Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Princípios das cirurgias dos tumores supratentoriais

933 views

Published on

  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

Princípios das cirurgias dos tumores supratentoriais

  1. 1. BASES DA CIRURGIA DOS TUMORES SUPRATENTORIAIS Carlos Frederico Rodrigues Neurologia – HUPedro Ernesto – UERJ. Neurocirurgia – HM Souza Aguiar – RJ. Neurocirurgia pediátrica – Inst. Fernandes Figueira – FioCruz RJ. Interne Service Neurochirurgie pédiatric – Hôpital La Timone – Marseille – France. Mestre – PUCRS. Porfessor das faculdades de Medicina da Universidade Comunitária da Região de Chapecó – Unochapecó e da Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste.
  2. 2. TÓPICOS • 1 – Introdução; • 2 – Relações cranioencefálicas; • 3 – Sulcos e giros do encéfalo; • 4 – Vascularização Cortical; • 5 – Considerações sobre a ressecção cirúrgica; • 6 – Classificação dos acessos; • 7 – Métodos auxiliares de ressecção.
  3. 3. INTRODUÇÃO • Anatomia topográfica microcirúrgica. • Relações das estruturas ósseas, vasculares, paquimeníngeas e leptomeníngeas com as superfícies irregulares do encéfalo e suas cavidades. • Raciocínio microcirúrgico funcional – feixes e grupos neuronais devem ser levados em consideração.
  4. 4. INTRODUÇÃO • Toda cirurgia do parênquima encefálico deve levar em consideração um raciocínio microtopográfico e funcional. • Conhecimento profundo das cisternas, sulcos, giros e dos feixes e fibras. • Prognóstico funcional do paciente – escala de Karnofsky.
  5. 5. ESCALA DE KARNOFSKYClassificação do estado funcional e da qualidade de vida dos pacientes portadores de neoplasia encefálica. • 100 % - Normal – sem evidência da doença. • 90 % - Capaz de atividade normal, sintomas menores. • 80 % - Atividade normal com esforço; sintomas moderados. • 70 % - Sem atividade normal, capaz de cuidar-se sozinho.
  6. 6. ESCALA DE KARNOFSKYClassificação do estado funcional e da qualidade de vida dos pacientes portadores de neoplasia encefálica • 60% Cuida-se independentemente na maioria das situações; requer assistência ocasional. • 50% Requer considerável assistência para as atividades diárias e cuidados médicos eventuais. • 40% Dependente; incapacitado. • 30% incapacidade severa; hospitalizado e sem risco de morte iminente. • 20% muito doente, requer suporte clínico ativo. • 10% moribundo, óbito iminente ou próximo.
  7. 7. RELAÇÕES CRANIOENCEFÁLICAS • Estabelecidas ou a estabelecer. • Estabelecidas – estudos, já antigos, das regiões corticais e da vasos, relacionando-os com a superfície do crânio. • A estabelecer – planejamento isolado de cada procedimento, conjugando as estabelecidas às relações entre a neoplasia e o encéfalo. • Permitem planejar a posição do doente e o acesso cirúrgico.
  8. 8. ESTABELECIDAS • Sulco central, fissura sylviana, seios venosos, suturas cranianas. • Sulcos e giros do parênquima. • Acidentes ósseos do crânio.
  9. 9. ESTABELECIDAS • O bordo superior da convexidade está na metade da distância entre entre a glabela e o Ínio - na linha média. • A borda inferior do lobo frontal projeta-se 15mm póstero-superiormente ao rebordo orbitário. • A borda anterior do lobo temporal está 15 mm do processo frontal do osso zigomático.
  10. 10. ESTABELECIDAS • A borda inferior do lobo occipital vai por uma linha que une o Asterio até a protuberância occipital externa. • A área de Broca está 40 mm atrás do processo zigomático, acima da sutura parietoescamosa. • Corno frontal do ventrículo lateral – termina na projeção da sutura coronária e o corno occipital 10 mm anteriores à sutura lambdóide.
  11. 11. RELAÇÕES A ESTABELECER • Mensuração proporcional simples ou esterotaxia. • Mensuração proporcional – medida násio- íneo no paciente e no exame e transferir as medidas de maneira proporcional para o exame, localizando a lesão. • Estereotaxia.
  12. 12. SULCOS E GIROS DO ENCÉFALO • Memorizar os sulcos e giros, pois os tumores podem ser classificados de acordo com relação aos mesmos. • Permite uma abordagem anatômica e funcional. • Quase todos são identificáveis nos filmes de TC e RMN.
  13. 13. CONVEXIDADE EXTERNA - LATERAL FRONTAL – giros frontais – superior, médio e inferior. Sulcos frontais – superior e inferior Giro frontal inferior – orbitária, triangular e opercular. Giro pré-central – limitado pelo sulco central e pré-central.
  14. 14. CONVEXIDADE EXTERNA - LATERAL FRONTAL – giro pré-central. Sulcos central e pré-central
  15. 15. CONVEXIDADE EXTERNA-LATERAL PARIETAL – giro pós-central – sulcos central e pós-central.
  16. 16. CONVEXIDADE EXTERNA - LATERAL PARIETAL – giro parietal superior e inferior – sulco intraparietal.
  17. 17. CONVEXIDADE EXTERNA - LATERAL TEMPORAL – giro temporal superior, médio e inferior. Sulcos temporal superior e inferior.
  18. 18. VASCULARIZAÇÃO CORTICAL
  19. 19. VASCULARIZAÇÃO Convexidade externa lateral – ramos da cerebral média – Orbitofrontal Pré-frontal Central Pos-central Parietais anterior e posterior Angular Temporooccipital Temporais anterior, média e posterior Temporopolar. ACA ACM
  20. 20. CONSIDERAÇÕES SOBRE A RESSECÇÃO CIRÚRGICA • Estrutura da Neoplasia Infiltrativa do Cérebro; • Princípios Oncológicos e Qualificação das Ressecções; • Lobectomias e Esvaziamentos Intratumorais;
  21. 21. Estrutura da Neoplasia Infiltrativa do Cérebro; • Centro ou massa do tumor é mais facilmente removível – células necróticas e fora da fase proliferativa. • A periferia, onde o tratamento deveria ser mais agressivo, é de mais difícil ressecção. • Não há critérios de ´margem de segurança´ no encéfalo. Assim, as ressecções devem ser as mais radicais possíveis.
  22. 22. Princípios Oncológicos e Qualificação das Ressecções; • Ressecções devem partir do centro da massa; • Não há, nos astrocíticos, plano de clivagem, visto que é uma doença infiltrativa; • Microscopia – menos morbidade, não influencia mortalidade; • Exames de imagem e terapias adjuvantes.
  23. 23. Princípios Oncológicos e Qualificação das Ressecções; • Objetivo principal é preservação funcional;
  24. 24. LOBECTOMIAS E ESVAZIAMENTOS INTRATUMORAIS • Propiciariam uma ´margem de segurança´; • Podem ser realizadas nos lobos temporais, frontais e occipitais – não há comprovação de superioridade do tratamento.
  25. 25. CLASSIFICAÇÃO DOS ACESSOS AOS TUMORES • Quanto à forma de intrusão cirúrgica; • Quanto ao objetivo da intrusão cirúrgica;
  26. 26. Quanto à forma: • Acessos transcorticais intergiriais – utiliza- se o espaço dos sulcos cerebrais – verdadeiros corredores líquidos.
  27. 27. Quanto à forma • Transcalosos –
  28. 28. Quanto ao objetivo • Ventriculos laterais e III ventrículo.
  29. 29. MÉTODOS AUXILIARES • Neuronavegador; • Estereotaxia; • Aspirador ultrassônico.
  30. 30. OBRIGADO.

×