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AMBIENTE LUMÍNICOAMBIENTE LUMÍNICO
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capazes de excitar o sistema humano olho-cérebro,
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Cassificação Nível de iluminação
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Fig.: Salas de computação
Existe uma preocupação com relação as
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Qualidade do ar
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Fontes
• Fotocopiadora
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• Ambientes fechados
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 as atividades de mineração expõe o trabalhador a uma
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Por mais de 100 anos - medida foram feitas
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A v aliaç ão d a Qu alid ad e d o A r
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SED- Sín d r om e d os Ed if íc ios Doe n t e s
 Década de 60 - modelos arquitetônicos
internacionais - totalmente vedado...
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  1. 1. AMBIENTE LUMÍNICOAMBIENTE LUMÍNICO Conf ort o vi s ual - é ent endi do como a exi s t ênci a de umconj unt o de condi ções , num det ermi nado ambi ent e, no qual o s er humano pode des envol ver s uas t aref as vi s uai s como máxi mo de acui dade e precisão visual.  Boa ilu m in aç ão  aument a a produt i vi dade  gera umambi ent e mai s prazeros o  reduz os aci dent es . N a soc ie d ad e m od e r n a as p e ssoas p assam a m aior p ar t e d o t e m p o e m am b ie n t e s ilu m in ad os ar t if ic ialm e n t e . N a soc ie d ad e m od e r n a as p e ssoas p assam a m aior p ar t e d o t e m p o e m am b ie n t e s ilu m in ad os ar t if ic ialm e n t e .
  2. 2.  é a energia em forma de ondas eletromagnéticas capazes de excitar o sistema humano olho-cérebro, produzindo diretamente uma sensação visual.  nosso sistema não somente percebe a radiação dentro de uma faixa, mas também é capaz de descriminar diferentes comprimentos de ondas para produzir a sensação de cor. Luz ouLuz ou radiação visívelradiação visível
  3. 3.  200 lux - para tarefas com bom contrastes, sem necessidade de percepção de muitos detalhes,  aumentar a intensidade luminosa à medida que o contraste diminui e se exige a percepção de muitos detalhes;  uma intensidade maior pode ser necessária reduzir as diferenças de brilhos no campo visual, ex.: na presença de uma lâmpada ou de uma janela no campo visual;  as pessoas idosas e com deficiência visual requerem mais luz. Para tarefas normais (leitura, montagens de peçasPara tarefas normais (leitura, montagens de peças e operações com máquinas) recomenda-se:e operações com máquinas) recomenda-se:
  4. 4. Tarefas especiais (tarefas de insperção, em queTarefas especiais (tarefas de insperção, em que pequenos detalhes devem ser detectados oupequenos detalhes devem ser detectados ou quando o contraste é pequeno) recomenda-se:quando o contraste é pequeno) recomenda-se: Grandes exigências visuais - o nível de iluminação deve ser aumentado: colocar um foco de luz diretamente sobre a tarefa; admiti-se que, neste caso, o nível pode chegar até 3000 lux. considerar que níveis muito elevados provocam fadiga visual.
  5. 5. Classificação Básica de IluminaçãoClassificação Básica de Iluminação Cassificação Nível de iluminação a ser obtido (Lux) Tarefa Baixa Média Alta • Circulação; • reconhecimento facial; • leitura casual; • armazenamento • refeição; • terminais de vídeo • Leitura/escrita de documentos com alto contraste; • participação de conferências • Leitura/escrita com fontes pequenas e baixo contraste; • desenho técnico. 100 a 200 lx 300 a 500 lx 500 a 1000 lx
  6. 6. C on d iç õe s:  a ilu m in aç ão su f ic ie n t e  a au sê n c ia d e of u sc am e n t o  os c on t r ast e s ad e q u ad os C on d iç õe s:  a ilu m in aç ão su f ic ie n t e  a au sê n c ia d e of u sc am e n t o  os c on t r ast e s ad e q u ad os O ofuscamento  cont ri buempara o conf ort o l umí ni co no moment o do des envol vi ment o da t aref a. p od e p r ov oc ar p e r t u r b aç ão - d e sc on f or t o - p e r d a n a v isib ilid ad e . • contraste - caso a proporção entre a luminâncias de objetos do campo visual seja maior do que 10:1; • saturação - o olho é saturado com luz em excesso; (luminância média da cena excede 25.000 cd/m2)
  7. 7. Contraste Contraste e OfuscamentoContraste e Ofuscamento tarefatarefa ÁreaÁrea circunvizinhacircunvizinha Ambiente geralAmbiente geral Diferenças de luminânciaDiferenças de luminância (brilho) entre objetos e(brilho) entre objetos e superfícies no campo visual.superfícies no campo visual.
  8. 8. Acuidade Visual - é a medida da habilidade do olho em discernir detalhes. Pode ser definida em termos do ângulo visual contido nos extremos do menor detalhe perceptível ou contido entre dois objetos que os olhos ainda podem distinguir. a = 1 α E D αH Onde: α = arc tg H/D com o valor da acuidade se obtém a % população para qual o ambiente está satisfatório.
  9. 9. Período Gótico: o arquiteto e o artesão trabalham juntos, o conceber e o construir acontecem simultaneamente. Neste período a maior parte dos problemas construtivos (inclusive de conforto ambiental) era resolvido in loco. O Renascimento: esse quadro mudou no Renascimento – “A dignidade do arquiteto seria tanto maior quanto maior fosse sua desvinculação com o artesão”. Afastando o projetista das soluções arquitetônicas. A revolução Industrial: trouxe um novo elenco de materiais, como o aço, o concreto armado, desafiando a tradicional construção em alvenaria de pedra (Egito antigo). O estilo Internacional: limitaram a arquitetura funcional a um mero jogo de motivos em fachadas/conquista de vãos cada vez maiores. ARQUITETURA – princípio era de aproveitar as características desejáveis do clima enquanto se evitaria as indesejáveis. ARQUITETURA – princípio era de aproveitar as características desejáveis do clima enquanto se evitaria as indesejáveis.
  10. 10. O ideal é que o arquiteto tenha o conhecimento básico de todos os conceitos. Engenheiro Civil - estrutura, materiais, obra Engenheiro Elétrico - iluminação, eletric. Engenheiro Mecânico - ar condicionado Especialistas - inst. Água quente ARQUITETO – a idéia de associar o trabalho do arquiteto à elaboração do projeto arquitetônico, passando aos outros profissionais a responsabilidade da execução dos projetos complementares e, posteriormente, do edifício, é comum mas tem trazido alguns problemas. ARQUITETO – a idéia de associar o trabalho do arquiteto à elaboração do projeto arquitetônico, passando aos outros profissionais a responsabilidade da execução dos projetos complementares e, posteriormente, do edifício, é comum mas tem trazido alguns problemas.
  11. 11. O engenheiro eletricista ao elaborar o projeto de iluminação, precisa considerar a luz natural e a sua integração com a artificial, bem como especificar: O engenheiro eletricista ao elaborar o projeto de iluminação, precisa considerar a luz natural e a sua integração com a artificial, bem como especificar: As luminárias; As lâmpadas e reatores mais eficientes; Sistemas de controle da iluminação. Distribuição correta dos pontos de luz, que podem ser direcionados p/ a iluminação de tarefas, possibilitando maior eficiência visual e menor consumo de energia.
  12. 12. Sist e m a d e Ilu m in aç ão Para aument ar a ef i ci ênci a e a qual i dade dos ambi ent es de t rabal ho deve-s e us ar a compl ement ação ent re a l uz art i f i ci al (l âmpadas , l umi nári as e s i s t emas de cont rol es ) e a l uz nat ural (j anel as , port as ). As l âmpadas exi s t ememdi f erent e t i pos e mai s di vers as apl i cações : i ncandes cent es - i rradi ação por ef ei t o t érmi co (dissipaçãodecalor, provocaofuscamento), exs . Lâmpadas comuns - ref l et ores - hal ógena; f l uores cent es - des carga gas os a, des vant agem: ef ei t o es t robos cópi co (as l âmpadas pi s camna mes ma f reqüênci a da t ens ão de al i ment ação - 60Hz.. Ummot or cuj o ei xo gi re emvel oci dade de 3.600 rpmpode
  13. 13. Exemplos de Sistemas de Iluminação Fig.: Salas de computação
  14. 14. Existe uma preocupação com relação as radiações emitidas pelos monitores de vídeo, elas podem provocar: a catarata, defeitos congênitos e cansaço visual (Astenopia): mais comum - que tem como sintomas fortes dores de cabeça e nos olhos provocadas pelo excesso de trabalho diante do monitor. Quando os reflexos e contrastes são difíceis de controlar, devemos lançar mão de filtros para a tela ou filtros nas lentes dos óculos que atenuando os reflexos e as saturações de cores (Filtros Azuis).
  15. 15.  Qualidade do ar aceitável: o ar sem concentrações de contaminantes prejudiciais à saúde, com o qual uma parcela significativa de pessoas expostas se sintam satisfeitas. Qualidade do ar Definição antecipar e evidenciar as restrições da qualidade do ar nas situações de trabalho de modo a preservar à saúde do trabalhador. Ergonomia
  16. 16. são gases, vapores e as partículas sólidas ou líquidas suspensas ou dispersas no ar. C on t am in an t e s A t m osf é r ic osC on t am in an t e s A t m osf é r ic os - gases e vapores, poeiras, fumos, fumaças neblinas e névoas. pode ocorrer por: agentes biológicos agentes químicos - microorganismos: vírus, bactérias e fungos.
  17. 17. penetração destas substâncias Os diversos agentes químicos que entram em contato com o organismo dos trabalhadores, podem apresentar uma ação localizada ou generalizada (diversos órgãos). Os diversos agentes químicos que entram em contato com o organismo dos trabalhadores, podem apresentar uma ação localizada ou generalizada (diversos órgãos). respiratório (inalação) digestiva (higienização,alimentos) cutânea (nitrobenzeno, nitroglicerina) ocular O material particulado suspenso no ar constitui os aerodispersóides ou aerosóis (dispersão de partículas sólidas ou líquidas, de tamanho bastante reduzido). O material particulado suspenso no ar constitui os aerodispersóides ou aerosóis (dispersão de partículas sólidas ou líquidas, de tamanho bastante reduzido).
  18. 18. Qualidade do ar ambientes de trabalho diferentes agentes Fontes • Fotocopiadora • Ar-condicionado • Ambientes fechados • Fumaça de cigarro • Carpete • Tinta para caneta • Vernizes • Cola de móveis • Detergentes Agentes de envenenamento • Bactérias • Fungos • Poeira • Benzina • Tolueno • Ozônio • Formaldeídos Poluição entre paredes Riscos para a saúde: cansaço, sonolência, dor de cabeça, alergias de pele e respiratória, tontura, doenças pulmonares
  19. 19.  as atividades de mineração expõe o trabalhador a uma gama de agentes de risco e insalubridade.  alta incidência de silicose (doença pulmonar) - inalação de poeiras finas (processos de perfuração, britagem, moagem da rocha e transporte). Minas de carvão Qualidade do ar Problemas de saúde: exposição à poeira originada de agentes variados  defensivos agrícolas, Ex: Santa Maria do Getibá (ES) - alto índice de suicídio  processo de colheita e manipulação de produtos,  manipulação de rações e remédios para animais. no meio rural
  20. 20. Por mais de 100 anos - medida foram feitas pela concentração de compostos químicos: A v aliaç ão d a Qu alid ad e d o A r Ambientes Industriais - higienistas estabeleceram limites p/ cada composto químico (altos para poderem ser medidos); Ambientes não Industriais - escritórios, escolas, hospitais, este método não foi bem sucedido, reclamações como: dor de cabeça, depressão, irritação, fadiga, alergias, etc. faziam parte das queixas nesses ambientes (SED-Síndrome dos Edifícios Doentes). não existe 1 composto que justifique; milhares de compostos estão presentes - concentrações variadas, e abaixo dos limites-difíceis de medir.
  21. 21. SED- Sín d r om e d os Ed if íc ios Doe n t e s  Década de 60 - modelos arquitetônicos internacionais - totalmente vedados e dependentes de refrigeração artificial, sem levar em conta as diferenças climáticas e culturais entre países criam um novo problema SED.  Anos 70 - Hotel na Filadélfia (EUA), foi encontrado a bactéria Legionella Pneumophila (torre de refrigeração/ar condicionado): Encontro de Legionários Americanos - 182 casos de infeções; - 25 mortes OMS - 40% prédios > 6 anos apresentam problemas de SED

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