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  1. 1. Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do currículo Tomaz Tadeu da Silva
  2. 2. Pedagogia do Oprimido X Pedagogia dos Conteúdos
  3. 3. -> O que Paulo Freire escrevia ? <ul><li>Paulo Freire não desenvolveu uma teorização específica sobre currículo. Seu esforço de teorização consiste, ao menos em parte, em responder à questão curricular fundamental: “o que ensinar?” </li></ul><ul><li>Em sua preocupação a questão epistemológica fundamental “o que significa conhecer”?, Freire desenvolveu uma obra que tem implicações importantes para a teorização sobre currículo. </li></ul>
  4. 4. -> Escola Tradicional <ul><li>Educador: papel ativo; Educando: recepção passiva </li></ul><ul><ul><ul><li>Por exemplo: o educador é o que disciplina; os educandos, os disciplinados; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O educador é o que diz a palavra; os educandos, os que a escutam docilmente; </li></ul></ul></ul><ul><li>A crítica de Freire ao currículo está sintetizada no conceito de “educação bancária” </li></ul><ul><li>Para Freire, a educação bancária é o conhecimento constituído de informações e fatos a serem simplesmente transferidos do professor para o aluno. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Assim, a educação se torna um ato de depositar, em que os educandos são os depositários e o educador o depositante. </li></ul><ul><li>Educação para oprimir </li></ul><ul><ul><ul><li>Ivo viu a uva </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ada deu o dedo ao urubu </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ada deu o dedo à arara </li></ul></ul></ul>
  6. 6. -> Opressor e Oprimido <ul><li>Quem é o opressor? (homem) </li></ul><ul><li>Quem é o oprimido? (“coisa”) </li></ul><ul><li>Quem fará a revolução? </li></ul><ul><ul><ul><li>A revolução será feita pelos oprimidos, que devem lutar para tirar o poder do opressor. O opressor nunca fará a revolução porque ele não quer perder o seu status. </li></ul></ul></ul>
  7. 7. -> Pedagogia do Oprimido <ul><li>Há uma interação entre professor/aluno. </li></ul><ul><li>“ Educação problematizadora”: uma alternativa à concepção bancária. </li></ul><ul><li>A “educação problematizadora” é uma compreensão diferente do que significa “conhecer”. </li></ul><ul><li>Conhecer envolve intercomunicação, intersubjetividade. </li></ul><ul><li>Através dessa intercomunicação que os homens mutuamente se educam. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Para Freire, a própria experiência dos educandos se torna a fonte primária de busca dos “temas significativos/temas geradores” que vão constituir o “conteúdo programático” do currículo. </li></ul><ul><li>Pedagogia feita com o aluno: a pedagogia do oprimido deve ser feita com o aluno. É por meio do diálogo que professor e aluno vão construindo esta pedagogia. </li></ul><ul><li>Quem liberta o oprimido? </li></ul><ul><ul><ul><li>O oprimido não se liberta sozinho. Ninguém liberta o oprimido. Os homens se libertam juntos através da conscientização. </li></ul></ul></ul>
  9. 9. -> A Libertação <ul><li>Por que é tão difícil se libertar? </li></ul><ul><ul><ul><li>Se libertar significa ser responsável pelos seus atos, ser autônomo. Muitas pessoas preferem ficar acomodadas, pois se libertar requer agir. </li></ul></ul></ul><ul><li>Oprimido deve virar opressor? </li></ul><ul><ul><ul><li>O oprimido não deve virar opressor ao se libertar, mas deve impedir que a minoria (opressor) comande a maioria (oprimido). </li></ul></ul></ul>
  10. 10. -> Referências bibliográficas: <ul><li>SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2002. </li></ul><ul><li>FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 18 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988. </li></ul>

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