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Transportes Rodoviários

Trabalho da disciplina de Tecnologia, Transportes e Comunicações, elaborado por Miguel Matos (Baco), Gonçalo Frazão (Cowboy), Hugo Rolão (Frota) e Ricardo Alves (Piríscas)

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Transportes Rodoviários

  1. 1. Transportes Rodoviários Tecnologias, Transportes e Comunicações
  2. 2. Transportes Rodoviários <ul><li>Transporte pode ser definido como o transporte de pessoas e mercadorias de um local para outro. </li></ul><ul><li>São divididos em: Veículos </li></ul><ul><li>Infra-estruturas </li></ul>
  3. 3. Infra-estruturas e Veículos <ul><li>De acordo com o Plano Rodoviário Nacional (PRN2000), as Infra-estruturas são: </li></ul><ul><li>Itinerários Principais (IP's) </li></ul><ul><li>Itinerários Complementares (IC's) </li></ul><ul><li>Os Veículos podem ser: </li></ul><ul><li>Automóveis, autocarros, camiões, motorizadas, bicicletas, entre outros. </li></ul>
  4. 4. Normativas <ul><li>Comunitárias </li></ul><ul><li>Tratado de Roma (1958) </li></ul><ul><li>Tratado de Mastricht (1992) </li></ul><ul><li>Livro Branco dos Transportes (2001) </li></ul><ul><li>Nacionais </li></ul><ul><li>Plano Rodoviário Nacional (2000) </li></ul>
  5. 5. Livro Branco <ul><li>Harmonizar os tempos de condução com um máximo, em média, de 48 horas por semana (excepto para os motoristas independentes). </li></ul><ul><li>Aproximar as regras nacionais incidentes na proibição de circulação de pesados ao fim-de-semana. </li></ul><ul><li>Adoptar um certificado de motorista que permita verificar a regularidade da situação laboral do motorista. </li></ul><ul><li>Desenvolver a formação profissional. </li></ul><ul><li>Promover a uniformidade da legislação no domínio dos transportes rodoviários. </li></ul><ul><li>(continua…) </li></ul>
  6. 6. Livro Branco <ul><li>Harmonizar as sanções e as condições de imobilização dos veículos. </li></ul><ul><li>Aumentar o número de controlos. </li></ul><ul><li>Incentivar os intercâmbios de informação. </li></ul><ul><li>Reforçar a segurança rodoviária a fim de reduzir a metade o número de mortes até 2010. </li></ul><ul><li>Assegurar uma fiscalidade harmonizada do combustível profissional para o transporte rodoviário, reduzindo as distorções da concorrência no mercado liberalizado do transporte rodoviário. </li></ul>
  7. 7. Segurança Rodoviária <ul><li>Na União Europeia: </li></ul><ul><li>1 300 000 acidentes com danos pessoais </li></ul><ul><li>40 000 mortos </li></ul><ul><li>1 700 000 feridos </li></ul><ul><li>160 mil milhões de euros(2% do PIB) </li></ul><ul><li>9ª causa de morte </li></ul>
  8. 8. Principais causas <ul><li>Excesso de velocidade </li></ul><ul><li>Consumo de álcool </li></ul><ul><li>Não utilização dos cintos de segurança </li></ul><ul><li>Protecção insuficiente </li></ul><ul><li>Existência de pontos negros </li></ul><ul><li>Desrespeito dos tempos de condução e de repouso para os condutores profissionais </li></ul><ul><li>Má visibilidade </li></ul>
  9. 9. Segurança Rodoviária em Portugal <ul><li>Em matéria de acidentes rodoviários a sua gravidade é superior em 50 % à média da EU </li></ul><ul><li>Estima-se que morram aproximadamente 4 pessoas por dia </li></ul><ul><li>3 500 milhões de euros/ano </li></ul>
  10. 10. Estatísticas da sinistralidade
  11. 11. Estatísticas da sinistralidade
  12. 12. Estatísticas da sinistralidade
  13. 13. Estatísticas da sinistralidade
  14. 14. Medidas de prevenção <ul><li>Identificação de pontos negros </li></ul><ul><li>Medidas de emprego resposta a esses pontos negros </li></ul><ul><li>Reforço das medidas de prevenção e vigilância </li></ul><ul><li>Assegurar um elevado nível de prontidão dos meios de socorro na área do pré-hospitalar </li></ul><ul><li>Manter a população informada </li></ul><ul><li>Estabelecer uma colaboração activa com as entidades oficiais </li></ul>
  15. 15. Transporte de Matérias Perigosas por Via Rodoviária <ul><li>Matérias Perigosas: </li></ul><ul><li>“ Matérias que devido à sua inflamabilidade, eco toxicidade, corrosibilidade ou radioactividade, por meio de derrame, emissão, incêndio ou explosão podem provocar situações com efeitos negativos para o Homem e para o Ambiente. ” </li></ul>
  16. 16. Transporte de Matérias Perigosas <ul><li>Em Portugal 10% das mercadorias transportadas são matérias perigosas </li></ul><ul><li>Destes 10%, 70% são combustíveis líquidos e gasosos </li></ul><ul><li>Este cenário tende a vir a aumentar, pois existe a necessidade, cada vez maior, de transportar produtos de uns locais para outros </li></ul>
  17. 17. Requisitos de segurança <ul><li>Existe uma classificação especial, que estabelece disposições sistematizadas a nível da etiquetagem das embalagens, sinalização de veículos e fichas de segurança </li></ul><ul><li>Os veículos apresentam dupla sinalização – painéis cor de laranja </li></ul>
  18. 18. Tipos de transporte <ul><li>Podem ser transportadas em: </li></ul><ul><li>Camiões cisterna </li></ul><ul><li>Camiões de carga geral (de lona) </li></ul><ul><li>Contentores </li></ul><ul><li>Camiões frigoríficos </li></ul><ul><li>Estruturas especialmente concebidas para o transporte de botijas </li></ul><ul><li>Camiões basculantes para transporte de material a granel </li></ul>
  19. 19. Centros de carga
  20. 20. Centros de carga
  21. 21. Acidentes com matérias Perigosas <ul><li>Em 1999 registaram-se 107 acidentes </li></ul><ul><li>Em 2000 registaram-se 110 acidentes </li></ul>
  22. 22. Restrições à circulação <ul><li>Não podem circular dentro de localidades, excepto em caso de carga ou descarga e/ou não haver alternativa à circulação </li></ul><ul><li>É interdita a sua circulação em determinados períodos de tempo e em estradas definidas pela Portaria n.º 331-B/98, entre as 18 e as 21 horas de sextas-feiras, de domingos, de feriados nacionais e de vésperas de feriados nacionais </li></ul>
  23. 23. Conclusão <ul><li>Existe um grave problema estrutural no que se refere á segurança rodoviária </li></ul><ul><li>É perigoso circular nas nossas estradas </li></ul><ul><li>Não cumprindo as normas de uma correcta condução estamos a agravar a situação que existe actualmente </li></ul><ul><li>A implementação do Livro Branco já se fez sentir com a visível diminuição de o número de acidentes e mortes de 2005 para 2006, mas muito aquém das metas pretendidas até 2010 </li></ul>

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