Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Folha de São Pedro - O Jornal da Paróquia de São Pedro (Salvador-BA) - Outubro de 2017

93 views

Published on

Edição de Outubro de 2017 do Jornal Folha de São Pedro, o Jornal da Paróquia de São Pedro

Published in: Spiritual
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

Folha de São Pedro - O Jornal da Paróquia de São Pedro (Salvador-BA) - Outubro de 2017

  1. 1. Outubro é farto em inspirações, sobretudo neste ano em que se encerra o Ano Nacional Mariano. Com esta iniciativa a Igreja buscou renovar a devoção do povo brasileiro à Padroei- ra do Brasil. No Santuário Nacional de Aparecida sempre cheio de pere- grinos, a Eucaristia foi incontáveis vezes celebrada, terços e outras ora- ções foram rezados, cada um abrindo a Maria seu coração e expondo-lhe suas necessida- des. Em 11 de outubro se encerra esse tempo privilegia- doparaadevoçãomariana. Mas será que o Ano Maria- no ajudou o povo a crescer na fé e no jeito de viver? Nossa gente, sobretudo os pequenos e excluídos da sociedade, vivem dias mais tranquilos e promissores? Ainda é cedo para perceber-se qualquer mudança porque os frutos estão amadurecendo no cora- çãodos fiéis Talvez pessoas piedosas estejam questionando: Ela ouviu a voz do seu povo? A realidade brasileira piorou tanto! Temos a sensação de que os ali- cerces da pátria estão sendo sacudidos por muitos abalos sísmicos que dei- xam todos medrosos e desencoraja- dos para uma ação transformadora neste país. Nenhuma palavra de espe- rançaseouvequecompensetantos'pa- lavrões' como fome, analfabetismo, desemprego, corrupção, insegurança, violência e morte. Deus se fechou para nós que rezamos mais e invoca- mos a Virgem com mais insistência? Tais dúvidas não se justificam para quem raciocina à luz da fé cristã. A Igreja ensina que Deus criou o univer- so e fez o homem para dar continuida- de ao seu trabalho. Não O responsabi- lizemos por nossos desacertos. A humanidade é a culpada porque rece- beu um belo projeto de ação, mas pre- feriu atuar conforme falsos valores semobedeceràsliçõesdeMaria. O ato mais destacado da soberania portuguesa ao chegar na Ilha de Vera Cruz, primeiro nome do Brasil, foi a missa celebrada por Frei Henrique de Coimbra. O culto mariano foi introdu- zido pelos primeiros evangelizadores. Conta-se que o padre, hoje São José de Anchieta, escreveu na areia um poema sobre Maria para lançar no coração dos nativos as sementes do amor a Nossa Senhora. Comemoram- se 300 anos da pesca da sua imagem nas águas do rio Paraíba do Sul. Há três séculos o povo dessa terra invoca a Mãe Aparecida, e que marcas de autêntica fé cristã temos no Brasil atual? Maria fez-se surda aos nossos apelos, esqueceu-se de nós ou fomos nós que esquece- mos o Evangelho em nossa jor- nadadiária? Valeria muito para as mu- danças que o momento exige, uma conversão do povo à sua origem cristã. Não são leis e decretos que transformam uma sociedade.Elasó melhoraquan- do os cidadãos modificam seu jeito de ser. OAno Mariano não só ofereceu uma proposta dife- rente, mas também ofereceu os meios para os brasileiros serem mais cristãos, mais devotos da Aparecida que continua dizendo para nós:“FaçamtudoqueEledisser”. Atentos ao conselho de Maria, vivamos outubro, o Mês das Missões, o Mês do Rosário e a alegria sempre animadoradaSemanadaCriança. Unido na oração e no trabalho pas- toral, abraço cordialmente meus paro- quianos, minhas paroquianaseos lei- toresdoFolhadeSãoPedro. Pazeesperança! Padre Aderbal Galvão de Sousa Leia, nas páginas 4 e 5, a mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial das Missões Em meio às dificuldades do nosso País, a esperança e a fé nos sustentam. Leia o artigo de Yvette Amaral, na página 7 Na página 8, aprofunde-se sobre o tema e o lema do Mês Missionário
  2. 2. Algumas pessoas consideram a oração do Rosário (Terço), uma oração enfadonha, repetitiva, desprovida de valor e conteúdo. Como eu, num tempo – felizmente passado – participei desse pensamento, sinto que não devo perder a oportunidade de em pleno Ano Nacional Mariano e Mês do Rosário (outubro), fazer uma reflexão sobreovaloreagrandezadessa oração. A oração do Rosário nasceu num momento muito difícil para a Igreja. Enfrentando sérias dificuldades para evangelizar os albigenses que habitavam o sul da França, o dominicano São Domingos de Gusmão implora a ajuda de Nossa Senhora para chegar ao coração do povo e rece- be dela a inspiração da oração Terço como a arma mais forte e segura para vencer as heresias de sua época que avançavamapassos largos. Apesar de ser uma oração bíblica, não católicos acusam o Rosário de conter orações que não se encontram na Sagrada Escritura, e de que a “vã repetição” de orações vai de encontro à Palavra de Deus. Alguns católicos por sua vez, taxam a oração do Rosários de inexpressiva e monótona, acusações e taxa- çõesinjustas. O Credo é a síntese da doutrina cristã. O Pai Nosso foi recitado por Jesus como modelo de oração. O fato de Jesus mandar-nos chamar Deus de Pai distingue o cris- tianismo de todas as outras religiões. AAve Maria é for- mada pelas palavras do Anjo Gabriel e de Isabel ao receber em sua casa a visita da Mãe do seu Senhor. O Glória ao Pai é uma Doxologia (do grego: Doxa=honra, glorifi- cação; Logia=estudo, trata- do), isto é, uma prece curta, geralmente trinitária de gló- ria e louvor a Deus. A Salve Rainha, foi composta por Germano, um monge inutilizado fisicamente e que sofreu durante anos, dores atrozes. Entretanto, não pas- sava um dia sem que, penosamente não se arrastasse até o altar daVirgem Maria para rezar. E foi nesse altar que aos poucos, ele compôs a oração. Mas não a concluiu. Tinha acabado de escrever “mostrai-nos Jesus” quando a morte o levou. A oraçãofoi terminada mais tarde por São Ber- nardodeClaravalqueaoouvi-lapelaprimeiravez,como- vido e arrebatado, exclamou: “Ó Clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria”! Estas palavras foram esculpidas em lâminas de bronze no assoalho da Catedral e, depois, introduzidasnaoraçãodaSalveRainha. Quanto à vã repetição, nem toda repetição é vã. Desde o princípio houve entre os cristãos o hábito de repetir uma mesma invocação. E o próprio Evangelho orienta- nos a insistir em nossas petições até que sejamos atendi- dos. Quando a Sagrada Escritura fala em “vã repetição”, ela não está condenando a oração que é repetida, mas a repetição automática, aquela que sai dos lábios, mas não do coração e por isso não chega ao coração do Deus ver- dadeiro. Quem se cansa de ouvir dia e noite o “eu te amo” da pessoa amada? Mais do que nós, Deus acolhe com alegria as orações que, repetitivas ou não, brotam do nosso coraçãodefilhos. Além de autenticamente bíblica, o Rosário, ao contrá- rio do que muita gente ainda pensa, não é uma oração mariana, mas cristocêntrica, Não oramos para Maria, mas pedimos sua intercessão junto a Jesus, vez que como canta Padre Zezinho, se só Jesus entende de poder, nin- guém entende mais de pedir que a Mãe. O Rosário nos leva diretamente à figura central da Sagrada Escritura que é Jesus Cristo. Nos Mis- térios Gozosos nós medita- mos sobre a infância de Jesus e mergulhamos na Escola de Maria. Eles nos ajudam a ter um conhecimento mais pro- fundo do amor de Deus por nós e a meditar no grande Mistério da Encarnação. Os Mistérios Luminosos nos falam da vida pública de Jesus, em momentos marcan- tescomoainstituiçãodaEuca- ristia e a Transfiguração no Tabor. Esses mistérios reve- lam que o Reino de Deus que Jesus prega já está personifi- cado n´Ele mesmo. Os Misté- rios Dolorosos lembram a obediência de Jesus à vontade do Pai, e o grande amor dele por nós, a ponto de, por nossa salvação, dar a Sua vida para ressuscitarmos um dia com Ele. Os Mistérios Gloriosos apontam para o grande mistério da Ressurreição e nos garantem que se comElemorrermos,comEleressuscitaremos. Se todos os santos, de analfabetos a doutores, foram devotos de Maria Santíssima, se Nossa Senhora em suas aparições pede insistentemente que rezemos o Rosário, então não resta dúvida que na sua sobriedade e simplici- dade a oração do Rosário contém toda a profundidade da mensagem evangélica que precisamos para responder ao pedidodaMãe:FaçamtudoqueEledisser. Zélia Vianna zelia.vianna@yahoo.com.br
  3. 3. RETIRO BÍBLICO Em 2 de setembro passado, na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa, foi realizado o Retiro em preparação para o Mês da Bíblia. Houve participação de muitos paro- quianos e dos representantes da Família Excelsior. O Reti- ro foi coordenado pelo nosso pároco, Padre Aderbal, que motivou a comunidade a refletir sobre a Primeira Carta de São PauloaosTessalonicenses. FESTA DE MARIA MENINA Em 8 de setembro passado aconteceu a Festa de Maria Menina, na missa das 8h, na Igreja de São Pedro. A missa contou com a participação das Religiosas da Congregação dasEscravasdeMariaMenina. FESTA DE SANTA TERESINHA Dia 1.º de outubro, missa às 7h30, 9h30 e 11h30, na IgrejadeSãoPedro. FESTA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO De 2 a 6 de outubro, às 17h30, haverá na Igreja Nossa Senhora do Rosário, na Avenida Sete de Setembro, um momento de louvor a Nossa Senhora com a oração do Ter- ço. No dia 7, dia da Festa, haverá missa às 10h, na Igreja Nossa Senhorado Rosário. NOVENA DE NOSSA SENHORAAPARECIDA De 3 a 11 de outubro, acontece a Novena de Nossa SenhoraAparecida,às11heàs16h, naIgrejadeSãoPedro. PREPARAÇÃO PARA O BATISMO DE CRIANÇAS Nos dias 7 e 21 de outubro, acontece a preparação de pais e padrinhos para o batismo de crianças, das 14h às 18h, naIgrejaNossa SenhoradaConceiçãodaLapa. BATISMO DE CRIANÇAS Dias 8 e 22 de outubro, acontece o batismo de crianças às8h30, naIgrejadeSãoPedro. FESTA DE NOSSA SENHORAAPARECIDA E DIA DAS CRIANÇAS Dia 12 de outubro, missa às 7h30, 9h30 e 11h30, na IgrejadeSãoPedro. MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS PELOS DOADORES DO BAZAR, IA DOSD PROFESSORES E DE SANTA TERESA D'ÁVILA Dia 15 de outubro, missa às 7h30, 9h30 e 11h30, na IgrejadeSãoPedro. DIA DE SANTA EDVIRGES E DE SANTA MARGARIDA MARIAALACOQUE 16 de outubro, missa às 8h, 10h, 12h, 15h, 17h e 18h, na IgrejadeSãoPedro. PARABÉNS! 17 de outubro, aniversário de Ordenação Sacerdotal de PadreFernandoLeal. 23 de outubro, aniversário de Ordenação do diácono LourivalAlmeida. DIA DOS MÉDICOS E DE SÃO LUCAS EVANGELISTA 18 de outubro, missa 7h, 8h, 10h, 12h, 15h, 17h e 18h, naIgrejadeSãoPedro. DIA MUNDIAL DAS MISSÕES E MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS PELOS DIZIMISTAS DA PARÓQUIA Dia 22 de outubro, missa às 7h30, 9h30 e 11h30, na IgrejadeSãoPedro. COLETA DO DIA MUNDIAL DAS MISSÕES ParticipedaColetaMissionárianos dias21 e22deoutu- bro. DIA DE SANTO ANTÔNIO DE SANTANA GALVÃO Dia 25 de outubro, missa às 7h, 8h, 10h, 12h, 15h, 17h e 18h, naIgrejadeSãoPedro. MANHÃ DE LOUVOR No dia 25 de outubro próximo, às 9h, na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa, O Grupo Nossa Senhora do Cenáculo promove uma manhã de louvor, partilha da Pala- vra e Adoração ao Santíssimo Sacramento com a Fraterni- dade “Combatentes da Fé”, aberto à participação de todos os paroquianos.
  4. 4. Em virtude do dia Mundial das Missões, no próximo dia 22 de outubro, a Igreja considera o mês de outubro como o Mês das Missões. O Santo Padre a cada ano faz uma mensagem para esta ocasião, que neste ano tem como tema: “Amissão no coração da fé cristã”, que nos faz refle- tir sobre as perguntas: Qual é o fundamento da missão? Qual é o coração da missão? Quais são as atitudes vitais da missão? Leiaaseguiramensagemnaíntegra: Queridosirmãoseirmãs! O Dia Mundial das Missões concentra-nos, também este ano, na pessoa de Jesus, “o primeiro e maior evangeli- zador” (Paulo VI, Exort. ap. Evangelii nuntiandi 7), que incessantemente nos envia a anunciar o Evangelho do amor de Deus Pai, com a força do Espírito Santo. Este dia convida-nos a refletir novamente sobre a missão no cora- ção da fé cristã. De fato a Igreja é, por sua natureza, missio- nária; se assim não for, deixa de ser a Igreja de Cristo, não passando duma associação entre muitas outras, que rapi- damente veria exaurir-se a sua finalidade e desapareceria. Por isso, somos convidados a interrogar-nos sobre algu- mas questões que tocam a própria identidade cristã e as nossas responsabilidades de crentes, num mundo baralha- do com tantas quimeras, ferido por grandes frustrações e dilacerado por numerosas guerras fratricidas, que injusta- mente atingem sobretudo os inocentes. Qual é o funda- mento da missão? Qual é o coração da missão? Quais são asatitudesvitaisdamissão? A missão e o poder transformador do Evangelho de Cristo,Caminho,VerdadeeVida 1. A missão da Igreja, destinada a todos os homens de boa vontade, funda-se sobre o poder transformador do Evangelho. Este é uma Boa Nova portadora duma alegria contagiante, porque contém e oferece uma vida nova: a vida de Cristo ressuscitado, o qual, comunicando o seu Espírito vivificador, torna-Se para nós Caminho, Verdade e Vida (cf. Jo 14, 6). É Caminho que nos convida a segui- Lo com confiança e coragem. E, seguindo Jesus como nosso Caminho, fazemos experiência da sua Verdade e recebemos a sua Vida, que é plena comunhão com Deus Pai na força do Espírito Santo, liberta-nos de toda a forma deegoísmoetorna-sefontedecriatividadenoamor. 2. Deus Pai quer esta transformação existencial dos seus filhos e filhas; uma transformação que se expressa como culto em espírito e verdade (cf. Jo 4, 23-24), ou seja, numa vida animada pelo Espírito Santo à imitação do Filho Jesus para glória de Deus Pai. “A glória de Deus é o homem vivo” (Ireneu, IV, 20, 7).Adversus haereses Assim, o anúncio do Evangelho torna-se palavra viva e eficaz que realiza o que proclama (cf. Is 55, 10-11), isto é, Jesus Cristo, que incessantemente Se faz carne em cada situaçãohumana(cf.Jo 1, 14). Amissão eokairósdeCristo 3. Por conseguinte, a missão da Igreja não é a propaga- ção duma ideologia religiosa, nem mesmo a proposta duma ética sublime. No mundo, há muitos movimentos capazes de apresentar ideais elevados ou expressões éticas notáveis. Diversamente, através da missão da Igreja, é Jesus Cristo que continua a evangelizar e agir; e, por isso, aquela representa o , o tempo propício da salvaçãokairós na história. Por meio da proclamação do Evangelho, Jesus torna-Se sem cessar nosso contemporâneo, consentindo à pessoa que O acolhe com fé e amor experimentar a força transformadora do seu Espírito de Ressuscitado que fecunda o ser humano e a criação, como faz a chuva com a terra. “A sua ressurreição não é algo do passado; contém uma força de vida que penetrou o mundo. Onde parecia que tudo morreu, voltam a aparecer por todo o lado os rebentos da ressurreição. É uma força sem igual” (Exort. ap.Evangeliigaudium,276). 4. Lembremo-nos sempre de que, “ao início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisi- vo” (Bento XVI, Carta. enc. Deus caritas est, 1). O Evan- gelho é uma Pessoa, que continuamente Se oferece e, a quemAacolhecomféhumildeeoperosa,continuamente
  5. 5. convida a partilhar a sua vida através duma participa- ção efetiva no seu mistério pascal de morte e ressurreição. Assim, por meio do Batismo, o Evangelho torna-se fonte de vida nova, liberta do domínio do pecado, iluminada e transformada pelo Espírito Santo; através da Confirma- ção, torna-se unção fortalecedora que, graças ao mesmo Espírito, indica caminhos e estratégias novas de testemu- nho e proximidade; e, mediante a Eucaristia, torna-se ali- mento do homem novo, “remédio de imortalidade” (Inácio deAntioquia, ,20,2).Epistula ad Ephesios 5. O mundo tem uma necessidade essencial do Evange- lho de Jesus Cristo. Ele, através da Igreja, continua a sua missão de Bom Samaritano, curando as feridas sanguino- lentas da humanidade, e a sua missão de Bom Pastor, bus- cando sem descanso quem se extraviou por veredas envie- sadas e sem saída. E, graças a Deus, não faltam experiênci- as significativas que testemunham a força transformadora do Evangelho. Penso no gesto daquele estudante “dinka” que, à custa da própria vida, protege um estudante da tribo “nuer” que ia ser assassinado. Penso naquela Celebração Eucarística em Kitgum, no norte do Uganda – então ensan- guentadopelasatrocidadesdumgrupoderebeldes–,quan- do um missionário levou as pessoas a repetirem as pala- vras de Jesus na cruz: “Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste?” (Mc 15, 34), expressando o grito desespe- rado dos irmãos e irmãs do Senhor crucificado. Aquela Celebraçãofoifontedegrandeconsolaçãoedemuitacora- gemparaas pessoas. Epodemospensaremtantostestemu- nhos – testemunhos sem conta – de como o Evangelho ajuda a superar os fechamentos, os conflitos, o racismo, o tribalismo, promovendo por todo o lado a reconciliação, a fraternidadeeapartilhaentretodos. A missão inspira uma espiritualidade de êxodo, peregrinaçãoeexíliocontínuos 6. A missão da Igreja é animada por uma espiritualida- de de êxodo contínuo. Trata-se de “sair da própria comodi- dade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho” (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 20).Amissão da Igreja encoraja a uma atitude de peregrinação contínua através dos vários deser- tos da vida, através das várias experiências de fome e sede de verdade e justiça. A missão da Igreja inspira uma expe- riência de exílio contínuo, para fazer sentir ao homem sedento de infinito a sua condição de exilado a caminho da pátria definitiva, pendente entre o “já” e o “ainda não” do Reinodos Céus. 7.Amissão adverte a Igreja de que não é fim em si mes- ma, mas instrumento e mediação do Reino. Uma Igreja autorreferencial, que se compraza dos sucessos terrenos, não é a Igreja de Cristo, seu corpo crucificado e glorioso. Por isso mesmo, é preferível “uma Igreja acidentada, feri- da e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças” (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium,49). Osjovens, esperançada missão 8. Os jovens são a esperança da missão. A pessoa de Jesus e a Boa Nova proclamada por Ele continuam a fasci- nar muitos jovens. Estes buscam percursos onde possam concretizar a coragem e os ímpetos do coração ao serviço da humanidade. “São muitos os jovens que se solidarizam contra os males do mundo, aderindo a várias formas de militância e voluntariado. (...) Como é bom que os jovens sejam 'caminheiros da fé', felizes por levarem Jesus Cristo a cada esquina, a cada praça, a cada canto da terra!” (Fran- cisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 106). A próxima Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que terá lugar em 2018 sobre o tema “Os jovens, a fé e o discer- nimento vocacional”, revela-se uma ocasião providencial para envolver os jovens na responsabilidade missionária comum,queprecisadasuaricaimaginaçãoecriatividade. Oserviçodas ObrasMissionáriasPontifícias 9. As Obras Missionárias Pontifícias são um instru- mento precioso para suscitar em cada comunidade cristã o desejo de sair das próprias fronteiras e das próprias segu- ranças, fazendo-se ao largo a fim de anunciar o Evangelho a todos.Através duma espiritualidade missionária profun- da vivida dia-a-dia e dum esforço constante de formação e animação missionária, envolvem-se adolescentes, jovens, adultos, famílias, sacerdotes, religiosos e religiosas, bis- pos para que, em cada um, cresça um coração missionário. Promovido pela Obra da Propagação da Fé, o Dia Mundial das Missões é a ocasião propícia para o coração missioná- rio das comunidades cristãs participar, com a oração, com o testemunho da vida e com a comunhão dos bens, na res- postaàsgravesevastasnecessidadesdaevangelização. Fazermissão comMaria,Mãeda evangelização 10. Queridos irmãos e irmãs, façamos missão inspiran- do-nos em Maria, Mãe da evangelização. Movida pelo Espírito, Ela acolheu o Verbo da vida na profundidade da sua fé humilde. Que a Virgem nos ajude a dizer o nosso “sim” à urgência de fazer ressoar a Boa Nova de Jesus no nosso tempo; nos obtenha um novo ardor de ressuscitados para levar, a todos, o Evangelho da vida que vence a morte; interceda por nós, a fim de podermos ter uma santa ousadia de procurar novos caminhos para que chegue a todos o domdasalvação. Vaticano,4 dejunho– SolenidadedePentecostes– de2017. Papa Francisco
  6. 6. 01-M.ª DAS GRAÇAS GONÇALVES ZUZA 02-LUZINETE NUNES DO N. FONSECA 03-ALEX BISPO CAMPOS 03-ANA LÚCIA SILVA SANTOS 03-IRENE MARTINS MAGALHÃES 03-ISABELA CRISTINA DOS SANTOS 03-M.ª NELSA BEZERRA DA SILVA 04-IVE LIMA PALMA DE CARVALHO 04-TEREZINHA PEREIRA DE SÁ CANÁRIO 05-ELCY COELHO MENDES DOS SANTOS 05-JOÃO PAULO DE FRANÇA 06-ANTÔNIO INÁCIO DE MATOS 06-FRANCISCO SÉRGIO DA SILVA BRITO 06-M.ª DO CARMO VARJÃO VIANA 07-JANICE GONÇALVES DE OLIVEIRA 07-M.ª DA GLÓRIA RIBEIRO DOS SANTOS 07-M.ª DE LOURDES SILVA ORRICO 07-MARIZETE SANTOS PAIVA 07-PAULO ROBERTO D. BRANDÃO 07-VALDECIO FERREIRA DA SILVA 07-VALQUÍRIA SANTOS BOTTAS 08-ÂNGELA MARIA DOS SANTOS 08-DALVA FERREIRAALVES 08-M.ª SOCORRO GONÇALVES CARVALHO 08-MARLI ANDRADE 09-LORENA LIMA E CIMA 09-M.ª JÚLIA PASSOS ROCHA SANTOS 09-MARIA CRISTINA M. CERQUEIRA 10-M.ª ZIZA DE CARVALHO MATOS 10-PEDRO PAULO S. SANTANA FERREIRA 11-GILMAR ALMEIDA DA SILVA JÚNIOR 11-M.ª DE LOURDES DE SOUZA 11-MARINALVA MÜLLER GÓES 11-MERCEDES RIBEIRO DE ALMEIDA SILVA 11-ODEÔNCIO CÉSAR VIEIRA DOS SANTOS 12-ANA LÚCIAA. NASCIMENTO BAHIA 12-ELIZABETH ARAÚJO LIMA 12-LÍZIA GONÇALVES TAVARES 12-RAILDA FERREIRA RAMOS 12-SORAYA GOMES DA SILVA 13-ADEMIR DIAS RODRIGUES 13-ANDRÉ LUIZ BONFIM DOS SANTOS 13-HAMILTON FONSECA MATOS JÚNIOR 13-M.ª LÚCIA CABRAL 13-NILSON JORGE COSTA GUIMARÃES 14-MARCELO RIBEIRO DE SOUSA 14-REGINA LÍCIA BARBOSA DA SILVA 14-VALDECY MENEZES FREITAS 15-ANA CRISTINA FONTES DE ALMEIDA 15-CLÉIA PEREIRA GEAMBASTIANI 15-EDNAALVES DA SILVA SANTOS COSTA 15-LUCIANO JOSÉ N. DE MENDONÇA 15-M.ª DAS GRAÇAS NEVES DE SOUZA 16-ANTÔNIA MARIA PEREIRA SOUSA 16-FLÁVIO RODRIGUES DE FREITAS 16-IANA NASCIMENTO DA SILVA 16-JACIARA SANTOS DE SANTANA 16-JOEL RIBEIRO DA SILVA 16-JOSÉ ADEILSON DA SILVA 16-M.ª FERNANDA O. SENA MOREIRA 16-VALDENI FERREIRA DA SILVA 17-ELENITA GUIMARÃES DOS SANTOS 17-NEY MENEZES DE OLIVEIRA FILHO 17-RAIMUNDA M.ª CIRQUEIRA BONFIM 17-SARA FERREIRA BARBARINO 18-IOLANDA RIBEIRO FERREIRA 18-LUCILENE FERREIRA DIAS 18-MARGARIDA LUCAS SANTOS 19-MARGARIDA DE ANDRADE FERREIRA 19-OZENIR LIMA FIGUEIREDO 19-PEDRO PAULO S. ALCÂNTARA SANTOS 20-AUGUSTO DE SENA ROCHA JUNIOR 20-AYDALVA DE ASSIS COSTA 21-M.ª JOSÉ GOMES DA SILVA 21-ODETE DOS SANTOS 22-AILEMA MARQUES DA CRUZ 22-CECÍLIA SOUZA DOS SANTOS 22-EDUARLINDA SILVA DO NASCIMENTO 22-JORGE KHOURY HITTI 22-M.ª MADALENA SIQUEIRA DE ARAÚJO 22-MARYELMA QUEIROZ DÓREA 22-SUELI COSTA GUIMARÃES 22-VERA NILZA GUEDES 23-HÉLIO SOUSA MAGALHÃES 23-LAERTE APARECIDO ARRUDA 23-M.ª JOSÉ DE SOUZA 23-NOYR SANTOS PRADO 24-ANANÍSIA DA ROCHA MEIRELES LIMA 24-ELZA DE JESUS PINHO 24-M.ª GUIONOLIA VIEIRA DOS ANJOS 25-M.ª DE FÁTIMA SANDES NASCIMENTO 25-M.ª CRISPINA DOS SANTOS SOUSA 25-MARTA REGINA DOS ANJOS BONFIM 26-ANA M.ª L. PEREGRINO DE CARVALHO 26-DANILO DE JESUS SANTANA 26-LEONARDO ANTÔNIO F. DE SOUZA 26-M.ª ALICE FERREIRAARAÚJO 26-MARINALVA PIRES DE SOUSA 26-RAIMUNDA MENEZES GÓES 27-ANAMARY SOCORRO R. M. MARTINS 27-FLÁVIA P. DOS SANTOS NUNES 27-M.ª APARECIDA DE JESUS SILVA 27-M.ª DAS GRAÇAS DE S. SACRAMENTO 28-VALDILENE DE MOURA FONSECA 29-ANA PAULA DE OLIVEIRA FERREIRA 29-ELIETE VIEIRA DA SILVA 30-FLORIZETTE SOUZA DE CERQUEIRA 30-JAIME DOS SANTOS TEIXEIRA 30-MANUEL DE JESUS DA SILVA 31-LIZETE GONSALVES GRAÇA 31-RAYLSA DE ANDRADE GIRON 31-WALTER RAUL ARENAS DELGADO A você, meu irmão, minha irmã, que assume esta Paróquia como dizimista e se compromete com o trabalho pastoral, parabéns! Como presente do seu aniversário, a comunidade paroquial estará unida a você, seus amigos e familiares, nesse dia tão especial, para celebrar esta data. Venha participar, nesse dia, da Santa Missa, às 8h, na Igreja de São Pedro. Caso a data seja no Domingo ou Dia Santo, a missa começa às 7h30. PARÓQUIA DE SÃO PEDRO MOVIMENTO FINANCEIRO AGOSTO/2017 RECEITAS Espórtulas de missas ............................... 6.914,00 Espórtulas de batizados .............................. 510,00 Espórtulas de matrimônios .......................... 645,00 Dízimos .................................................. 35.313,85 Coletas ordinárias .................................. 8.924,25 Coleta para o Seminário Central ......... 1.115,00 Taxas de certidões ...................................... 315,00 Donativos ............................................... 1.000,00 Rendimento do bazar ............................. 7.735,00 Rendimento do restaurante .................... 7.789,84 Aluguéis ................................................ 1.200,00 Rendimento de aplicações bancárias ..... 29,72 TOTAL ............................................... 71.491,66 DESPESAS Manutenção e conservação .................. 4.686,51 Material litúrgico ...................................... 663,40 Promoção humana/formação ................... 937,00 Ajuda pastoral a moradores de rua .......... 1.000,00 Ajuda pastoral a mulheres marginalizadas 937,00 Salários ....................................... 25.323,31 Vale refeição ......................................... 8.775,00 Vale transporte ......................................... 2.232,00 Encargos sociais ......................... 14.086,00 Assistência odontológica ....................... 468,00 Côngrua ao pároco ....................... 3.000,00 Material de informática ............................ 100,00 Correios ................................................. 1.188,10 Água, energia e telefonia ......................... 2.810,48 Serviços contábeis ................................... 387,89 Tarifa bancária .............................................. 72,90 Taxa do programa SGCP ....................... 110,50 Repasse de taxa à Cúria ........................ 4.338,29 Repasse da coleta para Seminário ......... 1.115,00 Utensílios ............................................................2.000,00 TOTAL ............................................. 74.231,38 SALDO DO MÊS NEGATIVO (2.739,72) Quando devolvemos o nosso dízimo, não temos certeza de que receberemos algo, mas o importante é saber que o que foi entregue na comunidade se transforma em comunhão. SEJA DIZIMISTA INSCREVA-SE NA SECRETARIA PAROQUIAL
  7. 7. Os problemas brasileiros se agravam. Crise política, social, econômica e moral explodem num contexto desa- nimador que leva o nosso povo ao limiar do desespero. Apenas uma estrutura emocional sólida sustenta as con- vulsões cotidianas que sacodem a população, principal- mente a faixa mais pobre da sociedade. E o que mais tortu- ra é a falta de perspectiva. Ninguém se pronuncia sobre o que virá amanhã, no próximo mês ou em 2018. Nessa situ- ação crucial tudo falta; só uma força resta: a esperança que nasce da fé e nos mobiliza no amor. É o único ponto de sus- tentação para quem está desempregado e passa fome; para quem mal assina o nome e busca um emprego; para quem suporta uma dor física e encontra fechadas todas as portas doalívio. Muitas vezes admiramos a resistência de alguém que está penalizado por tantos flagelos, mas consegue manter bom humor quando, ao seu redor, só lhe vêm pedradas. Imaginemo paidefamíliacarentequerecebeumavisopré- vio, ou um canceroso pobre ao ser comunicado de que o governo não vai fornecer-lhe mais remédio gratuito. Como estas são inúmeras as circunstâncias desalentado- ras, conspirando contra a esperança do brasileiro. Feliz- mente ainda existe em muita gente a semente da fé em Deus que proporciona resignação ao sofrimento. Às vezes é até uma fé ingênua, infantil que pede a Papai do céu a solução dos problemas da terra. De qualquer forma ela ali- via o peso da cruz sem, contudo, erradicar a causa do sofri- mento. Entretanto, este tipo de religião deve evoluir para uma visão mais madura de Deus e da sua ação no mundo. É cor- reto louvá-l'O como o Criador de tudo, porém é necessário saber que, após a Criação, Ele transferiu para o homem a responsabilidade de continuar sua obra. Para isto lhe deu inteligência e liberdade, embora perdurem as fraquezas e limitações humanas. Devemos implorar a ajuda de Deus, mas nunca cruzar os braços diante do infortúnio. Resigna- ção cristã não é omissão. É reconhecimento da vontade suprema do Pai, da sua onipotênciaque só age para o nosso bem. Ele entregou ao homem um projeto perfeito; nós o desfiguramos, sobretudo com o nosso egoísmo. Não pode- mos culpar Deus da nossa displicência. Foi Deus que des- troçou o Brasil ou os que se apossaram do poder em bene- fício próprio, transgredindo os princípios da fé e as normas dacidadania? Precisamos aguardar tempos melhores, mas lembrados de que a história é construção humana; é resultado das nos- sas opções e iniciativas. Como desejar uma sociedade humana e justa, se nela não foi espalhado o fermento da paz e da justiça? É possível colher figos onde foram plan- tados cardos? Lembremo-nos sempre dos sábios versos de Geraldo Vandré no século passado, quando ele quis apon- taro caminhodaverdadeiralibertaçãodonosso povo: “Vem,vamosemboraqueesperarnãoésaber. Quemsabefazahora,nãoesperaacontecer”. Yvette Amaral yvettealemosmaral@gmail.com Arritmias cardíacas são manifestações elétricas anor- mais do coração, podendo ser sinal de doenças cardiovas- culares. A palpitação é um sintoma frequente nos pacien- tes que procuram atendimento médico, pelo desconforto e preocupação que causam. Pode-se definir palpitação como a percepção incômoda dos próprios batimentos cardíacos, sejam eles rápidos ou lentos, regulares ou irre- gulares. O termo é usado para referir-se a mudanças no ritmo cardíaco, frequência cardíaca ou pausa, alterações naforçadecontraçãoediferentessensações. Do ponto de vista fisiológico, as palpitações devem ser entendidas como contrações cardíacas mais intensas decorrentes de transtornos do ritmo ou da frequência car- díaca, incluindo as formas de taquicardia, pausas com- pensadoras, aumento do débito cardíaco, estados hiperci- néticos.Afrequência dos episódios de palpitações, a regu- laridade e a frequência dos batimentos e sua intensidade dependemdacausasubjacente. Entre as principais causas das palpitações estão as arritmias cardíacas, incluindo as extrassístoles, a fibrila- ção atrial, as bradicardias e as taquicardias, sendo que as doenças do músculo cardíaco (miocárdio) e as doenças das válvulas cardíacas representam as principais altera- çõesresponsáveispelaorigemdaarritmia. O sintoma palpitação, representando as arritmias nes- sas doenças, relaciona-se quase sempre à hipertrofia e à disfunção ventricular. Palpitações de origem fora do cora- ção compreendem aquelas secundárias a outras doenças, tais como: anemias, distúrbios da tireoide e até mesmo transtorno do pânico. Face aos sintomas de palpitação, deve-se buscar o atendimento médico para que a causa sejaesclarecidaeinstituídoumtratamentoadequado. PALPITAÇÕES E ARRITMIAS CARDÍACAS Dr. Getúlio Tanajura Machado gemachado@bol.com.br - tel. 71-3328-5633
  8. 8. Informativo da Paróquia de São Pedro Praça da Piedade, 11 - São Pedro - CEP: 40.060-300 - Salvador - Bahia - Brasil Site: www.paroquiadesaopedro.org - E-mail: padreaderbal@bol.com.br Direção e Coordenação: Padre Aderbal Galvão de Sousa Diagramação e Revisão: Equipe da Pastoral da Comunicação Colaboração: Getúlio Machado, Yvette Amaral e Zélia Vianna Ilustrações: Getúlio Machado, Rivelino Silva Jornalista responsável: Maria Alcina Pipolo - MTb/DRT/BA 915 Tiragem: 10 mil exemplares Distribuição Gratuita Arquidiocese de São Salvador da Bahia - Brasil Estamos em outubro, o mês das Missões. Desde 1926, o Papa Pio XI, oficializou o penúltimo domingo de outu- bro como Dia Mundial das Missões no qual, as paróquias do mundo inteiro são convidadas a rezar e fazer uma cole- ta especial em favor das missões. Neste ano o Dia das Missões seránodia22 deoutubropróximo. “Aalegria do Evangelho para uma Igreja em saída” é o tema da Campanha Missionária 2017. O lema, “Juntos na Missão Permanente”, reforça a importância de caminhar- mos unidos, como Igreja, Povo de Deus e anunciar a Boa Novaemtodos os temposelugares. De7a10desetembropassado, foirealizadoo4.ºCon- gresso Missionário Nacional, na terra de Dom Helder Câmara, onde ele exerceu seu ministério de pastor, com profundo amor, defendendo uma Igreja simples, voltada para os pobres, e a não violência. Ele viveu profundamen- te a comunhão e a solidariedade com os últimos da socie- dade. Foi um profeta de Deus que emprestou sua voz aos que não tinham, para defendê-los, sobretudo aqueles que eramperseguidos. O Cartaz para o Mês Missionário deste ano destaca o conteúdo do Congresso em seus três eixos: Alegria do Evangelho; Sinodalidade e comunhão; Testemunho e profetismo. A arte evidencia a Igreja, Povo de Deus, for- mada por diferentes sujeitos da missão, de diversas ida- des e etnias (leigos e leigas, consagrados e consagradas, padres, diáconos, bispos e o papa). Todos caminham jun- tos depois de terem sido encontrados por Jesus Cristo como Igreja em saída, “ad gentes”, enviada a testemunhar a alegria do Evangelho até os confins da terra. A Igreja peregrina traz a Palavra de Deus, fonte da missão. Carre- ga também, a Cruz das missões jesuíticas, que marcou a Bolívia e toda a América Latina, o principal símbolo do 5.ºCongresso MissionárioAmericano(CAM 5). O Texto-base do 4.º Congresso Missionário Nacional (CMN) é uma versão pastoral do Documento de estudo do CAM 5, com a mesma temática do Congresso Ameri- cano: “Aalegria do Evangelho para uma Igreja em saída”. O trabalho resultou em um documento mais enxuto e leve para facilitar o estudo do tema e a caminhada missionária dascomunidades. Seguindo o método ver, julgar e agir, o documento de 56 páginas está organizado em três capítulos e contempla trêseixostemáticosapresentadosnocartaz. Para enriquecer e estimular a comunidade católica no mundo, o Papa Francisco escreveu uma carta demons- trando sua preocupação com a missão da Igreja no mundo e afirma que: “Aalegria do Evangelho enche os corações e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus” (EG1). Ele nos dá a chave de leitura nos apresentando as características de uma Igreja com um rosto verdadeira- mente missionário, próxima, aberta, capaz de sair de si para ir ao encontro das pessoas, por caminhos novos, comoprofeciaparaasociedade. Dessa forma tudo se move, tudo entra em movimento na comunidade e encontramos uma saída que renova nossa vidaerevitalizaaIgreja. Expediente: Fone: (71) 3329-3280 COLETA MISSIONÁRIA 21 e 22 de outubro Todo o resultado da coleta é repassado integralmente para o Fundo Universal de Solidariedade por meio das Pontifícias Obras Missionárias.

×