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  1. 1. Sexualidade naSexualidade na adolescênciaadolescência Trabalho realizado por: Afonso Bastos n.º 01 Sérgio Gaio n.º24 7.ºE
  2. 2. Sexualidade na adolescência Área de Projecto Prof. Isabel Marques
  3. 3. ObjectivosObjectivos
  4. 4. Sexualidade na adolescênciaSexualidade na adolescência O instinto sexualO instinto sexual O instinto sexual é algo que, desde os insectos ao ser humano, aparece, levando a certos comportamentos que só se justificam biologicamente porque tornam possível algo fundamental à vida: a propagação da espécie. Hoje em dia, sobretudo graças às técnicas de contracepção, altamente eficazes aparecidas nos últimos 50 anos, sexo e reprodução já não andam necessariamente juntos.
  5. 5. SexualidadeSexualidade Frequentemente, a sexualidade, é apenas sentida como uma necessidade básica de satisfazer o nosso corpo. O relacionamento sexual tem assim, na nossa espécie, além da função reprodutiva, dois papéis importantíssimos: a satisfação de um instinto básico, tal como existe nos outros animais, e sobretudo, a criação de laços fortes entre duas pessoas que procuram o prazer mútuo e uma vida em comum.
  6. 6. Segundo a OMS…Segundo a OMS… Sexualidade é «uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto,uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura e intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemosternura e intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemos tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; elatocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influenciainfluencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mentaltambém a nossa saúde física e mental». A sexualidade acompanha-nos desde a infância e sofre modificações ao longo de toda a nossa vida.
  7. 7. A adolescência é uma fase conturbada do crescimento, em que se operam mudanças significativas a todos os níveis. O adolescente vive no cruzamento de dois mundos, o da criança e o do adulto. Os emergentes desejos sexuais e afectivos são, muitas vezes, confundidos, vividos de modo difuso, o que torna ainda mais sinuoso o caminho para a maturidade. A adolescênciaA adolescência
  8. 8. Na adolescência…
  9. 9. A gravidez na adolescênciaA gravidez na adolescência A gravidez na adolescência, como o próprio termo já define, consiste na gravidez de uma adolescente. Apesar da OMS considerar a adolescência como o período de dez a vinte anos, esta varia com os factores culturais. Consequências negativas para a mãe e para o bebé: Para uma adolescente: interrupção de muitos projectos. Para a criança: ambiente pouco estimulante, possíveis condições de saúde deficientes, problemas de comportamento probabilidade de ser também no futuro uma mãe adolescente.
  10. 10. A educação sexual pode contribuir para ajudar os adolescentes a tomarem decisões mais adequadas. Alguns estudos demonstram que a educação sexual e o aconselhamento sobre a sexualidade estão associados a uma maior utilização de contraceptivos, menor número de parceiros, início mais tardio da vida sexual, menor probabilidade de gravidez precoce, maior conhecimento sobre fertilidade e prevenção de DST. Estar grávida Estar grávida Ser adolescente Ser adolescente
  11. 11. Formas de descobrir a gravidez: •Falta de um ou mais períodos menstruais •Alterações do tamanho e da consistência das glândulas mamárias •Náuseas (enjoos) e vómitos Outros sinais: •fadiga •aumento da frequência urinária •sensações de cheiros estranhos Muitas mães adolescentes entram em depressão por achar que a gravidez significa o fim de sua vida e da sua liberdade.
  12. 12. Muitas mães adolescentes entram em depressão por achar que a gravidez significa o fim de sua vida e da sua liberdade.
  13. 13. Doenças Sexualmente Transmissíveis(DST)Doenças Sexualmente Transmissíveis(DST) As DST também são conhecidas como doenças venéreas. Produzem-se por contágio de uma pessoa para a outra, durante o acto sexual. Quase todas elas são curáveis se se for ao médico. Excepto o SIDA. As doenças sexualmente transmissíveis desde sempre afectaram a Humanidade. Os adolescentes são os mais afectados, devido ao seu comportamento de risco.
  14. 14. Algumas DST…Algumas DST…   Sífilis SIDA / VIH / HIV Pediculose Púbica Papiloma vírus Humano (PHV) Herpes genital Hepatite B Gonorreia Clamidia Antigamente era a sífilis que atormentava milhões de seres humanos. Hoje em dia a SIDA e a Hepatite B tornaram-se as mais ameaçadoras doenças que o sexo pode transmitir.
  15. 15. ClamídiaClamídia A Clamídia na mulher é uma micção difícil e dolorosa, corrimento ou hemorragia vaginal e anormal, dor ou hemorragia durante o coito, e irregularidade da menstruação; uns terços são assintomáticos. No homem dor testicular, uterite inespecífica ou epididimite. A Clamídia provoca dores de barriga e febre. Pode também provocar infertilidade. Pode ser tratada com antibióticos.
  16. 16. GonorreiaGonorreia A gonorreia e uma doença de causa bacteriana que provoca inflamação no colo do útero, transtornos menstruais e secreção amarelada. Pode ser transmitida por roupa interior e toalhas molhadas. Uma das mais frequentes doenças sexualmente transmissíveis, (popularmente conhecida por "esquentamento"), pode causar Doença Inflamatória Pélvica em cerca de 40% das pessoas não tratadas. Pode também causar infertilidade.
  17. 17. Hepatite BHepatite B As hepatites são doenças que se traduzem por uma inflamação do fígado, podendo ser causados por vírus, provocando lesões graves ou mesmo a morte. O vírus da hepatite B transmite-se não só por via sexual mas também através da saliva, das lágrimas, do sangue, da urina, das fezes e da mãe através da placenta para o feto. Existe uma vacina, mas não há cura para a doença quando instalada. Pode causar cancro do fígado.
  18. 18. Herpes genitalHerpes genital O herpes genital caracteriza-se por uma erupção de pequenas vesículas e bolhas dolorosas na área genital. Na actualidade, não se conhece cura para o herpes genital, mas quanto mais cedo for feito o tratamento mais probabilidades existem de evitar ou reduzir a gravidade da doença.   Pediculose PúbicaPediculose Púbica Transmitida por um tipo de piolho específico (Phthirus pubis), esta  doença é popularmente conhecida como "chatos".
  19. 19. Papiloma vírus Humano (PHV)Papiloma vírus Humano (PHV) Cerca de 33% das mulheres estão contaminadas com este vírus, que pode  causar cancro do colo do útero e do pénis, para além de desconforto e dores intensas a nível genital.    SífilisSífilis É uma pequena ferida ou ulceração firme e dura que ocorre  geralmente no pénis, na vagina, no recto ou na boca. Não tratada, pode  levar a lesões graves do cérebro e do coração, ou mesmo à morte.
  20. 20. SIDA / VIH / HIVSIDA / VIH / HIV   A SIDA (Síndrome de Imuno-Deficiência Adquirida) é uma infecção provocada pelo vírus VIH (Vírus de Imunodeficiência Humana). O VIH destrói o sistema de defesas do organismo humano que deixa de se poder defender de algumas bactérias, vírus e outros microrganismos, ficando susceptível a infecções oportunistas. Foi chamada "a doença do século". Actualmente é a 6ª causa de morte entre os jovens na América e na Europa.
  21. 21. Métodos contraceptivos Os métodos contraceptivos são processos que permitem evitar uma gravidez não desejada e tem como objectivo que o espermatozóide não encontre o ovócito II ou que o embrião se implante no útero. Alguns destes métodos servem também para evitar as doenças sexualmente transmissíveis. Existem dois grandes tipos de métodos anticonceptivos: os naturais e os não naturais.
  22. 22. Existem vários métodos contraceptivos: •Naturais - consiste em calcular o período fértil e, desta forma, evitar que ocorra fecundação. Assim, durante este período, devem evitar se as relações sexuais abstinência periódica •Não naturais - impedem a gravidez através de dispositivos, de medicamentos com hormonas sintéticas ou de intervenção cirúrgica. Podem classificar-se em mecânicos, químicos e cirúrgicos.
  23. 23. Métodos Naturais Método de Ogino/knauss Método da temperatura Método de BILLINGS
  24. 24. Métodos Não Naturais Barreira Hormonais Cirúrgicos Laqueação das trompas de Falópio D.I.U Diafragma Preservativo Feminino Masculino Espermicida oAdesivo oMinipílula oAnel vaginal oImplante subcutâneo oContraceptivos injectáveis oPílula combinada Vasectomia Contracepção de emergência Pílula do dia seguinte
  25. 25. http://www.youtube.com/watch? v=deuERjwXjbo http://www.youtube.com/watch? v=qqbQEm0Mp_c&feature=related
  26. 26. Bibliografia  http://mulher.sapo.pt/articles/sexualidade/curiosidades/783759.h tml  http://abrasuca.home.sapo.pt/  http://www.clubedospais.pt/page.php?id=876  http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/654/  http://pt.wikipedia.org/wiki/Gravidez_na_adolesc%C3%AAncia  http://www.minsaude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/gra videz+e+sexualidade/gravideznaadolescencia.htm  Marek, Sands Phipps; Enfermagem Médico-cirúrgica Volume III ; Capitulo 36 a 53; Lusociência  Bull David; Tudo o que uma rapariga deve saber - Um abc do bem-estar em todas as situações; Temas e debates  Antunes, Cristina; Bispo, Manuela; Guindeira, Paula; Novo Descobrir a Terra 9; Areal Editores
  27. 27. ConclusãoConclusão Com este trabalho aprendemos que é muito importante, especialmente na nossa idade, estarmos bem informados quantos as doenças sexualmente transísseis e aos métodos anti- conceptivos para prevenir uma gravidez indesejada. Aprendemos também que uma gravidez indesejada pode provocar muitos distúrbios tanto nas raparigas como nos rapares e que estes distúrbios podem ser transmitidos para o bebe que no futuro tem tendência a repetir-se. O nosso maior problema foi a falta de tempo que nos estragou num pouco os planos. Esperamos que tenham gostado e que tenham aprendido muitas coisas novas.
  28. 28. FimFim

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