Paulo freirebranco332

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Paulo freirebranco332

  1. 1. PAULO FREIRE Educador Brasileiro1921 (Recife/PE) - 1997 (São Paulo/SP) ROSELI FERNANDES DA SILVEIRA TRABALHO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
  2. 2. PAULO FREIRE - “ANDARILHO”
  3. 3. PRODUÇÃO INTELECTUALBase ExistencialFundamentos FilosóficosEncontro com pessoas “Escuta sensível” “Dialogicidade”
  4. 4. BASE EXISTENCIAL DA PRODUÇÃO INTELECTUAL “Sem exceção, cada livro que tenho escrito tem sido um relatório de alguma fase da atividade político- pedagógica na qual estive engajado desde a minha juventude.” (FREIRE, Pedagogy in Progress, p.176)
  5. 5. BASE EXISTENCIAL DA PRODUÇÃO INTELECTUAL “O educador faz “depósitos” de conteúdos que devem ser arquivados pelos educandos. Desta maneira a educação se torna um ato de depositar, em que os educandos são os depositários e o educador o depositante. O educador será tanto melhor educador quanto mais conseguir “depositar” nos educandos. Os educandos, por sua vez, serão tanto melhores educados, quanto mais conseguirem arquivar os depósitos feitos. (Freire, 1983:66)”
  6. 6. FUNDAMENTOSFILOSÓFICOS EXISTENCIALISMO FENOMENOLOGIA PERSONALISMO CRISTÃO HEGELIANISMOMATERIALISMO HISTÓRICO
  7. 7. ENCONTRO COM PESSOASFamiliares: Pai: amoroso, coronel da Polícia Militar,admirador de Prestes, espírita. Mãe: dona de casa, amorosa, católica Irmãos Elza: primeira esposa ( falecida em 1986) Filhos: 5 - 2 mulheres e 3 homens Nita: segunda esposa (1988)
  8. 8. Encontro com Pessoas- MENINOS FILHOS DETRABALHADORES POBRE- PESCADORES- CAMPONESES BRASILEIROS,CHILENOS, AFRICANOS- TRABALHADORES URBANOS- TRABALHADORES IMIGRANTES- ESTUDANTES
  9. 9. ENCONTRO COM PESSOASIntelectuais de universidades na América Latina, Central,do Norte, Europa, África, Austrália, Nova Zelândia. Religiosos, sobretudo católicos e evangélicos.1967 – Nova Iorque – Militantes do movimento negro eporto-riquenhos. Militantes do Partido Democrata Cristão do Chile, dosPartidos Comunistas europeus, latinos, africanos, doPartido dos Trabalhadores e demais Partidos de esquerdado Brasil.
  10. 10. ENCONTRO COM PESSOAS Exilados políticos pós-68, em Santiago:colombianos, venezuelanos, bolivianos,argentinos, mexicanos, americanos,europeus, brasileiros. Exilados políticos latinos e africanos naSuiça. 1970: militantes comunistas de BerlimOriental.
  11. 11. ENCONTRO COM PESSOAS Militantes dos movimentos de libertação na África (MPLA, PAIGC, FRELIMO, África do Sul) e América Central. Militantes do Movimento de libertação da África do Sul na Suíça e nos EUA. Trabalhadores imigrantes portugueses discriminados na Alemanha. Militantes dos movimentos negro e religioso de doze estados - EUA.
  12. 12. FREIRE E OUTROS EDUCADORES O que Freire e tantos outros educadores perceberam é que estava na hora de levantar a cabeça, conversar olho no olho, superar qualquer constrangimento ou embaraço relativo à pobreza de nossos povos. Adotar uma postura de altivez e reformular a tradicional forma de ensinar que apenas reproduzia conteúdos e não legava instrumentos reais para o exercício pleno da liberdade.
  13. 13. PRINCIPAIS OBRAS:1965: Educação como prática da liberdade (Santiago / Chile)1968: Pedagogia do Oprimido (Santiago / Chile)1992:Pedagogia da Esperança (São Paulo / Brasil)1997: Pedagogia da Autonomia (São Paulo / Brasil)
  14. 14. PRINCIPAIS OBRAS- A importância do ato de ler em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez Editora, 1982. - A educação na cidade. São Paulo: Cortez Editora, 1991. - Pedagogia da esperança. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1992. - Política e educação. São Paulo: Cortez Editora, 1993. - Cartas a Cristina. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1974.- - Educação e mudança. São Paulo: Editora Paz e Terra, 1979.
  15. 15. PRINCIPAIS OBRAS- À sombra desta mangueira. São Paulo:Editora Olho d’Água, 1995.- Pedagogia da autonomia. São Paulo:Editora Paz e Terra, 1997.- Mudar é difícil, mas é possível (Palestraproferida no SESI de Pernambuco).Recife: CNI/SESI, 1997-b.- PEDAGOGIA da indignação. São Paulo:UNESP, 2000.- Educação e atualidade brasileira. SãoPaulo: Cortez Editora, 2001.
  16. 16. OBRAS IMPORTANTES
  17. 17. PEDAGOGIA DA AUTONOMIA SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA EDUCATIVA Pedagogia da autonomia é um livro que condena as mentalidades fatalistas conformadas com a ideologia imobilizante de que a realidade é assim mesmo, que se pode fazer? Para estes, basta o treino técnico indispensável à sobrevivência. Para Paulo Freire, educar é construir, é libertar o ser humano das cadeias do determinismo neoliberal, reconhecendo que a História é um tempo de possibilidades.
  18. 18. PEDAGOGIA DA AUTONOMIA SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA EDUCATIVA- Em que se discorre acerca da necessidade de ensinar querendo bem aos educandos:“A experiência docente de que a discente não se separa é uma experiência alegre por natureza. É falso também tomar como inconciliáveis seriedades docentes e alegria, como se. a alegria fosse inimiga da rigoridade. Pelo contrário, quanto mais metodicamente rigoroso me torno na minha busca e na minha docência, tanto mais alegre e esperançoso também. A alegria não chega apenas no encontro do achado mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não podem dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria.
  19. 19. PEDAGOGIA DA AUTONOMIA SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA EDUCATIVA É um ensinar a pensar certo como quem fala com a força do testemunho. É um ato comunicante, co-participado, de modo algum produto de uma mente burocratizada. No entanto, toda a curiosidade de saber exige uma reflexão crítica e prática, de modo que o próprio discurso teórico terá de ser aliado à sua aplicação prática
  20. 20. PEDAGOGIA DA AUTONOMIA SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA EDUCATIVA O desrespeito à educação, aos educandos, aos educadores e às educadoras corrói ou deteriora em nós, de um lado, a sensibilidade ou a abertura ao bem querer da própria prática educativa de outro, a alegria necessária ao que fazer docente. É digna de nota a capacidade que tem a experiência pedagógica para despertar, estimular e desenvolver em nós o gosto de querer bem e o gosto da alegria sem a qual a prática educativa perde o sentido”.
  21. 21. PEDAGOGIA DA AUTONOMIA SABERES NECESSÁRIOS À PRÁTICA EDUCATIVA Não há Docência sem Discência Ensinar Não é Transmitir Conhecimento Ensinar é uma Especificidade Humana Só pode ensinar certo quem pensa certo, mesmo que às vezes, pense errado. Ensinar, aprender e pesquisar Ensinar exige pesquisa Não há ensino sem pesquisa, nem pesquisa sem ensino. Ensinar exige respeito aos saberes do educando Ensinar exige criticidade Entre o saber feito de pura experiência e o resultante dos procedimentos metodicamente rigorosos,
  22. 22. A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER “A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto”. (A Importância do Ato de Ler)
  23. 23. A PEDAGOGIA DA LIBERTAÇÃO•A Pedagogia da Libertação, estaintimamente relacionada com avisão marxista do Terceiro Mundo edas consideradas classes oprimidas natentativa de elucidá-las e conscientizá-laspoliticamente.
  24. 24. A PEDAGOGIA DA LIBERTAÇÃO As suas maiores contribuições foram no campo da educação popular para a alfabetização e a conscientização política de jovens e adultos operários, chegando a influenciar em movimentos como os das Comunidades Eclesiais de Base ( CEB). A obra de Freire não se limita a esses campos, tendo alcance mais amplo, pelo menos para a tradição de educação marxista, incorporando o conceito básico de que não existe educação neutra. Segundo a visão de Freire, todo ato de educação é um ato político.
  25. 25. CUIDADO ESCOLA
  26. 26. “CUIDADO, ESCOLA!” Paulo Freire organiza uma leitura crítica, irônica e bem-humorada da escola tendo o apoio da arte dos cartunistas e quadrinistas e a assessoria de outros educadores para apresentar idéias de fundamental importância quanto à realidade da educação brasileira.
  27. 27. PEDAGOGIA DA ESPERANÇA Segundo Paulo Freire, a educação é uma prática política tanto quanto qualquer prática política é pedagógica. Não há educação neutra. Toda educação é um ato político. Assim, sendo, os educadores necessitam construir conhecimentos com seus alunos tendo como horizonte um projeto político de sociedade. Os professores, são, portanto, profissionais da pedagogia da política, da pedagogia da esperança.
  28. 28. PEDAGOGIA DA INDIGNAÇÃO Foi organizado pela esposa Ana Maria Freire contendo cartas que foram intituladas como “Cartas Pedagógicas”.
  29. 29. POLÍTICA E EDUCAÇÃO Neste livro, Freire constitui uma das suas mais importantes reflexões enquanto pensador da educação. Nos textos reunidos, as marcas do anti- dogmático enfatiza a importância da educação através de um convite à reflexão político- pedagógica – escritos no decorrer de 1992 e discutidos em reuniões realizadas tanto no Brasil quanto em outros país
  30. 30. EDUCAÇÃO COMO PRÁTICA DA LIBERDADE o autor expõe o método de alfabetização de adultos de maneira minuciosa, contextualizando historicamente a proposta e expondo seus pressupostos filosóficos e políticos. A Sociedade Brasileira em Transição Sociedade Fechada e Inexperiência Democrática Educação “Versus” Massificação Educação e Conscientização na opinião de Paulo Freire, o que se sente, dia a dia, é o homem simples esmagado, diminuído e acomodado, dirigido pelo poder dos mitos que forças sociais poderosas criam para ele. É o homem assustado, temendo a convivência e até duvidando da sua possibilidade, ao lado do medo da solidão, que se alonga como “medo da liberdade”.
  31. 31. AÇÃO CULTURAL PARA A LIBERDADE E OUTROS ESCRITOS “Seu objetivo não é fazer a descrição de algo a ser memorizado. (..) É problematizar situações. É necessário que os textos sejam em si um desafio e como tal sejam tomados pelos educandos (..).” Abordando uma concepção de ser humano enquanto trabalhador de uma ação transformadora. Busca demonstrar a importância não de uma concepção mecanicista, mas crítica da realidade. Assim o processo de alfabetização não se reduz apenas ao Ba, Be, Bi Bo, Bu, mas a um processo político de conscientização.
  32. 32. EXTENSÃO OU COMUNICAÇAO? O homem, como um ser de relações, transforma a natureza com seu trabalho. O resultado da transformação, que se separa do homem, constitui seu mundo. Esse mundo é chamado de estrutura vertical. Ele não existiria se não fosse um mundo de comunicabilidade. A intersubjetividade ou a intercomunicação é a característica primordial desse mundo. Pela intersubjetividade se estabelece a comunicação entre os sujeitos a propósito do objeto. As quatro relações constitutivas do conhecimento: gnosiológica, lógica, histórica e dialógica.
  33. 33. EXTENSÃO E COMUNICAÇÃO A comunicação implica numa reciprocidade que não pode ser interrompida.  Não é possível compreender o pensamento fora de sua dupla função:cognoscitiva e comunicativa.  Comunicar é comunicar-se em torno do significado significante.  Na comunicação não há sujeitos passivos.  Os sujeitos co-intencionados ao objeto de seu poder se comunicam seu conteúdo.  O que caracteriza a comunicação enquanto este comunicar comunicando-se, é que ela é diálogo. 
  34. 34. MEDO E OUSADIA O COTIDIANO DO PROFESSOR Trabalham com as angústias cotidianas do professor na experimentação da pedagogia do diálogo, nas mudanças de atitudes práticas e teóricas que a escolha dessa concepção de educação implica.É um estímulo, ao fornecer respostas e sugerir soluções às questões do dia-a-dia.
  35. 35. MEDO E OUSADIA O que é ensino libertador? Como os professores se transformam em educadores libertadores? Como começam a transformar os estudantes? De que modo a educação se relaciona com a transformação política? Essas e outras perguntas são tratadas em Medo e ousadia: o cotidiano do professor. Esse diálogo vibrante de Paulo Freire com Ira Shor mostra que é possível aplicar um modelo pedagógico transformador a partir da democratização do espaço de ensino e da constante motivação do aluno à reflexão. Duas experiências distintas, duas opiniões discutidas e apresentadas. Uma verdadeira aula sobre pedagogia e construção de um ambiente de ensino democrático e inovador.
  36. 36. EDUCAÇÃO E MUDANÇA Escrito originalmente em espanhol e publicado pela primeira vez no Brasil em 1979. Educação e mudança coincide com o retorno de Paulo Freire ao país e é uma crítica aberta ao falso dilema "humanismo X tecnologia". Nos quatro estudos que formam este livro e que abordam os mais diferentes aspectos da relação do homem e seu estar no mundo, vemos como o compromisso com a própria realidade, isto é, a impossibilidade de se assumir uma posição neutra perante o mundo, é peça-chave para que educadores e educandos se insiram na sociedade e possam transformá-la.
  37. 37. EDUCAÇÃO E MUDANÇA destaca-se pela objetividade pela qual o educador expõe suas idéias e método relevantes à alfabetização de adultos, cujo mesmo construiu com base em experiências da sua práxis (ação- reflexão) educacional.
  38. 38. OBRAS COMO: Pedagogia do Oprimido, Educação como Prática da Liberdade, A Importância do Ato de Ler, Pedagogia da Autonomia, Ação Cultural para a Liberdade, Educação e Mudança, Aprendendo com a própria Historia, entre outras, Levaram adiante a retórica dialética e fenomenológica de Paulo Freire e serviram como voz e bandeira para povos que se sentiam oprimidos e relegados ao esquecimento e ao abandono
  39. 39. PEDAGOGIA DO OPRIMIDO 1967 - Chile - Santiago Férias de julho (15 dias) - escreveu três capítulos. 1968 - outono - 1ª edição em inglês, espanhol, italiano, francês e alemão. 1970 - remeteu o texto para Fernando Gasparian, diretor da Editora Paz e Terra, pela gentileza do professor Jean Ziegler, da Universidade de Genebra. 1975 - 1ª publicação em português no Brasil . - FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
  40. 40. REFERÊNCIAS NA PEDAGOGIA DO OPRIMIDOFilósofos: Hegel, José Luiz Fiori,Erich Fromm, Herbert Marcuse,Simone de Beauvoir, Jean-PaulSartre, Edmund Husserl, ErnaniMaria Fiori, Lucien Goldman, MartinBuber.
  41. 41. REFERÊNCIAS NA PEDAGOGIA DO OPRIMIDO Marxistas: Karl Marx, Friederich Engels, Rosa de Luxemburgo, George Lukacs, Mao-Tse-Tung, Frantz Fanon, Albert Memmi, Régis Debret,Álvaro Vieira Pinto, Ernesto Che Guevara, Karel KosiK, Lenine, Fidel Castro, Louis Althusser Católicos: São Gregório de Nissa, Pierre Furter, Camilo Torres.
  42. 42. REFERÊNCIAS NA PEDAGOGIA DO OPRIMIDO Sociólogos: Francisco Wefort, Wright Mills. Economistas: André Nicolai. Político: Getúlio Vargas. Escritor: Guimarães Rosa.
  43. 43. PEDAGOGIA DO OPRIMIDO“Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão.” (p.52)“Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.” (p.68)
  44. 44. PEDAGOGIA DO OPRIMIDO“ A educação autêntica, repitamos, não se faz de A para B ou de A sobre B, mas de A com B, mediatizados pelo mundo.” (p.84)- A pedagogia do oprimido tem por base o diálogo, necessidade ontológica do ser humano
  45. 45. DESTAQUES Classe Social Movimentos SociaisSubjetividade e Conscientização Educação Popular Tecnologia Auto-Crítica
  46. 46. SER APRENDIZ ORGÂNICO CÓSMICO ESPÉCIE CIDADÃO TRABALHADOR CRIADOR RAÍZESANGELIM, M.L.P. A Teleducação nos tempos da internet. In MELO, J. M. et al (orgs.)Educomídia, alavanca da cidadania: o legado utópico de Mário Kaplún. São BernardoCampo: Cátedra UNESCO: Universidade Metodista de São Paulo,2006.
  47. 47. QUATRO PILARES DA EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXIAprender a ConhecerAprender a FazerAprendera Viver Juntos, a Vivercom os OutrosAprender a Ser BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA. Relatório Delors. Brasília: UNESCO, 1996.
  48. 48. REDE ANGELIM, M.L.P. Educar é descobrir - um estudo observacional exploratório. Brasília. Universidade de Brasília (dissertação de mestrado), 1988. 2v.
  49. 49. CTAR Group. A distance education alternative: work community/online learning. In LITTO F.M.&MARTHOS, B.R. (Orgs.) Distance learning in Brazil: Best Practices 2006.1.ed.-São Paulo:Pearson Prentice Hall, 2006.
  50. 50. VISÃO ESTRATÉGICAINDIVIDUAL E COLETIVOCAPITALISMO OU SOCIALISMOMERCADO OU SOCIEDADE SUSTENTÁVEL
  51. 51.  Bibliotecas Públicas Jornais Comunitários Correio Postal Escolar Telecentros Rádio-escolas Públicas Rádios Comunitárias Cooperativas de Produção Gráfica Cooperativas de Produção de Vídeo Cooperativas de Produção de software livre e páginas web Rede Pública de TV com programas regionais interativos Teatro Cinema
  52. 52. A AUTOFORMAÇÃO UMA PERSPECTIVATRANSPESSOAL, TRANSDISCIPLINAR ETRANSCULTURAL GALVANI, Pascal. A autoformação, uma perspectiva transpessoal, transdisciplinar e transcultural. In Educação e Transdisciplinaridade, II/coordenação executiva do CETRANS. São Paulo: TRIOM, 2002.
  53. 53. FINAL DO TRA BALHO Com essas palavras lembro e ressalto a necessidade de uma atitude propositiva, empreendedora, transformadora e que necessariamente não perca jamais a ternura necessária ao trabalho pedagógico e o foco humano que temos que manter a qualquer custo em nossa prática de educadores Concordo totalmente com Paulo Freire que "a leitura do mundo precede a leitura da palavra", pois aprender a ler é antes de mais nada aprender a ler o mundo, construindo os mais variados sentidos, diante das variadas situações da vida, compreendendo o seu contexto e não uma simples decodificação e manipulação mecânica de palavras, mas sim, uma relação dinâmica que vincula linguagem e realidade
  54. 54. Links- Instituto Paulo Freirehttp://www.paulofreire.org- Biblioteca Digital Paulo Freirehttp://www.paulofreire.ufpb.br- Projeto Memória - Paulo Freirehttp://www.projetomemoria.art.br/- Portal dos Fóruns de EJAhttp://forumeja.org.br- TV Escola - Programa Salto para o Futuro - Série BrasilAlfabetizado em Movimento http://www.tvebrasil.com.br/salto- Transdisciplinaridadehttp://www.redebrasileiradetransdisciplinaridade.net/

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