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1194442579 1192097512 apresentacao_primeiros_socorros

  1. 1. #1 PrimeirosPrimeiros SocorrosSocorros
  2. 2. Princípios Gerais do Socorrismo Prevenir Alertar Socorrer
  3. 3. Princípios Gerais do Socorrismo Prevenir • Prevenção Primária - Rodoviária, no Trabalho e Doméstica • Prevenção Secundária - conjunto de acções a realizar após um acidente de modo a que este não se agrave
  4. 4. Princípios Gerais do Socorrismo • Alertar – Localização exacta da ocorrência – Tipo de ocorrência ( doença aguda, acidente de viação, queda) – Número de vítimas e seu estado – Idade da(s) vítima(s) – Factores agravantes ( explosão, incêndio, acidentes eléctricos,...)
  5. 5. Princípios Gerais do Socorrismo • Socorrer – Socorro Essencial - Situações prioritárias Alterações cárdio-respiratórias Choque Hemorragia Envenenamento/ Intoxicações – Socorro Secundário - Situações que não colocam directamente em risco a vida das vítimas ex.: feridas, queimaduras e fracturas Atenção: Necessidade de vigilância pois o estado pode agravar-se e levar a uma situação de socorro essencial
  6. 6. • Detecção – Acidente / Doença • Alerta – 112 • Pré-Socorro – Actuação do socorrista • Socorro – Actuação das equipas profissionais • Transporte – Transporte da vítima para um centro especializado • Tratamento Hospitalar Fases do Sistema Integrado de Emergência Médica
  7. 7. Sistema Integrado de Emergência Médica - SIEM
  8. 8. Exame Geral da Vítima • Exame Primário – Avaliar o grau de consciência – Avaliar a função ventilatória - Ver - movimentos do tórax e abdómen - Ouvir - ar a entrar e sair das vias aéreas - Sentir - ar expirado da vítima – Avaliar a função circulatória - Batimentos cardíacos / pulsação
  9. 9. Exame Geral da Vítima • Exame Secundário – Observação da face - Pele - Pupilas - Pesquisa de hemorragias nos orifício naturais – Observação do corpo ( cabeça → pés ) - Feridas, fracturas, outros traumatismos - Reacção a estímulos, capacidade de movimento - Pontos de deformação e/ou dor
  10. 10. ALTERAÇÕES CARDIO-RESPIRATÓRIAS • Dificuldade Respiratória - asfixia parcial • Paragem Ventilatória - asfixia total
  11. 11. Dificuldade Respiratória • Sinais e Sintomas – Ventilação ruidosa – Tosse – Agitação – Palidez – Cianose das extremidades – Pupilas dilatadas – Dificuldade em falar – Sinal Universal de engasgamento – Consciente / Inconsciente
  12. 12. Desobstrução das Vias Aéreas  Incentivar a vitima a tossir  Aplicar cinco pancadas interescapulares
  13. 13. Desobstrução das Vias Aéreas (cont)  Aplicar cinco manobras Heimlich
  14. 14. Paragem Ventilatória • Sinais e Sintomas – Inconsciência – Ausência movimentos torácicos e abdominais – Palidez – Cianose acentuada Atenção: existe pulso perceptível
  15. 15. Avaliação do Estado de Consciência Sente-se bem? Está bem?
  16. 16. Avaliar a Ventilação Permeabilização da via aérea
  17. 17. Avaliar a Ventilação (cont.) Ver, ouvir e sentir durante 10 segundos Para ver se ventila
  18. 18. Avaliar a Ventilação (cont.) Se não ventila, chamar ajuda Seguido de 2 insuflações
  19. 19. Avaliar Sinais de Circulação Pesquisar sinais de circulação Palpar pulso durante 10 segundos
  20. 20. Reanimação Cardio-respiratória Se não tem pulso iniciar compressão torácica (15 compressões/ 2 insuflações)
  21. 21. Suporte Básico de Vida FV FC VA Ventilação artificial CT Compressão Torácica DT Depressão Torácica Quant. Ar insuflado Adulto + 8 anos + 25 kg 12/18 m 60/80 m 10 VA 1 de 5/5 s 2 VA 15CT+2VA 4 ciclos 4 - 5 cm Ar inspirado Criança 1 a 8 anos 20/25 m 100/120 m 20 VA 1 de 3/3 s 2 VA 5CT+1VA 20 ciclos 3 - 4 cm Sem inspiração Bebé Até 1 ano + ou – 30 m + ou – 130 m 20 VA 1 de 2/2 s 2 VA 5CT+1VA 20 ciclos 2 - 3 cm Ar das bochechas
  22. 22. Posição Lateral de Segurança (PLS) • Quando a vítima se apresenta inconsciente mas ventila, colocar em PLS (para evitar asfixia por queda da língua, por obstrução por vómito, sangue, secreções, ou outros objectos) Atenção: vítimas com suspeita de traumatismo não colocar em PLS
  23. 23. Posição Lateral de Segurança (PLS)
  24. 24. • Máscara • Luvas • Compressas • Ligaduras • Pensos rápidos • Pensos hemorrágicos • Tesoura • Termómetro • Iodopodivona (betadine) • Soro Fisiológico • Saco frio • Saco quente • Pacotes de açúcar • Cobertor • Vaselina / Fenistil • Adesivo • Bloco • Caneta Mala de Primeiros Socorros
  25. 25. CHOQUE • Conceito Insuficiência circulatória acompanhada de depressão brusca a nível do sistema nervoso central. A quantidade de sangue disponibilizada é insuficiente para manter o aporte necessário ao bom funcionamento dos órgãos vitais (cérebro, coração...)
  26. 26. Choque • Sinais e Sintomas – Palidez – Diminuição da temperatura corporal – Pele húmida e viscosa – Agitação inicial e depois apatia – Pulsação rápida e fraca – Ventilação superficial, difícil, rápida,... – Dilatação pupilar – Náuseas e/ou vómitos – Inconsciência
  27. 27. Choque • Primeiro Socorro – Verificar o estado de consciência - Se consciente - deitar em decúbito dorsal com cabeça baixa e as pernas ligeiramente elevadas - Combater a causa – Desapertar a roupa no pescoço, peito e cintura - Animar a moralizar a vítima – Manter temperatura corporal – Não dar nada a beber – Vigiar funções vitais – Se inconsciente - PLS
  28. 28. HEMORRAGIAS • Quanto ao vaso lesionado – Hemorragia Arterial – Hemorragia Venosa – Hemorragia Capilar • Quanto à origem – Hemorragia Externa – Hemorragia Interna Visível – Hemorragia Interna Invisível
  29. 29. Hemorragias • Sinais e Sintomas – Dor local ou irradiante – Sede – Zumbidos – Dificuldade de visão gradual – Pulso rápido e fraco, progressivamente – Ventilação rápida e superficial, progressivamente – Pupilas progressivamente dilatadas – Outros sinais e sintomas de choque
  30. 30. Hemorragias • Primeiro Socorro Estancar a hemorragia ou, se isto não for possível, limitar ao máximo a saída de sangue. – Desapertar roupas no pescoço, tórax e abdómen – Animar e moralizar – Se consciente – posição confortável – Se inconsciente – PLS – Manter temperatura corporal – Não dar nada a beber – Promover transporte para hospital
  31. 31. Envenenamento/Intoxicações • Vias de contacto e/ou administração – Inalatória (ex. inalação de um gás tóxico existente na atmosfera) – Gastrointestinal (ex. alimentos contaminados) – Cutâneas (ex. pesticidas) – Circulatória directa (ex. auto-injecção) – Oculares (ex. jacto de desodorizante)
  32. 32. Envenenamento/Intoxicações • Prevenção – Correcta armazenagem de produtos – Medicação fechada à chave – Manter produtos nas suas embalagens de origem – Uso de vestuário adequado na execução de determinados trabalhos
  33. 33. Envenenamento/Intoxicações • Primeiro Socorro – Colheita de informações - O Quê? - Qual o tóxico - Como? - Qual a via - Quanto? - Qual a quantidade - Quando? - Há quanto tempo - Quem? - Idade, peso, sexo, … – Ligar ao CIAV (centro de informação anti-veneno) – 808 250 143
  34. 34. Envenenamento/Intoxicações • Primeiro Socorro – Via Inalatória - Eliminar a fonte do tóxico, afastando a vítima do local - Retirar roupas - Hospital – Via Cutânea - Lavar abundantemente com água corrente - Retirar roupas contaminadas - Não aplicar qualquer produto - Hospital
  35. 35. Envenenamento/Intoxicações • Primeiro Socorro (cont.) – Via Circulatória Directa - Estabilizar a zona - Arrefecer - Hospital – Via Gastrointestinal - Seguir obrigatoriamente indicação do CIAV
  36. 36. Envenenamento/Intoxicações • Primeiro Socorro (cont.) – Via Ocular - Lavar abundantemente com água corrente ou soro fisiológico - Não esfregar - Pedir para não fechar as pálpebras - Hospital
  37. 37. Feridas • Superficiais – Simples – não necessitam de tratamento médico ou diferenciado – Complicadas – necessitam de tratamento médico ou diferenciado • Profundas ou penetrantes Necessitam sempre de tratamento médico ou diferenciado
  38. 38. Feridas • Primeiro Socorro – Acalmar a vítima – Expor a zona da ferida – Se necessário retirar adornos (anéis, fios, relógio,…) – Nunca falar, tossir, espirrar ou fumar para cima de uma ferida ou penso – Luvas – Lavar / desinfectar a ferida – Colocar um penso e fazer a sua fixação com uma cobertura
  39. 39. Feridas • Primeiro Socorro (cont.) Nas feridas que requerem tratamento médico – Não lavar / desinfectar – Proteger a ferida com compressas ou panos limpos e secos – Efectuar cobertura – Hospital
  40. 40. Queimaduras • Lesões na pele provocadas por diversos agentes: – Fogo – Atrito – Fricção – Líquidos ferventes – Vapores – Electricidade – Radiações solares – Frio – Produtos químicos
  41. 41. Queimaduras • Classificação – Profundidade 1º grau 2º grau 3º grau – Extensão – Localização – Idade
  42. 42. Queimaduras • Primeiro socorro – 1º grau – Arrefecer o mais possível – Cobrir a zona com compressas molhadas em água fria – Colocar creme hidratante – Não colocar gorduras
  43. 43. Queimaduras • Primeiro socorro (cont.) – 2º grau - Arrefecer o mais possível - Não rebentar as bolhas - Levar ao hospital se necessário – 3º grau - Arrefecer o mais possível - Levar ao hospital se necessário
  44. 44. Fracturas • Sinais e Sintomas – Dor no local – Edema – Deformação – Encurtamento do membro – Impotência funcional ou perda de função – Mobilidade anormal – Crepitação óssea
  45. 45. Fracturas • 1º Socorro – Expor o foco da fractura – Retirar roupa / adornos – Prevenir o choque – Controlar hemorragias (compressão manual indirecta) – Cobrir com compressas as feridas – Proteger topos ósseos visíveis como se fossem corpos estranhos encravados
  46. 46. Fracturas • 1º Socorro (cont.) Imobilizar tendo o cuidado de: - não modificar a posição - imobilizar acima e abaixo do foco de fractura - as talas devem estar almofadadas ou protegidas - verificar se imobilização não impede a circulação
  47. 47. • Sinais e Sintomas – Sensação de desconforto torácico – Dor persistente no peito, alastrando para o pescoço, maxilar e membro superior esquerdo – Angústia, ansiedade e agitação – Náuseas e vómitos – Sudorese – Palidez / cianose – Ventilação difícil – Pulso rápido, fraco e irregular – Possível inconsciência Dor Pré-cordial
  48. 48. • 1º Socorro – Promover um ambiente tranquilo junto da vítima – Evitar qualquer tipo de movimento – Se consciente - posição confortável, com tronco ligeiramente mais elevado – Se inconsciente – PLS – Manter temperatura corporal – Averiguar se vítima toma medicação específica (colocar 1-2 comprimidos debaixo da língua) – Transporte para Hospital Dor Pré-cordial
  49. 49. Epilepsia • Sinais e Sintomas – Pequeno mal epiléptico (sem convulsões) - Alterações do comportamento - Ausências / Alheamento – Grande mal epiléptico (com convulsões) Caracteriza-se por a fases: 1 - Alucinações sensoriais (ex. visões anormais) 2 - Perda de consciência; aumento do tónus muscular; apneia 3 – Movimentos convulsivos; ventilação difícil; maxilares cerrados; salivação abundante; perda de controle dos esfíncteres 4 – Relaxamento total dos músculos; recuperação progressiva da consciência; confusão mental; necessidade absoluta de descanso
  50. 50. Epilepsia • 1º Socorro – Pequeno mal epiléptico - Acalmar e colocar a vítima em posição confortável - Levar ao Hospital se necessário – Grande mal epiléptico - Afastar objectos da vítima e proteger cabeça e membros superiores - Desapertar a roupa no pescoço, peito e cintura - Colocar a vítima de acordo com grau de consciência (fase de recuperação) - Transporte para Hospital
  51. 51. Acidente Vascular Cerebral • Sinais e Sintomas – Perda brusca de conhecimento – Descoordenação / incapacidade motora – Cefaleias – Agitação e ansiedade – Dificuldade na articulação das palavras – Anisocória (pupilas com diâmetros diferentes) – Repuxamento da comissura labial – Incontinência de esfíncteres – Insensibilidade a estímulos – Palidez
  52. 52. Acidente Vascular Cerebral • 1º Socorro – Reduzir tenção emocional - manter ambiente tranquilo; afastar familiares; incutir confiança – Estimular a vítima verbalmente – Manter via aérea permeável – Desapertar a roupa no pescoço, peito e cintura – Colocar vítima de acordo com o seu grau de consciência – Manter temperatura – Transporte para Hospital
  53. 53. Diabetes • Hipoglicémia Insuficiência de glicose - Jejum prolongado - Esforços físicos - Dose excessiva de insulina • Hiperglicémia Excesso de açúcar no sangue - Refeição muito rica em hidratos de carbono (açúcares) - Falta de insulina
  54. 54. Hipoglicémia • Sinais e Sintomas – Sensação de fraqueza / fome – Palidez – Suores frios – Pele pegajosa – Pulso rápido e cheio – Ventilação superficial e fraca – Convulsões - coma
  55. 55. Hipoglicémia • 1º Socorro – Se consciente - dar água com açúcar – Se inconsciente - colocar açúcar debaixo da língua – Manter temperatura corporal – Transporte para Hospital
  56. 56. Hiperglicémia • Sinais e Sintomas – Fadiga crescente – Desidratação – Ventilação rápida, fraca e irregular – Pulso rápido e cheio – Hálito adocicado a fruta ou a acetona (hálito cetónico) – Fase rosada e aspecto congestionado – Inconsciência - coma
  57. 57. Hiperglicémia • 1º Socorro – História clínica - É insulino-dependente? - Já tomou dose de insulina diária? - Faz anti diabéticos orais? – Manter via aérea permeável – Transporte para Hospital
  58. 58. ?

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