Trabalho de informatica

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Trabalho de informatica

  1. 1. e-BusinessFundação Educacional de Patos de Minas Centro Universitário de Patos de Minas Curso: Engenharia Química Disciplina: Informática Aplicada Á Engenharia Renata Luciana Domingues
  2. 2. Roteiro• Introdução• Intranet e Extranet• Integração• B2B e B2C
  3. 3. • Exigências do mercado• Transição e tradição• Desafios de estar on-line• Email-Marketing
  4. 4. • Os donos da terceirização• Segurança digital• Proteção para as transações• Precauções
  5. 5. • As tendências do e-Business• ERM• Conclusão• Referências Bibliográficas
  6. 6. IntroduçãoO crescimento explosivo da internet e meios decomunicação revolucionaram o mundo docomércio/transações. O modelo de negóciosanteriormente conhecido e demasiadamenteburocrático é inovado, mostrando de umaforma didática a utilização de meios eletrônicospara rever, rearquitetar e reposicionar umaempresa, de modo a obter vantagenscompetitivas.
  7. 7. Intranet e ExtranetOs conceitos de Intranet e Extranet sãofundamentais para entender a nova fasepresenciada na vida corporativa pós-Web.Primeiramente, quando as empresas sedepararam com a necessidade - e os posterioresbenefícios - de se integrar, informar e contatarseus funcionários, a Intranet (portal corporativo)foi largamente utilizada.
  8. 8. Porém, com a entrada da Web no cotidianoempresarial, a Extranet (rede corporativa)ganhou papel principal para a organização dosnegócios. Sua utilidade era interligar a redecorporativa (empresa) às redes fisicamentedistantes (parceiros, fornecedores e clientes) pormeio de uma WAN (Wide Area Network),utilizandodados oferecidos por empresas detelecomunicações.
  9. 9. IntegraçãoO conceito de integração é inerente àExtranet, já que uma vez que alguma empresadecide levar seus negócios para a Web, énecessário lidar com o desafio de integrardiferentes soluções tecnológicas, seusequipamentos e softwares, bem como o deseus parceiros. No entanto, esse trabalho deintegração encontra dificuldades quando sãoenvolvidos redes de centenas ou milhares decolaboradores.
  10. 10. B2B e B2CO B2B, do inglês business-to-business, é aevolução dos serviços prestados pela Extranet.Nesse contexto, as empresas realizam suastransações por meio de canais de compra e vendade produtos e serviços (e-market places), criadosnos portais corporativos. Aqui, abre-se espaço paraestratégias comerciais como o leilão reverso (omenor valor proposto ganha a licitação),representado na figura a seguir.
  11. 11. Em síntese, uma solução B2B é a criação ouintegração de processos e operações entre empresasde qualquer porte, utilizando-se ferramentas,sistemas ou plataformas tecnológicas a fim depermitir que empresas do mesmo setor ou de setoresdiferentes, parceiros ou concorrentes, fornecedoresou clientes, possam comprar, vender, trocar,gerenciar e comunicar-se eletronicamente com oobjetivo de facilitar, maximizar transações.
  12. 12. O B2C, do inglês Business to Consumer(Negócios partindo de empresas paraconsumidores finais), como define Catalani,Kischnevsky et al “esse é, provavelmente, omodelo de negócios on-line mais clássico,baseado na possibilidade de uma empresa venderpara consumidores finais pela Internet Internet.Éo varejo on-line, também conhecido como e-retailing.”
  13. 13. Exigências do mercadoUm dos principais motivos do sucesso do e-commerce é a conveniência proporcionada. De umcomputador, o consumidor tem acesso a diversasempresas e produtos e pode ainda escolher a data deentrega e o tipo de pagamento desejado. No entanto,para que essas facilidades funcionem perfeitamentefaz-se necessário o cumprimento de etapas comuns aqualquer organização, seja ela pura de Internet(chamadas de sem-tijolos) ou física.
  14. 14. Transição e tradiçãoAs organizações que já possuíam uma estrutura ampla,tiveram um extremo aumento com a Web. Tal sucessodeve-se pelo fato dessas empresas trazerem para a redeum dos principais atributos que garantem a confiançado internauta: a marca. Ao partir para a Web, ascompanhias do varejo tradicional levam credibilidadeàs suas operações: “o consumidor não foi até a lojafísica, mas sabe que, por trás daquelas páginaseletrônicas, existe companhia “real que respeita o seudireito.
  15. 15. Antes de uma empresa decidir estender suamalha de negócios virtualmente, faz-senecessário “entender de que maneira a redemundial passará a ser uma ferramenta deeconomia e agilidade nas negociações, em vezde se apresentar como um entrave para osparticipantes de uma mesma cadeia de valor”.
  16. 16. Desafios de estar on-lineHá diversos desafios que a Internet impõe àsempresas, de natureza estratégica, operacional etática. Um desafio básico é ligado ao tamanho domercado já que, em muitos casos, os investimentosem negócios on-line não são bem sucedidos, ou sãolimitados, pois o mercado consumidor ainda é muitopequeno, não sendo suficiente para dar retorno aosinvestimentos.
  17. 17. Email-MarketingO e-mail rapidamente passou a ser um dos caminhosmais interessantes para chegar ao cliente final. Oemail-marketing apresenta-se como mais uma daspoderosas ferramentas da comunicação e negócios,possibilitando a realização de marketing de produtose relacionado direto com o cliente; por esse meio ascorporações passam a produzir e a distribuircampanhas de marketing com custo extremamenteinferior às suaspráticas tradicionais; gerando umaumento de acessos em seus websites.
  18. 18. Entre as diferentes ações possíveis com o E-mailMarketing, o fator "preço" tem sido um dosprincipais atrativos da ferramenta. De fato, não épreciso fazer um investimento muito alto parapromover algumas ações, porém, a utilização desseinstrumento exige critérios e conceitos bemestruturados.
  19. 19. Os donos da terceirizaçãoModernamente, existem recursos utilizadospelas empresas atreladas a soluções com infra-estruturas tecnológicas, tais como os InternetData Centers (IDCs) e os Application ServiceProviders (ASPs), denominados os donos daterceirização.
  20. 20. Segurança digitalA Internet já está presente no cotidiano de grandeparte da população e provavelmente seria muitodifícil imaginar como seria a vida sem poderusufruir das diversas facilidades e oportunidadestrazidas pela tecnologia, porém, existem diversosperigos inerentes ao uso da navegação sem umcuidado devido.
  21. 21. Para tentar reduzir os riscos é importante adotaruma postura preventiva e atenciosa para que asegurança seja um hábito incorporado à rotina,independente de questões como local, tecnologia oumeio utilizado.
  22. 22. Proteção para as transaçõesNa mesma velocidade com que o universotecnológico traz ferramentas e soluções parafacilitar e aprimorar o trabalho de usuáriosdomésticos e de empresas, cresce, simultaneamente, avulnerabilidade dos usuários dessas mesmastecnologias.Os EUA, decidiu elaborar um "PlanoNacional de Segurança no Ciberespaço". Nodocumento, o governo reforça seu papel sobre asegurança na Internet e conclama os usuários emassegurar suas "fronteiras digitais".
  23. 23. Na prática, o relatório alerta para a necessidade dosusuários finais e corporativos protegerem suasoperações no ciberespaço, criando uma "infra-estrutura disponível, segura, confiável e robusta. Assoluções de segurança tornaram-se peçasprimordiais para que qualquer pessoa não tenhaseus dados corrompidos de uma hora para a outra.
  24. 24. O mercado dispõe de soluções já muitoconhecidas de empresas como Symantec,MacAfee, Check Point, Network Associates,Computer Associates, entre outros. . O usuário podeencontrar também soluções pagas e gratuitas.Contudo, independentemente da opção que venha aser adotada, o fato é que a atualização do anti-vírusdeve ser feita constantemente.
  25. 25. PrecauçõesExistem algumas precauções que devem sertomadas para a proteção dados na das empresas nainternet aqui estão alguns exemplos:1. Política de uso: fixar normas para que cadausuário de computador saiba o que é permitido fazerpor meio da máquina e o que não é.
  26. 26. 2. Redundância: contar com infra-estrutura dehardware e de software capaz de garantir aoperação full time.3. Monitoramento: criar filtros de determinadosmateriais que possam ser previamenteidentificados, para que não venham a corromperoperações. Entre outras.
  27. 27. Tendências do e-businessOs negócios do comércio mundial via e-business estão cada vez mais interessantes àmedida que a realidade do mercadointernacional atua aponta uma tendência deajuste entre o mundo real – A VelhaEconomia – e o mundo Virtual – a NovaEconomia. (RISSUTO, 2012)
  28. 28. Pode-se comparar o e-business com um"Iceberg", onde em seu topo (a parte externa),ficaria o e-commerce, a parte visível do e-business, e em sua base (a parte submersa naágua, e maior parte), ficariam os processosintegrados do e-business, pois este tem muitomais partes além do e-commerce, queinicialmente era a única parte aparente, e por suavez confundem-se os conceitos. (RISSUTO, 2012)
  29. 29. Basicamente, classificam-se estes sistemas comopartes internas do e-business, os quais podem serclassificados em seis grupos funcionais, ondeembora sejam partes internas do e-business, nãosão exclusivamente internas à empresa, sãointegradas por processos, que muitas vezes serelacionam externamente à empresa, são elas:
  30. 30. • E-commerce (Comércio Eletrônico);• SCM – Supply Chain Management (Gerenciamento de Cadeia de Fornecimento);• ERP – Enterprise Resourse Planning (Planejamento de Recursos Empresariais);• CRM - Customer Relationship Management (Gerenciamento de relacionamentos com o Cliente).• E-procurement (Sistema Eletrônico de busca de Itens para Fornecimento).• DSS – Decision Support System (Sistema de Suporte às Decisões)
  31. 31. ERMNo início os ERP, do inglês EnterprisResourcePlanning - Planejamento dos Recursos daEmpresa, ou simplesmente Sistema de GestãoEmpresarial, consistiam em pacotes prontos ouadaptáveis que ajudavam a automatizar eaperfeiçoar os processos internos da empresa,aliviando a pressão da rotina operacional dodia a dia.
  32. 32. Como o ERP, as soluções de GC focam aautomação e inserção de melhorias nos processosde negócio nas áreas de „frente da empresa‟(marketing, vendas, atendimento ao cliente, entreoutros), nas áreas operacionais e de gestão (datawarehousing, administração de dados,metadados).
  33. 33. ConclusãoMuitas organizações adotam o e-businesscomo ferramenta de relacionamento comseus públicos. Para possibilitar o relacionamentoentre a organização e estes usuários, por meio daweb esse relacionamento pode ser criado a partir dadisponibilização de conteúdos, layout,ferramentas e funcionalidades adequadas para que omeio digital possa atingir, com efetividade, opúblico visado.
  34. 34. Através do conhecimento das necessidadesdo público-alvo pode-se formar “nichos” oucomunidades eletrônicas que se agrupam porinteresse, por assuntos comuns, por afinidades e porperfis semelhantes. Os desafios para o engenheiroquímico do Século 21 são muitos: deverá obter umaformação clássica de engenharia química, que incluiuma fundamentação importante em áreas da física,química e matemática, ao mesmo tempo em queexpande suas fronteiras para campos interdisciplinares.
  35. 35. Referências Bibliográficas• ABREU, Aline França; REZENDE, Denis A.Tecnologia dada TecnologiaB2B: Sua empresa ainda vai aderir. Disponível em:http://www.cmgb.com.br/artigos/rep0031.htm Acessoem: 21 nov. 2012• CATALANI, L; KISCHNEVSKY, A; et al. ECommerce. 2003. Disponível em:http://ecommerce.educacao.ws/Arquivos/Apostilas/rtigos_Complementares_Final.pdfpag. 13 Acesso em: 19 nov. 2012
  36. 36. • Informação aplicada a sistemas de informaçãoempresariais. 33.ed. São Paulo: Atlas, 2003.Disponível em:http://capacitacao2.moodle.ufsc.br/pluginfile.php/21549/mod_resource/content/0/3.5_/GIC_aula13.pdf Acesso em: 20 nov. 2012
  37. 37. • KALAKOTA, Ravi; ROBINSON, Marcia. E-business: Estratégias para alcançar sucesso nomundo digital. 2. ed. Porto Alegre: Bookman,2001.Disponível em:http://books.google.com.br/books?hl=ptBR&lr=&id=DcnvzFpCu8QC&oi=fnd&pg=PA2&dq=ebusiness+engenharia+qu%C3%ADmica&ot=CM02O5wCM&sig=VO9IQgzC8YbdwolLhK2y2NE1N0#v=onepage&q&f=false Acesso em 21 nov. 2012-11-21
  38. 38. • LUCIANO (E. M.), TESTA (M. G.) e FREITAS(H.). As tendências em comércio eletrônico combase em recentes congressos. XXXVIII CLADEA,Lima/Peru, 2003. Disponível em:http://www.ea.ufrgs.br/professores/hfreitas/files/artigos/2003/2003_127_CLADEA.pdf Acesso em: 21nov. 2012
  39. 39. • PINTO, Marlene Idalina Madureira. Caracterizaçãode soluções de comércio eletrônico B2B. Vila Real:2007. Disponível em:http://repositorio.utad.pt/bitstream/10348/83/1/msc_mimpinto.pdf Acesso em: 21 nov. 2012• RISSUTO, Sérgio Aparecido. As tendências doE-business. (Disponível em:http://www.rissuto.com.br/e_business_tendencias.html Acesso em: 21 nov. 2012)

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