História do ceará

46,918 views

Published on

Breve aula sobre historia do Ceara

Published in: Education
77 Comments
120 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total views
46,918
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
7,331
Actions
Shares
0
Downloads
2
Comments
77
Likes
120
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

História do ceará

  1. 1. HISTÓRIA DO CEARÁ
  2. 2. CEARÁ COLÔNIA – INÍCIO DA OCUPAÇÃO Até o século XVII estávamos abandonados: correntes marítimas e aéreas, os índios bravios e presença de estrangeiros, clima árido, não apresentava atrativos econômicos (metais preciosos ou especiarias). Objetivos do inicio da ocupação: proteger a região das invasões estrangeiras (franceses) e servir de ponto de apoio para a ocupação da região Norte.
  3. 3. AS TENTATIVAS OFICIAIS DE COLONIZAÇÃO
  4. 4. AS TENTATIVAS OFICIAIS DE COLONIZAÇÃO • 3ª Tentativa oficial, Martim Soares Moreno, 1611 a 1631: considerado pela historiografia tradicional como o grande fundador do Ceará. Fundou Forte São Sebastião, era hábil com o índio, procurou desenvolver a pecuária e a cana-de-açúcar.
  5. 5. A PRESENÇA HOLANDESA NO CEARÁ. 1- Conquistaram o Forte São Sebastião em 1637 → o forte foi destruído e os holandeses expulsos do Ceará pelos índios. 2 - Em 1649, liderados por Matias Beck, retornam e fundam o Forte Shoonenborch → que em 1654 é tomado pelos portugueses ATENÇAO: DE 1621 A 1656 O CEARÁ ERA SUBORDINADO AO MARANHÃO → PASSANDO DAÍ AO DOMINIO PERNAMBUCANO ATÉ 1799. 3- com isso, o Forte Shoonenborch passa a se chamar: Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção
  6. 6. INICIO DA OCUPAÇÃO CEARENSE foi com o gado, devido ao aumento do numero de rezes no litoral e a Carta regia de 1701. A fazenda era a unidade econômico- social dos sertões cearenses. Sua mão-de-obra era essencialmente livre e mestiça e o gado era vendido vivo nas feiras de Pernambuco principalmente.
  7. 7. HISTÓRIA DO CEARÁ ECONOMIA CEARENSE NA COLÔNIA
  8. 8. A PECUÁRIA: Ganhou força e ocupou os sertões cearense a partir do ultimo quartel do século XVII. Contribuíram para o povoamento dos sertões: a crise econômica lusa, o aumento do número de reses no litoral e a própria Carta régia de 1701. A ocupação dos sertões ocorreu com 2 correntes de povoamento: Sertão de fora, dominada por pernambucanos, vindos pelo litoral, e Sertão de Dentro, dominada por Baianos. Na ocupação verificou-se o extermínio de índio, embora este reagisse.
  9. 9. A PECUÁRIA:
  10. 10. A PECUÁRIA: O símbolo maior da pecuária foi o vaqueiro; pouco se utilizou o negro no criatório que, ao mesmo tempo, facilitava o uso do índio "manso". A fazenda era a unidade econômico-social dos sertões, dominados pelos coronéis. A vultosa quantidade pecuarista opunha-se a diminuta população da capitania; a solução para tal, de início, foi a venda do gado, vivo, nas feiras de Pernambuco, Bahia e Minas Gerais. Nesses caminhos, o gado chegava abatido e sem valor, o que motivou o inicio da comercialização do gado abatido.
  11. 11. AS CHARQUEADAS ( METADE DO SÉCULO XVIII) Para o desenvolvimento do charque contribuíram os ventos constantes, a baixa umidade relativa do ar, a existência do sal, o grande rebanho da capitania e a necessidade de poucos recursos para instalação das oficinas de charque. As charqueadas possibilitaram uma divisão do trabalho e uma interpenetração comercial entre o sertão e o litoral; o surgimento de um mercado interno; o desenvolvimento de núcleos urbanos e uma diversificação da produção local, com o couro, sobretudo.
  12. 12. AS CHARQUEADAS ( METADE DO SÉCULO XVIII) No final do século XVIII, devido às secas (1777-78 e 1790 a 1793), à concorrência gaúcha e ao desenvolvimento da cotonicultura, o charque entrou em decadência.
  13. 13. O ALGODÃO
  14. 14. O ALGODÃO Fortaleza tornou-se o maior centro coletor da produção algodoeira interiorana, fato que contribuiu para consolidá-Ia como principal núcleo urbano do Ceará na segunda metade do século XIX. O auge do algodão cearense aconteceu durante a guerra da secessão norte-americana (1861-64). Também desenvolveram-se no Ceará colonial as lavouras de subsistência, a exploração
  15. 15. “A ocupação da capitania do Ceará estava consolidada na década de 1750 e a violência contra os povos nativos possibilitou a transformação de territórios livres para esses povos em áreas para a pecuária.” Com base no texto do professor Francisco Pinheiro, marque a alternativa que indica corretamente as relações entre colonizadores e nativos no Ceará do éculo XVIII. A. Os colonos precisavam de pouca mão-de-obra para o gado e procuravam expulsar ou aldear os nativos. B. Os colonos escravizavam os nativos para os trabalhos nas grandes plantações de algodão e na pecuária. C. A expulsão dos nativos era necessária para abrir caminho para a ampla introdução de trabalhadores africanos. D. As guerras contra nativos era travadas para reuni-los
  16. 16. “Com o algodão se rompeu o exclusivo pastoril no Ceará. A base da economia passa a ser assentada na agricultura, com a pequena disponibilidade de capital atraído para o financiamento da referida lavoura de exportação.” O texto da professora Valdelice Girão se refere a economia cearense do período: a)Regencial b)Colonial c)Republicano d)do Estado Novo
  17. 17. Sobre as charqueadas marque o item correto: a)As charqueadas foram a primeira atividade econômica do Ceará. b)Toda a produção das charqueadas era exportada para o mercado europeu. c)o que motivou o início das charqueadas foi o fato de o gado vendido vivo à Pernambuco não estava mais rendendo lucros. d)Logo no inicio das charqueadas, a cidade de Fortaleza se destacou como principal centro exportador.
  18. 18. Sobre a cotonicultura cearense podemos destacar, EXCETO: a) O fato de a mão-de-obra ser essencialmente escrava: b) Teve como apogeu o momento em que os Estados Unidos da América estavam em guerra civil. c) Quando da queda das suas exportações a saída encontrada foi a instalação de fabricas têxteis para absorver a produção. d) O seu crescimento está intimamente ligado ao desenvolvimento urbano de Fortaleza.
  19. 19. HISTÓRIA DO CEARÁ Ceará subordinado a Pernambuco (1656 – 1799)
  20. 20. CEARÁ SUBORDINADO A PERNAMBUCO (1656 – 1799)
  21. 21. CEARÁ INDEPENDENTE DE PERNAMBUCO Os governadores cearenses mais destacados do período foram: Barba Alado (1808- 12, que governo o Ceará no momento da Abertura dos Portos) e Governador Sampaio (1812-20, que enfrentou a Insurreição Pernambucana de 1817 no Ceará)
  22. 22. HISTÓRIA DO CEARÁ Ceará do processo de independência ao período regencial
  23. 23. PROCESSO DE INDEPENDÊNCIA  o poder local foi entregue a uma junta governativa chefiada por Porbém Barbosa (ligado a Portugal e contra as pretensões emancipacionistas brasileiras).  Com a convocação a constituinte brasileira, essa primeira junta governativa demorou para escolher os representantes cearenses → eclodiu no Crato um movimento para depor o governo de Porbém Barbosa → Os rebeldes derrotaram-no e elegeram uma outra junta governativa, favorável a independência, sob as ordens de Pereira Filgueiras → Formaram-se, pois, dois governos na província; mas Porbém Barbosa acabou renunciando, passando o poder para Filgueiras em Janeiro de 1823 → Pouco tempo depois, elegeu-se uma terceira junta governativa, entregue ao Padre Francisco Pinheiro Landim (Foi na administração deste que se elevou a capital cearense à condição de cidade em 11-03-1823, com nome de Fortaleza de Nova Bragança)
  24. 24. A REBELIÃO DE FIDIÉ:
  25. 25. CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR DE 1824: o Ceará aderiu devido a influencia de Pernambuco e aos interesses dos liberais locais (contra a centralização do poder). Em 1824 os liberais (liderados por Pereira Filgueiras e Tristão Gonçalves) depuseram o governador absolutista Costa Barros → nomearam Tristão Gonçalves presidente da província e a anexação do Ceará a Confederação → o Ceará foi a última província a se render. A comissão militar ou “comissão de sangue” condenou grande parte dos revoltosos a morte (com exceção de Jose Martiniano de Alencar)
  26. 26. PERÍODO REGENCIAL – PARTIDOS:
  27. 27. SEDIÇÃO DE PINTO MADEIRA: Os liberais cearenses receberam com alegria a abdicação de D. Pedro I e passaram a perseguir os partidários deste. O mais visado foi o coronel de milícias Pinto Madeira, de Jardim.
  28. 28. SEDIÇÃO DE PINTO MADEIRA: A Sedição de Pinto Madeira foi uma guerra ocorrida nos anos de 1831 e 1832, na qual se confrontaram coronéis do Crato, de tendência liberal, e de Jardim, absolutista, buscando o domínio político do Cariri e o retorno ao trono de D. Pedro I. Em outubro de 1832, Pinto Madeira rendeu-se. Após vários adiamentos, foi julgado e culpado, sendo condenado a pena de morte.
  29. 29. HISTÓRIA DO CEARÁ Ceará do segundo reinado à proclamação da República
  30. 30. POLÍTICA DO CEARÁ NO SEGUNDO REINADO: ao longo do segundo reinado, permaneceu o Ceará dominado pelas oligarquias rurais, organizadas nos partidos liberal e conservador. O partido liberal foi chefiado pelo Senador Alencar até 1860, e deste ano a 1877 pelo Senador Pompeu. Depois, dividiu-se em duas alas, liberais pompeus (Sob o comando de Nogueira Accioly) e liberais paulas (liderados por Vicente de Paula Rodrigues e, em seguida, por Antônio Rodrigues Júnior). Os conservadores eram a princípio liderados pela facção "boticário-carcará" (de Antônio Rodrigues Júnior e Miguel Fernandes Vieira), mais em 1862 dividiram-se em duas alas: conservadores graúdos (sob o comando de Domingo Nogueira Jaguaribe e Joaquim da Cunha Freire) e conservadores miúdos (liderados por Gonçalo Batista Vieira).
  31. 31. POLÍTICA DO CEARÁ NO SEGUNDO REINADO: Praticamente não houve conciliação no Ceará. Imperava o uso da máquina Pública nas eleições e na política partidária. Os partidos sem ideologia, não passam de instrumentos para elite manter-se no poder. Nesse período, foi o Ceará governado por 44 presidentes.
  32. 32. CEARÁ NA GUERRA DO PARAGUAI: Destaques cearenses na Guerra do Paraguai: Antonio Tibucio Cavalcanti, Clarindo de Queiroz, General Sampaio e Jovita Feitosa (mulher que se disfarçou para ir a Guerra). a população mais pobre que era recrutada a força (tendo que fugir para as serras de onde eram caçados). a classe media participava de sorteios “premiados” (só se livrava se subornasse o encarregado do serviço militar ou tivessem um “padrinho” forte”; As elites se alistavam voluntariamente (indo compor a alta oficialidade, sem lutar no front de batalha),
  33. 33. CEARÁ “TERRA DA LUZ”: O Ceará foi pioneiro na abolição da escravatura negra. Há evidências de negros no inicio da colonização. Existia para o Ceará um pequeno tráfico negreiro, indireto, vindo sobretudo de Recife e São Luiz. Os africanos do Ceará eram originários principalmente do Congo e Angola.
  34. 34. CEARÁ “TERRA DA LUZ”:
  35. 35. CEARÁ “TERRA DA LUZ”: Os cativos sempre lutaram contra a escravidão No campo jurídico, a 25 de março de 1884, promulgou-se Lei inviabilizando a escravidão no Ceará, embora existam registros de cativos em datas posteriores.
  36. 36. ECONOMIA DO CEARÁ NO SEGUNDO REINADO: café (nas serras). borracha de maniçoba, cera de carnaúba, as primeiras fábricas do estado (ligadas ao beneficiamento do algodão e ao setor têxtil, cigarros, calçados, sabão, chapéus, etc.), Algodão,
  37. 37. A HEGEMONIA POLÍTICO-ECONÔMICA DE FORTALEZA, iniciada por volta das décadas de 1820-1830, firmou-se na segunda metade do século XIX, em conseqüência: 2- da centralização política imposta pela Monarquia brasileira, em particular do segundo reinado (1840-1889), quando as diretrizes administrativas do Império concorreram para concentrar nas capitais das províncias todo o poder decisório; 3-da própria condição de capital de Fortaleza, o que transformava em ponto destacado na recepção de obras e recursos públicos;
  38. 38. A HEGEMONIA POLÍTICO-ECONÔMICA DE FORTALEZA, 5- da intensa migração rural-urbana; Fortaleza torna-se núcleo de atração preferido pelo excedente populacional dos campos, bem como pelas vítimas das secas. 4- da construção e melhoria de estradas e ferrovias (como a Estrada de Ferro Fortaleza- Baturité – instalada em 1873), que ligavam o interior à Capital, tornando Fortaleza o grande centro coletor e exportador da produção sertaneja.
  39. 39. MODERNIZAÇÃO DE FORTALEZA NO SÉCULO XIX: bondes de tração animal, calçamentos, linhas de vapor (para a Europa e RJ), canalização da água, iluminação a gás carbônico (em substituição à de óleo de peixe), telegrafo, telefonia (1883), novo porto,
  40. 40. MODERNIZAÇÃO DE FORTALEZA NO SÉCULO XIX:
  41. 41. MODERNIZAÇÃO DE FORTALEZA NO SÉCULO XIX:
  42. 42. Sobre as causas do crescimento econômico e urbano de fortaleza, marque o item INCORRETO: A. O fato de a Capital ocupar lugar de destaque na exportação da carne seca. B. O fato de Fortaleza aparecer como centro atrativo da migração cearense. C. O capital acumulado com a exportação do algodão e do café. D. A política centralizadora do Segundo Império.
  43. 43. . Sobre a escravidão no Ceará, marque o item correto: a)A província pouco adotou a mão-de-obra escrava por que utilizava amplamente a mão-de- obra indígena. b)A mão-de-obra escrava foi pouco utilizada na economia cearense devido às condições naturais da região, o que fazia com que o escravo fosse pouco aproveitado na economia local. c)A atividade que mais usou o trabalho escravo no Ceará foi a pecuária. d)A mão-de-obra escrava não foi utilizada na economia cearense.
  44. 44. “Ceará; Terra da Luz”. Essa denominação foi conferida ao Ceará por ter sido a primeira província brasileira a libertar seus escravos. Sobre os principais motivos da libertação antecipada dos escravos no Ceará, marque o item INCORRETO: a) A pouca utilização da mão-de-obra escrava na economia local da província. b)Às campanhas abolicionistas no Ceará eram muito intensas. c) À participação do próprio estado que comprava escravos para alforriá-los. d)Ao fato de uma Carta Régia do Império impedir a utilização de escravos nas regiões que não fossem produtoras de café.
  45. 45. Era comum, no final do Império, a formação de clubes republicanos no Brasil. Sobre os clubes republicanos e sua existência no Ceará, marque a alternativa correta: a)Os grupos que estavam no poder foram os grandes fundadores desses clubes republicanos no Ceará. b)O primeiro clube republicano, a ser fundado no Ceará, foi o de Fortaleza. c)Não houve clubes republicanos no Ceará. d)Uma das últimas cidades a forma o seu clube republicano foi fortaleza.
  46. 46. Durante a Belle Époque cearense, a elite da capital buscou “civilizar” e “modernizar” a Capital cearense. Na maioria das vezes esse processo se deu de forma repressiva. Sobre a Belle Époque cearense, marque o item correto: a)A sociedade funcionou harmoniosamente, pois as camadas populares aceitaram pacificamente esse processo. b)Esse processo civilizatório contou com um amplo apoio de toda população fortalezense. c)O dinheiro proveniente do algodão gerou o crescimento e o aformoseamento da nossa Capital. d)As elites criaram aparatos urbanos pensando em uma melhor integração entre toda a população.
  47. 47. HISTÓRIA DO CEARÁ Ceará na República Velha
  48. 48. A OLIGARQUIA DE ACCIOLY: dominou monoliticamente o Ceará entre 1896 e 1912. Para tal, foi básico: a adesão à política dos governadores, o apoio dos coronéis, a aliança com grupos econômicos, o nepotismo e a repressão aos oposicionistas. No primeiro mandato de .Accioly (1896-1900), destacaram-se a corrupção em larga escala e o "caso da vacina" envolvendo Rodolfo Teófilo. O governo de Pedra Borges (1900-1904) foi uma continuidade da oligarquia Acciolina. Nessa etapa se destacaram a construção de academia livre de direito do Ceará, a greve dos catraeiros de Fortaleza e a impunidade dos crimes sertanejos. Accioly foi reeleito para dois mandatos em 1904 e 1908 respectivamente. Isso intensificou as ações das oposições, formadas por oligarquias dissidentes, por burgueses, pela classe média, por populares e até por coronéis,
  49. 49. A OLIGARQUIA DE ACCIOLY: Nas eleições estaduais de 1912, as oposições lançaram, dentro da política das salvações, a candidatura de Franco Rabelo para o governo, enquanto Accioly.apontava como seu candidato Domingos Carneiro Vasconcelos. A campanha sucessória de 1912 foi bastante agitada tendo como auge a repressão acciolina à passeata das crianças. Em conseqüência, as oposições, armadas, depuseram Accioly do poder. A revolta popular de 1912 e a eleição de Franco Rabelo para o governo encerram a oligarquia acciolina. Rabelo, todavia, seria deposto em 1914 na Sedição de Juazeiro (golpe arquitetado por Padre Cícero e Floro Bartolomeu par derrubar Franco Rabelo).
  50. 50. PADRE CÍCERO: Praticante do catolicismo popular nordestino entrou em atrito com a política de romanização promovida pela alta cúpula eclesiástica. Chegou a Juazeiro no ano de 1872 Em 1889, Cícero tornou-se celebridade com a ocorrência do "milagre" de Juazeiro. A Igreja nega a veracidade deste. A questão religiosa do Juazeiro foi na verdade o retrato da luta entre a romanização e o catolicismo popular. Cícero acabou afastado da Igreja.
  51. 51. PADRE CÍCERO: Ao contrário de Antônio Conselheiro de Canudos, padre Cícero aliou-se aos políticos do Cariri e até à oligarquia Acciolina tornando-se um poderoso coronel de batinas e fazendo prosperar Juazeiro. Muito contribuiu para a atuação política de padre Cícero o médico Floro Bartolomeu da Costa, um dos principais articuladores do pacto dos coronéis e da Sedição de Juazeiro. A morte de Floro Bartolomeu e a "Revolução" de 30 marcaram a decadência de Cícero. Nos últimos anos de vida, tentou, inutilmente, recuperar os plenos poderes do sacerdócio. Faleceu em 1934.
  52. 52. CEARÁ DE 1914 A 1930: Os governadores foram: interventoria de Setembrino de Carvalho(1914), Benjamin Liberato Barroso (1914-16), Engenheiro João Tomé (1916-20), Justiniano de Serpa (1920-13; enfermo renunciou), Ildefonso Albano (1923- 24), Desembargador Moreira (1924-28; enfermo renunciou), Eduardo Girão (1928) e Carlos de Matos Peixoto (1928-30) Os governadores eram indicados pelo presidente da República. Os principais partidos em os Republicano Democrata (ou Rabelistas ) e Republicano Conservador (das tradicionais oligarquias agrerias). não houve domínio de nenhum grupo oligárquico.
  53. 53. MOVIMENTO OPERÁRIO CEARENSE NA REPÚBLICA VELHA fatores que dificultaram a organização do movimento operário: inexperiência do operariado local, bem como seu pequeno numero, o grande exercito de reserva, o fato de muitos trabalharem por conta própria, a repressão das elites as lideranças conservadoras da maçonaria e da Igreja (Círculos Operários Católicos, baseados na Encíclica Rerum Novarum).
  54. 54. MOVIMENTO OPERÁRIO CEARENSE NA REPÚBLICA VELHA A difusão ideologias de esquerda a partir do BOC (Bloco Operário Camponês, para driblar a lei celerada de que colocava o PCB na ilegalidade (principalmente a partir de 1927) leva a maçonaria e a Igreja a se unirem e criarem a Federação Operária Cearense em 1925 (embrião da Futura LCT).
  55. 55. Sobre a Oligarquia Aciolina marque alternativa INCORRETA: a)Accioly cumpriu ao todo, pessoalmente, três mandatos de governador do Ceará. b)Embora tivesse sido eleito como oposicionista de Accioly, Pedro Borges logo se integrou a Oligarquia Aciolina. c)O fim da Oligarquia Aciolina foi marcado por uma revolta popular contra a pessoa de Accioly. d)Embora se mantivesse tanto tempo no poder, Accioly nunca consegui a maioria da Assembleia Legislativa do Ceará.
  56. 56. As eleições no Brasil durante a República Velha eram marcadas por corrupção, e sempre o partido do governo sagrava-se vitorioso. Mesmo assim, as oposições eram atuantes. Sobre os grupos de oposição à República Velha, assinale o item INCORRETO: a) O líder político mais destacado de oposição à República Velha no Ceará foi Fernandes Távora. b)Fernandes Távora fundou os partidos: Republicano Cearense e o Democrático Cearense. c) Não havia nenhum grupo de oposição à República Velha no Ceará, pois todos os grupos oligárquicos estavam coligados. d)Havia várias oligarquias dissidentes que estavam insatisfeitas com a República Velha, pois estavam fora do poder no Ceará.
  57. 57. Sobre Padre Cícero, marque a alternativa INCORRETA: a)O “milagre” constituiu-se no fato de a hóstia consagrada virar sangue na boca da Beata Maria do Araújo. b)A atuação religiosa não impede Padre Cícero de trabalhar politicamente ao lado de Accioly, chegando a ser Vice-Presidente do Ceará. c)A Sedição de Juazeiro, fato ocorrido em 1914, foi liderada pelo grupo político ligado diretamente a Padre Cícero. d) Após o reconhecimento do milagre pela Igreja Católica, o sacerdote limitou-se à vida religiosa.
  58. 58. “De 1908 até o ano de sua morte, em 1926, Floro (Bartolomeu) assume a condição de grande aliado de Padre Cícero. Com o apoio do Sacerdote, Floro é eleito deputado estadual e posteriormente federal. Além disso, assume o papel de principal comandante da ‘Sedição de Juazeiro’, que derruba o governo de Franco Rabelo em 1914.” (REGIS, Lopes. Padre Cícero, Fortaleza: Edições Demócrito Rocha,2000. p.50) Assinale a opção que indica corretamente a atuação de Padre Cícero na política cearense: a) Floro Bartolomeu apenas aproveitava-se da popularidade de Padre Cícero para eleger-se, já que o Sacerdote não aceitava participar da vida política. b) Padre Cícero era opositor ativo a Nogueira Accioly. c) Como prefeito de Juazeiro e Vice-Presidente do Estado, Padre Cícero abandona a vida religiosa e dedica-se somente a política. d) A atuação religiosa não impede Padre Cícero de trabalhar politicamente ao lado de Accioly, chegando a ser Vice- Presidente do Ceará.
  59. 59. A Sedição de Juazeiro, fato ocorrido em 1914, está ligada a vários fatores. Sobre estes NÃO podemos citar: a)As disputas entre os setores oligárquicos, na luta pelo controle administrativo do Estado. b)A tentativa de Padre Cícero de transformar Juazeiro em uma “Nova Canudos”. c)Ao fato de Franco Rabelo ser oposicionista de Padre Cícero e Accioly. d)A forma como Padre Cícero e as oligarquias tradicionais usaram os romeiros para atingir seus objetivos políticos.
  60. 60. HISTÓRIA DO CEARÁ Ceará na Era Vargas e ceará Na República Populista
  61. 61. CEARÁ NA ERA VARGAS: com a era Vargas (1930-1945) extinguiram-se o cangaço e os movimentos messiânicos nordestinos. Para isso, contribuiu o aumento da repressão, a migração de nordestinos para as indústrias do centro-sul e a maior integração dos sertões nordestinos com o resto do país. Os Estados passaram a ser governados por interventores.
  62. 62. CEARÁ NA ERA VARGAS: O segundo interventor cearense foi Roberto Carneiro de Mendonça (1931-1934, um "neutro" e "estrangeiro", que procurou conciliar os "revolucionários" de 1930 com as antigas oligarquias). No Período da interventoria Carneiro de Mendonça, reorganizaram os partidos locais. Os "revolucionários" de 1930 fundaram o partido social democrático (PSD), enquanto as tradicionais oligarquias se reuniam na Liga Eleitoral Católica (LEC, ligada a Igreja e até aos notórios fascistas, conseguiu enorme penetração no Ceará)
  63. 63. CEARÁ NA ERA VARGAS: O terceiro interventor foi Felipe Moreira Lima (1934-1935, que realizou uma gestão agitada. Aliado ao PSD, não conseguiu evitar que a LEC vencesse as eleições legislativas de 1934 e indicasse, indiretamente, em 1935, o novo governador do Estado), Menezes Pimentel - as antigas oligarquias voltavam ao poder. Menezes Pimentel administrou o Ceará por 10 anos (entre 1935 e 1937, como governador legal, e entre 1937 e 1945, como in inventor o Esta o Novo). Foi um período muitas violências.
  64. 64. A LEGIÃO CEARENSE DO TRABALHO (LCT) foi uma organização operária conservadora, paternalista, autoritária,, anti- comunista corporativistae antiliberal (essencialmente fascista), existente no Ceará entre 1931 e 1937, fundada por Severino Sombra. O seu sucesso é devido ao baixo grau de organização e de consciência do trabalhador, a neutralidade do interventor cearense Carneiro de Mendonça e o apoio da Igreja. O Pensamento da LCT e de Sombra estava no livro O Ideal Legionário. Visava criar um Estado centralizado, intervencionista, harmonioso e corporativista, "protegendo” os trabalhadores.
  65. 65. A LEGIÃO CEARENSE DO TRABALHO (LCT) Também se destacaram na entidade os nomes do padre Hélder Câmara, Jeová Mota e Ubirajara Índio do Ceará. Depois a LCT acabou se filiando à AIB de Plínio Salgado.
  66. 66. A LEGIÃO CEARENSE DO TRABALHO (LCT) Em 1933, Sombra retomou do exílio e, não conseguindo obter a chefia da AIB, abandonou a LCT e fundou no Ceará uma entidade semelhante, a Campanha Legionária. Contudo, não obteve sucesso devido ao apoio agora prestado pela Igreja aos integralistas, o surgimento de entidades operárias de esquerda, as disputas com a própria LCT e a Lei de Sindicalização de Vargas. A LCT, a Campanha Legionária e a AIB foram fechadas com a implantação do Estado Novo.
  67. 67. CALDEIRÃO foi uma comunidade messiânica, coletiva e igualitária, surgida no Cariri cearense sob a liderança do beato José Lourenço e destruída em 1937 pelo governo Menezes Pimentel com o apoio da Igreja e dos latifundiários. José Lourenço, paraibano, negro, analfabeto, chegou a Juazeiro do Norte em 1890, sendo aconselhado pelo padre Cícero a estabelecer-se na região e a trabalhar com algumas famílias de romeiros. Assim arrendou um lote de terra no sítio Baixa Danta. Nos anos de 1920 envolveu-se na questão do "boi santo" e foi obrigado a deixar o sítio Baixa Danta. Provavelmente no ano de 1926, padre Cícero acomodou Lourenço e seguidores no sítio Caldeirão de sua propriedade. No Caldeirão criou-se uma comunidade semelhante à de Canudos, baseada na religião.
  68. 68. CALDEIRÃO Como o sítio, após a morte do padre Cícero, ficou em herança para os padres salesianos, as classes dominantes passaram a difamar a comunidade de Lourenço. Em setembro de 1936 os moradores foram expulsos dali pela polícia. O progresso do Caldeirão assustou a elite.
  69. 69. CALDEIRÃO Partes dos sertanejos, liderados por Severino Tavares, queriam vingança e fazendo uma emboscad a, mataram alguns policiais. Enviou-se, então, grande contingente policial para a serra do Araripe, massacrando os campone- ses em novembro de 1937; mais de mil pereceram. Severino Tavares escapou, sendo morto na Bahia em 1938. "Zé Lourenço" faleceria em 1946,no estado de Pernambuc o
  70. 70. ENTRE 1945 E 1964 foi o Ceará administrado por interventores (1945-47)’, A campanha sucessória de 1947 foi tumultuada, com choques entre os comunistas (agora proprietários do jornal O Democrata) e a Igreja sob o comando de dom Antônio de Almeida Lustosa. Assim, enquanto o candidato do PSD, Onofre Muniz combatia os comunistas, o candidato da UDN vencia. Faustino Albuquerque governou de 1947 a 1951. Seu quadriênio foi marcado por perseguições aos adversários e crises, como quando do rompimento com o PSP de Olavo Oliveira, da eleição de Menezes Pimentel para a vice-governadoria, das acusações de corrupção na secretaria da educação e do caso da "chiquita bacana".
  71. 71. ENTRE 1945 E 1964 Para as eleições de 1950, articulou-se um consenso entre as oligarquias com o Movimento de União pelo Ceará (MUC= UDN +PSD), sem sucesso. Raul Barbosa governou entre 1951 e 1954. Realizou uma tímida administração.
  72. 72. ENTRE 1945 E 1964 Em 1954 o udenista Paulo Sarasate • foi eleito governador do Estado. Entre 1955 e 1958 governou Paulo Sarasate, com grandes atritos entre a situação e os oposicionistas. Parsifal Barroso (1959-63) • rompendo com o PTB de Carlos Jereissati, criou a secretaria de agricultura, Indústria e Comércio, fundou o Partido Trabalhista Nacional (PTN) e apoiou a União Pelo Ceará, coligação envolvendo UDN e PSD em torno da candidatura governamental de Virgílio Távora. Virgilio Távora • Este foi o vitorioso nas eleições de 1962-64, pela primeira e única vez na república populista um governador cearense elegia seu sucessor.
  73. 73. Sobre a Legião Cearense do Trabalho (LCT), marque o item INCORRETO: a)Era uma organização de cunho paternalista e autoritária. b)Estava ligada aos setores da Igreja Católica e defendia ideais fascistas. c)O baixo grau de consciência e organização da classe operaria cearense foi um dos fatores de seu grande desenvolvimento. d)Contou com o apoio dos partidos de esquerda.
  74. 74. Sobre o movimento chamado Caldeirão, podemos afirmar que: a)Embora ocorrido no Cariri cearense, Padre Cícero não teve nenhum contato com esse movimento. b)A primeira experiência dos membros do Caldeirão foi no sitio Baixa Dantas, de onde foram expulsos e redirecionados por Padre Cícero para a localidade de Caldeirão. c)A comunidade sofria do comando despótico de seu líder o Beato Jose Lourenço. d)Nenhuma das anteriores.
  75. 75. Quanto à destruição do movimento Caldeirão, assinale a sentença INCORRETA: a)Os coronéis locais se opuseram ao movimento por que eles temiam perder sua mão-de-obra barata, que estava sendo atraída para o movimento. b)A Igreja, assim como a Padre Cícero, se opôs ao movimento pelo seu caráter de catolicismo popular. c)O estado se opôs ao Caldeirão por que as comunidades vizinhas eram constantemente assaltadas pelos bandos famintos do Beato Jose Lourenço. d)Como pretexto para destruir o Caldeirão, o Estado os acusou de serem comunistas
  76. 76. "A chamada Revolução de 1832, liderada por Joaquim Pinto Madeira, Coronel de Milícias que ocupava o posto de Comandante de Armas do Cariri cearense, melhor seria caracterizada como revolta, pois não traria mudanças profundas ou substâncias na região em se produziu." (Fonte: MONTENEGRO, João A. de Sousa. A revolução de 1832 Apud: SOUZA, Simone de (Coord.). História do Ceará. Fortaleza: UFC/Fundação Demócrito Rocha/Stylos Comunicações 1989, p. 149). Sobre o movimento acima citado, podemos afirmar que: a) Foi um movimento que eclodiu após a independência do Brasil. b)Este fato foi a animosidade entre O Ceará (Cariri) contra Pernambuco. c) Foi uma guerra civil travada entre Crato e Jardim. d)Nenhuma das anteriores.
  77. 77. HISTÓRIA DO CEARÁ Ditadura Militar (1964-85)
  78. 78. O GOLPE O golpe militar de 1964 permite dividir o primeiro governo de Virgílio Távora em duas fases; a primeira é marcada por contradições pois embora critique as reformas propostas pelo presidente João Goulart, VT conta com verbas deste para implementar o PLAMEG, de caráter industrial. Na segunda fase, Távora presta total apoio à ditadura militar.
  79. 79. “SE AJEITANDO” No início da década de 1960, os setores populares e progressistas também agitavam-se no Ceará. Com o golpe, sofreram implacável repressão. Após o AI-2, o MDB cearense reuniu políticos do PSD e do PTB, enquanto na ARENA ficaram ex-membros do PSD, PSP, UDN e até do PTB.
  80. 80. PLÁCIDO ADERALDO CASTELO Entre 1966 e 1971, governou Plácido Aderaldo Castelo, graças à influência de Paulo Sarasate. Com a morte de Paulo Sarasate em 1968, a ARENA local dividiu-se em facções lideradas pelos Coronéis Virgílio Távora, Adauto Bezerra e César CaIs.
  81. 81. CÉSAR CAIS governou entre 1971 e 1975. Não agradou muito aos outros coronéis. Procurou formar e privilegiar seu próprio grupo político. Sofreu grande derrota ao não eleger José Edilson Távora ao Senado em 1974 - O eleito foi Mamo Benevides, do MDB.
  82. 82. ADAUTO BEZERRA Adauto Bezerra administrou o estado de 1975 a 1978; voltou-se para o interior, com a Secretaria para Assuntos Municipais. Em 1978, devido a acusações do envolvimento de sua família num assassinato, renunciou ao governo em favor do vice, Waldemar Alcântara .
  83. 83. VIRGÍLIO TÁVORA – DE NOVO Esse período marca a rearticulação dos movimentos populares cearenses, em meio a grave seca. Mais uma vez voltou-se para a industrialização do Estado. Entre 1979 e 1982, governou o Ceará pela segunda vez Virgílio Távora.
  84. 84. ACORDO DE BRASÍLIA Em 1982, VT, Adauto e César, ante as divergências para indicar o novo governador do Estado, assinam o "acordo de Brasília", dividindo a máquina administrativa entre si e colocando alguém "neutro" no poder, Gonzaga Mota.
  85. 85. GONZAGA MOTA Ao longo de seu mandato, Mota rompeu com os coronéis ganhou notoriedade nacional ao apoiar a candidatura presidencial oposicionista de Tancredo Neves. Depois, ingressou no PMDB
  86. 86. HISTÓRIA DO CEARÁ Nova República
  87. 87. GERAÇÃO CAMBEBA Em 1978, após anos de inércia, um grupo de "jovens empresários" assumiu o controle do Centro Industrial do Ceará (CIC) com pretensões de conquistar o poder instrucional. Seu principal líder era Tasso Jereissati. Os "jovens empresários" criticavam a ditadura, os atos de clientelismo e corrupção dos governos estaduais e defendiam a implementação de um projeto liberal, para "humanizar" o capitalismo.
  88. 88. TASSO JEREISSATI 1986-90 elaborado levaram Jereissati à vitória, derrotando o candidato das oligarquias tradi- cionais, Adauto Bezerra. O discurso "mundancista", a decadência dos currais eleitorais, o desgaste e a divisão das esquerdas locais o apoio prestado pela burguesia urbana, o sucesso do plano cruzado o "marketing político" elaborado
  89. 89. TASSO JEREISSATI
  90. 90. TASSO JEREISSATI Tasso assumindo a administração do Ceará em grave crise econômica, política e social, controlando o Estado do Cambeba,
  91. 91. CIRO GOMES
  92. 92. CONCLUSÃO – ERA CAMBEBA
  93. 93. O "Governo dos Coronéis", que dominou a política cearense na década de 1970 e nos primeiros anos da década de 1980, caracteriza-se: a)Por ser uma administração entregue a governantes de formação militar, afirmando a força do governo central, marcada pela tecnocracia. b)Pelo controle da política local; por um segmento empresarial ligado à indústria e ao capital financeiro.. c)Pelas práticas populares que marcaram a administração dos coronéis que estiveram no poder durante o regime militar d)Pela expansão do clientelismo, mas com a introdução de uma nova forma de fazer política, estimulando o pluripartidarismo.
  94. 94. “... nasce em Mecejana (CE), em 29/01/1900. Dedica-se à carreira militar e, na chefia do Estado-Maior do Exército em 21/03/64, envia circular aos comandos, acusando o governo de Goulart de pretender implantar no país um regime de esquerda. Deposto Goulart e editado Ato Institucional nº I, ( ... ) é eleito presidente ... " O texto identifica a)Emílio Garrastazu Médici b)João Batista de Oliveira Figueiredo c)Humberto de Alencar Castello Branco d)Arthur da Costa e Silva
  95. 95. O período da Ditadura Militar no Ceará foi marcado pelo domínio hegemônico dos chamados “três coronéis”, que eram, EXCETO: a)Virgilio Távora b)Adauto Bezerra c)Beni Veras d)César Cals
  96. 96. Leia as afirmativas a seguir e responda: I. Tasso Jereissati iniciou sua vida pública sobre o comando do Centro Industrial do Ceará (CIC). II. O CIC não tinha, em seus planos, a busca pelo controle político do Estado. III.Uma das principais características dos empresários ligados a era que defendiam uma administração pública mais “profissionalizada”. IV.O principal ponto negativo da “Geração Cambeba” foi a expansão da industrialização no Ceará. V. O crescimento industrial do estado veio acompanhado pelo crescimento e melhoramento dos índices sociais do Estado. Então podemos afirmar que: a) I, II e V estão corretas. b) I, II e V estão incorretas. c) I, III e IV estão corretas d) Todas são incorretas.

×