Georges Elton Mayo

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A ESCOLA DAS RELAÇÕES
HUMANAS E AS
EXPERIÊNCIAS DE HAWTHORNE

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Georges Elton Mayo

  1. 1. GEORGES ELTON MAYO <ul><li>A ESCOLA DAS RELAÇÕES HUMANAS E AS EXPERIÊNCIAS DE HAWTHORNE. </li></ul>
  2. 2. <ul><li>A ESCOLA DAS RELAÇÕES </li></ul><ul><li>HUMANAS E AS </li></ul><ul><li>EXPERIÊNCIAS DE HAWTHORNE. </li></ul>
  3. 3. Enfoque Humanístico da Administração <ul><li>Administração Científica Tarefas </li></ul><ul><li>Teoria Clássica da Administração Trabalho </li></ul><ul><li>Enfoque Humanístico </li></ul><ul><li>Aspectos Psicológicos & Sociológicos </li></ul>
  4. 4. Surgimento da Teoria dos Recursos Humanos <ul><li>Humanizar e Democratizar a Administração. </li></ul><ul><li>Desenvolvimento das Ciências Humanas. </li></ul><ul><li>As Conclusões das Experiências em Hawthorne coordenadas por Mayo. </li></ul>
  5. 5. Experiências de Hawthorne. Dados da Empresa <ul><li>Western Electric Company era uma companhia norte-americana que fabricava equipamentos para empresas telefônicas. </li></ul><ul><li>A companhia contava com cerca de 40 mil empregados. </li></ul><ul><li>A empresa caracterizava-se pela preocupação com o bem estar de seus funcionários, o que lhe proporcionava um clima constantemente sadio de relações industriais. </li></ul><ul><li>A empresa não estava interessada em aumentar a produção, mas em conhecer melhor seus empregados. </li></ul>
  6. 6. Antecedentes de Mayo. <ul><li>George Elton Mayo nasceu em 1880 em Adelaida, Austrália. </li></ul><ul><li>Ele estudou Psicologia no país dele. </li></ul><ul><li>Professor das Universidades de Harvard e Filadélfia (E.U.A.). </li></ul><ul><li>Ele incorporou às experiências de Hawthorne que foi levado a cabo entre 1924 e 1932. </li></ul>
  7. 7. Experiências de Hawthorne <ul><li>Efeitos da iluminação. </li></ul><ul><li>Sala de montagem de relés. </li></ul><ul><li>Programa de entrevistas. </li></ul><ul><li>Sala de montagem de terminais. </li></ul>
  8. 8. Experiências de Hawthorne. Objetivos <ul><li>Estudar: </li></ul><ul><li>a fadiga; </li></ul><ul><li>os acidentes; </li></ul><ul><li>a rotação do pessoal (turnover); </li></ul><ul><li>o efeito das condições físicas de trabalho sobre a produtividade dos empregados. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Efeitos da Iluminação </li></ul><ul><li>FINALIDADE: influência da iluminação sobre o desempenho dos operários. </li></ul><ul><li>EXPERIÊNCIA: dois grupos que faziam o mesmo trabalho em condições idênticas: um grupo trabalhava sob iluminação constante enquanto outro trabalhava sob iluminação variável. </li></ul><ul><li>RESULTADO: perceberam que o fator psicológico influenciava na produção. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Sala de Montagem de Relés. </li></ul><ul><li>FINALIDADE: saber o efeito de mudanças sob as condições de trabalho, procurando explicar a fadiga e a monotonia; avaliar a ação de muitos trabalhadores. </li></ul><ul><li>EXPERIÊNCIA: um grupo de observação de 6 jovens que trabalhavam no departamento de montagem dos relés. </li></ul><ul><li>Existia um supervisor e o um observador que permanecia na sala como no grupo de controle . </li></ul><ul><li>Foi mudado o lugar de trabalho, a forma de pagamento e houve aumento e reduções de descansos, horários, dias de trabalho. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Sala de Montagem de Relés </li></ul><ul><li>RESULTADO: elas trabalharam confortavelmente, sem pressões, desenvolvendo o social do grupo, elas sentiram-se participando do trabalho, sem medo do supervisor, evitando a monotonia, surgiu a liderança. </li></ul><ul><li>OCORRÊNCIA: </li></ul><ul><li>elas não consideravam o encarregado como supervisor, mas como um do grupo. </li></ul><ul><li>o ambiente amigável e sem pressões aumentou a satisfação no trabalho. </li></ul><ul><li>A produção foi sempre maior que a original . </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Programa de Entrevistas </li></ul><ul><li>FINALIDADE: conhecer mais os empregados e escutar as opiniões e sugestões deles. </li></ul><ul><li>EXPERIÊNCIA: entrevistas através das quais pretendia-se obter maiores conhecimentos sobre as atitudes e sentimentos dos trabalhadores. Adotou a entrevista “não diretiva” mediante a qual o operário expressava-se livremente. </li></ul><ul><li>RESULTADO: foi detectado uma organização informal de operários. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Sala de Montagem de Terminais. </li></ul><ul><li>FINALIDADE: analisar a organização informal dos trabalhadores. </li></ul><ul><li>EXPERIÊNCIA: um grupo experimental de montagem de terminais passaram a trabalhar em uma sala especial com idênticas condições de trabalho do departamento. Havia um observador dentro da sala e um entrevistador que ficava do lado de fora entrevistando esporadicamente aqueles trabalhadores. O sistema de pagamento era baseado na produção do grupo. </li></ul><ul><li>RESULTADO: depois de ter alcançado a produção normal deles, eles reduziram o ritmo de trabalho, compensando com dias de produção escassa. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Sala de Montagem de Terminais. </li></ul><ul><li>CONCLUSÃO: </li></ul><ul><li>a relação é apreciada entre a organização informal e a formal, pela influência dos grupos primários sobre o grau de esforço e compromisso dos sócios da organização. </li></ul><ul><li>o ritmo de trabalho foi administrado pelo grupo a favor do pagamento de incentivos. </li></ul><ul><li>a experimentação foi suspensa sem culminar por razões externas. </li></ul>
  15. 15. AVALIAÇÕES SOBRE AS EXPERIÊNCIAS <ul><li>O nível da produção dependia da integração social. </li></ul><ul><li>Os grupos sociais deveriam ser considerados pela Teoria da Administração pois o comportamento do indivíduo se apóia por completo em seu grupo. </li></ul><ul><li>A empresa passou a ser visualizada como uma organização social composta de diversos grupos sociais informais. </li></ul>
  16. 16. AVALIAÇÕES SOBRE AS EXPERIÊNCIAS <ul><li>A maior especialização e portanto a maior fragmentação do trabalho não é a forma mais eficiente do trabalho. </li></ul><ul><li>A compreensão da natureza das relações humanas permite ao administrador obter melhores resultados de seus subordinados. </li></ul><ul><li>Os elementos emocionais não planejados e irracionais do comportamento humano merecem atenção especial da Teoria das Relações Humanas. </li></ul>
  17. 17. CONCLUSÕES DAS EXPERIÊNCIAS <ul><li>O trabalho é uma atividade de grupo. </li></ul><ul><li>O nível de produção é resultante da Integração Social. </li></ul><ul><li>Recompensas e Sanções sociais são simbólicas e não-materiais, porém influenciam decisivamente a motivação e a felicidade do trabalhador. </li></ul>
  18. 18. CONCLUSÕES DAS EXPERIÊNCIAS <ul><li>Os grupos informais definem suas regras de comportamento. </li></ul><ul><li>As Relações Humanas são as ações e atitudes desenvolvidas pelos contatos entre as pessoas e o grupo. </li></ul><ul><li>A Importância do Conteúdo do Cargo e a natureza do trabalho têm enorme influência sobre o moral do trabalhador. </li></ul>
  19. 19. ALGUMAS CRÍTICAS ÀS EXPERIÊNCIAS DE MAYO <ul><li>Apresentou visão inadequada dos problemas de relações industriais. </li></ul><ul><li>Oposição cerrada à Teoria Clássica. </li></ul><ul><li>Limitação no campo experimental e parcialidade nas conclusões. </li></ul>
  20. 20. ALGUMAS CRÍTICAS ÀS EXPERIÊNCIAS DE MAYO. <ul><li>Crença do que o clima organizacional é suficiente para o aumento da produtividade. </li></ul><ul><li>Pouca atenção foi dada à estrutura organizacional (ênfase exagerada nos grupos informais). </li></ul><ul><li>À medida que se valoriza o operário, diminui a atenção dada aos consumidores e a empresa. </li></ul>
  21. 21. Para Elton Mayo <ul><li>“ O conflito é uma chaga social, a cooperação é o bem-estar social” </li></ul><ul><li>Conclui-se que: comprovada a existência de uma organização informal, a Experiência Hawthorne contrapõe o comportamento social do empregado ao comportamento do tipo máquina, proposto pela Teoria Clássica, abrindo assim portas para um novo campo de abordagem da Administração: </li></ul><ul><li>As Relações Humanas. </li></ul>
  22. 22. Bibliografia <ul><li>CHIAVENATO, Idalberto. Teoria Geral da Administração . São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1979 </li></ul><ul><li>GOMES VIEIRA, M. A; e GOMES, R.C.R. A tecnologia de Informação, a empresa e o emprego virtual-uma abordagem sobre as conseqüências nas relações formais e informais de trabalho. Revista Brasileira de Administração Contemporânea-Recursos Humanos ANPAD, vol.1, n 9, Rio de Janeiro, 1995 </li></ul><ul><li>KWASNICKA, Eunice L. Teoria Geral da Administração , ATLAS, 2ª , São Paulo, 1991 </li></ul><ul><li>LODI, João Bosco. História da administração . São Paulo: Pioneira, 1984 </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  23. 23. TURMA DO FUNDÃO <ul><li>ANDRÉ </li></ul><ul><li>EDMAR </li></ul><ul><li>EDUARDO </li></ul><ul><li>GIOVANI </li></ul><ul><li>PATTY </li></ul><ul><li>(Futuros gestores da Empresa Grupo Newcomm de Roberto Justus) </li></ul>

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