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Folha de São Pedro - O Jornal da Paróquia de São Pedro (Salvador-BA) - Março de 2018

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Edição de Março de 2018 do Jornal Folha de São Pedro, o Jornal da Paróquia de São Pedro

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Folha de São Pedro - O Jornal da Paróquia de São Pedro (Salvador-BA) - Março de 2018

  1. 1. O Espírito Santo preserva a sabedoria da Igreja e jamais permitirá que ela se afogue em águas adversas. Na hora exata Ele projeta a sua luz, e o Povo de Deus encontra um novo atalho. Estamos numa encruzilhada histórica de nuvens tão densas que impedem a humanidade de visuali- zar com nitidez o cenário mundial. A Igreja também expe- rimenta crises, e não está fácil o seu retorno à fonte que tem Deus como centro. Dentre os seus problemas, percebe-se o esvaziamento do setor católico. Não só numericamente decai, não obstante manter sua hegemonia, como se dilu- em os valores cristãos numa sociedade tecnicista, relativis- ta e consumista. O comportamento dos cristãos desvia-se da sua derradeira meta: transformar o mundo em Reino de Deus. Nesse contexto de muita preocupação, mas pouco entusiasmo, Roma lança uma proposta para reanimar as forças adormecidas da militância da Igreja: o Ano do Lai- cato. É um pedido de socorro encadernado num projeto quevisaàmaiorconcentraçãodaIgrejacatólica:os leigos. Por muito tempo o laicato foi uma reserva pouco apro- veitada, sem consciência da sua importância e da sua mis- são. Muitas portas de ação lhe eram fechadas, e os leigos se acomodavam numa espiritualidade de participação sacra- mental e de obras sociais. No século passado, aAção Cató- lica despertou o leigo para o seu valor e o seu espaço na Igreja. Entretanto, recentemente, as condições do mundo não favoreceram o ardor apostólico, e uma nova calmaria se instalou entre os seguidores de Jesus. As ideologias do anti-Reino agiram com rapidez e mergulharam os fiéis católicos na indiferença total à sua fé e responsabilidade histórica. É verdade que ainda existem paróquias de boa organização e ação, assim como grupos de oração e refle- xão porosos à dinâmica do Espírito Santo, embora, às vezes, prisioneiros de uma espiritualidade intimista. Nem sempre estão acordados para os perigos de uma sociedade que se centralizou no dinheiro, no prazer e no poder. Como verdadeiros ídolos, dominadores das culturas, desviam a humanidade de outros interesses e expectativas além dos benstemporais. O ano do laicato é um raio de esperança que surge no céu da Igreja, desafiada a motivar os católicos para uma ação apostólica adequada aos sinais do tempo. Que ele atinja a meta de acordar a população cristã para a sua parti- cipação na história da salvação. É urgente o cristão, apenas envolvido com as solicitações do mundo, sentir-se convo- cado a ser o sal da terra e a luz do mundo, a força transfor- madora de uma civilização que precisa reencontrar-se na oraçãoenoapostolado. Reforçando os objetivos do Ano do Laicato, lembro São João Paulo II: “A evangelização do continente não pode realizar-se hoje sem a colaboração dos fiéis leigos”. Espero que você, paroquiano, paroquiana e leitor do Folha, engaje-se corajosamente nessa promissora proposta da Igreja. Com minha bênção de pároco, acompanho-lhe na realizaçãodassuas tarefaspastorais. Padre Aderbal Galvão de Sousa Zélia Vianna e Yvette Amaral orientam como ser leigo autêntico e viver em plenitude o Ano do Laicato. Páginas 2 e 7 A Campanha da Fraternidade 2018 sugere diversas ações para a superação da violência. Leia nas páginas 4 e 5 Em seu artigo na página 8, Eliane S. Azevedo fala sobre os preconceitos e sugere formas de combatê-los
  2. 2. Há quem fale em diversos tipos de espiritualidade. Entretanto, se como escreve Paulo aos efésios: “Há um só Senhor, uma só fé, um só Batismo, há um só Deus e Pai de todos, que está acima de todos, que age por meio de todos e está presente em todos” (Ef 4,5), então, há somente uma espiritualidade cristã, que é “fruto da vida no Espírito” e tem como meta a santidade: “Portanto, sede santos, assim como vosso Pai celeste é santo” (Mt 5,48).Aespiritualidade cristã caminha em duas direções e tem como perfeito símbolo dessa espiritualidade a Cruz, que é formada pelas hastes horizontal e vertical.A haste vertical representa a relação com Deus na oração e nos sacramentos, e a horizontal aponta para a relação comoser humanoetodaaCriação. A espiritualidade cristã, assim como todas as voca- ções na Igreja, tem sua fonte no Sacramento do Batismo. Pelo batismo somos identificados com Cristo e indisso- luvelmente ligados a Ele. Isso significa que somos ver- dadeiramente cristãos quando nos comportamos como Jesus Cristo, vivemos para os outros como Ele viveu, morremos e ressuscitamos com Ele. Pelo Batismo tam- bém somos inseridos na comunidade eclesial e passa- mos afazerpartedaIgreja,o Corpo EclesialdeCristo. Nessa grande família eclesial, fala-se muito de espi- ritualidade monástica, franciscana, dominicana, salesi- ana, etc. Na verdade, quando assim o fazemos, não esta- mo-nos referindo a diversos tipos de espiritualidade, mas às diferentes formas de viver a única espiritualidade cristã católica. Assim como não há duas pessoas no mundo exatamente iguais, haja vista que até os gêmeos univitelinos, por mais idênticos que sejam, possuem digitais diferentes, é mais que lógico que cada pessoa tenha o seu 'modo' próprio de ser. O que muda na espiri- tualidade não é o caminho a ser trilhado (sempre ilumi- nado e guiado pelo Espírito Santo) nem a meta (santida- de) a ser alcançada, mas o jeito de caminhar. Graças ao Espírito Santo, que sopra onde quer e como quer, longe de provocar competições ou divisões na Igreja, porém, tal qual o corpo humano, onde as partes se completam e se ajudam, essas formas diferentes de andar, isto é, de viver a espiritualidade cristã, constituem uma verdadei- rariquezanaIgreja. A Igreja, povo de Deus, é formada em sua maioria por leigos.Os dicionáriosdãoparaapalavraleigoos sig- nificados de desinformado ou ignorante sobre determi- nado assunto e também de alguém que, na Igreja, não recebeu o Sacramento da Ordem. Por muito tempo a ideia que se tinha de leigo era a de uma pessoa que cum- pria os preceitos da Igreja, mas não se sentia parte inte- grante nem responsável por ela. O Concílio Vaticano II, realizado há pouco mais de 50 anos, veio para – como costumo falar – botar os pontos nos ‘is’ e os traços nos ‘tês’; para dizer que o leigo não assiste à missa, mas par- ticipa da missa; não somente está na Igreja, mas é Igreja porque, pelo Batismo, participa do Corpo de Cristo. Veio para dizer que não há cristãos de primeira ou segunda categoria na Igreja; o que há é diferença de fun- ções. Nós, leigos, não temos o modelo de vida do clero nemdos religiosos,masnossa responsabilidadenacons- truçãodo ReinodeDeus nãoémenorqueadeles. O campo específico de nossa ação não é a sacristia, mas o mundo. Compete a nós fermentar de evangelho o mundo da família, da educação, da saúde, do trabalho, da política, enfim, o ambiente onde vivemos seja por opção nossa seja por circunstâncias alheias à nossa von- tade. A consagração e missão de nós leigos é tão vital para a santificação do mundo que, em São Domingos, os bispos da América Latina reunidos em assembleia foram unânimes em afirmar que é impossível haver novaevangelizaçãosemo protagonismodos leigos. Esse protagonismo exige equilíbrio entre fé e vida. Tanto quanto os demais segmentos da Igreja, ou nos ali- mentamos da oração e da Eucaristia e da vivência comu- nitária ou nossa espiritualidade leiga será uma espiritua- lidade vazia. Só seremos leigos autênticos se nossas ações refletirem uma vida iluminada e conduzida pelo Espíritoqueprocededo Paiedo Filho. Ser leigo na Igreja, mais que uma missão, é uma hon- ra. Honremos, pois, nosso Batismo e vivamos, com ale- gria e entusiasmo nunca vistos, o Ano Nacional do Lai- cato. Zélia Vianna zelia.vianna@yahoo.com.br
  3. 3. HORA SANTA E MISSA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS: 2 de março, Hora Santa às 9h, emissaàs10h,naIgrejadeSãoPedro. VIASACRA: 2, 9, 16 e 23 de março, às 11h e 16h, na Igreja de São Pedro; às 15h30, na Igreja Senhor Bom Jesus dosAflitos; às 16h, na Igreja Nossa Senhora da ConceiçãodaLapa. PREPARAÇÃO DE PAIS E PADRINHOS PARA O BATISMO DE CRIANÇAS: 3 e 17 de março, das 14h às 18h, na Igreja Nossa Senhora da ConceiçãodaLapa. BATISMO DE CRIANÇAS: 4 e 18 de março, às 8h30, naIgrejadeSãoPedro. CAMINHADA PENITENCIAL: 4 de março, a partir das 6h, da Basílica de Nossa Senhora da ConceiçãodaPraiaaoBonfim. DIA DE SÃO JOÃO DE DEUS E DIA INTERNACIONALDAMULHER:8demarço. DIADOS BIBLIOTECÁRIOS:12 demarço. ANIVERSÁRIO DA ELEIÇÃO DO PAPA FRANCISCO – 5ANOS:13 demarço. DIADE SANTOANTÔNIO DE CATEGERÓ: 14 demarço. MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS PELOS DOADORES DO BAZAR: 18 de março, missa às 7h30,9h30 e11h30,naIgrejadeSãoPedro. DIADE SÃO JOSÉ: 19 de março, missa às 8h, 10h, 12h,15h, 17h e18h, naIgrejadeSãoPedro. A N I V E R S Á R I O D E O R D E N A Ç Ã O SACERDOTAL DE PADRE ÁUREO: 21 de março. C O L E TA D A S O L I D A R I E D A D E D A CAMPANHA DA FRATERNIDADE: 25 de março. MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS PELOS DIZIMISTAS DA PARÓQUIA: 25 de março, missaàs7h30,9h30 e11h30,naIgrejadeSãoPedro. ANIVERSÁRIO DACIDADE DO SALVADOR – 469ANOS:29demarço. A N I V E R S Á R I O D E O R D E N A Ç Ã O EPISCOPALDE DOMESTEVÃO:30demarço. ESCOLA DE MARIA: Todo sábado, às 9h, na IgrejadeSãoPedro. GRUPO DE MÃES QUE ORAM PELOS FILHOS: Todo sábado, às 8h30, na Igreja Nossa SenhoradaConceiçãodaLapa.Venhaparticipar! PROGRAMAÇÃO PARAA SEMANA SANTA DOMINGO DE RAMOS: 25 de março. Procissão de Ramos, a partir das 7h, do Campo Grande à Praça Municipal. Missa, às7h30,9h30e12h, naIgrejadeSão Pedro. ORAÇÃO E SÚPLICAPENITENCIAL: 28 de março, às 10he12h,naIgrejadeSão Pedro. QUINTA-FEIRA SANTA: 29 de março. Adoração ao Santíssimo Sacramento, das 8h às 16h, e Missa da Ceia do Senhoràs17h, naIgrejadeSãoPedro. SEXTA-FEIRA SANTA: 30 de março. Adoração ao SantíssimoSacramento,das 8h às11h, eLiturgiadaPaixãodo Senhor às17h, naIgrejadeSão Pedro. SÁBADO SANTO:31demarço.Igrejasfechadasatéàs16h.VigíliadaPáscoaàs18h,naIgrejadeSãoPedro. DOMINGODE PÁSCOA:1.º deabril.Missa às7h30, 9h30e11h30,naIgrejadeSãoPedro. 06: Hora Santa e Missa do Sagrado Coração de Jesus; 07: Preparação de pais e padrinhos para o batismodecrianças; 08 e22:Batismodecrianças; 11: Aniversário de nascimento do diácono LourivalAlmeida; 21:FeriadodeTiradentes– Igrejasfechadas; 15: Missa em ação de graças pelos doadores do bazar; 22: Missa em ação de graças pelos dizimistas daParóquia; 27:Diados empregadosdo lar.
  4. 4. RETIRO EM PREPARAÇÃO PARAA QUARESMA No último dia 17 de fevereiro, na Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa, com a presença de cerca de cem paroquianos, aconteceu o Retiro Quaresmal da nossa comunidade paroquial. Após o momento de acolhimento e oração inicial, nosso pároco, padreAderbal, conduziu o Retiro usando o tema da Campanha da Fraternidade deste ano: “Fraternidade e superação da violência”. No primei- ro momento, padre Aderbal refletiu com a assembleia sobre a letra da oração e do hino da Campanha, levando a todos a descobrir os sinais de violência presentes na vida da Igreja e da comunidade. O segundo momento foi con- duzido pelo padre Mário Visibelli, italiano, visitante na nossa Paróquia, que falou sobre a violência gerada através do uso da palavra. Usando de exemplos e dinâmicas, ele destacou que a palavra é um instrumento que tem muita força, podendo criar ou destruir, gerar a vida ou a morte, a fraternidade ou a desunião, logo, pode ser um instrumento de paz, mas também de violência. Ele enfatizou que a palavra pode ser usada com violência contra os outros e contraaprópriapessoa. CAMPANHA DA FRATERNIDADE Ações concretas para superação da violência ACampanha da Fraternidade deste ano, que tem como tema: “Fraternidade e superação da violência”, e como lema: “Vós sois todos irmãos”, traz, no seu texto-base, no AGIR, sugestões deaçõesparasuperaçãodaviolência. “A Campanha da Fraternidade nos convoca a viver a prática de Jesus no exercício da escuta, da saída missioná- ria, do acolhimento, do diálogo, do anúncio e da denúncia da violência na dimensão pessoal e social. A lógica do amor é o único instrumento eficaz diante das ações vio- lentas. Um agir que supera a violência tem como funda- mento o Evangelho que aponta para a grandeza da vida e a beleza de viver. Testemunhar a beleza da vida e a graça de vivermos todos como irmãos! Essa verdade do Evangelho deveria ecoar em nossos corações, em nossas comunida- deseemnossa sociedade”,dizo texto-base. O texto-base traz pistas de ações concretas para supe- ração da violência contra a pessoa, na família, na comuni- dadeenasociedade. Nas pistas de ações concretas para superação da vio- lência contra a pessoa e na família, o texto-base lembra que todos devem envolver-se na promoção da cultura da fraternidade. Na Constituição Pastoral Gaudium et Spes (Alegria e Esperança), a Igreja expressou de modo claro a relação que existe entre a missão que lhe é própria e a responsabi- lidade que ela tem de colaborar com a sociedade. É impor- tante levar em conta a dimensão pessoal da superação da violência.AIgreja pensa que, por meio de cada um de seus membros e por toda a sua comunidade, pode ajudar muito a tornar mais humana a família humana e a sua história. Ninguém pode eximir-se de suas responsabilidades, ima- ginando que a violência sempre está “no outro”. É preciso que cada um se pergunte: “O que tenho feito para ajudar a construir uma cultura de paz” Para responder esse questi- onamentopode-setomarvárioscaminhoscomo: - Ter como critério o Evangelho, que revela as pala- vras,asmotivaçõeseo agirdeJesus; - É necessária a superação do conceito de justiça que dizquetodomundodevepagarpeloquefaz; - A misericórdia, a solidariedade e o desejo de supera- çãodevemseros elementosquefundamentamaaçãode
  5. 5. todos diante da injustiça, da violência, do sofrimento, do conflito e da insegurança; - Ninguém deve pagar o mal com o mal, mas com o bem; -Renunciaraqualquerformadeviolência; - Não se justifica colocar nas armas a solução para os conflitoshumanos; - Criar novos relacionamentos, tendo com princípio a fraternidade e a necessidade de um projeto social comum, quesejacausadebemparatodasaspessoas; -Asolidariedadeparacomasvítimasdaviolência; - O respeito pela dignidade das pessoas e o engajamen- to na luta para que essa dignidade seja respeitada em todas as condiçõesdavidahumana; - A luta pela conversão pessoal e pela conversão de todos; - Promover uma cultura que respeite as diferenças, combatendoo preconceitoeadiscriminação; - Refletir nas famílias sobre o que contribui com a cul- tura da reconciliação e da paz, e sobre estratégias de solu- ção; - Repensar a própria responsabilidade em relação à sociedade em temas como: sustentabilidade, respeito dos direitos dos outros, liberdade religiosa, educação para a solidariedade,cuidadocomos benspúblicos; - Promover momentos para exercer o discernimento evangélico acerca do que ocorre na comunidade, bairro, cidade, e identificar situações de violência (pontos de venda de entorpecentes, prostituição, tráfico de pessoas, pessoas emsituaçãodemiséria,etc.); - Desenvolver a capacidade de diálogo com pessoas de outras denominações religiosas e de posições diferentes dasua. COLETA DA SOLIDARIEDADE O gesto concreto proposto pela Campanha da Fra- ternidade é a coleta da solidariedade, que irá aconte- cer no Domingo de Ramos, no próximo dia 25 de março, que deve ser recolhida integralmente àArqui- diocese que repassará 40% do total ao Fundo Nacio- nal da Solidariedade, gerido pela CNBB. Os 60% restantes permanecem na Arquidiocese para atender aos Fundos de Solidariedade Diocesanos. A Igreja espera a participação de todos os fiéis com sua doa- ção financeira. Os recursos são destinados aos proje- tos que atendem aos objetivos propostos pela Cam- panhadaFraternidadedo anoanterior(2017). HINO DA CF/2018 Letra:FreiZilmarAugusto, OFM Música:PadreWallisonRodrigues 01– Nestetempoquaresmal,ó Deus davida, AtuaIgrejasepropõeasuperar Aviolênciaqueestánasmãosdomundo, Esaido íntimodequemnãosabeamar. Refrão: Fraternidadeésuperaraviolência! Éderramar,emvezdesangue,maisperdão! Éfermentarnahumanidadeoamorfraterno! Pois Jesus disseque“somos todos irmãos”.(2x) 02– Quemplantarapazeobempelocaminho, Ecultivá-loscomcarinhoeproteção, Nãomaisveráaviolênciaemsuaterra. Levarapazécompromissodocristão! 03–Aexclusãoquelevaàmortetantagente, Corrompevidasedestróiacriação. “Bastadeguerraeviolência,ó Deus clemente!” Éoclamordos filhosteusemoração. 04–Venhaanós, Senhor,teuReinodejustiça, Plenodepaz,deharmoniaeunidade. Sonhamos verumnovocéueumanovaterra: Todos narodadafelizfraternidade. 05–TuaIgrejatemocoraçãoaberto, Enos ensinao amoracadairmão. EmJesus Cristo,acolhe,amaeperdoa, Quemfezomal,caiuemsi, equerperdão. ORAÇÃO DA CF/2018 Deus e Pai, nós vos louvamos pelo vosso infinito amor e vos agradecemos por ter enviado Jesus, o Filho amado, nosso irmão. Ele veio trazer paz e fraternidade à terra e, cheio de ternura e compaixão, sempre viveu relações repletas de perdão e misericórdia. Derrama sobre nós o Espírito Santo, para que, com o coração convertido, acolhamos o projeto de Jesus e sejamos construtores de uma sociedade justa e sem violência para que, no mundo inteiro, cresça o vosso Reino de liberdade, verdade e de paz. Amém!
  6. 6. 01-M.ª HELOÍSAAGUIAR PIRES 01-M.ª ROSA BAHIANO PEDRAL SAMPAIO 01-M.ª CRISTINA LE PINTO 02-ESMERALDA DOS SANTOS 02-GUILHERME C. MATOS DE BARROS 02-IVONE SANTANA SANTOS 02-LÚCIO CLÁUDIO SILVA PIRES 02-M.ª DA SOLEDADE MARQUES MARIANO 02-THEREZA MOTTA DA FONSECA 03-GUIOMAR BISPO DOS SANTOS 03-MARINA SANTOS DE MENEZES 03-SANDRA SUELY BAHIA TEIXEIRA 04-CLÁUDIO DOS SANTOS MATOS 04-EDMILSON DOS ANJOS 04-LINDINALVA LEITE DA SILVA RIBEIRO 04-MARGARIDA Mª COUTINHO FONSECA 05-M.ª ROMILDES DOS REIS 05-ORDÉLIA RAMOS DA SILVA 06-CÉLIA M.ª LIBÓRIO CASTELLO BRANCO 06-DORALICE ALVES DA CRUZ 06-JOÃO MELO DOS SANTOS 06-M.ª NILDA OLIVEIRA SILVA 06-TEREZA BARBOSA DE MOURA LOPES 07-CLÁUDIO TRINDADE DE MELO 08-LUIZA DE FÁTIMA DA CUNHA 08-M.ª LEITE ALVES DE OLIVEIRA 08-SABINO JOSÉ SOARES 09-DUCIMAR ALVES DOS SANTOS 09-RUTH CARNEIRO DE OLIVEIRA 09-WALDO PEREIRA DE CARVALHO 10-ÁLVARO CLEMENTE NETO 10-BENEDITA BARBOSA MATOS 10-GERALDO PEDRAL SAMPAIO 10-JOSÉ NEVES DA COSTA 10-M.ª DE LOURDES FERREIRA DA SILVA 10-ZENAIDE ELESBÃO DOS SANTOS 11-ANTÔNIO ROSENDO SACRAMENTO 11-FIRMINA RIBEIRO DE ALMEIDA 11-INA MÁRCIA DE OLIVEIRA 11-MARIA SANTOS DE SOUZA 11-ZAIDA MIRANDA DE SÁ 12-ITAMAR SANTOS MARTINS 12-MARLENE P. DE MOURA MONTEIRO 12-MARTINIANA DE JESUS SANTOS 12-VANDERLICE A. M. DE FREITAS 13-ANA LUIZA DIAS DE OLIVEIRA 13-ANDRÉ LUIZ VIANA DIAS DOS SANTOS 14-M.ª DAS GRAÇAS MOREIRA DE JESUS 15-ANA MARIA DE MACEDO 15-HAYDÉE ANTUNES FRANÇA 15-JANILDA DE SANTANA NASCIMENTO 15-MAGALI SILVA REIS 16-RITA DE CÁSSIA ROSÁRIO CONCEIÇÃO 16-RITA FRANÇA 17-M.ª DA PURIFICAÇÃO P. COUTINHO 17-SOLANGE M.ª O. SENA MOREIRA 18-CONSTANÇA BARBOSA LEMOS 18-M.ª DE LOURDES DA CUNHA 18-M.ª LIMA PEREGRINO DE CARVALHO 18-NIVALDO COSTA DOS SANTOS JÚNIOR 19-GÉRSON CARDOSO DOS SANTOS 19-JOSELITA M. BATISTA DE OLIVEIRA 19-M.ª AUXILIADORA CHÉ DE MIRANDA 19-M.ª JOSÉ NERI ANDRADE 19-M.ª JOSÉ NASCIMENTO SANTOS 20-ELZA DA CONCEIÇÃO 20-FÁBIO SANTOS DE ALMEIDA 20-MARCOS ANTÔNIO C. DE ARAÚJO 20-MARIANA QUADROS ANDRADE 20-OSWALNITA DE SOUZA TEIXEIRA 20-SÉRVULO ASSIS DE SOUZA 21-ELIEDISON SILVA DOS SANTOS 21-LUIS ALBERTO OLIVEIRA RIBEIRO 21-MARLIETE M.ª MATOS MEIRA DA SILVA 21-TÂNIA GONÇALVES SILVA 23-ONEIDA IRMA BARBOSA 23-M.ª DA GLÓRIA BAHIANO P. SAMPAIO 23-MARIA JOSÉ DA SILVA 23-VALDELICE FREITAS DOS SANTOS 24-DOMINGAS Mª MENDES BOAVENTURA 24-M.ª DE FÁTIMA DA CUNHA 24-NELSON SANTOS SOUZA MAIA 24-OSMAR GOMES DE CARVALHO 26-FRANCISCO JAQUELINO S. DOS SANTOS 26-M.ª NILZA CALAZANS SILVA 27-FRANCISCO ROBERTO VITTI 27-Mª JOSÉ PINTO DE JESUS 27-SÍLVIO FÉLIX DE CERQUEIRA 27-VALDECIR ALBERTO CASSANEI 28-ELEN GREICE MELO AMORIM 28-FÁTIMA MARIA DE SOUZA MATOS 28-GIRLENE DOS SANTOS DA SILVA 28-IZABEL CRISTINA S. SANTANA FERREIRA 28-NEIANE SOUZA BOMFIM 29-ANA CRISTINA PEREIRA DOS SANTOS 29-JOSÉ ANTÔNIO MOTA DA SILVA 29-LEDA MARIA MOREIRA 29-LUCIENE NASCIMENTO MOURA 29-M.ª VITÓRIA TEIXEIRA DE S. FREITAS 30-MÁRCIA COSTA SANTOS 30-MARLENE SOLEDADE TEIXEIRA 30-MAURÍCIO JOSÉ CHAGAS DE JESUS 31-LUIZ CARLOS DE SOUZA A você, meu irmão, minha irmã, que assume esta Paróquia como dizimista e se compromete com o trabalho pastoral, parabéns! Como presente do seu aniversário, a comunidade paroquial estará unida a você, seus amigos e familiares, nesse dia tão especial, para celebrar esta data. Venha participar, nesse dia, da Santa Missa, às 8h, na Igreja de São Pedro. Caso a data seja no Domingo ou Dia Santo, a missa começa às 7h30. PARÓQUIA DE SÃO PEDRO MOVIMENTO FINANCEIRO JANEIRO/2018 RECEITAS Espórtulas de missas ............................... 7.785,00 Espórtulas de batizados .............................. 320,00 Espórtulas de matrimônios .......................... 535,00 Dízimos .................................................. 31.215,00 Coletas ordinárias .................................. 7.093,10 Taxas de certidões ...................................... 140,00 Donativos ............................................... 2.200,00 Rendimento do bazar ............................. 7.953,00 Rendimento do restaurante .................... 8.660,00 Rendimento de aplicações ............................. 8,78 TOTAL ...............................................65.909,88 DESPESAS Manutenção e conservação .................. 5.732,06 Material litúrgico ...................................... 693,00 Ajuda pastoral a moradores de rua .......... 1.000,00 Ajuda pastoral a mulheres marginalizadas 954,00 Assistência social ................................... 954,00 Salários ....................................... 18.993,20 Vale refeição ......................................... 6.150,53 Vale transporte ..................................... 1.625,40 Encargos sociais ......................... 13.168,90 Assistência odontológica a funcionários .. 247,00 Côngrua ao pároco ....................... 3.000,00 Material de expediente ............................ 27,20 Material de informática ......................... 100,00 Taxa de programa SGCP (informática).. 110,50 Correios .................................................. 1.193,00 Água, energia e telefonia ........................ 4.491,82 Serviços contábeis ............................ 775,00 Taxa à Cúria ...................................6.196,78 Tarifa bancária ...............................................82,70 TOTAL ............................................. 65.495,09 SALDO DO MÊS 414,79 Dízimo, partilha de alegrias e sofrimentos: fortalece a solidariedade, celebra a vida. SEJA DIZIMISTA INSCREVA-SE NA SECRETARIA PAROQUIAL
  7. 7. Estamos num mundo em crise, sol em declínio, sem previsão do Climatempo para o dia seguinte. Semáforos em amarelo pedem atenção. Temos que ir adiante, mas como se estamos perdidos nas encruzilhadas. Pernas paralisadas pelo medo detêm o passo. No Brasil, a situa- ção se agrava porque nos sentimos em oceano tempes- tuoso sem comandante nem bússola. É nesse contexto de perplexidade que vive o cristão leigo no ano consa- grado ao laicato. Coincidência? Não, prefiro chamar desígnio do Espírito Santo, que acompanha a Igreja res- ponsável por apontar ao homem a trilha da salvação. Infelizmente, nos desastres sociais, ela também é atin- gida porque é formada por homens condicionados pela sociedade. Em face à ligação profunda entre os cristãos e a comunidade, não é admissível inércia e indiferença. O leigo não faz parte da Igreja, ele é a Igreja e comprome- tido com ela desde o seu batismo. Numa hora de extre- ma gravidade como essa, não podemos parar nos julga- mentos e 'achismos'. Já passou a hora das análises so- ciais; os erros já são conhecidos. Se as causas do sismo social vão além das nossas possibilidades, a esperança não pode morrer no minimundo do nosso “eu”. Cabe- nos posicionar como instrumentos de Jesus. A Igreja já deu o S.O.S. e só resta cerrarmos as fileiras para vencer os inimigos do Reino, qual joio misturado com as sementes boas dos campos do Senhor. Vamos sacudir o pó da viagem, esquecer o cansaço e começar a luta, pri- meiramente dentro de nós. Quando preparamos a casa para uma visita honrosa, tomamos banho, trocamos a roupa velha por um traje mais solene. Apesar de infini- tamente pequenos diante de uma humanidade incontá- vel e milenar, há, naquele espaço do planeta onde resi- do, alguns metros quadrados que são propriedade minha e somente eu posso cuidar dela e responder por ela. Precisamosestenderoolharalémdos problemaspes- soais e familiares porque existem ameaças gigantescas, inclusive a continuidade da vida na terra. O campo da moral está totalmente minado, ameaçando os princípios éticos que sempre nortearam o comportamento humano e as relações internacionais. Depois de tantos avanços, seráquevamosretornaraocaos? Que fazem os católicos no momento? É pecado per- manecerem inativos, condenando de fora as calamida- des que ocorrem. É indispensável serem eles uma pre- sença significativa, sal e luz entre pessoas inconsequen- tes e imaturas que ignoram a grandeza da vida e os mis- térios da fé. Pelas palavras e pelos testemunhos, o cris- tão deve ser um sinal de Deus numa hora em que Ele é muito esquecido, e o ser humano desvalorizado. Partici- pando das iniciativas doAno do Laicato, os leigos cum- prem a sua missão de senhores da terra e protagonistas dahistória. Sejamos sensíveis à convocação da Igreja e, de mãos dadas, dediquemo-nos à construção de uma nova civili- zação.Apressemo-nos paranãoser tardedemais. Yvette Amaral yvettealemosmaral@gmail.com O som é definido como qualquer perturbação vibrató- ria em um meio elástico que produza sensação auditiva. O ruído é um sinal acústico aperiódico, originado da super- posição de vários movimentos de vibração com diferentes frequências que não apresentam relação entre si. Portanto, do ponto de vista da acústica física, pode-se dizer que a definiçãoderuídoéenglobadapeladefiniçãodesom. A exposição à energia sonora é uma causa importante de perda auditiva que afeta o sistema nervoso do ouvido, chamada de neurossensorial. Essa exposição pode ocorrer de duas formas: exposição prolongada e/ou repetitiva ou uma rápida exposição à grande pressão sonora, ambas acima de 85 decibéis. A perda auditiva neurossensorial decorrente da exposição aguda é conhecida como trauma acústico. Usualmente relacionado a explosões ou tiros, o trauma acústico pode levar à lesão mecânica das estrutu- ras da orelha média (ruptura da membrana timpânica) e das células ciliadas da orelha interna pela grande quanti- dade de energia transmitida. Aperda auditiva neurossen- sorial decorrente de exposição prolongada é conhecida como perda auditiva induzida por ruído. É reconhecida como um mal relacionado à evolução de nossa tecnologia, que tornou nossa vida mais cômoda, porém barulhenta, com máquinas industriais e fontes sonoras, como tocado- resdemúsicadigitalealto-falantes. Cada vez mais cedo, desde o útero materno e ao nascer, o ser humano é exposto a ruídos frequentes, muitas vezes por tempo prolongado e acima de 85 decibéis. Um agra- vante na modernidade é o uso de motores ruidosos e apa- relhos sonoros em alto volume de som e muitas vezes conectados diretamente ao ouvido em uso prolongado. Para uma prevenção dessa causa de perda auditiva, torna- se necessária a busca da redução de ruídos, tanto no meio ambiente,nas residênciasenotrabalho. PERDAS AUDITIVAS RELACIONADAS A RUÍDOS Dr. Getúlio Tanajura Machado gemachado@bol.com.br - tel. 71-3328-5633
  8. 8. Informativo da Paróquia de São Pedro Praça da Piedade, 11 - São Pedro - CEP: 40.060-300 - Salvador - Bahia - Brasil Site: www.paroquiadesaopedro.org - E-mail: padreaderbal@bol.com.br Direção e Coordenação: Padre Aderbal Galvão de Sousa Diagramação e Revisão: Equipe da Pastoral da Comunicação Colaboração: Getúlio Machado, Yvette Amaral, Zélia Vianna, Eliane S. Azevedo Ilustrações: Getúlio Machado Jornalista responsável: Maria Alcina Pipolo - MTb/DRT/BA 915 Tiragem: 5 mil exemplares Distribuição Gratuita Arquidiocese de São Salvador da Bahia - Brasil Expediente: Fone: (71) 3329-3280 Na efervescente vida moderna, novas formas de pre- conceito aparecem à medida que outras percepções do outro vão surgindo. O outro é aquele ser humano que é diferente não apenas na aparência, mas também nos valo- res, crenças, estilo de vida, capacitação, etc. Quanto mais restrito o nicho do aceitável, maior a amplitude dos pre- conceitos. E, o que é mais grave, maior a cegueira para os malefíciosdanãoaceitaçãodo outro. O poder ofuscante das vaidades cria a ilusão de que perceber o outro em rebaixamento gera auto- engrandecimento. Diminuir a luz do outro a fim de fazer a sua brilhar gera conflitos e contradições na alma de quem deseja brilho sem luz própria. Ainda que o consciente tente não registrar, o espírito humano decresce na tentati- vadediminuiçãodo outro. A espécie humana tem a diversidade como caracterís- tica fundamental. Sem perder a unicidade da espécie, sobrevivemos graças à diversidade. Não se permitir com- preendereaceitaro diferenteesgarçao tecidosocialhuma- no e enfraquece a rede de sustentação de afetos. Nada substitui o amor não vivido, o afeto não sentido, o diálogo nãoentabuladocomo outro...porqueédiferente. As pessoas, em geral, não se dizem preconceituosas porque poucas se preo- cupam em reconhecer as formas de elaborada sutileza do preconcei- to. Mensagens precon- ceituosas, sublimina- res, passam desperce- bidas como tais sem perder a eficácia na promoçãododesvaloredaexclusão. Ainda que a herança cultural prevalente na humanida- de direcione ao preconceito, os cristãos têm dois mil anos de ensinamentos demolidores dessa prática. Contrariando as expectativas, Jesus se revelou acolhedor dos mais pobres, pagãos, leprosos, paralíticos, cobradores de impostos, prostitutas, samaritanos, entre outros tantos excluídosporpreconceitosprevalentesàépoca. Sensível aos preconceitos que vitimavam as mulheres, Jesus, também, corajosamente as privilegiou no cumpri- mento de sua missão no mundo. Além disso, deu a uma mulher o privilégio do primeiro diálogo após a Ressurrei- ção. Que o admirável e inovador Papa Francisco consiga deixarvozesde“diaconisas”dialogandocomo mundo. Dr.ª Eliane S. Azevedo A nossa Paróquia mantém três espaços com o Bazar da Solidariedade, que são frutos de doações de roupas, sapatos, objetos de decoração, móveis e utensílios domésticos em bom uso que são postos à venda com o objetivo de ajudar no trabalho social que a Paróquia desenvolve. Faça uma arrumação na sua casa, no seu guarda-roupa! Doe o que você não precisa mais para o nosso Bazar! Visite os espaços do Bazar da Solidariedade, onde também podem ser feitas as doações. Brechó: Igreja Nossa Senhora do Rosário, Av. Sete de Setembro, 819 - Rosário. Bazares: Igreja Nossa Senhora da Conceição da Lapa, Av. Joana Angélica, 41 - Lapa; e Igreja Senhor Bom Jesus dos Aflitos, s/n - Largo dos Aflitos. Informações pelo telefone: 2137-8666

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