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Final catálogo exposição coletiva aka  cb arte contemp
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Um lugar, um ponto de encontro, uma oportunidade. A ideia surgiu sob o mote da Arte como espaço vivo e simbólico que é também um lugar para se viver, biologicamente claro está. Sentíamos, alguns, a carência desta dimensão mais completa, desta pequena grande parte da nossa Humanidade, e o apelo pela qualidade da experiência artística per si e da sua vivência na pluralidade –

o apelo pela dialética no discurso visual.



O mote? - A CRISE…

Um Mundo em crise. Em fim dela… no seu início…
Na verdade e em síntese, o mote é este binómio Arte|Ser Humano enquanto criador versus Mundo em devir| Sentimento de impo-tência em relação a esta mudança avassaladora.


É uma tarefa difícil?
Ou será antes, e ainda no registo da saciedade, “o pão nosso de cada dia”, que não custa nem envergonha amassar, cozinhar, dar a conhecer? Em vez de uma resposta linear, descobrimos antes outro processo criativo. Associámos livremente tudo o que nos veio à ideia e colocámo-lo em papel, em tela, em suporte digital.


O que a seguir se tenta fazer,

com o apoio da Galeria CB Art Concept, é cumprir o passo seguinte:


Expôr, sustentar uma Itinerância possível, dar movimento e “spin” criativo a todas estas energias e ideias que nos inquietam.


Art Mov On – A.M.O. – damos o melhor que temos e podemos individualmente para que o Mundo à nossa volta possa ser global-mente, na pequena medida das nossas limitações… melhor.

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Final catálogo exposição coletiva aka cb arte contemp

  1. 1. http://www.facebook.com/AkaArte www.litojesus.pt Ana Caldeira Fotografia iniciativa Ana Raposo Pintura, Multimédia 001.1 Artur Simões Dias Desenho, Pintura, Escultura Claudine Rodrigues 2012 Desenho, Pintura Clo Bougard Pintura Diana Almeida Desenho, Pintura Fernando Glória Pintura, Desenho Filipe Belo Escultura Glória Oliveira Desenho, Pintura Inês Gomes Desenho, Escultura Joana Escada Desenho, Escultura João Silva Pintura Isabel Saldanha Fotografia Jorge Franco Desenho, Pintura Luiz Morgadinho Desenho, Pintura Mário Rainha Campos Fotografia Miguel Portelinha Pintura, Street Art Nuno Quaresma Pintura, Desenho Paulo Castanheira Fotografia Paulo Muiños Fotografia Sara Livramento Pintura Sara Silva Pintura, Desenho, Origami Saskia Ludescher © Paulo Muinõs Fotografia, Mixmédia Simão Carneiro Pintura, Desenho Simona Scotti Fotografia, Multimédia POET RJC art mov on © Jorge Franco 23 novSE CHOVERVOU ENTENDER 31 dezhttp://frutaecompanhia.blogspot.pt/ http://akaarte.wix.com/online#!home/mainPage
  2. 2. http://www.facebook.com/AkaArte MENSAGEM Art Mov On - A.M.O A Galeria CB concept art tem o prazer de rece- ber um grupo de artistas visuais que engloba uma filosofia muito especial, no domínio da abertura á experiência estética e ideias, num conceito de iniciativa audaciosa, não se dei- xando influenciar pela conjectura eco-nómica, ou pelo oposto serve-se desta como mote inspi- rador como refluxo, produzindo arte pelo gosto intrínseco e motivação criativa. Ao longo do século XX, vários grupos de artis- tas se juntaram na perspectiva de produzir si- nergias e coesão nas suas ideias; e foram mui- tos os grupos que encontraram força e empenho para conseguir result-ados positivos e marcan- tes na história da arte contemporânea, é neces- sário unir ideias e trabalhar em grupo. O grupo AKA que nos propomos divulgar é uma viagem ao imaginário interactivo de cada uma das manifestações aqui apresentadas, e atribu- Ficha Técnica indo um carácter consistente a um projecto que reúne todas as potencialidades nos seus dife- Nº 01_ 1ª Série_ 23 de Novembro de 2012 rentes domínios . Na arte só há uma coisa que importa, aquilo que não se pode explicar. É lu- Direção: gar da liberdade perfeita. Um verdadeiro vul- CB Concept Art & AKA Project cão "multicolors" , para ver na CB em modo ba- Design: Nuno Quaresma, Saskia Ludescher e lanço de 2012. Joana Escada O poder da expressão artística a elevação espi- Redação: Ana Fernandes, Carlos Fortes, Sas- ritual ...a pedagogia colectiva..... a densidade POET RJC simbólica ...... a mobilização... Art mov on - A.M.O.. kia Ludescher, Joana Escada, Dimitra Mama- soula, Gonçalo Jesus Tiragem: 500 exemplares Clo Bourgard Impressão: LITOJESUS Galeria CB Art Concept AC Que "Diria mais, a Arte é, pro- Tant sem vavelmente, a única for- pres ma sincera de transmis- que são de pensamentos, idei- Pois se ve as e emoções, pois evi- Todos dencia aquilo que vai na zer d ça. P os homens alma do seu criador. Sem- as co Vive pre foi assim e esperemos mais se nutrem que sempre assim seja" vera © Fruta e Sabores la qu mas poucos nest que sabem vou o ch distinguir tes… vas. os sabores A Arhttp://frutaecompanhia.blogspot.pt/ Confúcio
  3. 3. www.litojesus.pt "Existem dois dias no ano em que não podemos fazer nada: o ontem e o amanhã" Mahatma Gandhi ©Nuno Quaresma A CRISE A Crise. O que é a crise? Qual tipo de crise? são e de crise. É natural. São nestes momentos económica e a desvalorização dos capitais, Que forma de crise? que nós mais pensamos nas coisas e no sentido existem cada vez mais pessoas a pensar inves-- Tanto se fala nela que já não conseguimos viver sem ela. Por onde nos viremos ela está sempre delas. Os artistas são pessoas sensíveis que es- tir em Arte. O que é bastante positivo. Por outro- presente. Mas já agora, alguém sabe o que é tão, como todos nós, expostos ao que se passa ao seu redor, às mudanças por vezes drásticas, lado, constato que o preço das obras tem vindo a diminuir de preço, criando oportunidades a- que ela quer dizer? que nos obrigam a alterar a nossa forma de pen- pequenos investidores, colecionadores e ou-- Pois bem, se formos ao dicionário, a palavra cri- se vem do grego (krisis) e basicamente quer di- sar e de agir. Assim sendo, a Arte exprime tudo isto de uma forma simples e descomprometida. tros admiradores de aumentarem o seu espólio. Não se pode é correr o risco de tal desvaloriza-- zer distinção, decisão, sentença, juízo, mudan- Diria mais, a Arte é, provavelmente, a única for- ção pôr em perigo o real valor das obras o quea ça. Parece-me que até não é mau de todo, vistas ma sincera de transmissão de pensamentos, iria estrangular o mercado.- as coisas neste prisma. Vivemos num mundo em constante mutação, ideias e emoções, pois evidencia aquilo que vai na alma do seu criador. Sempre foi assim e Em súmula, nem tudo o que vem com a crise é negativo. Abrem-se novos espaços e oportuni-s mais rápida do que aquela que os nossos pais vi- esperemos que sempre assim seja. dades. Nascem novas ideias e formas de ex- veram, mas certamente mais lenta do que aque- Falemos agora da crise económica, que é aque- pressão. Criam-se novos conceitos que nos la que os nossos filhos viverão. Como em tudo la que neste momento nós e metade do Mundo apontam novos caminhos. nesta vida, existem coisas boas e coisas más passamos. Prometi que não falava de coisas Uma coisa é certa, saímos das crises sempre que advêm com as crises. Das coisas más não más, portanto não vou quebrar a promessa. mais fortes. vou referir nada (basta abrir um jornal para ver Não irei dizer que o que está ai é bom, pois não o chorrilho de coisas negativas e deprimen- é. Também não irei falar de soluções milagrei- Carlos Ribeiro Fortes tes…),irei apenas referir-me a coisas positi- ras, pois também não sei fazer milagres. Posso, vas. Bom, pelo menos irei tentar. isso sim, é tirar algumas ilações de tudo isto. A Arte sempre foi pródiga em momentos de ten- Em primeiro lugar noto que, com a recessão http://akaarte.wix.com/online#!home/mainPage
  4. 4. http://www.facebook.com/AkaArte 02 EU SOU Eu sou livros que leio, os lugares que conheço, as pessoas que amo. Eu sou as orações que faço, as cartas que recebo, os sonhos que tenho. Eu sou as decepções por que passei, © Claudine Rodrigues As pessoas que perdi, As dificuldades que superei. © Ana Raposo Eu sou as coisas que descobri, As lições que aprendi, Os amigos que encontrei. Eu sou os pedaços de mim que levaram, Os pedaços de alguns que ficaram, As memórias que trago. Eu sou as cores de que gosto, Os perfumes que uso, As músicas que ouço. Eu sou os beijos que dei, Sou aquilo que deixei, E aquilo que escolhi. Eu sou cada sorriso que provoquei, Cada lágrima que caiu, Cada vez que menti. Eu sou cada um dos meus erros, Cada perdão que não soube dar, Cada palavra que calei. Eu sou cada conquista alcançada, Cada emoção controlada, Cada laço que criei. Eu sou cada promessa cumprida, © Paulo Muinõs Cada calúnia sofrida, A indiferença que se formou. Eu sou o braço que poucas vezes torce… Sou como tu me vês… Posso ser leve como uma brisa, Forte como uma ventania, Depende de quando e como tu me vês passar… Não me dêem formulas certas, «Sou como tu me vês… Porque não quero acertar sempre. Posso ser leve como uma brisa, Não me mostrem o que esperam de mim, Porque vou seguir meu coração… Forte como uma ventania..." Não me convidem a ser igual, Porque sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver da mentira. VOAR Não sei voar de pés no chão… Sou sempre eu mesma, Invulgar sensação; Mas com toda a certeza não serei... Debaixo deste meu chapéu-de-sol; bate forte o A mesma para sempre… meu coração! Voar! Desejos...Amor, alegria Ilusões, real...monotonia Preenche-me de cor! Nesta vida de arco-íris Onde tudo parece perfeito... Voar...! podes ter um pedaço de liberdade Esvoaçar por prados verdes; Pisar a areia fina e branca, Nadar pelo mar azul... © Claudine Rodrigues Abraça o que é simples e puro (alguém me sussurra ao ouvido)© Joana Escada Escuto e assim acaba o meu sonho Voar...http://frutaecompanhia.blogspot.pt/ Ana Fernandes
  5. 5. www.litojesus.pt 03 INTRODUÇÃO AKA Um lugar, um ponto de encontro, uma oportunidade. colocámo-lo em papel, em tela, em suporte digital. A ideia surgiu sob o mote da Arte como espaço vivo O que a seguir se tenta fazer , com o apoio da Gale- e simbólico que é também um lugar para se viver, bi- ria CB Art Concept, é cumprir o passo seguinte: ologicamente claro está. Expôr, sustentar uma Itinerância possível, dar movi- Sentíamos, alguns, a carência desta dimensão mais mento e “spin” criativo a todas estas energias e idei- completa, desta pequena grande parte da nossa Hu- as que nos inquietam manidade, e o apelo pela qualidade da experiência UBUNTU, how can one of us be happy if all the ot- artística per si e da sua vivência na pluralidade – o her ones are sad? apelo pela dialética no discurso visual. Retirado de um diálogo entre membros de uma Tri- O mote? A CRISE… bo no Malawi, com evocação da cultura Xhosa. Um Mundo em crise. Em fim dela… no seu início… UBUNTU significa: "Eu sou porque nós somos" Na verdade e em síntese, o mote é este binómio Art Mov On – A.M.O. – damos o melhor que temos e Arte|Ser Humano enquanto criador versus Mundo podemos individualmente para que o Mundo à nos- em devir| Sentimento de impotência em relação a sa volta possa ser globalmente, na pequena medida esta mudança avassaladora. das nossas limitações… melhor. É uma tarefa difícil? Ou será antes, e ainda no registo da saciedade, “o pão nosso de cada dia”, que não custa nem envergo- Nuno Quaresma nha amassar, cozinhar, dar a conhecer? Em vez de uma resposta linear, descobrimos antes outro processo criativo. Associámos livremente tudo o que nos veio à ideia e© Paulo Muinõs © Nuno Quaresma © Jorge Franco CORAÇÃO DE AREIA O meu coração é de areia. Foi assim que o deixas- te. Baloiço em cima de um rochedo que construíste, Sopraste e ele, desfeito, foi apanhado pelo ar agi- misto de esperança e mistério fugaz. tado e imenso. Açoitas-me com a tua fuga silenciosa Agora sou de de todos e não sou de ninguém. e sou acordada de um sonho que nunca julguei ca- Cravo as mãos na terra para moldar de novo o que paz. jaz suspenso. Meu corpo frágil e inerme refila Renasço enraizada por um campo de raiva. perante arma tão cortante e traiçoeira. Abro os braços e pelo vento deixo-me levar. E raiva que nasce em mim e que me defende Um dia sepultarei os restos imundos que me cri- como que perdida nesta tua repentina ratoeira. aste e deles parirei um amor que jamais conseguirei julgar. Equilibro-me cedo e não sei onde caio, © Paulo Muinõs abismo escuro e brilhante que me ofusca. Agarro-me ao nada e sinto o todo, o todo que necessito para não perder a busca. Ana Fernandes http://akaarte.wix.com/online#!home/mainPage
  6. 6. http://www.facebook.com/AkaArte04 CONCEITO “ Nós, os seres humanos, tivemos a nossa origem nu- ma linha de primatas bípedos que é possível localizar, © Nuno Quaresma na sua existência, há cerca de uns três milhões e meio de anos atrás. Estes nossos antepassados eram seres que tinham ma- is ou menos o tamanho de um menino de oito anos de idade. Caminhavam em posição erecta, como nós, e devem ter tido igual capacidade para manejar e utili- zar o seu corpo. A sua massa cerebral andava por volta se, a linguagem surgiu entrelaçada no emocionar, de um terço do volume da nossa. É possível afirmar constituindo o conversar, e nesta origem do conversar que viviam em grupos relativamente pequenos de 12 a junto com o viver surgiu o humano (...)” 15 pessoas, incluindo jovens, adultos e bebés. Estes seres eram recolectores de alimentos (...) Tradução e interpretação pontual de parágrafos retirados da obra “El Sentido de lo Humano” de Humberto Maturana, 8ª edição, 1996, pags 250 e 251 O modo de vida próprio destes nossos antepassados era, no seu fundamental, igual ao modo dos dias de ho- Este é o texto mais interessante e provavelmente o me- N je mas sem o uso da linguagem: vivia-se em grupos pe- nos consensual que encontrei para fundar as pergun- 1 quenos como famílias grandes; compartilhavam-se os tas mote para o conceito expositivo de fundo: p alimentos; vivia-se na envolvência sensual da carí- A 2 cia; vivia-se numa sexualidade frontal que implicava « Se a Linguagem e o Amor são o fundamento do – estar cara a cara um com o outro, na intimidade de um 3 Humano como pode a Má Moeda regular a a nossa 4 encontro pessoal; e por último, possivelmente; vivia- existência individual e coletiva? » 5 6 se numa participação dos machos no cuidado e cria- 7 8 ção das crianças. (...) « Considerando que na Arte ocupamos livremente a 9 1 Vamos assumir que nada se passa nos sistemas vivos nosso lugar no Mundo pelo que, se a cada um de nós, a 1 que a sua biologia não o permita e que tão pouco esta 1 partir do ponto em que nos posicionamos, nos fosse da- 1 biologia determina o que sucede no viver, senão na es- da a possibilidade de arremessar uma mensagem im- 1 1 pecificação dos limites para o que é possível suceder portante, qual seria e quais os destinatários » 1 1 (...) 1 1 Foi neste modo de vida, em estreita interacção sensu- «Se nada disto te faz sentido, porque é que não 2 al, com partilha do alimento, com participação dos ma- fazes antes o que te apetece?» 2 2 chos no cuidar das crianças, que teve origem a lingua- 2 2 gem, como uma maneira de viver em coordenações de Nota: o conceito na verdade está em aberto, pelo que 2 2 coordenações de conduta consensuais, e ao originar- se aceitam outras sugestões e contribuições :) 2 Pode dos S içõe sabo sent naçã ON Fruta heia com com Compan frios O Ab quen As t cam gourmet do p A de e ap © Fruta e Companhia sisti ...emhttp://frutaecompanhia.blogspot.pt/
  7. 7. www.litojesus.pt 05 TITULAÇÃO COMO MOTE 76. com e sent arte toghether 48. see it 77. Very "arde"! 49. toutch it 78. hard ideas (lolo) 79. Arde ideias © Nuno Quaresma 50. don´t eat it 80. Peace and art 51. happy minute 81. art and constructions 52. Molhando-se à chuva 82. Brothers and sisters art 53. espreitadelas 83. Art and brain 54. Voa mas nao cái! 84. Arde e bem 55. Meter o nariz 85. Dificult title 56. nothing 86. much arte , machar te (lol) 57. else 87. mancharte 58. espreita ou peek 88. fazPArte 59. stalk 89. Expressar te 60. housewall 90. aRRISCA r, 61. block ideas 91. OLH alharte © Nuno Quaresma 62. curiosity block 92. Sardinha com espinhaar 63. spherical block 93. Balelarte 64. square spherical 94. Xifonetes 65. possibility and impossibility 95. Póarte 66. block possibility 96. Milimétrico e palmodo 67. exact 97. brain ideas 68. jumped 98. fell ideas 69. expressamente obrigatorio 99. ideias box 70. expressatarte 100. box ideas 71. criar te 101. why art ideas?e- Nuno Quaresma 28. Civilization 72. brainarte 102. Why ideas? 29. 4n- 1. Daqui a nada estás a levar um 30. 3,14 73. and ar- te (and arte) 74.expressar te 103. Experience and make papo seco MAN (Money – 31. I glorified You 75. concentr ar te limon 104. make art ... Authority – Need ) Ana Raposo 2. BAD MAN (Money – Authority o – Need ) A ÓI 33. Onde deixei as minhas asas? 3. No Mans Land 34. Não gosto assim... a 4. 3 Crossed Road 5. Gloria 6. Aka 35. Amo a tua mente 36. Real ou virtual? 37. azul, claro! STOP MOVe oN MB RA 7. Abba 38.Queria conhecer-te um dia 8. Revolução 39. Se chover vou entender a 9.Revolution 40. Fala 10.Pérola 41. Perto a a- 11.Bi-gode Almighty 12. Semper 42. Quase que te senti perto, mas estavas longe, muito longe OUTRA Bi-godem- 13. Tina… Tina 14. SIR- Seu Romântico Incurável 43. je veux 44. O que já foi V E Z happy minute 15. Acess Denied 16. Sem Acesso 45. Bananas, bolacha maria, sumo de limão e mel PEI XE Almighty 17. Angústia para o Jantar 18. Gaita 19. Outra vez peixe frito Simão Carneiro FRITO 20. Standing Ovation 21. A Cigarra e a Formiga 46. Tisana 22. Branco 23. Cinzento Fernando Glória BEIJA-ME 24. Azul 25. Freiheit 47. Rambóia DEPRESSA Gloria e 26. Ich und du 27. Semper Paratus Sara Silva Pode desfrutar de todos os produtos da Quinta Produção 100% natural sem adição de dos Sabores de diversas formas, a todas as refe- conservantes ições ... recheando cada momento de deliciosos sabores ...doces e salgados...despertando os Todos os produtos são produzidos de sentidos, por novas viagens, até onde a imagi- forma artesanal e por encomenda. nação vos levar :-) O Namoro de Limão é indicado para lanches, Contacto para encomendas: com tostas, crepes, panquecas, scones, pão, ou namorodelimao@gmail.com como sobremesa (cobertura de gelados, semi- frios)...etc... O Abraço de Poejo faz um delicioso chá frio ou quente com propriedades medicinais. As ternuras de queijo e delícia de azeitona fi- cam bem em saladas, com pão ou acompanhan- do pasta fresca. A delicia de figo é indicada para conhecedores ceci nest pas e apreciadores do fruto, sendo impossivel re- uma Quinta © Fruta e Companhia sistir a cada nova colherada. ...em breve teremos novas delícias! :-) qualquer http://akaarte.wix.com/online#!home/mainPage
  8. 8. http://www.facebook.com/AkaArte06 LUGAR EXPOSITIVO? O museu é uma instituição ocidental que expressa uma intenção de colecionar objetos para serem mos- trados. Desde a Grécia antiga encontramos referên- cias a coleções e instituições preocupadas com a me- mória, como aquela existente no Liceu de Aristóte- les (334 AC) ou no Mouseion. Criado juntamente com a Biblioteca por Ptolomeu, c em Alexandria (séc. III AC), ambas vinculadas a Ale- tas operações não surgem com o museu, nem com a bi- blioteca e nem com o arquivo, mas com a coleção, seja N xandre Magno. Inicialmente estas instituições não se dissociam da pesquisa e da educação e utilizam ela qual for, e estão (as operações) muito próximas - na sua origem - com as classificações dos seres e do co- 1 como sua matéria-prima a coleção de objetos, plan- n tas e animais da natureza. A partir de fins do século nhecimento. Entretanto, mais do que a organização dos objetos, livros ou obras, é a motivação de seu agru- – XVIII o museu recolhe e abriga fragmentos, objetos, li artefatos e obras da natureza e da cultura e os agrupa pamento o aspeto que mais nos interessa; a ordem que está por trás das exposições, aquela que norteia a mon- T em coleções com o propósito de expor. Essa memó- d ria, constituída a partir de objetos selecionados se- tagem dos acervos, os agrupamentos das peças, sua se- quência, distribuição e formas de exposição. Estas u gundo critérios de valor, não provém de um colecio- d nismo neutro ou isento, mas comprometido com o po- ações revelam aspetos da matriz cultural de uma épo- ca, já que as formas de organização estão profunda- h der hegemônico, com as ideias e o contexto da época 2 em que ocorre. O conceito de valor não é absoluto e mente vinculadas a epistéme (2 ). Existem formas de organização diferentes para mo- F varia em cada cultura e ao longo da história da huma- to nidade, e cada coleção traz a assinatura de sua épo- mentos diferentes e também para culturas particula- res. Os gabinetes de curiosidades do Renascimento e s ca e de seus patrocinadores. m O museu tem, com a Biblioteca e o Arquivo, algumas as bibliotecas da mesma época não tinham as mesmas formas de organização que utilizamos hoje. Ao olhar fe características em comum: são eles os depositários p da memória coletiva, o que não se resume apenas à uma imagem de um desses gabinetes a nossa tendên- cia é a de ver um acúmulo de objetos colocados uns ao s manutenção e conservação das coleções. Envolve g também a exposição desse acervo para as pessoas de lado dos outros, sem qualquer tipo de organização, cri- tério de agrupamento ou mesmo relação entre eles. Qu- (F forma a prover o rápido acesso e recuperação dos ob- jetos ou informações desejados, o que leva à neces- al seria a ligação possível entre a pintura de uma pai- In D sidade de um trabalho interno de identificação, cata- sagem, um peixe embalsamado e uma lâmpada a óleo? de logação e de classificação, seja uma coleção de li- No entanto os gabinetes possuíam formas de organiza- E ra vros, de quadros ou de vasos etruscos. No entanto es- ção bastante coerentes, mesmo que nós tenhamos difi- M ht re FEITO À MEDIDA TAILORING TELMO’S “ Muitas vezes, quando falamos de crise, refe- presentações que fundam a construção social rimos a crise económica que corresponde, de do sentido. A linguagem, a arte, permitem ex- uma maneira geral, a um desequilíbrio entre a plicar o mundo no qual vivemos mas também produção e as despesas de um pais. Todavia, es- criar e registar novas ideias e informações. São ta crise económica tem muito a ver também AL símbolos que cada um pode usar para desen- com o sistema financeiro, um sistema cada vez volver pensamentos complexos, dar sentidos mais mundializado e incontrolável e que já mos- as coisas, imaginar novas possibilidades hu- trou que ele também está em grave estado de N manas. Vinda do latim crisis “momento de de- crise. A economia e as finanças que normal- cisão” e do grego krisis “acção ou faculdade de mente estão reguladas pela politica, já não são, distinguir, decisão”, A palavra crise significa- IO pois, a politica também está em crise. Crise eco- va um momento difícil mas sobretudo um mo- nómica, crise financeira, crise politica, crise mento decisivo. Se a crise é uma questão, a sua IT institucional, crise social,… O que se está a resposta provavelmente é a cultura. passar é antes de tudo uma crise de sentido. As pessoas não acreditam mais na organização na AD qual estamos a viver e ela própria já não se jus- tifica. Isso não significa o fim do mundo mas Manon Pestel sim uma fase decisiva onde a sociedade deve TR ser reflectida, “ré-imaginada”. E é neste con- texto que a cultura tem um papel fundamental. A cultura é produtora de sentido social e espa- ço de experiência criadora. Está na base das re-http://frutaecompanhia.blogspot.pt/ http
  9. 9. www.litojesus.pt 07- culdades em identificá-las.a Notas:a- 1. O termo espaço relacional é utilizado por Matura-o na, para quem “A autoconsciência não está no cérebro- – ela pertence ao espaço relacional que se constitui nae linguagem. “ (Maturana,1998b, p. 28).- Também Moacir dos Anjos utiliza a expressão ao falar- do museu atual: “o Museu na contemporaneidade és um espaço de construção de uma ideia de estar no mun-- do; o Museu é, portanto, um espaço relacional entre os- homens e as coisas” (ANJOS, s/d). 2. Epistéme, ou campo epistemológico é, para - Foucault, “onde os conhecimentos, encarados fora de - todo o critério que se refira ao seu valor universal ou às e suas formas objetivas, enraízam a sua positividade e s manifestam assim uma história que não é a da sua per- r feição crescente, mas antes a das suas condições de - possibilidade; nesta narrativa, o que deve aparecer o são, no espaço do saber, as configurações que deram lu- - gar às diversas formas do conhecimento empírico”u- (FOUCAULT, 1966: 10). - In Museu: de espelho do mundo a espaço relacional , de Durval de Lara Filho, 2006 Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, Área © Inês Gomes ? de concentração Cultura e Informação, Linha de pesquisa Mediação e Ação Cultural da - Escola de Comunicações e Artes da Universidade de SãoPaulo, como exigência parcial pa- ra a obtenção do título de Mestre em Ciência da Informação, sob a orientação do Prof. Dr. - Martin Grossmann http://www.scribd.com/doc/50085781/Museu-de-espelho-do-mundo-a-espaco- relacional-FILHO-Durval-de-Lara TAILORINGSL http://facebook.com/telmod3 http://akaarte.wix.com/online#!home/mainPage
  10. 10. http://www.facebook.com/AkaArte08 Ana Caldeira Claudine Rodrigues Antonio Arroio dyn Fernando Glória tud Fotografia Pintura ter empor cum soluta nobis eleifend option con- gue nihil imperdiet doming id quod mazim Inê Ana Raposo Clo Bougard placerat facer possim assum. Typi non habent claritatem insitam; est usus legentis in iis em Pintura Clo Bourgard nasceu em Lisboa em 1970 e des- qui facit eorum claritatem. Investigationes de- gue de cedo se dedica à arte, passando pela Escola monstraverunt lectores legere me lius quod ii pla Artur Simões Dias Artística António Arroio, pelo Instituto Superi- legunt saepius. Claritas est etiam processus cla or de Conservação e Restauro de Pintura de dynamicus, qui sequitur mutationem consue- fac Nascido a 02.07.1979 Lisboa e pela Academia de Ciências de Lisboa tudium lectorum. Mirum est notare quam lit- mo Tel: 93 845 90 13 como formadora na área de Restauro de Pintu- tera got leg Email: asdarq@gmail.com ra. dyn HABILITAÇÕES LITERÁRIAS Curso de História de Arte da Universidade Au- Filipe Belo tud Licenciatura em Arquitectura pela Universida- tónoma de Lisboa, Curso de Desenho e Pintura ter de Autónoma de Lisboa (2005) da Escola Artística Rui T. Gomes, Curso de empor cum soluta nobis eleifend option con- ACTIVIDADE PROFISSIONAL Escultura pela mão do Mestre João de Brito, gue nihil imperdiet doming id quod mazim Jo Santa-Rita Arquitectos . Colaboração com o Curso de Técnica e Ética de Conservação de placerat facer possim assum. Typi non habent Atelier Santa-Rita Arquitectos tendo a activi- Património Português no Centro Nacional de claritatem insitam; est usus legentis in iis 31 dade profissional abrangido tanto o sector pú- Cultura. Curso de Restauro de Cerâmica na qui facit eorum claritatem. Investigationes de- eF blico como o privado, incluindo trabalhos nas Escola Pomar dos "Artistas". monstraverunt lectores legere me lius quod ii "m áreas de Urbanismo e Tem participado em diversas exposições no Pa- legunt saepius. Claritas est etiam processus ma Arquitectura, bem como a participação em vári- is, nomeadamente da Galeria Inter-Atrium no dynamicus, qui sequitur mutationem consue- Lic os concursos e exposições (Lisboa, 2006) Porto e na Galeria Azo em Lisboa, e nas Astú- tudium lectorum. Mirum est notare quam lit- Esc ACTIVIDADE ARTÍSTICA rias bem como bienais por todo o país. tera got Un Exposições colectivas, 2006/2011, em Lisboa e Foi mencionada com crítica no Semanário ao Odivelas. Expresso, Sol e revista Essencial. Glória Oliveira fre Exposição “ INICIATIVA X” – Arte Contempo, de Lisboa (2006) Diana Almeida empor cum soluta nobis eleifend option con- aca Exposição “ BEAUTIFUL CREATION” – Cen- gue nihil imperdiet doming id quod mazim de tro Cultural Malaposta, Odivelas (2011) placerat facer possim assum. Typi non habent Co PUBLICAÇÕES Workshops de Pintura em tecido; porcelana; claritatem insitam; est usus legentis in iis exp Arquitectura Ibérica n.º14, pág. 220/221 – joalharia e cerâmica plástica. qui facit eorum claritatem. Investigationes de- com Transparências – Caleidoscópio Ilustração do livro "Agora Escolha! Cromos a Me Desgarrada." de Vera Roquette; Publicação monstraverunt lectores legere me lius quod ii -C de Setembro 2011; Editora Salamandra. legunt saepius. Claritas est etiam processus -E Estudante na Escola Secundária Artística mó de Ana Caldeira 01 Fotografia 02 16 19 041 Ana Raposo 02 Pintura, Multimédia Artur Simões Dias 03 Desenho, Pintura, Escultura Claudine Rodrigues 04 Desenho, Pintura Clo Bourgard 05 Pintura 17 07 A 11 21 Diana Almeida 06 C Desenho, Pintura “ d Fernando Glória 07 “ Pintura, Desenho d “ Filipe Belo 08 d Escultura d “ Glória Oliveira 09 e Desenho, Pintura re 25 24 23 12 “ Inês Gomes 10 R Desenho, Escultura d Il Joana Escada 11 “ Desenho, Escultura d p João Silva 12 Pintura M Isabel Saldanha 13 Fotografia P 22 18 03 05 L Jorge Franco 14 ri Desenho, Pintura c Fa Luiz Morgadinho 15 vo Desenho, Pintura lh e Mário Rainha Campos 16 to Fotografia fo m Miguel Portelinha 17 Pintura, Street Art M 08 06 01 20 Nuno Quaresma 18 S Pintura, Desenho N Paulo Castanheira 19 Fotografia N A Paulo Muiños 20 A Fotografia B (1 Sara Livramento 21 e Pintura IA 14 13 10 15 1 Sara Silva 22 ç Pintura, Desenho, Origami 2 e Saskia Ludescher 23 c Fotografia, Mixmédia d P Simão Carneiro 24 - Pintura, Desenho n - Simona Scotti 25 E Fotografia, Multimédi Sérgio Dantas 26 Fotografia, Multimédia ahttp://frutaecompanhia.blogspot.pt/
  11. 11. www.litojesus.pt 09 dynamicus, qui sequitur mutationem consue- cial, 2005, Évora tendo completado o serviço como 2º marinhei- tudium lectorum. Mirum est notare quam lit- - Exposição Colectiva em Memória das vítimas ro em Outubro de 1986. tera got De 1986 a 1997 foi Expedidor de 1ª de jornais - e revistas trabalhando diretamente com o Cor- Inês Gomes reio da Manhã, Expresso e várias outras publi-nt cações, sendo chefe de equipa. empor cum soluta nobis eleifend option con- De 1997 a 1999 trabalhei em manutenção fa-de- gue nihil imperdiet doming id quod mazim zendo vários trabalhos entre os quais, conclu- ii placerat facer possim assum. Typi non habent indo uma obra no Atrium do Saldanha e per- claritatem insitam; est usus legentis in iis qui correndo o país todo na montagem de Super-e- facit eorum claritatem. Investigationes de- mercados Modelo e Continente.t- monstraverunt lectores legere me lius quod ii De 2000 a 2001 trabalhei em Publicidade na legunt saepius. Claritas est etiam processus Sumolis de Lisboa. dynamicus, qui sequitur mutationem consue- De 2001 a 2003 foi encarregado de Armazém tudium lectorum. Mirum est notare quam lit- de produtos de doçaria. tera got Hoje sou funcionário do Colégio Salesianos de - Lisboa. Joana Escada Por tudo isto acima referido sou uma pessoant simples, educada, e honesta. Gosto muito de fo- 31.07.1987, Artista Plástica, Designer Gráfica tografia sendo eu amador e pratico como hobbyde- e Fotógrafa à cerca de 3 anos. ii "mar, metade da minha alma é feita de Ultimamente tenho estado a fazer desenhos e a maresia...", Sophia de Mello Breyner Andresen pintar algumas coisas, sendo eu um leigo nae- Licenciada em Artes-Plásticas, ramo matéria tenho tido algum incentivo para conti-t- Escultura, pela Faculdade de Belas Artes da nuar. Universidade do Porto (2005/2011). Em 2008, ao abrigo do Programa de Intercâmbio, Luiz Morgadinho frequentei a Faculdade de Belas-Artes do Rio de Janeiro, Brasil, e terminei este ciclo Nasceu em Coimbra em 1964 - académico com um projeto final na Faculdade Pintor autodidacta de Belas-Artes de Atenas, Grécia (2010/2011). Distinções / Observaçõesnt Como amante da cultura visual, decidi Menções Honrosas; Festa das Colectividades, expandir e desenvolver mais e melhores Lisboa - 1996de- competências, tendo então ingressado no Feira Internacional - Torres Novas - 1997 Mestrado de Design e Cultura Visual do IADE Nisartes – Nisa – 2000 ii - Creative University, Lisboa (2011/2012). Homenageado na Artis - Seia – 2009 - Exposição Colectiva de Pintura - Évora Patri- Premio Município de Oliveira do Hospital – mónio Mundial, angariação de fundos a favor de diferentes instituições de solidariedade so- AUTORES Agiarte - 2010 - Menção Honrosa em Pintura, “Prémio de Pintura e Citado no livro; Escultura – Artur Bual, 3ª edição – 2007 “Arte 98”, http://pt.linkedin.com/in/nunoquaresma de Fernando Infante do Carmo. www.nunoquaresma.blogspot.pt “Entrevista com D.Peta”, de Mané do Café “Was Bach Brazilian? O Puto do Adufe ou O Inventor Paulo Castanheira do Baião”, de vários autores. Prémio Fnac/Teorema 2003 empor cum soluta nobis eleifend option congue ni- “Punk Rock & Cia”, hil imperdiet doming id quod mazim placerat facer em parceria com Mané do Café, PANGEIA, ISPA, Teo- possim assum. Typi non habent claritatem insitam; rema, de 2005 “Debout Sur LOeuf nº 1” est usus legentis in iis qui facit eorum claritatem. Revista Internacional de Surrealismo Investigationes demonstraverunt lectores legere me de Miguel de Carvalho & Rik Lina, 2010 lius quod ii legunt saepius. Claritas est etiam pro- Ilustração capa do livro, cessus dynamicus, qui sequitur mutationem consu- “Um Antropólogo nas Colectividades”, etudium lectorum. Mirum est notare quam littera de Luís Felipe Maçarico. Edição da Câmara Munici- got pal de Lisboa. Paulo Muiños Mário Rainha Campos 15.09.1971 Músico e Fotógrafo. Psicólogo, arte-educador e fotógrafo: MA Music Education pela Roehampton University de Licenciado em Psicologia pelo ISPA – Instituto Supe- Londres rior de Psicologia Aplicada de Lisboa na área de psi- Fundador da banda Cool Hipnoise, tocou 10 anos cologia educacional. Estudou fotografia no ar.co e na com os Ena Pá 2000 e actualmente é baixista e pro- Faculdade de belas artes de Salamanca. Esteve en- dutor da banda The Pulse. volvido em inúmeros projetos de arte-educação traba- Fotografou como amador com filme entre 1995 e lhando para várias instituições como museus, escolas 2000. e ONGs. Realizou várias reportagens e exposições fo- Dedicou-se à fotografia digital em Março de 2011, tográficas. Sempre aliou a sua formação como fotógra- tendo estudado autonomamente. fo a projetos de arte-educação, usando a fotografia co- mo ferramenta pedagógica Paulo Graça Miguel Portelinha Licenciou-se em Design Multimédia pela ESAD.CR e trabalha actualmente como designer gráfico, webde- Street Art signer e ilustrador freelancer. Nuno Quaresma Nuno Quaresma, 10.04.1975 Artista Plástico, Ilustrador, Designer e Empreendedor Artístico e Social. Bacharelato em Design pela Universidade do Algarve (1997); a frequentar Mestrado de especialização em ensino e Mestrado em Design e Cultura Visual pelo PROCURA-SE IADE- Creative University 1998- 2010 Coordenação Oficina de Pintura- Funda- ção afid Diferença 2010-2012 Designer- Província Portuguesa da Soci- edade Salesiana; Oficinas de S. José, Associação Edu- cativa- professor de desenho e pintura ensino secun- dário e extra-curricular Prémios: - Menção Honrosa em Pintura, “Prémio Professor Rey- naldo dos Santos - Arte Jovem – 1997” - Menção Honrosa em Pintura, “Prémio de Pintura e Escultura - D. Fernando II – 6ª edição - 2002” Comissária Curator http://akaarte.wix.com/online#!home/mainPage

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