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Plantas invasoras no Palácio Pimenta

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Apresentação feita por Elizabete Marchante na formação sobre Plantas invasoras no Palácio Pimenta, no dia 21 de Maio de 2018, no Museu de Lisboa, em Lisboa.

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Plantas invasoras no Palácio Pimenta

  1. 1. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Plantas invasoras no Palácio Pimenta Elizabete Marchante
  2. 2. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Resumo Manhã 1- Introdução/contextualização 2- Principais plantas invasoras em Portugal e no Palácio Pimenta - Identificação e controlo Tarde Demonstração prática
  3. 3. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt 1- Introdução ao tema das invasões biológicas por plantas: terminologia, impactes...
  4. 4. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt O que são? • Plantas NATIVAS (≈ espontâneas, indígenas, autóctones) • Plantas EXÓTICAS (≈ introduzidas, alóctones) Richardson et al., 2000, Div & Dist. 6: 93-107 Pyšek et al., 2004, Taxon, 53(1): 131-143
  5. 5. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Richardson et al., 2000, Div & Dist. 6: 93-107 Pyšek et al., 2004, Taxon, 53(1): 131-143 O que são? Planta INVASORA Planta INFESTANTE 5 NEM TODAS AS EXÓTICAS SÃO INVASORAS
  6. 6. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Crescimento muito rápido Principais características Menos de 2 anos!Menos de 8 meses, com muitos cortes!
  7. 7. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Produção de numerosas sementes, algumas com grande longevidade no solo, e/ou estratégias de dispersão eficazes Principais características
  8. 8. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Produção de numerosas sementes, algumas com grande longevidade no solo, e/ou estratégias de dispersão eficazes Principais características
  9. 9. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Boas competidoras por recursos (água, luz, nutrientes, espaço, etc.) Principais características
  10. 10. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Boas competidoras por recursos (água, luz, nutrientes, espaço, etc.) Principais características
  11. 11. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Ausência de inimigos naturais Principais características
  12. 12. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Reprodução vegetativa muito eficiente Principais características
  13. 13. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Espécies adaptadas e favorecidas pelo fogo: germinação de sementes e/ou rebentamento de touças Principais características Francisco Caetano
  14. 14. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt
  15. 15. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Grande distribuição na região de origem Algumas destas características contribuem para o comportamento invasor de algumas plantas exóticas Muitas destas características são as que procuramos nas espécies para utilizar como ornamentais ou para fins florestais... Invasão! Principais características
  16. 16. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt E quais os impactes que as plantas invasoras promovem? Porque são uma ameaça?
  17. 17. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Ecológicos – ameaça à biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas (competição com espécies nativas, alteração dos ciclos de nutrientes, água, etc.) – impactes nos serviços dos ecossistemas (alimentos, fornecimento de água e recursos diversos, regulação do clima, cheias, doenças, etc.) – alteração/uniformização dos ecossistemas/paisagens – alteração dos regimes de fogo – alteração das cadeias ecológicas/alimentares • Económicos (Europa: > 12 000 milhões €/ano, EC 2008): – produtividade - espécies que invadem áreas agrícolas, florestais ou piscícolas (aquáticas), pragas, epidemias, etc. – gestão e controlo de invasoras e recuperação de sistemas invadidos – turismo, etc. Impactes das plantas invasoras
  18. 18. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Ecológicos – ameaça à biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas (competição com espécies nativas, alteração dos ciclos de nutrientes, água, etc.) – impactes nos serviços dos ecossistemas (alimentos, fornecimento de água e recursos diversos, regulação do clima, cheias, doenças, etc.) – alteração/uniformização dos ecossistemas/paisagens – alteração dos regimes de fogo – alteração das cadeias ecológicas/alimentares • Económicos (Europa: > 12 000 milhões €/ano, EC 2008): – produtividade - espécies que invadem áreas agrícolas, florestais ou piscícolas (aquáticas), pragas, epidemias, etc. – gestão e controlo de invasoras e recuperação de sistemas invadidos – turismo, etc. Impactes das plantas invasoras
  19. 19. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Ecológicos – ameaça à biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas (competição com espécies nativas, alteração dos ciclos de nutrientes, água, etc.) – impactes nos serviços dos ecossistemas (alimentos, fornecimento de água e recursos diversos, regulação do clima, cheias, doenças, etc.) – alteração/uniformização dos ecossistemas/paisagens – alteração dos regimes de fogo – alteração das cadeias ecológicas/alimentares • Económicos (Europa: > 12 000 milhões €/ano, EC 2008): – produtividade - espécies que invadem áreas agrícolas, florestais ou piscícolas (aquáticas), pragas, epidemias, etc. – gestão e controlo de invasoras e recuperação de sistemas invadidos – turismo, etc. Impactes das plantas invasoras Célia Laranjeira
  20. 20. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Ecológicos – ameaça à biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas (competição com espécies nativas, alteração dos ciclos de nutrientes, água, etc.) – impactes nos serviços dos ecossistemas (alimentos, fornecimento de água e recursos diversos, regulação do clima, cheias, doenças, etc.) – alteração/uniformização dos ecossistemas/paisagens – alteração dos regimes de fogo – alteração das cadeias ecológicas/alimentares • Económicos (Europa: > 12 000 milhões €/ano, EC 2008): – produtividade - espécies que invadem áreas agrícolas, florestais ou piscícolas (aquáticas), pragas, epidemias, etc. – gestão e controlo de invasoras e recuperação de sistemas invadidos – turismo, etc. Impactes das plantas invasoras Herbário UA
  21. 21. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Ecológicos – ameaça à biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas (competição com espécies nativas, alteração dos ciclos de nutrientes, água, etc.) – impactes nos serviços dos ecossistemas (alimentos, fornecimento de água e recursos diversos, regulação do clima, cheias, doenças, etc.) – alteração/uniformização dos ecossistemas/paisagens – alteração dos regimes de fogo – alteração das cadeias ecológicas/alimentares • Económicos (Europa: > 12 000 milhões €/ano, EC 2008): – produtividade - espécies que invadem áreas agrícolas, florestais ou piscícolas (aquáticas), pragas, epidemias, etc. – gestão e controlo de invasoras e recuperação de sistemas invadidos – turismo, etc. Impactes das plantas invasoras Vitor Carvalho
  22. 22. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Ecológicos – ameaça à biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas (competição com espécies nativas, alteração dos ciclos de nutrientes, água, etc.) – impactes nos serviços dos ecossistemas (alimentos, fornecimento de água e recursos diversos, regulação do clima, cheias, doenças, etc.) – alteração/uniformização dos ecossistemas/paisagens – alteração dos regimes de fogo – alteração das cadeias ecológicas/alimentares • Económicos (Europa: > 12 000 milhões €/ano, EC 2008): – produtividade - espécies que invadem áreas agrícolas, florestais ou piscícolas (aquáticas), pragas, epidemias, etc. – gestão e controlo de invasoras e recuperação de sistemas invadidos – turismo, etc. Impactes das plantas invasoras Francisco Caetano
  23. 23. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Ecológicos – ameaça à biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas (competição com espécies nativas, alteração dos ciclos de nutrientes, água, etc.) – impactes nos serviços dos ecossistemas (alimentos, fornecimento de água e recursos diversos, regulação do clima, cheias, doenças, etc.) – alteração/uniformização dos ecossistemas/paisagens – alteração dos regimes de fogo – alteração das cadeias ecológicas/alimentares • Económicos (Europa: > 12 000 milhões €/ano, EC 2008): – produtividade - espécies que invadem áreas agrícolas, florestais ou piscícolas (aquáticas), pragas, epidemias, etc. – gestão e controlo de invasoras e recuperação de sistemas invadidos – turismo, etc. Impactes das plantas invasoras
  24. 24. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Ecológicos – ameaça à biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas (competição com espécies nativas, alteração dos ciclos de nutrientes, água, etc.) – impactes nos serviços dos ecossistemas (alimentos, fornecimento de água e recursos diversos, regulação do clima, cheias, doenças, etc.) – alteração/uniformização dos ecossistemas/paisagens – alteração dos regimes de fogo – alteração das cadeias ecológicas/alimentares • Económicos (Europa: > 12 000 milhões €/ano, EC 2008): Impactes das plantas invasoras
  25. 25. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Ecológicos – ameaça à biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas (competição com espécies nativas, alteração dos ciclos de nutrientes, água, etc.) – impactes nos serviços dos ecossistemas (alimentos, fornecimento de água e recursos diversos, regulação do clima, cheias, doenças, etc.) – alteração/uniformização dos ecossistemas/paisagens – alteração dos regimes de fogo – alteração das cadeias ecológicas/alimentares • Económicos (Europa: > 12 000 milhões €/ano, EC 2008): – produtividade - espécies que invadem áreas agrícolas, florestais ou piscícolas (aquáticas), pragas, epidemias, etc. Impactes das plantas invasoras (1)
  26. 26. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Ecológicos – ameaça à biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas (competição com espécies nativas, alteração dos ciclos de nutrientes, água, etc.) – impactes nos serviços dos ecossistemas (alimentos, fornecimento de água e recursos diversos, regulação do clima, cheias, doenças, etc.) – alteração/uniformização dos ecossistemas/paisagens – alteração dos regimes de fogo – alteração das cadeias ecológicas/alimentares • Económicos (Europa: > 12 000 milhões €/ano, EC 2008): – produtividade - espécies que invadem áreas agrícolas, florestais ou piscícolas (aquáticas), pragas, epidemias, etc. – gestão e controlo de invasoras e recuperação de sistemas invadidos Impactes das plantas invasoras (1)
  27. 27. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Ecológicos – ameaça à biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas (competição com espécies nativas, alteração dos ciclos de nutrientes, água, etc.) – impactes nos serviços dos ecossistemas (alimentos, fornecimento de água e recursos diversos, regulação do clima, cheias, doenças, etc.) – alteração/uniformização dos ecossistemas/paisagens – alteração dos regimes de fogo – alteração das cadeias ecológicas/alimentares • Económicos (Europa: > 12 000 milhões €/ano, EC 2008): – produtividade - espécies que invadem áreas agrícolas, florestais ou piscícolas (aquáticas), pragas, epidemias, etc. – gestão e controlo de invasoras e recuperação de sistemas invadidos – turismo de natureza, etc. Impactes das plantas invasoras (1)
  28. 28. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Diminuição disponibilidade água nos lençóis freáticos – espécies muito exigentes no seu consumo, quer pelas suas características, quer pelas densidades elevadas que atingem • Impactes na saúde pública – espécies tóxicas, “cortantes”, que provocam doenças, alergias, ou funcionam como vectores de pragas Impactes das plantas invasoras
  29. 29. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Diminuição disponibilidade água nos lençóis freáticos – espécies muito exigentes no seu consumo, quer pelas suas características, quer pelas densidades elevadas que atingem • Impactes na saúde pública – espécies tóxicas, “cortantes”, que provocam doenças, alergias, ou funcionam como vectores de pragas Impactes das plantas invasoras
  30. 30. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Diminuição disponibilidade água nos lençóis freáticos – espécies muito exigentes no seu consumo, quer pelas suas características, quer pelas densidades elevadas que atingem • Impactes na saúde pública – espécies tóxicas, “cortantes”, que provocam doenças, alergias, ou funcionam como vectores de pragas Impactes das plantas invasoras
  31. 31. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Estética da paisagem… • Impactes socioculturais • “Festa da mimosa” (década 70 a 1988)… • Safaris fotográficos • Aproveitamento para lenha, cestaria, etc. • … Impactes das plantas invasoras
  32. 32. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Estética da paisagem… Impactes das plantas invasoras
  33. 33. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Estética da paisagem… Impactes das plantas invasoras
  34. 34. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Estética da paisagem… • Impactes socioculturais • “Festa da mimosa” (década 70 a 1988)… • Safaris fotográficos Impactes das plantas invasoras (3)
  35. 35. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Estética da paisagem… • Impactes socioculturais • “Festa da mimosa” (década 70 a 1988)… • Safaris fotográficos • Aproveitamento para lenha, cestaria, etc. Impactes das plantas invasoras
  36. 36. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt • Estética da paisagem… • Impactes socioculturais • “Festa da mimosa” (década 70 a 1988)… • Safaris fotográficos • Aproveitamento para lenha, cestaria, etc. • … Impactes das plantas invasoras As espécies invasoras são uma das maiores ameaças ao bem-estar ambiental e económico do planeta GISP (Global Invasive Species Programme)
  37. 37. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Plantas invasoras – SITUAÇÃO EM PORTUGAL • Ca. 3300 espécies NATIVAS • Ca. 670 espécies EXÓTICAS; destas, ca. 40 são INVASORAS 0 200 400 600 800 Exóticas (casuais + naturalizadas + invasoras) Potencial desconhecido Com potencial invasor (casuais + naturalizadas) Invasoras Marchante et al 2014, Almeida e Freitas 2012 ?
  38. 38. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Legislação – Decreto-Lei n.º 565/99 Introdução intencional de espécies exóticas na natureza Exceções “económicas” - agricultura, horticultura, interesse zootécnico (DL n.º 28039, 14-09-1937 DL n.º165/74, 22 de abril DL n.º 205/2003, 12 de setembro Despacho 20194/2009; nº 4, artigo 19º, DL 16/2009, 14 janeiro) Regulamento (UE) Nº 1143/2014 de 22 Outubro 2014 Regulamento de Execução (UE) nº 2016/1141, de 13 julho 
  39. 39. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Acacia dealbata Link Acacia karroo Hayne Acacia longifolia (Andrews) Willd. Acacia mearnsii De Wild. Acacia melanoxylon R. Br. Acacia pycnantha Bentham Acacia retinodes Schlecht. Acacia cyanophylla Lindl Ailanthus altissima (Mill.) Swingle Arctotheca calendula (L.) Levyns Azolla filiculoides Lam. Carpobrotus edulis (L.) N. E. Br. Conyza bonariensis (L.) Cronq. Datura stramonium L. Eichhornia crassipes (Mart.) Solms Elodea canadensis Michx Erigeron karvinskianus DC. Eryngium pandanifolium Cham. & Schlecht. Galinsoga parviflora Cav. Hakea salicifolia (Vent.) B.L. Burtt Hakea sericea Schrader Ipomoea acuminata (Vahl) Roemer & Schultes Myriophyllum brasiliense Cambess. Oxalis pes-caprae L. Pittosporum undulatum Vent. Robinia pseudoacacia L. Senecio bicolor (Willd.) Tod. subsp. cineraria (DC.) Chater Spartina densiflora Brongn. Tradescantia fluminensis Velloso Cortaderia selloana (J. A. & J. H. Schultes) Aschers & Graebner. Arundo donax L. Opuntia spp. Legislação – Decreto-Lei n.º 565/99 (Anexo I)
  40. 40. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt 2- Principais plantas invasoras em Portugal e no Palácio Pimenta - Identificação e controlo - Invasoras.pt
  41. 41. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt mimosa (Acacia dealbata) – Austrália Invade principalmente vales e zonas montanhosas, margens de cursos de água e vias de comunicação
  42. 42. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Mimosa (Acacia dealbata)
  43. 43. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt acácia-negra (Acacia mearnsii) – Austrália Invade principalmente áreas perturbadas, margens de linhas de água e áreas urbanas
  44. 44. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt austrália (Acacia melanoxylon) – Austrália Invade principalmente vales e zonas montanhosas, margens de cursos de água e vias de comunicação
  45. 45. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Austrália (Acacia melanoxylon) Controlo semelhante a mimosa, mas: - Descasques mais difíceis - Pulverizações menos eficientes
  46. 46. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Vídeo
  47. 47. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Vídeo
  48. 48. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt controlo de continuidade: arranque; deixar crescer e descascar; cortes sucessivos; dependendo dos locais, pulverização com fitocida. Germinação: arranque, corte com motorroçadora < 20cm
  49. 49. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt acácia-de-espigas (Acacia longifolia) – Austrália Invade principalmente dunas costeiras, cabos e margens de linhas de água
  50. 50. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Controlo biológico – Trichilogaster acaciaelongifoliae
  51. 51. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt acácia-de-espigas (Acacia longifolia)
  52. 52. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Invade principalmente dunas costeiras e margens de vias de comunicação do sul do país. acácia (Acacia saligna) – Austrália
  53. 53. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt falso-incenso (Pittosporum undulatum) – Austrália Invade principalmente laurissilva mediterrânica, temperada e ripícolas (MA), áreas geridas, margens de vias de comunicação e locais ruderais.
  54. 54. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt casuarina (Casuarina equisetifolia) – Ásia e Oceânia Casual com potencial invasor (aqui no jardim), análise de risco dá que tem risco…
  55. 55. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt háquea-picante (Hakea sericea) – Austrália Invade principalmente áreas perturbadas ou semi- naturais, junto a áreas onde foi plantada (e.g., sebes)
  56. 56. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt háquea-picante (Hakea sericea) Corte + fogo controlado, destroçamento, gradagemSementes acumuladas na planta, libertadas quando morre (arde)
  57. 57. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt espanta-lobos (Ailanthus altissima) – China Invade principalmente junto a vias de comunicação, áreas perturbadas, espaços urbanos; tem aumentado em florestas ribeirinhas
  58. 58. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt espanta-lobos (Ailanthus altissima) Injecção de fitocida Injecção de fitocida, por furos ou entalhes (outras espécies)Vídeo
  59. 59. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt robínia (Robinia pseudoacacia) – América do Norte Invade principalmente áreas perturbadas, margens de vias de comunicação e de linhas de água, subcoberto de comunidades arbóreas degradadas,…
  60. 60. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt penachos (Cortaderia selloana) –América doSul Invade principalmente dunas costeiras, margens de vias de comunicação e áreas perturbadas
  61. 61. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt erva-das-pampas (Cortaderia selloana) Arranque; Corte rente + espera + glifosato; remover plumas INÍCIO Setembro para sacos
  62. 62. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt chorão-das-praias (Carpobrotus edulis) – África do Sul Invade principalmente dunas costeiras, cabos e taludes onde foi plantado
  63. 63. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt chorão-das-praias (Carpobrotus edulis) Sementes e propagação vegetativa: Continuidade!
  64. 64. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt canas (Arundo donax) – Ásia temperada? Europa oriental? Invade zonas húmidas (margens de linhas de água, zonas pantanosas…); áreas agrícolas e margens de estradas. Corte + espera + aplicação fitocida; cortes repetidos; arranque de rizomas
  65. 65. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt azedas (Oxalis pes-caprae) – África do Sul Invade principalmente áreas de cultivo e abandonadas
  66. 66. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt erva-da-fortuna (Tradescantia fluminensis) – América do Sul Invade principalmente sítios sombrios e húmidos, comum no sub-coberto de matas geridas, bosques naturais, áreas perturbadas, etc Arranque manual (enrolamento) Vídeo
  67. 67. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt jacinto-de-água (Eichhornia crassipes) – rio Amazonas Invade principalmente canais de irrigação, lagoas e lagoachos
  68. 68. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt vitadínia-das-floristas (Erigeron karvinskianus) – México e Sul da América tropical Invade principalmente muros, fendas de rochas, empedrados e espaços ajardinados perturbados.
  69. 69. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Plantas invasoras aquáticas – detecção precoce
  70. 70. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Elódea-africana (Lagarosiphon major) – África do Sul Invade principalmente habitats de água doce parada ou com pouca corrente, com substratos lodosos ou arenosos
  71. 71. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Sanguinária do Japão (Fallopia japonica) – Ásia (Japão, Coreia e China) Invade principalmente margens de rios e ribeiras e áreas degradadas, no Norte do país.
  72. 72. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt salvina-molesta (Salvinia molesta) – América do Sul Invade principalmente zonas húmidas de água doce, lagoas e ribeiros
  73. 73. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt etc. … plantas potencialmente invasoras… polígono-de-jardim lantana Qual o problema de uma planta sozinha? • mimosa - árvores isoladas • erva-das-pampas - milhares de sementes transportadas pelo vento • árvore-do-céu - muitas sementes e propagação vegetativa •Espécies com comportamento invasor esporádico/começam a dispersar •Espécies Invasoras noutros locais com clima semelhante ao nosso •Espécies de géneros com plantas invasoras •… tempo e estímulos…
  74. 74. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Prevenção + Detecção precoce & Resposta Rápida  erradicação… – Educação e sensibilização ambiental são essenciais – Não usar espécies invasoras – Não introduzir novas sem avaliar potencial invasor Estabelecer PRIORIDADES (espécies, áreas, objectivos, etc.)  áreas em início de invasão, árvores isoladas e pequenos núcleos... devem ser prioridade para controlo Gestão deve considerar SEMPRE controlos de CONTINUIDADE! (sementes numerosas ou com grande longevidade, exemplares que rebentam de touça ou raiz, etc.)  Gestão de áreas invadidas deve ser a médio/longo prazo. PERSISTÊNCIA! Identificação correcta da espécie  metodologias de controlo adequadas  aplicação correcta das metodologias de controlo. Muito importante: monitorizar, avaliar, registar, publicitar! Rever e modificar plano de gestão se necessário! Gestão de Plantas Invasoras (resumido!)
  75. 75. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Gambusia holbrooki Eriocheir sinensis Procambarus clarkii Só para não esquecer… Dryocosmus kuriphilus
  76. 76. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Todos somos intervenientes neste processo. Todos podemos ajudar! “PREVENÇÃO É A MELHOR OPÇÃO” 1. Aprender a identificar as plantas invasoras e NÃO as UTILIZAR 2. Ao comprar plantas, preferir as nativas; se optar por exóticas informar-se sobre o seu caráter invasor 3. Ao passear no campo, verificar que as roupas e sapatos não trazem sementes ou outros propágulos de plantas invasoras 4. Ao limpar os jardins/espaços verdes/terrenos de cultivo, não deitar restos de exóticas na natureza O que podemos fazer?
  77. 77. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt 5. Organizar ou participar em ações de controlo, palestras, atividades de sensibilização, ou outras, sobre plantas invasoras 6. Mapa de avistamentos de plantas invasoras - projeto de Ciência Participativa, disponível em http://invasoras.pt/mapa-de- avistamentos/ 7. Linha SOS Ambiente e Território:808 200 520; sepna@gnr.pt O que podemos fazer?
  78. 78. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt À vossa volta há muitas plantas invasoras que ainda não estão no mapa do INVASORAS.PT! Quem quer ser cidadão-cientista?
  79. 79. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt Mais info em: http://invasoras.pt/desafios_escolas/
  80. 80. Lisboa | 21 Maio 2018 www.invasoras.pt A seguir vamos para o jardim… Mais informação: invasoras.pt https://www.facebook.com/InvasorasPt | https://www.instagram.com/invasoraspt/ emarchante@uc.pt

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