMENTO                   DEPOIS
Descrição do acidenteO escorregamento ocorrido mobilizou um grande volume de material desolo com raio de alcance horizonta...
Ausência de pluviometros na região de Ouro PretoPluviômetromais próximo               Falta de cobertura de radar meteorol...
Evolução dos Alertas   Inicio do     alerta 02/01/2012                      02/01/2012                   Atualização 03   ...
Cronologia do alerta
INUNDAÇÃO EM CANTAGALO-RJ                    01/01/2012ÁREAS DE RISCOS DEDESLIZAMENTO       EINUNDAÇÃO/ENXURRADA          ...
VISTA DO RELEVO DE PARTE DA ÁREA URBANA
INUNDAÇÃO EM CANTAGALO/RJ       01/01/2012                   Área mais atingida
INUNDAÇÃOPor volta de 20:00h (8:00 PM)
Inundação de terrenos marginais          Por volta de 20:00h
EVOLUÇÃO DOS ALERTAS EMITIDOS PELO CEMADEN                  Atualização 2    Atualização 3                   01/01/2012   ...
Visão integrada ….                                                                                             O Sistema d...
Implementação do Sistema (2012 - 2015)Operação Plena do Sistema para as Principais Áreas de Risco do País                P...
Agostinho Ogura (Cemaden)
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Palestra magna: os desafios do Centro Nacional de monitoramento e alertas de Desastres Naturais – Cemaden para redução de risco de desastres de deslizamentos no Brasil.

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Agostinho Ogura (Cemaden)

  1. 1. CEMADEN Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento – SEPEDMinistério da Ciência,Tecnologia e Inovação
  2. 2. Alguns eventos extremos inusuais durante 2007-2011-America do Sul Seca Rio Solimões Inundações na Amazonia (2009) Seca Sul Venezuela (2009) (2010) Chuvas em Alagoas (2010) Chuvas/Deslizamentos Região Serrana/Rio(2011)Tempestade Agatha América Central (2010) Alagamentos Colômbia Chuvas Rio de Janeiro (2008) (2010) Onda de Frio Bolívia (2010) Chuvas/Deslizamentos Andes Central Peru (2009) Chuvas/Deslizamentos Ilha Intensas chuvas Grande (2010) S.Brasil/Uruguai (2009) Chuvas São Paulo (2010) Chuvas Vale do Itajaí (2008) Ondas de calor Santos (2010)
  3. 3. Distribuição de desastres naturais no Brasil Desastres naturais no Brasil Principais Desastres Naturais no Brasil 2000-2007 Sul Principais Desastres Naturais no Brasil 2000-2007 14% 8% 14% 3% 11% 8% 3% 11% 6% 6% Nordeste 58% Sudeste 58% Seca Epidemia Temperatura Extrema Inundação Seca Deslizamento Epidemia Vendavais Extrema Temperatura Inundação Deslizamento Vendavais Distribuição das ocorrências Fonte: Vulnerabilidade Ambiental / Rozely Santos, organizadora. – Brasilia: MMA, 2007. de desastres naturais no Brasil (1900 – 2006). Norte (NO), Centro Oeste (CO), Inundações e deslizamentos = 69% das ocorrências Nordeste (NE), Sudeste (SE), Sul (SU)Maior número de fatalidades = deslizamentos de massa em encostas
  4. 4. Distribuição dos desastres no território nacional entre os anos de 2007 e 2010 Inundações e alagamentos tem relação estreita com as ocupações nas cidadesPrincipais desastres que são na maioria emnaturais que áreas ribeirinhasresultaram nosmaiores danosmateriais ehumanos:inundações,alagamentos edeslizamentos Fonte: Defesa Civil (MI). Elaboração: SPI (MP).
  5. 5. Distribuição dos Afetados por Deslizamentos Eventos recorrentes em algumas localidades do Rio de Janeiro 2007 a 2010 -> Aumento do número de afetados por inundações, alagamentos e deslizamentos de 1,5 milhão para 10 milhões. No ano de 2010, o incremento expressivo foi devido aos eventos ocorridos na cidade do Rio de Janeiro.Fonte: Defesa Civil (MI). Elaboração: SPI (MP).
  6. 6. Aumento exponencial dos recursos destinados aosDesastres e reconstrução no período de 2004 a 2010 R$ 3 bilhões R$ 130 milhões Dados: SIGPLAN - Programa 1029 / PPA 2008-2011 (Resposta aos Desastres e Reconstrução). Elaboração: Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos (MP)
  7. 7. Ações necessárias para a minimização dos danos provenientes dos fenômenos de inundações, alagamentos e deslizamentos: Induzir a ocupação ordenada dos espaços urbanos, zelandoprincipalmente pelo tipo de uso que se dará às áreas de risco. Promover intervenções estruturais nas áreas de risco visandoproteção e segurança a essas populações Planejar as bacias hidrográficas de forma integrada Implementar sistema de alertas de risco de desastre
  8. 8. SISTEMA NACIONAL DE MONITORAMENTO E EMISSÃO DE ALERTAS DE RISCO
  9. 9. Parcerias Institucionais Colaboração Internacional: (PSI, Instituições EUA, UE, Japão) MME/CPRM MMA/ANA MCIDADES Centro Nacional de IBGE CEMADEN Gerenciamento de INPE Riscos e Desastres INMET (CENAD/MI) DECEA UNIVERSIDADES INST. ESTADUAISCentros Regionais/Estaduais de Monitoramento e Alertas de Desastres NaturaisNorte: inundações, impacto de ressacas, colapso de safras e incêndios na vegetaçãoCentro-Oeste: inundações, colapsos de safras e incêndios na vegetaçãoNordeste: deslizamentos em encostas, impacto de ressacas, colapso de safras e de abastecimento de água e inundaçõesSudeste: deslizamentos em encostas, inundações, colapso de safras e impacto de ressacasSul: deslizamentos em encostas, inundações, colapso de safras e de abastecimento de água , impactos de vendavais, granizoe ressacas
  10. 10. Brasil – 95 Municípios Monitorados com mapeamento de Área de Risco
  11. 11. Norte
  12. 12. Norte
  13. 13. Nordeste
  14. 14. Sudeste
  15. 15. Sudeste
  16. 16. Sul
  17. 17. CENTRO NACIONAL DE MONITORAMENTO E ALERTAS DE DESASTRES NATURAISPrevisão e observação meteorológica de chuvas atingiramníveis avançados no BrasilNecessidade de converter alertas meteorológicos emalertas de risco de desastres (e.g., deslizamentos emencostas e inundações)
  18. 18. Macrometa ENCTI: Desastres NaturaisPrograma de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais META: Redução do número de vítimas de desastres naturais em 50% em 4 anos e em 80% em 8 anos META: Redução do Impacto dos Extremos Climáticos sobre a Agricultura Familiar de Subsistência
  19. 19. OURO PRETO/MG 03/01/2012ÁREA ADJACENTE ARODOVIÁRIA
  20. 20. VISTA DA ÁREA ACIDENTADA Área colapsada Rodoviária
  21. 21. Vista da área afetadaANTES
  22. 22. Descrição do localO escorregamento ocorreu em talude de corte comdeclividade e amplitudes excessivas.Observa-se pela foto que a encosta original foi objetode escavação que deu origem a um talude de corte comgeometria desfavorável a processos de instabilização.Importante avaliar se a área em questão foi objeto dealguma análise de estabilidade ou mapeamento derisco de escorregamento.
  23. 23. IMAGEM DO DESLIZAMENTO DEPOIS
  24. 24. Descrição do acidenteO escorregamento ocorrido mobilizou um grande volume de material desolo com raio de alcance horizontal elevado, considerando que a rupturaalcançou cotas elevadas da ordem de 20 metros de altura.O material deslizado rompeu o muro de divisa do terreno, atravessou arua e invadiu a área da rodoviária. Pela observação da imagem nota-seum certo controle estrutural da ruptura, isto é, a superfície de rupturaaparenta apresentar planos geológicos de fraqueza interna do material nazona de ruptura. Outra observação sob o ponto de vista de fatorespredisponentes refere-se aos cortes por escavação da geometria originaldo terreno, expondo taludes íngremes e de alta amplitude, em condiçãogeométrica desfavorável a estabilidade. A deflagração do processo deu-sepelas chuvas que apresentavam altos valores de acumuladopluviométrico anterior superior a 100 mm.Não há como precisar a dinâmica de desenvolvimento do processo, masaparentemente o escorregamento ocorreu de forma praticamenteinstantânea.
  25. 25. Ausência de pluviometros na região de Ouro PretoPluviômetromais próximo Falta de cobertura de radar meteorológico Falta de pluviômetros (estação mais próxima localiza-se em Ouro Branco)
  26. 26. Evolução dos Alertas Inicio do alerta 02/01/2012 02/01/2012 Atualização 03 Atualização 07:40h Entre as 23 e 24 h 03/01/2012 05Deslizamento Ocorrência do 14:40h 04/01/2012 /Inundação evento de Deslizamento/ 11 hs RISCO deslizamento de Risco DeslizamentoMODERADO encosta MUITO ALTO Risco ALTO Atualização 04 Atualização Atualização 02 03/01/2012 01 03/01/2012 22:40h 02/01/2012 13:40h Deslizamento 13:40h MUITO ALTO Deslizamento Deslizamento ALTO ALTO
  27. 27. Cronologia do alerta
  28. 28. INUNDAÇÃO EM CANTAGALO-RJ 01/01/2012ÁREAS DE RISCOS DEDESLIZAMENTO EINUNDAÇÃO/ENXURRADA Área atingida
  29. 29. VISTA DO RELEVO DE PARTE DA ÁREA URBANA
  30. 30. INUNDAÇÃO EM CANTAGALO/RJ 01/01/2012 Área mais atingida
  31. 31. INUNDAÇÃOPor volta de 20:00h (8:00 PM)
  32. 32. Inundação de terrenos marginais Por volta de 20:00h
  33. 33. EVOLUÇÃO DOS ALERTAS EMITIDOS PELO CEMADEN Atualização 2 Atualização 3 01/01/2012 01/01/2012 17:00 Atualização 7 20:30 Atualização 5 Deslizamento 05/01/2012 Deslizamento 03/01/2012 01/01/2012 / 13:30 Alagamento e 14:00 10:00 Alagamento e Deslizamento Inundação Deslizamento/Deslizamento Inundação ALTO ALTO InundaçãoMODERADO MODERADO ALTO Atualização 01/01/2012 Atualização Atualização 6 1 4 04/01/2012 Enxurrada 01/01/2012 02/01/2012 13:30 14:15 /INUNDAÇÃO 14:00 Deslizamento Deslizamen 20:00 Deslizamen ALTO to to/ MODERAD Inundação O ALTO
  34. 34. Visão integrada …. O Sistema de Monitoramento e Alertas 2. Sistemas de é formado por Quatro 1. Conhecimento dos Riscos Coleta sistemática de informação e Monitoramento e Alerta módulos principais análise de riscos Desenvolvimento de sistemas operacionais de monitoramento e alerta As vulnerabilidades e os riscos são conhecidos? O rastreamento dos parâmetros corretos Etapas de Execução Os mapas e as informações sobre os é executado? A emissão de alertas precisos e Necessárias ao Centro riscos são amplamente distribuídas? adequados é possível? coordenadas pelo MCT : Em 2011 • Implementação inicial dos Módulos 1 e 2; 3. Difusão e Comunicação 4. Capacidade de Resposta • Inauguração da Sala de Comunicação da informação sobre o Desenvolvimento da capacidade de Situação do Centro de monitoramento e alerta de riscos resposta em âmbito nacional e local Todas as pessoas em situação de risco São verificados e atualizados os planos Monitoramento e são alertadas? de resposta? Essas pessoas compreendem os riscos e Os conhecimentos locais são colocados Alertas em novembro; os alertas? em uso? Os resultados das informações são A população está preparada para De 2012 a 2014: claros e úteis ? responder aos alertas? • Conclusão dos Módulos 1e2Fonte: Plataforma de Promoção de Monitoramento e Alerta EIRD/ONU
  35. 35. Implementação do Sistema (2012 - 2015)Operação Plena do Sistema para as Principais Áreas de Risco do País Protótipos de Centros Regionais de Alerta e Prevenção Melhoria de infraestrutura, informatização e comunicação Implementação da Rede CLIMA-Desastres Naturais Pesquisas relacionadas a desastres naturais Implementação Operacional de Modelos Matemáticos de Deslizamentos e Inundações Contratação e Treinamento de Equipes (100 técnicos) Investimento Total Estimado (2012-2014): R$ 252,5 milhões

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