Rel auto avaliacao-2013_henrique_santos

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Rel auto avaliacao-2013_henrique_santos

  1. 1. 1 Agrupamento de Escolas Professor Armando de Lucena DOCENTES DO PRÉ-ESCOLAR, 1º, 2º E 3º CICLOS DO ENSINO BÁSICO RELATÓRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO Nome do avaliado: Henrique Filipe Henriques dos Santos Número de docente: _________________________ NIF: 192677730 Situação profissional: QZP Grupo de recrutamento: 100 Departamento curricular: Departamento de Educação Pré-Escolar Funções: Educador de Infância na EB1/JI de S. Miguel – Enxara do Bispo Período em avaliação: de 01/09/2012 a 31/08/2013 (de acordo com o Dec. Reg. nº 26/2012) a) Científica e Pedagógica A base do trabalho científico, didático e pedagógico desenvolvido ao longo do ano letivo em análise para efeitos deste relatório foi fundamentada na organização e execução do Projeto de Desenvolvimento Curricular construído a partir da leitura e interpretação atenta dos dados pessoais, culturais e contextuais dos alunos e do estabelecimento de ensino que os acolhe e no qual se orientou. A dinamização de atividades congruentes com a especificidade do nível etário dos alunos e da estrutura da sala procurou definir um conjunto de objetivos a partilhar e dinamizar por todos os intervenientes (alunos, famílias, docentes, técnicos e demais envolvidos), para que existisse uma efetiva devolução das práticas no âmbito do desenvolvimento integral e das aprendizagens dos alunos. Das análises feitas nas Reuniões de Avaliação (quer de Estabelecimento quer de avaliação do PDC com Encarregados de Educação) das atividades realizadas ao longo do ano letivo resultou uma avaliação de elevado nível (Excelente1 ) para todas as atividades desenvolvidas, com especial relevo para os espaços de articulação educativa (escola/família). O envolvimento e partilha, com os demais docentes titulares de turma, com a Associação de Pais, com os docentes das Atividades de Enriquecimento Curricular e com os técnicos da CAF, bem como a participação ativa de pais e familiares nas dinâmicas e estratégias da sala de atividades foram importantes espaços de promoção de aprendizagens e de articulação educativa, reconhecidos como de importância efetiva para o desenvolvimento escolar e educativo dos alunos. As reuniões formais desenvolvidas com encarregados de educação (quatro, ao longo do ano), destacaram a validade e a qualidade das práticas (ver atas das reuniões), bem como a pertinência das opções metodológicas e educativas. As atividades realizadas no âmbito do PNL (e outras em articulação com a Biblioteca Escolar), bem como as enquadráveis no Plano de Educação para a Saúde, tendo sido, em termos de planeamento, alvo de organização específica no âmbito da coordenação pedagógica do estabelecimento destacaram-se pela colaboração e a cooperação atingida. A conceção e a posterior dinamização de atividades motivadoras e inovadoras nas quais o adulto é parte do grupo e não, necessariamente, líder ou dirigente da ação educativa pressupuseram o conhecimento da história individual de cada criança, de cada família e de cada elemento comunitário e tornaram-se, 1 Ver “Fichas de Avaliação de Atividades do PAA 2012/2013” da EB1/JI de S. Miguel
  2. 2. 2 efetivamente, peças chave na promoção de aprendizagens congruentes e de forte implicação no desenvolvimento de competências técnicas, sociais e culturais para as crianças. A escolha de atividades e estratégias que potenciam a apropriação dos valores fundamentais de desenvolvimento humano: Solidariedade, Partilha, Promoção do Bem-estar e Reciprocidade, bem como de atividades curriculares e extra-curriculares adequadas e congruentes com o Projeto Educativo do Agrupamento são também uma nota a valorizar, com especial destaque para atividades de forte envolvimento comunitário (“Piscina”) ou aquelas desenvolvidas em parceria pedagógica com a Biblioteca Escolar (Semana da Leitura, Feira do Livro, etc.) nas quais se fomentou a estruturação de conteúdos específicos sobre as funções da escrita, sobre o livro e a leitura, sobre a função informativa da escrita e sobre as necessidades literácitas. A página web do jardim de infância, desenvolvida, dinamizada e atualizada pelos alunos (em http://salamarela-enxara.blogspot.com) e onde é possível observar a descrição das atividades realizadas, continuou a servir como espaço comunicacional e de relação com famílias e colegas e funcionou também numa dinâmica de “portfólio” da turma que, utilizando as tecnologias à disposição, contribui para a promoção e reflexão de dinâmicas pedagógicas, designadamente em fóruns alargados de reflexão pedagógica. Dessa forma motivaram‐se, em sala, estratégias de reflexão científica, de experimentação e análise, ligadas a conteúdos sociais e culturais, de raciocínio lógico‐matemático e de aquisição da linguagem. No que concerne ao apoio complementar desenvolvido para o aluno com necessidades educativas especiais, os docentes de apoio e os técnicos ocupacionais e de terapias específicas (ELI Mafra), a equipa, sublinhado o apoio de elevada qualidade, em termos de desenvolvimento e crescimento, de que o aluno usufruiu, tornou evidente o muito adequado espaço de cooperação que aumentou, consideravelmente as dinâmicas de apoio ao aluno, bem como atingiu resultados acima dos esperados. Em reunião de avaliação final, foram destacadas as condições técnicas da escola bem como a liderança e o pragmatismo educativo do educador, que potenciou um espaço de comunicação eficaz entre todos os envolvidos. Foram desenvolvidas, tendo em conta a idade precoce do grupo, estratégias específicas, de caráter afetivo e de prestação de cuidado, de forma a construir um espaço securitário que permitiu um acompanhamento presente e contínuo. Neste particular, a adequação do registo alimentar (refeições, hábitos, tipo de alimentos, etc.) ou dos registos de envolvimento e calma (como sejam o sono e a meditação), foram primordiais na construção de respostas educativas e sociais de elevada qualidade. A evidência da evolução das aprendizagens das crianças é observável nos registos avaliativos, que mostram um crescimento sustentado de competências e saberes, adequado ao grupo e às condições preexistentes (1º, 2º e 3º período). Por último, a colaboração e cooperação constante, conseguida entre todas as salas de atividade da escola, com especial relevância nas salas de jardim de infância, com um trabalho concertado e de envolvimento constante do educador, contribuíram para um evidente sucesso de estratégias de articulação e planeamento conjunto e da sua adequação aos grupos. b) Participação na escola e relação com a comunidade O contributo para os objetivos e metas fixados no Projeto Educativo do agrupamento de escolas ou escola não agrupada De uma forma global, a ação educativa teve como objetivos gerais estimular a criança a conhecer‐se melhor, no seu todo, e conhecer o mundo em que vive, aprendendo a respeitá‐lo; conhecer as relações e das interdependências sociais e culturais e promover novas aprendizagens de forma a proporcionar à criança a tomada de consciência de que pertencemos a uma comunidade com igualdades e diferenças e com direitos e deveres. O objetivo destes parâmetros orientadores foi o de explorar e promover novas aprendizagens, encontrando‐se a expressão de interrogação e de tomada de consciência, de compreensão e de responsabilização, bem como as de pesquisa e certificação, como necessárias para uma cabal compreensão das realidades vividas que fundamentam a pertença a um grupo e às suas regras. Nestes objetivos valorizaram-se a dinâmica de participação das famílias e dos encarregados de educação, numa perspetiva de colaboração ativa e procurou-se a construção de um espaço relacional eficaz com os outros agentes educativos da Escola, bem como os processos de efetiva articulação
  3. 3. 3 pedagógica com as turmas do 1º Ciclo, no qual são de destacar os projetos de ação e reflexão conjunta, designadamente os inseridos no Plano Anual de Atividades. Nas reuniões com os Encarregados de Educação foram apresentadas propostas de colaboração e cooperação ativa que se saldaram por uma elevada participação destes nas atividades e estratégias didático-pedagógicas desenvolvidas na sala e na escola e na sua avaliação. Nos momentos de Escola Aberta foi apresentado aos encarregados de educação, além das considerações globais sobre o desenvolvimento individual e coletivo dos alunos e das suas aprendizagens, um formulário de observação/avaliação baseado num modelo de desenvolvimento de competências, na qual é organizada a informação, individual, de cada aluno, e refletidas, em conjunto, as propostas pedagógicas e estratégias educativas a desenvolver. A participação do docente titular de turma nas reuniões de organização, planeamento e avaliação (Departamento de Educação Pré-Escolar), em reuniões de análise colaborativa e apoio educativo (Ensino Especial – Unidade de Apoio Educativo, Intervenção Precoce – ELI Mafra, Terapia da Fala, Psicologia Escolar) e em reuniões de coordenação e articulação pedagógica (Estabelecimento, Parceiros, Escola Segura, Proteção Civil, Junta de Freguesia), a dinamização e supervisão de atividades de complemento e apoio educativo (CAF), a participação em atividades de organização escolar (aquisição de equipamentos, gestão de recursos, etc.) e ainda todo o espaço de atendimento e avaliação dos processos educativos e curriculares com famílias (Encarregados de Educação) e comunidade, designadamente na preparação de atividades (Associação de Pais e Encarregados de Educação) ou a execução de atividades no âmbito da articulação e cooperação educativa, de onde se destacam as Atividades realizadas no âmbito do Projeto de Educação para a Saúde, com vista à execução do PDC e também do PAA, foram dinâmicas e estratégias fundamentais para a prossecução dos objetivos pessoais e profissionais previamente definidos. Por tudo o exposto, e presumindo que o processo de avaliação comporta a interpretação da informação para uma posterior adaptação das práticas, é possível concluir que as práticas didáticas, pedagógicas e extracurriculares da Sala Amarela se situam num plano de elevada adequação às metas e objetivos superiormente definidos, tendo, inclusive, superado, em termos quantitativos e qualitativos os objetivos definidos para a EPE em sede de Agrupamento. c) Formação contínua e desenvolvimento profissional De salientar as atividades desenvolvidas no âmbito da Reflexão Didático-Pedagógica e da Formação, de onde se destaca a participação em fóruns de debate e reflexão pedagógica (Seminários do Instituto da Educação da Universidade de Lisboa) conforme certificados apresentados oportunamente nos serviços administrativos do Agrupamento. O apoio a estágios do Instituto Superior de Ciências Educativas (receção de duas estagiárias finalistas), bem como a colaboração com alunos do Curso de Educação Básica da Escola Superior de Educação de Lisboa, no âmbito de projetos de investigação decorrentes da frequência dos cursos universitários, tornaram-se espaços de atualização e reflexão técnico-profissional e didática. De destacar ainda as atividades desenvolvidas no âmbito das atividades de complemento educativo (Falar a Escola, na EB1/JI de S. Miguel e Semana da Infância 2013, do Departamento de Educação Pré- Escolar), executadas numa perspetiva de partilha e reflexão com a comunidade educativa. Também a dinamização de espaços de colaboração educativa, desenvolvidos através de fóruns e plataformas de formação on-line (E-Twinnig, Plataforma moodle DGIDC e Portal das Escolas), de onde se destaca a atribuição do selo “BloguesEDU” ao sítio de internet da Sala Amarela (http://salamarela- enxara.blogspot.com) e a participação no projeto europeu “Children traveling to Europe through fairy tales”, com países como a República Checa, Grécia, Itália ou Espanha. No âmbito da formação, destaca-se ainda a frequência do curso de Doutoramento em Educação – especialização TIC na Educação, do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. O avaliado: ________________________________ , em 05/07/2013 Recebi. O avaliador: ___________________________ , em ____/____/2013

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