Orientacao sexual

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apresentação sobre orientação sexual

Orientacao sexual

  1. 1. Julho - 2010
  2. 2. JUSTIFICATIVA Anos 80, a demanda por trabalhos na área da sexualidade nas escolas aumentou ... Acreditava-se que as famílias apresentavam resistência à abordagem dessas questões no âmbito escolar. Ignorar, ocultar ou reprimir eram respostas habituais dadas por profissionais da escola, baseados na idéia de que a sexualidade é assunto para ser lidado apenas pela família.
  3. 3. JUSTIFICATIVA Na escola curiosidade que a gravidez de uma professora desperta Queira ou não, a escola intervém de várias formas: - Seja no cotidiano da sala de aula, quando proíbe certas manifestações e permite outras, - Seja quando opta por informar os pais sobre manifestações de seu filho
  4. 4. JUSTIFICATIVA Respeitar o próprio corpo e o dos outros, tratar com objetividade os assuntos íntimos e ter informação para planejar uma vida sexual saudável são pontos importantes para trabalhar a orientação sexual na escola – e em casa. Os primeiros sinais de sexualidade, ao contrário do que muitos pensam, começam a ser manifestados já na primeira infância, com a exploração de objetos pela boca e, depois, do próprio corpo, quando a criança começa a descobrir diferentes sensações.
  5. 5. JUSTIFICATIVA A família  “cuidados” recomendados, expressões, gestos e proibições - carregado dos valores associados à sexualidade. A mídia  imagens eróticas, campanhas educativas, que nem sempre são dirigidas e adequadas as crianças.  essa mescla de mensagens pode acabar produzindo conceitos e explicações tanto errôneos quanto fantasiosos.
  6. 6. JUSTIFICATIVA O trabalho de Orientação Sexual contribui para a prevenção de problemas graves, como: - Abuso sexual - Gravidez indesejada, doenças ... Discussão de questões polêmicas e delicadas, como: - masturbação, iniciação sexual, o “ficar” e o namoro, homossexualidade, aborto, disfunções sexuais, prostituição e pornografia. ...contribui para o bem-estar das crianças, dos adolescentes e dos jovens na vivência de sua sexualidade atual e futura.
  7. 7. O TRABALHO DE ORIENTAÇÃO SEXUAL NA ESCOLA Incluir no seu projeto educativo Abordar os diversos pontos de vista, valores e crenças existentes na sociedade Auxiliar o aluno a construir um ponto de auto- referência por meio da reflexão Orientação Sexual, não substitui nem concorre com a função da família, mas a complementa
  8. 8. No trabalho com crianças, os conteúdos devem também favorecer a compreensão de que o ato sexual é manifestação pertinente à sexualidade de jovens e de adultos, não de crianças. Os jogos sexuais infantis têm caráter exploratório.
  9. 9. RELAÇÃO ESCOLA - FAMÍLIAS Um aliado importante para o êxito da Orientação Sexual na escola. Diferentes famílias constroem suas histórias e desenvolvem crenças e valores muito diversos. Não compete à escola, em nenhuma situação, julgar como certa ou errada a educação que cada família oferece
  10. 10. RELAÇÃO ESCOLA - FAMÍLIAS Situações em que haja violação dos direitos das crianças e dos jovens - violência sexual contra crianças por parte de familiares devem ser comunicadas ao Conselho Tutelar ou autoridade correspondente. A única exceção:
  11. 11. ORIENTAÇÃO SEXUAL COMO TEMA TRANSVERSAL A abordagem da sexualidade no âmbito da educação precisa: -ser clara; para que seja tratada de forma simples e direta; -Ampla; para não reduzir sua complexidade; - flexível; para permitir o atendimento a conteúdos e situações diversas; -Sistemática; para possibilitar aprendizagem e desenvolvimento crescentes.
  12. 12. OBJETIVOS GERAIS A finalidade do trabalho de Orientação Sexual é contribuir para que os alunos possam desenvolver e exercer sua sexualidade com prazer e responsabilidade
  13. 13. CONTEÚDOS DE ORIENTAÇÃO SEXUAL PARA 6º ao 9º ano
  14. 14. Curiosidades O que é um relacionamento sexual? Como ele ocorre? Transformações corporais Mecanismos de concepção Gravidez Parto
  15. 15. A partir da 6º ano: Masturbação Início da atividade sexual Homossexualidade Aborto Prostituição Erotismo Disfunções sexuais DST’s
  16. 16. Orientação Sexual Assuntos mais importantes para o grupo devem ser priorizados. Eixos básicos devem permanecer:  Corpo  Relações de Gênero  DST’s  AIDS
  17. 17. Blocos de conteúdos Ou eixos norteadores: • Corpo: matriz da sexualidade • Relações de Gênero • Prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis/Aids
  18. 18.  Primeiras distinções: O organismoorganismo refere-se ao aparato herdado e constitucional, à infra- estrutura biológica dos seres humanos. O corpocorpo diz respeito às possibilidades de apropriação subjetiva de toda a experiência na interação com o meio. Corpo: matriz da sexualidade
  19. 19. Do ponto de vista dos alunos Construção de noções Imagens Conceitos Valores Visão da sexualidade como algo necessário e fonte de prazer na vida humana.
  20. 20. Dessa forma:  Podem ser trabalhadas questões fundamentais ligadas à sexualidade: Como gostar e cuidar do próprio corpo. Respeitá-lo tanto no aspecto físico como psicológico.
  21. 21. Os padrões de beleza Questionamento da imposição de alguns padrões de beleza. Veiculação dos mesmos pela mídia. Interferência na auto-imagem e auto- estima das crianças e dos jovens. Auxílio aos alunos para a construção de uma postura crítica ante os padrões de beleza idealizados.
  22. 22. Devem ser abordados também: As transformações do corpo que ocorrem na puberdade. Os mecanismos da concepção, gravidez e parto. Os diferentes métodos contraceptivos e sua ação no corpo do homem e da mulher.
  23. 23. Com crianças menores: 1º - 5º ANO Uma vida sexual saudável começa pela maneira que as crianças recebem as informações sobre sexo. O estudo do corpo da criança e do adulto. Órgãos envolvidos na reprodução. Relações existentes entre sentimentos e expressões corporais. Participação diferenciada do homem e da mulher no processo da fecundação.
  24. 24. 1º ao 5º ANO O mais comum são as brincadeiras exploratórias, os risos e as piadas sobre partes íntimas, além de palavrões e comentários depreciativos ou agressivos sobre características físicas dos outros. Quando meninos e meninas brincam de médico, por exemplo, eles só querem explorar o corpo.
  25. 25. Vocabulário e sexualidade Palavrões são comuns nas conversas infantis e podem ser usados para fazer graça ou para agredir. Mas eles perdem rapidamente o impacto quando você os escreve no quadro. Explique o significado de cada um, deixe claro que todos podem ser ofensivos e, por isso, não devem ser usados – principalmente em público. Caso as palavras façam referência aos órgãos sexuais, levante as outras que a turma conheça para pênis e vagina. Escreva no quadro os termos corretos e utilize-os nas conversas sobre o tema.
  26. 26. Padrões de beleza Ao perceber que os alunos debocham da aparência de um colega, um bom caminho é promover um debate sobre padrões de beleza. Que tal passar o filme Shrek?
  27. 27. Do 6º ao 9º ANO O trabalho com esse bloco inclui e tematiza a potencialidade erótica do corpo. A partir da puberdade e das transformações hormonais ocorridas no corpo de meninos e meninas, é comum a curiosidade e o desejo da experimentação erótica ou amorosa a dois.
  28. 28. A invenção do “ficar” É a mais genuína expressão dessa necessidade, vivida na adolescência. Tal expressão indica o desejo da experimentação na busca do prazer com um parceiro, desvinculada agora do compromisso entre ambos. Trata-se de uma experimentação de relativo avanço social em relação às adolescentes do sexo feminino.
  29. 29. Discutir as diferenças entre métodos de esterilização e métodos contraceptivos. Salientar o “quando e por que ter ou não filhos” e quantos, o que posteriormente leva às responsabilidades correspondentes à maternidade e à paternidade. Os métodos contraceptivos
  30. 30. É sempre importante: Investigar o conhecimento prévio que os alunos têm sobre o assunto a ser tratado. Em geral, mesmo quando não têm informações objetivas, eles imaginam algo a respeito, pois são questões muito significativas, que mobilizam neles grande curiosidade e ansiedade.
  31. 31. O conceito de gênero diz respeito ao conjunto das representações sociais e culturais construídas a partir da diferença biológica dos sexos. Noções de “masculino” e “feminino” como construção social Relações de Gênero
  32. 32. Com a chegada da puberdade Há maior entrosamento. Atração. Aproximação com conflitos. Medos. Agressões de diferentes intensidades.
  33. 33. Puberdade - Coloque no quadro desenhos de corpos femininos e masculinos em diferentes fases do crescimento. Pergunte aos alunos o que eles entendem por puberdade. Explique as transformações físicas e emocionais e por que elas acontecem. As questões podem ser feitas oralmente ou por escrito (se você não quiser expor ninguém).
  34. 34. Coloca em praticamente todos os assuntos trabalhados pela escola. Construção de relações de gênero com eqüidade. Respeito pelas diferenças. Compreender o outro. Jogos de sedução. A questão do gênero:
  35. 35. Fases do desenvolvimento sexual, segundo Freud Fase oral: Até os 2 anos, o órgão que concentra o prazer é a boca. É por meio dela que o bebê descobre o mundo, explorando objetos e partes do corpo. Os cuidados com segurança e limpeza são essenciais para que a curiosidade seja saciada sem afetar a saúde. Fase anal: Aprendendo a controlar o esfíncter, a criança de 3 e 4 anos sente prazer na eliminação e na retenção das fezes e da urina. Por isso, pressionar para que ela largue as fraldas gera ansiedade e angústia. O ideal é elogiá-la quando pede para ir ao banheiro ou toma sozinha a iniciativa.
  36. 36. Fases do desenvolvimento sexual, segundo Freud Fase fálica ou genital: Entre os 3 e 5 anos, a atenção se volta para o próprio órgão sexual e nasce o prazer em manipulá-lo. Essa atitude é também uma busca pelo auto-conhecimento. Meninos e meninas percebem que têm (ou não) pênis. A vagina ainda é ignorada. Latência: A curiosidade sexual existe, mas é canalizada em grande parte para o desenvolvimento intelectual e social. Apesar desse desvio da libido, dos 5 aos 11 anos a criança continua explorando as diferenças para descobrir o que é ser menino ou menina.
  37. 37. Fases do desenvolvimento sexual, segundo Freud Puberdade: Dos 12 aos 18 anos, o adolescente volta à fase genital, mas dessa vez o desejo vira vontade de fazer sexo. Os fatores sociais e emocionais que se ligam ao prazer ganham importância. A ação dos hormônios se intensifica, e o corpo amadurece. É comum o jovem se masturbar, ter sonhos eróticos e fantasias. Nas meninas, é tempo da primeira menstruação.
  38. 38. Prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis/Aids De uma maneira geral:  O trabalho de Orientação Sexual visa a desvincular a sexualidade dos tabus e preconceitos, afirmando-a como algo ligado ao prazer e à vida
  39. 39. No enfoque das DST’s: Ter coerência no sentido de não acentuar a ligação entre sexualidade e doença ou morte. As informações sobre as doenças devem ter sempre como foco a promoção da saúde e de condutas preventivas.
  40. 40. Informações atualizadas sobre as vias de transmissão do vírus HIV (fluidos sexuais, sangue e leite materno contaminados). O histórico da doença, a distinção entre portador do vírus e doente de Aids e o tratamento. Ao trabalhar prevenção da Aids:
  41. 41. Informações sobre a existência de doenças sexualmente transmissíveis. Salientar a AIDS. Esclarecimentos sobre os fatos e os preconceitos a ela associados. Do 1º ao 5º ANO
  42. 42. Abordar cada uma das principais doenças sexualmente transmissíveis. Seus sintomas no homem e na mulher Enfatizar as condutas necessárias para sua prevenção. Do 6º ao 9º ANO
  43. 43. “Aids mata”. Essa mensagem contribui para o aumento do medo e da angústia, desencadeando reações defensivas. A mensagem fundamental a ser trabalhada é: a Aids pode sera Aids pode ser prevenida.prevenida. AIDS - primeiras campanhas :
  44. 44. Há resistências, por parte de muitos adolescentes, em procurar os serviços de saúde e orientação médica. A escola pode interferir, criando uma ligação mais estreita com a unidade de saúde mais próxima. Isso favorece a diminuição dos receios dosadolescentes em buscar orientação clínica, preventiva ou terapêutica. Orientação:
  45. 45. A discriminação social e o preconceito de que são vítimas os portadores do HIV e os doentes de Aids. O respeito ao outro e a participação de todos no combate aos preconceitos. É preciso discutir com os alunos:
  46. 46. Não se pode desperdiçar o tema:  Quando algo a ele referente é trazido pelos próprios alunos.  Quando de certa forma é vivido pela comunidade escolar. Estar atento, pois:
  47. 47. Deve-se trabalhar o aspecto informativo da ausência do perigo da contaminação no contato social. Promover o convívio e a solidariedade.  Não pode ser exigida a realização de teste sorológico.  Não são obrigados a informar sua condição à direção ou a qualquer membro da comunidade escolar. Quando a escola tem um portador do HIV/doente de Aids:
  48. 48.  A divulgação de diagnóstico de infecção pelo HIV não deve ser feita, sob pena de despertar preconceito e discriminação.  Não deve ser permitida a existência de classes especiais, ou de escolas específicas para infectados pelo HIV.  Constitui violação de direito a exclusão de profissional ou aluno da escola. Quando a escola tem um portador do HIV/doente de Aids:
  49. 49. Temáticas como:  Gravidez na adolescência, masturbação, homossexualidade, iniciação sexual, pornografia e erotismo, aborto, violência sexual e outras;  Demandam espaço próprio para serem refletidas e discutidas.  Carecem de ampla participação dos alunos, além de exigirem maior preparo do educador. O TRABALHO COM ORIENTAÇÃO SEXUAL EM ESPAÇO ESPECÍFICO
  50. 50. O profissional que se responsabiliza por esse trabalho : • pode ser um professor de qualquer matéria ou educador com outra função na escola; • Deve ser alguém que tenha bom contato com os alunos e, portanto, um interlocutor confiável e significativo para acolher as expectativas, opiniões e dúvidas; • Deve ser capaz de conduzir debates sem impor suas opiniões. O TRABALHO COM ORIENTAÇÃO SEXUAL EM ESPAÇO ESPECÍFICO
  51. 51. Discussão por parte do corpo de profissionais da escola; Comunicação aos familiares; Promover a montagem das turmas respeitando o critério de agrupamento por proximidade da faixa etária. Antes de se iniciar o processo:
  52. 52. Quanto às abordagens: Nenhum aluno deve ter exposta sua intimidade no grupo. O coordenador deve garantir a não exposição de posições pessoais ou argumentos de nenhum aluno junto a seus familiares.
  53. 53. Não deve haver programas “prontos” a serem apresentados aos alunos. Eles devem ser convidados a trazer suas demandas e interesses ao educador. Para facilitar a explicitação dessas questões, introduzir uma “caixa” de perguntas anônimas. Por fim:
  54. 54. Sistema Reprodutor Masculino O sistema reprodutor masculino é composto por: Testículos (Cada testículo é composto por tubos, “os ductos seminíferos” ocorrerá a formação dos espermatozóides). Escroto (envolver os testículos). (temperatura <36,5°C) Epidídimo (onde os espermatozóides são armazenados). Canal deferente (dois tubos que partem dos testículos e unem-se ao ducto ejaculatório). Vesículas seminais (líquido, que será liberado junto c/ os espermatozóides) age como fonte de energia para os espermatozóides(frutose)
  55. 55. Sistema Reprodutor Masculino Próstata (Secreta substâncias que neutralizam a acidez da urina e ativa os espermatozóides.  Pênis (dois corpos cavernosos e um corpo esponjoso).
  56. 56. Sistema Reprodutor Feminino O sistema reprodutor feminino é composto por: Ovários ( cada ovário contém os folículos ovarianos  óvulo em formação). Trompa de Falópio ou Tuba Uterina (são dois ductos que unem o ovário ao útero). Útero ( revestido pelo endométrio  ocorre a gestação ). Vulva( G.lábios, P.lábios, Uretra, Canal vaginal, Clitóris ).
  57. 57. Métodos Anticoncepcionais Coito interrompido: retirar o pênis da vagina antes de ejacular. Tem baixa efetividade protege contra doenças. Método do Muco Cervical (Billing): identificar o período fértil através das modificações cíclicas do muco cervical. Antes da ovulação, o muco atinge o "ápice“ e fica bem grudento.  Aborto - No Brasil, a interrupção intencional da gravidez é crime, exceto quando a mãe foi estuprada ou corre risco de morte. Antes do debate, ofereça textos sobre o tema e forme dois grupos para uma dramatização.
  58. 58. Métodos Anticoncepcionais Método da Tabelinha (p/ ciclo de 28 dias). Identificação do período fértil da mulher. Início do ciclo: 22 de junho Término do ciclo: 19 de julho 22    23     24     25     26     27     28     29     30        [01   02     03     04     05     06     07     08     09] 10    11     12     13     14     15     16     17     18     19
  59. 59. Métodos Anticoncepcionais Método da Tabelinha (p/ ciclo não regular) Ciclo curto: 28 dias. Ciclo longo: 32 dias. Fórmula: 28 –(14)= 14 (-4 segurança)  10º do ciclo 32 – (14) = 18 (+4 segurança)  22º do ciclo período fértil da mulher: a partir do 10º dia até o 22º dia de cada ciclo.
  60. 60. Métodos Anticoncepcionais Camisinha ou Preservativo: Estes métodos impedem a ascensão dos espermatozóides ao útero. Também preveni as DST.
  61. 61. Métodos Anticoncepcionais Camisinha Feminina: Estes métodos impedem a ascensão dos espermatozóides ao útero. Também preveni as DST.
  62. 62. Métodos Anticoncepcionais Pílulas: consiste na utilização de estrogênio associado ao progesterona  inibir a ovulação, pelo bloqueio da liberação de gonadotrofinas pela hipófise. Pílulas monofásicas: toma-se uma pílula por dia, e todas tem a mesma dosagem de hormônios (estrógeno e progesterona). Pílulas multifásicas: toma-se uma pílula por dia, mas existem pílulas com diferentes dosagens, conforme a fase do ciclo.
  63. 63. Métodos Anticoncepcionais Adesivo: Deve ser colado na pele em diversos locais do corpo, permanecendo na mesma posição por uma semana. Vantagem: Os hormônios serão absorvidos diretamente pela circulação evitando alguns efeitos colaterais.
  64. 64. Método Definitivo Feminino Laqueadura tubária: Consiste em um corte nas trompas de Falópio impedindo assim, o encontro dos gameta.
  65. 65. Método Definitivo Masculino Vasectomia: Consiste no corte dos canais deferentes, para impedir a passagem dos espermatozóides.
  66. 66. DST As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) são doenças causadas por vários tipos de agentes. São transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de camisinha, com uma pessoa que esteja infectada e, geralmente, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. Algumas DST também podem ser transmitidas da mãe infectada para o bebê durante a gravidez ou durante o parto. Podem provocar, assim, a interrupção espontânea da gravidez ou causar graves lesões ao feto.
  67. 67. DST Herpes Genital Cancro Mole Linfogranuloma venéreo Sífilis Gonorréia e Clamídia Tricomoníase Vaginose Bacteriana Condiloma Acuminado Hepatite B AIDS
  68. 68. O Brasil Já é o Segundo em casos de AIDS
  69. 69. A doença atinge mais heterossexuais.
  70. 70. 1988 – Morre Henfil 1989 – Morre Lauro Corona 1990 – Morre Cazuza 1996 – Morre Renato Russo 1997 – Morre Betinho Magic Johnson revela que tem o HIV. 1993 - O Brasil produz o primeiro medicamento contra a AIDS 1995 - O Papa condena o uso de preservativos 1996 - O governo começa a distribuir para a rede pública as sete drogas do coquetel.
  71. 71. 2001 – 142 países acolhem a posição do Brasil, que permite a quebra de patente de remédios em caso de proteção à saúde pública.
  72. 72. Sexo Seguro Sexo seguro é o sexo sem o risco de ser contaminado ou contaminar o(a) seu(sua) parceiro(a) com doenças sexualmente transmissíveis.
  73. 73. Considerações gerais Na condução do tratamento de uma DST é importante o controle de cura, isto é, a reavaliação clínica e laboratorial após o término do tratamento. Algumas doenças podem persistir apesar da sensação de melhora relatada pelo paciente. As mulheres são mais susceptíveis a infecção e desenvolvem complicações com maior freqüência do que os homens, sendo portanto a morbidade das DST maior nas mulheres.
  74. 74. Referências Parâmetros Curriculares Nacionais DST disponível em: <http://www.dst.com.br/> acesso dia 22/06/2009. OLIVEIRA, Jarbas. Orientação Sexual sem segredos; Educar para crescer. Disponível em:http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/orientacao- sexual-426475.shtml> acesso dia 22/06/2009.

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