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Sistema GRADE: Avaliação da qualidade da evidência

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Pôster apresentado no CRICS10, no eixo temático de Políticas, estratégias e decisões informadas por evidências

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Sistema GRADE: Avaliação da qualidade da evidência

  1. 1. Sistema GRADE Avaliação da qualidade da evidência Elisabeth Peres Biruel
  2. 2. Muito se fala em qualidade da evidência, mas como avaliar? É comum ouvirmos as frases
  3. 3. Escala de Evidência Para que elas realmente servem? Qual a vantagem de usarmos as escalas?
  4. 4. Aumentar a confiança na informação
  5. 5. Se vamos qualificar estudos por meio de escala de qualidade... Temos que entender os tipos principais de estudos de pesquisa
  6. 6. Estudos Primários Observacionais (não experimentais) Descritivo Relato de Caso Série de Casos Analítico Transversal Caso Controle Coorte Ecológico Experimentais Ensaios Clínicos Controlado Randomizado Estudos de base – são os estudos de ciência pura, que muitas vezes não estão associados com um objetivo aplicado
  7. 7. Se cada estudo tem um desenho específico Como classificá-lo numa escala de evidência?
  8. 8. Porque graduar a importância destes estudos se eles têm desenhos diferentes?
  9. 9. O objetivo da escala de evidência é determinar o melhor estudo para tomada de decisão em saúde.
  10. 10. A escala de evidência do CEBM - Centre for Evidence-based Medicine - Oxford, foi montada por Sackett, junto com o centro de medicina baseada em evidência
  11. 11. A escala de evidência proposta pela CAPES
  12. 12. Sistema GRADE
  13. 13. Níveis de evidência e alto - Há forte confiança de que o verdadeiro efeito esteja próxima daquele estimado. moderado – há moderada confiança na estimativa de efeito. O verdadeiro efeito está próximo ao efeito estimado, mas existe a possibilidade de ser substancialmente diferente. baixo – A confiança na estimativa de efeito é limitada. O verdadeiro efeito pode ser substancialmente diferente do efeito estimado muito baixo - Há pouca confiança na estimativa de efeito. O verdadeiro efeito provavelmente é substancialmente diferente do efeito estimado O nível de evidência representa a confiança na informação utilizada.
  14. 14. Fatores para determinar o Nível da evidência • Delineamento do estudo; • Limitações metodológicas (risco de viés); • Inconsistência; • Evidência indireta; • Imprecisão; • Viés de publicação. • Magnitude de efeito; • Dose-resposta; • Fatores de confusão residuais.
  15. 15. Comparado outros sistemas utilizados para a classificação das evidências, o GRADE é o mais abrangente. Fonte: Diretriz metodológica do Ministério da Saúde “Sistema GRADE – manual de graduação da qualidade da evidência e força de recomendação para tomada de decisão em saúde”
  16. 16. Tabela sumária de resultados
  17. 17. Força da recomendação expressa a ênfase, considerando potenciais vantagens e desvantagens
  18. 18. A recomendação é classificada em forte ou fraca • recomendação forte a favor de uma ação; • recomendação fraca a favor de uma ação; • recomendação forte contra uma ação; e • recomendação fraca contra uma ação. Se os efeitos benéficos claramente superam os efeitos indesejáveis, a recomendação será forte a favor do tratamento.
  19. 19. “Guideline Development Tool”. Ele é um aplicativo web-based gratuito, não requerendo instalação, para desenvolver a Tabela GRADE https://gdt.gradepro.org/app/
  20. 20. Referências • Ministério da Saúde. Diretrizes Metodológicas: O sistema GRADE – manual de graduação da qualidade da evidência e força de recomendação para tomada de decisão em saúde. 2014. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/ct/PDF/diretriz_do_grade.pdf • GRADE guidelines – Journal of Clinical Epidemiology series. Disponível em: http://www.jclinepi.com/content/jce-GRADE-Series • Puhan MA, Schünemann HJ, Murad MH, Li T, Brignardello-Petersen R, Singh JA, Kessels AG, Guyatt GH; GRADE Working Group.A GRADE Working Group approach for rating the quality of treatment effect estimates from network meta-analysis.BMJ. 2014 Sep 24;349:g5630.

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