Relatorio 1periodo sala-amarela-2010-2011

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Relatorio 1periodo sala-amarela-2010-2011

  1. 1. Agrupamento de Escolas Armando Lucena  Malveira   JI+EB1 S. Miguel – Enxara do Bispo  Relatório de Actividades da Sala Amarela  1º Período lectivo  Ano Lectivo 2010/2011   Data: 22.12.2010  Com  base  na  proposta  pedagógica  apresentada  no  Projecto  Curricular  de  Turma,  bem  como  no espaço  de  Contextualização  e  Caracterização  da  Turma,  que  por  sua  vez  levaram  à  organização  do Planeamento de Actividades e Estratégias educativas, apresenta‐se de seguida o relatório trimestral de avaliação do Projecto Curricular, referente ao primeiro trimestre do ano lectivo em curso No  âmbito  da  actividade  docente  desenvolvida  deve  fazer‐se  uma  distinção  entre  as  actividades didáctico‐pedagógicas  e  as  actividades  não  lectivas,  onde  figuram  as  actividades  desenvolvidas  no espaço  da  intervenção  em  reuniões,  planeamento  e  avaliação,  bem  como  em  outros  espaços  de intervenção  docente.  Nesse  sentido,  apresenta‐se  o  relatório  referente  à  Actividade  docente  e  o relatório  da  Actividade  Pedagógica.  Far‐se‐á  ainda  uma  reflexão  sobre  os  espaços  de  articulação desenvolvidos  no  âmbito  de  Actividades  de  Apoio  às  Famílias,  Componente  de  Apoio  à  Família, desenvolvida em colaboração com a Câmara Municipal de Mafra.  Actividade docente. Em  complemento  do  desenvolvimento  de  apoio  à  actividade  lectiva,  é  fundamental  referir  a participação  do  docente  em  reuniões  de  organização,  planeamento  e  avaliação  (Departamento  de Educação  Pré‐Escolar),  em  reuniões  de  análise  colaborativa  e  apoio  educativo  (Ensino  Especial  – Unidade  de  Apoio  Educativo,  APERCIM,  Terapia  da  Fala,  Psicologia  Escolar)  e  em  reuniões  de coordenação  e  articulação  pedagógica  (Estabelecimento,  parceiros,  Escola  Segura)  e  ainda  todo  o espaço  de  atendimento  e  avaliação  dos  processos  educativos  e  curriculares  com  famílias (Encarregados  de  educação)  e  comunidade,  designadamente  na  preparação  de  actividades (Associação de Pais e Encarregados de Educação) com vista à execução de actividades designadas no Projecto Curricular e também no Plano Anual de Actividades. É  também  de  referir  o  espaço  de  reflexão  e  execução  de  actividades  e  estratégias  no  âmbito  da cooperação educativa no Agrupamento de Escolas, de onde se destacam as reunião e Actividades do Projecto de Educação para a Saúde, no âmbito da dinamização da Plataforma Moodle e do Plano PTE  1
  2. 2. e  ainda  na  organização  de  actividades  de  apoio  às  Reuniões  de  Articulação,  nomeadamente  na produção de documentos de apoio ao Departamento do 1º CEB. De salientar ainda as actividades desenvolvidas no âmbito da Comunidade Educativa e da Reflexão Didáctico‐Pedagógica e Formação, de onde se destaca a participação no Congresso Internacional de Educação de Infância realizado em Madrid, no dia 26 de Novembro de 2010, com uma conferência magistral sobre “Metodologia de Trabalho de Projecto”; uma conferência apresentada nos Sábados Temáticos  da  associação  PIN‐Andee  (Associação  Nacional  de  Docentes  do  Ensino  Especial),  com  o título: “Escola: Espaço facilitador para o desenvolvimento de competências tecnológicas” no dia 9 de Outubro,  em  Almada  e  ainda  o  desenvolvimento  de  seis  turmas  de  formação,  no  âmbito  da Formação PTE, nos Centros de Formação de Mafra, de Alenquer e de Torres Vedras. Por  último,  de  referir  também  a  colaboração  bi‐mensal  com  a  Revista  “Educação  de  Infância”, através da edição de artigos científicos sobre a Educação Pré‐escolar.  Actividade Pedagógica. Da  análise  feita  na  Reunião  de  Estabelecimento  de  definição  da  temática  do  PAA,  foi  decidido  que “Água  –  Um  bem  essencial”  seria  o  fundamento  principal  das  opções  didáctico‐pedagógica  que consubstanciariam as estratégias a desenvolver no decorrer do ano lectivo.  Foram escolhidas as datas e as dinâmicas que, de forma integrada, possibilitassem uma abordagem em espiral promotora de continuidade e articulação entre todos os níveis de ensino da Escola. Nesse  sentido,  fez‐se  um  levantamento  teórico  do  tema  e  planificou‐se  o  conjunto  de  dinâmicas  e estratégias que permitissem a implementação de recursos educativos com base na escolha feita. Aquando do planeamento, surgiram vários sub‐temas sobre os quais se fez um com maior detalhe: Conservação/Fruição  do  Recurso  Hídrico,  a  Poluição  e  Atitudes  e  comportamentos  na  relação  com este bem comum. Para o ano lectivo de 2010/2011, a construção do Projecto Curricular de Turma da Sala Amarela, cujo planeamento  geral  de  actividades  organizados  a  partir  da  interpretação  do  Plano  Anual  de Actividades  e  do  Projecto  Educativo  teve  como  tema  transversal  “A  Água”  e  funcionou  como  eixo orientador e globalizador da perspectiva e estratégia pedagógica, orientando‐se para o cumprimento integral dos objectivos superiormente fixados Ao nível do Ambiente Educativo, como parâmetros de qualidade:  Pretendeu‐se:  A efectiva promoção de uma plena integração dos grupos.  A promoção de atendimento individualizado.  O aumento dos espaços de disponibilidade para as famílias.  O assegurar as competências básicas ao desenvolvimento das crianças,  2
  3. 3. Ao  nível  da  valorização  um  currículo  integrado  nas  diferentes  áreas  de  conteúdo  das  orientações curriculares:  Quis‐se:  Apoiar as crianças com necessidades educativas especiais, prestando o apoio personalizado  adequado à sua integração na Comunidade Escolar.  Dinamizar  os  espaços  de  relação  com  a  Comunidade,  através  do  estabelecimento  de  inter‐ relações positivas.  Aumentar a participação da comunidade educativa em Projectos e Actividades Escolares.  Desenvolver actividades e projectos com relevância comunitária. Pelo  exposto,  o  Projecto  Curricular  orientou  a  sua  acção  para  a  dinamização  de  actividades congruentes com a especificidade quer do nível etário dos alunos quer da estrutura da sala. Os seus objectivos globais, independentemente dos que venham a ser definidos para a abordagem a cada área do conhecimento, têm como parâmetros orientadores os seguintes:  1. Estimular a criança a conhecer‐se melhor, no seu todo, e conhecer o mundo em que vive,  aprendendo a respeitá‐lo;  2. Despertar na criança a importância do Outro, das relações e das interdependências sociais  e culturais;  3. Promover novas aprendizagens de forma a proporcionar à criança a tomada de consciência  de  que  pertencemos  a  uma  comunidade  com  igualdades  e  diferenças  e  com  direitos  e  deveres. O  objectivo  da  definição  destes  parâmetros  orientadores  é  o  de  explorar  e  promover  novas aprendizagens,  encontrando‐se  a  expressão  de  interrogação  e  de  tomada  de  consciência,  de compreensão e de responsabilização, bem como as de pesquisa e certificação, como necessárias para uma cabal compreensão das realidades vividas que fundamentam a pertença a um grupo e às suas regras. Nesse  sentido,  e  após  reflexão  participada,  na  qual  tiveram  papel  preponderante  as  famílias  e  a Comunidade  Escolar,  de  forma  interventiva  e  colaborante,  procurou‐se  definir  um  conjunto  de objectivos a partilhar e desenvolver por todos os intervenientes. As  estratégias  escolhidas,  pressupuseram  um  amplo  conhecimento  da  história  individual  de  cada criança, de cada família e cada elemento comunitário. A meta foi construir uma proposta abrangente mas suficientemente aberta. Foi  objectivo  deste  projecto  de  trabalho,  valorizar  um  tema  que  consideramos  de  extrema importância  –  A  Água  –,  numa  perspectiva  de  educação  para  a  cidadania  e  para  os  valores, constituindo  um  referencial  orientador  a  formação  pessoal  e  social,  como  fundamentado  e  3
  4. 4. apresentado  em sede legislativa – Orientações Curriculares para  a Educação Pré‐escolar (Despacho nº 5220/97 de 4 de Agosto) –. Nesse sentido, o planeamento do Projecto Curricular promoveu, fundamentalmente, actividades que perspectivassem  o  futuro  de  modo  a  que,  na  família,  na  escola,  na  rua,  etc.,  o  aluno  assuma  uma relação interveniente no meio que a envolve ao mesmo tempo que aprenda a aprender, organizando os seus saberes numa perspectiva de aprendizagem ao longo da vida. Foi também importante que o aluno  desenvolvesse  as  suas  capacidades  de  Expressão  e  Comunicação  através  de  diferentes modelos de linguagem e  que, principalmente, reconhecesse as características socioculturais da sua região,  e  se  integre  nelas,  com  base  numa  reflexão  constante  sobre  a  fruição,  respeito  e  reflexão sobre os recursos disponíveis. Foram  então  desenvolvidas  actividades  que  potenciaram  a  exploração  destes  conteúdos  e promovessem aquisições específicas.  Com  base  na  premissa  da  necessidade  de  criar  situações  que  possibilitassem  e  desenvolvessem  a linguagem  oral,  o  pensamento  lógico‐matemático,  e  as  expressões  (plástica,  musical,  dramática,  e motora)  bem  como  reconhecessem  e  utilizassem  tecnologias  novas  e  inovadoras,  e  todos  os instrumentos  tecnológicos  adequados  à  sua  idade,  alguns  dos  projectos  desenvolvidos  motivaram, entre outras coisas, a definição de comportamentos integrados de reconhecimento e utilização dos novos instrumentos.  Neste aspecto, é essencial observar a página web do Jardim‐de‐infância, desenvolvida neste período lectivo, que  é dinamizada e actualizada pelos alunos (em  http://salamarela‐enxara.blogspot.com) e onde é possível observar a descrição das actividades aqui apresentadas. Por  último  é  importante  referir  e  valorizar  a  dinâmica  de  participação  das  famílias  e  dos encarregados  de  educação,  numa  perspectiva  de  colaboração  activa  que,  entre  outras  actividades, permitiu  a  dinamização  dos  momentos  que  podem  ser  consultadas  no  página  web  da  turma  que funciona  também  numa  dinâmica  de  “port‐fólio”  da  turma  e  que,  utilizando  as  tecnologias  à disposição, contribui também para a promoção de contactos direccionados com famílias e parceiros, e onde são disponibilizadas informações de funcionamento e logística da Sala. De  salientar  ainda  a  excelente  relação  com  os  outros  agentes  educativos  da  Escola,  bem  como  os processos de efectiva articulação pedagógica com as turmas do 1º Ciclo, no qual são de destacar os projectos de acção e reflexão conjunta, designadamente os inseridos no Plano Anual de Actividades.  Também  a  participação  conjunta  em  actividades  de  divulgação/informação,  bem  como  na apresentação/mostra  de  produtos  educativos  se  potencia  com  um  espaço  efectivo  de  articulação pedagógica,  sendo  de  destacar,  a  contribuição  no  desenvolvimento  de  uma  página  de  internet  da Escola (http://jieb1smiguel.grouply.com).  4
  5. 5. Nas reuniões ordinárias com os Encarregados de Educação (18 de Outubro e 20 de Dezembro) foram apresentas propostas de colaboração activa na dinâmica lectiva, que se saldaram por uma elevada participação  destes  nas  actividades  e  estratégias  didáctico‐pedagógicas.  Nas  Reuniões  de  Avaliação (22  e  23  de  Dezembro)  foram  apresentadas,  além  das  considerações  globais  sobre  o desenvolvimento individual e colectivo dos alunos e das suas aprendizagens, uma ficha de avaliação, baseada  num  modelo  de  desenvolvimento  de  competências,  na  qual  é  organizada  a  informação, individual,  de  cada  aluno,  e  reflectidas,  em  conjunto,  as  propostas  pedagógicas  e  estratégias educativas a desenvolver. Por  tudo  o  exposto,  e  presumindo  que  o  processo  de  avaliação  comporta  a  interpretação  da informação para uma posterior adaptação das práticas, o segundo trimestre lectivo será baseado na informação pertinente recolhida, quer da análise individual, quer do grupo, não se vê necessidade de proceder  a  uma  grande  reformulação  no  que  respeita  aos  objectivos  e  estratégias  configuradas  no Projecto Curricular.  Actividades de Enriquecimento Curricular (Componente de Apoio à Família e Actividades de Enriquecimento Curricular) As actividades de complemento educativo – Componente de Apoio à família (CAF) funcionaram, ao longo do primeiro período lectivo, de forma evolutiva e dinâmica, não obstante algumas dificuldades sentidas, no início do ano, pela alteração dos animadores e demais operacionais responsáveis. Neste sentido  tornou‐se  necessária,  a  intervenção  do  Coordenador  de  Estabelecimento,  no  sentido  de minimizar  problemas  que,  por  questões  externas  e  alheias  à  escola,  se  poderiam  tornar determinantes e impeditivos do normal funcionamento das actividades. É de referir, contudo, a excelente dinâmica conseguida entre todo o corpo docente e não docente, bem como o muito adequado espaço de partilha e envolvimento conseguido entre todas as turmas da  escola.  É  também  de  salientar  o  espaço  de  cooperação  que,  por  exemplo,  permitiu  actividades conjuntas  e  estratégias  curriculares  e  pedagógicas  articuladas,  de  onde  se  destaca  o  contínuo aproveitamento de recursos e materiais.   Enxara do Bispo,  Aos vinte e um dias do mês de Dezembro de dois mil e dez,  O Educador de Infância   Henrique Santos  5

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