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Lobato viva 2010

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Lobato viva 2010

  1. 1. Projeto Lobato Viva:Uma aventura de ler Que esta experiência da leitura seja para você, o nosso pretexto de encontro (Eliana Yunes)
  2. 2. BIBLIOTECA INFANTO JUVENIL MONTEIRO LOBATO
  3. 3. <ul><li>Elaboração : Maria Cecília Coscia Graner, Alice Aurora Bandini Tavares de Campos e Nerio Sacchi Jr. </li></ul><ul><li>Executores: </li></ul><ul><li>Aparecida Uliani, Irany de Lourdes Ferreira, Maria Cecilia Coscia Graner e Maria Haila de Oliveira </li></ul><ul><li>Instituições: </li></ul><ul><li>Biblioteca Municipal Infanto Juvenil Monteiro Lobato de São Paulo </li></ul><ul><li>EMEI Gabriel Prestes, representada pela Coordenadora Pedagógica Vilma Pacheco. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>O projeto, foi voltado às atividades de contação de histórias, leitura em voz alta e leitura de imagens, acompanhadas de algumas práticas de expressão oral, escrita e corporal, dependendo da situação. </li></ul>
  5. 5. “ Conta-se e ouve-se para satisfazer essa íntima sede de conhecimento e instrução que é própria da natureza humana. Enquanto se vai contando, passam os tempos de inverno, passam as doenças e as catástofres... O gosto de contar é idêntico ao de escrever – e os primeiros narradores são os antepassados anônimos de todos os escritores. O gosto de ouvir é como o gosto de ler. Assim, as bibliotecas antes de serem estas infinitas estantes, com as vozes presas dentro dos livros, foram vivas e humanas, rumorosas, com gestos, canções, danças, entremeadas às narrativas” Cecília Meirelles
  6. 6. <ul><li>OBJETIVO GERAL </li></ul><ul><li>Estimular a leitura, por meio do resgate da tradição oral. </li></ul><ul><li>OBJETIVOS ESPECÍFICOS </li></ul><ul><li>Desenvolver a capacidade de expressão oral, por meio do compartilhar da leitura e/ou a narração de uma história, efetivada pelo(s) participante(s); </li></ul><ul><li>Desenvolver a capacidade de expressão visual, estimulando os participantes a efetivarem a leitura de imagens e/ou elaborarem pinturas; </li></ul><ul><li>Auxiliar no desenvolvimento de indivíduos autônomos e críticos, no sentido de os mesmos escolherem com liberdade que autores/livros ler ou sugerir para leitura de outrem e; </li></ul><ul><li>Formar público leitor infantil com envolvimento de suas famílias. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>O público alvo participante do projeto integrou o grupo de alunos da EMEI Gabriel Prestes na faixa etária de 03 à 06 anos. </li></ul><ul><li>Os alunos então matriculados em 03 estágios nos horários da manhã, intermediário e vespertino. Planejamos para cada grupo, 04 encontros mensais, às terças e quinta feiras, no período das 10, 13 ou 15:30h, na Sala de Projetos de Leitura da Biblioteca Monteiro Lobato. </li></ul>
  8. 8. Conteúdo dos encontros: <ul><li>Acolhemos os participantes com uma música ou brincadeira folclórica; </li></ul><ul><li>Contação ou a leitura em voz alta de uma história; </li></ul><ul><li>Apresentação do livro, cujo texto foi narrado, identificando o seu o autor, o título, recontando-o, na ocasião, em conjunto com o grupo, porém, reconstituído a partir das ilustrações contidas na própria obra; </li></ul><ul><li>Com parlendas de escolher selecionamos em cada encontro 03 crianças para prepararem histórias a partir das ilustrações para depois contarem ao grupo; </li></ul><ul><li>Propusemos um tempo dedicado à leitura livre e preparo da história a ser contada; </li></ul><ul><li>Com brincadeira pedimos para guardar os livros e sentarem para escutar os amigos contando histórias e, </li></ul><ul><li>Crianças contam as histórias preparadas e finalizando brincamos mais um pouco ou lemos textos que eles produziram em voz alta. </li></ul>
  9. 9. Resultados obtidos: <ul><li>Maior nível de atenção e envolvimento com os livros; </li></ul><ul><li>Crianças conseguem fazer histórias a partir de ilustrações e socializar com os colegas; </li></ul><ul><li>Observamos que os alunos estão construindo repertório próprio, buscam histórias e/ou livros que foram lidos em encontros anteriores; </li></ul><ul><li>Envolvimento dos pais que acompanham as crianças nas atividades propostas e nas contações. Durante a leitura livre é comum os pais estarem contando e/ou lendo histórias para seus filhos e amigos; </li></ul><ul><li>Nos encontros muitas vezes observamos pequenos grupos de crianças lendo para seus colegas; </li></ul><ul><li>Em geral, os grupos respeitam e ouvem seus amigos contarem histórias e, </li></ul><ul><li>Várias crianças ficaram sócias da biblioteca e tem vindo com os familiares não só para pegar livros, mas também para participar de nossa programação. </li></ul>
  10. 10. Concluindo : <ul><li>Foram atendidas 898 pessoas entre crianças, pais e professores, em 28 encontros. </li></ul><ul><li>As crianças apresentam muita dificuldade em lidar com as rimas e não tem maturidade para trabalhos de produção de texto e com dicionários, porém o contato com este material é importante na sua formação enquanto futuro leitor e pesquisador. A autonomia na busca de informação pode garantir a inclusão e a formação de cidadãos conscientes e críticos, conforme estudos realizados e registrados no livro Biblioteca Viva da Abrinq. </li></ul><ul><li>Formamos público leitor e participante das atividades oferecidas pela biblioteca. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>“ A história escutada marca a memória infantil, não só através do interesse da sua fábula, mas também do clima afetivo que envolve a relação com o adulto.” Élie Bajard </li></ul>
  12. 12. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS <ul><li>BAJARD, Élie. Caminhos da escrita. São Paulo : Cortez, 2002. 285p. </li></ul><ul><li>BIBLIOTECA viva: fazendo história com livros e leituras. São Paulo : Fundação Abrinq, 2003. 103p. </li></ul><ul><li>BRENMAN, Ilan. Através da vidraça da escola . São Paulo : Casa do Psicólogo, 2005. 198p. </li></ul><ul><li>FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. São Paulo : Cortez, 1991. </li></ul><ul><li>GÓES, Lúcia Pimentel. Olhar de descoberta: proposta analítica de livros que concentram várias linguagens. São Paulo : Paulinas, 2003. 189p. </li></ul><ul><li>MATOS, Gislayne Avelar. A palavra do contador de histórias. 1. ed. São Paulo : Martins Fontes, 2005. 203p. </li></ul><ul><li>MEIRELES, Cecília. Problemas da literatura infantil. Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 1984. 155p. </li></ul><ul><li>OLIVEIRA, Ieda de (Org.). O que é qualidade em literatura infantil e juvenil?: com a palavra, o escritor. 1. ed. São Paulo : DCL, 2005. 198p. </li></ul><ul><li>PERISSÉ, Gabriel. O leitor criativo: teoria e prática para ler melhor. São Paulo : Mandruvá, 2000. 103p. </li></ul><ul><li>PIZA, Carmelina de Toledo. Entrou por uma porta, saiu por outra, quem quiser que conte outra. Americana : Adonis, 2006. </li></ul><ul><li>YUNES, Eliana. A experiência da leitura. Loyola, São Paulo, 2003. </li></ul>
  13. 13. Maria Cecilia Coscia Graner [email_address] [email_address] Fone: 011-3256-4438

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