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A influência das emoções<br />Universidade do Algarve<br />Faculdade de Ciências Humanas e Sociais<br />Psicologia e Técni...
Estrutura da sessão<br />Enquadramento teórico<br />Método<br />Resultados<br />Discussão<br />
As Comunidades online<br />
Origem das comunidades Online<br />Data da década de 60 e estavam bastante próximas dos movimentos contra-culturais e dos ...
As comunidades online criam-se por inúmeros motivos:<br />“consumo de informação, <br />interesses particulares dentro de ...
O que é uma Comunidade online?<br />Relação social formada na Internet através do contacto repetido num local específico (...
Doze princípios das comunidades<br />Ter um objectivo;<br />Ter uma identidade;<br />Existir comunicação;<br />Confiança;<...
Formação de fronteiras;<br />Formação de governo, é essencial para a manutenção e sobrevivência dessa comunidade; <br />Tr...
Características das comunidades online<br />Sentimento de pertença;<br />Territorialidade;<br />Permanencia;<br />Projecto...
Comunicação mediada por computadores<br />
“processo de envio de mensagens, em texto ou integrando imagem e som, através da utilização directa por parte dos utilizad...
CMC<br />A grande vantagem é a abertura que dá as pessoas para poderem se expressar, exemplo de Interapy<br />Podem revela...
EMOTICONS<br />
Emoticons<br />Podem ser usados como substitutos das pistas não-verbais perceptíveis na comunicação cara-a-cara (Araújo, 2...
São considerados elementos que apoiam a construção de identidade cibernáutica, alguns internautas até desenvolvem um estil...
EMOÇÕES<br />A emoção é um processo transitório, brusco ou agudo desencadeado por uma percepção (externa ou interna), ou r...
Emoções<br />SECUNDÁRIAS<br />BÁSICAS<br />Emoções associadas às relações sociais e em que os aspectos socioculturais apre...
Objectivo<br />Averiguar as possíveis diferenças de respostas perante as emoções básicas e secundárias e ainda o facto de ...
MÉTODO<br />
Participantes <br />120 adultos<br /> 67 do sexo feminino <br />53 do sexo masculino. <br />As idades dos participantes va...
Instrumento <br />O instrumento utilizado na recolha de dados foi produzido por docentes da Universidade do Algarve. <br /...
É constituído por uma questão de resposta aberta, 6 itens para classificar a situação descrita no questionário e 22 itens ...
Procedimento <br />Prévio á recolha de dados<br />Recolha de dados<br />Análise de dados<br />Divulgação de resultados<br />
RESULTADOS<br />
Diferenças de Género<br />
Diferenças nas áreas de Formação<br />
Primárias in-group<br />9 pessoas usaram emoticons e 19 não utilizaram <br />
Primárias Exo-grupo<br />4 pessoas utilizaram emoticonse 21 não utilizaram<br />
Emoções secundárias in-grupo<br />não houve  diferenças de valores, 13 não utilizaram emoticons e 13 utilizaram<br />
Emoções Secundárias Exo-grupo<br />12 pessoas utilizaram emoticons e 11 não utilizaram (Gráfico 3).<br />
Valência das respostas<br />Na maioria todas foram positivas;<br />Primeiro grupo: 26 respostas positivas e 2 negativas. <...
Diferenças intra-grupos<br />Item Amigável -> Alto em todos os grupo;<br />Item Confiável -> Mais alto no grupo 2 e no 4<b...
Discussão <br />De acordo com Leyenset al. (200), as pessoas têm uma tendência a perceber os membros do seu próprio grupo ...
Resultados <br />Nenhum grupo considera desleal nem agressivo<br />Todos o consideram amigável<br />Todos o consideram emp...
Discussão <br />As observações gerais dizem que as pessoas são mais empáticas com aqueles que lhes parecem semelhantes, pa...
A semelhança  irá aumentar o sentimento de intimidade ou de solidariedade e resultará em uma maior tendência para ajudar e...
Considerações finais<br />Relevância do Estudo:<br /><ul><li> Os resultados advindos dos questionários são extremamente im...
 Demora na entrega dos questionários
 Falta de disponibilidade para responder aos mesmos
 Os participantes serem praticamente todos estudantes.</li></ul>Sugestões Futuras:<br /><ul><li>Necessidade de procurar ou...
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  1. 1. A influência das emoções<br />Universidade do Algarve<br />Faculdade de Ciências Humanas e Sociais<br />Psicologia e Técnicas da Informação e Comunicação<br />Docente: Mestre Ana Paiva<br />Discentes: Rita Santos e Sara Baptista <br />
  2. 2. Estrutura da sessão<br />Enquadramento teórico<br />Método<br />Resultados<br />Discussão<br />
  3. 3. As Comunidades online<br />
  4. 4. Origem das comunidades Online<br />Data da década de 60 e estavam bastante próximas dos movimentos contra-culturais e dos modos de vida alternativos.<br />(Castells, 2004, citado por Braga, Cruz, Oliveira & Pinho, 2009)<br />para Illera (2007), estas surgem na década de 80 devido à possibilidade de interligar um grande número de utilizadores num espaço comum permitindo a troca de mensagens, e existem alguns exemplos dessas comunidades, tais como a UseNet; a WELL<br />(Reinghold, 1996, citado por Illera, 2007).<br />
  5. 5. As comunidades online criam-se por inúmeros motivos:<br />“consumo de informação, <br />interesses particulares dentro de um tema e recurso<br /> canais de comunicação estáveis” (Illera, 2007). <br />
  6. 6. O que é uma Comunidade online?<br />Relação social formada na Internet através do contacto repetido num local específico (FernBack & Thompson,1995), <br />Os indivíduos reúnem-se por algo em comum e não como antigamente pelo espaço geográfico (p.8 citado em Primo, 1997).<br />Não se limita ao tempo e espaço, as pessoas têm algo em comum e o sentimento de pertença dos membros;<br />
  7. 7. Doze princípios das comunidades<br />Ter um objectivo;<br />Ter uma identidade;<br />Existir comunicação;<br />Confiança;<br />Reputação;<br />Formação de grupos;<br />Ambiente, interacção em espaço partilhado apropriado para os objectivos<br />
  8. 8. Formação de fronteiras;<br />Formação de governo, é essencial para a manutenção e sobrevivência dessa comunidade; <br />Troca ou comércio de saberes, serviços, ideias, de apoio ou ainda bens;<br />Expressão, ter uma identidade linguística do grupo; <br />Historia, evolução desde a sua criação. <br />Silva (2002)<br />
  9. 9. Características das comunidades online<br />Sentimento de pertença;<br />Territorialidade;<br />Permanencia;<br />Projecto comum;<br />Formas singulares de Comunicação;<br />Troca de opiniões;<br />Relacionamentos;<br />Sensação de bem-estar;<br />Vinculação Afectiva<br />
  10. 10. Comunicação mediada por computadores<br />
  11. 11. “processo de envio de mensagens, em texto ou integrando imagem e som, através da utilização directa por parte dos utilizadores de computadores e das redes de comunicação” (Cardoso, 1998, p.4, citado por Gaspar, 2008).<br />ocorre em tempo real, de forma sincrónica , o Homem passa a ser uma personagem que não tem medos ou preconceitos e onde quer apenas relacionar-se com o outro e por ventura ser alguém que não o é na realidade. <br />Esta parece ser deste modo a principal inovação que não conseguimos ver no mundo real, a criação de uma personagem da forma que queremos, é por vezes para muitos um alter-ego.<br />
  12. 12. CMC<br />A grande vantagem é a abertura que dá as pessoas para poderem se expressar, exemplo de Interapy<br />Podem revelar os seus problemas, pensamentos, preocupações, sentimentos através de um computador (Miller & Alegen, 1998; Postems, 1997 citado em Derks, Fishcer & Bos, 2008) <br />Não sentem receios ou vergonha, como no caso das pessoas tímidas que mais facilmente criam relações íntimas no meio virtual e o facto de ser um ambiente anónimo é propício às pessoas partilharem mais facilmente emoções e sentimentos (McKenna & Bargh, 2000 em Derks, Fishcer & Bos, 2008).<br />
  13. 13. EMOTICONS<br />
  14. 14. Emoticons<br />Podem ser usados como substitutos das pistas não-verbais perceptíveis na comunicação cara-a-cara (Araújo, 2007 citado em Lebre, 2009), <br />as emoções que são transmitidas na CMC realizam-se através destes e são encarados pelos usuários como uma alternativa fácil, informal, lúcida e mais atractiva (Brito, 2008).<br /> Podem referir-se alguns exemplos dos emoticons, utilizados na CMC: , :- ) = Feliz; :- D = Muito Feliz;  = Triste; :-* = Enviar um beijo; :O =Surpreso; :’( = Chorar. <br />
  15. 15. São considerados elementos que apoiam a construção de identidade cibernáutica, alguns internautas até desenvolvem um estilo único no uso de emoticons (Brito, 2008). <br />Além de ferramentas, são signos representativos de sentimentos, pois sem essa partilha de sentimentos a comunicação seria mecânica.<br />
  16. 16. EMOÇÕES<br />A emoção é um processo transitório, brusco ou agudo desencadeado por uma percepção (externa ou interna), ou representação (real ou imaginária), acompanhada por alterações somáticas. <br />É o conjunto de respostas afectivas. “ São um meio natural de avaliar o ambiente que nos rodeia e reagir de forma adaptativa” (Damásio, 2003). <br />
  17. 17. Emoções<br />SECUNDÁRIAS<br />BÁSICAS<br />Emoções associadas às relações sociais e em que os aspectos socioculturais aprendidos são significativas (vergonha, arrogância, culpa, desprezo, inveja, ciúme, …)<br />Emoções evolutivas, partilhadas por indivíduos de todas as culturas e associadas a processos neuronais e fisiológicos específicos (alegria, tristeza, raiva, nojo, medo, surpresa) (Ekman, 1975).<br />
  18. 18. Objectivo<br />Averiguar as possíveis diferenças de respostas perante as emoções básicas e secundárias e ainda o facto de ser alguém in-group ou exo-group. <br />Deste modo espera-se existam diferenças entre os grupos e ainda consoante as emoções, visto as emoções secundárias estarem associadas ás emoções do nosso dia-a-dia que usamos no mundo real.<br />
  19. 19. MÉTODO<br />
  20. 20. Participantes <br />120 adultos<br /> 67 do sexo feminino <br />53 do sexo masculino. <br />As idades dos participantes variam entre 18 e 49 tendo uma média (M= 21,66) e um desvio padrão de (D.P= 4,53476).<br />Lingua materna – Português (90,8%)<br />
  21. 21. Instrumento <br />O instrumento utilizado na recolha de dados foi produzido por docentes da Universidade do Algarve. <br />Este expõe uma situação de pedido de ajuda num fórum do LiveMessenger e os investigadores construíram uma resposta a esse pedido. O que se pede aos participantes é que se coloquem no lugar de quem pediu a ajuda e agradeçam a resposta.<br />
  22. 22. É constituído por uma questão de resposta aberta, 6 itens para classificar a situação descrita no questionário e 22 itens para classificar o João. <br />Possui também um pequeno questionário sócio-demográfico<br />
  23. 23. Procedimento <br />Prévio á recolha de dados<br />Recolha de dados<br />Análise de dados<br />Divulgação de resultados<br />
  24. 24. RESULTADOS<br />
  25. 25. Diferenças de Género<br />
  26. 26. Diferenças nas áreas de Formação<br />
  27. 27. Primárias in-group<br />9 pessoas usaram emoticons e 19 não utilizaram <br />
  28. 28. Primárias Exo-grupo<br />4 pessoas utilizaram emoticonse 21 não utilizaram<br />
  29. 29. Emoções secundárias in-grupo<br />não houve diferenças de valores, 13 não utilizaram emoticons e 13 utilizaram<br />
  30. 30. Emoções Secundárias Exo-grupo<br />12 pessoas utilizaram emoticons e 11 não utilizaram (Gráfico 3).<br />
  31. 31. Valência das respostas<br />Na maioria todas foram positivas;<br />Primeiro grupo: 26 respostas positivas e 2 negativas. <br />Segundo grupo, 23 positiva e 2 negativa, sendo que 5 não deram qualquer resposta. <br />Terceiro grupo, 24 deram uma resposta positiva, 2 deram negativa e 4 não responderam. <br />Quarto grupo, 21 positiva, 2 de forma negativa e 7 não responderam.<br />
  32. 32. Diferenças intra-grupos<br />Item Amigável -> Alto em todos os grupo;<br />Item Confiável -> Mais alto no grupo 2 e no 4<br />Item Caloroso -> Mais alto no grupo 1, e médio nos restantes (4).<br />
  33. 33. Discussão <br />De acordo com Leyenset al. (200), as pessoas têm uma tendência a perceber os membros do seu próprio grupo como mais humano do que membros de grupos de fora;<br />Eles vão dar uma essência mais favorável ao seu grupo e uma essência diferente para o grupo de fora<br />
  34. 34. Resultados <br />Nenhum grupo considera desleal nem agressivo<br />Todos o consideram amigável<br />Todos o consideram empático<br />Não existe alterações entre as emoções básicas e secundárias<br />
  35. 35. Discussão <br />As observações gerais dizem que as pessoas são mais empáticas com aqueles que lhes parecem semelhantes, parece ter uma relação directa (Stotland & Dunn, 1963).;<br />Pessoas pertencentes ao grupo em que se expressam com as emoções secundárias são vistos como mais "humanos". <br />
  36. 36. A semelhança irá aumentar o sentimento de intimidade ou de solidariedade e resultará em uma maior tendência para ajudar essas pessoas. <br />As pessoas atribuem a essência humana para os membros do grupo, e um menor grau de humanidade para o fora-grupo, um processo que eles chamam de “infra-humanização”.<br />
  37. 37. Considerações finais<br />Relevância do Estudo:<br /><ul><li> Os resultados advindos dos questionários são extremamente importantes, uma vez que nos alerta para a importância das emoções e que cada vez menos existe diferenças na percepção entre o in-group e out-group. </li></li></ul><li>Considerações finais<br />Limitações:<br /><ul><li>Número reduzido de participantes
  38. 38. Demora na entrega dos questionários
  39. 39. Falta de disponibilidade para responder aos mesmos
  40. 40. Os participantes serem praticamente todos estudantes.</li></ul>Sugestões Futuras:<br /><ul><li>Necessidade de procurar outras áreas onde aplicar os questionários
  41. 41. Fazer outros tipos de análise dos dados obtidos.</li></ul>Mais valias:<br /><ul><li>Maior domínio de investigação
  42. 42. Tema bastante interessante</li></li></ul><li>Referências Bibliográficas<br />Braga, j., Cruz, C., Oliveira, J. & Pinho, V. ( 2009). Um estudo exploratório sobre a utilização de Comunidades Virtuais do Orkut como Espaço de discussão (Sem mais informação para concluir a referencia).<br /> <br />Brito, A., D. (2008). O discurso da afectividade e a linguagem dos emoticons. Revista Electrónica de Divulgação Cientifica em Língua Portuguesa, Linguística e Literatura, 9. Disponível em www.letramagna.com. Consultado em Maio de 2011. <br /> <br />Derks, D., Bos, A., E.,R. & Grumbkow, J. (2007). Emoticons and social interaction on the Internet: the importance of social context. ComputersinHumanBehavior (23), 842-849. <br />Doki, M., Faria, A., Machado, G. & Soares, F. (2009). Relacionamentos “reais” versus relacionamentos “virtuais”: o que se esperar deste embate? (sem mais informação no artigo para concluir a referência).<br />Illera, J. (2007) Como as comunidades virtuais de pratica e de aprendizagem podem transformar a nossa concepcao de educação. Revista de ciências da educação, nº3, Maio/ Agosto<br /> <br />Lebre,C. (2009). “Emoticons como recurso enunciativo a oralidade na escrita em ambiente hipermídia”. Revista Litteris (2). Disponível em: www.revistaliteris.com.br. <br /> <br />Gaspar, A.,F. (2008). A reconstrução da identidade na Internet. Instituto superior de ciências do trabalho e da empresa. Lisboa <br /> <br />Damásio, A. (2003). O erro de Descartes. (23ª edição). Lisboa: Europa-América.<br /> <br />Primo, A., F. (2002). A emergência das comunidades virtuais. XX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação<br /> <br />Ribeiro. J. (2001) Comunidades virtuais electrónicas, convergência da técnica com o social. XXIV Congresso Brasileiro da Comunicação<br /> <br />Rivai, A. (2002) Building Sense of Community at a Distance. International Review of Research in Open and Distance Learning, Vol. 3, No. 1.<br /> <br />Sherman, R., C. (2001, 2002, 2003). The Mind’s Eye in Cyberspace: Online Perceptions of Self and Others. Towards CyberPsychology: Mind, Cognitions and Society in the Internet Age. Amsterdam:IOSPress. <br /> <br />Silva, A. (2002) Mundos reais, Mundos virtuais: As relações interpessoais em rede. Dissertação de Mestrado em Relações interculturais, Universidade Aberta – Porto<br /> <br />Terêncio, M., G. & Soares, D.,H. (2003) Internet como Ferramenta para o Desenvolvimento da Identidade Profissional. Psicologia em Estudo, 8 (2), 139-145. Maringa. <br /> <br />Vaes, J., Paladino, M., Leyens, J. (2002). The lost e-mail: Prosocial reactions induced by uniquely human emotions. British Journal of Social Psychology (41), 521-534.<br /> <br />
  43. 43. MUITO OBRIGADO!  <br />

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