Gt4 apresentacao final

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  • APRESENTAÇÃO: ADALBERTO
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  • APRESENTAÇÃO: ADALBERTO
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  • APRESENTAÇÃO: JÚLIO
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  • APRESENTAÇÃO: ADALBERTO
  • “ APRESENTAÇÃO: ADALBERTO
  • APRESENTAÇÃO: NATÁLIA
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  • APRESENTAÇÃO: NATÁLIA
  • APRESENTAÇÃO: NATÁLIA
  • APRESENTAÇÃO: NATÁLIA
  • APRESENTAÇÃO: NATÁLIA
  • APRESENTAÇÃO: NATÁLIA
  • APRESENTAÇÃO: NATÁLIA
  • APRESENTAÇÃO: NATÁLIA
  • APRESENTAÇÃO: NATÁLIA
  • APRESENTAÇÃO: NATÁLIA • Ativismo estatal: o ativismo estatal é uma postura moderna da gestão pública baseada no reconhecimento do papel indutor do Estado, na busca pela antecipação a problemas e na pró-atividade na formulação de soluções. No caso da Economia Verde, como no da temática ambiental de maneira mais ampla, esse papel indutor e pró-ativo é decisivo, tanto na conformação de plataformas de tomada de decisão sobre as preferências do Estado para o desenvolvimento sustentável quanto na condução de processos de planejamento e no estímulo a práticas e atividades consideradas desejáveis, entre muitas outras possibilidades de ação. • Articulação intersecretarial: cada secretaria de estado conta com um corpo executivo com conhecimento específico sobre sua área de atuação, de modo que a expertise sobre a governança de temas da agenda da Economia Verde, como finanças públicas, agricultura, transportes, energia, indústria, saneamento ambiental, turismo, preservação e recuperação de capital natural, planejamento e recursos hídricos, entre outros, se encontra espalhada pela estrutura do Poder Executivo. Reunir as diferentes áreas em plataformas de trabalho conjunto não apenas é um modo de garantir a inclusão do melhor conhecimento disponível nos processos ligados à implementação da Economia Verde, mas também é uma forma de conferir legitimidade e eficácia às políticas desenvolvidas. • Articulação entre poderes: conforme o funcionamento da democracia brasileira, a articulação entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário é condição sine qua non para o desenvolvimento e implementação de quaisquer políticas públicas, não sendo diferente o caso das políticas de Economia Verde. • Articulação entre entes federativos: a divisão de poderes do pacto federativo brasileiro destaca responsabilidade compartilhada quanto às políticas de Economia Verde pelos entes federal, estaduais e municipais. Esse atributo da geografia política brasileira impõe diversos tipos de desafio de gestão, criação e implementação de políticas, muitos dos quais conhecidos do sistema de governança ambiental, outros particulares aos requisitos multissetoriais do novo paradigma. Essa articulação, realizada em modelos apropriados a cada tipo de tema ou questão, é imprescindível para que as competências possam atuar de forma coerente e garantir os resultados almejados. • Articulação com setores privados e sociedade civil organizada: como no caso da articulação intersecretarial, o envolvimento do setor privado é absolutamente fundamental para o cumprimento dos objetivos de uma política de Economia Verde, pois contempla atores efetivamente engajados na produção, dotados de expertise em suas respectivas áreas de atuação, e atores sociais que detêm proximidade em relação aos problemas e flexibilidade nas formas de atuação. • Institucionalização da Economia Verde: considerando o atual arcabouço institucional paulista, observa-se que muitos dos temas e setores da Economia Verde demandam evoluções do ponto de vista institucional, visando a aproximação de atores e a formação de ambientes de tomada de decisão com base em visões sistêmicas e profundidade técnica em todas as áreas. A formação de conselhos e grupos técnicos, bem como a internalização do tema da Economia Verde em estruturas já existentes no sistema estadual de governança ambiental, como comitês de bacia e agências ambientais, são medidas chave para a difusão do conceito e o atingimento de seus objetivos. • Estudo e planejamento: muitos dos principais problemas que levam à criação e fortalecimento do paradigma da sustentabilidade em geral são resultantes da falta de planejamento sistêmico, seja ele setorial, regional ou mesmo em escala estadual. Além disso, a definição e tomada de decisão sobre políticas públicas de Economia Verde não podem prescindir de sólidos conhecimentos técnicos. Os ferramentais do planejamento e do planejamento ambiental, conforme institucionalizados no Estado, incluindo cenários, diagnósticos, zoneamentos, avaliações estratégicas e estudos de temática transversal, entre outros instrumentos, têm um grande potencial para atuar em temas como estímulo a tecnologias mais limpas, estruturação de cadeias de reciclagem, adaptação a mudanças climáticas, racionalização da extração e uso de recursos naturais e planejamento regionalizado do crescimento econômico e populacional. • Políticas de estímulo: um dos principais componentes de uma política de Economia Verde é o sistema por meio do qual as atividades e práticas desejáveis são estimuladas e atividades e práticas consideradas indesejáveis são desestimuladas. No Brasil, quando se fala de incentivos, geralmente se costuma pensar em isenção tributária ou outras vantagens diretas conferidas aos setores produtivos, mas, na prática, uma política de Economia Verde não pode prescindir nem de políticas estruturantes, nem de políticas indutoras, nem de políticas de estímulo direto aos setores. Outro fator fundamental consiste na capacidade de monitoramento de resultados de políticas públicas. Ao longo deste trabalho serão propostos e discutidos os diversos tipos de possíveis ações referentes a cada tema.
  • APRESENTAÇÃO: NATÁLIA CV: O que está em discussão, quando se fala em economia verde, é a mudança dos padrões de produção e consumo. Há um amadurecimento para essa transição?  LAFM: Em países de industrialização mais antiga, a Europa, por exemplo, há uma consciência ambiental grande. Nos últimos séculos, as questões de desenvolvimento econômico e social foram se resolvendo razoavelmente bem. O pilar ambiental, que historicamente sofreu para que o desenvolvimento econômico acontecesse, passou a ser valorizado. A tendência foi de dar um foco maior à proteção ambiental. Com interlocutores de países em desenvolvimento, o oposto ocorre. Como o drama é a erradicação da pobreza, eles tendem a privilegiar os pilares econômicos e o social, não dando tanta importância ao ambiental. O Brasil está em situação ímpar, porque, nesses últimos anos, tivemos progresso no pilar econômico, no social e no ambiental também. Temos a capacidade de ter essa visão equilibrada, coisa que nos outros países não ocorreu. O que está parcialmente ao nosso alcance é a questão dos resultados. Na presidência da conferência, o Brasil vai, como já tem feito, ser neutro, mas não indiferente. Temos obrigação de fazer andar o debate e a promoção de consensos. O Brasil costuma ser bom em promover consensos. Vamos realizar um trabalho de debate informal com os membros da ONU, organizar reuniões de diálogos sobre os itens da agenda daqui até a conferência, para ir desgastando as arestas, buscando criar pontes e estabelecer consenso. CV: Como conseguir dinheiro para pavimentar a economia verde?  LAFM: Em uma economia dinâmica como a nossa, o capital externo flui, e é ótimo que seja assim, é o lado de uma economia tradicional. Há também um lado da cooperação internacional, com parceiros importantes, como o caso do Fundo Amazônia, que tem aportes externos. Diz-se que o Brasil é uma potência ambiental, e a forma de traduzir isso em potência econômica passa muito por uma utilização racional, uma valorização do patrimônio natural. Não é uma questão de resposta fácil, porque não há consenso internacional em torno de como fazer a valoração desses bens e serviços e como financiar a conservação e a utilização deles. Isso faz parte do nosso debate para a Rio+20 e, internamente, é óbvio que esse é um tema que ganha centralidade no debate. CV: O segundo tema é a definição de uma governança ambiental global Por que há um vazio institucional nessa área?  LAFM: Em Estocolmo, em 1972, surge a grande consciência internacional da importância do meio ambiente. Era um núcleo de pensamento europeu, uma visão de que o social e o econômico já estavam resolvidos, faltava a área ambiental. Essa consciência evoluiu para o desenvolvimento sustentável, juntando desenvolvimento e meio ambiente. Em 1992, no Rio de Janeiro, criamos um conceito novo, que era o da integração, da sinergia, da visão conjunta. Já existia o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o Pnuma, e foi criada a comissão de desenvolvimento sustentável, ligada ao Conselho Econômico e Social da ONU (EcoSoc). Hoje há uma consciência de que, embora isso tenha sido um passo importante, não há verdadeira integração entre os três pilares. No ambiental, o Pnuma é a face mais clara, é algo razoavelmente precário, feito por via de contribuições voluntárias. É um órgão amigo dos países no sentido de ajudar na implementação das políticas nacionais, das convenções ambientais. No pilar social temos uma pulverização de órgãos de direitos humanos, trabalho, questão da mulher, mas não há uma coordenação única. No pilar econômico, a mesma coisa. Temos o Programa da ONU para o Desenvolvimento, o Banco Mundial, a Organização Mundial do Comércio, uma pulverização grande. Muitos dizem que o pilar ambiental é o menos visível, menos organizado, quando na verdade os três pilares carecem de coordenação. A ideia de governança para o desenvolvimento sustentável é de coordenação entre os três. CV: Seria o caso de se criar uma Organização Mundial do Meio Ambiente?  LAFM: Alguns acham que sim, para outros o que resolve é o fortalecimento do Pnuma e uma coordenação entre os três pilares. Talvez uma alteração no mandato do Conselho Econômico e Social possa transformá-lo em um Conselho de Desenvolvimento Sustentável. Ele é um órgão importante, embaixo dele está toda a área social da ONU, direitos humanos, idosos, o Pnuma também se reporta ao Conselho Econômico e Social. Outra ideia é a criação de uma organização guarda-chuva. Não são ideias autoexcludentes, queremos criar uma convergência.
  • APRESENTAÇÃO: NATÁLIA
  • APRESENTAÇÃO: NATÁLIA
  • Apresentação: AMANDA
  • Apresentação: Amanda Amplo : Natureza X Sociedade Multifacetado: pode ser apreendido por diversas perspectivas Maleável: pode ser reduzido ou ampliado de acordo com as necessidades das análises.
  • Apresentação: AMANDA
  • Apresentação: AMANDA
  • Apresentação: RENATA
  • APRESENTAÇÃO: RENATA
  • APRESENTAÇÃO: RENATA
  • ADALBERTO
  • Gt4 apresentacao final

    1. 1. Por que e como o Brasil e a ciência ambiental deverão participar da RIO +20? Adalberto Marcondes Amanda Martins Jacob Julio Ramos de Toledo Mauricio Marinho Conferência RIO +20 Natalia Dias Tadeu Renata de Souza Leão Tatiana Barreto Julio Universidade de São Paulo Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental ICA - 5763 Pesquisa Interdisciplinar Ambiental
    2. 2. ESTRUTURA <ul><li>BLOCO 1 – HISTÓRICO DAS CONFERÊNCIAS </li></ul><ul><li>Vídeo Representação dos três setores (terceiro setor, empresas e governo) </li></ul><ul><li>Breve Histórico (conceitos abordados e desenvolvimento sustentável) </li></ul><ul><li>A conferência (breve histórico com posicionamento do Brasil, temas e estrutura) </li></ul><ul><li>Questões abordadas na Rio + 20 (temas e objetivos) </li></ul><ul><li>BLOCO 2 – ECONOMIA VERDE </li></ul><ul><li>Conceitos (Definição dos documentos da ONU) </li></ul><ul><li>Propostas da ONU (papel dos governos, quadros normativos) </li></ul><ul><li>Objetivos </li></ul><ul><li>Brasil na RIO + 20 (desdobramentos da economia verde) </li></ul><ul><li>Críticas à economia verde (problema do consumo e erradicação da pobreza) </li></ul><ul><li>BLOCO 3 – GOVERNANÇA AMBIENTAL </li></ul><ul><li>Definição (governança) </li></ul><ul><li>Propostas da ONU (medidas de implementação e reformas) </li></ul><ul><li>Objetivos da governança ambiental no Brasil (marcos, perspectivas e participação) </li></ul><ul><li>Recomendações (governança global e questões) </li></ul>
    3. 3. <ul><li>Por que e como o Brasil deve participar da RIO +20? (Compromissos do Brasil e situação atual/ aplicação da governança e da economia verde/ participação do Brasil/ discussões atuais). </li></ul><ul><li>Por que e como a ciência ambiental deve participar da RIO +20? (Contribuições práticas e teóricas/ histórico de apropriação dos discursos científicos ). </li></ul>ESTRUTURA <ul><li>BLOCO 4 – CIÊNCIA AMBIENTAL </li></ul><ul><li>BLOCO 5 – DISCUSSÃO </li></ul><ul><li>BLOCO 6 – PROPOSTAS </li></ul><ul><li>Sugestões do grupo (Por que e como o Brasil e a Ciência Ambiental deverão participar da RIO + 20?) </li></ul><ul><li>Conceito de Ambiente (definição) </li></ul><ul><li>Relação Homem-Natureza (correntes teóricas) </li></ul><ul><li>Dimensões (discutindo a ciência ambiental) </li></ul><ul><li>Construção do conceito de Ciência Ambiental (Livro: Construindo a Ciência Ambiental) </li></ul>
    4. 4. BLOCO 1 <ul><li>Vídeo Representação dos três setores (terceiro setor, empresas e governo) </li></ul><ul><li>Breve Histórico (conceitos abordados, desenvolvimento sustentável) </li></ul><ul><li>A conferência (breve histórico com posicionamento do Brasil, temas e estrutura) </li></ul><ul><li>Questões abordadas na Rio + 20 (temas e objetivos) </li></ul>
    5. 5. CIDADE E SOLUÇÕES – RIO +20 VÍDEO Globo News - Cidades e Soluções: O que esperar da RIO + 20? <ul><li>Debate sobre os principais desafios da RIO + 20 entre representantes do governo, empresas e ONGs, todos envolvidos com a organização do encontro, debateram os principais desafios da Rio+20. </li></ul><ul><li>Ministro André Corrêa do Lago (Diretor do Departamento de Meio Ambiente e Temas Especiais do Ministério das Relações Exteriores) </li></ul><ul><li>Marina Grossi , (Presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) </li></ul><ul><li>Aron Belinky (Coordenador de Processos Internacionais do Instituto Vitae Civilis) </li></ul>Histórico das Conferências
    6. 6. CONCEITOS Preservacionismo: Segundo esta corrente teórica, a Natureza possui valor em si, sendo o Homem necessariamente elemento exógeno e perturbador. Como projeto, propõe a criação e administração pelo Estado de espaços exclusivos para manutenção da “vida natural”. Histórico das Conferências
    7. 7. CONCEITOS Conservacionismo: Com influência da Escola Alemã de Engenharia Florestal, pressupõe a utilização racional dos recursos renováveis e não renováveis. Para o expoente desta escola, Clifford Pinchot, a conservação deveria basear-se em três princípios : 1 - Desenvolvimento (o uso dos recursos pelas gerações presentes) 2 - A prevenção do desperdício. 3 - Acesso aos recursos naturais baseando-se na racionalidade técnica e econômica. Histórico das Conferências
    8. 8. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Em 1946 foi fundada a UNESCO , que tinha como objetivo promover a cooperação internacional na educação, ciência e cultura. A União Internacional para a Preservação da Natureza (IUPN) foi fundada em 1948, como órgão subsidiário da UNESCO. Tinha como objetivo promover a preservação da vida selvagem e do ambiente natural, como também o conhecimento público das questões ecológicas através da educação e pesquisa científica. Era um órgão híbrido formado a partir de redes entre órgãos da ONU, organizações governamentais e não-governamentais. Histórico das Conferências
    9. 9. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Em 1949 foram chamadas duas reuniões científicas internacionais: 1- A Conferência Científica sobre a Conservação e Utilização de Recursos (UNSCCUR), organizada conjuntamente pela FAO, OMS, UNESCO e OIT, e que tinha como tema central a adequação dos recursos naturais para atender as exigências crescentes do mercado. A argumentação pautou-se na capacidade do conhecimento científico para descobrir novos recursos e dar novos usos aos existentes. 2- A Conferência Técnica Internacional para a Proteção da Natureza (ITC), da IUPN , cujas discussões ultrapassaram as questões de preservação para incluir as variáveis propostas pela Ecologia Humana e a necessidade de estudos sobre os impactos ecológicos dos projetos de desenvolvimento sobre a Natureza. Histórico das Conferências
    10. 10. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL A mudança de enfoque da IUPN confirmou-se na alteração de sua nomenclatura para União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), o que denota um deslizamento dos conceitos em vista a exigência política pós guerra por recursos e desenvolvimento. A 10° Assembléia Geral da IUCN define Conservação como a atividade de gerenciamento - o qual inclui levantamento, pesquisa, administração, preservação, e utilização – “(...) do ar, da água, do solo, dos minerais e das espécies vivas, inclusive o homem, para atingir a mais alta qualidade de vida sustentável”. (McCormick, John. p. 61) Histórico das Conferências
    11. 11. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL O Novo Ambientalismo As concepções de Ambientalismo passam a permear as esferas públicas a partir dos anos 60, com a incorporação dos conceitos e preocupações pelos Movimentos Sociais em voga na época. Estes movimentos definiam-se pelas lutas por ampliação de direitos civis e das minorias , contra a guerra e a corrida armamentista, e ao establishment da sociedade do consumo. Histórico das Conferências
    12. 12. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Conferencia da Biosfera Em 1968 realizou-se, em Paris, a Conferência da Biosfera, que se concentrou nos aspectos científicos da conservação da biosfera. As conclusões apresentadas podem ser divididas em quatro blocos: 1- As mudanças no meio ambiente parecem ter atingido um patamar crítico; 2- Tornava-se necessário reconhecer que a biosfera era um sistema , o qual podia ser afetado em seu todo pelas atividades desenvolvidas em qualquer uma de suas partes; 3- Era necessário um novo enfoque interdisciplinar para o uso planejado dos recursos naturais; as ciências naturais e a tecnologia não podiam resolver sozinhas os problemas de administração dos recursos – as ciências sociais também deveriam ser consideradas; 4- Era necessário um vasto montante de novas pesquisas nos países mais desenvolvidos e nos menos desenvolvidos. Posto que não há solução universal para os problemas de administração da biosfera, compreensão e técnicas teriam que ser adaptadas às áreas no interior dos países e às regiões formadas por dois ou mais países. Histórico das Conferências
    13. 13. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Conferência de Estocolmo São quatro os pontos que denotam a importância da Conferência de Estocolmo: 1° - O pensamento progrediu de metas limitadas de proteção da natureza e conservação dos recursos naturais para a visão mais abrangente da má utilização da biosfera por parte dos humanos. A natureza do ambientalismo mudou, se institucionalizando e enfocando o esforço no sentido de uma compreensão plena dos problemas e do acordo sobre uma legislação efetiva. 2° O conceito de conservação adotado pela UNESCO como “o uso racional dos recursos do planeta para obter a mais alta qualidade de vida para a humanidade” (McCormick, p.156) foi adotado como meta para o desenvolvimento econômico; consequentemente deveria haver uma convergência cada vez maior, ao invés de conflito, entre os objetivos da conservação e os do desenvolvimento. 3°- Os países menos industrializados fizeram valer suas posições no sentido de compelir os países mais industrializados a reconhecer a necessidade de equilibrar as prioridades na administração ambiental com os objetivos do desenvolvimento econômico. 4° A presença de muitas ONGs na conferência marcou o começo de um papel novo e mais persistente para estas no trabalho dos governos e das organizações intergovernamentais. Também foi definida a criação do o PNUMA, sediado em Nairobi, Quênia. Histórico das Conferências
    14. 14. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Duas viragens conceituais são importantes no Pós Estocolmo: 1° O crescimento populacional , tido até então como obstáculo para o desenvolvimento econômico e social, passa a ser encarado como parte de um fenômeno looping em relação a pobreza que a que são submetidos os países em desenvolvimento . Os ambientalistas pós Estocolmo abandonam as críticas aos padrões econômicos e sociais da sociedade capitalista, procurando então utilizar os sistemas econômicos, sociais e políticos para realizar as mudanças dentro desses próprios sistemas. Histórico das Conferências
    15. 15. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL O relatório “ Nosso futuro comum ”, de 1987, aponta as falhas institucionais nacionais e internacionais no que tange a relação entre desenvolvimento e meio ambiente. Recomenda a reformulação por parte dos Estados de suas instituições e práticas administrativas sobre o ambiente; Dada a visão global do relatório, conclama a comunidade internacional a trabalhar no sentido de uma declaração universal e, posteriormente, uma convenção sobre proteção ambiental e desenvolvimento sustentável. Histórico das Conferências
    16. 16. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL A II Conferência Mundial sobre o Clima de 1992 estabeleceu o início das negociações de uma convenção internacional sobre mudanças climáticas, como propunha o Relatório “Nosso futuro comum”. A Declaração do Rio , produzida ao final da Conferência reafirma aquilo que foi tratado em 1972, com o objetivo de estabelecer “(...) uma nova e justa parceria global mediante a criação de novos níveis de cooperação entre os Estados, os setores-chaves da sociedade e os indivíduos, trabalhando com vistas à conclusão de acordos internacionais que respeitem os interesses de todos e protejam a integridade do sistema global de meio ambiente e desenvolvimento, reconhecendo a natureza integral e interdependente da Terra”. Entre seus princípios estão: 1°- o ser humano no centro da preocupações com o desenvolvimento sustentável; 2- a Soberania dos Estados naquilo que diz respeito a exploração de seus próprios recursos; 3- os direitos intra e inter geracionais; 4° a erradicação da pobreza; 5° reduzir e eliminar padrões insustentáveis. 6° o estabelecimento do principio de responsabilidades comuns, mas diferenciadas, entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento. A consequencia mais direta da Cúpula da Terra, segundo Aziz Ab´Saber, é o surgimento de uma “consciência técnico-científico-social e, sobretudo, ética em relação à natureza e ao futuro que ultrapassa as tomadas de decisões nos níveis puramente nacionais e/ou locais” (Programa Roda Vida: 07/06/1992). Também foram aprovadas a Agenda 21, a Declaração de Florestas, a Convenção sobre Mudanças Climáticas e a Convenção sobre Biodiversidade. Histórico das Conferências
    17. 17. RI O + 20 – Uma conferência histórica “ A Rio+20 será a última oportunidade para a humanidade assumir compromissos em torno de uma economia verde antes que essa agenda se imponha pelo simples aumento das tragédias Ambientais, sociais e econômicas” Ignacy Sachs – Economista A CONFERÊNCIA RIO + 20 Histórico das Conferências
    18. 18. <ul><li>Objetivos: </li></ul><ul><ul><li>Garantir um compromisso político renovado para o desenvolvimento sustentável </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliar o progresso e as lacunas dos resultados alcançados após implementação das medidas definidas nas mais importantes cúpulas de desenvolvimento sustentável </li></ul></ul><ul><ul><li>Enfrentar desafios novos e emergentes </li></ul></ul><ul><li>Temas: </li></ul><ul><ul><li>Economia Verde – Contexto de desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza </li></ul></ul><ul><ul><li>Arcabouço institucional para o desenvolvimento sustentável (Governança ambiental internacional) </li></ul></ul>Histórico das Conferências QUESTÕES ABORDADAS NA RIO + 20
    19. 19. BLOCO 2 <ul><li>Conceitos (Definição dos documentos da ONU) </li></ul><ul><li>Propostas da ONU (papel dos governos, quadros normativos) </li></ul><ul><li>Objetivos </li></ul><ul><li>Brasil na RIO + 20 (desdobramentos da economia verde) </li></ul><ul><li>Críticas à economia verde (problema do consumo e erradicação da pobreza) </li></ul>
    20. 20. CONCEITO DE ECONOMIA VERDE <ul><li>Definição dos documentos da ONU </li></ul><ul><ul><li>“ Green Economy Report”: </li></ul></ul><ul><li>Economia que visa melhorar o bem estar humano e reduzir as desigualdades a longo prazo de forma a garantir a sustentabilidade para as futuras gerações, ou seja, sem expô-las à riscos ambientais e escassez ecológica (UNEP, 2010) </li></ul>Economia Verde
    21. 21. Economia Verde <ul><li>Grande parte dessa transição envolve políticas e investimentos que desassociam o crescimento do atual consumo intensivo de materiais e energia </li></ul><ul><li>“ os resultados têm sido modestos demais para colocar o planeta em uma rota sustentável e para conservar recursos finitos” (UNEP, 2011) </li></ul><ul><li>Papel dos Governos : Políticas públicas inovadoras e criativas que guiem os investimentos privados sentido à Economia Verde </li></ul>PROPOSTAS DA ONU
    22. 22. <ul><li>º Quadros normativos sólidos </li></ul><ul><li>• Priorização de despesas e aprovisionamento do Estado em áreas que estimulem setores da economia verde e limitem despesas que provoquem perdas de capital natural. </li></ul><ul><li>• Tributação e mecanismos inteligentes de mercado que alterem os padrões de despesa dos consumidores e promovam a inovação verde. </li></ul><ul><li>• Investimentos públicos em reforço e formação de capacidades, paralelamente a um fortalecimento da administração internacional. </li></ul><ul><li>• Políticas públicas também podem assegurar que os benefícios de um setor mais ecológico desencadeiem benefícios de sustentabilidade mais amplos em outros setores. </li></ul><ul><li>• Proposição de investimento de 2% do PIB global </li></ul>Economia Verde PROPOSTAS DA ONU
    23. 23. <ul><li>Dez setores fundamentais para tornar a economia global mais verde: agricultura, construção, abastecimento de energia, pesca, silvicultura, indústria, turismo, transportes, manejo de resíduos e água </li></ul><ul><li>Investimentos no setor econômico : </li></ul><ul><ul><li>• Eficiência energética </li></ul></ul><ul><ul><li>• Energia renovável </li></ul></ul><ul><ul><li>• Baixa emissão de carbono </li></ul></ul><ul><ul><li>• Tecnologias limpas </li></ul></ul><ul><ul><li>• Melhoria do gerenciamento de resíduos </li></ul></ul><ul><ul><li>• Melhoria do abastecimento de água </li></ul></ul><ul><ul><li>• Agricultura sustentável </li></ul></ul><ul><ul><li>• Gestão de florestas </li></ul></ul><ul><ul><li>• Pesca sustentável </li></ul></ul>Economia Verde PROPOSTAS DA ONU
    24. 24. <ul><li>Investimento de 1% a 2% do PIB global em subsídios que prolongam a insustentabilidade do uso de recursos tais como: combustíveis fósseis, agricultura, água e pesca . </li></ul>Economia Verde Como será o investimento dos 2% do PIB Global para “esverdeamento” dos diversos setores? <ul><ul><li>Maior contribuição do setor privado com “reforços” de montantes públicos </li></ul></ul>PROPOSTAS DA ONU
    25. 25. <ul><ul><li>• 108 bilhões de dólares para a agricultura , incluindo as pequenas explorações; </li></ul></ul><ul><ul><li>• 134 bilhões de dólares para o setor imobiliário , por meio da melhoria da eficiência energética; </li></ul></ul><ul><ul><li>• Mais de 360 bilhões de dólares para o abastecimento de energia ; </li></ul></ul><ul><ul><li>• 15 bilhões de dólares para a silvicultura , o que ajudaria também no combate às alterações climáticas (investimentos em REDD); </li></ul></ul><ul><ul><li>• Mais de 75 bilhões de dólares para a indústria , incluindo a de produtos manufaturados; </li></ul></ul><ul><ul><li>• Quase 135 bilhões de dólares para o setor de turismo . </li></ul></ul><ul><ul><li>• Mais de 190 bilhões de dólares para os transportes . </li></ul></ul><ul><ul><li>• Quase 110 bilhões de dólares para a gestão de resíduos , incluindo a reciclagem. </li></ul></ul><ul><ul><li>• Quase 110 bilhões de dólares para o setor da água , incluindo questões de saneamento. </li></ul></ul>Economia Verde PROPOSTAS DA ONU
    26. 26. <ul><li>Brasil </li></ul><ul><ul><li>Relatório de Economia Verde do Estado de São Paulo (SMA, 2010): </li></ul></ul><ul><ul><li>Ela é apontada como sendo, na prática, uma agenda que visa transformar a abordagem das relações entre desenvolvimento e crescimento econômico, buscando vetores para um crescimento mais sustentável nas questões relacionadas às mudanças climáticas e escasseamento ecológico, superando a visão de meio ambiente “como um conjunto de limites para o crescimento ” (SMA/CPLA, 2010, p. 12) </li></ul></ul>Economia Verde BRASIL ESTA DEFINIÇÃO PODE SER PROBLEMÁTICA!
    27. 27. <ul><li>Brasil </li></ul><ul><ul><li>Relatório de Economia Verde do Estado de São Paulo (SMA, 2010): </li></ul></ul><ul><ul><li>Ela é apontada como sendo, na prática, uma agenda que visa transformar a abordagem das relações entre desenvolvimento e crescimento econômico , buscando vetores para um crescimento mais sustentável nas questões relacionadas às mudanças climáticas e escasseamento ecológico, superando a visão de meio ambiente “como um conjunto de limites para o crescimento ” (SMA/CPLA, 2010, p. 12) </li></ul></ul>Economia Verde BRAIL / SÃO PAULO 1. CRESCIMENTO ILIMITADO DENTRO DE UM SISTEMA LIMITADO 2. CRESCIMENTO ECONÔMICO COMO SINÔNIMO DE DESENVOLVIMENTO
    28. 28. Economia Verde Crescimento não é sustentável – Limite de 100% do sistema Desenvolvimento é qualitativo – pode ser sustentável DALY & FARLEY, 2004 DALY, 2004 “ Quando algo cresce fica maior. Quando algo se desenvolve torna-se diferente.” CRÍTICAS
    29. 29. <ul><li>Objetivos da Economia Verde Paulista </li></ul><ul><ul><li>Pesquisa e Inovação Tecnológica: fortalecimento do Sistema Paulista de Parques tecnológicos (SPTec); estímulos a P&D públicos e privados; aprimoramento da institucionalidade por trás da cooperação universidade e setor privado; monitoramento da oferta e da demanda por tecnologias mais limpas; estímulos ao estabelecimento de cooperações técnicas internacionais. </li></ul></ul><ul><ul><li>Crescimento econômico: ampliação da renovabilidade da matriz energética; instrumentos econômicos de pagamento por serviços ambientais; consolidação de mercados como o Ecoturismo e o turismo regional; inclusão de critérios ambientais na mensuração do desempenho econômico </li></ul></ul>Economia Verde OBJETIVOS
    30. 30. Economia Verde <ul><ul><li>Qualidade ambiental: adaptação e mitigação das mudanças climáticas; recomposição de capital natural; uso eficiente de recursos naturais minerais e hídricos, entre outros; melhora da conectividade da paisagem; difusão de tecnologias e soluções mais limpas; planejamento do acesso a recursos naturais finitos; indicadores de sustentabilidade. </li></ul></ul><ul><ul><li>Empregos e renda: criação de empregos verdes nos diversos níveis de qualificação; estabelecimento de setores intensivos em uso de mão-de-obra com baixo índice de emissão por emprego gerado; expansão da fronteira de possibilidades do mercado de trabalho na direção de novas profissões e especialidades; aumento da renda média da população economicamente ativa. </li></ul></ul>OBJETIVOS
    31. 31. Economia Verde “ Empregos verdes são aqueles que reduzem o impacto ambiental de empresas e de setores econômicos para níveis que, em última análise, sejam sustentáveis.” “ áreas agrícola, industrial, dos serviços e da administração que contribuem para a preservação ou restauração da qualidade ambiental .” “ Eles ajudam a reduzir o consumo de energia , matérias-primas e água por meio de estratégias altamente eficazes que descarbonizam a economia e reduzem as emissões de gases de efeito estufa, minimizando ou evitando completamente todas as formas de resíduos e poluição, protegendo e restaurando os ecossistemas e a biodiversidade. ” Ex: “Trabalhadores que fabricam carros híbridos ou mais eficientes no consumo de combustível, por exemplo, contribuem menos para a redução de emissões geradas por meios de transporte do que aqueles que trabalham em sistemas públicos de transportes “ (OIT e PNUMA) OBJETIVOS
    32. 32. <ul><li>Estratégias de implementação </li></ul><ul><ul><li>Fortalecimento de cooperação entre diferentes áreas do governo e entre governos e atores privados - execução de políticas públicas integradas </li></ul></ul><ul><ul><li>Requisitos estratégicos para a formulação de políticas de Economia Verde : Ativismo Estatal; Articulação Intersecretarial; Articulação entre poderes; Articulação entre federativos; Articulação com setores da sociedade civil organizada; Institucionalização da Economia Verde; Estudo e Planejamento; e Políticas de Estímulos </li></ul></ul>Economia Verde OBJETIVOS
    33. 33. <ul><li>Foi criada uma subcomissão de acompanhamento da Rio +20 , segundo Luiz Alberto Figueiredo Machado (embaixador do Itamaraty). As questões levantadas por essa subcomissão serão articuladas e levadas às discussões da conferencia </li></ul><ul><li>Recursos financeiros externos para a Economia Verde brasileira: </li></ul><ul><ul><li>“ Cooperação internacional” – Fundo Amazônia </li></ul></ul><ul><li>Discussão sobre a proposta de criação de uma “Organização Mundial do Meio Ambiente” ou “fortalecimento do PNUMA” ou criação de uma “organização guarda chuva” </li></ul><ul><li>Entrevista na íntegra : http://www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/selecao-diaria-de-noticias/midias-nacionais/brasil/carta-capital/2011/06/06/seremos-neutros-mas-nao-indiferentes </li></ul>Economia Verde BRASIL NA RIO + 20
    34. 34. Economia Verde (ALIER, 2007) “ A produção pode até tornar-se relativamente menos intensa na sua demanda por energia e matérias-primas. Contudo, a pressão ambiental da economia é especificada pelo consumo .” Conceito de “mochilas ecológicas” - considera a quantidade de recursos que está associado a todo o ciclo de vida de um produto, considerando ainda os resíduos gerados. CRÍTICAS as alterações nos setores econômicos são insuficientes
    35. 35. Economia Verde Existirão incentivos para as modificações dos setores econômicos no que se refere ao uso de recursos, energia e emissão de poluentes (principalmente no que se refere à mudanças climáticas) No que se refere à erradicação da pobreza: O relatório mostra a Economia Verde como um catalisador-chave para o crescimeto e erradicação da pobreza nas economias em desenvolvimento, nas quais, em alguns casos, cerca de 90% do PIB está ligado à natureza ou a recursos naturais tais como a água potável. CRÍTICAS Não estão claras as estratégias de erradicação da pobreza
    36. 36. BLOCO 3 <ul><li>Definição (governança) </li></ul><ul><li>Reflexões (medidas de implementação e reformas) </li></ul><ul><li>Objetivos da governança ambiental no Brasil (marcos, contrastes, perspectivas e participação) </li></ul><ul><li>Recomendações (governança global e questões) </li></ul>
    37. 37. DEFINIÇÃO DE GOVERNANÇA Governança Ambiental Internacional É o exercício de autoridade política, econômica e administrativa na gestão dos assuntos de uma nação, em todos os seus níveis. Inclui os processos, mecanismos e instituições por meio dos quais os cidadãos e os grupos articulam os seus interesses , exercem os seus direitos, cumprem as suas obrigações e resolvem os seu conflitos.” (PNUD apud BARCELLOS et al, 2007) As interações entre as estruturas, processos e tradições que determinam como o poder e as responsabilidades são exercidas, como são tomadas as decisões e como os cidadãos e os parceiros envolvidos são ouvidos.(Abrams et al , 2003) Capacidade da sociedade determinar seu destino mediante um conjunto de condições que permitem à coletividade a gestão democrática dos rumos do Estado e da sociedade (FBOMS, Vitae Civilis, 2007)
    38. 38. Governança Ambiental Internacional REFLEXÕES <ul><li>Geralmente considerada uma alternativa ao governo , ao controle do Estado. O termo é comumente utilizado por economistas liberais que relutam em aceitar o papel controlador e operador do Estado, por órgãos políticos alternativos em países avançados e por ONGs que atuam em países em desenvolvimento e que vêem um novo potencial para a organização, através da sociedade civil . (Hirst, 2000 p. 13) </li></ul><ul><li>É meio e processo capaz de produzir resultados eficazes , sem necessariamente a inclusão da coerção. Inclui aspectos gerenciais e administrativos do Estado e seu funcionamento eficaz, mas também padrões de articulação e cooperação entre atores sociais e políticos e arranjos institucionais que coordenam e regulam transações dentro e através das fronteiras do sistema econômico (Gonçalves, 2005). </li></ul><ul><li>Diferencia processos centralizados ou descentralizados daqueles em que o uso dos recursos deriva de decisões coordenadas voluntariamente pela organização dos próprios atores, que, por aí, acabam por criar normas e instituições que se impõem como práticas correntes (Abramovay, 2007) </li></ul>
    39. 39. REFLEXÕES Governança Ambiental Internacional Propõe caminhos teóricos e práticos alternativos que façam uma real ligação entre as demandas sociais e sua interlocução em nível governamental, inclui leis, regulação e instituições e também, políticas e ações do governo, iniciativas locais e redes de influência (Jacobi, 2009) Novas Redes de Governança: As comunidades, associações da sociedade e empresas privadas desempenham papel cada vez mais decisivo para a transformação das políticas publicas e desafiam não apenas os governos e maneira de governar, mas exigem também uma reorientação do pesquisador de políticas públicas. Frey (2000 p. 252)
    40. 40. GOVERNANÇA AMBIENTAL Governança Ambiental Internacional <ul><li>Governança ambiental </li></ul><ul><li>Refere-se, em geral, ao modo como é exercido o poder para se alcançar o desenvolvimento sustentável e, especificamente, à dimensão gerencial e às condições de legitimação dos processos decisórios, incluindo o sistema de articulação de interesses e de incorporação política de segmentos da sociedade civil (Oliveira, Barcellos e Green, 2007). </li></ul><ul><li>Governança Internacional para o Desenvolvimento Sustentável </li></ul><ul><li>Surge nos anos 1990 - Fórum Global dos Ministros do Meio Ambiente e o Conselho de Administração do PNUMA. </li></ul><ul><li>Mais de 500 acordos ambientais multilaterais. </li></ul><ul><li>A governança para o desenvolvimento sustentável abrange instituições formais e informais, organizações, redes e arranjos que envolvem as tomadas de decisão para o desenvolvimento sustentável ou implementação de atividades. </li></ul><ul><li>A conferencia visa o fortalecimento do arcabouço institucional e integração dos três “pilares do desenvolvimento sustentável” (ambiental, social e econômico). </li></ul><ul><li>Conceitos de Participação, Transparência e Responsabilidade são conceitos centrais para uma boa governança. </li></ul>
    41. 41. ONU Governança Ambiental Internacional <ul><li>Ausência de coerência, eficiência, informação adequada, equidade e financiamento adequado. </li></ul><ul><li>Discrepância entre compromissos e ações: falta de uma base política forte. </li></ul><ul><li>Ações ambientais dentro do PNUMA, PNUD, comissões econômicas e sociais, instituições Bretton Woods, OMC, GEF. Gera sobreposição, brechas e dificuldades. Falta sinergia de ações e resultados. </li></ul><ul><li>Participação da sociedade civil : não são apenas observadores, alguns governos os convidam para fazerem parte de delegações oficiais e nas reuniões de preparação nacionais. Grandes desafios para ONG’s e organizações locais ou nacionais em influenciar discussão e tomada de decisões na esfera global. </li></ul>
    42. 42. ORGANOGRAMA ONU GOVERNANÇA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA RIO + 20
    43. 43. Governança Ambiental Internacional GOVERNANÇA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA RIO + 20 Jan-Gustav Strandenaes (Stakeholder Forum) “ A boa governança, em nível local, nacional e internacional é talvez o fator mais importante na promoção do desenvolvimento e como avanço para a causa de paz&quot; (Kofi Annan, antigo Secretário-Geral das Nações Unidas) Os conceitos de participação, transparência e responsabilidade devem estar no centro do que se entende por boa governança (Strandenaes, 2011) Pode uma empresa multinacional ser considerada um ator social ( stakeholder ) igual uma ONG que representa pessoas marginalizadas, dada a vasta disparidades nos níveis existentes de influência? O aumento da interconexão social e econômica (globalização), a incapacidade de fazer progressos adequados na erradicação da pobreza e os impactos das mudanças ambientais globais são alguns dos principais fatores que impulsionaram as exigências para o fortalecimento do quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.
    44. 44. <ul><li>Recomendações específicas sobre reforço do quadro institucional para o desenvolvimento sustentável RIO+20 </li></ul><ul><li>CSD como órgão permanente da ONU </li></ul><ul><li>Segmento de alto nível dentro do ECOSOC (Cons. Econômico e Social da ONU) </li></ul><ul><li>Gestão de Tarefas e coordenação inter-agências </li></ul><ul><li>Continuar a reforçar o papel da sociedade civil </li></ul><ul><li>Governança em nivel nacional, regional e local </li></ul><ul><li>Novas Convenções e Tratados </li></ul><ul><li>Ações de longo prazo e duradouras </li></ul><ul><ul><li>Ações imediatas sem a expectativa de resultados imediatos </li></ul></ul><ul><ul><li>Financiamento para pagar essas ações sem promessa de retorno imediato </li></ul></ul><ul><ul><li>Precisamos de simples compreensão de problemas complexos. </li></ul></ul>GOVERNANÇA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NA RIO + 20 Jan-Gustav Strandenaes (Stakeholder Forum) Governança Ambiental Internacional
    45. 45. BRASIL Governança Ambiental Internacional <ul><li>Contraste entre a moldura progressista de leis e normas (participação ativa da população) e a situação real (considerações econômicas prevalecem) (Cavalcanti, 2004). </li></ul><ul><li>Marcos da legislação na governança ambiental: </li></ul><ul><li>- 1934: Código Florestal. </li></ul><ul><li>- 1973: Criação da Sema </li></ul><ul><li>- 1981: Lei 6938 – PNMA </li></ul><ul><li>- 1988: Constituição Federal </li></ul><ul><li>Perspectiva (dominante) de ministérios politicamente fortes, como os da Fazenda, Planejamento, Desenvolvimento Econômico e Agricultura, e o marginalizado Ministério do Meio Ambiente. </li></ul><ul><li>Participação : projeto de lei de iniciativa popular, referendo e plebiscito; audiências públicas, Ministério Público, conselhos de meio ambiente, comitês de Bacia, Áreas de Proteção Ambiental. </li></ul>
    46. 46. <ul><li>Meios para Governança Global: diplomacia, negociação, construção de mecanismos de confiança mútua, resolução pacífica de conflitos e solução de controvérsias. </li></ul><ul><li>Consulta realizada pelo FBOMS, Stakeholder e ANPEP (Northen Alliance for Sustainability): </li></ul><ul><li>- fortalecimento do PNUMA ; </li></ul><ul><li>- fortalecimento do desenvolvimento sustentável e meio ambiente na ONU ; </li></ul><ul><li>- eficiência e sinergia em acordos ambientais multilaterais; </li></ul><ul><li>- financiamento para desenvolvimento sustentável e meio ambiente (GEF) </li></ul><ul><li>- estabelecimento de órgão para desenvolvimento sustentável; </li></ul><ul><li>- recomendações para GEF, ECOSOC e CDS . </li></ul>RECOMENDAÇÕES Governança Ambiental Internacional Problemas ambientais globais ultrapassam a capacidade das instituições existentes? Governança ambiental internacional em uma instituição única, ágil e eficiente ou por esquemas fragmentados? Como dar voz e poder de decisão aos grupos minoritários e marginalizados?
    47. 47. BLOCO 4 <ul><li>Conceito de Ambiente (definição) </li></ul><ul><li>Relação Homem-Natureza (correntes teóricas) </li></ul><ul><li>Dimensões (discutindo a ciência ambiental) </li></ul><ul><li>Construção do conceito de Ciência Ambiental (Livro: Construindo a Ciência Ambiental) </li></ul>
    48. 48. <ul><li>Grande esforço para a definição do conceito de “Ambiente” </li></ul><ul><li>“ Muitos livros textos de Ciência ambiental sabiamente passam longe de qualquer tentativa de definição do termo” </li></ul><ul><li>(Sanchèz, 2008) </li></ul>CONCEITO DE AMBIENTE Ciência Ambiental
    49. 49. CONCEITO DE AMBIENTE Ciência Ambiental “ o conceito de “ambiente” no campo do planejamento e gestão ambiental, é amplo, multifacetado e maleável . Amplo porque pode incluir tanto a natureza quanto a sociedade. Multifacetado porque pode ser apreendido sob diferentes perspectivas. Maleável porque pode ser amplo e multifacetado; pode ser reduzido ou ampliado de acordo com a necessidade do analista ou interesse dos envolvidos” (SANCHES, 2006, p. 18).
    50. 50. <ul><li>Principais linhas intelectuais que explicam a relação Homem – Natureza </li></ul><ul><ul><li>Determinismo ambiental </li></ul></ul><ul><ul><li>Adaptação humana a natureza </li></ul></ul><ul><ul><li>Natureza como fator limitante </li></ul></ul>RELAÇÃO HOMEM - NATUREZA Ciência Ambiental O meio ambiente tem efeito causal sobre características específicas dos indivíduos Comportamento cultural adaptativo – Darwin Possibilismo Histórico A natureza restringe as possibilidades das populações humanas MAS são os fatores culturais que determinam as possibilidades escolhidas
    51. 51. RELAÇÃO HOMEM - NATUREZA A forma como o homem olha e avalia o mundo natural influência sua relação com a natureza (THOMAS, 1996). A relação não pode ser descontextualizada no tempo: deve haver periodização POR QUE FAZER ESTA DISCUSSÃO? Ciência Ambiental
    52. 52. Ciência Ambiental DIMENSÕES <ul><li>Dimensões que devem ser consideradas quando se discute ciência ambienta l </li></ul><ul><li>Interdisciplinaridade (Não ser pode haver uma separação didática) </li></ul><ul><li>Relação Homem e Natureza (e não homem versus Natureza) </li></ul><ul><li>Levar em conta a construção social do ambiente </li></ul><ul><li>Questão do Equilíbrio (e também da resiliência) </li></ul><ul><li>O ambiente não é estático, mas sim dinâmico </li></ul><ul><li>Considerar os limites naturais </li></ul><ul><li>Complexidade do ambiente </li></ul>
    53. 53. <ul><li>A ciência ambiental é a ciência que estuda o ambiente (AÍMOLA, 2002). </li></ul><ul><ul><li>Ambiente poderia ser entendido, de acordo com a abordagem sistêmica, como sendo um objeto de pesquisa , assim como os sistemas físicos, ecossistemas, sistemas sociais e econômicos, etc. </li></ul></ul><ul><ul><li>Sua complexidade não retira seu estatuto epistemológico de objeto de pesquisa </li></ul></ul><ul><li>DESAFIO : estabelecer diálogos entre disciplinas (interdisciplinaridade) para a construção de um conhecimento integrado que permita a melhor compreensão das relações entre sociedade e ambiente. </li></ul>CONCEITO DE CIÊNCIA AMBIENTAL Ciência Ambiental O foco não está somente no objeto de pesquisa, mas também e principalmente nas relações destes objetos uns com os outros .
    54. 54. CONSTRUINDO A CIÊNCIA AMBIENTAL Ciência Ambiental Ideia de Ciência Ambiental : envolve uma crítica à excessiva especialização disciplinar e à consequente fragmentação do conhecimento . - Porém, é inegável a existência de uma contrapartida operacional , uma vez que uma nova forma de “se fazer ciência” tenha produzido resultados apreciáveis. - A temática ambiental : capaz de formular perguntas que colocam em dúvida bases teóricas e metodológicas das disciplinas como são organizadas. - Apesar das tentativas, os pesquisadores acabam enxergando o ambiente no âmbito disciplinar. - possibilidade: junção das ciências dentro de grandes programas científicos (integração) Construindo a Ciência Ambiental. Abramovay, 2002
    55. 55. - Ciência Ambiental: supõe a construção de teorias, conceitos, abordagens e problemas científicos diferentes dos que a compartimentação convencional é capaz de produzir. Ciência Ambiental: utopia em construção - “meio ambiente” - permite extrapolação da visão estritamente disciplinar - responsabilidade de realizar prognósticos (resultados práticos estão vinculados à intervenção humana) - caráter coletivo e relações entre os pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento = projetos interdisciplinares - desafio: mais do que elaborar trabalhos que individualmente extrapolem o confinamento da especialização interdisciplinar, precisamos juntar profissionais para produção de um conhecimento integrado, resultando na melhor compreensão da relação sociedade-natureza. Ciência Ambiental CONSTRUINDO A CIÊNCIA AMBIENTAL
    56. 56. <ul><li>PROCAM –USP </li></ul><ul><li>Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental da USP </li></ul><ul><li>Criado em 1989 </li></ul><ul><li>Expansão para Doutorado em 1999 </li></ul><ul><li>“ As questões ambientais, sobretudo aquelas resultantes das atividades humanas sobre o meio ambiente, incluem-se dentre os temas contemporâneos que exigem uma abordagem interdisciplinar , contemplando uma nova articulação entre as ciências naturais, sociais e exatas. </li></ul><ul><li>Essa busca de respostas na interdisciplinaridade deve-se à constatação de que os problemas que afetam e mantém a vida no nosso planeta são de natureza global e que suas causas não podem restringir-se apenas aos fatores estritamente biológicos, revelando dimensões políticas, econômicas, institucionais, sociais e culturais.” </li></ul><ul><li>CPGCA – Comissão de Pós-Graduação em Ciência Ambiental </li></ul><ul><li>Jacobi, Pedro Roberto (org.) Ciência Ambiental: os desafaios da interdisciplinaridade. São Paulo: Annablume – FAPESP, 2000 </li></ul>CONSTRUINDO A CIÊNCIA AMBIENTAL Ciência Ambiental
    57. 57. <ul><li>PROCAM –USP </li></ul><ul><li>Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental da USP </li></ul><ul><li>Objetivos: </li></ul><ul><li>Produzir conhecimento científico sobre as questões socioambientais e difundi-lo na escala nacional e internacional; </li></ul><ul><li>Promover a articulação e cooperação entre instituições de ensino e pesquisa nacionais e internacionais sobre a temática socioambiental; </li></ul><ul><li>Atuar nas fronteiras do conhecimento e de modo interdisciplinar em pesquisas relacionadas aos problemas socioambientais; </li></ul><ul><li>Formar pesquisadores com capacidade de investigar novas referências na análise e no entendimento dos processos socioambientais, utilizando abordagens de diferentes áreas das ciências; </li></ul><ul><li>Criar, desenvolver e aplicar metodologias e tecnologias voltadas à resolução de problemas socioambientais. </li></ul>CONSTRUINDO A CIÊNCIA AMBIENTAL Ciência Ambiental
    58. 58. Dissertações e Teses do PROCAM - USP Fontes : http://www.usp.br/procam Sistema dedalus Teses USP <ul><li>Predominam estudos de caso e análises de políticas públicas </li></ul><ul><li>Estudos teórico-conceituais, históricos e de legislação ambiental </li></ul><ul><li>Temas diversos: Ex. espécies indicadoras, fluxo energético, certificação, manejo sustentável, tecnologias, métodos de restauração, conhecimento tradicional, sustentabilidade, carbono, contaminação </li></ul><ul><li>Enfoques: local, municipal, regional, nacional, intarnacional e global </li></ul>CONSTRUINDO A CIÊNCIA AMBIENTAL Ciência Ambiental
    59. 59. Dissertações e Teses do PROCAM - USP CONSTRUINDO A CIÊNCIA AMBIENTAL Ciência Ambiental
    60. 60. BLOCO 5
    61. 61. Por que e como a ciência ambiental e o Brasil deverão participar da RIO +20? DEBATE ?
    62. 62. A Rio+20 ganhou a dimensão de uma grande conferência internacional a partir de uma proposta do ex-presidente Lula em uma de suas falas na Assembléia Geral das Nações Unidas em setembro de 2007. “ O principal papel do Brasil será facilitar o diálogo, construir entendimentos e aparar arestas “ Luiz Figueiredo Machado – Itamaraty Economia Verde & Governança Global G20 ambiental – Estrutura de governança com poder político Por que e como a Ciência Ambiental e o Brasil deverão participar da RIO +20? DEBATE
    63. 63. BLOCO 6
    64. 64. <ul><li>Criar um grupo de estudos dentro do PROCAM para debater, e organizar conhecimentos que embasem as discussoes acerca dos temas que serão objeto de análise da conferencia RIO+20.Com os objetivos de: </li></ul><ul><li>construir artigos </li></ul><ul><li>Presidir discussões </li></ul><ul><li>Não apenas da Rio +20, como dos temas ambientais relevantes: ex: Código Florestal, Política Nacional de Resíduos Solidos e Recursos Hídricos </li></ul>PROPOSTAS Por que e como o Brasil e a ciência ambiental deverão participar da RIO +20?
    65. 65. <ul><li>Seminários de integração e socialização do andamento de trabalhos (teses e dissertações) da mesma linha de pesquisa </li></ul><ul><li>Oferecer propostas que façam da ciência ambiental um instrumento para o desenvolvimento sustentável </li></ul>PROPOSTAS Por que e como o Brasil e a ciência ambiental deverão participar da RIO +20?
    66. 66. ABRAMOVAY, R. Construindo a Ciência Ambiental . Annablume, 2002. ABRAMOVAY, R. Desenvolvimento sustentável: qual a estratégia para o Brasil? Novos estudos . - CEBRAP. 2010, n.87, pp. 97-113. DALY, H. E. CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL? Não, obrigado. Ambiente & Sociedade , vol. VII, nº. 2 , 2004. DALY, H. E., FARLEY, J. Ecological economics : principles and applications. Washington: Island Press, 2004. FREY, Klaus. Políticas públicas: um debate conceitual e reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no Brasil. Planejamento e Políticas Públicas, 21: 211-259. 2000 HIRST, Paul: Democracy and governance. In: Jon Pierre (ed.): Debating governance:n authority, steering and democracy. Oxford University Press: New York 2000, pp. 13-35. MARTÍNEZ ALIER, J. O Ecologismo dos Pobres . São Paulo: Contexto, 2007. SÃO PAULO – Secretaria do Meio Ambiente / Coordenadoria de Planejamento Ambiental. Economia Verde : desenvolvimento, meio ambiente e qualidade de vida no Estado de São Paulo. São Paulo: SMA/CPLA, 2010. SANCHES. L. H. Avaliação de Impacto Ambiental. Conceitos e métodos . Oficina de Textos, 2006. p. 495. pe=400&nr=67&menu=45 REFERÊNCIAS
    67. 67. STRANDENAES, Jan-Gustav. Sustainable Development Governance towards Rio+20: Framing the Debate. Stakeholdr Forum – disponível em http://www.uncsd2012.org/rio20/index.php?page=view&ty THOMAS, Keith. O homem e o mundo natural. São Paulo: Companhia das Letras. 1996 UNEP – United Nations Environment Programme. Rumo à uma Economia Verde : Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável e a Erradicação da Pobreza – Uma Síntese para Tomadores deDecisão. Resumo das Conclusões. 2011. Disponível em: http://www.pnuma.org.br/comunicados_detalhar.php?id_comunicados=125 . Acessado em: 14/04/2011. __________. Investimento de 2% do PIB mundial pode combater a pobreza e gerar um crescimento mais verde e eficiente . 2011. Disponível em: http://www.pnuma.org.br/comunicados_detalhar.php?id_comunicados=125 . Acessado em: 14/04/2011. REFERÊNCIAS

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