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A MESETA:  SERRAS INTERIOREQ E REBORDOS MONTAKIOSOS

 

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UNIDADES MORFOESTRUTURAIS DE ESPAKIA

3.3. As serras interiores da Meseta

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3.4. Os rebordos montañosos da Meseta

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AS DEPRESIONS DO EBRO E DO GUADALQUIVIR

VOCABULARIO
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A depresién do Guadalquivir

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METODOS DE TRABALLO XEOGRAFICO

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2. INTERPRETA O RELEVO DUN MAPA

Toda interpretacion ten unha parte de opinion persoai basea-
da en coñecementos adquirido...
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Xeografía de España. Relevo

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  1. 1. k) LIU A Penfnsula lbérica esta situada no Suroeste de Europa, entre o océano Atlantico e o mar Mediterréneo. O istmo dos Pireneos une a Penfnsula lbérica con Europa, e o estreito de Xibraltar sepéraa de Africa. Dada a sda situacion xeograñca, España forma parte dos paises mediterréneos e, asemade, intégrase no grupo de pafses da zona atlantica europea. As Illas Canarias diferéncianse claramente do territorio peninsular e das Illas Baleares por estaren situadas na zona subtropical, polo seu caracter insular atlantico e o seu vulcanismo. As rexiéns naturais que integran o territorio español estan ben diferenciadas a partir dos aliñamentos montañosos, da disposicion dos seus amplos vales periféricos, das chairas interiores e das sñas extensas franxas costeiras. Esta diversidade das paisaxes naturais españolas procede, en gran parte, da complexidade do proceso de construcion do relevo. O relevo e mais o clima inflaen na formacién dos solos, no réxime hidrico, na vexetacion e na fauna. S. .mKamihostaunlmultqnutauutzlil- Illulihm-Li-h #Aksilaguamnssdhaiiu--uil-: nnnxihllqlqnvn- NPWP O! (auñ(una-asynmnlh--raltavtcv : inluaummumualmzmz-itguallavx-: namu-mhn iku' : luqcuilllhnnsm: matan-navfuxhlasahu Olmllamn-IlcnIllsmliglalnnnlnlllzh Ok! la! lwmihlxillhllatñkllmlm*H'@Himmah : hnlfkr-_Ir-. utqynamaulhlr nnrdt-. xvtn-zlnlnnonnunu - medio fisico de Espana lu: W r 40° s" Pra C Onega/ de& ; m d, Sera l nga: c. Taurfñén c ' o” . Flstena ` w wa Q ma de Muros e 'm, ,Ina de Arouia x L: i 42° x l` n ` a M . q E e i r a A I `l m de Averra W , , : smu “go ”Imam da, CMandegg HW” A I g (tp 4- , & wi at? A. 5,* a g , t. . s* 131” , ' a a ' R _(93 1 9 . o c. Carvaelm 4,& @P 9 , R 6` ~ SV* `o l- ; _ ` a ` Z a Sorrala o 'g w q, $1. b = ` l < _o H' t. Alm Esmmdo / w c V Alenrexab j . m Esmme/ ap* s av Q , 35. a ' u 5 n * ° “ " c ds Sma: M 9 0 . o” 9- o p I UAN sa L; da 4 / E a r v 9 IV VIEEITIE c d G o a sama Mana d a 12' A' _ 10' _ B V I a ^ 18° 15- 14- Aleg/ unta v A a 1 OCEANO ArLANr/ co Lanzarole **Fa/ ma IL L A s c A N A R I A s Prah-miguera $35” Lignin". A Bourne _ a: : Machicha: 101705 Tanam& m deAm/ w' , _m, v,, ,,“_, m. da P, Fuenca/ renre 5- t" Tano , smm ` r Pra das Drganos . um» I AGomsra . imun ma' Candu. , m. Akun , gaun, ,, Pm . mn . _ Hisrro/ Feno ds Hasna d" *m* E" r m. de Maspalomas Pra- ma! da Hastinga n 18" _ _W Lonx. oesxe 16' de Greenwuh
  2. 2. a IVI a r : L 9 a, .. _ J A g, , c ll| ° _un b l 'v dal” * a a, w a . e v° Golfo de , . t g* Q Biscaia $39 'A, d' " V ° ' = " * Harun-r" y* * r a g macam s 4 m& e o I f o ' nu ' , lLlflhAçv "A , , ' é beluk' d e "~~'Hc'“*aqp p _ RI 9 ` . ; Bua-wb” , . , V . , , w' Em Ei. .., ,. "III“'U" L 9 ° n 1 ` 1.379 u' 1.516& A ~ 15%! ! , o. r Lara v . U* "I Carbon; m, V ` Bure a. " m", , _ Engga. da éb' * a a ' : L sa, "`u`4:': $a;5g"'@'3decreus ' w _ruim ; a g r fa, lhjvia. gdg Roses ZJBJm r = a . /, r d? r? , r : az-l 'a r / . r a ' . ,f * , " r * . - $5neua `° ` ê r Egg. " m, , v , f A , m , r ` 5 H , _ - r _ -1 . ,_ : Laa ' ` 'fQHauurN-sm- 1 untu: , 3 x | J 1» ~ l' , En: #aTo/ ”q ”v *$. a°`°“mmsumsnn , 1; s , ' , g. w , 3 - ; / , ~ x ) a w < N, ` A a? r h' . r s w a 'K ° E s Entvepenqx a a da m , e ^ W Been . a ~ . V I , PL ma' ".7”'. "`^ N , j g CWFVTE1V, , rm ma w r" ` " * " ` ` '15, columbreres 9 EN l, 'Axçudiac de! Fm" Me” * w , ev P~ FuiuM-'W' 1 m wus- , Va/ drtanas 0 y '53 Drugoairs 3 Manan, ,, , Vu-Inta ` ' ' M u sr r 15 x 5 * 5 7' s' r Q e ; a is” E v* cdssavines SHisGWdHuS. ” : firman ' ° E540 "x M a " c aw * Ajukan? " - ”amma AsWlUSV" a. c , /A Q _ 95/ valencia Eivisa r ` , gnti/ de r. "-°o; ê” 1 A 3 "t, @pa FL; , ` . ~ 4 re . ma v gym, + w za cwe o k r E 'd - q ~ al . e A , *Q r N farmentna ` “a ; ':"°'o“Z ' »thegun r V P vy* u& ada : :m 5315 , i < m, t rahmat/ a E, , du , r pal Pengda de a - m o w gr x s; , r e / .yk , m, , . Harba , _ A Guadahwena 9. m" a I * K M ' *r ' " " *` . de Horta 9» 1 ' DESI. de Y C ~ 33 Dbspsñaderms x c. de sm, Pola Q p . .. '- Seqwa ' 'a “If” MarMenor ' ( ` Carlaxsna c, d, Palas a; ag' c. Tiñaso 2 'I imam* v Lr r E 'R *_ Manrmn i K g: xem 'r J. _. B ~- M Neg/ a. *i'm* » r u* [Quo ' “'99” êtainhlmzfvsnhbm 6 *g velña' : mui x 9 , usum As x M ' " `^'""""'” G. ” de c. Ténés - ñ Almeria c. deGata a r r I - uga. M Mw . 'r N 0 °4 K' J A , .- , ' E L L w ”l” GDde , . . ~*5«`“, TV”J w Pra. de Tarifa Pump" M . u Arzew A ' . r K - -ç deXlbralta j m IdeAIbarén 1)* ' MUSIC K Almina h &yang y: * de Alborén _ “bm k* g D Freak? sr Kébna b& x? c. Tres Forcas R l A . . . ` $3' c. X E . Q A L Zahrvu i I , a v mmm 0/ . ^ " W ' ' ' I« , 1 '* , r I . M A» R , R `0 r C Q s O mapa do relevo amosa os trazos fisicos do territorio español. 6” 4" ~ 2° Lonx rOeste o" Leste ne Greenwmh a V 4
  3. 3. 8, 17 , M a r C a n t a b r I c 0 b a. Pra, de Eslaca r. ? a C0rregal deEarss g cd 0 e°° w g ^""°9"'°° ' s* ~ 9 a* 'x '~ Golfo d e a , ma d. : U &nas 3%? ?? 'êgoéê Bkcaia 65& s ` l c | A N Swan, ,, , _ W . .gu , t U ' n ~ 1; c *a m& r . 'Manui' “ $95 Q *e , wea , r ? '54 , r T c do . s C. Hiauer ”mg tx su* As MQ" 4/ 3' " r w' ` "~ ` l ' ' `1 - , n , y L1 . , r ~ x RD, VE; 1.2; 5A N ni a r k” . , . I ' "' E r. :sierra u _n dli. , K' X/ 1 ; nw ? Nm 1315.; em ; sama ` , A , g ~ Mw» undur , Lora Bu, ,, nude/ iruw” 'mm n v 1 ` Ia a ' - ; - Gasan A& , , = .a y" AM” M e s e t a “z s Wr? ?? “ W” s* Say. Dam ma, de J. ” w. ` v Santa rem “s Ja? " @Gum Tana ~ . ' -, dovma ”°»' ' * &f; M x g r ; rm a. 00 Lt* m' , k . ragaman-z bm I V; g x Mgqumfñln! ` ` 6 a d, 53,0., m* g m's“{`? '"" Lagoade ç° mae , a A' Fun : u. ' ' a “”"°°"”"0 a, " '05 r jantlovdl h Enc de fr O Q* +Z m” r, ` Gum* d, , Della da E510 ma u. : Aygvn ~ * , ~ Pun Sama Tareura , PA t Go Hoja z g o I Husin NI _ae , Nnyacnnndl r; a . 5,, ,, * ~ f * sp V4'nw'|1)( a mm Lmnfgd" * s r, W -; , r; u, ,, ae' ` *` " v . M 'yg I , a PIIIVIHIJ/ . Dndaga , - ' d& g , un F . - - v ' ` , 'r * I , c I meres Velgas “w , e P / “Mif . o Vs cum 9 de Carra r ~ om, ,, P* vw de 4 t o - é , e Galfo ru Duga, ,, amara/ las 1 I _b ar( m d? 0% / ww. M 'r' v' , ; ' r m, , . , r* e , a p de Cécer I. ., , wr f, c A Arhuvera slAgsw/ ivuavcls, d( A " 54 a valencia Eivisa . fair/ Zia s u", _gs“`°°ae' ). ' + 0" r& w Formenrera Encdo a tataran 6a r, ' °~ 5 v a ada Nan z ar - , or , s . , x ' ago '43' &aq; ` @galau-Save m, ,, , ipw . _ h, Perusda delfadl 52133,3 ke# * Way' A Guadahnena 9? . g , r . .$0 r ~ Dm, ,, ~ : r / '“”'“' - E CdeHona ^ m, ,, , a Des! . ae , ~' ` 4 Y ~ _ Os “ , 'nsspgmerra. I, ~ z . (asam . w c. ds sm. Pola 5 `% Pedraohe . ' 2 ~ » r z " 1-) ' r 99"" , ~ f? , . 5 . II , , , K; , 2; V , ,amuwkvk . . , , , 5335H? , yg E. de 'dar'. ~ '. _«'b"a`f, .' Amen. , &jabaar . » 5)”, “w” NAR* 'm' 1/?9 ? ob carnpo x, DAndéva/ u* a - ' r “' daWXQU . 4291' '° ' ocha k' ñ. de ~M”ME"°' ~: , 5 ; ynb Goa op. a , er "m" e Bata g ` ' Canaxena ~ c de Palas Q& c _ d 7 ~ usm . ~~ “de, CVTiñDSU e mk G s , ;MM 0 ; : E, I R Amauri; Mazanan x . , ` _ . 4 , g a; v e xeml : mam Di 4 L`HLNE &Eylau I ` inca 76* k r G , f ”D o '“ Aiiega @pha nnale/ “vs ”m” ' 6 Il e D D * - , A l! 'I ` C. de _ , , Encdo, `r van; :uan = 3 Sama Mana d e 5.6 Guadalharre- . .L 1398;! ” As# u v - 4 ` _ 'z ' ' P” 35 G. °de' c Tense 8 C a d ' Z a 5.' Hmm' . ma, ,, r, Almeria c. deGara r W 73" " de Malaya 'u, a Alegmnza ` “a M O A G/ aczoss "'42 Lanzarote F' 36' Pr agr r &abiz Mar iri: : L P* 5 , p a. an_a , 5 m "hauma Borama Extrem; de xmraaxavv m. / de Altmran p 1 Labns c, Amma 50°; de A / borén 58cm F I r España) “of c Frga/ O r MW ana/ e" u a $9* c Tres Forcas H * w' b" E _ da; c A L X 2s- S' 'y. “ i , ». romas 1 M A R R o c o s 0 m fnsic- " 9 Lonx. Oeslc n Lrat& de Greunwnch
  4. 4. I O TERRITORIO ESPAKIOL: O RELEVO O estudo do medio fisico de cada pais é fundamental para comprendermos as posibilidades e as oponunidades que o marco natural Ile ofrece a actividade humana. Os avan- ces da ciencia e mais da técnica permitiron resoiver algunhas Iimitacions, pero sempre sera mais comple- xo e custoso trazar unha via de comunicacibn nun relevo montañoso que nunha zona de chaira. 140* 12U` 1.1. Situacién da Peninsula lbérica , * wo" A Peninsula lbérica esta situada no punto mais oc- cidental de Europa. E unha das tres peninsulaa meridio- nais que hai no continente e a que presenta unha forma mais maciza. Esti-abon, xeégrafo e historiador da antiga Grecia, comparou a forma da Peninsula lbérica cunha pel de toura estendida ao sol. A posicién xeografica que ocupa a Peninsula réstalles facilida- des as comunicaciéns e ao Comercio con Europa, xa que os Pirene- os actuan de barreira natural. No entantc, a cordilleira nunca foi un obstaculo para o contacto dos pobos que habitan nesa zona, nin para de ter as invasiéns que houbo no pasado. Ademais, os portos de montaña, sen se- ren moi numerosos nin doados, sempre foron accesibles. A fronteira tampouco respecta a divisoria de augas, xa que as cuncas dalguns rios, sexan españoie ou franceses, se estenden por puntos de ambos os dous paiaes. Polo Sur, sri 14 km separan Xibraltar de Africa. Polo estreito cruzaron po- bos, e ao longo do tempo existiu un active intercambio cultural e comerciel, so- bre todo de vexetais e animais. Hai quen di que o estreito afasta Europa de Africa, para outros é unha ponte entrambos os dous continentes. O feito de que a Peninsula lbérica cerre o mar Mediterraneo e o converta nun mar interior tivo unha importancia estratéxica para a navegacién, especial- mente para o control do paso do estreito. . . 160' 180” PN 6G” 40° "y 29/ an" 2D" eo" *r . O"Ecuador r , r 20' 40' 60" Meridiano de Greenwseh? España no mundo. 0 O paraleio situado a 40° ao None do Ecuador cruza a Peninsula e as Illas Ba- leares. Se desde aqui nos diriximos cara ao Leste, que paises cruza este paralelo? E se imos cara ao Oeste? - O meridiano cero ou de Greenwich pasa polo Leste peninsular. Que paises atopa- mos se nos diriximos cara ao Norte? E ao Sur do meridiano? España é un pais europeo de extension media (505 990 kmi). O territorio español ocupa a meirande parte da Peninsula lbérica, e fo- ra dela, dous arquipélagos (as lilas Baleares no mar Mediterréneo e as Illas Canarias, no océano Atlantico) e duas cidades auténomas Ceuta e Meliila no Norte de Africa, ademais dunha serie de peque- nas ilias ou illotes e penedos. < Total Estatal Peninsular Illas Baleares Illas Canarias O estreito de Xibraltar separa as augas do Atléntico das do Hediterrñneo. Ceuta - Que cres que representan os 14 km do estreito para as persoas Melina que desde Marrocos desexan emigrar a Europa? i _ 1. o MEDIO risIco DE ESPANA Terrjtorio Extension (en kml) 505990 493 5519 4992 7 447 l 9 1 3 I , en
  5. 5. COORDENADAS XEOGRAFICAS no TERRITORIO ESPANOL I's) i* rm `1 r; . ng 'i d' re “ES -5 . . 'mt g, e « ~ r 7» Q l' a~ r i c-s w, °= a 1 a J '- *l* a im ` **IIS e ` @J: ' _ @s i, , I “t” ? w 115 ñ 1 `,4 , , , _..4 ' i España peninsular i 3. Cabo de Creus (Xirona), 3° 19' 05' E ' Lonxitude: 5° |7' za" o Latitude: 1. Punta de Estate de Bares (A Coruña), 43° 47' 36' N 1. Puma de Tarila (Cadiz), 36° 00' 08' N Lonxitude: 4. Cabo Touriñén (A Caruña), S" 17' 46' O Illas Baleares Latitude: 5. llla de Sanixa ou dos Porros, 40° O5' 44' N 6. Cabo de Barbaria (Formentera), 38° 38' 32' N Lonxitude: 1. Punta de #Espero (Menara), J" 19' 29' E a. Illa da Plsna (Illas ses Bledes), l° 09' 37" E Illas Canarias Latitude: 9. Puma Mosegos (Alegranza), 19° 24' 40" N lo. Punta dos Saltos (Ferro), 27° 38' 16' N Lonxitude: ll. A Baixa (xunto a Raque do Leste). 13° 19' 54" 0 12. Roque do Guincho (Ferro), 18° 09' 3a' 0 Melllll Latitude: 37" |7' `|5'N LonxiIude: Z° 56' 51 " 0 Ceuta Latitude: 35° 53' 45" N 1.2. Caracteristicas do relevo peninsular español 0 relevo é o conxunto de formas que presents a superficie terrestre. Estas formas do relevo son dinémicas, de xeito que se van construindo e destruindo co paso de milléns de anos, nun proceso que chega ata a actualidade. 0 relevo peninsular español presenta catro trazos fundamentais que o ca- racterizan: ° A forma maciza vén dada pola sua anchura e a extension das suas costas (4 000-5 000 km). A meirande parte do perimetro costeirc presents un trazado rectilineo, coa excepciéu de breves tramos como o litoral galegc, con costas recortadas. O trazado rectilineo das costas peninsulares ofrece poucos refuxios para a na- vegacién. ' A elevada altitude media debida a dous factores: a existencia dunha exten- sa meseta central, que ocupa tres cuartas partes da Peninsula lbérica, e as numerosas e diversas cordilleiras que cruzan o terriborio. A altitude media da Peninsula lbérica é de 600 m, case duplica a de Francia e, en Europa, su é superada por Suiza, cuxa media é de 1300 m. A altitude da Peninsula e as pronunciadas pendentes montañosas impiden a formacién de solos aptos para a agricultura, dificultan as comunicaciéns e endurecen as condiciéns climaticas. - A disposicién periférica do relevo peninsular complica o acceso a Mese- ta, é preciso salvar un forte desnivel ata alcanzar as zonas chas centrais. Ademais, xunto coa amplitucle da Peninsula, os relevos periféricos impiden que a influencia climatica do mar chegue ata as terras du interior, o que fai mais extremos os invernos e os veréns. - A diversidade do relevo da Peninsula, debido a sua complexa formacién xeo léxica e a variedade dos seus climas, explica que o territorio presents unida- des naturais ben diferenciadas as Cales influiron na diferenciacion das su- as rexiéns e na diversidade das paisaxes. - Indica cales son as coordenadas xeogra- ficas da España peninsular. v Cales son as coordenadas das Illas Balea- res e das Illas Canarias? - Indaga que outros territorios, ademais dos que aparecen neste mapa, forman parte de España. [ ARAQSAERESMAI ~ i A disposicién periférica dalguns rele- vos da Peninsula lbérica dificultou duran- te séculos as comunicaciéns entre a costa e a Meseta. Por exemplo, para algunhas Comunidades Autonomas maritimas, co» mo é o caso de Cataluña, no pasado re» sultaba mais doado proverse de trigo na- vegando polo mar Mediterréneo ata o Mar Negro, que transitar os elevados e di- ficiles pasos de montaña que Comunica- ban as terras litorais co centro de Castela. i 1. o MEDIO risico ne ESPANA a 4
  6. 6. A FORMACION xEoLoxIcA DO RELEVO PENINSULAR A formacion do relevo peninsular é o resultado de dous pro- cesos fundamentais que teñen Iugar no transcurso das diversas eras xeoloxicas da Terra: a constnicion de relevos debido a for- zas intemas da Terra, e a destrucion de relevos por efectos da erosion. Como resultado destes procesos distinguimos varios ti- pos de relevo e de rochedo. 2.1. Era Primaria ou Paleozoica Ao principio da historis da Terra, a Peninsula lbérica non existia, o seu espazo estaba ocupado polo mar. As primeiras terras emerxidas peninsulares formaban o antiquisimo macizo granitico galego, mentres que o espazo restante seguia ocupado polas augas mariñas. No transcurso de millons de anos, neste mar depositaronse arxilas e areiscas ou pedras de gra que formaron poderosos estrntos. Durante a Era Primaria, hai uns 250 millons de anos, estes estra- tos comezaron a sufrir grandes presions e elevadisimas temperatu- ras ocasionadas polo movemento da codia terrestre ou movemento herciniano, e pregaronse lentamente. Ao mesmo tempo os mate- riais que formaban os estratos convertianse en rochas metamérfi- cas (lousa, granite, cuarcita e xistos). Nas rochas metamérficas abunda o silice, por iso a estas rochas tamén se lles coñece como ro- chas silicicas. Ao longo do movemento herciniano da Era Primaria, forméronse importantes sistemas montañosos. Estes relevos foton erosionados intensamente ata quedaren arrasados, formando zocolos aplanados de materiais rixidos e resistentes. A erosion foi tan intensa que par- te dos zocolos quedaron cubertos polas augas e outra parte se viron reducidos a relevos predominantemente horizontais. Ao Oeste ele- vouse o Macizo Hespérico, arrasado pola erosion e convertido en zécolo ou meseta. 2.2. Era Secundaria ou Mesozoica Os materiais que formaban os relevos hercinianos durante a Era Primaria foron erosionados e transportados pola auga e o vento. Parte destes rnateriais dispuxéronse en estrabos nos fondos mariños proximos ao zocolo. Estee estratos, as veces, estaban formados por materiais grosos (conglomerados de croios cementados por calcarias ou por pedra de gra) e outras, por materials mais finos (pedras de gra, margas, arxilas). A estes sedimentos hai que Hes engadir importantes depositos de restos de animais mañños, moi abundantes en mares calidos e pou- co fondos. Estes depositos mariños, sometidos a grandes presions e temperaturas polo peso de estratos sucesivos, formaron as rochas calcarias. Os materials mais ljxeiros, como a arxila, aboian na auga. As co- rrentes mariñas poden arrastralos cara a dentro do mar ata que ab sorben liquido, gañan peso e se van depositando nas grandes foxas dos fondos mariños, onde tamén forman estratos. 1. o HEDIO risico ne ESPAFM VOCABUIARIO Masos cie sedimentos en lormu de cupu que oonsiituen os terreos sedimeniurios. Relevos de chairo ou de maseh ionnudos du- rante a Eru Primaria ou Puleozoico. Son os méis anti- gos do Peninsulo e esion ionnodos por rochas moi rixi- das que, condo hoi movementos intemos du Terra, non se pregan senon que se iructuran en bloques. Movementos do codio ierrestre que dan Iu- gar a iormocién cie sistemas montañosos. PARA SABERES NlAiS As primeiras terras emerxidas formaban o Macizo Hespérlco, que ocupaba gran parte do Oeste peninsu- lar. O Macizo Hespérico foi arrasado pola erosion e convertido en zocolo ou meseta inclinado cara ao Me- diterréneo. Hoxe, o Macizo Hespérico unicamente é vi- sible en extensas areas da metade occidental da Penin- sula (Zamora, Salamanca e Estremadura), onde forma chairas ou penechairas que descenden cara ao mar. limits acr da perfl peninsular e das as Baleares SEDIMENTACION _ l. depositos de materiais firms _ ll. deposltos de aluvlons _ III. deposltos de anlmais mariños
  7. 7. 2.3. Era Cenozoica A Era Cenozoica esta formada por dous periodos, Terciario e Cua~ ternario, nos que o relevo foi modificado intensamente. Periodo Terciario: oroxénese alpina No Perioda Terciario, talvez polo impacto dun xigantesco meteori- to, houbo unha grande inestabilidade das placas tecténicas da codia terrestre. As mniltiples colisiéns e roturas crearon movementos oro- xénicos que ao longo de milléns de anos mudaron o relevo: - O movemento alpine non puido pregar os materiais antigos dos 26- colos hercinianos pola sua dureza, rixidez e resistencia, de, xeito que os zécolos se fracttnraron e se dislocaron: uns bloques quedaron levantados, outros desprazéxonse, e alguns quedaron afundidos, po lo que se di que parte dos relevos antigos hercinianos rexuvene- ceron fox-manda mesetas elevadas, cordilleiras e depresiéns. O antigo zécolo que ocupaba parte da actual Penins`u1a fracturou- se en dous bloques ou submesetas: a Meseta Norte quedou mais elevada que a Meseta Sur. Nas zonas de fractura féronse elevando bloques do antigo zécolo, formando fallas en escaleira, fondas depresiéns e horsts. Resultado dos movementos do zécolo son as cordilleiras que cruzan a meseta: o Sistem& Central e os Mon- tes de Toledo. Parecida orixe teñen o Macizo Galaico-Leonés, a parte occidental da Cordilleira Cantabrica e Serra Morena. 0 As grandes preaiéns causadas pola colisién entre placas ao longo do movemento alpino, pregaron os materiais sedimentatios depositados nos rebordos dos zécolos hercinianos. Estes es» tratos, ao seren mais recentes e menos rixidos, arquearon e for- maron cordilleiras, como o Sistema Ibérico e a parte oriental da Cordilleira Cantabrica. 0 A colisién das placas tamén pregou importantes depésitos de ma- teriais acumulados nas longas e profundas foxas oceanicas, e frac- turaron, dislocaron e elevaron parte dos zécolos que as comprimi- an. Formaronse asi os relevos exteriores a Meseta: Pireneos, Cordilleiras Béticas e Cordilleiras Costeiras Catalais. Perioda Cuatemario: glaciañsmo 0 Periodo Cuaternario, que comezou hai aproximadamente 1,8 milléns de anos e chega ata a actualidade, caracterizase los seguin- tes trazos: - A erosién dos relevos alpinos, debida principalmente a accién dos rios e dos glaciares, contribuiu con moitos aluviéns que foron enchendo as foxas que habia entre os relevos que rodeaban a Me- seta e os relevos exteriores a ela. Entre o Pireneo e o Sistema Ibé rico formouse a depresién do Ebro, e entre Sen-a Morena e as Cordilleiras Béticas, a depresién do Guadalquivir. ° A sedimentacién e acuglnlamento das zonas baixas. A erosién dos relevos alpinos tamén contribuiu cos materiais que foron en- chendo depresiéns mais modestas situadas entre montañas. Asi mesmo, estas contribuciéns formaron chairas litorais en lugares de augas pouco fondas, coa axuda de areas arrastradas polas co- rrentes mariñas. Estee procesos seguen na actualidade e son visi- bles, por exemplo, no delta do Ebro e nas zonas costeiras da de- presién do Guadalquivir. ESCALA D0 TEMPO XEOLOXICO IDADE AESOLUTA vv~ , - ERA PERIODO EPOCA ALTERACIONS no RELEVO Pregamentos anticl inal Tipos de fallas 1. fall: en escaleira 0 Por que cando hai un movemento oroxénico uns ma« teriais forman pregamentos e outros fallas? 1. o MEDIO rislco ne ESPANA
  8. 8. A MESETA: SERRAS INTERIOREQ E REBORDOS MONTAKIOSOS Como resultado do Iongo e complexo proceso xeoléxico da Peninsula lbérica, o relevo actual presenta catro grandes unidades morfoestruturais: a Meseta, coas suas moniañas interiores e periféricas, as cordilleiras exte- riores é Meseta, duas grandes depresions e os relevos litorais. 3.1. A Meseta A Meseta é a unidade principal do relevo español, ocupa o centro da Penin- sula lbérica e supén o 45% da sua superficie. Durante o movemento alpino quedou fracturada en dous grandes bloques: v A Submeseta Norte ten unha altitude media de 800~850 m; aparece rodea- da case por complete de montañas e esta percorrida de Leste a Oeste pola rede fluvial do Douro. Os rios da Meseta Norte salvan o desnivel que existe entre a Meseta e a penechaira que percorren ata chegar ao mar. O seu en- caixamento nos materiais duros hercinianos da lugar a formacién de faces e gargantas. ' A Submeseta Sur ten unha altitude media de 500-700 m e esta formada por dous altiplanos separados polos Montes de Toledo: o altiplano sucado p& lo Texo e o altiplano da cunca hidrografica do Guadiana. A Submeseta Sur atépase lixeiramente inclinada cara ao Atlñntico; aqui os rios discorren placi- damente ata a sua desembocadura. Entrambos os dous altiplanos esténdese a chaira da Mancha, a de maior superficie de España. 3.2. Unidades relacionadas coa Meseta En relacién coa Meseta da Peninsula lbérica podense diferenciar diversas unidades do relevo: 0 0 antigo zécolo paleozoico. Unha parte do zocolo aflora unicamente polo lado occidental da Meseta, formando unha suave e estreita penechaira por terras de Zamora e Salamanca, que despois se fai mais extensa en Estrema- dura, ata chegar ao mar en Portugal. Nesta penechaira quedan ao descuber- to os materiais mais antigos: granitos, lousas e cuarcitas, as cales sobresaen debido a sua maior dureza. - As cuncas sedimentarias. Polo lado oriental da Meseta, o antigo zocolo atopase afundido e sepultado baixo enormes depositos de materiais que for man as cuncas sedimentarias. Parte destes sedimentos son depositados po- los rios que baixan das montañas e discorren pola Meseta. Entre estes mate- riais sedimentarios abundan: nos estratos inferiores, areas, arxilas, xesos e margas; e nos estratos superiores formaronse cubertas de rocha calcaria de- bido a acumulacién de restos orgénicos. Estes materiais deron lugar a un re levo de péramos, campiñas e costas. ' As serras interiores da Meseta. Sistemas montañosos formados durante o Periode Terciario: co movemento alpino, cando nas zonas de fractura do antigo zécolo uns bloques se foron levantando e outros afundiron; é o que se coñece como tecténica de fractura. - Os rebordos montañosos da Meseta. Formaronse durante o movemento alpino, candu a actividade dalgunhas placas da codia terrestre exerceu pre sion sobre o bordo do antigo zocolo fracturandoo en bloques. Pola contra, os materiais sedimentarios depositados nos rebordos do zécolo, ao seren menos resistentes, arquearon, dobraron e pregaron, formandose as cordilleiras que rodean a Meseta, deixando libre unicamente o bordo occidental. 1. o MEDIO rislco o: Esnfu VOCABULAR| O Disposi- cién e fonno que udoptun os relevos co- mo resulfado da sua formacién xeoléxica, PENECHA| RA Superticie con pendenle moi suave e con fondos de val moi anchos por onde us ougas dos rios circulan menso- menle. Code profundo, case venical, que po- de chegar a former un rio ao Circular so- bre moteriais duros. PARAMOS, CANIPJNAS E COSTAS Nos Iugares da Meseta onde afloran as calcarias, resistentes é erosion, férmanse péramos, superficies estruturais tabulares, planas, elevadas, secas e frias $6 aptas pa- ra o pastoreo. Nos Iugares da Meseta on- de abundan as margas e mais as arxilas esténdense as camplñas, chairas baixas suavemente onduladas percorridas por ri- os, que se forman onde os péramos foron erosionados e que son aptas para o culti- vo de cereais, Os relevos en costa son zonas inclinadas que salvan os desniveis entre os pa'ramos e as campiñas. Pêramo de Cerrato (Palencia). - A partir da fotografia, realiza un esque- ma destes tipos de relevo e situa os seus nomes. Escribe as definiciéns,
  9. 9. UNIDADES MORFOESTRUTURAIS DE ESPAKIA 3.3. As serras interiores da Meseta As serras situadas no interior da Meseta son o Sistema Cen- tral e os Montes de Toledo, ambas as duas orientadas de Leste a Oeste. Como estas montañas son parte do antigo zocolo, o ro- chedo que as forma é de granitos, lousas e gneis. Os perfis destas serras presentan for-mas suaves e arredondadas. Unicamente des- tacan as agudas cristas de cuarcita mais resistentes a erosion. 0 Sistema Central O Sistem& Central divide a Meseta practicamente en duas m& tades e esta formado por unha serie de serras de considerable alti- tude: Somosierra, Guadarrama, Gredos e Gata, e a Serra da Estre- la, en Portugal. O pico mais alto é o de Almazor (2 592 m) na Serra de Gredos. Entre as serras do Sistem& Central, os bloques afundidos forman vales e abi-en pasos de montaña altos e nivosos que dificultan as comunicacions no inverno. O porto mais impor- tante é o de Somosierra, -que comunica ambas as duas mesetas. Os Montes de Toledo Os Montes de Toledo dividen a Submeseta Sur en duas par~ macizo herciniano ou MECIZO Hespémo depresions da Meseta Iebordos alpinos da Meseta depresions periléricas da Meseta i (ordilleiras alpinas Detail& dun bloque de granite. tes e actuan de divisoria de augas entre a cunca do Texo e a do Guadiana. Estas montañas forman unha serie de serras de altitudes modestas (uns 1400 m); en- tre elas salientan os Montes de Toledo, propiamente dites, e as serras de Guada- lupe, Montanchez e San Pedro. Os diversos conxuntos montañosos estan separa- dos por corredores transversais que facilitan as comunicacions. 0 Cales son os relevos que forman parte do zécolo herciniano, das cuncas sedi- mentarias e das cordilleiras alpinas? 0 Lernbras en que parte da Penfnsula | bé« rica é ainda visible o antigo zécolo herci- niano? Imaxe de caos ganttlco na Serra de Gua- darrama. - Explica como a rocha de granito, dura e compacta, se agreta, se desgasta e se arredonda ata derrubarse formando un caos granitico, 1. o MEDIO risrco o: :semu
  10. 10. 3.4. Os rebordos montañosos da Meseta As cordilleiras principais que rodean a Meseta son: o Macizo Galaico-Leonés, parte da Cordillei- ra Cantébrica e gran parte de Serra Morena, que estén formadas por un sistema de bloques, e o Siste- ma Ibérico, que presenta formas complexaa debido a que entre as suas serras aparecen relevos de zécolo xunto con relevos de pregamento. Océano Atlénlico 0 Macizo Galaico-Leonés O relevo do Noroeste peninsular férmao o Macizo Galaico-Leonés, un cadrado montañoso de 200 km de lado que abrangue Galicia, as serras do Oeste de Asturias, os Montes de Leén e a serta da Cabreira e Segundeira. A altitude media non alcanza os 500 m; no entanto, hai algtins cumes destacados, como us do - Teleno e Pena Trevinca, que teñen mais de 2000 m de altitude. O Macizo Galaico-Leonés correspnnde a un frag- mento do relevo mais antigo da Peninsula. Afectado - 8"i""° polos movementos da codia terrestre e formado por un conxunto de bloques en falla, elevados e afundidos, este antigo relevo deu lugar a un macizo en escaleira. Neste conxunto de bloques encaixa a rede flu- vial. Posteriormente, a erosién encargouse de facer retroceder e suavizar as pendentes montañosas, e formou depésitos co material erosionado. Consecuencia tamén da erosién son as formas suaves do Macizo Galaico-Leo- nés. O rochedo case non se aprecia, porque permanece cuberto pola abundante vexetacién que se ve favorecida poles chuvias frecuentes propias do clima desta zona. A Cordilleira Cantébrica A Cordilleira Cantébrica forma unha cadea lineaJ de formas moi enérxicas e grandes desniveis na sua fachada cantébrica e menos acentuadas na sua ver- tente interior. A Cordilleira Cantébrica caracterizase pola sua asimetria entre a parte Occidental e a parte Oriental: ° Na parte Occidental da cordilleiras o Macizo Asturianu da lugar a unha serie de bloques paleozoicos dislocados. Nesta parte atépanse os maiores de- pésitos de carbén de España xunto a unha variada gama de metais como o ferro, o antimonio ou o mercurio. Os accesos entre a Meseta e Asturias son dificiles, pola altitude do relevo e a uivosidade dos seus portos de montaña. ° Na parte Oriental, ou Montaña Cantébrica, os montes perden altitude. Dominan os relevos pregados, formados por materiais sedimentarios, entre os que abundan as areiscas ou pedras de gm e os conglomerados e, especial- mente, as calcarias, que debido ao seu volume, dureza e forte inclinacién son clave para explicar a enerxia do macizo no que forman relevos can cristas e picos. Os Picos de Europa presentan a maior altitude da Cordilleira Cantébrica (2 648 m no pico Torre Cerredo). Outras serras importantes son as de Pena Ubiña, en Asturias; Pena Labra e Pena Prieta; en Cantabria; e Pena Gorbea e Aralar, no Pais Vasco. 1. o MEDIO FiSICO u: ESPANA ESTRUTURA DO RELEVO GALEGO Meseta de Lugo Serra da Cabreira Val do Mlño - paleozolco A amplltude e mal: a dlsposlclñn dos relevos que forman parte do Macizo Galalco-Leonés dlflcultaron durante séculos as Comunica- cléns entre a Meseta e Galicia, Os Picos de Europa teñen unha base pa| eo~ zoica pero a sña parte visible férmaa un gran bloque calcario de formas agudas. cortado por profundos vales.
  11. 11. CORTE TRANSVERSAL DENDE A CORDILLEIRA CANTABRICA ATA O SISTEMA CENTRAL l Cristas Meridionais Terra de Campus 2 000 m 750 m i S ema Central ` (por Gredos) Cordilleira Cantébrica (por Picos de Europa) arxllas e areas v Indica onde situarias o mar Cantébrico, a Meseta Sur e o rio Douro. O Sistema lbérica O Sistema Ibérico limita a Meseta de Noroeste a Sueste. Esta cordilleira esta formada por materiais dos zocolos hercinianos e materiais secundarios que o mar foi depositando, co paso do tempo, no bordo oriental da Meseta. To- dos estes materiais foronse pregando durante o movemento alpino. Na cordi- lleira distinguense dous sectores: ' 0 sector Norte esta composto por un sistema de fallas con horsts elevados que forman macizos de mais de 2000 m de altitude: Serra da Demanda, Pi- cos de Urbion e Serra do Moncaio. Estes relevos separan a Meseta das te- rras da depresion do Ebro. ' 0 sector Sur esta formado por un intricado xogo de serras e depresions cruzadas por rios. Nel distinguense dous conxuntos montañosos: o conxun- to interior formano os Montes Universais, a Serra de Cunca e a Serra de Albarracin; e o conxunto exterior, que esta constituido pulas serras de Xa- valambre, Gudar e o Maestrazgo, que illan a Meseta da costa. Picos de Urblon (Sorla). Predominan cs ma- teriais calcarlos, mol erosionados polo glacia- rismo cuaternarlo do que quedan lagoas que ocupan antigos circos. Serra Morena 0 relevo de Serra Morena constitue o bordo meridional da Meseta. E coma se fase un gran chanzo que separa a Meseta da depresion do Guadalquivir. Se- rra Morena, vista desde a Meseta, ten escasa entidade montañosa, uns 700 m; pero vista desde a depresion do Guadalquivir aparece como un relevo alto e es- carpado de 1 200 m que cae bruscamente ata os 100-200 m na depresion do Guadalquivir. Rio Guadalquivir Serra Morena Serra Morena débelle o seu nome a cor dos seus materiais, arrincados do vello zocolo, como as lousas, e tamén ao da sua ve- xetacion de xarais. “En Serra Morena explotanse desde a antigui- dade importantes depositos mineiros, que hoxe estan clausura- dos, minas de mercurio de Almadén, cobre de Riotinto e carbon de Penarroia. O relevo abrupto das serras como a de Madrona (1323 m), Pedroches . , . . . r A . x e Alcudia, sen vales transversais que as crucen, fai moi dificiles as comuni- 0 bordo da Meseta cacions. As serras son mais baixas por Huelva e Sevilla (Tudia e Aracena), O ` ` x E" Se” ”me” m' , , , _ , profundamenle ata- unico paso que comumca a Submeseta Sur e Andalucia a traves de Serra More- k : ado pola , ade nw na é o de Despeñaperros. w vlal do Guadalquivir 1. o MEDIO risxco us ESPANA
  12. 12. F *r '33' AS CORDILLEIRAS EXTERIORES A MESETA As cordilleiras exteriores é Meseta féronse formando ao Iongo do Perio- do Terciario coa oroxénese alpina, cando tivo lugar a colisién e rotura das p| acas da codia terrestre que comprimiron e pregaron os depositos sedi- FONDA Terreo chan e extenso, recheo de aluviéns e rodeado de formation: monic- mentarios acumulados nas fondas foxas mariñas. Estes movementos tecté- 'mas' nicos formaron os Pireneos, as Cordilleiras Costeiras Catalés e mais as EADUWD Term Sedimenfufiosé" ”bem” cordmeiras Bética& ra vexelol e con moitus barrancas, 4.1. Os Pireneos "n"*"" Os Pireneos constituen un aliñamento montañoso continue duns 440 km de _ _ . 4 Os Pireneos presentan a modelaxe g| a~ lonxxtude que se estende dende o golfo de Bxscam ata o cabo de Creus, debu- ciar méis importante da Peninsula lbérica, xando un limite natural co resto de Europa. A cordilleira, con anchuras de Durante OS peñodos gladares Cualemano; maiis de 100 km, disponae nunha serie de aliñamentos paralelos que, desde a un gran mamo de m), (oma ; e ; e ; rame parte central ou axial do Pireneo, descenden en forma de xigantescos chanzos. dun casquete polar, cubria os Pireneos, Duas grandes unidades forman esta cordilleira que present& unha estrutura dende o Canigé (2 784 m) ata o pico de complexa: o Pireneo axial ou central e o Prepireneo. Orhy (2021 m) F0fm3bñ unha "ome E00' tinua de case 300 km; o nivel das neves permanentes era aproximadamente de 1 800 m no Oeste e 2200 no Leste. O Pireneo axial ou central No Pireneo axial ou central é onde se atopan as altitudes méis destacadas, como o Aneto (3 404 m) na Maladeta, o Monte Perdido (3 355 m) e a Pica d'Es- tats (3 143 m). Debido é sua altitude, os portos de montaña son dificiles e esca- sos; o méis importante e' o de Somport. A parte central esté formada basica- mente por materiais hercinianos, que constituen macizos elevados e cristas. Aqui persisten os ultimos restos de glaciares, grazas tamén ao clima de alta montaña. 0 Prepireneo O Prepireneo, de menor altitude e de formas méis suaves, férmano dous ali- ñamentos montañosos paralelos é zona axial, de materials secundarios calca- rios: as serras interiores, que acadan milis de 2 500 m de altitude, como Guam P 'a' rras exterior-e C d' M con alftud " modestas. e en ' e as se s' a l' , ontsec' f, es mfns , _ Vista do Val de Ordesa (Huesca). Pode Entrambos os dous grupos de serras abrese a depreslon media plrenmca, amma& a , mm e, , U, ,estemuño do N alongada, estrelta e interrompida por outros relevos. sado glaciar date sector do Hreneo axial. UNIDADES ESTRUTURAIS DOS PIRENEOS D e r e - ' o J' p. s , f , , de A q , d v" . o u - FI r ftp : 'z , ,mae r): “ ~ 67,94,” i &wani/ Z , na 0 Cantas unidades de relevo u ______ >_ . . . m" »MAMIN snm! " se poden dlsnngunr nos Pu reneos? “-_ Rose/ Ian I EHTQiTT- - Que sector dos Pnreneoa 3 abranguen os ghcnares cuaternarios7 Cam sur' os dous picos que mutar 'I r . ,a f ' Paleoznnco s* : E " ° ' 9 I Ampmda" ban a zona ga(war7 WM Volcémcas alpinas far/ org; Se, :r o m Mesozoimtaltario D g. H? ! “g 1 0 Que tnpo de matenans ca» Eocena marmn °` ' P r ~ a . 3 U" racterizan o Pwreneo axwaW 3; a , , 6 u , a _ ga Yerriavioluatemarlo " d: 0 E b r o 3 "uni" E 0 prepwemen? Glaciaresçuatemarios w c 9 *< i'm 4 1. o MEDIO FiSICO o: :srAñA 3.--'
  13. 13. 4.2. As cordilleiras Costeiras Catalés As Cordilleiras Costeiras Catalñs estém separadas dos Pireneos por unha serie de fallas e terreos volczinicos. Configuran dous aliñamentos montañosos paralelos é Costa e separados por unha depresién lonxitudinal ou foxa tecténi- ca: a Cordilleira Prelitoral presenta algunhas altitudes considerables, como a do Montseny (Turé de PI-Iome, 1706 m), mentres que a Cordilleira Litoral ten escaeo desenvolvemento. Estes aliñamentos costeiros infhien na continen- talidade do clima das terras interiores de Cataluña. A parte Norte das Cordilleiras Costeiras Catalan amosa materiais paleozoi- cos, restos dun antigo macizo afundido que os xeologos denominan Catalan-Bale- ar, e que tamén emerxe na metade setentrional ou de Tramuntana de Menorca, chamada asi polo forte vento reinante. A parte Sur das Cordilleiras Costeiras Catalés esta formada por materiais secundarios pregados, nos que predomina o rochedo calcario. Algñns relevos sedimenlarios integrados po- la sua orograña na Cordilleira Prelitoral, des- de o punto de vista xeoléxico non son mais ^` presién exercida sobre os materiais sedimentarios acumulados no fondo Oceani- ca marxes da depreslén do Ebro realzadas pola tecténica e a erosion. Este é o caso da montaña de Montserrat, en Cataluña. 4.3. As cordilleiras Béticas As Cordilleiras Béticas formaronse durante o movemento alpino, debido é co ao bater a microplaca Ibérica coa placa Africana. O Sistema Bético férmano PARA 5^3ER55 "m5 a Cordilleira Penibética e a Cordilleira Subbética, separadas por unha se- rie descontinua de depresiéns ou forms, como as de Baza, Guadix, Granada e Antequera, recheas por sedimentos terciarios e cuaternarios que dan lugar a unha paisaxe de badlanda, pola aridez do clima. ° A Cordilleira Penibética, situada mais proxima a costa, esta formada por materiais do antigo macizo herciniano Bético-Rifeño, levantado pola oroxenia alpina. Nesta cordilleira atépase Serra Nevada, cos picos Veleta (3 398 m) e Mulhacén (3 482 m); este xiltimo é a maior altitude da Peninsula. Outras se rras notables son as de Filabres e Estancias. Mleropheu lblrlca / - A Cordilleira Subbética constitue un grande arco de materiais pregados que se estende denda o rochedo de Xibrlaltar ata o cabo da Nao, onde se afunde no mar Mediterraneo para emerxer mais tarde formando parte do r& levo das Illas Baleares. Nestas montañas sucédense as calcarias duras e as margas mais brandas, que dan lugar a un relevo quebrado e irregular. As se rras mais destacadas son as de Cazorla, Segura, Sagra e Maixina. 0 KJ. A; Iimite de place A litosfera esta' dividida en placas tecti» nicas. 0 territorio español forma parte da placa Eurasiética e atépase preto do Iimite desta coa placa Africana. Nesta zona de contacto, as grandes placas fragméntanse e constituen placas méis pequenas, como as microplacas lbérica e de Alborén. PLACA AFRICANA UNIDADES ESTRUTURAIS DAS CORDILLEIRAS BETICAS A érea de Serra Morena e mais a de- presién do Guadalquivir forman parte da microplaca lbérica, mentres que as Cordi- lleiras Béticas pertencen é microplaca de Alborén. 0 Cantas unidades de relevo se distinguen nas cordilleiras Béticas? Cales son as altitudes méis destacadas? 0 Que tipo de materials caracterizan a Cordiileira Penibética? E a Subbética? 1. o MEDIO risrco ne : smm
  14. 14. AS DEPRESIONS DO EBRO E DO GUADALQUIVIR VOCABULARIO Tipo de relevo de superiicie aplonado e Iadeircis empinodas. MALLO Roche alto e escorpoda, Entre as montañas exteriores é Meseta e os relevos que a ro- dean esténdense duas grandes depresiéns de forma mais ou menos triangular percorndas polos n'os Ebro e Guadalquivir. Ouieiro escarpado no alto e con cume piano. i i i 5.1. As depresiéns exteriores é Meseta: Ebro rem. , simda e cim, ,, de gmnde exfgnsién, m. i e Guadalquivir decide de vales e barrancas. As depresions do Ebro e do Guadalquivir foron ocupadas polo mar e logo lentamente enchidas por sedimentos, uns de orixe te- rrestre depositados polos rios, e outros por sedimentos mariños ou lacustres. Estes sedimentos formaron relevos practicamente hori- zontais que posteriormente, pola erosion dos rios, deron lugar a relevos tabulares, ali onde os materiais son méis resistentes, e vales e socalcos, onde os materiais son brandos. A depresién do Ebro i A depresién do Ebro queda encaixada entre o Prepiteneo, o Sis- ; tema Ibérico e as Cordilleiras Costeiras Catalñs, ten unha lonxitude duns 380 km e unha amplituda maxima de 150 km. A depresion esti vo ocupada primeiro polo mar, pero logo cerrouse e formou un gran lego enchido lentamente por materiais continentais depositados po los rios, como conglomerados, pedras de gra e margas, ou por sedi- mentos de orixe lacustre, xesos, calcarias e sales. Os materiais mais " grosos e duros configuran torres rochosas, mallos e moas calca- i rias, mentres a erosion desgasta os materiais brandos. i i i , 0 Ebro percorre toda a depresion. Xunto ao curso do rio e dos seus afluentes disponse a rede de comunicaciéns, situanse as cida- des e esténdense importantes zonas de regadio. O Ebro ébrese paso _ tr t . . d C din . c t . C t l, d b A depresién do Ebro constitñe unha zona dunha gran ri- en e as mon alias as Or emas os mms a a as para asem O' queza agricola, Ha Irnaxe, curso do rio Ebro, prelo da : Ida- car no mar Mediterraneo, onde forma un amplo delta. de de Logroño. DEPRESION DO EBRO Rio Géllego i Rio Xalén Bioque-esquema das formas de relevo tabular msecxoi cznaawkdevresibn mem. 1. o MEDIO risico os : sr/ im
  15. 15. A depresién do Guadalquivir A depresién do Guadalquivir esténdese entre o bordo escarpa» do de Serra Morena e as Cordilleiras Béticas. Trétase dunha gran chaira, de forma triangular, duns 330 km de lonxitude por 200 km de amplitude na costa, que se estreita de xeito progresivo cara ao Leste. A sua altitude oscila entre os 150 e os 250 m. A depresiñn, primeiro estivo aberta ao mar, pero logo converteu- se nun lago que se foi enchendo lentamente de materiais quedan- do preto da costa extensas zonas de marismas pantanosas. O pre- dominio de materiais arxilosos deu lugar a fértiles campiñas de formas onduladas nas que, algunhas veces, sobresaen mesas de calcaria. A depresién est& percorrida polo rio Guadalquivir, que discorre preto de Serra Morena, e cuxos afluentes da dereita salvan o forte desnivel que existe entre a serta e a depresién, razén pola cal son ri~ os que erosionan activamente as ladeiras ou &bas das -montañas. O Guadalquivir tega extensas veigas e desemboca no gulfo de Cé- diz. Na sua chegada ao mar este rio dé lugar a unha zona de maris- mas convertidas hoxe en parte dunha fértil zona arroceira. Ao redor das marismas hai unha ampla franxa de dunas formadas polos ven- tos de procedencia atléntica, algunhas das cales alcanzan os 90 m de altitude. 0 conxunto de dunas méis importantes atépase no Parque de Doñana. PARA SABFRFS MAIS A orixe das marlsmas do Guadalquivir ilustra a xénese dunha forma de rele- vo costeiro moi recente a escala xeoléxica. Na época romana existia ainda un | a~ go ou albufeira literal, que se estendia entre a Costa actual e a Puebla do Rio; tiña uns S0 km de ancho e nel desembocaban cs dous brazosr do rio Guadalquivir. Es- ta antiga albufeira foise transformando nas actuais marismas e o cordon Iitoral que a cerraba ao mar transformouse nas dunas de Areas Cerdas. DEPRESICN DO GUADALQUIVIR Bloque-esquema das formas de relevo da depresiên do Guadalquivir. A campiña (arriba), xunto coas marlsmas (abaixo), Consti- tCIen duas das forma: de relevo mñis caracteristicas da depresiên do Guadalquivir. Despeñaperros Sem de Caxorla Serra de Segura Serra Nevada 1. o MEDIO rislco n: ESPANA
  16. 16. ll ' O RELEVO DO LITORAL PENINSULAR O relevo do literal peninsular esta cendicionado pela disposi- cien do relevo interior que ten unha continuidade baixo e mar a través da plataterma continental. En cemparacién coas costas doutras peninsulas mediterréneas, como Grecia ou Italia, as costas peninsulares son, polo xeral, abertas e teñen unha con- tema pouco recertada, coa excepcien do literal galego. 6.1. As costas atlénticas Nas costas atlanticas peninsulares do Estado español distingui- mos: a costa cantabñca, a costa galega e mais a costa atlaintica andaluza. A costa cantébñca Na costa cantabrica predominan as formas altas e rectilineas. As praias e chairas litorais son escasas, come resultado de rapido afundimento da Cordilleira Cantabrica no mar. Os acantilados ou cantis atépanse ali onde as pendentes da montaña chegan ai Costa. As ondas e as mareas socavan o cantil; cando a rocha é dura e homoxénea, e centil retrocede e eonfigura paredes verticais. Canda o rochedo é de desigual dureza, a ferza da ondada desgasta as partes menos resistentes, formando entrantes e covas ata que parte do cantil se derruba e retrocede de xeito de- sigual. En ocasions férmanse rasas nas costas. As rias do Cantabrice son, polo xeral, curtas e estreitas. Son o re- sultado de vales escavados pola erosion fluvial nos estratos de re» chas brandas que foron invadidos polo mar. COSTAS PENINSULARES ESPANOLAS votAsutAmo m Superlicie plane limilada por canlis mariños en lorma cle socolcos, legesalgadoseparadodomarporun eordén literal, que pede ter eonlecte temporal ou pemianenle ce FDGI'. TOMBOLO Illoles recheses unidos eo literal por unha barrci de area, RELEVO DE RASAS Mar Cantébrlto Pra. v 0a Garf S , M “S . g; 5215:; "ia c ae **gafêqar de Bugis Q s& $ d( Eeiçiyé? ” N' PW” v°"r= ?°f°'a, Içlnchichlce u 4,; *' ` - ` ç o. a CQRDMLE/ MLGANTAERICA “h. .. x 5 c Flstarrg @r , ç I i < n. ggvtm l < d& “a so V a, ` . PNS” l~ 'a R “watara ; Allo 'o , 1:. de Craus ` w “ punk” o *z o » Go/ fo de Roses l < n m M? u* i 62» l a " R d l? “o $867 s* 5 *I D'"”° y' '4 , 594004/ 90%# 992333” Donn) L y . RA q 23"* ? a @$0 >. q A 0 9 ke Delta Res q #500 r M, “Eno vs do Ebro apa» 9 QQ& 0 Localiza no mapa os dous tipos p g “gj” bésicos de cesta: altas e acamilar O `l , lm” W? “lem das, e baixas e pedras de gra, “a 2 Guadlñ : a: o l 5 a m a : m1 w ° - sca al 'ns acc`dent t iro 1 , MORE, ” &Fi Hyo s o e a V Bu gu 'I es ros e s 55k delman; ,é '~ "ma 3K: * r '° ` que pertenzan a Costa atlantira. "J °"2`5N0$F s” Mi e ` Distingue un para cada sector a ar ener l , _ , _ V OgSEEALCIJ"J$ILLEiRD c de Palas x ` cantabrico, galego e atlantico an' l ° sam, G COSERRKNEVADA M daluz, , de Cad: : . 5a 3 I . d ` 5.626515 . . ad; com 00501 acts& M 3 H qmaaoooo I Reallza o rriesrno exerucio para a c Trnfnlgur m de Europa u s: llllkm (esta medlterranea. lQ ICL Vla deTanYa' I i l. 0 MEDIO FiSICO DE ESPANA l? "
  17. 17. A costa galega A costa galega esténdese dende a Punta de Estaca de Bares e o cabo Ortegal, que son os puntos mais setentrionais da Peninsula, ata a fronteira con Portugal. 0 mais caracteristico da costa galega son as rias. As rias son vales de antigos rios, hoxe anegados e invadidos polas augas mariñas debido a un afundimento da costa ou ben é suba do nivel do mar. As rias chegan a penetrar ata 35 km terra a dentro, e atendendo as suas foi-mas e situacidn pédese distinguir entre Rias Baixas e Rias Altas. A costa atléntica andaluza Entre a fronteira portuguesa e o rochedo de Xibraltar esténde- se o golfo de Cñdiz. Os aluvions dos rios construiron chairas cos- teiras mais ou menos amplas formando costas baixas e areosas, con pouca ondada, onde o vento forma dimas, coino as da costa de Huelva-Czidiz. A accién das correntes mariñas pode acumular area en determinados lugares ata format frechas litorais. Se es- tes brazos de area se dispoñen paralelos é costa constitlien un cordén litoral. 6.2. As costas mediterréneas O litoral mediterréneo constitueno unha serie de costas polo xe- ral baixas e rectilineas que forman amplos arcos, separados polos promontorios rochosos dos cabos de Creus, Nao, Palos e Gata. No litora] mediterraneo distiuguimos tramos acantilados, praias, pequenas calas, albufeiras e témbolos que se reparten entre: ' A costa mediterninea de Andalucia e Murcia. Tamén chama- da costa Bética, esténdese dende o estreito de Xibtaltar ata o ca- bo da Nao. E unha costa acantilada, determinada polos relevos montañosos das Cordilleiras Béticas, alguns campos de dunas e albufeiras, como a do Mar Menur, en Murcia. ' O golfo de Valencia. Dende o cabo da Nao ata o delta do Ebro esténdese, case sen interrupcién, unha planicie literal que ten uns 400 km de lonxitude. Tratase dunha chain-a costeira formada despois dos iiltimos movementos oroxénicos. 0 golfo de Valencia é moito mais pronunciado e nas siias augas féronse depositando se- dimentos mariños e mais terrestres ata chegaren a conformar a actual planicie. Nesta area litoral do gran golfo de Valencia altérnanse praias, ma- rismas e albufeiras, como a de Valencia, e tombolos, como o ro- chedo de Ifach, en Calpe (Alacant). ' O literal catalén. Esta parte da costa mediterranea non é unifor- me, ofrece relevos moi contrastados como deltas, pequenas chai- ras litorais, costas acantiladas e costas abruptas. O delta do Ebro é o maior da Peninsula e un dos mais salienta bles do mar Mediterréneo. Outros deltas menores son os do L1& bregat, Besés e Ton-dera. Ao Norte do rio Tordera, a Cordilleira Li» toral chega ata 0 mar formando cantis con pequenas calas que compoñen a paisaxe tan caracteristica da Costa Brava. l ARAABEnEsMAI ' As Rias Baixas son fondas e anchas, limitadas por relevos mais suaves. Alguns exemplos son as rias de Muros, Arousa, Pontevedra e Vigo. Son enseadas de ata 70 m de profundidade e 30 km de lonxitude. As Rias Altas son menos profundas e mais curtas, como as da Coruña, Navia e Ribadeo. Estes fondos en- trantes no mar dan lugar a moi bos portos. De feito, Galicia ten unha gran tradition mariñeira pola riqueza pesqueira das augas das : uas rias, e polas iacilidades que ofrece a sda costa para a navegacién, Hia de Vigo. Pontevedra, PERFiS DE cosns Litoral do cabo Machichaco (Biscaia) Litoral da Rébida (Huelva) “m” J' r 1, Perñs somerxidas dos ZS km lnrnedsatos en dous [Ipos dcstintos de litorais españons - A que costa peninsular perlencen estes dous lugares? Que dnerenzas existen entre estes htoraws7 1. o MEDIO FiSICO DE ESPANA
  18. 18. RELEVO DAS ILLAS BALEARES O territorio insular español constitueno os arquipélagos de Baleares e Canarias. A orixe destas illas é moi distinta: as Illas Baleares son terras somerxldas que forman parte de relevos pe- ninsulares. As Illas Canarias, pola contra, son relevos de orixe volcanica. 7.1. 0 arquipélago balear As illaa de Mallorca, Eiviaa e Formentera son partes emerxidas da Cordilleira Subbética, polo que domina o rochedo calcario; - Ao Norte da illa de Mallorca elévase a abrupto Serra de Tramun- tana, con altitudes considerablea, como o Puig Maior 1445 m, e im- poñentea cantis, como o da costa de Formentor. A Serra de Le vante é de altitudes mais modeataa (Son Morell, 562 m) e afiindese no mar para emerxer de novo no illote de Cabrera. Entre a Serra de Tramuntana e a Serra de Levante esténdeae unha ampla de- presién central de relevo ondulado, formado por aluviéns, sobre cuxos solos arxilosos prospera a agricultura. Nos extremos da de- preaion abrense a haia de Palma e as baias de Alcudia e Pollença. ' Aa illaa de Eivisa e Formentera estiveron unidas ata o periodo Cuaternario. Ambas as duas presentan un relevo montañoso e unha chaira que ocupa o Sur de Eivisa e mais gran parte de For- mentera. 0 relevo da illa de Menorca é un caso peculiar, porque as terras de Tramuntana, na parte Norte da illa, se relacionan coas Con-di- lleiras Costeiras Catalas, e se supon que formou parte do antigo macizo catalanobalear. Esta zona da illa é de materials paleozoicos e da lugar a relevos erosionados de escasa altitude. A metade Sur da illa ou Miorn é cha, fonnada por materiais calcarios de orixe ma- riña e, vista desde o mar, presenta forma de mesa. 1. 1. " ' 3. ñ 09 RELEVOS INSULARES: BALEARES E CANARIAQ @saltum q Tipo de lormocién clos coviclodes que pen- duro do leito ou do porecle dunha cowo colcorio. Tipo de lormocién clos covidodes que se lomo no chan dunha covo colcario, CON OLCANICO Elevocién en lama cle cono e uber- lo no cume. E o eslruiuro elemenlol dun volcon. ARHSABERESMAI ' "WWW" As serras de Tramuntana e de Levante, de Mallor- ca, son de rochas calcarias. A calcaria é unha rocha bas- tante dura pero esta atravesada por mullitude de pe- quenas fendas. As augas de chuvia penetran por esas rañuras ou gretas e van disolvendo a rocha, formando covas de gran beleza con estalactitas e estalagmitas, como por exemplo as covas de Arta e do Drach. a Uli: ) " “ A' 'v-l , i . ,;. ,_ t; . , lls D E" 'ziwm mm MGDOTC& c. de Cavalleria Naaelwa nunca-n: C d* Pom de 175441,? " . eu Formentor H (MMM / c;_<;4 , m V ada Po ença , Mallorca nigunur= g wa” %°'°'°9°'“ rum; ,xl a Sa'ad? ?ww , “N s» ^'“'*'”; laomvyd* M" l / rk/ “EGE x*. °'s°gé'gnilll5 `Pla. de Capdepera saDragonera K/ SE” g E 5 P lA / d? ' . Bila aj' c. de ca/ a e Marina de s- ' Hguera Palma Ummah, s 0 Calesr son as Illas malores do r. , C. Blanc a 4 qulpelago balear? Cales. son m I Cock/ ine; e ° menores? 1 r - sa Conillera l Elma _ . Pra. Gmssa C desFakdTñcabyeya l` - Busca nun atlas cal e o cabo (in egP-MUN f Peninsula mans proxnmo a estas 39° sa. 6,055# c "WE l 39' Connie/ ag. _Umum mas _ t E lllas. Que memanas chegan ala , . ^ 175511 ; mu-SES e d l este cabo? , Se 5 I . . A: * 5 'mes r M 0 Cal e a orixe do relevo da llld ds _ Formentera M a Menmcav _ C. de lia/ bana © L 1 2' 3” 1. o MEDIO risico ne : slum
  19. 19. RELEVO DAS ILLAS CANARIAS m* 17° ' 1s- 7 7 15- w 1 © H i Alegranza i A Graciosa O C E A N O A T L A N T I C O "W °°~ Chichi A Lanzarote 77°" , 27° 27 "W" Pr sem' ini Muchnchul a' @Wa , 418 m ~ I L L A 5 C A N A R I A S 4 Baca/ na Pra. do Pan-ayam 'V 3 Vi, m. de Tanon ^ Long; g / A Palma i u Rai d! Angga Forteventura p” d* Praude V Fuencaliente Tano r i Pra. da; Organos Vv , Gra" canada budi: "i ; r _t m& l. r l* m. do Raque m1,, , da Entallada A Gomera s 1 * v - 2? ? grfgf _ H” Fla. de Xandza Ir V Pra. da Rasa 4 “Tx-V” , w HIerro/ Ferro - '“ anane E. 1 : 1 600 000 Emm P! d M I o 15 Sulm Pm da namnya a. e aspa oma; 1 j 1a- V 17- VV V V V V V me' 15; 14; I Cantas illas e illotes forman parte do arquipélago ca- nario? Cales son as illas que estén préximas ao conti- 7.2. 0 arquipélago canario nenteahicano; 0 arquipélago das Illas Canarias orixinouse durante o Periode ° Que altitudes destacan nas | ||as Canarias? Terciario, cando o movemento alpino rompeu as delgadas placas tec- ténicas situadas nos fondos do océano Atlñntico. A través das impor- tantes fracturas que se formaron, ascenderon grandes masas de ma- teriais volcñnicos que se foron acumulando no fondo do océano, dando lugar é Gran Dorsal Atléntica, da cal emerxeron unha serie de illas volcémicas como Islandia, as Azores ou as Canarias. RAQSABERES MAI . 0 relevo volcénico de Canarias é moi complexo, os seus materiais presentan unha gran diversidade de formas e disposicions como re- K' sultado dos diferentes momentos xeoléxicos. De feito, a formacién das Illas Canarias é un proceso que continue: o Teide, o volcén méis importsnte do arquipélago, que ademais é o pico méis alto de Espa- ña (3718 m), é un volczin active; tamén hai noticia historical dunha grande actividade volcénica na illa de Lanzarote (1730-1736), que obrigou os seus habitantes a evacuala. As illas de Gran Canaria e A Gomera teñen forma circular. Isto débese a que estas illas son dous enormes volcéns que sobresaen por enriba das augas do mar. Por esa razén, nun curto treito, alcanzan unha grande altitude ata chegaren ao cume central. As illas méis préximas au continente africano ou do grupo Orien- tal (Lanzarote e Forteventura) son bastantes chie; mentres que as illas do grupo Occidental (Tenerife, A Palma, A Gomera e Ferro) e Gran Canaria son moi montañosas. Os relevos volcénicos canarios presentan unha gran diversidade de formas: conos volcñnicos; grandes caldeiras resultantes da ero- sion ou do afundimento de conos volczixiicos; diques duros de basalto que forman roques ou pitbns; profundas banancas abertas en tem- pos de chuvias torrenciais e irregulares; coadas ou mantos de lavas; impoñentes cantis onde as montañas se afunden no mar; e praias nas costas baixas onde o venw acumula areas e forma dimas. Nos espazos onde se depositaron sedimentos de rochas volczinicas des- compostas medran os cultivos, como acontece no fértil val da Orota- va, en Tenerife. As praias de area negra Iembran a orixe vobcénuca da formacién aas Illas Canarias (Lanzarole) 1. O MEDIO FlSICO DE ESPN-IA I V
  20. 20. REPASA o ESENCIAL 0 Territorio da Peninsula lbérica O TERRUORO o Territorios insulares i _ “las Baiearçs ESPANOL - Illas Canarias - Territorios do Norte de Africa i : gamma& - Era Primaria ou Paleozoica | - Macizo Hespérico EVOLUCION XEOLOXICA DO RELEVO - Erosion 0 Era Secundaria ou Mesozoica | . . , - Sedimentacion - Periodo Terciario: oroxénese alpina - Periodo Cuaternario: glaciarismo - Era Cenozoica - Submeseta Norte ' Meseta - Submeseta Sur , - Paramos - Cuncas sedimentarias - Campiñas - Unidades interiores _ çostas da Meseta _ - Serras interiores ' Smema Cemm' - Montes de Toledo . Rebordos - Macizo Galaico-Leonés Reievo montañosos - Cordiiieira Cantébrica peninsuhr da Meseta - Sistema Ibérico continental 0 Depresions - Serra Morena - Depresion do Ebro ztizigsreetsa - Depresion do Guadalquivir _ Pireneos l - Pireneo axial ou central RELEVO - Prepireneo . PENINSULAR gñgiltligls - Cordilleiras | - Cordilleira Prelitoral Costeiras Catalés - Cordilleira Litoral da Meseta - Cordilleira Penibética ` C°'d'"°"a5 Emas i - Cordilleira Subbética - Costa cantébrica - Costas atlanticas - Costa galega kalem - Costa atléntica andaluza eninsular _ , , _ : osteiw V C t - Costa mediterranea de Andalucia e Murcia “dis , - Golfo de Valencia me ' erraneas - Litorai Catalan - Mallorca, Eivisa e Formentera: relevo V V , Rdevo Continental reiacnonaoo coa Cordilleira Subbetnca Arqmpaago - Menorca. relevo relacionado coas Cordilieiras Costeiras Cataias balear RELEVO INSULAR 0 Costas alias e baixas (praias e caias) Arquipélago canario 0 Relevo continental de orixe voicénica - Costas acantiladas e praias 1. o MEDIO risrco n: ESPANA
  21. 21. Point; A PROBA Sintetiza Define a) Xustifica o feito de que a Peninsula lbérica teña unha elevada altitude media. ' Estrafo b) Por que as terras interiores da Peninsula reciben pouca influencia do mak? - Zécolo c) Expiica por que a Meseta constitue a unidade fundamental do relevo español. 0 Penechaira d) Que tipo de materiais constituen preferentemente os relevos peninsulares? o Péramo e) Como son as costas españolas? o Ria a Interpreta o perfil do relevo PERFIL NORTE-SUR DA PENiNSULA IBERICA NORTE [VI E S E T A l SUR MESETA SETENTRIONAL MESETA MERIDIONAL " Rio . ulaunuauuiiriav- a) Copia este esquema no teu caderno e escribe os nomes dos relevos e rios sinalados. l] Analiza o texto e o debuxo a) o relevo esta en cambio permanente, nun proceso moi b) Por que cres que a tronza dos bosques acelerou durante dificil de apreciar a simple vista porque dura millons de os séculos XII e XIV o proceso de formacién do de| ta7 &W105- Asi e todo, a "Umanidade "Oi *Gstamuña dalgans c) Expiica como influiu a accién humana ou antrépica no cambios como o da formacion do delta do Ebro. Le os dana en tempos recentes, Por que razons cres que al- textos e anota cantos séculos durou a formacién do guns habitantes do delta se poden opoñer a posibles delta. transvasamentos do rio Ebro? 1. Anies do século | o delta non exis- tia. O mar formaba un ancho en- trame. EVOLUCIDN DO DELTA DO EBRO I 'r ` / ' 2. Cara ao século IV, cando o val xa ` estaba cheo de materiais, come- i ~ , / zouse a formar o delta. 3. Nos séculos XIII e XIV, como conse- cuencia da trohza dos bosques da i. conca. a formacién do delta acele- rouse. No século XIX. xa ocupaba ' _ / i unha extension semellante a actual. 9 ' 4. A mediados do século XIX, o delta medraba uns 10 cm por ano. Pero entrou en regresion pola constru- cion de encoros, os cales reteñen os materiais que arrastra o rio. 1. o MEDIO Fislco oe EsrAñA yg. _
  22. 22. METODOS DE TRABALLO XEOGRAFICO ANALIZAR E REPRESENTAR O RELEVO DUN MAPA O metoda para representar o relevo é o das curvas de nivel. Emprégase nos mapas opogréficos, onde as Iiñas unen os puntos situadas a mesma altitude. FRAGMENTO DUN MAPA TOPOG RAFICO DA PROVINCIA o: LUGO 7 K Alto rigging# . , . L1 Cartografia simpiiflcada e esquematizada a pamr das iollas n 156 e 157 dos mapas topogréflcos 1150000 de Oencia e Monforte de Lemos 1. LE O RELEVO DUN MAPA a) Lembras a que grupo de Serras pertence a Serra do c) Cal é a diferenza de altura representada entre duas cur- r? Courel? Que curva de nivel é a de maior altitude e cal é a minima? Esta cartografada algunha vila ou cidade? Apa- rece algun punto elevado salientado? Figura o nome dal- gun rio? Trélase, pois, dun territorio montañoso da Serra do Courel de altitudes medianas. Nesta zona os rios es- cavan e desgastan os relevos e abren vales. Nun des- tes vales, a media Iadeira dunha montaña, local/ zas& a aldea de Campodola, preto da que discorre o rio Fe- rreiriño. b) O mapa esta debuxado a escala 1250000. lsto significa que cada centimetro do mapa son 50000 cm da reaiidade, ou o que é o mesmo, 0,5 km. Tai como indica a escala, ca- da 2 cm son 1 km. Calcula que distancia hai en Iiña recta entre a aldea de Campodola e o Alto do Val. vas de nivel? No caso de prepararse unha excursion desde Campodola ata o Alto do Val, cantos metros se van ter que subir? d) Fixate que no mapa aparecen debuxadas unhas curvas de nivel cun trazo mais groso que as restantes; son as curvas de nivel mestras, e indican con numeros a altitude respecto do nivel do mar. Cantos metros separan duas curvas de nivel mestras representadas polo cambio de grosor? e) As augas sempre discorren polos Iugares mais baixos. Ob- serva a forma que describen as curvas de nivel que sinalan o curso dun rio; fixate, sobre todo, no percorrido dos rios Quiroga e Pacios. No mapa debuxamos ademais o rio Lor, ao norte da aldea de Campodola, Indica por onde poderia Circular un aflueme deste rio que non aparece debuxado no mapa.
  23. 23. 2. INTERPRETA O RELEVO DUN MAPA Toda interpretacion ten unha parte de opinion persoai basea- da en coñecementos adquiridos, Con todo, para poder ase- gurar un feito ou aspecto, sempre e necesario consultar e contrastar outras fontes. Asi pois, ademais da informacion que che ofrece o mapa, consulta outros documentos para poder responder estas preguntas: a) Por que cres que nesta zona hai poucas vilas e cidades? Comenta os trazos que presentan os nucleos de poboa- cion do mapa (poboamento disperso ou concentrado, ta- maño das | oca| idades. ..). b) Pensas que é unha zona con boas comunicacions e por- tos de montaña? Xustifica a tua resposta. c) E posible supor que nesta zona pode nevar en ocasions no inverno? Pode ser que o clima sexa fresco no veran? Por que? d) Nestas montañas, que tipo de vexetacion cres que se pode atopar? a) Que animais seran os mais habituais nas partes monta- ñosas da zona e nos rios? f) Cres que esta zona da Serra do Courel pode ser un bo Iugar de veraneo? Cales deben ser os seus principais airactivos? 4. DEBUXA UN GRAFICO OU PERFIL TOPOGRAFICO O perfil topografico é a silueta debuxada pola Iiña que re- sulta de cortar a superficie terrestre. Para realizalo débese utilizar a informacion que proporciona o mapa de curvas de nivel e a escala. No mapa tes debuxada unha Iiña que une dous puntos sinalados cunha cruz para que poidas elaborar o perfil topografico. E indispensable dispor dunha folla de papel milimetrado e unha regra. a) Debuxa o perfil topografico correspondente ao corte do relevo que sinalamos coa Iiña que une no mapa Campo- dola e o Alto do Vai. No eixe de ordenadas da grafica da dereita indicanse as altitudes e no eixe de abscisas, as distancias. 0 Campodola é o punto cero de partida e atopase situa- da, aproximadamente, a unha altitude de 675 m. - A primeira curva de nivel atopase a 2 cm de distancia da Iocalidade, na cota 700 m. - A segunda curva de nivel atopamola a 0,4 cm de dis- tancia da anterior. e a sua cota é de 800 m. - A seguinte curva esta a 4,1 cm da orixe e a 1,7 cm da curva anterior; a sua altitude voive ser de 800 m. - Seguindo o mesmo procedemento, completa a grafica e une os puntos resultantes para obter o perfil topo- grafico correspondente. b) Comenta brevemente o resultado obtido. Que trazos presenta o perfii topografico desta zona? 3. PLANIFICA NO MAPA DE CURVAS DE NIVEL Un mapa de curvas de nivel indica a forma, a inciinacion e a altitude do relevo. Onde as liñas estan moi xuntas, o terreo ten moita pendente. Para avanzar unha distancia horizontal cuna. sobese ou baixase un gran desnivel. O mapa de cur- vas de nivel é util a hora de pensar nalguns proxectos. Fai unha fotocopia do mapa da paxina anterior e realiza estes exercicios de planiticacion: a) Se desde a aldea de Campodola queres subir ao Alto do Val e seguir unha ruta pouco empinada, convén elixir aqueles Iugares nos que as curvas de nivel se atopan V mais distanciadas para salvar con mais facilidade os 100 metros que as separan. Planifica esta posible ruta e situaa no mapa. b) Aiguén desexa construir unha casa de veraneo nos arra- baldes da vila, pero que non esiea moi afastada dela. Unha casa situada nun Iugar elevado, con facil accesibi- Iidade, con dispoñibilidade de auga e orientada ao Sur para ter mais horas de sol. En que Iugar situarias esta vivenda7 c) Se. por exemplo, se quere construir unha errnida no Alto do Vai, cal serta o Iugar mais axeitado para que estivese orientada ao Sur e ao mesmo tempo se puidese acceder a ela de xeito faci|7 penen. TOPOGRAFICO eixe de ordenadas: aitltudes (1 cm = 133 m) 1 600 1 400 1 200 1 000 800 600 , Campodola 2 2,4 4,1 4,7 6 6,5 Ocm eixe de abscisas: distancias (1 cm = 0,5 km) 1. o Memo risico oe ESPANA I _

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