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A coincineracao

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Ciência

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A coincineracao

  1. 1. A COINCINERAÇÃO Núcleo Gerador: Saberes Fundamentais Domínio de Referência: 3 Tema: Ciência e controvérsias públicas Formadora: Salomé Raposo CULTURA, LÍNGUA E COMUNICAÇÃO
  2. 2. A COINCINERAÇÃO A coincineração consiste na queima dos resíduos perigosos. Começou a ser feita nos EUA, na década de 1980. Aproveitam-se os fornos das cimenteiras tirando partido das suas altas temperaturas (entre 1450 e 2000 graus) para, ao mesmo tempo se produzir cimento.
  3. 3. A COINCINERAÇÃO Resíduos perigosos - gama variada de substâncias na forma líquida, sólida ou pastosa tais como:  solventes de limpeza  solventes de indústria química  tinta e vernizes  óleos usados  alcatrões  betumes  lamas de estações de tratamento de águas Estes resíduos envolvem muitas vezes na sua constituição hidrocarbonetos e compostos clorados e fluorados, entre outros, e alguns deles possuem um elevado poder calorífico.
  4. 4. A COINCINERAÇÃO Os resíduos também podem ser incinerados em estações próprias. A incineração é geralmente um processo de eliminação de resíduos perigosos, pelo que podem ser libertados vários gases tóxicos que se apresentam contaminados com chumbo, mercúrio, dioxinas, etc. Sendo assim, as incineradoras devem cumprir normas que as impeçam de se transformarem em locais privilegiados de contaminação atmosférica. No caso de a queima de resíduos se fazer nos fornos das cimenteiras, designa-se o processo por coincineração. Para tal as cimenteiras necessitam de ser equipadas com filtros específicos.
  5. 5. COMO SE PROCESSA A COINCINERAÇÃO  Numa primeira fase, os resíduos industriais perigosos são enviados para uma estação de pré-tratamento.  Os lixos com pouco poder calorífico são fluidizados (trituração, dispersão e separação dos materiais ferrosos);  Os resíduos líquidos são impregnados com serradura e submetidos a uma possível centrifugação (no caso de possuírem grandes quantidades de água);  Os resíduos termo fusíveis, alcatrão e betumes, são rearmazenados em lotes.  Numa segunda fase os resíduos são levados para as cimenteiras. Em caso de acidente de transporte, os impactos ambientais serão muito menores do que antes do tratamento dos mesmos.  Nas cimenteiras são pulverizados para o forno tirando partido do seu poder calorífico (Ex: combustíveis) ou utilizados como matéria-prima substituta na produção de cimento.
  6. 6. COMO SE PROCESSA A COINCINERAÇÃO Em Portugal, o aproveitamento dos fornos das cimenteiras e a construção de incineradoras tem sido alvo de muita polémica, tendo até sido constituída uma Comissão Científica Independente de Controlo e Fiscalização Ambiental da Coincineração. Após este processo, não permanecem resíduos remanescentes da incineração, visto que estes são incorporados no próprio cimento, e devido às temperaturas e tempo de residência dos gases, a produção de gases tóxicos é muito baixa.
  7. 7. COMO SE PROCESSA A COINCINERAÇÃO Poderemos ter a certeza da inexistência de perigo para a saúde pública?
  8. 8. Para evitar uma remota, mas possível fuga de gases devem ser instalados filtros de mangas nos fornos das cimenteiras, aumentando a margem de segurança. COMO SE PROCESSA A COINCINERAÇÃO
  9. 9. Vantagens  Reduzir bastante o volume de resíduos.  Destruir os microrganismos que causam doenças, contidos principalmente no lixo hospitalar e industrial.
  10. 10. Ao misturar e triturar os resíduos com a pedra, o aquecimento é muito lento, o que origina a progressiva libertação dos compostos orgânicos voláteis, antes de atingirem os pontos mais quentes do forno. No início da implementação do processo, alguns fornos, mesmo trabalhando apenas com combustíveis normais, podiam permitir a formação de dioxinas. A poluição provocada podia ser enorme. Estes compostos ocorriam em fornos onde o despoeiramento dos gases se fazia a temperaturas bastante altas. Desvantagens
  11. 11. Com o passar do tempo, os processos evoluiram e hoje são considerados menos nefastos para a saúde pública.
  12. 12. Queremos que a coincineração venha para junto de nós?
  13. 13. Webgrafia • https://www.publico.pt/2001/08/19/sociedade/noticia/portugal-assinou- convencao-que-condena-a-coincineracao-36092 • https://www.apambiente.pt/index.php?ref=16&subref=84&sub2ref=943&sub3r ef=944 • https://www.dn.pt/portugal/interior/coincineracao-e-polemica-antiga- 1442183.html • http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/572/1/66-82FCT2005-5.pdf • http://visao.sapo.pt/artigossiteantigo/artigosimportadosforum/co-incineracao- em-portugal=f594330 • http://www4.fe.uc.pt/fontes/trabalhos/2008012.pdf • https://run.unl.pt/bitstream/10362/10617/1/WPSeries_10_2012MJMaia_etalSo uselas_v2.pdf Artigos acedidos em 26 de outubro de 2017
  14. 14. FIM Trabalho realizado por:

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