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Terapia Gênica

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Trabalho sobre terapia gênica feito por alunos da E.E. Paulo Freire de Canarana-MT, onde são apresentados os conceitos, características e afins da transgenia.

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Terapia Gênica

  1. 1. Terapia Gênica
  2. 2. Informações • Alunos: Andriel, Geice, Kelly e Rubens • Escola: Escola Estadual Paulo Freire • Professor: Giovani • Série: 3º ano E.M. • Matéria: Biologia
  3. 3. Conceito • Terapia Gênica ou Geneterapia • Tratamento baseado na introdução de genes sadios, com DNA recombinante • Inserção de um gene funcional • Produção de proteínas corretamente
  4. 4. Tipos de Geneterapia Técnica Germinativa • Gene é transferido para células germinativas (espermatozoides e óvulos) • Os gametas se fundem para formar um zigoto • Altera o genoma das futuras gerações para vir • Proibida em alguns países devido aos riscos desconhecidos • De alto custo Técnica Somática • DNA terapêutico inserido nas células corporais • Não hereditário • Obstáculos: → Integrar o gene alterado na parte correta do DNA → O gene precisa ser expressado → Expressão genética modificada impede a manifestação da doença
  5. 5. Histórico
  6. 6. Primeira aparição • Primeira proposta em 1972 • “Terapia Genética para doenças genéticas humanas?” • Primeira tentativa em 20 de Setembro de 1970
  7. 7. Evolução de ideias • Possibilidade de tratar algumas doenças → Talassemia → Fibrose cística → Cancros • 2002, publicação em The Scientist → “Doença falciforme tratada com sucesso em ratos”
  8. 8. Procedimento
  9. 9. I - Isolamento do Gene • Etapa de Lavagem → Quebrar e emulsionar a gordura e as proteínas que formam a membrana da célula • Etapa de Eluição → Liberação dos ácidos nucléicos • Biologia Molecular • Extração do gene que contém a alteração genética • Etapa de Lise → Quebra da célula para expor o DNA • Ligação → Uma membrana de sílica retém e concentra o DNA
  10. 10. II - Modificação Ex Vivo • A transferência ocorre em células isoladas • Podem ser modificadas para a introdução • Mais demorado com maior eficiência In Vivo • DNA é transferido diretamente na célula, dentro do organismo • Abordagens baseadas em recombinação são incomuns
  11. 11. III - Transferência • Gene produz grandes quantidades de proteínas para reparar o defeito genético • Normalmente é aplicado o método ex vivo • Ambas usam os vetores para a transferência até o DNA
  12. 12. Vetores virais • Retrovírus → Integram o DNA dentro dos cromossomos da célula infectada, sendo inserido na célula que está proliferando • Lentivírus → Transferido para células que NÃO proliferam (neurônios e células do fígado) ou para células retiradas da medula ósseo • Adenoassociados → São inofensivos para a natureza em relação ao retrovírus → Incapazes de transportar genes de dimensões grandes • Adenovírus → Transportam genes de grandes dimensões → Suas expressões não duram muito tempo O vetor é uma molécula que contém o DNA normal para ser utilizado na Geneterapia
  13. 13. Vetores não virais • Lipossomos → Utilizados frequentemente → Esferas de lipídeos são principais fontes de transferência gênica → Não introduzem riscos para um gene saudável → Pouco eficiente e muito seletivos
  14. 14. Limites da terapia gênica • A maior parte dos esforços é concentrada na procura de vetores que possam transferir o DNA de modo eficiente • Inventados e testados uma grande variedade de vetores, alguns dos quais com chances de expressar o gene estranho em um tipo celular A eficiência da transferência e Duração da expressão
  15. 15. Limites da terapia gênica Segurança no procedimento • Alguns destes derivam de vírus perigosos • É necessário ser submetidos a critérios de segurança Reação imunitária • O produto do gene novo pode instigar uma resposta imunitária no organismo sob tratamento • Pode causar a eliminação das células modificadas geneticamente, ou a inativação da proteína produzida pelo gene novo
  16. 16. Questão ética e religiosa
  17. 17. I – Questão religiosa • Geneterapia não era aceita pela Igreja Católica • Concordância apenas com o caso dos embriões “A ciência pode purificar a religião do erro e da superstição. A religião pode purificar a ciência da idolatria e do falso absolutismo: Cada uma pode conduzir a outra para um mundo mais amplo onde possam florescer.”
  18. 18. II – Questão ética • O DNA é o nosso código de vida • Define nossas características • Levanta questões polêmicas • Necessita de grande controle • Pode causar mutação ou até tumor “Você deixaria mudar aquilo que faz cada indivíduo?”
  19. 19. Terapia Gênica Germinal • Não altera apenas o genoma, mas toda sua descendência • Apresenta inúmeros problemas operacionais → Alta taxa de mortalidade → Desenvolvimento de tumores e malformações → Alteração de embriões potencialmente normais → Irreversibilidade das ações
  20. 20. Conclusão
  21. 21. Vantagens • Encontra-se disponível para todas as pessoas • Permite curar determinadas doenças que anteriormente não tinham cura possível • Mantém a imunidade existente • O internamento hospitalar apenas dura cerca de 1 mês Desvantagens • Apresenta um curto período de duração • Há necessidade do uso da terapia gênica várias vezes • Quando uma doença é causada por uma variação dos efeitos de vários genes e não por uma mutação apenas num gene, o tratamento é dificilmente eficaz • Pode induzir um tumor se o DNA for introduzido no gene errado
  22. 22. Considerações • Apesar da ideia de Geneterapia ser nova, ainda se mostra forte • Precisa melhorar a segurança e os resultados • Não é cura milagrosa, mas tem potencial de curar várias doenças graves

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