Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Análise de sensibilidade cct cana crua

Análise de sensibilidade da pré-determinação do tamanho de frota e dos custos de colhedoras, conjuntos transbordo e veículos de carga para CCT de cana crua em rebolos

  • Login to see the comments

Análise de sensibilidade cct cana crua

  1. 1. Análise de sensibilidade da pré- determinação do tamanho de frota e dos custos de colhedoras, conjuntos transbordo e veículos de carga para CCT de cana crua em rebolos UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E SOCIOLOGIA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA EM ECONOMIA E GESTÃO DE EMPRESAS Especialização em Investimento e Gestão na Agroindústria Sucroalcooleira Turma 2009/2011 Rafael José Rorato Mestre em Engenharia de Transportes Piracicaba, 28 de maio de 2011
  2. 2. 2 Estrutura da apresentação • Introdução • Processo Mecanizado da CCT • Dimensionamento Recursos Logísticos • Custos Médios Desagregados • Cenário Hipotético • Análise de Sensibilidade • Conclusões
  3. 3. 3 Introdução • Objetivo principal Investigar o comportamento da sensibilidade do pré-dimensionamento e dos custos da operação logística agrícola da colheita mecanizada e do transporte de colmos
  4. 4. 4 Introdução • Objetivos secundários – Criar ferramenta computacional para custo, dimensionamento e análise sensibilidade – Aplicar ferramenta computacional utilizando dados secundários – Criar subsídios aos demais estudos na área de mecanização agrícola para colheita de cana-de-açúcar
  5. 5. 5 Processo Mecanizado da CCT • Considerações iniciais – Liderança brasileira na produção e exportação mundial de cana-de-açúcar – Previsão de crescimento plantio: • 8,5 Mi ha [2010/11] → 13,9 Mi ha [2020/21] – Aumento da produção dos produtos beneficiados: • Açúcar: 30% • Etanol: 119,8% • Energia elétrica: 336,3% Fonte: LORA (2008) Intervalo entre safras: 2010/11 – 2020/21
  6. 6. 6 Processo Mecanizado da CCT • Considerações iniciais – Áreas de expansão agrícola da cultura • Oeste Paulista, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – Cultura semi-perene: • Cana de ano ou “cana soca” (12 meses); cana de inverno (12 a 14 meses); cana de ano e meio ou cana planta (18 meses) • Número de cortes > 5 • Período safra centro-sul: Abril a Novembro Fonte: RIPOLI (2009), SOUZA (2008), SALVI et al. (2010)
  7. 7. 7 Processo Mecanizado da CCT • Considerações iniciais – Complexo produtivo cana-de-açúcar • Sistema Agrícola • Sistema Industrial • Sistema Logístico de Colheita: CCT – Subsistema de Colheita – Subsistema de Transbordo – Subsistema de Manutenção e Suprimento – Subsistema de Recepção de Cana-de-Açúcar Fonte: MUNDIN (2009), DINIZ (2000) e CARVALHO (2009)
  8. 8. 8 Fonte: MUNDIN (2009), DINIZ (2000) e CARVALHO (2009)
  9. 9. 9 Processo Mecanizado da CCT cana crua queimada inteira rebolos com palha sem palha sem palha inteira rebolos inteira rebolos Fonte: RIPOLI e RIPOLI (2009)
  10. 10. 10 Processo Mecanizado da CCT corte manual mecanizado cortadora colhedora Fonte: RIPOLI e RIPOLI (2009)
  11. 11. 11 Processo Mecanizado da CCT carregamento manual mecânico carregadora colhedora transbordo carregadora colhedora manual carregadora Fonte: RIPOLI e RIPOLI (2009)
  12. 12. 12 Processo Mecanizado da CCT transporte mecânico colhedoraveículos ferroviários manualtração animal carregadoracarregadoraveículos rodoviários colhedoraveículos hidroviários manualunitários manualCVC Fonte: RIPOLI e RIPOLI (2009); BRASIL (2006; 2009)
  13. 13. 13 Processo Mecanizado da CCT • Considerações iniciais – CCT e impactos no subsistema industrial • Atividade industrial ininterrupta • Filas • Qualidade da matéria-prima • Impossibilidade de estocagem – Incentivos a mecanização devido medidas de restrição de queima e protocolo de cooperação ambiental • Áreas mecanizáveis: 2014 • Áreas com declividades superiores a 12%: 2017 Fonte: PELOIA (2008), LORA (2008)
  14. 14. 14 Processo Mecanizado da CCT
  15. 15. 15 Processo Mecanizado da CCT • Fatores técnicos relevantes à Colhedoras, Transbordos e CVCs – Colhedora: • Operação associada a um conjunto transbordo • Colhedora trafega sobre a entre-linha da cana • Realiza cortes basais e apicais • Separa parcialmente material vegetal e mineral indesejado • Fraciona os colmos da cana em rebolos: 15 a 40cm Fonte: RIPOLI e RIPOLI (2009), ORSOLINI (2002)
  16. 16. 16 Processo Mecanizado da CCT • Fatores técnicos relevantes à Colhedoras, Transbordos e CVCs – Colhedora: escolha • Configurações Mecânico-Geométricas • Fonte de Potência • Rodado • Número de fileiras de corte • Sistema de levante canas acamadas • Número de discos de corte basal • Condução interna da máquina • Sistema de fragmentação dos rebolos • Autopropelida ou montada • Potência do motor • Bitola • Centro de gravidade Fonte: RIPOLI e RIPOLI (2009), PARANHOS (1974) • Largura dos elevadores • Rotação do elevador final • Sistema de limpeza • Velocidade de deslocamento • Estabilidade • Manobrabilidade • Índice de quebra • Manutenção • Custos • Ergonomia • Tipo de despontador
  17. 17. 17 Processo Mecanizado da CCT • Fatores técnicos relevantes à Colhedoras, Transbordos e CVCs – Colhedora: escolha • Meio-Ambiente Operacional • Declividade do terreno • Conservação do solo • Regularidade do solo • Limpeza do terreno • Manejo variental • Canas acamadas • Sistematização de talhões/glebas • Estado do canavial • Preparo do solo • Sistema de plantio • Espaçamento entre as linhas • Comprimento das fileiras de plantio • Estado dos carreadores • Paralelismo das linhas • Nivelamento entre o talhão carreador • Espaçamento de acordo com bitola • Eliminação fileiras mortas • Minimização das manobras de cabeceira Fonte: RIPOLI e RIPOLI (2009), SALVI (2006), PELOIA (2008)
  18. 18. 18 Processo Mecanizado da CCT
  19. 19. 19 Processo Mecanizado da CCT • Fatores técnicos relevantes à Colhedoras, Transbordos e CVCs – Transbordo • Operação conjunta com a colhedora • Recepção e acúmulo dos rebolos • Transfere rebolos à unidade de transporte Fonte: RIPOLI e RIPOLI (2009) • Unidade tração + implemento agrícola • Existência de conjunto transbordo autopropelido (unidade tração e carga em único chassi) • Outras configurações veiculares (caminhões canavieiros; implemento agrícola acoplado veículo rodoviário) • Bitola eixos trator e caçamba • Potência do trator • Distribuição do tração • Capacidade da caçamba • Volume da caçamba • Número de eixos • Basculamento lateral caçamba • Dispositivo de conexão
  20. 20. 20 Processo Mecanizado da CCT
  21. 21. 21 Processo Mecanizado da CCT • Fatores técnicos relevantes à Colhedoras, Transbordos e CVCs – Combinações de Veículos de Carga • PBTC = 74t • Comprimento 25,0~30,0m • Veículo tração + implementos rodoviários • Configuração com total de 9 eixos • Nome técnico: Bitrem • Nome comercial: Rodotrem
  22. 22. 22 Processo Mecanizado da CCT • Fatores técnicos relevantes à Colhedoras, Transbordos e CVCs – Combinações de Veículos de Carga • Regulamentação do sistema viário – Resoluções Contran 210/06 e 211/06: Pesos, dimensões e AET • Compatibilização da tecnologia de transporte e infraestrutura: pontes, galerias • Configuração do sistema de transmissão: 4x2, 6x2, 6x4 • Posição do motor: inferior ou frontal Fonte: BRASIL (2006), ODA (1995), DIAS et al (2008), BAUER (2000)
  23. 23. 23 Processo Mecanizado da CCT • Fatores técnicos relevantes à Colhedoras, Transbordos e CVCs: – Combinações de Veículos de Carga • Disposição dos eixos e suspensão: – tandem (maior capacidade) – não tandem (menor capacidade, menor custo aquisição) • Relação peso/potência e Capacidade Máxima de Tração – PBTC > 60t: 6 a 7 cv/t (4,4 a 5,1W/kg) • Escolha do implemento rodoviário Fonte: BRASIL (2011), WIDMER (1999; 2002), PEREIRA NETO (2007)
  24. 24. 24 Dimensionamento de recursos logísticos para a CCT • Sistemas mecanizados para colheita – Metodologia proposta por MILAN (2010) e aplicada em MATOS (2007) e SALVI et al. (2010) – Estimativa de tempo disponível (TD)      EgJtNduiNdfNtTD  • TD: tempo disponível para realizar a operação de colheita, em horas • Nt: número de dias contido no período determinado para a realização da operação • Ndf: número de domingos e feriados, quando respeitados, existentes no período • Ndui: número de dias úteis impróprios ao trabalho das máquinas • Jt: jornada de trabalho adotada, em horas • Eg: eficiência de gerenciamento administrativo-operacional, em %
  25. 25. 25 Dimensionamento de recursos logísticos para a CCT • Sistemas mecanizados para colheita – Estimativa de ritmo operacional (RO) – Número de conjuntos (NC) TD C RO colhida  • RO: ritmo operacional, em t/h • Ccolhida: quantidade de cana a ser colhida, em t CPO RO NC  • CPO: capacidade de produção operacional das máquinas agrícolas, em ha/h Fonte: MILAN (2010)
  26. 26. 26 Dimensionamento de recursos logísticos para a CCT • Sistemas mecanizados para colheita – Número de conjuntos (NC) • CCE: capacidade de campo efetiva, em ha/h • Efc: Eficiência da colheita, em decimal • Ve: Velocidade efetiva de trabalho (km/h) • TCH: Toneladas de cana por hectare (t/ha) • NL: Número de linhas de plantio • ESP: Espaçamento entre as linhas (m) Fonte: MILAN (2010), BASTOS (2009) EfcCCECPO  10 ESPNLTCHVe CCE  
  27. 27. 27 Dimensionamento de recursos logísticos para a CCT • Frota rodoviária – Número de veículos (NV) • VNt: Viagens necessárias para a movimentação do volume de carga por mês • VVt: Viagens que um veículo padrão é capaz de realizar no mês Fonte: VALENTE et al. (1997; 2008), RORATO (2003) VVt VNt NV  CUBd Q VNt   • Q: Quantidade de carga a ser transportada, para o mês, em kg, t, L ou m³ • d: Peso específico da carga a ser transportada, em kg/m³ ou t/m³ • CUB: Capacidade de transporte de carga do veículo, em m³ • DO: Dias de operação em um mês • TDO: Tempo diário de operação – jornada de trabalho, em horas • TC: Tempo do ciclo de viagem – carga, descarga, deslocamento ida e volta, em horas TC TDO DOVVt 
  28. 28. 28 Custos médios desagregados • Sistemas mecanizados: colhedora e transbordo – Custo fixo (Cfa) Fonte: MILAN (2010), PELOIA (2008)                                                   100 )100(1 2 11 ESNtSt n CAg jn CalAst n P i Vf n Vf ViCFa • Vi: Valor inicial, em R$ • Vf: Valor final do maquinário no término da vida útil, em R$ • n: Período do projeto financeiro, em anos equivalentes • i: Taxa de juros, em %aa • P: Prêmio do seguro, considerando cobertura de sinistros para o período n, em decimal • Ast: Custo do alojamento/oficina (benfeitoria), em R$ • Cal: Custos luz, veículos de apoio, estoques peças, combustível, mão-de-obra • j: Número de subsistemas mecânicos/transportes inseridos na CCT • CAg: Custo dos equipamentos, operação e mão-de-obra para a utilização de processos de Agricultura de Precisão, em R$ • St: Salário do tratorista, em R$ • Nt: Número de tratoristas, para a jornada diária de trabalho • ES: Encargos sociais
  29. 29. 29 Custos médios desagregados • Sistemas mecanizados: colhedora e transbordo – Custo variável (Cva) • Combustível (CCb) • Reparo e manutenção (Crm) Fonte: MILAN (2010), PELOIA (2008) • Cc: Consumo de combustível da máquina agrícola, em L/h • Pl: Preço do combustível, em R$/L PlCcCCb  n FrVi Crm   • Fr: Fator de reparos e manutenção, em decimal
  30. 30. 30 Custos médios desagregados • Sistemas mecanizados: colhedora e transbordo – Custo variável (Cva) • Lubrificantes e filtros (Clb) Fonte: ALCANTARA et al. (2008) 10007505002005010 ClbClbClbClbClbClbClb  10 10 1010 QCC Clb   50 )()( 50 50505050 bbaa QCCQCC Clb   500 500 500500 QCC Clb   200 )()( 200 200200200200 bbaa QCCQCC Clb  
  31. 31. 31 Custos médios desagregados Fonte: ALCANTARA et al. (2008) 750 750 750750 QCC Clb   1000 )()()()()( 1000 1000100010001000100010001000100010001000 eeddccbbaa QCCQCCQCCQCCQCC Clb   • Sistemas mecanizados: colhedora e transbordo – Custo variável (Cva) • Lubrificantes e filtros (Clb)
  32. 32. 32 Custos médios desagregados Fonte: ALCANTARA et al. (2008) Intervalo de utilização (h) Item Custo do insumo a ser trocado (R$/L ou R$/un.) Quantidade do insumo (L ou unidade) Componente de custo (R$/h) 10 Lubrificação geral de partes do trator com graxa C10 QC10 Clb10 Lubrificação dos pontos de lubrificação C50a QC50a 50 Complementação do nível de óleo lubrificante da bomba injetora C50b QC50b Clb50 Troca do óleo do motor e do filtro de óleo C200a QC200a 200 Troca do filtro de combustível C200b QC200b Clb200 500 Troca do óleo da direção e limpeza do filtro C500 QC500 Clb500 750 Trocar elemento externo do filtro de ar do motor C750 QC750 Clb750 Troca do óleo da transmissão traseiro e do hidráulico C1000a QC1000a Troca do elemento filtrante do filtro de ar C1000b QC1000b Troca do óleo dos cubos das rodas dianteiras C1000c QC1000c Trocar líquido de arrefecimento C1000d QC1000d 1000 Troca de óleo do eixo dianteiro (diferencial dianteiro) C1000e QC1000e Clb1000
  33. 33. 33 Custos médios desagregados • Sistemas mecanizados: colhedora e transbordo – Custo por hora do sistema mecanizado – Custo por hectare operacional do sistema mecanizado TDCvaCfaCSM  CPO CSM COp  • CSM: Custo sistema mecanizado para a vida útil (n) do equipamento, em R$/h • COp: Custo operacional da máquina / conjunto trator implemento, em R$/ha
  34. 34. 34 Custos médios desagregados • Sistemas de transportes - CVC – Custo por quilômetro (R$/km) – Custo por tonelada (R$/t) • CVK: Custo variável mensal da CVC, em R$/km • CFM: Custo fixo mensal da CVC, em R$/mês • QMMTD: Quilometragem média mensal, no TD mês, para a CVC, em km • IDI: Custos indiretos da empresa, em decimal • CCV: Capacidade líquida de carga para a CVC, em t • IAV: Índice de aproveitamento do veículo, em decimal Fonte: VALENTE et al. (1997; 2008), RORATO (2003)    IDICFMQMMCVKCOKm TD  1 IAVCCV COKm CTQ  
  35. 35. 35 Custos médios desagregados • Sistemas de transportes - CVC – Custo Fixo (CFM) • Depreciação • Remuneração de Capital • V: Custo de aquisição do veículo de tração e implemento rodoviário, em R$ • R: Valor residual de revenda do veículo de tração e implemento em n anos de uso, em R$ • n: Período do projeto financeiro, em anos equivalentes • j: Taxa de juros, em % ao ano Fonte: VALENTE et al. (1997; 2008), RORATO (2003) n RV D   )( 2 )1()( jR n jnRV RC    
  36. 36. 36 Custos médios desagregados • Sistemas de transportes - CVC – Custo Fixo (CFM) • Salário • Licenciamento • Sm: Salário médio mensal do motorista • Nm: Número de motoristas, para a jornada diária de trabalho • ES: Encargos sociais, em valor % • SO: Seguro obrigatório, em R$ • IP: Imposto sobre propriedade de veículos automotores (IPVA), em R$ Fonte: VALENTE et al. (1997; 2008), RORATO (2003) 100 )100( ESNmSm CS   12 IPSO CL  
  37. 37. 37 Custos médios desagregados • Sistemas de transportes - CVC – Custo Fixo (CFM) • Autorização Especial de Tráfego • Monitoramento/Telemetria • CEST: Custo de estudos para CVC, conforme Resolução 211/06 do CONTRAN, em R$ • CTAX: Valor da taxa para emissão da AET, em R$ • VM: Custo de aquisição dos equipamentos de monitoramento e telemetria, em R$ • Ccom: Custo de mensalidade, com manutenção e comunicação, em R$/mês Fonte: VALENTE et al. (1997; 2008), RORATO (2003) 12 CTAXCEST CAET   Ccom n VM CMTel 
  38. 38. 38 Custos médios desagregados • Sistemas de transportes - CVC – Custo Fixo (CFM) • Seguro do Casco • Alojamento, Oficina e Comboio de Manutenção • ISP: Índice de perda total do veículo, por ano, em decimal • Ast: Custo do alojamento/oficina (benfeitoria), em R$ • Cal: Custos de luz, comunicação, veículos de apoio, estoques de peças, combustível, mão-de-obra vinculados ao alojamento • j: Número de subsistemas mecânicos/transportes inseridos na CCT Fonte: VALENTE et al. (1997; 2008), RORATO (2003) VISPSC           jn CalAst AOCM 1
  39. 39. 39 Custos médios desagregados • Sistemas de transportes - CVC – Custo Variável (CVK) • Pneumáticos • Up: Custo unitário por pneu, em R$ • Qp: Quantidade de pneus da CVC padrão • ntp: Vida útil total do pneumático, em km • Ppc: Preço de um pneu e uma câmara, em R$ • Gre: Gastos com recapagem para um pneu, em decimal • Gcr: Gastos com recuperação da câmara no recapeamento, em decimal • Pre: Preço de recapagem para um pneu, em R$ • Ppn: Preço de um pneu, em R$ • Pca: Preço da câmara, em R$ • npr: Vida média do pneu recapado/recauchutado, em km • imr: Índice médio de recapagens, em decimal • npn: Vida média do pneu novo, em km Fonte: VALENTE et al. (1997; 2008), RORATO (2003) ntp QpUp CP   GcrGrePpcUp  PcaeGre  Pr PcaPpnPpc  imrPcaGcr  npnimrnprntp  )(
  40. 40. 40 Custos médios desagregados • Sistemas de transportes - CVC – Custo Variável (CVK) • Manutenção • Lavagem e filtros de ár e óleo • Vsp: Custo de aquisição do cavalo mecânico e implemento, sem pneus, em R$ • im: Índice de manutenção, em decimal • mac: Intervalo médio de manutenções, em km • Cla: Custo de lavagem por quilômetro, em R$/km • Cfi: Custo de filtro de ar por quilômetro, em R$/km • Pla: Preço de uma lavagem (mão-de-obra), em R$ • Pfi: Preço de uma troca de filtro de ar (mão-de-obra e material), em R$ • ila: Intervalo entre lavagens, em km • ilf: Intervalo entre troca de filtro de ar, em km Fonte: VALENTE et al. (1997; 2008), RORATO (2003) mac imVsp CM   CfiClaLF  ila Pla Cla  ilf Pfi Cfi 
  41. 41. 41 Custos médios desagregados • Sistemas de transportes - CVC – Custo Variável (CVK) • Combustível • Plc: Custo do litro de óleo diesel, em R$/L • Aml: Autonomia média, em km/L Fonte: VALENTE et al. (1997; 2008), RORATO (2003) Aml Plc CC 
  42. 42. 42 Custos médios desagregados • Sistemas de transportes - CVC – Custo Variável (CVK) • Lubrificantes Fonte: VALENTE et al. (1997; 2008), RORATO (2003) OdifFradComTomOsdOctOcmCO  icm QcmPcm Ocm   ict QctPct Oct   isd QsdPsd Osd   itd QdifPodif Odif   ifr QfrPfrad Frad   ito QtoPom Tom   itoc QtoPom Com  
  43. 43. 43 Custos médios desagregados • Sistemas de transportes - CVC – Custo Variável (CVK) • Lubrificantes Fonte: VALENTE et al. (1997; 2008), RORATO (2003) • Ocm: Custo do óleo para caixa de mudanças, em R$/km • Oct: Custo do óleo para eixo traseiro, em R$/km • Osd: Custo do óleo para sistema de direção, em R$/km • Tom: Custo do óleo para motor, em R$/km • Com: Custo de complementação do óleo para motor, em R$/km • Frad: Custo do fluído para radiador, em R$/km • Pi: Preço litro do insumo i (óleo/lubrificante/fluído) para cada componente j (caixa, eixo, motor, radiador), em R$/L • Qi: Quantidade do insumo i (óleo/lubrificante/fluído) para cada componente j (caixa, eixo, motor, radiador), em L • icm, ict, isd, ito, itoc, ifr e itd: Intervalo de troca dos respectivos insumos, em km
  44. 44. 44 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Área de plantio e unidade industrial localizadas no município de Uberaba • Delimitadas pelas rodovias BR-040 e BR-452 • Área total: 58.000ha • Total de glebas: 17 • Heterogeneidade dos tamanhos: 17 ~ 15.000ha • Sistema viário de 532km • Cobertura de Acessibilidade do transbordo ao sistema viário: 1.000m
  45. 45. 45 Localização
  46. 46. 46 Sistema Viário
  47. 47. 47 Identificação glebas
  48. 48. 48 Acessibilidade usina
  49. 49. 49 Acessibilidade transbordo
  50. 50. 50 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Dados de entrada – Equipamentos e implementos considerados para valor padrão • Caminhão trator Scania G-470 A 6x4 2p • Implemento rodoviário de carga, conjunto rodotrem para cana picada Guerra 2 ELS 81m³ • Colhedora de cana picada John Deere 3520, com material rodante em pneus • Trator com bitola estendida John Deere 7815, com 202cv • Caçamba para transbordo Santal VT13 Tridem
  51. 51. 51 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Tempo Disponível: – Número total de dias úteis: 289 dias – Número de domingos e feriados: 87 a 89 dias (sem operação aos sábados e domingos) – Número de dias úteis impróprios: 16 a 22 dias [adaptado de Silva et al. (2003) e Torres et al. (2005)] – Eficiência operacional: 32 a 48% (Md: 41,1; DP: 5,1) – Tempo Disponível (TD): • Horas na safra: 1.428 a 2.085h (Md: 1802,5; DP: 218,1) • Dias mês: 59,5 a 86,8h (Md: 75,1; DP: 9,1); • Horas mês: 148,3 a 216,4h (Md: 187,1; DP: 22,6)
  52. 52. 52 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Período de incidência do seguro para operação de colheita de cana: – Conjunto CVC: 10 meses (2 meses unidade tratora é fretado) – Colhedora de cana: 12 meses – Trator do conjunto transbordo: 10 meses (2 meses o trator é alugado) – Caçambas: 12 meses
  53. 53. 53 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Custo de aquisição Scania G-470 A 6x4 2p: – R$424.826,00 (FIPE, 2011) • Custo de aquisição de implemento Guerra 2 ELS 81m³: – R$195.000,00 (estimativa) • Custo de aquisição de colhedora John Deere 3520: – R$790.000,00 (estimativa); • Custo de aquisição de trator John Deere 7815, com bitola estendida: – R$260.000,00 (estimativa) • Custo de aquisição de caçamba para transbordo Santal VT13 Tridem: – R$92.000,00 (estimativa)
  54. 54. 54 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Taxa de depreciação da CVC sobre o valor do bem: – 30% • Taxa de depreciação da colhedora e trator sobre o valor do bem: – Adaptado de CONSENTINO (2004) • DPVAT (1° licenciamento): – R$80,30 (DPVAT, 2011) • IPVA: – 2% sobre valor de aquisição (RORATO, 2003); • Custo do projeto para AET assinado por um Engenheiro Mecânico: – R$1.000,00/veículo n etd 0465,0 277,63   td: Taxa de depreciação, em % ; Assim, para n = 15 anos → td = 31,50%
  55. 55. 55 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Taxa AET DER-SP: – R$24,60 (DER-SP, 2011) (Adotado para MG) • Taxa AET DNIT: – R$14,04 (DNIT, 2011) • Índice médio de recapagens / recauchutagens: – 1,8 (VALENTE et al 1997; 2008) • Vida média do pneumático agrícola novo - adaptado de OLIVEIRA (2000). – Pneus novos apresentam 3 anos de vida útil: 5.408h • Índice de manutenção, para veículo de tração e implemento rodoviários: – 0,05 (VALENTE et al 1997; 2008)
  56. 56. 56 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Autonomia média de consumo do combustível para CVC, para operação em área agrícola: – 1,22 Km/L (estimativa) • Autonomia média de consumo do combustível da colhedora: – 42,38L/h (TOMAZELA et al, 2010) • Autonomia média de consumo transbordo [BARBOSA et al, 2005: 14L/h] [LOPES et al. (2003) e BANCHI et al. (2005): mesma ordem de grandeza – Consumo trator John Deere 7815 (202cv): 21,00L/h (adotado) • Custo por litro de combustível (média valor máximo 04/2011): – R$2,063/L (ANP, 2011)
  57. 57. 57 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Capacidade teórica da CVC: – 81m³ (GUERRA, 2011) • Tara do implemento rodotrem canaviero: – 22.160kg (GUERRA, 2011); • Capacidade teórica do implemento do transbordo: – 26.000kg (SANTAL, 2011) • Tara do veículo de tração – Scania G-470 A 6x4 2p:] – 10.242kg (SCANIA, 2011) • Custo de construção do alojamento e oficina com 300m²: – R$180.000,00 (PETCON, 2011)
  58. 58. 58 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Custo de aquisição de implemento rodoviário carrega-tudo, para transporte de colhedora: – R$25.000,00 (MONTEVERDE CONSULTORIA, 2011) • Custo mensal de comboio para lubrificação e manutenção de campo: – R$8.385,00/mês (MONTEVERDE CONSULTORIA, 2011) • Número de sistemas mecanizados que utilizam o alojamento e comboio de lubrificação: – 3 un.
  59. 59. 59 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Distância assumida entre glebas e unidade industrial Gleba Max Mín Méd Desvio Padrão Variância Range Coeficiente de Variação (%) Distância Adotada (km) 1 33,2 26,8 30,9 2,8 8,0 6,4 9,2 33,2 2 47,1 26,6 38,2 5,2 26,6 20,5 13,5 47,1 3 26,0 20,3 23,4 2,9 8,1 5,6 12,2 26,0 4 41,4 28,4 36,1 3,7 13,5 13,0 10,2 41,4 5 38,9 29,6 34,6 3,1 9,8 9,2 9,0 38,9 6 8,4 8,4 8,4 #DIV/0! #DIV/0! 0,0 #DIV/0! 8,4 7 26,6 7,2 17,3 5,4 29,6 19,4 31,5 26,6 8 28,4 16,9 22,7 4,1 16,9 11,5 18,1 28,4 9 24,4 17,7 20,7 2,4 5,6 6,7 11,4 24,4 10 17,7 12,2 14,9 3,9 15,0 5,5 25,9 17,7 11 13,1 13,1 13,1 #DIV/0! #DIV/0! 0,0 #DIV/0! 13,1 16 2,7 2,7 2,7 #DIV/0! #DIV/0! 0,0 #DIV/0! 2,7 17 39,4 17,0 25,3 6,2 38,4 22,5 24,5 39,4
  60. 60. 60 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Custo fixo e variável para os subsistemas CCT
  61. 61. 61 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Custo fixo e variável para os subsistemas CCT
  62. 62. 62 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Custo fixo e variável para os subsistemas CCT
  63. 63. 63 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Dimensionamento de Frota – Estatísticas operacionais de dados coletados em usina em GO (BASTOS, 2009) – Subsídio a geração de números aleatórios para tempos e movimentos – Conjunto transbordo considera 2 caçambas acopladas ao trator e uma de reserva com sobra de campo
  64. 64. 64 Aplicação metodológica para um cenário hipotético Fonte: BASTOS (2009)
  65. 65. 65 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Dimensionamento de Frota – Rotina de cálculo: colhedora e transbordo • (1) Área da Gleba (ha) • (2) Taxa de produtividade (t/ha) • (3) Volume de cana a transportar - Q (t) • (4) Ritmo operacional - Q (t/h) • (5) Capacidade de Campo Efetiva - CCE – (5.1) Número de Linhas x Espaçamento – (5.2) Velocidade Efetiva de Trabalho (km/h) – (5.3) CCE (t/h)
  66. 66. 66 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Dimensionamento de Frota – Rotina de cálculo: colhedora e transbordo • (6) Capacidade de Produção Operacional – CPO – (6.1) Eficiência da Colheita – (6.2) CPO (t/h) • (7) Número de Equipamentos Agrícolas – (7.1) Calculado – (7.2) Arredondado – (7.3) Por gleba » (7.3.1) Colhedoras » (7.3.2) Tratores » (7.3.3) Caçambas – (7.4) Por fase » (7.4.1) Colhedoras » (7.4.2) Tratores » (7.4.3) Caçambas
  67. 67. 67 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Dimensionamento de Frota – Rotina de cálculo: CVC • (1) Área da Gleba (ha) • (2) Taxa de produtividade (t/ha) • (3) Volume de cana a transportar - Q (kg) • (4) Densidade média - d (média 522,5kg/m³) • (5) Carga efetiva (kg) • (6) Viagens necessárias - VNt
  68. 68. 68 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Dimensionamento de Frota – Rotina de cálculo: CVC • (7) Tempo de Ciclo – (7.1) Tempo enchimento caçamba transbordo pela colhedora (min) – (7.2) Tempo deslocamento transbordo à CVC » (7.2.1) Distância máxima média entre final de talhão e carreador (m) » (7.2.2) Velocidade média do comboio transbordo carregado (km/h) » (7.2.3) Tempo deslocamento (min) – (7.3) Tempo processamento para basculamento da carga à CVC (min)
  69. 69. 69 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Dimensionamento de Frota – Rotina de cálculo: CVC • (7) Tempo de Ciclo – (7.1) Tempo enchimento caçamba transbordo pela colhedora (min) – (7.2) Tempo deslocamento transbordo à CVC » (7.2.1) Distância máxima média entre final de talhão e carreador (m) » (7.2.2) Velocidade média do comboio transbordo carregado (km/h) » (7.2.3) Tempo deslocamento (min) – (7.3) Tempo processamento para basculamento da carga à CVC (min)
  70. 70. 70 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Dimensionamento de Frota – Rotina de cálculo: CVC • (7) Tempo de Ciclo – (7.4) Tempo viagem gleba - usina » (7.4.1) Distância gleba - usina (km) » (7.4.2) Velocidade gleba - usina (km/h) » (7.4.3) Tempo (min) – (7.5) Tempo filas e processamento na balança entrada, amostragem, descarregamento, e balança saída (min) » (7.5.1) Tempo de engate e desengate (min) » (7.5.2) Tempo de balança (min) » (7.5.3) Tempo de deslocamento até amostragem (min) » (7.5.4) Tempo de amostragem (min) » (7.5.5) Tempo de deslocamento até hilo (min) » (7.5.6) Tempo de tombamento (min) » (7.5.7) Tempo (min)
  71. 71. 71 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Dimensionamento de Frota – Rotina de cálculo: CVC • (7) Tempo de Ciclo – (7.6) Tempo viagem usina - gleba (min) » (7.6.1) Velocidade usina - gleba (km/h) » (7.6.2) Tempo (min) – (7.7) Tempo total (h)
  72. 72. 72 Aplicação metodológica para um cenário hipotético Por gleba Por fase 1 2.890 26 14.002 3 1.251 9 11.964 11 2.235 18 7.478 17 5.878 62 14.392 2 2 15.079 342 342 12.405 5 2.504 25 13.512 6 565 3 6.452 9 2.826 23 13.160 10 1.520 10 10.310 12 27 0 7.309 13 28 0 7.538 14 102 0 6.833 15 73 0 5.915 16 451 2 2.404 4 6.467 80 14.946 8 7.583 67 12.723 5 7 8.606 71 71 12.536 Total: 738 3 4 Fase Implantação Gleba Área da Gleba (ha) 1151 147 Número de Veículos 63 Quilometragem Média Mensal (km) • Resultado dimensionamento CVC
  73. 73. 73 Aplicação metodológica para um cenário hipotético Colhedoras Tratores Caçambas Colhedoras Tratores Caçambas 1 2.890 1 1 3 3 1.251 0 0 0 11 2.235 1 1 3 17 5.878 2 2 6 2 2 15.079 8 8 24 8 8 24 5 2.504 1 1 3 6 565 0 0 0 9 2.826 1 1 3 10 1.520 1 1 3 12 27 0 0 0 13 28 0 0 0 14 102 0 0 0 15 73 0 0 0 16 451 0 0 0 4 6.467 2 2 6 8 7.583 3 3 9 5 7 8.606 2 2 6 2 2 6 Total: 22 22 66 3 1 4 Número de Máquinas Agrícolas - por glebaFase Implantação Gleba Área da Gleba (ha) Número de Máquinas Agrícolas - por fase 4 4 12 9 15 3 5 3 5 • Resultado dimensionamento equipamentos agrícolas
  74. 74. 74 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Resultado custo CVC e Colhedora
  75. 75. 75 Aplicação metodológica para um cenário hipotético • Resultado custo Transbordo e Total
  76. 76. 76 Análise de Sensibilidade • Valores máximos e mínimos das variáveis são: – Número de dias úteis impróprios ao trabalho das máquinas: • Valor de entrada do modelo: 18,5 dias • Intervalo (-50% e +50%): 9,2 a 27,7 dias – Tempo diário de operação - jornada de trabalho, em horas: • Valor de entrada do modelo: 24 horas • Intervalo (-10% e -50%): 21,6 a 12 horas – Tempo enchimento caçamba transbordo pela colhedora, em minutos: • Valor de entrada do modelo: 13,79 minutos • Intervalo (-40% e +50%): 8,28 a 20,69 minutos – Velocidade média do comboio transbordo carregado, em km/h: • Valor de entrada do modelo: 5,68 km/h • Intervalo (-50% e +50%): 2,84 a 8,52 km/h
  77. 77. 77 Análise de Sensibilidade • Valores máximos e mínimos das variáveis são: – Custo do Veículo de Tração da CVC, em R$: • Valor de entrada do modelo: R$424.826,00 • Intervalo (-50% e +50%): R$212.413,00 a R$637.239,00 – Custo de Aquisição da Colhedora, em R$: • Valor de entrada do modelo: R$790.000,00 • Intervalo (-50% e +50%): R$395.000 a R$1.185.000,00 – Valor do Salário dos Motoristas e Tratoristas da Colhedora, em R$: • Valor de entrada do modelo: R$4.000,00 (Tratorista colhedora: R$2.000,00; e Motorista da CVC: R$2.000,00) • Intervalo (-50% e +50%): R$2.000,00 a R$6.000,00
  78. 78. 78 Análise de Sensibilidade • Valores máximos e mínimos das variáveis são: – Custo do Veículo de Tração da CVC, em R$: • Valor de entrada do modelo: R$424.826,00 • Intervalo (-50% e +50%): R$212.413,00 a R$637.239,00 – Custo de Aquisição da Colhedora, em R$: • Valor de entrada do modelo: R$790.000,00 • Intervalo (-50% e +50%): R$395.000 a R$1.185.000,00 – Valor do Salário dos Motoristas e Tratoristas da Colhedora, em R$: • Valor de entrada do modelo: R$4.000,00 (Tratorista colhedora: R$2.000,00; e Motorista da CVC: R$2.000,00) • Intervalo (-50% e +50%): R$2.000,00 a R$6.000,00
  79. 79. 79 Análise de Sensibilidade R$ 500,00 R$ 600,00 R$ 700,00 R$ 800,00 R$ 900,00 R$ 1.000,00 -50 -40 -30 -20 -10 0 10 20 30 40 50 Variação % R$/h Número de dias úteis impróprios ao trabalho das máquinas Eficiência de gerenciamento administrativo-operacional - Eg Tempo diário de operação - jornada de trabalho, em horas Tempo enchimento caçamba transbordo pela colhedora (min) Velocidade média do comboio transbordo carregado (km/h) Custo do Veículo de Tração da CVC Custo de Aquisição da Colhedora Valor do Salário dos Motoristas e Tratoristas da Colhedora
  80. 80. 80 Análise de Sensibilidade R$ 80,00 R$ 90,00 R$ 100,00 R$ 110,00 R$ 120,00 R$ 130,00 R$ 140,00 -50 -40 -30 -20 -10 0 10 20 30 40 50 Variação % R$/t Número de dias úteis impróprios ao trabalho das máquinas Eficiência de gerenciamento administrativo-operacional - Eg Tempo diário de operação - jornada de trabalho, em horas Tempo enchimento caçamba transbordo pela colhedora (min) Velocidade média do comboio transbordo carregado (km/h) Custo do Veículo de Tração da CVC Custo de Aquisição da Colhedora Valor do Salário dos Motoristas e Tratoristas da Colhedora
  81. 81. 81 Análise de Sensibilidade R$ 6.000,00 R$ 7.000,00 R$ 8.000,00 R$ 9.000,00 R$ 10.000,00 -50 -40 -30 -20 -10 0 10 20 30 40 50 Variação % R$/ha Número de dias úteis impróprios ao trabalho das máquinas Eficiência de gerenciamento administrativo-operacional - Eg Tempo diário de operação - jornada de trabalho, em horas Tempo enchimento caçamba transbordo pela colhedora (min) Velocidade média do comboio transbordo carregado (km/h) Custo do Veículo de Tração da CVC Custo de Aquisição da Colhedora Valor do Salário dos Motoristas e Tratoristas da Colhedora
  82. 82. 82 Análise de Sensibilidade22 22 22 22 22 22 23 23 23 23 23 40 32 29 26 23 22 22 41 32 29 26 23 22 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 -50 -40 -30 -20 -10 0 10 20 30 40 50 Variação % Colhedoras Número de dias úteis impróprios ao trabalho das máquinas Eficiência de gerenciamento administrativo-operacional - Eg Tempo diário de operação - jornada de trabalho, em horas
  83. 83. 83 Análise de Sensibilidade66 66 66 66 66 66 69 69 69 69 69 120 96 87 78 69 66 66 123 96 87 78 69 66 0 20 40 60 80 100 120 140 -50 -40 -30 -20 -10 0 10 20 30 40 50 Variação % CaçambaTransbordo Número de dias úteis impróprios ao trabalho das máquinas Eficiência de gerenciamento administrativo-operacional - Eg Tempo diário de operação - jornada de trabalho, em horas
  84. 84. 84 Análise de Sensibilidade22 22 22 22 22 22 23 23 23 23 23 40 32 29 26 23 22 22 41 32 29 26 23 22 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 -50 -40 -30 -20 -10 0 10 20 30 40 50 Variação % Tratorestransbordo Número de dias úteis impróprios ao trabalho das máquinas Eficiência de gerenciamento administrativo-operacional - Eg Tempo diário de operação - jornada de trabalho, em horas
  85. 85. 85 Análise de Sensibilidade706 711 719 726 731 738 751 758 762 771 783 1466 1231 1070 930 824 738 689 1486 1235 1060 929 826 738 706 704 716 728 738 740 742 769 766 768 848 807 766 744 744 738 734 735 727 727 721 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 -50 -40 -30 -20 -10 0 10 20 30 40 50 Variação % CVCBitremCanavieiro Número de dias úteis impróprios ao trabalho das máquinas Eficiência de gerenciamento administrativo-operacional - Eg Tempo diário de operação - jornada de trabalho, em horas Tempo enchimento caçamba transbordo pela colhedora (min) Velocidade média do comboio transbordo carregado (km/h)
  86. 86. 86 Conclusões • Objetivos principais e secundários obtidos • Custos R$/h, R$/t e R$/ha são afetados por duas variáveis de gestão: – (a) eficiência de gerenciamento administrativo-operacional (não atribuídas às máquinas) – (b) tempo diário de operação – jornada de trabalho, caso adotado operações de 1 e 2 turnos (8 e 16 horas)
  87. 87. 87 Conclusões • Objetivos principais e secundários obtidos • Custos R$/h, R$/t e R$/ha são afetados por duas variáveis de gestão: – (a) eficiência de gerenciamento administrativo-operacional (não atribuídas às máquinas) – (b) tempo diário de operação – jornada de trabalho, caso adotado operações de 1 e 2 turnos (8 e 16 horas)
  88. 88. 88 Obrigado pela atenção! A matemática dos modelos é precisa, mas os modelos não o são, sendo apenas aproximações do complexo mundo real. Sua acurácia como uma útil aproximação a esse mundo varia consideravelmente no tempo e no espaço. O usuário deve, assim, aplicar os modelos como tentativa, avaliando cuidadosamente suas limitações em cada aplicação. (MERTON, 1994 apud RICI, 2007)

×