Plano de Projeto - GREENSOLAR

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O projeto GREENSOLAR consiste na implantação de uma usina fotovoltaica às margens da BR-163, no Município de Cascavel-PR, pela quantia total de R$ 8.000.000,00 (oito
milhões de reais), no prazo máximo de 36 meses. Esta será a primeira Usina
Fotovoltaica do gênero no Brasil a ter o selo verde LEED (Leadership in Energy and
Environmental Design) do Green Building Council.
A energia solar é uma das poucas fontes de energia completamente renováveis que existe a disposição do ser humano. Conforme dados do Instituto Vitae Civilis, o Brasil, por sua localização e extensão territorial, recebe energia solar da ordem de 1013 MWh anuais, o que corresponde a cerca de 50 mil vezes o seu consumo anual de eletricidade. A energia solar se caracteriza como inesgotável e é considerada uma alternativa energética muito promissora para enfrentar os desafios da expansão da oferta de energia com menor impacto ambiental.
As usinas de energia solar fotovoltaica são caracterizadas pelo seu tamanho, tendo capacidade instalada de geração igual ou maior que 1000kwp (1MWp). Nesse tipo de usina solar são utilizadas placas fotovoltaicas, que são dispositivos utilizados para converter a energia da luz do sol em energia elétrica. Infelizmente, as placas fotovoltaicas ainda têm um custo de produção muito elevado e sua geração de
energia é baixa. Atualmente, as células fotovoltaicas apresentam eficiência de
conversão da ordem de 18%.
Para o projeto GREENSOLAR a E²S se estruturou da seguinte forma: após a definição do local onde será construída a usina, serão iniciadas as obras civis, que comportam dois prédios: um para a parte administrativa e outro para a casa de máquinas.
Embora os recursos financeiros para o desenvolvimento de uma usina fotovoltaica sejam vultosos, pode-se estimar o retorno deste em poucos anos. Para tal, desde a concepção da usina, estabelecem -se parcerias e firmam-se acordos que garantam o negócio. Para execução do parque GREENSOLAR, haverá apoio...

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Plano de Projeto - GREENSOLAR

  1. 1. 0 FGV - FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS UNIVEL – UNIÃO EDUCACIONAL DE CASCAVEL MBA EM GERENCIAMENTO DE PROJETOS TURMA IV – CASCAVEL – PR TCC – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO USINA FOTOVOLTAICA GREENSOLAR Alunos: André Alexandre Gomes Fazioni Daniel Pereira Silveira Elias Maracaja Neto Robson Josué Molgaro Thalles Belini Thiago Naufal Santelo Professor Orientador: José Ângelo Santos Do Valle, D.Sc. Cascavel – PR 2014
  2. 2. 1 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1. Contextualização geográfica do empreendimento ......................10 FIGURA 2. Placas fotovoltaicas após a implantação .....................................11 FIGURA 3. Módulo Fotovoltaico utilizados no projeto ....................................12 FIGURA 4. Layout da usina após conclusão..................................................12 FIGURA 5: Estrutura Analítica dos Intervenientes .........................................31 FIGURA 6: Time do Projeto............................................................................34 FIGURA 7: Estrutura Analítica do Projeto - EAP............................................37 FIGURA 8: Fluxo para Controle de Mudanças ...............................................41 FIGURA 9: Cronograma do Projeto................................................................44 FIGURA 10: Fluxo de Controle de Mudanças e Prazos .................................45 FIGURA 11: Fluxo adotado para o aproveitamento de recursos....................46 FIGURA 12: Fluxo adotado para elaboração de relatório de progresso.........47 FIGURA 13: Organograma do Projeto............................................................62 FIGURA 14: cronograma dos eventos de comunicação.................................69 FIGURA 15: Estrutura de Armazenamento dos Documentos ........................71 FIGURA 16: Fluxo de Solicitações de Mudanças de Escopo.........................72 FIGURA 17: Fluxo para Registro de Lições Aprendidas ................................72 FIGURA 18: Estrutura Analítica dos Riscos ...................................................73 FIGURA 19: Fluxograma de Aquisições do Projeto .......................................84
  3. 3. 2 LISTA DE GRÁFICOS GRÁFICO 1: Projeção do Fluxo de Caixa do Projeto.....................................23 GRÁFICO 2: VPL x TMA................................................................................25 GRÁFICO 3: Participação de cada item na composição do custo do projeto.49 GRÁFICO 4: Participação de cada sub-item no projeto .................................50 GRÁFICO 5: Cronograma de desembolso – Serviços de Terceiros ..............51 GRÁFICO 6: Cronograma de desembolso – Equipamentos e materiais........52 GRÁFICO 7: Cronograma físico-financeiro para 2014 ...................................54 GRÁFICO 8: Cronograma físico-financeiro para 2015 ...................................54 GRÁFICO 9: Cronograma físico-financeiro para 2016 ...................................55 GRÁFICO 10: Percentuais de desembolso anual ..........................................55 GRÁFICO 11: Curva ´S´.................................................................................56
  4. 4. 3 LISTA DE QUADROS QUADRO 1: Características do empreendimento GREENSOLAR ................11 QUADRO 2: Matriz SWOT da E²S .................................................................18 QUADRO 3: Matriz de Priorização das Partes Interessadas..........................28 QUADRO 4: Matriz de Mapeamento dos Stakeholders..................................29 QUADRO 5: Matriz de Interesse dos Intervenientes ......................................30 QUADRO 6: Requisitos do produto................................................................33 QUADRO 7: Requisitos do Produto ...............................................................34 QUADRO 8: Plano de entregas do projeto.....................................................36 QUADRO 9: Dicionário da EAP......................................................................38 QUADRO 10: Níveis de priorização dos requisitos da qualidade...................59 QUADRO 11: Requisitos de Qualidade..........................................................60 QUADRO 12: Indicador de Desempenho I.....................................................60 QUADRO 13: Indicador de Desempenho II....................................................61 QUADRO 14: Indicador de Desempenho III...................................................61 QUADRO 15: Matriz de Responsabilidades...................................................63 QUADRO 16: Descrição das Funções e Atribuições......................................64 QUADRO 17: Eventos de Comunicação........................................................66 QUADRO 18: Divulgação do Projeto..............................................................70 QUADRO 19: Identificação dos Riscos ..........................................................74 QUADRO 20: Graduação de Probabilidade de Ocorrência dos Riscos .........75 QUADRO 21: Graduação de Impacto dos riscos ...........................................75 QUADRO 22: Matriz de Probabilidade X Impacto dos Riscos........................76 QUADRO 23: Graduação de Severidade dos Riscos ....................................76 QUADRO 24: Classificação dos Riscos do Projeto........................................78 QUADRO 25: Matriz de Classificação dos Riscos .........................................79 QUADRO 26: VME na Fase de Pré-Reação..................................................79 QUADRO 27: VME na Fase de Pós-Reação .................................................80 QUADRO 28: Respostas aos Riscos de Alta e Média Criticidade..................81 QUADRO 29: Respostas aos Riscos Secundários ........................................82 QUADRO 30: Matriz Make X Buy...................................................................83
  5. 5. 4 LISTA DE TABELAS TABELA 1: Constituição do Capital do Projeto ..............................................20 TABELA 2: Fluxo de Caixa Global do Projeto................................................21 TABELA 3: Fluxo de Caixa do Acionista........................................................22 TABELA 4: Payback Simples.........................................................................24 TABELA 5: Payback Descontado ..................................................................24 TABELA 6: Resumo dos indicadores de viabilidade......................................26 TABELA 7: Descrição do investimento inicial em reais..................................48 TABELA 8: Recursos do Projeto....................................................................49 TABELA 9: Discriminação dos Custos com Terceiros ...................................50 TABELA 10: Discriminação dos Custos com Equipamentos e Materiais.......51 TABELA 11: Discriminação dos Custos com Recursos Humanos.................52 TABELA 12: Cronograma físico-financeiro do Projeto...................................53 TABELA 13: Fluxo de caixa mensal durante a implantação do projeto .........57 TABELA 14: Valores de Reserva...................................................................80
  6. 6. 5 SUMÁRIO 1 SUMÁRIO EXECUTIVO...........................................................................................8 2 INTRODUÇÃO.......................................................................................................10 3 SUSTENTABILIDADE ...........................................................................................14 4 ANÁLISE ESTRATÉGICA.....................................................................................17 MISSÃO, VISÃO E VALORES ............................................................................174.1 MATRIZ SWOT ...................................................................................................174.2 ANÁLISE DE MERCADO....................................................................................184.3 5 ANÁLISE DE VIABILIDADE ECONÔMICA...........................................................20 PROJEÇÃO DO FLUXO DE CAIXA....................................................................205.1 INDICADORES DE VIABILIDADE ......................................................................235.2 6 PLANO DE GERENCIAMENTO DE STAKEHOLDERS .......................................27 7 PLANO DE GERENCIAMENTO DO ESCOPO .....................................................32 TERMO DE ABERTURA DO PROJETO.............................................................327.1 DOCUMENTOS DE REQUISITOS DO PROJETO .............................................337.2 DECLARAÇÃO DE ESCOPO .............................................................................347.3 PLANO DE ENTREGAS E MARCOS DO PROJETO .........................................367.4 ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO – EAP................................................377.5 DICIONÁRIO DA EAP.........................................................................................377.6 PLANO DE MUDANÇAS DO ESCOPO ..............................................................417.7 CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO DO PROJETO.....................................................427.8 8 PLANO DE GERENCIAMENTO DO TEMPO........................................................43 FERRAMENTAS PARA O GERENCIAMENTO DE TEMPO...............................438.1 CRONOGRAMA..................................................................................................438.2 FLUXO DE CONTROLE DE MUDANÇAS DE PRAZOS.....................................458.3 PROCESSO ADOTADO PARA O APROVEITAMENTO CORRETO DE8.4 RECURSOS..............................................................................................................46 PROCESSO ADOTADO PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE8.5 PROGRESSO. ..........................................................................................................47
  7. 7. 6 9 PLANO DE GERENCIAMENTO DE CUSTOS ......................................................48 ORÇAMENTO.....................................................................................................489.1 RECURSOS DO PROJETO................................................................................499.2 CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO..............................................................529.3 FREQUÊNCIA DE ATUALIZAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE9.4 CUSTOS ...................................................................................................................58 10 PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE..............................................59 DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE...5910.1 PRIORIZAÇÃO DAS MUDANÇAS NOS REQUISITOS DE QUALIDADE E10.2 RESPOSTAS ............................................................................................................59 REQUISITOS DA QUALIDADE.........................................................................6010.3 INDICADORES DA QUALIDADE......................................................................6010.4 11 PLANO DE GERENCIAMENTO DE PESSOAS..................................................62 ORGANOGRAMA .............................................................................................6211.1 PLANO DE TREINAMENTOS...........................................................................6211.2 MATRIZ DE RESPONSABILIDADES ...............................................................6211.3 DESCRIÇÃO DAS FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES..............................................6311.4 12 PLANO DE GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES...................................65 EVENTOS DE COMUNICAÇÃO .......................................................................6512.1 MATRIZ DE COMUNICAÇÃO...........................................................................6712.2 CRONOGRAMA DE EVENTOS........................................................................6812.3 PLANO DE DIVULGAÇÃO DO PROJETO........................................................7012.4 PLANO DE GERENCIAMENTO DA DOCUMENTAÇÃO..................................7012.5 13 PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS .....................................................73 13.1 IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS .......................................................................73 13.2 CRITÉRIOS ADOTADOS PARA ANÁLISE QUALITATIVA E QUANTITATIVA DOS RISCOS............................................................................................................75 13.3 ANÁLISE QUALITATIVA E QUANTITATIVA DOS RISCOS DO PROJETO.....77 13.4 QUALIFICAÇÃO DA LISTA DE RISCOS DO PROJETO..................................79 13.5 RESPOSTAS AOS RISCOS DE ALTA E MÉDIA CRITICIDADE......................80
  8. 8. 7 13.6 AVALIAÇÃO DE RISCOS SECUNDÁRIOS ......................................................81 14 PLANO DE GERENCIAMENTO DE AQUISIÇÕES.............................................83 PLANEJAMENTO DE COMPRAS E AQUISIÇÕES..........................................8414.1 PLANEJAMENTO DE CONTRATAÇÕES.........................................................8514.2 SOLICITAÇÃO DE RESPOSTA DOS FORNECEDORES................................8514.3 SELEÇÃO DOS FORNECEDORES .................................................................8614.4 ADMINISTRAÇÃO DE CONTRATOS ...............................................................8614.5 ENCERRAMENTO DE CONTRATOS...............................................................8714.6
  9. 9. 8 1 SUMÁRIO EXECUTIVO Este documento apresenta o Plano de Projeto da Usina Fotovoltaica GREEN SOLAR. O projeto consiste na implantação de uma usina fotovoltaica às margens da BR-163, no Município de Cascavel-PR, pela quantia total de R$ 8.000.000,00 (oito milhões de reais), no prazo máximo de 36 meses. Esta será a primeira Usina Fotovoltaica do gênero no Brasil a ter o selo verde LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) do Green Building Council. E²S – Enermix Energia Sustentável - desenvolve, financia, instala e opera usinas de energia utilizando tecnologias fotovoltaicas testadas e comprovadas, prestando serviços de energia solar para clientes comerciais, governamentais e concessionários de serviços públicos. A energia solar é uma das poucas fontes de energia completamente renováveis que existe a disposição do ser humano. Conforme dados do Instituto Vitae Civilis, o Brasil, por sua localização e extensão territorial, recebe energia solar da ordem de 1013 MWh anuais, o que corresponde a cerca de 50 mil vezes o seu consumo anual de eletricidade. A energia solar se caracteriza como inesgotável e é considerada uma alternativa energética muito promissora para enfrentar os desafios da expansão da oferta de energia com menor impacto ambiental. As usinas de energia solar fotovoltaica são caracterizadas pelo seu tamanho, tendo capacidade instalada de geração igual ou maior que 1000kwp (1MWp). Nesse tipo de usina solar são utilizadas placas fotovoltaicas, que são dispositivos utilizados para converter a energia da luz do sol em energia elétrica. Infelizmente, as placas fotovoltaicas ainda têm um custo de produção muito elevado e sua geração de energia é baixa. Atualmente, as células fotovoltaicas apresentam eficiência de conversão da ordem de 18%. Para o projeto GREENSOLAR a E²S se estruturou da seguinte forma: após a definição do local onde será construída a usina, serão iniciadas as obras civis, que comportam dois prédios: um para a parte administrativa e outro para a casa de máquinas. Embora os recursos financeiros para o desenvolvimento de uma usina fotovoltaica sejam vultosos, pode-se estimar o retorno deste em poucos anos. Para tal, desde a concepção da usina, estabelecem-se parcerias e firmam-se acordos que garantam o negócio. Para execução do parque GREENSOLAR, haverá apoio
  10. 10. 9 financeiro do BNDES no valor de R$5.000.000,00, e aporte de capital próprio no valor de R$3.000.000,00, totalizando 37,5% de capital próprio e 62,7% de capital de terceiros para execução do projeto. O parque da usina fotovoltaica GREENSOLAR está localizado em uma área de 3,1 hectares, localizado nas proximidades do entroncamento rodoviário entre a BR-277 e a BR-163, no município de Cascavel, estado do Paraná. As obras serão iniciadas em julho de 2014 com previsão de término para Dezembro de 2016, empregando cerca de 50 trabalhadores no ápice da construção. O investimento está previsto para ser totalmente pago em 20 anos. A E²S será a operadora da usina. Assim que finalizada, o GREENSOLAR terá operação assistida. A energia gerada será destinada ao Sistema Interligado Nacional (SIN). A planta terá capacidade instalada de 01 MW e a expectativa é de que esta produza 1800 MWh por ano, energia suficiente para abastecer 1500 residências, evitando a emissão de 450 toneladas de carbono.
  11. 11. 10 2 INTRODUÇÃO GREENSOLAR consiste de um Parque solar fotovoltaico com 1MW de potência instalada, localizado às margens da BR-163, no Município de Cascavel-PR. O local do empreendimento foi selecionado levando-se em conta a proximidade com um grande centro de carga, a facilidade de acesso e estar no entorno de uma grande subestação, que será utilizada para efetuar a conexão da central fotovoltaica ao SIN (Sistema interligado nacional). Tais elementos são apresentados na Figura 1. Figura 1. Contextualização geográfica do empreendimento GREENSOLAR A usina ocupará uma área de aproximadamente 3,1 hectares e será composta por 3492 módulos fotovoltaicos com potência individual de 300 Wp. Nessa configuração, o empreendimento produzirá, em média, 1800 MWh por ano, suficientes para abastecer 1500 moradias, e evitará a emissão de mais de 450
  12. 12. 11 toneladas de CO2, conforme apresentado no Quadro 1. GREENSOLAR, depois de instalado, será semelhante ao apresentado na Figura 2. QUADRO 1: Características do empreendimento GREENSOLAR Potência instalada 1MWp Potência individual dos módulos 300 Wp Energia gerada / ano 1885,68 MWh CO2 evitado 450 ton Área ocupada 3,1 hectares Figura 2. Placas fotovoltaicas após a implantação O trabalho de construção da GREENSOLAR envolverá a instalação de 970 bases de concreto sobre as quais serão incluídas as estruturas e os conjuntos de painéis fotovoltaicos. O projeto contará com três edificações: guarita, casa de apoio e sala de comando. Com 22 quilos e medido 1970 x 990 x 50 (Altura x largura x profundidade), os painéis com tecnologia policristalina que serão utilizados no projeto têm potência de 300Wp, conforme mostra a Figura 3.
  13. 13. 12 Figura 3. Módulo Fotovoltaico utilizado no projeto A sala de comando abrigará nove inversores e os equipamentos de comando e proteção. Um transformador de 220 V/13,8 kV 1MVA fará a conexão com a rede de distribuição da Copel. O centro administrativo será equipado com um auditório para receber visitantes, que poderão observar os painéis da perspectiva de um mirante. Um layout da usina GREENSOLAR é apresentado na Figura 4. Figura 4. Layout da usina após conclusão A usina contará com uma estação meteorológica própria, capaz de fornecer dados de radiação solar, temperatura ambiente e temperatura na superfície dos painéis solares. A instalação seguirá a padronização estabelecida pela Organização Meteorológica Mundial (OMM). A usina será instalada estrategicamente próxima a
  14. 14. 13 uma subestação da Copel Distribuição S.A (Companhia Paranaense de Energia Elétrica). GREENSOLAR será a primeira usina fotovoltaica do Mundo a receber certificação internacional LEED de sustentabilidade do GBC – Green Building Council.
  15. 15. 14 3 SUSTENTABILIDADE Há dois conceitos, dentro do pensamento econômico mundial, que serão a base de uma nova equação de custos da E²S, que agregam passivos e ativos ambientais: “A perenidade de um negócio será diretamente proporcional ao seu padrão de sustentabilidade econômica, social e ambiental” e “Sustentabilidade não é custo, é investimento”. Como uma companhia referência em energia renovável, a E²S entende que o legado que se deixa como cidadão corporativo não se baseia apenas nos tipos de produtos que se fabrica, mas também nos métodos que se empregam. Para ajudar a mitigar o uso de eletricidade, constroem sistemas fotovoltaicos que geram eletricidade especificamente para os prédios que compõem o parque da usina. Também está comprometida em monitorar e reduzir as emissões criadas pelos processos de produção, incluindo as emissões dos gases de efeito estufa. Temos orgulho de ser a primeira companhia brasileira no setor fotovoltaico a obter a certificação Verificação da Pegada de Carbono da Produção da TÜV Rheinland, fornecedor líder de serviços técnicos, reconhecido e respeitado mundialmente no setor e o selo LEED - Leadership in Energy and Environmental Design – do Green Bulding Council. A avaliação da TÜV Rheinland é realizada em conformidade com a norma internacional sobre a pegada de carbono PAS 2050:2011, uma especificação disponível publicamente e aplicada universalmente que fornece um método para avaliar o ciclo de vida das emissões de gases de efeito estufa de diversos bens e serviços. Alinhado aos esforços contínuos de aprimoramento, mede-se ativamente os fluxos de resíduos e então se trabalha constantemente para reduzi-los. A cada ano, se atualizarão as metas de redução para garantir a manutenção do processo de produção mais eficiente e ecologicamente correto. Criado em 2000, pelo USGBC - Conselho de Construção Sustentável dos EUA, a certificação LEED para construção sustentável é considerada o principal selo para edificações no país e possui o intuito de incentivar a transformação dos projetos, obras e operação das edificações, sempre com foco na sustentabilidade de suas atuações. O LEED orienta e atesta o comprometimento de uma edificação com os princípios da sustentabilidade para a construção civil - antes, durante e depois de
  16. 16. 15 suas obras. Emitido em mais de 143 países de todo o mundo, o selo é considerado, hoje, a principal certificação de construção sustentável para os empreendimentos do Brasil, onde é representado oficialmente pelo GBC-Brasil. O sistema LEEDTM de selo verde compreende 6 categorias, sendo elas LEED-HOMES, LEED-ND (Neighborhood Developments), LEED-CI (Commercial Interiors), LEED-CS (Core and Shell), LEED-NC (New Constructions), e LEED-EB (Existing Buildings). Cada uma delas divide-se nas seguintes áreas a serem pontuadas: SS (Sustainable Sites), WE (Water Eficiency), EA (Energy & Atmosphere), MR (Materials & Resources), IEQ (Indoor Environmental Quality) e ID (Innovation in Design). O LEED orienta e atesta o comprometimento de uma edificação com os princípios da sustentabilidade para a construção civil - antes, durante e depois de suas obras. A certificação LEED avalia: a) uso racional da água b) eficiência energética c) redução, reutilização e reciclagem de materiais e recursos d) qualidade dos ambientes internos da edificação e) espaço sustentável f) inovação e tecnologia Cada quesito tem um peso diferente na avaliação e o empreendimento avaliado pode conseguir até 110 pontos, sendo que, para receber a certificação LEED, é preciso ter pontuação superior a 40. Quanto maior a pontuação da edificação, melhor será o nível do selo conquistado. Existem quatro tipos: a) Selo LEED, conferido a empreendimentos que tiveram mais de 40 pontos; b) Selo LEED Silver, para edificações com mais de 50 pontos; c) Selo LEED Gold, para empreendimentos com pontuação superior a 60 e d) Selo LEED Platinum, para edificações que conquistaram mais de 80 pontos. Seus benefícios se dão em várias áreas: a) Econômica i. Diminuição dos custos operacionais ii. Diminuição dos riscos regulatórios iii. Valorização do imóvel para revenda ou arrendamento
  17. 17. 16 iv. Aumento na velocidade de ocupação v. Aumento da retenção vi. Modernização e menor obsolescência da edificação b) Social i. Melhora na segurança e priorização da saúde dos trabalhadores e ocupantes ii. Inclusão social e aumento do senso de comunidade iii. Capacitação profissional iv. Conscientização de trabalhadores e usuários v. Aumento da produtividade do funcionário; melhora na recuperação de pacientes (em Hospitais); melhora no desempenho de alunos (em Escolas); aumento no ímpeto de compra de consumidores (em Comércios). vi. Incentivo a fornecedores com maiores responsabilidades socioambientais vii. Aumento da satisfação e bem estar dos usuários viii. Estímulo a políticas públicas de fomento a Construção Sustentável c) Ambiental i. Uso racional e redução da extração dos recursos naturais ii. Redução do consumo de água e energia iii. Implantação consciente e ordenada iv. Mitigação dos efeitos das mudanças climáticas v. Uso de materiais e tecnologias de baixo impacto ambiental vi. Redução, tratamento e reuso dos resíduos da construção e operação.
  18. 18. 17 4 ANÁLISE ESTRATÉGICA MISSÃO, VISÃO E VALORES4.1 a) Missão Atuar com responsabilidade social e ambiental transformando recursos naturais em energia renovável buscando o desenvolvimento sustentável. b) Visão Ser referência nacional na implantação de parques fotovoltaicos de energia de até 1MW até 2020. c) Valores i. Ética Social, Profissional E Ambiental: Conjugar os objetivos da empresa com os anseios da sociedade, dos profissionais envolvidos e expectativas de preservação do meio ambiente. ii. Responsabilidade Social, Profissional E Ambiental: Condução da vida da empresa de maneira sustentável, respeitando os direitos de todas as partes interessadas, inclusive das futuras gerações e o compromisso com a sustentação de todas as formas de vida. iii. Inovação: Fomento à pesquisa e desenvolvimento de projetos que ampliem, diversifiquem , modernizem e apresentem novas concepções de geração de energia solar. MATRIZ SWOT4.2 A análise estratégica do projeto foi feita através da Matriz SWOT, apresentada no Quadro 2.
  19. 19. 18 QUADRO 2: Matriz SWOT da E²S THREATENS (T) 1. Falta de mão-de-obra especializada em itens de sustentabilidade. 2. Custos elevados da tecnologia 3. Competição com outros tipos de energias renováveis com custo menor, por exemplo: biomassa e eólica. OPPORTUNITIES (O) 1. Geração de energia com matriz renovável (sustentabilidade) 2. Menos entraves dos órgãos ambientais 3. Interesse de Investidores estrangeiro e nacional; 4. Visibilidade em âmbito nacional devido expansão deste tipo de mercado. 5. Diversificação da matriz energética 6. O Brasil possui excelentes condições de irradiação 7. Perspectivas de crescimento do mercado. STRENGHS (S) 1. Localização próxima ao centro de carga. 2. Unidade geradora de menor porte 3. Menor impacto ambiental 4. Projeto voltado para a sustentabilidade ESTRATÉGIA DE MANUTENÇÃO 1. Formação de mão de obra especializada em sustentabilidade (S4 T1) ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO 1. Construção de novas usinas (S3 O2 O3) 2. Divulgar o produto enfatizando o serviço diferenciado (S1 S2 S3 S4 O1 O4 O5) WEAKNESSES (W) 1. Restrições orçamentárias 2. Custos elevados da geração; 3. Pouca legislação. ESTRATÉGIA DE SOBREVIVÊNCIA ESTRATÉGIA DE CRESCIMENTO 1. Levantar capital para investir (W1 O3 O7) ANÁLISE DE MERCADO4.3 Para a grande maioria da população brasileira, energia solar é sinônimo de aquecimento de água. Ainda é pouco conhecida a possibilidade de obter eletricidade a partir do sol e muito menos o significado do termo ‘fotovoltaica’. Segundo o Atlas de Irradiação Solar no Brasil, diariamente incide entre 4500 Wh/m2 a 6300 Wh/m2 no país. Como base de comparação, o lugar mais ensolarado da Alemanha recebe 40% menos radiação solar que o lugar menos ensolarado do Brasil. Apesar destas condições favoráveis, o uso de energia solar ainda não foi considerado no plano nacional de energia 2030 e o mercado começa a aparecer em
  20. 20. 19 2013 a partir da instalação de microgeradores devido á publicação da resolução 482/2012 da Agencia Nacional de energia Elétrica (ANEEL). Como o país já possui uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, a melhor integração da energia solar fotovoltaica seria como uma fonte complementar, aproximando a geração do consumo e reduzindo assim perdas com transmissão. Se nas cidades há vastas áreas sobre as edificações para a instalação de painéis fotovoltaicos, no meio rural esta fonte energética é a opção mais limpa e segura para levar eletricidade a comunidades isoladas e de difícil acesso. Além disso, o Brasil possui uma das maiores reservas de silício do mundo. Isto faz com que o país seja um local privilegiado para desenvolver uma indústria local de produção de células fotovoltaicas gerando empregos e retornos em impostos pagos. Para isso, seria preciso investir em pesquisas para desenvolver um conhecimento de purificação do silício até o chamado ‘grau solar’, que é superior ao do silício empregado na siderurgia.
  21. 21. 20 5 ANÁLISE DE VIABILIDADE ECONÔMICA Atendendo a diretriz estratégica de implantação da usina fotovoltaica GREENSOLAR, apresenta-se o estudo de viabilidade econômica. Esse estudo traz as projeções do fluxo de caixa global e do fluxo de caixa para os acionistas, juntamente com os indicadores de viabilidade. O detalhamento do investimento necessário para cumprir o objetivo de implantação encontra-se no plano de gerenciamento de custos. PROJEÇÃO DO FLUXO DE CAIXA5.1 Abaixo são listados alguns dados relevantes a respeito do fluxo de caixa: TABELA 1: Constituição do Capital do Projeto VALOR % REMUNERAÇÃO Capital Próprio (E²S) R$3.000.000,00 37,5% 15% a.a. Capital de Terceiros (BNDES) R$5.000.000,00 62,5% 5% a.a. a. TMA = (15*37,5)+(5*62,5) = 8,75% b. Prazo do financiamento (BNDES) = 20 anos c. Tempo de concessão da usina = 20 anos, contados a partir do inicio da operação. d. Preço de venda do MWh = R$350,00 e. Fator de reajuste anual = 14% f. Energia gerada/ano = 1850 MWH/ano Os cálculos foram feitos partindo do pressuposto da produção de 1850 MWh/ano pela usina fotovoltaica. A receita foi estipulada com base no preço de mercado da energia solar praticada no leilão A-3 da ANEEL. Com isso, apresentam- se as estimativas do fluxo de caixa global e do fluxo de caixa dos acionistas, nas Tabelas 2 e 3 respectivamente.
  22. 22. 21 TABELA 2: Fluxo de Caixa Global do Projeto FLUXO CAIXA GLOBAL ANO 0 ANO 1 ANO 2 ANO 3 ANO 4 ANO 5 ANO 6 ANO 7 ANO 8 ANO 9 ANO 10 (+) Receita Operacional Bruta 647.500,00 738.150,00 819.346,50 909.474,62 1.009.516,82 1.120.563,67 1.243.825,68 1.380.646,50 1.532.517,62 1.701.094,55 (-) Imposto sobre vendas (10%) -64.750,00 -73.815,00 -81.934,65 -90.947,46 -100.951,68 -112.056,37 -124.382,57 -138.064,65 -153.251,76 -170.109,46 (=) Receita Operacional Liquida 582.750,00 664.335,00 737.411,85 818.527,15 908.565,14 1.008.507,31 1.119.443,11 1.242.581,85 1.379.265,86 1.530.985,10 (-) Custos dos produtos ou serviços vendidos (10%) -58.275,00 -66.433,50 -73.741,19 -81.852,72 -90.856,51 -100.850,73 -111.944,31 -124.258,19 -137.926,59 -153.098,51 (=) Lucro Operacional Bruto 524.475,00 597.901,50 663.670,67 736.674,44 817.708,63 907.656,58 1.007.498,80 1.118.323,67 1.241.339,27 1.377.886,59 (-) Despesas Administrativas -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 (-) Despesas Comerciais (2%) -12.950,00 -14.763,00 -16.386,93 -18.189,49 -20.190,34 -22.411,27 -24.876,51 -27.612,93 -30.650,35 -34.021,89 (-) Despesas Gerais -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 (=) Lucro Operacional - EBITDA 455.525,00 527.138,50 591.283,74 662.484,95 741.518,29 829.245,30 926.622,28 1.034.710,74 1.154.688,92 1.287.864,70 (-) Depreciação -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 (=) Lucro antes IR - LAIR 347.072,50 420.499,00 486.268,17 559.271,94 640.306,13 730.254,08 830.096,30 940.921,17 1.063.936,77 1.200.484,09 (-) IR (25%) -86.768,13 -105.124,75 -121.567,04 -139.817,98 -160.076,53 -182.563,52 -207.524,07 -235.230,29 -265.984,19 -300.121,02 (=) Lucro Líquido 260.304,38 315.374,25 364.701,12 419.453,95 480.229,59 547.690,56 622.572,22 705.690,87 797.952,58 900.363,07 (+) Depreciação 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 (=) Fluxo de Caixa Operacional 437.706,88 492.776,75 542.103,62 596.856,45 657.632,09 725.093,06 799.974,72 883.093,37 975.355,08 1.077.765,57 (+/-) Investimentos ou desmobilizações de equipamentos -8.000.000,00 (-) IR sobre venda de ativos (+/-) Mudanças no capital de giro (=) Fluxo de Caixa Global -8.000.000,00 437.706,88 492.776,75 542.103,62 596.856,45 657.632,09 725.093,06 799.974,72 883.093,37 975.355,08 1.077.765,57 ANO 11 ANO 12 ANO 13 ANO 14 ANO 15 ANO 16 ANO 17 ANO 18 ANO 19 ANO 20 (+) Receita Operacional Bruta 1.888.214,96 2.095.918,60 2.326.469,65 2.582.381,31 2.866.443,25 3.181.752,01 3.531.744,73 3.920.236,65 4.351.462,68 4.830.123,58 (-) Imposto sobre vendas (10%) -188.821,50 -209.591,86 -232.646,96 -258.238,13 -286.644,33 -318.175,20 -353.174,47 -392.023,67 -435.146,27 -483.012,36 (=) Receita Operacional Liquida 1.699.393,46 1.886.326,74 2.093.822,68 2.324.143,18 2.579.798,93 2.863.576,81 3.178.570,26 3.528.212,99 3.916.316,41 4.347.111,22 (-) Custos dos produtos ou serviços vendidos (10%) -169.939,35 -188.632,67 -209.382,27 -232.414,32 -257.979,89 -286.357,68 -317.857,03 -352.821,30 -391.631,64 -434.711,12 (=) Lucro Operacional Bruto 1.529.454,11 1.697.694,07 1.884.440,41 2.091.728,86 2.321.819,03 2.577.219,13 2.860.713,23 3.175.391,69 3.524.684,77 3.912.400,10 (-) Despesas Administrativas -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -39.999,00 -39.998,00 -39.997,00 -39.996,00 (-) Despesas Comerciais (2%) -37.764,30 -41.918,37 -46.529,39 -51.647,63 -57.328,87 -63.635,04 -70.634,89 -78.404,73 -87.029,25 -96.602,47 (-) Despesas Gerais -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -15.999,00 -15.998,00 -15.997,00 -15.996,00 (=) Lucro Operacional - EBITDA 1.435.689,82 1.599.775,69 1.781.911,02 1.984.081,23 2.208.490,17 2.457.584,09 2.734.080,34 3.040.990,95 3.381.661,52 3.759.805,63 (-) Depreciação -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 (=) Lucro antes IR - LAIR 1.352.051,61 1.520.291,57 1.707.037,91 1.914.326,36 2.144.416,53 2.399.816,63 2.683.310,73 2.997.989,19 3.347.282,27 3.734.997,60 (-) IR (25%) -338.012,90 -380.072,89 -426.759,48 -478.581,59 -536.104,13 -599.954,16 -670.827,68 -749.497,30 -836.820,57 -933.749,40 (=) Lucro Líquido 1.014.038,71 1.140.218,68 1.280.278,44 1.435.744,77 1.608.312,40 1.799.862,47 2.012.483,05 2.248.491,89 2.510.461,70 2.801.248,20 (+) Depreciação 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 (=) Fluxo de Caixa Operacional 1.191.441,21 1.317.621,18 1.457.680,94 1.613.147,27 1.785.714,90 1.977.264,97 2.189.885,55 2.425.894,39 2.687.864,20 2.978.650,70 (+/-) Investimentos ou desmobilizações de equipamentos 500.000,00 (-) IR sobre venda de ativos -125.000,00 (+/-) Mudanças no capital de giro (=) Fluxo de Caixa Global 1.191.441,21 1.317.621,18 1.457.680,94 1.613.147,27 1.785.714,90 1.977.264,97 2.189.885,55 2.425.894,39 2.687.864,20 3.353.650,70
  23. 23. 22 TABELA 3: Fluxo de Caixa do Acionista FLUXO CAIXA DO ACIONISTA ANO 0 ANO 1 ANO 2 ANO 3 ANO 4 ANO 5 ANO 6 ANO 7 ANO 8 ANO 9 ANO 10 (+) Receita Operacional Bruta 647.500,00 738.150,00 819.346,50 909.474,62 1.009.516,82 1.120.563,67 1.243.825,68 1.380.646,50 1.532.517,62 1.701.094,55 (-) Imposto sobre vendas (10%) -64.750,00 -73.815,00 -81.934,65 -90.947,46 -100.951,68 -112.056,37 -124.382,57 -138.064,65 -153.251,76 -170.109,46 (=) Receita Operacional Liquida 582.750,00 664.335,00 737.411,85 818.527,15 908.565,14 1.008.507,31 1.119.443,11 1.242.581,85 1.379.265,86 1.530.985,10 (-) Custos dos produtos ou serviços vendidos (10%) -58.275,00 -66.433,50 -73.741,19 -81.852,72 -90.856,51 -100.850,73 -111.944,31 -124.258,19 -137.926,59 -153.098,51 (=) Lucro Operacional Bruto 524.475,00 597.901,50 663.670,67 736.674,44 817.708,63 907.656,58 1.007.498,80 1.118.323,67 1.241.339,27 1.377.886,59 (-) Despesas Administrativas -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 (-) Despesas Comerciais (2%) -12.950,00 -14.763,00 -16.386,93 -18.189,49 -20.190,34 -22.411,27 -24.876,51 -27.612,93 -30.650,35 -34.021,89 (-) Despesas Gerais -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 (=) Lucro Operacional - EBITDA 455.525,00 527.138,50 591.283,74 662.484,95 741.518,29 829.245,30 926.622,28 1.034.710,74 1.154.688,92 1.287.864,70 (-) Depreciação -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 (=) Lucro antes IR - LAJIR 347.072,50 420.499,00 486.268,17 559.271,94 640.306,13 730.254,08 830.096,30 940.921,17 1.063.936,77 1.200.484,09 (-) Despesas Financeiras -250.000,00 -237.500,00 -225.000,00 -212.500,00 -200.000,00 -187.500,00 -175.000,00 -162.500,00 -150.000,00 -137.500,00 (=)Lucro antes do IR - LAIR 97.072,50 182.999,00 261.268,17 346.771,94 440.306,13 542.754,08 655.096,30 778.421,17 913.936,77 1.062.984,09 (-) IR (25%) 86.692,98 110.076,53 135.688,52 163.774,07 194.605,29 228.484,19 265.746,02 (=) Lucro Líquido 97.072,50 182.999,00 261.268,17 433.464,92 550.382,66 678.442,59 818.870,37 973.026,46 1.142.420,96 1.328.730,11 (+) Depreciação 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 (=) Fluxo de Caixa 274.475,00 360.401,50 438.670,67 610.867,42 727.785,16 855.845,09 996.272,87 1.150.428,96 1.319.823,46 1.506.132,61 (-) Amortizações -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 (+/-) Investimentos ou desmobilizações de equipamentos -5.000.000,00 (-) IR sobre venda de ativos (+/-) Mudanças no capital de giro (=) Fluxo de Caixa do Acionista -5.000.000,00 24.475,00 110.401,50 188.670,67 360.867,42 477.785,16 605.845,09 746.272,87 900.428,96 1.069.823,46 1.256.132,61 ANO 11 ANO 12 ANO 13 ANO 14 ANO 15 ANO 16 ANO 17 ANO 18 ANO 19 ANO 20 (+) Receita Operacional Bruta 1.888.214,96 2.095.918,60 2.326.469,65 2.582.381,31 2.866.443,25 3.181.752,01 3.531.744,73 3.920.236,65 4.351.462,68 4.830.123,58 (-) Imposto sobre vendas (10%) -188.821,50 -209.591,86 -232.646,96 -258.238,13 -286.644,33 -318.175,20 -353.174,47 -392.023,67 -435.146,27 -483.012,36 (=) Receita Operacional Liquida 1.699.393,46 1.886.326,74 2.093.822,68 2.324.143,18 2.579.798,93 2.863.576,81 3.178.570,26 3.528.212,99 3.916.316,41 4.347.111,22 (-) Custos dos produtos ou serviços vendidos (10%) -169.939,35 -188.632,67 -209.382,27 -232.414,32 -257.979,89 -286.357,68 -317.857,03 -352.821,30 -391.631,64 -434.711,12 (=) Lucro Operacional Bruto 1.529.454,11 1.697.694,07 1.884.440,41 2.091.728,86 2.321.819,03 2.577.219,13 2.860.713,23 3.175.391,69 3.524.684,77 3.912.400,10 (-) Despesas Administrativas -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -40.000,00 -39.999,00 -39.998,00 -39.997,00 -39.996,00 (-) Despesas Comerciais (2%) -37.764,30 -41.918,37 -46.529,39 -51.647,63 -57.328,87 -63.635,04 -70.634,89 -78.404,73 -87.029,25 -96.602,47 (-) Despesas Gerais -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -16.000,00 -15.999,00 -15.998,00 -15.997,00 -15.996,00 (=) Lucro Operacional - EBITDA 1.435.689,82 1.599.775,69 1.781.911,02 1.984.081,23 2.208.490,17 2.457.584,09 2.734.080,34 3.040.990,95 3.381.661,52 3.759.805,63 (-) Depreciação -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 -177.402,50 (=) Lucro antes IR - LAJIR 1.352.051,61 1.520.291,57 1.707.037,91 1.914.326,36 2.144.416,53 2.399.816,63 2.683.310,73 2.997.989,19 3.347.282,27 3.734.997,60 (-) Despesas Financeiras -125.000,00 -112.500,00 -100.000,00 -87.500,00 -75.000,00 -62.500,00 -50.000,00 -37.500,00 -30.000,00 -15.000,00 (=)Lucro antes do IR - LAIR 1.227.051,61 1.407.791,57 1.607.037,91 1.826.826,36 2.069.416,53 2.337.316,63 2.633.310,73 2.960.489,19 3.317.282,27 3.719.997,60 (-) IR (25%) 306.762,90 351.947,89 401.759,48 456.706,59 517.354,13 584.329,16 658.327,68 740.122,30 829.320,57 929.999,40 (=) Lucro Líquido 1.533.814,52 1.759.739,46 2.008.797,39 2.283.532,95 2.586.770,67 2.921.645,78 3.291.638,41 3.700.611,48 4.146.602,84 4.649.997,00 (+) Depreciação 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 177.402,50 (=) Fluxo de Caixa 1.711.217,02 1.937.141,96 2.186.199,89 2.460.935,45 2.764.173,17 3.099.048,28 3.469.040,91 3.878.013,98 4.324.005,34 4.827.399,50 (-) Amortizações -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 -250.000,00 (+/-) Investimentos ou desmobilizações de equipamentos 500.000,00 (-) IR sobre venda de ativos -125.000,00 (+/-) Mudanças no capital de giro (=) Fluxo de Caixa do Acionista 1.461.217,02 1.687.141,96 1.936.199,89 2.210.935,45 2.514.173,17 2.849.048,28 3.219.040,91 3.628.013,98 4.074.005,34 4.952.399,50
  24. 24. 23 INDICADORES DE VIABILIDADE5.2 Com base nas projeções do fluxo de caixa calculou-se o tempo mínimo de retorno do investimento, o retorno mínimo descontado, o valor presente líquido (VPL), a taxa de retorno do investimento (TIR) e o índice de lucratividade (IL). A taxa mínima de atratividade para o projeto é de 8,75%. A Figura 5 mostra o fluxo de caixa e seu valor acumulado ao longo do período de 20 anos, que correspondem coincidentemente aos prazos de concessão e financiamento pactuados. GRÁFICO 1: Projeção do Fluxo de Caixa do Projeto -8.000.000,00 437.706,88 492.776,75 542.103,62 596.856,45 657.632,09 725.093,06 799.974,72 883.093,37 975.355,08 1.077.765,57 1.191.441,21 1.317.621,18 1.457.680,94 1.613.147,27 1.785.714,90 1.977.264,97 2.189.885,55 2.425.894,39 2.687.864,20 3.353.650,70 Ano 0 Ano 1 Ano 2 Ano 3 Ano 4 Ano 5 Ano 6 Ano 7 Ano 8 Ano 9 Ano 10 Ano 11 Ano 12 Ano 13 Ano 14 Ano 15 Ano 16 Ano 17 Ano 18 Ano 19 Ano 20
  25. 25. 24 As informações permitem calcular o payback simples, conforme tabela 4. TABELA 4: Payback Simples ANO FLUXO DE CAIXA VALOR ACUMULADO 0 - -8.000.000,00 1 437.706,88 -7.562.293,13 2 492.776,75 -7.069.516,38 3 542.103,62 -6.527.412,75 4 596.856,45 -5.930.556,30 5 657.632,09 -5.272.924,20 6 725.093,06 -4.547.831,15 7 799.974,72 -3.747.856,42 8 883.093,37 -2.864.763,05 9 975.355,08 -1.889.407,97 10 1.077.765,57 -811.642,40 11 1.191.441,21 379.798,81 A análise dos dados na tabela permite concluir que o retorno do investimento se dará em aproximadamente 10 anos e 4 meses. A Tabela 5 apresenta o cálculo do payback descontado. TABELA 5: Payback Descontado ANO FLUXO DE CAIXA VALOR ACUMULADO 0 - -8.000.000,00 1 402.489,08 -7.597.510,92 2 406.691,34 -7.190.819,58 3 411.312,46 -6.779.507,12 4 416.334,38 -6.363.172,74 5 421.740,85 -5.941.431,89 6 427.517,23 -5.513.914,66 7 433.650,43 -5.080.264,23 8 440.128,73 -4.640.135,50 9 446.941,71 -4.193.193,79 10 454.080,15 -3.739.113,64 11 461.535,95 -3.277.577,69 12 469.302,01 -2.808.275,68 13 477.372,20 -2.330.903,48 14 485.741,28 -1.845.162,20 15 494.404,81 -1.350.757,39 16 503.359,13 -847.398,26 17 512.601,27 -334.796,99 18 522.128,95 187.331,96 Esse indicador mostrou que, com uma taxa mínima de atratividade de 8,75%, o tempo de retorno do investimento será de 17 anos e 5 meses.
  26. 26. 25 O valor presente líquido, calculado à uma taxa mínima de atratividade de 8,75%, foi de R$ 1.560.753,20. Portanto, a remuneração do investimento supera a taxa mínima de atratividade estipulada pela E²S, obtendo uma Taxa interna de retorno (TIR) de 10,55%. O Gráfico 2 relaciona o valor presente líquido (VPL) e a taxa mínima de atratividade (TMA) ou custo do capital. Esse gráfico mostra que quando o valor presente líquido é igual a zero a taxa interna de retorno (TIR) é igual a 10,55%. GRÁFICO 2: VPL x TMA Calculou-se também o índice de lucratividade (IL), o qual mostrou que para cada R$1,00 investido o projeto renderá R$1,20. Isso significa que o investimento será recuperado, remunerado à taxa exigida e ainda haverá um excedente de capital. Por fim, segue abaixo a Tabela 6 que resume os resultados dos indicadores de viabilidade econômica do projeto GREENSOLAR. VPL = R$0,00 TIR = 10,55% (R$10.000.000,00) (R$5.000.000,00) R$0,00 R$5.000.000,00 R$10.000.000,00 R$15.000.000,00 R$20.000.000,00 R$25.000.000,00 0,00% 5,00% 10,00% 15,00% 20,00% 25,00% 30,00% VPL(R$) TMA (%)
  27. 27. 26 TABELA 6: Resumo dos indicadores de viabilidade INDICADOR RESULTADO Taxa mínima de atratividade (TMA) 8,75% Payback simples 10 anos e 4 meses Payback descontado 17 anos e 5 meses Valor Presente Líquido (VPL) R$ 1.560.753,20 Taxa Interna de Retorno (TIR) 10,55% Índice de Lucratividade (IL) 1,2 Pela análise dos indicadores pode-se concluir que o projeto é viável, pois apresenta tempo de retorno menor do que a vida útil do empreendimento, valor presente líquido maior do que zero (VPL > 0), taxa interna de retorno maior do que a taxa mínima de atratividade (TIR > TMA) e o índice de lucratividade maior do que um (IL > 1).
  28. 28. 27 6 PLANO DE GERENCIAMENTO DE STAKEHOLDERS O plano de gerenciamento dos intervenientes do projeto GREENSOLAR é demonstrado neste capítulo. Apresentam-se os intervenientes dispostos na matriz de priorização das partes interessadas (Quadro 3). Além disso, será apresentada a matriz de mapeamento dos stakeholders (Quadro 4), a matriz de interesse dos intervenientes (Quadro 5) bem como a estrutura analítica das partes interessadas (Figura 5).
  29. 29. 28 QUADRO 3: Matriz de Priorização das Partes Interessadas PARTE INTERESSADA Patrocinadores Conselho diretor Presidência GP Equipedo projeto Engenheiros Fornecedores Operários Dep. Aquisições Dep.RH Agências reguladoras Ministériode MinaseEnergia Imprensa ClienteFinal TOTALDA LINHA RANKING Patrocinadores 5 1 1 5 10 10 10 10 10 1/5 1/5 5 10 77,4 3º Conselho diretor 1/5 1 1 1 1 5 10 10 10 1/5 1/5 5 10 54,6 6º Presidência 1 1 1 1 5 5 5 5 5 1/5 1/5 5 10 44,4 7º GP 1 1 1 5 5 5 5 10 10 1/5 1/5 5 10 58,4 4º Equipe do projeto 1/5 1 1 1/5 5 5 5 5 5 1/10 1/10 5 5 37,6 8º Engenheiros 1/10 1 1/5 1/5 1/5 5 5 1 1 1/10 1/10 5 5 23,9 11º Fornecedores 1/10 1/5 1/5 1/5 1/5 1/5 1 10 10 1/5 1/5 1 5 28.5 9º Operários 1/10 1/10 1/5 1/5 1/5 1/5 1 10 10 1/10 1/10 1 1 24.2 10º Dep. Aquisições 1/10 1/10 1/5 1/10 1/5 1 1/10 1/10 1 1/10 1/10 1/5 1/5 3,5 13º Dep. RH 1/10 1/10 1/5 1/10 1/5 1 1/10 1/10 1 1/10 1/10 1/5 1/5 3,5 14º Agências reguladoras 5 5 5 5 10 10 5 10 10 10 1/5 5 10 90,2 2º Ministério de Minas e Energia 5 5 5 5 10 10 5 10 10 10 5 10 10 100 1º Imprensa 5 5 5 5 5 5 1 10 5 5 1/5 1/10 5 56,3 5º Cliente Final 1/10 1/10 1/10 1/10 1/5 1/5 1/5 1 5 5 1/10 1/10 1/5 12,4 12º
  30. 30. 29 QUADRO 4: Matriz de Mapeamento dos Stakeholders STAKEHOLDER INTERESSES IMPACTO GERENCIAL (ALTO (+/-), MÉDIO OU BAIXO) EXPECTATIVAS Patrocinadores  Econômico  Progresso do Projeto Alto (+)  Projeto seja bem planejado e que este planejamento seja respeitado  Políticas sejam seguidas  Problemas levantados rapidamente Conselho diretor  Estratégia do projeto  Entregáveis do projeto Alto (+)  Receber reportes do desenvolvimento do projeto  Aprovar o planejamento do projeto Presidência  Implementação do projeto GREENSOLAR  Adesão aos padrões técnicos e legais Alto (+)  Receber reportes do andamento do projeto  Ser notificado quando das mudanças de estratégia Gerentes de Projeto  Reconhecimento pessoal  Financeiro  Auto-formação Alto (+)  Participar ativamente ao planejamento do projeto  Ter voz ativa durante o desenvolvimento do projeto  Liderar o projeto Equipe do projeto  Direcionamento e delegação clara de tarefas  Mudança nos processos e políticas do negócio Médio  Participar da revisão e feedback dos entregáveis  Receber delegação pela qualidade Engenheiros  Mostrar habilidades  Econômico (Reconhecimento salarial) Baixo  Estar informado sobre mudanças no projeto  Ser atendido quanto a qualidade de produtos e serviços Fornecedores  Fornecer matérias e serviços em grande quantidade  Crescimento econômico Baixo  Vender produtos a preços elevados, acima de mercado.  Disputar as vendas com poucos concorrentes Operários  Benefícios  Segurança Baixo  Aumento salarial Departamento de Aquisições  Qualidade do projeto  Gerenciar todas as aquisições do projeto  Participar do planejamento Médio  Orçamento disponível  Fornecedores responsáveis e produtos entregues dentro do prazo Departamento de RH  Qualidade dos serviços executados  Gerenciar contratações  Saúde e segurança  Participar do planejamento Médio  Orçamento disponível  Planejamento seja respeitado  Política de contratação ágil e eficiente Agências reguladoras  Documentação do projeto em conformidade  Qualidade do projeto  Interesses políticos Alto(-)  Projeto em conformidade com as normas reguladoras  Atendimento de padrões Ministério de Minas e Energia  Desenvolvimento tecnológico  Interesse em propagandas políticas Alto(-)  Aumento da produção energética do país  Rápida e eficiente operação do sistema  Aumento da produção de energia limpa e sustentável Imprensa  Audiência  Notoriedade Alto (-)  Ter acesso a informações sobre o projeto  Assessoria de imprensa do projeto, solidário e cooperante Cliente Final  Econômico Baixo  Economia com a conta de energia (Baixo custo)  Demanda energética atendida (Evitar quedas de energia)
  31. 31. 30 QUADRO 5: Matriz de Interesse dos Intervenientes TIPOS DE INTERESSE RESULTADO30% TIPOS DE INFLUÊNCIA RESULTADO70% RESULTADOFINAL EXPECTATIVAS AÇÕESESTRATÉGICAS VALORDASAÇÕESEMR$ Técnico Econômico Planejamento Legal Político SaúdeeSegurança Oportunista Qualidade Sobrevivência Documentação Iniciador Filtro Influenciador Decisor Comprador Usuário PESO 2 2 9 5 10 3 6 8 7 5 5 6 7 10 9 8 Patrocinadores 1 3 2 2 2 2 3 3 3 1 129 3 3 3 3 2 2 118 121,3 Lucratividade do projeto Apresentação de EVA 4.000,00 Conselho Diretor 2 3 3 2 2 1 3 2 3 2 135 3 2 3 3 1 2 103 112,6 Cumprimento e lucratividade do projeto Apresentação de EVA 1.500,00 Presidência 1 3 2 1 3 1 3 2 3 1 124 2 2 3 3 1 2 98 105,8 Cumprimento e lucratividade do projeto Apresentação de EVA 2.000,00 Gerentes De Projeto 3 2 3 3 1 3 1 3 3 3 137 1 3 2 2 2 1 92 105,5 Qualidade do projeto Controle e monitoramento 15.000,00 Equipe Do Projeto 3 1 3 3 1 3 1 3 3 3 135 1 2 1 1 2 2 68 88,1 Qualidade do projeto Descrição detalhada dos requisitos de qualidade 2.000,00 Engenheiros 3 1 3 2 1 2 2 3 3 2 136 1 2 3 1 2 2 91 104,5 Requisitos técnicos Descrição detalhada dos requisitos do escopo 7.000,00 Fornecedores 3 3 1 2 2 1 2 3 2 1 109 1 1 1 1 3 1 63 76,8 Preço acima do mercado Processo de qualificação de fornecedores 1.500,00 Operários 3 1 1 1 1 3 1 2 3 1 89 1 1 1 1 1 1 45 58,2 Bonificação Divulgação das regras de bonificação 500,00 Departamento de Aquisições 3 2 3 3 1 2 1 3 2 3 127 1 3 2 2 3 1 92 102,5 Requisitos de aquisições Descrição detalhada da declaração de trabalho das aquisições 1.000,00 Departamento de Recursos Humanos 3 2 3 3 1 3 1 3 2 3 130 1 3 2 2 2 1 83 97,1 Contratações Revisão da descrição de cargos 500,00 Agências Reguladoras 3 1 2 3 3 3 1 3 1 3 132 1 3 3 1 1 2 79 94,9 Legislação Contratação de assessoria técnica e jurídica 18.000,00 Ministério De Minas e Energia 2 3 2 3 3 1 3 3 1 3 140 1 3 3 1 1 2 79 97,3 Desenvolvimento tecnológico e potencial energético Descrição técnica detalhada, incluindo potencial de geração 3.500,00 Imprensa 1 3 2 3 2 2 3 2 1 1 113 1 2 3 1 1 3 81 90,6 Audiência e notoriedade Plano de comunicação para imprensa 2.750,00 Cliente Final 1 2 1 2 1 3 2 3 2 1 99 1 1 1 1 1 2 53 66,8 Economia em energia Divulgação de benefícios da energia sustentável. 2.000,00 TOTAL 61.250,00 3 Alto 2 Médio 1 Baixo
  32. 32. 31 FIGURA 5: Estrutura Analítica dos Intervenientes
  33. 33. 32 7 PLANO DE GERENCIAMENTO DO ESCOPO TERMO DE ABERTURA DO PROJETO7.1 a) Titulo do Projeto USINA FOTOVOLTAICA GREENSOLAR b) Objetivo Construir a usina fotovoltaica GREENSOLAR, às margens da BR-163, nas proximidades do entroncamento com a BR-277, na cidade de Cascavel-PR, utilizando 3492 módulos fotovoltaicos de 300 Wp, totalizando 01 MWp de potência instalada. c) Justificativa Aproveitar oportunidade de negócio apresentada através de leilão A-3 da ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica. d) Gerente de Projetos, suas responsabilidades e sua autoridade Graciolina Sant´ana da Rosa é a gerente do projeto. Sua autoridade permite contratar, realizar compras e gerenciar os recursos humanos utilizando seus próprios critérios. Na área financeira, sua autoridade está limitada a certas autonomias, que serão definidas no plano de gerenciamento de custos. No caso de relacionamento externo ao projeto sua autoridade é inerente a seu posto na organização. e) Necessidades básicas do trabalho a ser realizado Nas necessidades do projeto estão incluídos todos os projetos referentes à construção do parque Solar, contemplando os itens que visam o selo LEED, além da compra e instalação de toda a infraestrutura necessária para o funcionamento do parque, bem como a contratação e treinamento da equipe do projeto e os testes iniciais de operação. f) Descrição do Projeto i. Produto do Projeto
  34. 34. 33 Parque solar fotovoltaico com 1MW de potência instalada, a ser instalado nas proximidades do entroncamento entre as rodovias BR-163 e BR-277, na cidade de Cascavel-PR, utilizando 3492 módulos fotovoltaicos de 300 Wp. ii. Cronograma básico do projeto Os trabalhos terão início em Janeiro de 2014 findando em aproximadamente 36 meses (12/2016). iii. Estimativas iniciais de custo O orçamento inicial é de R$8.000.000,00. DOCUMENTOS DE REQUISITOS DO PROJETO7.2 Os quadros 6 e 7 descrevem as principais funcionalidades necessárias para entregar os resultados e benefícios às partes interessadas. QUADRO 6: Requisitos do produto CÓDIGO DESCRIÇÃO PARTE INTERESSADA FONTE OU ORIGEM PRIORIDADE RP01 A unidade geradora deverá possuir 1MW de potência instalada. Cliente Termo de Abertura 1 RP02 A estrutura física da unidade deve ter certificação LEED do Green Building Council. Cliente Ofício enviado 1 RP03 As instalações deverão atender aos requisitos ambientais vigentes. IAP Legislação ambiental vigente 2 RP04 A unidade deverá ser montada em um terreno de propriedade da empresa, e que o mesmo seja apto a receber o projeto. Gerente do Projeto Termo de Abertura 2 RP05 A conexão da usina à rede de AT fará parte das entregas do projeto. Cliente Termo de Abertura 3
  35. 35. 34 QUADRO 7: Requisitos do Produto CÓDIGO DESCRIÇÃO PARTE INTERESSADA FONTE OU ORIGEM PRIORIDADE RP01 Montar um equipe dedicada à gerenciar o projeto Cliente Ofício enviado 1 RP02 Prazo de 36 (trinta) meses para conclusão do projeto Cliente Termo de Abertura 1 RP03 Membros que integrarão a equipe de gerenciamento do projeto devem ter, no mínimo, um ano de experiência em gerenciamento de projeto. Cliente Ofício enviado 3 RP04 Não exceder os custos do projeto em mais que 10% do valor do investimento inicial Cliente Ofício enviado 1 DECLARAÇÃO DE ESCOPO7.3 a) Time do Projeto O time do projeto está relacionado na Figura 6. FIGURA 6: Time do Projeto b) Objetivo do projeto Construir a usina fotovoltaica GREENSOLAR, às margens da BR-163, nas proximidades do entroncamento com a BR-277, na cidade de Cascavel-PR, utilizando 3492 módulos fotovoltaicos de 300 Wp, totalizando 01 MWp de potência instalada.
  36. 36. 35 c) Justificativa do projeto Aproveitar oportunidade de negócio, apresentada através de leilão A-3 do ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica. d) Produto do projeto Parque solar fotovoltaico com 1MW de potência instalada, a ser instalado nas proximidades do entroncamento entre as rodovias BR-163 e BR-277, na cidade de Cascavel-PR, utilizando 3492 módulos fotovoltaicos de 300 Wp. e) Cliente i. ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica ii. MME – Ministério de Minas e Energia f) Patrocinador i. BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ii. E²S – Enermix Energia Sustentável g) Expectativa do cliente i. Projeto em conformidade com termo de abertura ii. Projeto entregue dentro do prazo previsto iii. Projeto entregue dentro do orçamento previsto h) Fatores de sucesso do projeto i. Suporte do patrocinador ii. Comunicação eficiente dentro do time do projeto iii. Manter os todos os stakeholders informados sobre o projeto i) Restrições i. Prazo de 36 meses para execução ii. Orçamento limitado à R$8.000.000,00 iii. Mão-de-obra insuficiente e inexperiente j) Premissas i. Apoio irrestrito de todos os stakeholders
  37. 37. 36 ii. A equipe do projeto receberá o terreno totalmente apto para receber o empreendimento, livre de qualquer empecilho técnico ou administrativo. iii. Os fornecedores cumprirão os prazos estipulados iv. Mão-de-obra qualificada disponível k) Exclusões específicas i. Não fará parte do escopo do projeto a compra do terreno onde será instalada a obra. ii. Não fará parte do escopo do projeto os trâmites legais para a venda da eletricidade gerada pelo parque solar à companhia de energia elétrica. iii. Não fará parte do escopo do projeto a manutenção dos equipamentos instalados na obra. iv. Não fará parte do projeto a contratação de pessoal responsável pela administração da obra em regime operacional. PLANO DE ENTREGAS E MARCOS DO PROJETO7.4 O plano de entregas com os marcos do projeto está relacionado no quadro 8. QUADRO 8: Plano de entregas do projeto ENTREGA DESCRIÇÃO TÉRMINO Fase de iniciação Gerente de Projetos Definido 01/01/2014 Termo de abertura aprovado 15/01/2014 Fase de planejamento Declaração de escopo aprovado 25/04/2014 Cronograma definido 30/04/2014 Orçamento definido 09/05/2014 Plano do projeto concluído 21/05/2014 Plano do projeto aprovado 30/05/2014 Fase de execução Projetos de engenharia 01/01/2015 Aquisições 01/07/2015 Instalação de equipamentos 01/07/2016 Recrutamento e seleção 01/07/2015 Conexão à rede de AT 01/09/2016 Fase de finalização Projeto concluído 01/12/2016 Lições aprendidas registradas 31/12/2016 Contratos encerrados 31/12/2016
  38. 38. 37 ESTRUTURA ANALÍTICA DO PROJETO – EAP7.5 A EAP do projeto está apresentada na Figura 7. FIGURA 7: Estrutura Analítica do Projeto - EAP DICIONÁRIO DA EAP7.6 O dicionário da EAP está apresentado no Quadro 9.
  39. 39. 38 QUADRO 9: Dicionário da EAP IDENTIFICAÇÃO DA EAP PACOTE DE TRABALHO DESCRIÇÃO CRITÉRIO DE ACEITE 1.1 PLANO DE GERENCIAMENTO DO PROJETO 1.1.1 Plano de Ger. Escopo. Plano que descreve as entregas a declaração do trabalho, a EAP, o dicionário da EAP do projeto. Assinatura de gerente do Projeto 1.1.2 Plano de ger. Tempo. Descrição de todas as atividades em um cronograma, com controle de realização e prazos. Assinatura do gerente do Projeto 1.1.3 Plano de ger. Pessoas. Atividades de recrutamento e seleção, contratação e capacitação dos recursos humanos para o projeto. Assinatura do gerente do Projeto 1.1.4 Plano de ger. Riscos. Descreve os riscos previstos para o Projeto classificando-os qualitativa e quantitativamente e explicitando o plano de ações a serem tomadas para potencializar o efeito de oportunidades e neutralizar o impacto de ameaças. Revisado pela equipe de planejamento do Projeto. 1.1.5 Plano de ger. Custos. Descreve o orçamento e fluxo de desembolso do projeto Assinatura do gerente do Projeto. 1.1.6 Plano de ger. Comunicações. Define quais stakeholders do projeto necessitam informações, quais informações, quando e como estas informações serão fornecidas. Revisado pela equipe de planejamento. 1.1.7 Plano de ger. Aquisições. Descreve os equipamentos e materiais diversos a serem adquiridos, definindo preços, prazos de aquisição e entrega e a forma de compra. Revisada pela equipe de planejamento do projeto. 1.1.8 Plano de ger. Integração Define e descreve todos os processos e pessoas envolvidas no projeto, evidenciando a interdependência entre eles. Assinatura do gerente do Projeto. 1.1.9 Controle e encerramento Acompanhamento das fases do plano de gerenciamento do projeto Assinatura do gerente do Projeto. 1.2 PROJETOS DE ENGENHARIA 1.2.1 Projeto Elétrico. Projeto executivo do parque gerador, compreendendo a O aceite será dado de acordo com o plano de
  40. 40. 39 IDENTIFICAÇÃO DA EAP PACOTE DE TRABALHO DESCRIÇÃO CRITÉRIO DE ACEITE instalações das placas geradoras de energia, inversores, painéis elétricos e fiações. gerenciamento de escopo 1.2.1.1 Memorial Descritivo Especificação dos projetos, lista de materiais necessários que servirá como base para aquisição dos serviços de instalações Elétricas e Hidráulicas. O aceite será dado de acordo com o plano de gerenciamento de escopo 1.2.1.2 Layout de instalação de painéis solares É uma planta geral contendo toda a infraestrutura indicando a posição e localização de cada painel solar. O aceite será dado de acordo com o plano de gerenciamento de escopo 1.2.1.3 Especificação dos componentes do sistema Definições e especificação dos componentes que farão parte do sistema fotovoltaico e do sistema gerador de energia O aceite será dado de acordo com o plano de gerenciamento de escopo 1.2.2 Projeto civil É a entrega do projeto executivo: Arquitetônico, estrutural, iluminação, lógica e elétrica, rede de computadores, telefônico para atender as instalações prediais. Assinatura do engenheiro civil. 1.2.2.1 Layout geral É uma planta geral contendo toda infraestrutura necessária para instalação do parque gerador O aceite será dado pelo Gerente do Projeto desde que atenda os requisitos impostos pelo conselho diretor. 1.2.2.2 Layout administrativo Arranjo do escritório a ser utilizando para locar a parte administrativa do parque gerador. O aceite será dado de acordo com 1.1.1. 1.2.2.3 Layout almoxarifado Arranjo físico com espaço necessário para gestão, guarda e conservação de materiais que serão utilizados desde a concepção do parque gerador até seu pleno funcionamento. O aceite será dado de acordo com 1.1.1. 1.3 AQUISIÇÕES 1.3.1 Compra de equipamentos e materiais Definições e especificação dos equipamentos e materiais necessários á implantação do parque fotovoltaico. O aceite será dado pelo Gerente de Projeto 1.3.2 Compra de móveis Aquisição de móveis e utensílios para escritório. O aceite será dado pelo Gerente de
  41. 41. 40 IDENTIFICAÇÃO DA EAP PACOTE DE TRABALHO DESCRIÇÃO CRITÉRIO DE ACEITE Projeto 1.3.3 Contratação de M.O para a fase de implantação Processo para Seleção, contratação e treinamento de pessoal recrutado para construção do parque solar. O aceite será dado pelo Gerente de RH. 1.4 INSTALAÇÃO 1.4.1 Montagem de equipamentos Serviço de montagem das unidades geradoras de energia solar (placas fotovoltaicas). Termo de recebimento. 1.4.2 Obra civil Edificação de adequação do espaço para atender o layout geral O aceite será dado pelo Gerente de Projeto 1.4.3 Conexão a rede de AT Conectar o parque gerador com a rede de alta tensão da concessionária de energia elétrica. O aceite será dado Gerente Projeto 1.4.4 Testes e comissionamento Teste de funcionamento dos equipamentos geradores de energia. Termo de recebimento. 1.5 ENCERRAMENTO DO PROJETO 1.5.1 Desmobilização da equipe. A equipe do projeto será desmobilizada. Entrega do projeto. 1.5.2 Encerramento dos contratos Contratos serão encerrados. Termo de aceite e encerramento dos contratos assinados e livre de pendências. 1.5.3 Termo de aceite do projeto Reunião final com o time do projeto para concluir e avaliar lições aprendidas juntamente com o cliente. Termo de aceite assinado 1.5.4 Relatório de lições aprendidas Avaliações e registro das lições aprendidas durante as fases do projeto. Registro das lições documentadas.
  42. 42. 41 PLANO DE MUDANÇAS DO ESCOPO7.7 Todas as mudanças no escopo devem ser avaliadas e classificadas dentro do sistema de controle de mudança do escopo. O controle integrado de mudanças, a ser utilizado pelo Comitê de Mudanças, será realizado conforme o fluxo de processos da Figura 8. FIGURA 8: Fluxo para Controle de Mudanças
  43. 43. 42 CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO DO PROJETO7.8 O projeto será aceito quando: a) a documentação do fluxo de processo, modelos de documentos, relatórios e manuais for disponibilizada para uso geral da unidade produtiva; b) estiver concluída a nova unidade geradora com capacidade instalada de 1MW. c) a unidade geradora estiver conectada e entregando energia elétrica ao sistema de transmissão de energia.
  44. 44. 43 8 PLANO DE GERENCIAMENTO DO TEMPO FERRAMENTAS PARA O GERENCIAMENTO DE TEMPO8.1 a) O gerenciamento de tempo será realizado utilizando a ferramenta Microsoft Office Project 2013. b) A atualização dos prazos do projeto será realizada no Microsoft Project 2013 através da disponibilização dos seguintes relatórios: i. Gráfico de Gantt ii. Percentual completo c) Serão consideradas críticas todas as atividades com folga menor ou igual a três dias. Uma folga de três dias ou menos não será considerada como disponibilidade, devido a remanejamento de horas de trabalho no projeto. d) As mudanças no prazo inicialmente previsto para o projeto devem ser avaliadas e classificadas dentro do sistema de controle de mudanças de tempo. e) Serão considerados atrasos os decorrentes de medidas corretivas, que, se influenciadoras do sucesso do projeto, deverão ser integradas ao plano. Inovações e novos recursos não serão abordados pelo gerenciamento de tempo e serão passíveis de negociação de prazos ou serão ignorados. f) A atualização da linha de base do projeto somente será permitida com autorização expressa do gerente de projeto e do patrocinador, sendo a linha de base anterior arquivada, documentada e publicada para fins de lições aprendidas. g) As solicitações de mudanças nos prazos previamente definidos deverão ser feitas por escrito ou através de e-mail, conforme descrito no plano de comunicação do projeto. CRONOGRAMA8.2 O cronograma do projeto é apresentado na Figura 9.
  45. 45. 44 FIGURA 9: Cronograma do Projeto
  46. 46. 45 FLUXO DE CONTROLE DE MUDANÇAS DE PRAZOS8.3 Todas as mudanças nos prazos e atrasos/adiantamentos do projeto devem ser tratadas conforme descritos na figura 10. FIGURA 10: Fluxo de Controle de Mudanças e Prazos
  47. 47. 46 PROCESSO ADOTADO PARA O APROVEITAMENTO CORRETO DE8.4 RECURSOS A verificação será realizada através do Microsoft Project no modo de exibição diagrama de rede e a redistribuição, como parte do gerenciamento dos prazos do projeto, será diária, conforme ilustrado na figura 11. FIGURA 11: Fluxo adotado para o aproveitamento de recursos
  48. 48. 47 PROCESSO ADOTADO PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE8.5 PROGRESSO. O relatório de progresso mensal deve ser elaborado conforme fluxograma apresentado na figura 12. FIGURA 12: Fluxo adotado para elaboração de relatório de progresso
  49. 49. 48 9 PLANO DE GERENCIAMENTO DE CUSTOS a) A atualização do orçamento do projeto de construção do Parque Solar de 1MW será realizada no Microsoft Office Project. b) O gerenciamento de custos será realizado com base no orçamento projetado, bem como através do fluxo de caixa. c) A atualização do projeto deve ser realizada diariamente, sua publicação será semanal, e discutida a evolução nas reuniões mensais. d) A estimativa de custos toma como base a EAP do projeto e os itens que serão demandados para a realização do mesmo. ORÇAMENTO9.1 O orçamento foi realizado levando em consideração os pacotes de trabalho apresentados na EAP do projeto, e está descrito na Tabela 7. TABELA 7: Descrição do investimento inicial em reais ITENS VALOR (R$) Projeto elétrico R$ 75.000,00 Projeto civil R$ 50.000,00 Obra elétrica R$ 1.674.491,00 Obra civil R$ 1.050.000,00 Recursos Humanos R$ 1.602.459,00 Móveis de escritório R$ 95.000,00 Painéis fotovoltaicos R$ 2.171.833,72 Inversores R$ 1.281.216,28 Total R$ 8.000.000,00 Na sequência é apresentada, no gráfico 3, a participação de cada item na composição do custo do projeto.
  50. 50. 49 GRÁFICO 3: Participação de cada item na composição do custo do projeto RECURSOS DO PROJETO9.2 O planejamento dos recursos do projeto foi baseado nas informações fornecidas pela EAP do Projeto e pela Declaração de Escopo, citados neste documento. Os recursos financeiros foram alocados como demonstrado na tabela 8. Cada desembolso efetuado neste projeto deve referenciar o subitem orçamentário, a fim de controlar o fluxo financeiro do projeto. O gráfico 4 demonstra a participação de cada subitem no projeto. TABELA 8: Recursos do Projeto SUBITEM VALOR (R$) Serviços de Terceiros R$ 2.849.491,00 Equipamentos e Materiais R$ 3.548.050,00 Recursos Humanos R$ 1.602.459,00 Total R$ 8.000.000,00 0,94% 0,63% 16,38% 13,13% 24,59% 1,19% 27,15% 16,02% Projeto elétrico Projeto civil Obra elétrica Obra civil Recursos Humanos Móveis de escritório Painéis fotovoltaicos Inversores
  51. 51. 50 GRÁFICO 4: Participação de cada subitem no projeto Relativo aos custos com terceirizados, os mesmos são apresentados na tabela 9, bem como no gráfico 5. TABELA 9: Discriminação dos Custos com Terceiros RECURSO DESEMBOLSO TOTAL Projeto elétrico R$ 75.000,00 Projeto civil R$ 50.000,00 Obra elétrica R$ 1.674.491,00 Obra civil R$ 1.050.000,00 Total R$ 2.849.491,00 31,06% 44,35% 24,59% Serviços de Terceiros Equipamento e Materiais Recursos Humanos
  52. 52. 51 GRÁFICO 5: Cronograma de desembolso – Serviços de Terceiros Os custos com equipamentos e materiais são mostrados na tabela 10, e no gráfico 6, respectivamente. TABELA 10: Discriminação dos Custos com Equipamentos e Materiais DESCRIÇÃO DESEMBOLSO TOTAL Móveis de escritório R$ 95.000,00 Painéis fotovoltaicos R$ 2.171.833,72 Inversores R$ 1.281.216,28 Total R$ 3.548.050,00 R$75.000,00 R$50.000,00 R$1.050.000,00 R$1.674.491,00 out-14 out-14 fev-16 jul-16 Projeto Elétrico Projeto Civil Obra civil Obra elétrica
  53. 53. 52 GRÁFICO 6: Cronograma de desembolso – Equipamentos e materiais Quanto as despesas com recursos humanos, os mesmos são apresentados na tabela 11 e no gráfico 7. TABELA 11: Discriminação dos Custos com Recursos Humanos RECURSO TOTAL DE MESES NO PROJETO SALÁRIO DESEMBOLSO TOTAL Gerente do Projeto 36 R$ 14.000,00 R$ 504.000,00 Secretária 36 R$ 2.110,00 R$ 75.960,00 Gerente Técnico de Projeto 30 R$ 8.000,00 R$ 240.000,00 Engenheiro de Qualidade e Segurança 30 R$ 6.400,00 R$ 192.000,00 Técnico em Energia Solar 30 R$ 2.900,00 R$ 87.000,00 Técnico em Edificações 30 R$ 2.900,00 R$ 87.000,00 Gerente Administrativo-financeiro 30 R$ 8.000,00 R$ 240.000,00 Analista de Aquisições 30 R$ 1.961,10 R$ 58.833,00 Analista de Recursos Humanos 30 R$ 1.961,10 R$ 58.833,00 Analista Financeiro 30 R$ 1.961,10 R$ 58.833,00 TOTAL R$ 1.602.459,00 CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO9.3 A tabela 12 apresenta o cronograma físico-financeiro do projeto GREENSOLAR. R$95.000,00 R$3.453.050,00 mar-15 jul-15 Moveis de escritório Painéis Fotovoltaicos + Inversores
  54. 54. 53 TABELA 12: Cronograma físico-financeiro do Projeto 2014 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOTAL Recursos Humanos 16.110,00 16.110,00 16.110,00 16.110,00 16.110,00 16.110,00 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 397.819,80 Projeto elétrico 75.000,00 75.000,00 Projeto civil 50.000,00 50.000,00 Obra elétrica 0,00 Obra civil 0,00 Móveis de escritório 0,00 Painéis fotovoltaicos + Inversores 0,00 SUBTOTAL 16.110,00 16.110,00 16.110,00 16.110,00 16.110,00 16.110,00 50.193,30 50.193,30 50.193,30 175.193,30 50.193,30 50.193,30 522.819,80 2015 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOTAL Recursos Humanos 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 602.319,60 Projeto elétrico 0,00 Projeto civil 0,00 Obra elétrica 0,00 Obra civil 0,00 Móveis de escritório 95.000,00 95.000,00 Painéis fotovoltaicos + Inversores 3.453.050,00 3.453.050,00 SUBTOTAL 50.193,30 50.193,30 145.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 3.503.243,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 4.150.369,60 2016 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ TOTAL Recursos Humanos 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 602.319,60 Projeto elétrico 0,00 Projeto civil 0,00 Obra elétrica 1.674.491,00 1.674.491,00 Obra civil 1.050.000,00 1.050.000,00 Móveis de escritório 0,00 Painéis fotovoltaicos + Inversores 0,00 SUBTOTAL 50.193,30 1.100.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 1.724.684,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 50.193,30 3.326.810,60 TOTAL 8.000.000,00
  55. 55. 54 Os gráficos 7, 8, e 9 demonstram o cronograma físico-financeiro para cada ano do projeto. GRÁFICO 7: Cronograma físico-financeiro para 2014 GRÁFICO 8: Cronograma físico-financeiro para 2015
  56. 56. 55 GRÁFICO 9: Cronograma físico-financeiro para 2016 O gráfico 10 destaca os percentuais do desembolso em cada ano do projeto. GRÁFICO 10: Percentuais de desembolso anual A evolução das receitas e despesas está descrita no gráfico 11, bem como a curva ´S´ do projeto. 6,54% 51,88% 41,59% 2014 2015 2016
  57. 57. 56 GRÁFICO 11: Curva ´S´ 3.000.000,00 5.000.000,00 7.800.000,00 8.000.000,00 -1.000.000,00 0,00 1.000.000,00 2.000.000,00 3.000.000,00 4.000.000,00 5.000.000,00 6.000.000,00 7.000.000,00 8.000.000,00 9.000.000,00 jan/14 mar/14 mai/14 jul/14 set/14 nov/14 jan/15 mar/15 mai/15 jul/15 set/15 nov/15 jan/16 mar/16 mai/16 jul/16 set/16 nov/16 Despesas Receitas
  58. 58. 57 TABELA 13: Fluxo de caixa mensal durante a implantação do projeto RECEITAS Recursos Próprios R$ 3.000.000,00 BNDES R$ 5.000.000,00 TOTAL R$ 8.000.000,00 JAN/14 FEV/14 MAR/14 ABR/14 MAI/14 JUN/14 JUL/14 AGO/14 SET/14 OUT/14 NOV/14 DEZ/14 Aporte 3.000.000,00 Receita 3.000.000,00 2.983.890,00 2.967.780,00 2.951.670,00 2.935.560,00 2.919.450,00 2.903.340,00 2.853.146,70 2.802.953,40 2.752.760,10 2.577.566,80 2.527.373,50 Despesas -16.110,00 -16.110,00 -16.110,00 -16.110,00 -16.110,00 -16.110,00 -50.193,30 -50.193,30 -50.193,30 -175.193,30 -50.193,30 -50.193,30 SALDO 2.983.890,00 2.967.780,00 2.951.670,00 2.935.560,00 2.919.450,00 2.903.340,00 2.853.146,70 2.802.953,40 2.752.760,10 2.577.566,80 2.527.373,50 2.477.180,20 JAN/15 FEV/15 MAR/15 ABR/15 MAI/15 JUN/15 JUL/15 AGO/15 SET/15 OUT/15 NOV/15 DEZ/15 Aporte 2.000.000,00 2.800.000,00 Receita 4.477.180,20 4.426.986,90 4.376.793,60 4.231.600,30 4.181.407,00 4.131.213,70 6.881.020,40 3.377.777,10 3.327.583,80 3.277.390,50 3.227.197,20 3.177.003,90 Despesas -50.193,30 -50.193,30 -145.193,30 -50.193,30 -50.193,30 -50.193,30 -3.503.243,30 -50.193,30 -50.193,30 -50.193,30 -50.193,30 -50.193,30 SALDO 4.426.986,90 4.376.793,60 4.231.600,30 4.181.407,00 4.131.213,70 4.081.020,40 3.377.777,10 3.327.583,80 3.277.390,50 3.227.197,20 3.177.003,90 3.126.810,60 JAN/16 FEV/16 MAR/16 ABR/16 MAI/16 JUN/16 JUL/16 AGO/16 SET/16 OUT/16 NOV/16 DEZ/16 Aporte 200.000,00 Receita 3.126.810,60 3.076.617,30 1.976.424,00 1.926.230,70 1.876.037,40 1.825.844,10 1.775.650,80 50.966,50 200.773,20 150.579,90 100.386,60 50.193,30 Despesas -50.193,30 -1.100.193,30 -50.193,30 -50.193,30 -50.193,30 -50.193,30 -1.724.684,30 -50.193,30 -50.193,30 -50.193,30 -50.193,30 -50.193,30 SALDO 3.076.617,30 1.976.424,00 1.926.230,70 1.876.037,40 1.825.844,10 1.775.650,80 50.966,50 773,20 150.579,90 100.386,60 50.193,30 0,00
  59. 59. 58 FREQUÊNCIA DE ATUALIZAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE9.4 CUSTOS O plano de gerenciamento de custos deve ser atualizado diariamente e reavaliado em reuniões mensais de acompanhamento do projeto.
  60. 60. 59 10 PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE10.1 I. O gerenciamento da qualidade será realizado com base na norma ISO 9001/2008, na qual a empresa foi certificada, pois age em conformidade com os seus processos. II. Os procedimentos preconizados pela ISO para os projetos da empresa não estão descritos neste plano por fazerem parte dos procedimentos de qualidade da empresa. III. Todas as reclamações provenientes de clientes, bem como produtos e/ou entregas não conformes com a declaração de escopo, deverão ser tratados como medidas corretivas no plano de gerenciamento da qualidade. PRIORIZAÇÃO DAS MUDANÇAS NOS REQUISITOS DE QUALIDADE E10.2 RESPOSTAS As mudanças dos requisitos de qualidade são classificadas em quatro níveis de prioridade, de acordo com o quadro 10. QUADRO 10: Níveis de priorização dos requisitos da qualidade PRIORIDADES IMPACTO URGÊNCIA RESPONSÁVEL INTERVENÇÃO AÇÃO PR00 Alto Alto Gerente de Projetos Imediata Acionar o patrocinador PR01 Médio Alto ou Médio Gerente de Projetos Imediata Medidas de Controle do GP PR02 Baixo Baixo Equipe do Projetos Média Alinhamento c/ equipes e terceiros PR03 Muito Baixo Muito Baixo Equipe do Projetos Baixa Tratar após prioridades 0, 1 e 2 Os requisitos da qualidade do projeto devem ser avaliados semanalmente em reunião, prevista no plano de gerenciamento das comunicações.
  61. 61. 60 REQUISITOS DA QUALIDADE10.3 Os requisitos da qualidade são apresentados no quadro 12. Quanto aos requisitos específicos da gestão da qualidade, estes são listados a seguir: I. Relatório de Desempenho II. Atas de reuniões III. Análise Crítica IV. Auditoria V. Melhoria da Qualidade QUADRO 11: Requisitos de Qualidade CÓDIGO DESCRIÇÃO PARTE INTERESSADA FONTE OU ORIGEM PRIORIDADE RQ01 Equipamentos certificados por organismos internacionais Cliente Ofício enviado 1 RQ02 A estrutura física da unidade geradora deve ter a certificação LEED do Green Building Council. Cliente Ofício enviado 1 INDICADORES DA QUALIDADE10.4 A progressão do projeto será avaliada por folha de identificação de Indicadores de Desempenho - KPI, para monitorar resultados e eliminar as causas de desempenho insatisfatório. Os quadros 13, 14 e 15 trazem os parâmetros monitorados. QUADRO 12: Indicador de Desempenho I CAMPO QUALIDADE Nome Indicador Qualidade de Montagem Sigla IQM Periodicidade de obtenção A cada lote de módulos fotovoltaicos instalados. Objetivo Avaliar qualidade do serviço de montagem Fonte Equipe técnica de campo Destino Gerente de projetos e de Qualidade Fórmula Meta IQM < 2%
  62. 62. 61 QUADRO 13: Indicador de Desempenho II CAMPO PRODUTIVIDADE Nome Indicador de Eficiência de Montagem Sigla IEM Periodicidade de obtenção A cada lote de módulos fotovoltaicos instalados. Objetivo Avaliar a eficiência dos montadores contratados. Fonte Equipe técnica de campo Destino Gerente de projetos e de Qualidade Fórmula Meta IEM >10 Módulos por funcionários QUADRO 14: Indicador de Desempenho III CAMPO CAPACIDADE Nome Indicador de Capacidade de Montagem Sigla ICM Periodicidade de obtenção A cada lote de módulos fotovoltaicos instalados. Objetivo Avaliar o tempo de ciclo de montagem. Fonte Equipe técnica de campo Destino Gerente de projetos e de Qualidade Fórmula Meta IEM > 2 Lotes por mês
  63. 63. 62 11 PLANO DE GERENCIAMENTO DE PESSOAS ORGANOGRAMA11.1 Os profissionais alocados no projeto estão representados no organograma a seguir (Figura 13). FIGURA 13: Organograma do Projeto PLANO DE TREINAMENTOS11.2 Devido ao ineditismo do projeto GREENSOLAR quanto às práticas de sustentabilidade, bem como quanto a intenção em buscar a certificação LEED, é dada ênfase no treinamento sobre sustentabilidade e nos procedimentos e check-list da ONG Green Building Council e certificação LEED. MATRIZ DE RESPONSABILIDADES11.3 O nível de envolvimento dos profissionais diante das principais entregas do projeto está elencado na matriz de responsabilidades, ilustrada no quadro 15.
  64. 64. 63 QUADRO 15: Matriz de Responsabilidades FUNÇÃO PLANO DE GERENCIAMENTO DO PROJETO PROJETOS DE ENGENHARIA AQUISIÇÕES INSTALAÇÃO ENCERRAMENTO DO PROJETO Gerente do Projeto R A S A R Secretária A A Gerente Técnico de Projeto S R R S Engenheiro de Qualidade e Segurança S S Técnico em Energia Solar A A Técnico em Edificações A A Gerente Administrativo- financeiro S R S Analista de Aquisições A Analista de Recursos Humanos A Analista Financeiro A Legenda: R – Responsável; S – Suplente; A – Apoio DESCRIÇÃO DAS FUNÇÕES E ATRIBUIÇÕES11.4 A fim de dirimir dúvidas quanto as atribuições de cada profissional na execução do projeto, elaborou-se o quadro 16 com a descrição das funções e atribuições.
  65. 65. 64 QUADRO 16: Descrição das Funções e Atribuições FUNÇÃO RESPONSABILIDADES Gerente do Projeto Conduzir o projeto de forma a seguir o plano estabelecido. Aprova a contratação de empresas parceiras e recursos humanos alocados pelas mesmas. Reportar o andamento do projeto ao patrocinador. Secretária Facilitar e acompanhar a comunicação interna e externa do projeto Prestar apoio ao gerente de projeto na condução do projeto. Gerente Técnico de Projeto Verificação diária do andamento da obra, acompanhando o cumprimento da execução dentro das melhores práticas de sustentabilidade. Acompanhar e auditar as empresas parceiras quanto a realização dos trabalhos. Análise e aprovação de qualquer alteração de escopo da parte técnica junto com o Gerente de Projeto. Análise e aprovação de qualquer alteração do plano de gerenciamento de riscos, junto com o Gerente de Projeto. Concepção do projeto, de forma que o mesmo contemple os requisitos para a certificação LEED. Engenheiro de Qualidade e Segurança Fazer o acompanhamento técnico da obra e verificação do cumprimento da obra junto ao Gerente Técnico de Projeto. Avaliar a qualidade e o atendimento dos requisitos de sustentabilidade. Procurar as melhores soluções disponíveis no mercado para melhoria de recuperação de energia e água. Técnico em Energia Solar Participar na elaboração dos projetos elétricos Acompanhar e realizar as medições de desempenho das instalações elétricas Técnico em Edificações Participar na elaboração dos projetos civis Acompanhar e realizar as medições de desempenho das instalações civis Gerente Administrativo- financeiro Compra dos materiais e equipamentos necessários Contratação da mão-de-obra Execução da obra dentro dos recursos planejados e disponibilizados no escopo do projeto original. Responsável pelo acompanhamento, análise e aprovação de qualquer alteração de escopo na parte financeira, aquisições e recursos humanos, junto com o Gerente do Projeto. Analista de Aquisições Compras e emissão de ordens de compras Qualificar fornecedores Receber e verificar pedidos e realizar cotações Analista de Recursos Humanos Acompanhar ponto eletrônico Admissão e demissão Controlar e manter atualizada a lista dos colaboradores Gerar folhas de pagamentos Controlar documentação de terceirizados Analista Financeiro Elaborar relatórios financeiros Lançar informações financeiras no sistema Realizar a programação de pagamentos Realizar o pagamento de fornecedores e prestadores de serviço Acompanhar o desempenho financeiro
  66. 66. 65 12 PLANO DE GERENCIAMENTO DAS COMUNICAÇÕES O gerenciamento das comunicações do projeto será realizado através dos processos de comunicação formal, estando incluído nessa categoria: I. E-mails; II. Telefone; III. Cartas; IV. Edital; V. Murais; VI. Documentos impressos; VII. Reuniões com ata lavrada. EVENTOS DE COMUNICAÇÃO12.1 O projeto contará com os seguintes eventos de comunicação, apresentados no quadro 17.
  67. 67. 66 QUADRO 17: Eventos de Comunicação REUNIÃO DESCRIÇÃO Reunião de Lançamento (Kick-Off) Reunião também chamada de “Reunião de Kick-Off” ou o pontapé inicial. Evento que será realizado para dar partida ao projeto. Nessa reunião será apresentado informações relativas aos objetivos, importância, prazos e custos do projeto. Devem ser apresentadas as principais entregas do projeto juntamente com os elementos de alto nível da WBS. Servirá também para que o Gerente de Projeto aja no intuito de motivar a si mesmo e principalmente sua equipe de trabalho, visando construir um ambiente coorporativo, integrado e colaborativo. Notícias Diárias Informações diárias corriqueiras referentes ao avanço do projeto apresentado em editais, e-mail, murais e cartas como indicadores e relatórios pertinentes e mudanças importantes. Reunião de avaliação do progresso projeto Estas reuniões trimestrais serão comandadas pelo Gerente de Projeto, juntamente com o coordenador do gerenciamento de tempo do projeto. Nela será avaliada a efetividade dos planos de gerenciamento do projeto verificando se os mesmos estão de acordo com as necessidades do projeto e verificando se existem necessidades de atualização nos mesmos. Os responsáveis pelos planos emitem opiniões sobre possíveis mudanças, que se aprovadas pelo Gerente do Projeto, devem resultar em mudanças nos devidos planos. Esta será a hora de adequar o projeto entre o planejado e o realizado. Prestação de conta Reuniões realizadas bimestralmente, bem como no final do projeto. Nessas reuniões que serão em forma de audiência pública o gerente de aquisições prestará conta dos gastos e apresentará o fluxo de desembolso do projeto. Entrega produtos e materiais Informações prestadas a cada 2 semanas por telefone ou formulário pelo gerente de aquisições sobre recebimento de materiais. Comunicação de Alcance de Marcos do Projeto Estes eventos devem ser distribuídos formalmente por meio de cartas e documentos impressos aos patrocinadores, escalão presidencial e gerencial do projeto. Aos demais, serão distribuídos e-mails e também serão por dispostos nos murais de avisos, sempre que um marco é alcançado. Reunião de Encerramento do Projeto Essa reunião será dedicada a apresentação dos resultados alcançados pelo projeto, discutindo os elementos de sucesso e os de insucesso, bem como discutir as falhas e problemas encontrados durante a execução dos mesmos, e também argumentar sobre as lições aprendidas e o que fica para os próximos projetos.
  68. 68. 67 MATRIZ DE COMUNICAÇÃO12.2 Todas as reuniões serão realizadas na sala de reuniões da ala de projetos, no horário planejado, podendo ser diferente para cada uma das reuniões, dependendo da disponibilidade dos gerentes de projeto. As reuniões deverão seguir o cronograma e a equipe e participantes deverão ser convocados via telefone e e-mail ou carta pelo coordenador de comunicação, com no mínimo um dia de antecedência. A matriz de comunicação é demonstrada no quadro 15. QUADRO 15: Matriz de Comunicação EVENTO COMUNICADOR AUDIÊNCIA CANAL FREQUENCIA FEEDBACK DURAÇÃO Reunião Lançamento Gerente de Projeto Equipe do Projeto Reunião Única vez ATA 3 horas Notícias Diárias Gerente de Projeto Equipe do Projeto E-mail, editais, murais e carta Diariamente Conversas informais - Reunião de Avaliação do Progresso do projeto Gerente de Projeto e Coord. Gerenciamento de Tempo Equipe do Projeto Reunião Trimestral - as segundas- feiras ATA 2 horas Prestação de conta Gerente de aquisições Audiência pública Reunião Bimestral - 1º semana do mês Aprovação da prestação de conta 1 hora Entrega produtos e materiais Gerente de aquisições Equipe do Projeto Formulário e telefone Cada 2 semanas Material recebido - Comunicação de Alcance de Marcos do Projeto Gerente de Projeto Equipe do Projeto, Patrocinadores e Presidência Cartas, documentos impressos, e-mail, mural Sempre que o projeto alcançar um marco Documento impresso - Reunião de Encerramento Gerente de Projeto Equipe do projeto e Patrocinadores Reunião Final do projeto ATA 4 horas Toda reunião deve apresentar ata de reunião com, no mínimo, os seguintes dados: a) Lista de presença; b) Pauta; c) Pendências não solucionadas;
  69. 69. 68 d) Pendências levantadas na reunião; e) Responsável pelas ações; f) Decisões tomadas; g) Aprovações. CRONOGRAMA DE EVENTOS12.3 A figura 14 mostra o cronograma dos eventos da comunicação. Com exceção das reuniões de lançamento e encerramento, todas as demais ocorrerão diariamente, semanalmente ou mensalmente, podendo sofrer alterações durante o projeto, e neste caso, todos serão informados a respeito da mudança.
  70. 70. 69 FIGURA 14: cronograma dos eventos de comunicação
  71. 71. 70 PLANO DE DIVULGAÇÃO DO PROJETO12.4 O plano de divulgação do projeto, com suas fases e respectivos responsáveis, está descrito no quadro 18, contendo os principais documentos, eventos de comunicação, relatórios com os respectivos envolvidos e responsabilidades. Esta comunicação estará sendo feita através da intranet do projeto, murais, documentos formais e técnicos, além da divulgação do desenvolvimento e dos objetivos do projeto para a imprensa e população. QUADRO 18: Divulgação do Projeto ATIVIDADES PRESIDENTE INVESTIDOR GP EQUIPE Orçamento A A R,I P Cronograma A R,I P Plano de comunicação A R P,I Reuniões Trimestrais R,I P Relatório Investidor mensal R,I P Relatório Patrocinador mensal I P R P Reunião Fechamento I P R P Relatório de lições aprendidas P R,I P Relatório de validação I R P Divulgação Quinzenal Imprensa A,I P R P P – Participa A – Aprova R – Responsável I – Informa PLANO DE GERENCIAMENTO DA DOCUMENTAÇÃO12.5 O plano de gerenciamento da documentação do projeto GREENSOLAR tem por objetivo estabelecer diretrizes e espaços para que a equipe faça o armazenamento de todas as informações relacionadas com as atividades do projeto. O gerente do projeto, juntamente com sua equipe, terá um diretório específico na intranet do projeto para fazer este armazenamento, além do que, neste diretório também estarão alocados os registros de solicitação de mudanças de escopo e os registros de lições aprendidas. a) Diretório da Equipe de Projeto A estrutura de armazenamento e distribuição da informação será realizada e distribuída no diretório <PMOGREENSOLAR> sob domínio do escritório de
  72. 72. 71 projetos que contará com um servidor que atenda às necessidades de armazenamento e processamento das necessidades corporativas, ferramentas de gerenciamento e os documentos do projeto, conforme identificação já mencionada. Os usuários deverão obter autorização e senha para acessar e salvar, conforme nível hierárquico da estrutura organizacional do projeto. A estrutura de armazenamento dos documentos deve seguir o padrão apresentado na figura 15. FIGURA 15: Estrutura de Armazenamento dos Documentos b) Registro Das Solicitações de Mudanças de Escopo As mudanças de escopo serão registradas durante todo o projeto. Durante as reuniões de avaliação do desenvolvimento do projeto serão armazenados todos os registros de solicitações de mudanças do escopo e registrados na ata da reunião. Estes registros de mudanças serão classificados de acordo com a prioridade (1 a 4), consequências da mudança, a área afetada e custos. As solicitações de mudanças no projeto serão armazenadas pelo escritório de projeto e distribuídas para consultas futuras na intranet do projeto, no diretório apresentado na figura 16.
  73. 73. 72 FIGURA 16: Fluxo de Solicitações de Mudanças de Escopo I. Registro de Lições aprendidas As lições aprendidas do projeto serão registradas durante todo o ciclo de vida do projeto. As reuniões do Comitê de Mudanças irão compilar os registros do período e o registro será anexado a ata de reunião do projeto. As lições aprendidas serão classificadas de acordo com a influência sobre o projeto (positiva ou negativa) e a área afetada. O diretório da intranet onde serão armazenados os registros é mostrado na figura 17. FIGURA 17: Fluxo para Registro de Lições Aprendidas
  74. 74. 73 13 PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCOS 13.1 IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS A figura 18 apresenta a Estrutura Analítica dos Riscos (EAR). No quadro 19 constam os riscos identificados no projeto GREENSOLAR, assim como suas causas, consequências e a classificação em gênero de ameaça ou oportunidade. FIGURA 18: Estrutura Analítica dos Riscos
  75. 75. 74 QUADRO 19: Identificação dos Riscos ID Categoria Risco Causa Consequência Classe 1 Comercial Atraso na entrega das mercadorias Poucos fornecedores Atraso no cronograma Ameaça 2 Comercial Custo da contratação de empreiteiros acima do previsto Problema na negociação dos contratos dos empreiteiros Elevação do custo do projeto Ameaça 3 Externo Falta de capital do capital para execução do projeto conforme cronograma Indisponibilidade de fluxo de caixa pelo cliente Atraso ou paralisação parcial do projeto Ameaça 4 Externo Influência de fatores climáticos na execução da obra Índice pluviométrico acima do nível médio indicado em históricos da região Atraso no cronograma, aumento do custo por retrabalho se existir dano na obra. Ameaça 5 Externo Inflação 5% acima da média dos últimos 5 anos Crise econômica mundial Elevação do custo do projeto Ameaça 6 Externo Redução do custo de insumos em 7% Parceria com fornecedores Redução do custo da obra Oportunidade 7 Externo Ações na justiça civil Problemas gerados pela obra em seus arredores Pagamento de indenizações, aumentando o custo do projeto. Ameaça 8 Gerenciamento Acidentes de trabalho, causando afastamentos. Indisponibilidade de EPIs, treinamento inadequado. Redução do efetivo disponível, causando atraso no projeto. Ameaça 9 Gerenciamento Embargo da obra Acidente com vítimas fatais Paralisação da obra, multa e atraso no projeto. Ameaça 10 Gerenciamento Embargo da obra Falta de ART´s, projetos, licenças no canteiro da obra. Paralisação da obra, multa e atraso no projeto. Ameaça 11 Gerenciamento Ações na justiça do Trabalho Reinvindicações de diretos trabalhistas não pagos Pagamento de indenizações a funcionários desligados, aumentando o custo do projeto. Ameaça 12 Gerenciamento Ações na justiça civil Problemas contratuais com empreiteiros Pagamento de indenizações a empreiteiros com aumento do custo do projeto Ameaça
  76. 76. 75 13.2 CRITÉRIOS ADOTADOS PARA ANÁLISE QUALITATIVA E QUANTITATIVA DOS RISCOS Para realizar a análise qualitativa dos riscos estão sendo utilizados critérios especificados nos quadros 20 e 21 a seguir, existindo o aumento gradual conforme aumento da probabilidade do risco com o grau do impacto do risco. QUADRO 20: Graduação de Probabilidade de Ocorrência dos Riscos GRAU FAIXA DE VARIAÇÃO DESCRIÇÃO Muito Alto Superior a 0,7 Risco Eminente Alto Entre 0,7 e 0,5 Existe uma alta probabilidade que o risco aconteça Médio Entre 0,5 e 0,3 Existe uma média probabilidade que o risco aconteça Baixo Entre 0,3 e 0,1 Existe uma baixa probabilidade que o risco se torne aconteça Muito Baixo Inferior a 0,1 Existe uma remota possibilidade de que o risco aconteça QUADRO 21: Graduação de Impacto dos riscos GRAU FAIXA DE VARIAÇÃO DESCRIÇÃO Muito Alto Superior a 0,7 Impacto irá causar uma extrema repercussão na execução do projeto Alto Entre 0,7 e 0,5 Impacto irá causar uma grave repercussão na execução do projeto Médio Entre 0,5 e 0,3 Impacto irá causar média repercussão na execução do projeto Baixo Entre 0,3 e 0,1 Impacto irá causar uma pouca repercussão na execução do projeto Muito Baixo Inferior a 0,1 Impacto irá causar uma repercussão quase nula na execução do projeto No quadro 22 é apresentada a matriz de vulnerabilidade (Probabilidade x Impacto) para elaboração dos riscos do projeto. 13 Gerenciamento Perda de liderança Má gestão com colaboradores Atraso no cronograma, aumento do custo com treinamentos para restabelecimento da gestão. Ameaça 14 Técnico Reprovação do projeto nos órgãos públicos Não atender pré- requisitos dos órgãos públicos Retrabalho de adequação do projeto conforme exigências Ameaça 15 Técnico Falta de mão de obra especializa em projetos deste gênero Falta de treinamento devido ser novo mercado Atraso no cronograma, aumento do custo por retrabalho, existindo a necessidade de treinamento. Ameaça
  77. 77. 76 QUADRO 22: Matriz de Probabilidade X Impacto dos Riscos PROBABILIDADE AMEAÇAS OPORTUNIDADES 0,90 0,045 0,090 0,180 0,270 0,360 0,450 0,540 0,630 0,720 0,720 0,630 0,540 0,450 0,360 0,270 0,180 0,090 0,045 0,80 0,040 0,080 0,160 0,240 0,320 0,400 0,480 0,560 0,640 0,640 0,560 0,480 0,400 0,320 0,240 0,160 0,080 0,040 0,70 0,035 0,070 0,140 0,210 0,280 0,350 0,420 0,490 0,560 0,560 0,490 0,420 0,350 0,280 0,210 0,140 0,070 0,035 0,60 0,030 0,060 0,120 0,180 0,240 0,300 0,360 0,420 0,480 0,480 0,420 0,360 0,300 0,240 0,180 0,120 0,060 0,030 0,50 0,025 0,050 0,100 0,150 0,200 0,250 0,300 0,350 0,400 0,400 0,350 0,300 0,250 0,200 0,150 0,100 0,050 0,025 0,40 0,020 0,040 0,080 0,120 0,160 0,200 0,240 0,280 0,320 0,320 0,280 0,240 0,200 0,160 0,120 0,080 0,040 0,020 0,30 0,015 0,030 0,060 0,090 0,120 0,150 0,180 0,210 0,240 0,240 0,210 0,180 0,150 0,120 0,090 0,060 0,030 0,015 0,20 0,010 0,020 0,040 0,060 0,080 0,100 0,120 0,140 0,160 0,160 0,140 0,120 0,100 0,080 0,060 0,040 0,020 0,010 0,10 0,005 0,010 0,020 0,030 0,040 0,050 0,060 0,070 0,080 0,080 0,070 0,060 0,050 0,040 0,030 0,020 0,010 0,005 0,05 0,0025 0,005 0,010 0,015 0,020 0,025 0,030 0,035 0,040 0,040 0,035 0,030 0,025 0,020 0,015 0,010 0,005 0,0025 0,05 0,10 0,20 0,30 0,40 0,50 0,60 0,70 0,80 0,80 0,70 0,60 0,50 0,40 0,30 0,20 0,10 0,05 IMPACTO QUADRO 23: Graduação de Severidade dos Riscos GRADUAÇÃO FAIXA DESCRIÇÃO Alta Maior que 0,17 Risco de alta severidade Media Entre 0,05 e a,17 Risco médio de severidade Baixa Inferior a 0,05 Risco de baixa severidade
  78. 78. 77 13.3 ANÁLISE QUALITATIVA E QUANTITATIVA DOS RISCOS DO PROJETO A análise é baseada nas tabelas e figuras expostas anteriormente neste documento. Com isso é possível realizar a classificação de severidade de todos os riscos detalhados no projeto GREENSOLAR, conforme pode ser analisado no quadro 24.

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