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Cultivares e praticas de cultivo 2.0

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Cultivares e Práticas de Cultivo 2.0

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Cultivares e praticas de cultivo 2.0

  1. 1. Banana Cultivares e Práticas de Cultivo Atualizado em julho de 2016
  2. 2. Há uma correlação positiva entre renda e consumo de fruta. Consumo de frutas no Brasil tem aumento de 4,38 quilos por pessoa em seis anos Segundo estudo do Cepea, laranja e banana ainda são os destaques nos lares do país por Globo Rural On-line
  3. 3. Fonte: IBGE / Cepea/Esalq/USP Elaboração: SPA/MAPA - Julho 2016
  4. 4. Fonte: IBGE / Cepea/Esalq/USP Elaboração: SPA/MAPA 8 - LSPA, junho/2016
  5. 5. 63600 55630 5400 3080 130 0.00 10,000.00 20,000.00 30,000.00 40,000.00 50,000.00 60,000.00 70,000.00 Prata Nanica Maçã Terra Marmelo Comercialização de Banana CEASA Minas – Contagem 2011 (toneladas) P= 49,7% N= 43,5% M= 4,2% T= 2,4 F= 0,1%
  6. 6. ESCOLHA DE VARIEDADES  Preferência do mercado;  Adaptabilidade ao local;  Preço/Produtividade;  Tolerância a pragas e doenças;  Tolerância à seca;  Porte;  Tempo de Prateleira;
  7. 7. Subgrupo: Prata Prata Anã (Enxerto)  Porte médio: 3 – 4m  Cacho Peso:15 a 60 kg  Resistente: Nematóide  Mod. Resist.:Broca do rizoma  Suscetível: SA, SN, Moko  Mod. suscetível: MP
  8. 8. Prata Comum ou Mineira  Resistência: SA, frio  Cacho: 15 a 25 kg  Porte: 5 a 6 metros  Porte alto dificulta manejo  Menos produtiva que a PA
  9. 9. FHIA 18 (Galil 18) Prata Anã x SH 3142 - Seleção Honduras Resistente: SA, SN e MP
  10. 10. SCS451 Catarina ou Prata Catarina Em Relação a PA:  Maior Tolerância ao MP  Frutos mais retos embalagem mais fácil  Menos produtiva  Mais tombamento
  11. 11. Prata Gorutuba emitindo o primeiro cacho, em área que a PA foi erradicada devido infestação de nematóides e MP. Norte de Minas. Fazenda Piranhas, Janaúba-MG, Junho/2009. Fonte: Francisco E. Rodrigues Prata Anã Clone Gorutuba  Mutação de PA  Mais Resistente ao MP
  12. 12. Prata Graúda – SH 3640  Resistente ao MP
  13. 13. 300 a 500 gramas
  14. 14. Fonte: Embrapa Caprichosa  Tipo: Prata  Porte Alto  Resistente: SA e SN Garantida  Tipo: Prata  Porte: Alto  Resistente: SA , SN e MP
  15. 15. Grupo Cavendish  Grande Naine, Jangada, Williams, Caturrão, IAC 2001.  Produtividade: até 80 t/ha  Suscetível: Nematóide, Broca do rizoma , SA, SN  Pouco suscetível: MP (TR4??)  Tombamento Nanicão Jangada Grande Naine
  16. 16. Williams  Maior resistência ao frio e seca Grande Naine
  17. 17. IAC 2001  PORTE MÉDIO  RESISTENTE: MP, SA, SN(?)
  18. 18. MAÇÃ  Porte médio: 2,5 – 3,5 m  Suscetível: SN  Muito Suscetível: MP  Tolerante: SA  Mod. Susc.: broca e nematóides  Peso do cacho: 8 – 15 kg
  19. 19. Tropical - YB 4221  Porte Alto  Resist. SA  Suscet. SN – Indicadora  Suscet. Broca  Cacho: 12 a 30 kg
  20. 20. Tropical YB 4221Prata Anã
  21. 21. Grupo Terra Cultivar D’Angola  Resistente: SA e MP
  22. 22. Grupo Terra - Cultivar Maranhão  Resistente: SA e MP
  23. 23. Figo, Marmelo, Três Quinas  Suscetível MP (raça 2), Resistente SA, Indicadora de SN  Nematóides e Broca  Consumo Frita, cozida, compotas  Tombamento e quebramento
  24. 24. Figo CinzaFigo Cinza Escuro
  25. 25. São Tomé  Porte Elevado  Resistente MP  Resistente a SA  Resistente ao tombamento
  26. 26. Cultivo: Aspectos Gerais  Escolha da Variedade:  Escolha do Local: Frio, Vento, Profundidade do solo  Possibilidade de Irrigação  Análise e Conservação do Solo  Preparo do Solo, Plantio Direto  Espaçamento: 3,5 3,5 3,5 4,5 Prata Anã Nanica 1.330 cvs/ha 1.600 cvs/ha
  27. 27. Locação das Curvas de Nível
  28. 28. Divisão dos Talhões e Setores de Irrigação
  29. 29. Ferramentas para preparo de solo
  30. 30. Homogenização do perfil, destorroamento
  31. 31. PREPARO NA LINHA PREPARO CONVENCIONAL
  32. 32. Aplicação de Fertilizantes e Corretivos no Sulco Marcação de Covas
  33. 33. Mudas Convencionais Mudas de laboratório
  34. 34. Mudas de laboratório: Sanidade Uniformidade Facilidade de transporte e plantio Mudas convencionais: Custo Resistencia a estiagem Uso de herbicida facilitado
  35. 35. Plantio Semi - Direto
  36. 36. Subsolador em Ruas Alternadas
  37. 37. FECHAMENTO DOS SULCOS
  38. 38. Plantio Direto Prata Anã
  39. 39. Tropical YG 4221 em Plantio Direto
  40. 40. Início Formação Família
  41. 41. Condução com duas filhas
  42. 42. DESBROTADORES
  43. 43. Desbrota
  44. 44. Limpeza de Folhas
  45. 45. Embolsamento e Marcação da Data de Emissão de Cachos
  46. 46. Pragas e Doenças Broca da bananeira
  47. 47. Controle de Broca Isca Tipo Queijo Modificada
  48. 48. Tripes
  49. 49. Sigatoka Amarela
  50. 50. Controle das Sigatokas: • Variedades resistentes: Tropical e Marmelo (SA) FHIA 18, IAC 2001, Conquista, Garantida, Caprichosa, Grupo Terra • Aplicação de Fungicidas Fonte: EMBRAPA
  51. 51. Pulverizações e Atomizações
  52. 52. Fonte: Miguel Dita - Embrapa Mal do Panamá ou Fusariose
  53. 53. Sintomas MP
  54. 54. Controle Variedades Resistentes Evitar áreas com histórico Mudas sadias e livres de nematóides Correção: manter pH próximo da neutralidade Adubação: fósforo, magnésio, potássio, zinco, MO Controle de broca e nematoides Diminuir/suspender irrigação Eliminação das plantas infectadas - herbicida Cuidados com ferramentas Desbrota Uso de fungos antagônicos ?  Nova ameaça: TR4
  55. 55. Prata Gorutuba: Touceira com 2 anos e 3 meses, sobrevivente em talhão de Prata Anã atacado por mal do panamá. Fazenda Brasnica – Delfinópolis – março 2015
  56. 56. Mancha Diamante ou Losango  Incidência: > em bananais novos  Época: > entre janeiro e março  Controle: Nutrição, Pulverização
  57. 57. FRIO CHILLING
  58. 58. IRRIGAÇÃO – Microaspersão  Aumenta produtividade  Melhora distribuição da produção
  59. 59. Custo: 6.000,00 a 8.000,00 por hectare
  60. 60. 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 0.00 2.00 4.00 6.00 8.00 10.00 12.00 14.00 16.00 18.00 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Irrigação e Sazonalidade Sem Irrigação 28 % da produção no 1° semestre 72 % da produção no 2 semestre 48,7% da produção nos 3 meses de pico Com Irrigação 37 % da produção no 1º semestre 63 % da produção no 2º semestre 40,8% da produção nos 3 meses de pico > 34 % em média ano 1° semestre 2° semestre 2011 0,78 0,59 2012 0,88 0,69 2013 1,07 0,86 2014 1,302 0,86
  61. 61.  Análise de Solo  Análise Foliar - Épocas  Calcário: relação Ca/Mg  Gesso: aprofundar K, Raízes e fornecimento S Correção de Solo e Adubação
  62. 62. Principal micronutriente: Boro Macronutriente principal: Potássio
  63. 63. Distribuidor de Fertilizantes Fertirrigação
  64. 64. TRANSPORTE DE CACHOS CABOS Custo Médio 5.500,00 por hectare 55,00/metro
  65. 65. CARRETA COM COLCHÕES
  66. 66. CARRETA CEGONHA VERSÃO TRAÇÃO ANIMAL
  67. 67. ÔNIBUS
  68. 68. PACKING HOUSE AMBULANTE
  69. 69. PARA FREGUESES POUCO EXIGENTES
  70. 70. Packing House Disponibilidade de Água/Energia Elétrica Facilidade de Acesso ano Todo
  71. 71. Despencando e Embalando Caixas Plásticas
  72. 72. Certificado Fitossanitário de Origem - CFO Documento que comprova a condição fitossanitária da origem de um produto agrícola ou de suas partes com o objetivo de prevenir a disseminação de pragas dentro do Estado. Válido por 30 dias. Emitido por agrônomo habilitado pelo IMA. O CFO certifica o produto vegetal na unidade produtiva (propriedade rural) e o CFOC certifica na unidade de consolidação (beneficiadora, processadora ou embaladora). PTV : Permissão de Trânsito Vegetal – Acompanha a NF. Só é emitida com apresentação do CFO
  73. 73. Muito Obrigado!!!!!!!! http://pt.slideshare.net/SavioMarinho/cultivares-e-praticas-de-cultivo Sávio Marinho (35) 3525 1144 - 99959 9414 delfinopolis@emater.mg.gov.br

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