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Osmar Miranda Rehem
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REHEM, Osmar Miranda.
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SUMÁRIO
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LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Ilustração 1 – Síntese de multiletramentos .............................................................
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Um convite ao mestre-aprendiz
Caro(a) Professor(a), pensamos e construímos este Projeto Didático com o
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(ORLANDO; FERREIRA, 2013, p. 416-7). Estaríamos suficientemente preparados
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Ilustração 2 – Conceito de língua
FONTE: Adaptada de VAL; VIEIRA (2005, p. 35); MARCUSCHI (2008, p. 64).
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Concepção de Avaliação da Aprendizagem
O ato de avaliar faz parte do nosso cotidiano, nos mais diferentes âmbitos, seja...
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saber das suas escolhas, “re-conhecer” o seu olhar seletivo, saber-se produtor
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Ilustração 4 - Síntese do conceito de aprendizagem
FONTE: OLIVEIRA (1992, p. 23-34; 2010, p. 58-81); REGO (1995); PALAN...
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NOSSO PROJETO DIDÁTICO: MEMES – CONEXÕES PARA MULTILETRAMENTOS
O Projeto Didático
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diretamente, a partir de sua conta do Facebook, por exemplo. Havendo interesse,
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Revisão e Publicação/divulgação dos materiais produzidos pelos
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Uma viagem: muitos caminhos; ou dando corpo ao Projeto Didático
Memes: um gênero; vários percursos
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Ilustração 15 - Print 3.1: Subcategoria “Exposições”
Disponível em: http://www.museudememes.com.br/exposicoes-anteriore...
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Ilustração 16 - Print 4: Categoria “Acervo e Coleções”
Disponível em: http://www.museudememes.com.br/. Acesso em: 28 ma...
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Em “Coleções”, é possível fazer dois tipos de busca: uma mais geral e outra,
específica, com filtros. No item “Buscar”,...
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Ilustração 19 - Print 5.1: Categoria “Referências de Pesquisa” / “Referências Bibliográficas”
Disponível em: http://www...
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Ao clicar em “Artigos e entrevistas”, temos acesso a um conjunto de materiais,
os quais refletem sobre os mais distinto...
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Ilustração 21 - Síntese das pesquisas acadêmicas sobre as ferramentas digitais e links para acesso a tutoriais
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Pesquisas acadêmicas sobre a (s) ferramenta (s) Detalhamento das pesquisas acadêmicas
BISSOLOTTI, Katielen; NOGUEIRA, H...
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Ferramenta (s) Objetivos didático-pedagógicos da (s) ferramenta (s)
Promover (multi)letramentos, não circunscritos à es...
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de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008. Disponível em
<http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48...
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Para aprofundar-se um pouco mais: referências por temáticas
Professor(a), a fim de customizar o maior tempo possível
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______. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONISIO, A. P.; MACHADO, A. R.;
BEZERRA, M. A. (Orgs.). Gêne...
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KNOBEL, Michele; LANKSHEAR, Colin. Online Memes, Affinities, and Cultural Production. In: ______.
(Orgs.). A new litera...
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GAYDECZKA; Beatriz; KARWOSKI, Acir Mário. Pedagogia dos multiletramentos e
desafios para uso das novas tecnologias digi...
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______.; BARBOSA, Jacqueline P. Gêneros do discurso, multiletramentos e hipermodernidade. In:
______. Hipermodernidade,...
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fundamental. Travessias, Cascavel, Unioeste, v. 9, n. 1, p. 436-456, 2015. Disponível em: <http://e-
revista.unioeste.b...
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<http://creativeeducator.tech4learning.com/v07/articles/Assessing_Student_Project_Work >. Acesso em
23 maio 2017.
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Estudos / Teorias sobre Aprendizado / Aprendizagem
AIRES, Luísa. Do silêncio à polifonia: contributos da teoria sociocu...
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Tutoriais sobre memes
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Tempos líquidos / hipermodernos
BAUMAN, Zygmunt. Introdução: Entrando corajosamente no viveiro das incertezas. In: ____...
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______. Educação tecnológica. In: ______. (Org.). Educação tecnológica: desafios e perspectivas. 3.
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Memes - conexões para multiletramentos: um projeto didático-pedagógico para apropriações críticas no ensino médio

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A partir do trabalho com o gênero textual memes, este material foi elaborado para servir como ferramenta de apoio ao trabalho do professor(a) que pretenda contemplar, em sua prática, tecnologias digitais associadas ao ensino-aprendizagem, sobretudo como estimulador de multiletramentos.

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Memes - conexões para multiletramentos: um projeto didático-pedagógico para apropriações críticas no ensino médio

  1. 1. Memes C o n e x õ e s P a r a Multiletramentos Um projeto didático-pedagógico para apropriações críticas no Ensino Médio Osmar Miranda Rehem
  2. 2. Osmar Miranda Rehem Memes – conexões para multiletramentos: um projeto didático-pedagógico para apropriações críticas no Ensino Médio Publicação Autônoma
  3. 3. REHEM, Osmar Miranda. Memes – conexões para multiletramentos: um projeto didático- pedagógico para apropriações críticas no Ensino Médio: manual do professor. Belo Horizonte, 2017. Obra originalmente apresentada como parte do trabalho de conclusão do curso de Especialização em Linguagem, Tecnologia e Ensino, à Universidade Federal de Minas Gerais, 2017. Capa: Osmar Miranda Rehem (Imagem: Geekie, As ferramentas digitais mais populares em sala de aula, 2015) DIREITOS RESERVADOS: © Osmar Miranda Rehem E-mail: osmar.miranda@hotmail.com / omrfale2015@gmail.com JULHO 2017
  4. 4. SUMÁRIO Um convite ao mestre-aprendiz .................................................................................. 06 Multiletramentos, língua, avaliação e aprendizagem: quatro conceitos, alguns pontos ...................................................................................................................................... 08 Concepção de Multiletramentos ................................................................................. 08 Concepção de Língua ................................................................................................... 09 Concepção de Avaliação da Aprendizagem ................................................................. 11 Concepção de Aprendizagem ...................................................................................... 12 Nosso Projeto Didático: Memes – conexões para multiletramentos ....................................................................................................................................... 14 Uma viagem: muitos caminhos; ou dando corpo ao Projeto Didático ....................... 24 Memes: um gênero; vários percursos ......................................................................... 24 Memes: para além do entretenimento, um recurso para apropriações críticas ....................................................................................................................................... 25 Museu de Memes – um recurso (adicional) para aprendizagens ............................... 29 Algumas pesquisas acadêmicas sobre as ferramentas digitais ................................... 36 Para aprofundar-se um pouco mais: referências por temáticas ................................. 41
  5. 5. LISTA DE ILUSTRAÇÕES Ilustração 1 – Síntese de multiletramentos ....................................................................................... 08 Ilustração 2 – Conceito de língua ........................................................................................................ 10 Ilustração 3 – Síntese do conceito de avaliação .................................................................................. 11 Ilustração 4 – Síntese do conceito de aprendizagem ........................................................................... 13 Ilustração 5 – Print Página Inicial do Imgflip ..................................................................................... 16 Ilustração 6 – Print Windows Movie Maker ...................................................................................... 17 Ilustração 7 – Perguntas rápidas para analisar discursivamente memes on-line .............................. 24 Ilustração 8 – Meme 1: Comportamento lacônico de Glória Pires no Oscar 2016 ............................. 26 Ilustração 9 – Meme 2: Comportamento lacônico de Glória Pires no Oscar 2016 ............................ 26 Ilustração 10 – Meme 3: Comportamento lacônico de Glória Pires no Oscar 2016 .......................... 27 Ilustração 11 – Meme 4: Comportamento lacônico de Glória Pires no Oscar 2016 .......................... 27 Ilustração 12 – Print 1: Página Inicial do Museu de Memes .............................................................. 30 Ilustração 13 – Print 2: Categoria “O # Museu de Memes” .............................................................. 30 Ilustração 14 – Print 3: Categoria “Eventos” .................................................................................... 31 Ilustração 15 – Print 3.1: Subcategoria “Exposições” ........................................................................ 32 Ilustração 16 – Print 4: Categoria “Acervo e Coleções” .................................................................... 33 Ilustração 17 – Print 4.1: Subcategoria “Acervo e Coleções” ............................................................. 33 Ilustração 18 – Print 5: Categoria “Referências de Pesquisa” / “Referências Bibliográficas” ................................................................................................................................................................... 34 Ilustração 19 – Print 5.1: Categoria “Referências de Pesquisa” / “Referências Bibliográficas” ................................................................................................................................................................... 35 Ilustração 20 – Print 6: Categoria “Artigos e Entrevistas” .............................................................. 35 Ilustração 21 – Síntese das pesquisas acadêmicas sobre as ferramentas digitais e links para acesso a tutoriais .................................................................................................................................................... 37
  6. 6. 6 Um convite ao mestre-aprendiz Caro(a) Professor(a), pensamos e construímos este Projeto Didático com o objetivo de servir como um elemento norteador à sua prática, e não como cerceador das liberdades de escolhas dos sujeitos nele envolvidos. Assim, tanto você quanto os seus alunos poderão fazer, de acordo com suas especificidades/necessidades, os ajustes, utilizar outras ferramentas: recorrer a aplicativos geradores de memes, os quais podem, inclusive, ser baixados gratuitamente, que permitam tanto o trabalho off-line – no caso de haver restrições/problemas de conexão à internet – quanto à extensão dos espaços/momentos de aprendizagem para além da sala de aula; na existência de óbices (de ordens várias) à operacionalização do software editor de vídeo, devem-se buscar alternativas para sua substituição. Sinta-se à vontade para refletir, por exemplo, sobre a necessidade de incrementar estratégias de interação síncrona e assíncrona, por meio das tecnologias móveis, das redes sociais. A partir da observação cotidiana, talvez, ainda, sejam necessárias mudanças decorrentes de outros imperativos, a partir de feedback dos alunos, na observância da incompatibilidade do nível de dificuldades das tarefas propostas para aquele público-alvo. Portanto, caro(a) colega do agir docente, é com imensa satisfação que lhe convidamos para experimentar o projeto “Memes: conexões para multiletramentos”. Mas, reiteramos que a seleção, a disposição, a mistura e a dosagem dos ingredientes fica à sua escolha, recorrendo a uma metáfora, à semelhança de um chef de cozinha e/ou de um gourmet / gourmand, que são, sobretudo, experimentadores / degustadores. Nada melhor, portanto, do que nos inspirar na analogia cabraliana, qual seja, a de que “Um galo sozinho não tece uma manhã: / ele precisará sempre de outros galos. / De um que apanhe esse grito que ele / e o lance a outro; de um outro galo que apanhe o grito de um galo antes / e o lance a outro”. Tecendo a manhã Um galo sozinho não tece uma manhã: ele precisará sempre de outros galos. De um que apanhe esse grito que ele e o lance a outro; de um outro galo que apanhe o grito de um galo antes
  7. 7. 7 e o lance a outro; e de outros galos que com muitos outros galos se cruzem os fios de sol de seus gritos de galo, para que a manhã, desde uma teia tênue, se vá tecendo, entre todos os galos. 2 E se encorpando em tela, entre todos, se erguendo tenda, onde entrem todos, se entretendendo para todos, no toldo (a manhã) que plana livre de armação. A manhã, toldo de um tecido tão aéreo que, tecido, se eleva por si: luz balão. MELO NETO, João Cabral de. Tecendo a manhã. In: ______. A Educação pela pedra e outros poemas. Rio de Janeiro: Ed. Alfaguara / Objetiva, 2007. p. 219. Então, teçamos nós esses fios, as nossas conexões para uma prática pedagógica “encorpada” (nos dizeres de João Cabral de Melo Neto). Osmar Rehem, Aribicé/BA, julho de 2017.
  8. 8. 8 Multiletramentos, língua, avaliação e aprendizagem: quatro conceitos, alguns pontos Concepção de Multiletramentos Quando falamos em Multiletramentos, estamos partindo do pressuposto de que somos caracterizados pela hibridez, pela mistura, pelo inter e entrecruzamento cultural, afinal, os alunos pertencem a diferentes realidades – linguística, social, econômica – e trazem essa pluralidade para o ambiente escolar, o qual não pode se furtar de considerar, de respeitar tais diversidades (ROJO, 2011, 2012, 2013, 2015). Nesse contexto, insere-se o multiculturalismo, do reconhecimento (no sentido da existência e da valorização) da pluralidade cultural. A tabela a seguir, uma adaptação de Rojo (2012, p. 29), de um “quadro” inicialmente elaborado por DECS e UniSA (2006), sintetizaria o que se entende por multiletramentos: Ilustração 1 – Síntese de multiletramentos FONTE: Adaptada de ROJO (2012, p. 29), com base em DECS; UniSA (2006). Mas nesse cenário surgem algumas barreiras, pedras drummondianas: como trabalhar com o diverso se a instituição escolar preza, de uma maneira geral, pela unidade? Como valorizar o multi, se o ensino, na maior parte dos casos, é pautado pela institucionalização de um padrão, de regras, de exclusões, do monocultural?
  9. 9. 9 (ORLANDO; FERREIRA, 2013, p. 416-7). Estaríamos suficientemente preparados para desconstruir os óbices do poder, ou melhor, tornar a diversidade “[...] a base paradoxal da coesão”? (KALANTZIS; COPE, 2006a, p. 145 apud ROJO, 2013, p. 15, com tradução da autora). Talvez tenhamos que concordar com Oliveira e Szundy (2014, p. 198), quando estas ressaltam que Em um mundo em que o desenvolvimento tecnológico possibilita a hibridização de linguagens e culturas em processos complexos de (re)criação de significados, parece-nos mais premente do que nunca que professores se tornem analistas dos discursos capazes de engajar os alunos em práticas de análise e (re)construção de significados pautadas nos multiletramentos, ou seja, na articulação entre múltiplas modalidades semióticas e múltiplas culturas. Uma articulação tal pressupõe inter-relações constantes entre as práticas de letramento escolares e àquelas (sic) da vida em processos de semiotização de atos éticos. (OLIVEIRA; SZUNDY, 2014, p. 198). Pelo exposto, percebe-se que teremos desafios consideráveis, porque nos são “incumbidas” duas “tarefas”: promover, de forma ética, respeitosa e protagonista, tanto o nosso (multi)letramento quanto o dos alunos. Parece-nos, então, ser pouco conveniente nos manter na posição de “retaguarda”, do consolidado, do já cristalizado, enfim, acomodarmo-nos ao já conhecido; precisamos, pois, ir em direção ao enfrentamento, à busca, ao repensar. E, cientes de toda essa complexidade, mas ao tempo reconhecendo a emergência de uma prática que estimule apropriações críticas por parte dos nossos alunos, decidimos dar concretude ao Projeto Didático Memes: conexões para multiletramentros. Concepção de Língua Nesse projeto, a língua está sendo tomada enquanto um fenômeno sociointerativo, ou seja, que se concretiza a partir da inter-relação com o outro, atendendo a determinados objetivos (sociais, interpessoais, comunicativos, etc.). Assim, professor(a), estaremos pautados por uma perspectiva diferente da maioria dos manuais didáticos, os quais geralmente reproduzem visões conversadoras, considerando a língua como algo rígido, inflexível, que se manteria estático, independentemente do sujeito e do contexto sociocomunicativo (KOCH, 2003; MARCUSCHI, 2008). Por esta razão, seguindo uma orientação de vertentes contemporâneas dos estudos linguísticos, a língua:
  10. 10. 10 Ilustração 2 – Conceito de língua FONTE: Adaptada de VAL; VIEIRA (2005, p. 35); MARCUSCHI (2008, p. 64). [...] Desse ponto de vista, a língua é considerada como uma atividade social, como forma de ação, como lugar/espaço de interação entre sujeitos, em um determinado contexto social de comunicação. Nesse espaço de interação, os sujeitos que dele participam vão construindo sentidos em suas trocas linguísticas, orais ou escritas, em função das relações que cada um mantém com a língua, de seus conhecimentos sobre o tema do qual falam ou escrevem, ouvem ou leem, de seus conhecimentos prévios, atitudes e preconceitos, das imagens que constroem um sobre o outro, etc. Enfim, segundo essa concepção, é na e pela língua que realizamos ações e trocas intersubjetivas. Destaca-se, nessa abordagem, a compreensão da língua como competência discursiva, que possibilita a interação social. (VAL; VIEIRA, 2005, p. 14).
  11. 11. 11 Concepção de Avaliação da Aprendizagem O ato de avaliar faz parte do nosso cotidiano, nos mais diferentes âmbitos, seja pedagógico, seja pessoal, seja profissional, enfim, como membros integrantes de uma sociedade, que, constantemente, vemo-nos como seres em formação, em aperfeiçoamento, visando preencher lacunas, estabelecer e/ou (re)fazer trajetórias em busca de uma melhor compreensão de fenômenos e da consequente intervenção sobre eles (DALBEN, 1998; VASCONCELLOS, 2008). Levando tais fatos em consideração, entendemos que a avaliação da aprendizagem: Ilustração 3 – Síntese do conceito de avaliação FONTE: Adaptado de DALBEN (1998); LOCATELLI (2000); LIMA JUNIOR; ALVES (2003); LUCKESI (2008); VASCONCELLOS (2008); DEMO (2012); DUBOC (2015). O esquema acima ilustra o quão complexo é o processo de avaliar, que não se limita a escolhas e a ações desvinculadas de um entendimento sobre, por exemplo, que sociedade se pretende (en)formar (VASCONCELLOS, 2008, p. 56). Ou como nos alerta Dalben: Assim sendo, o ato de avaliar é, antes de tudo e essencialmente, um ato de auto-análise e de auto-conhecimento. Isto é, o professor precisa se conhecer,
  12. 12. 12 saber das suas escolhas, “re-conhecer” o seu olhar seletivo, saber-se produtor e produto da realidade, e saber, ainda, o quanto é produtor e quando é produto desta realidade, para se reconhecer como um sujeito que, permanentemente, avalia e toma decisões baseadas nesses processos de reflexão. Desse modo, a avaliação é um processo auto-reflexivo de escolhas para ações e de ações para possíveis escolhas, que desencadeia o desvelamento dos diversos níveis objetivos e subjetivos pelos quais o sujeito age e constrói a consciência crítica da relação com o mundo, da inter-relação entre escolha seleção, associada ao sentido do poder e da liberdade na relação. (DALBEN, 1998, p. 243, destaques da autora). Concepção de Aprendizagem O presente projeto didático parte de uma perspectiva de aprendizagem como um acontecimento sociointerativo, que se concretiza, portanto, por inter-relações, interações com outros sujeitos. Nesse sentido, a aprendizagem não depende única e exclusivamente do indivíduo, que, isolado de seu contexto, de uma sociedade, construiria sozinho, individualmente, a sua própria aprendizagem: Por intermédio da aprendizagem, que se efetiva na convivência, nas trocas, na interação entre pessoas e entre pessoas e coisas, essas capacidades são partilhadas, passando a existir tanto no plano interindividual como intra- individual, como propriedade de cada um. Nesta perspectiva, a aprendizagem constitui-se no processo de apropriação e transformação do saber socialmente elaborado, não sendo imanente ao sujeito, mas construída na relação mediada pelo outro e pela cultura. (PALANGANA et al., 2002, p. 113). Ou como menciona o próprio Vygotsky (2001, p. 331): “[...] [o] momento central para toda a psicologia da aprendizagem é a possibilidade de que a colaboração se eleve a um grau superior de possibilidades intelectuais”, ou melhor, “a possibilidade de passar daquilo que a criança consegue fazer para aquilo que ela não consegue [fazer sozinha] [...]”. Assim sendo, o presente projeto terá como tônica privilegiar, dentre outras coisas, momentos para que se deem essas interações/mediações, seja entre os próprios alunos, seja destes com o professor e/ou com outros sujeitos, visando à superação de eventuais dificuldades seja no que se refere à elaboração de um gênero textual específico, como memes, seja na operacionalização de recursos multimodais, como na narrativa digital. Assim, a aprendizagem envolve fatores:
  13. 13. 13 Ilustração 4 - Síntese do conceito de aprendizagem FONTE: OLIVEIRA (1992, p. 23-34; 2010, p. 58-81); REGO (1995); PALANGANA et al. (2002, p. 111-128); AIRES (2003, p. 23-35); VIGOTSKY (2001, p. 241-394); JOBIM E SOUZA; FREITAS (2009, p. 119-138). A escola não pode desconsiderar o caráter dialógico, interativo, mediado da aprendizagem, sob pena de continuar reforçando juízos estereotipados ou práticas anacrônicas, os quais silenciem outras vozes, sujeitos: Os postulados de Vygotsky parecem apontar para a necessidade de criação de uma escola bem diferente da que conhecemos. Uma escola em que as pessoas possam dialogar, duvidar, discutir, questionar e compartilhar saberes. Onde há espaço para transformações, para as diferenças, para o erro, para as contradições, para a colaboração mútua e para a criatividade. Uma escola em que professores e alunos tenham autonomia, possam pensar, refletir sobre o seu próprio processo de construção de conhecimentos e ter acesso a novas informações. Uma escola em que o conhecimento já sistematizado não é tratado de forma dogmática e esvaziado de significado. (REGO, 1995, p. 118).
  14. 14. 14 NOSSO PROJETO DIDÁTICO: MEMES – CONEXÕES PARA MULTILETRAMENTOS O Projeto Didático Primeiros apontamentos Práticas engessadoras. Subutilização das tecnologias aplicadas ao ensino- aprendizagem. Pouco estímulo ao protagonismo estudantil. Estas seriam algumas das críticas feitas à instituição escolar, que, embora apresentando gradualmente mudanças, inclusive com a inserção de (novas) tecnologias, ainda não tem conseguido, com o êxito e a dimensão necessários, favorecer um trabalho de protagonismo, em que os alunos usufruam, de forma crítica e competente (ROJO, 2011, 2012), das diversas tecnologias (tanto do escrito quanto do digital), para que façam outras (re)leituras, com o aparato do som, da imagem, do escrito e/ou de outros recursos; enfim, que estejam instrumentalizados para lidar com multidimensões (ROWSELL; WALSH, 2011), aliado a um trabalho de “[...] educação linguística que melhor responda às demandas contemporâneas, como pré-condição para a formação de sujeitos multi/transletrados”, isto é, “que sejam capazes de manipular os diversos modos semióticos, fazendo uso pleno das novas estéticas emergentes”, simultaneamente “a uma atitude ética e crítica diante desses novos usos da linguagem”. (DUBOC, 2015, p. 685). Público-Alvo, Objetivos e Contextualização do Projeto Didático O presente Projeto Didático, intitulado Memes: conexões para multiletramentos, será voltado ao ensino de língua materna, aos alunos do Ensino Médio, a partir de um trabalho com o gênero textual memes, o qual pretende favorecer uma maior compreensão acerca de aspectos linguísticos, de investigação da multimodalidade, dando atenção tanto à análise (com materiais oriundos de fontes diversas, como redes sociais, veículos de comunicação) quanto ao exercício de produção1 desse gênero textual, com o uso de sites geradores de memes (como Imgflip e Meme Generator). Somem-se a isso, atividades de retextualização, em que ora conduzirão aos memes ora partirão destes para outros gêneros. Também serão propostos exercícios de investigação da intertextualidade entre memes e destes com 1 O YouTube, uma ferramenta ao mesmo tempo de pesquisa e de publicação, e Windows Movie Maker, um software editor de textos multimodais, serão alguns dos instrumentos basilares numa proposta que visa consolidar letramentos em várias esferas.
  15. 15. 15 outros textos, com os quais dialoguem. Além disso, refletir-se-á sobre as condições de produção do discurso, as ideologias que o subjazem. Noutra perspectiva, discutir-se-á o fenômeno da viralização (proliferação) de determinados conteúdos, que publicados na rede, muitas vezes tomam dimensões exorbitantes. Por outro lado, pretende-se estudar a língua em funcionamento (apreciando, ainda, o fenômeno da variação linguística), bem como estimular o respeito à diversidade cultural, sobretudo como um aliado no combate aos estereótipos/discriminações que não raramente são (re)produzidos, às vezes subliminarmente, em memes. Conteúdos  Memes;  Gêneros textuais;  Multiletramentos;  Multimodalidade / multissemioses;  Ferramentas digitais (Imgflip, Meme Generator, Windows Movie Maker) associadas ao ensino-aprendizagem;  Construção de efeito de sentido em textos, em diferentes formatos/suportes;  Retextualização;  Variação linguística;  Intertextualidade;  Narrativa digital. Descrição e usos pedagógicos das ferramentas digitais Os geradores de memes, dentre os quais Imgflip (https://imgflip.com/) e Meme Generator (https://memegenerator.net/), são websites que tanto permitem o armazenamento quanto a criação de memes. Geralmente apresentam uma configuração padrão, como a escolha de materiais oriundos do próprio repositório ou fazer upload de fontes externas. Comumente, também é disponibilizada uma opção de busca, geral ou por categorias/tipos. A constituição básica oferece pouca variabilidade2, em relação à forma, já que os usuários devem inserir a mensagem nos quadrados localizados no topo (top text) e abaixo da imagem (bottom text). Para usufruir todas as ferramentas, o cibernavegador precisa fazer um cadastro ou acessar 2 O Imgflip ainda oferece as opções de trabalho com Gif e com vídeo.
  16. 16. 16 diretamente, a partir de sua conta do Facebook, por exemplo. Havendo interesse, outros internautas podem inserir comentários, dando feedback às produções ali disponíveis. Concluído o meme, é possível disponibilizá-lo em redes sociais (como Twitter, Facebook, Reddit), blogs, e-mail. Ilustração 5 – Print Página Inicial do Imgflip Disponível em: <https://imgflip.com/memegenerator>. Acesso em: 10 jun. 2017. Os links a seguir darão acesso a tutoriais sobre memes: https://goo.gl/7GpdBa; https://goo.gl/2FQJE4. Pesquisas e relatos de experiências têm salientado que memes são instrumentos que, se explorados em sua plenitude, poderão desenvolver a capacidade de síntese, ampliação do repertório vocabular, linguístico inclusive em outros idiomas, de manuseio de recursos expressivos da linguagem (como figuras de linguagem, jogos de palavra). Ainda favorecem a apreciação do fenômeno da intertextualidade, ao recorrer à “imitação” como um elemento de referência, mas a ultrapassando, a partir da remodelagem, da proposição de outros questionamentos. Ademais, esse gênero textual potencializa o compartilhamento, a interação, a sociabilidade com outros sujeitos, o trabalho de (re)criação, de refletir sobre conteúdos em diversos níveis (linguísticos, sociais, culturais, políticos, econômicos). Para ter acesso às pesquisas sobre memes, consultar, dentre outros, os links: https://goo.gl/BSBqvu; https://goo.gl/Qs27gb; https://goo.gl/w1zGPt;
  17. 17. 17 https://goo.gl/yACHkc; para os relatos de experiências, https://goo.gl/5TCakc; https://goo.gl/2XKSZp. Por sua vez, o Windows Movie Maker, um software que acopla ferramentas de edição, captura de vídeo, som, inserção de imagens, textos, tem sido apontado, consoante experiências de sua utilização em sala de aula (CARVALHO, C. J., 2008, https://goo.gl/KAswW9; CRUZ; CARVALHO, 2007, https://goo.gl/yS9ehn; CARVALHO, G. S., 2008, https://goo.gl/L2WuTp), como um facilitador do letramento digital, uma vez que estimula o envolvimento, a motivação dos estudantes, o protagonismo destes, a partir da operacionalização de recursos multimodais/multissemióticos. Os seguintes links darão acesso a tutoriais sobre o Windows Movie Maker: https://goo.gl/Wzfe0F; https://goo.gl/KbkfyK; https://goo.gl/bPSHqZ. Ilustração 6 – Print Windows Movie Maker Com esse software, o qual apresenta uma interface amigável, permite-se a criação de apresentações com finalidades as mais diversas, como releitura de uma obra literária, relatos de experiências acerca de uma pesquisa de campo, culminância de um trabalho de investigação sobre um dado gênero textual, como campanhas de conscientização, publicitárias, um telejornal sobre notícias locais, problemas que afetam a comunidade, dentre outras possibilidades (CARVALHO, G. S, 2008).
  18. 18. 18 Duração do Projeto Didático O presente projeto tem uma previsão, inicial, de duração de dois meses, 5 h/a semanais, totalizando, aproximadamente, 50 h/a; caso haja necessidade, esse tempo poderá sofrer alterações. Implementação do Projeto Didático O presente projeto destina-se a alunos do Ensino Médio, das redes pública e/ou privada de ensino3. Sua previsão, inicial, de duração é de dois meses, podendo, caso haja necessidade, ser estendido. Este material estará disponível, para consulta irrestrita (contanto que não fira os direitos autorais, mencionando-se, assim, o seu elaborador), em versão eletrônica e/ou imprensa, em formato pdf. e/ou equivalente. Também poderá ser solicitado, diretamente a este autor, por correio eletrônico, redes sociais, dentre outros canais. O registro do projeto ocorrerá por meio de recursos de mídia (filmadora, máquinas fotográficas, aparelhos celulares/smartphones), de modo que sejam documentadas diferentes etapas, desde a sua apresentação, à elaboração/desenvolvimento das atividades, à socialização com a(s) turma(s) e/ou com a comunidade escolar. Os arquivos multimodais/multissemióticos (memes, análise comparativa, filmagens, fotografias, depoimentos dos partícipes, dentre outros elementos) produzidos pelos estudantes serão revisados, catalogados, sistematizados e salvos em diferentes suportes e formatos. Poderão, quando julgada sua pertinência, ser disponibilizados no YouTube, na página pessoal da escola, por exemplo. Etapas/Fases de implementação Apresentação à turma e/ou à comunidade escolar Como é um projeto que objetiva favorecer um maior protagonismo dos alunos, seria pertinente apresentá-lo à turma e/ou à comunidade escolar, com a indicação da sua duração, dos seus propósitos, dos instrumentos e critérios de avaliação, das ferramentas a serem utilizadas, etc. 3 As especificidades do contexto, do público-alvo, como já foi e será ressaltado, devem ser analisadas detidamente, para que se verifique, por exemplo, a premência de adequações, de alternativas a ferramentas e/ou a instrumentos de trabalho.
  19. 19. 19 Averiguação dos conhecimentos prévios dos alunos Nesta etapa, o professor irá averiguar o conhecimento da turma sobre o gênero textual memes. Com o auxílio de um projetor, de imagens imprensas e/ou de um computador/celular, ele exibirá alguns memes para os alunos. Além disso, poderá fazer algumas indagações, como, por exemplo: vocês sabem o que é isso (referindo-se ao meme)? Se sim, como o definiria? Quais as suas características? Já tiveram a oportunidade de apreciá-lo? Onde? Em que veículos ele é geralmente encontrado? Já produziram algum? Que ferramenta(s) utilizaram? Qual a finalidade de um meme? Vocês acham que ele tem alguma importância? Por que eles ganharam tanta popularidade?... Concluída essa primeira sondagem, além de fazer algumas considerações sobre o assunto, o mediador da aprendizagem pode sugerir uma investigação sobre o conceito de memes, as suas características, a sua historicidade, as temáticas mais recorrentes, dentre outras possibilidades, para que os alunos se familiarizem com esse gênero textual. Pesquisa de memes Nesta etapa os alunos realização um trabalho de pesquisa, em redes sociais, blogs, veículos de comunicação, sites geradores e/ou armazenadores de memes, para coletarem materiais sobre as mais diferentes temáticas, exploradores de recursos expressivos da linguagem, construção de efeito de sentido, tratamento de questões culturais, políticas, econômicas, dentre outras. Análise de memes Este momento pode ser (sub)dividido em outros, a critério do professor e dos alunos, para contemplar um estudo mais aprofundado sobre, por exemplo, como se dá o jogo de palavras, a (re)produção de estereótipos (de gênero, classe, etnia), a construção de sentido, em que medida se manifesta a diversidade linguística e o que a justificaria. Análise das variedades linguísticas presentes no gênero memes Professor(a), o gênero memes é um terreno fértil, diante da diversidade de sujeitos produtores (com distintas origens e culturas), para se investigarem questões como variedades linguísticas são apreciadas, apresentadas e tratadas. As discussões
  20. 20. 20 podem ser embasadas por textos em diversos formatos, inclusive apresentando uma linguagem atrativa àquele público, de uma determinada faixa etária, por exemplo. Os seguintes links darão acesso a materiais pertinentes: https://goo.gl/G82xdN; https://goo.gl/mk8CdT; https://goo.gl/BJ7jCk. Em formato escrito, sugerimos a leitura da obra Variação lingüística e ensino, de Janice Marinho e de Maria da Graça Costa Val. O recurso da intertextualidade na confecção de memes Por a intertextualidade ser recorrente na construção de memes, decidiu-se investigar, à parte, esse fenômeno. Aqui os alunos analisarão o grau de diálogo (de imitação e/ou de ruptura) entre diferentes textos, produzidos em contextos e por distintos sujeitos. Iniciação aos sites e/ou aplicativos geradores de memes Neste momento os alunos entrarão em contato com ferramentas geradoras (sites e/ou aplicativos) de memes. Aqui conhecerão a sua funcionalidade, a sua interface. Também acessarão tutoriais (dentre os quais https://goo.gl/7GpdBa; https://goo.gl/2FQJE4) para se familiarizarem com os recursos disponíveis e como utilizá-los quando da elaboração desse gênero textual. Confecção de memes Escolhida(s) a(s) ferramenta(s) e subsidiados pelos conhecimentos advindos das análises anteriores, os alunos darão início, em duplas, ou em grupo de até quatro pessoas, à construção dos memes. Uma estratégia interessante, em especial para aqueles que optarem por realizar o trabalho com aplicativos, é darem continuidade à atividade de elaboração fora da sala de aula. Iniciação ao gênero narrativa digital Semelhante aos procedimentos utilizados quando da apresentação do gênero memes, você, professor(a), poderá coletar e apresentar exemplos de narrativas digitais; paralelamente, seria pertinente abordar as principais características desse gênero textual, suas finalidades, meios de circulação, que ferramentas são utilizadas para construí-las, dentre outras possibilidades. Caso julgue necessário um maior
  21. 21. 21 aprofundamento, tanto teórico como prático, consulte os trabalhos: Histórias digitais: narrativas no século XXI (https://goo.gl/MkRteW), de autoria de Gracinda Carvalho, e “Reflexões e encaminhamentos práticos para o uso de narrativas digitais em aulas de língua portuguesa” (https://goo.gl/6h8iLg), de Greice Castela, Eliana Silva e Eliete Borges, e “Aprendentes das narrativas digitais” (https://goo.gl/yB5h8j), de Cecilia Boanova. Em vídeo, tem-se, por exemplo: https://goo.gl/hmrdtT; https://goo.gl/MCRQpz; https://goo.gl/EC3xPt; https://goo.gl/cn3qWh. Iniciação ao Windows Movie Maker Aqui é o momento de conhecer a interface, a funcionalidade desse software. Caso algum(ns) aluno(s) já tenha(m) certa familiaridade com essa ferramenta, ele(s) poderá(ão) atuar como instrutor(es) dos outros colegas, ensinando “caminhos” para se chegar a um determinado efeito. Como complementação, é importante indicar alguns materiais (tutoriais em vídeo e/ou por escrito, https://goo.gl/Wzfe0F; https://goo.gl/KbkfyK; https://goo.gl/bPSHqZ) para que os estudantes tenham um maior aprofundamento nesse software. Neste primeiro momento, também seria relevante oportunizar uma experimentação, uma ocasião de testagem do “programa”, com a manipulação de imagens, músicas, vídeos, afinal, como dizem Almeida e Júnior (2000, p. 50), “[n]ão se aprende sem tentativas, sem escorregões, sem tropeços, sem ensaio”. Elaboração da narrativa digital Munindo-se de filmagens, arquivos de áudios, fotos, depoimentos, relatos por escrito bem como dos materiais produzidos, os estudantes darão início à construção de uma narrativa digital (com uma duração de 2 a 5min.), a qual contemple os principais momentos do projeto, as aprendizagens, as descobertas, uma linha do tempo das produções. Socialização com a(s) turma(s) e/ou com a comunidade escolar Como um trabalho ganha sentido quando tem um público para apreciá-lo, as produções dos estudantes serão socializadas com a comunidade escolar, incluindo os seus familiares. Reunidos num espaço apropriado, eles irão expor, com a exibição de vídeos, depoimentos, o produto final construído ao longo do projeto didático.
  22. 22. 22 Revisão e Publicação/divulgação dos materiais produzidos pelos estudantes Depois de feitos os ajustes, a partir da sugestão dos colegas e/ou do professor, esses sujeitos decidirão qual o melhor canal (YouTube, página pessoal da escola) de divulgação/publicação para os trabalhos realizados por eles. Feita a escolha, as produções serão disponibilizadas na web. Avaliação do/no projeto didático Avaliar é um processo gerador de inquietações, tanto em relação aos instrumentos quanto aos critérios norteadores. Demanda, portanto, sistematização e flexibilidade, para contemplar atividades as mais diversas possíveis, desde um relato, por escrito, à confecção de um gênero digital, como um meme, por exemplo. Essa avaliação, porém, irá para além da aprendizagem dos estudantes; por conseguinte, recairá, também, no próprio projeto, onde todos os sujeitos, integrantes da comunidade escolar, julgarão a sua pertinência, a sua adequação ao público-alvo, o tempo previsto para a sua aplicação, a necessidade de ampliar/rever critérios de avaliação das produções estudantis. Para isso, será fundamental que este projeto seja apresentado a esta instituição, para que os sujeitos nela envolvidos possam tomar conhecimento do funcionamento, dos objetivos, enfim, um ambiente propício a contribuições, sugestões, visando aperfeiçoá-lo, sanando, assim, eventuais lacunas e/ou inconsistências. Para algumas orientações sobre o assunto, ver https://goo.gl/k7CNUH; https://goo.gl/Smfihs; https://goo.gl/k6tZn5. Para um maior aprofundamento sobre o item avaliação, associado ou não a (novas) tecnologias, consultar, dentre outros: https://goo.gl/ty7fWn; https://goo.gl/CWGgo7; https://goo.gl/JXHdiT. Por sua vez, no que concerne à avaliação da aprendizagem dos alunos, de acordo com as ferramentas adotadas, serão utilizados os seguintes critérios: operacionalização de recursos expressivos (como jogos de palavras, efeitos de sentido, figuras de linguagem), a articulação de palavras ao texto imagético selecionado, bem como o nível de diálogo e de ruptura com o texto parodiado (no caso de produção intertextual); pertinência e o aprofundamento das reflexões em torno de um dado tema (seja na esfera linguístico-gramatical, seja no âmbito de questões sócio-político-
  23. 23. 23 sociais); adequação dos textos (falados e/ou escritos) à situação comunicativa, bem como o tratamento respeitoso à diversidade cultural; adequação dos comentários, a articulação da criticidade – sem, contudo, denegrir, menosprezar a(s) produção(ões) do(s) outro(s) – às contribuições para o aperfeiçoamento do trabalho dos colegas; a inserção, na narrativa digital, do registro – a partir de imagens, vídeos, depoimentos, etc. dos sujeitos envolvidos – de algumas etapas consideradas relevantes neste projeto quanto ao manuseio de recursos multimodais/multissemióticos (como imagens, sons, vídeos, palavras); como se trata de um trabalho a ser apresentado à turma, também se analisará a capacidade de se expressar com clareza, coerência, justificando a escolha e/ou combinação de elementos/recursos presentes na produção do seu grupo; também será aferida a gestão do tempo, a articulação, o entrosamento grupal, a tomada da palavra para fazer uma explanação, bem como o respeito às opiniões, às sugestões dos colegas e/ou do(a) professor(a); por fim, também será oportunizada uma autoavaliação, de modo que os alunos relatem, por escrito e/ou oralmente, as suas evoluções, as suas aprendizagens, os aspectos que facilitaram e/ou dificultaram a retenção de um determinado conceito e/ou a conclusão de uma tarefa, seja individualmente e/ou em grupo.
  24. 24. 24 Uma viagem: muitos caminhos; ou dando corpo ao Projeto Didático Memes: um gênero; vários percursos É sabido que um gênero textual pode ser apreciado por diferentes ângulos e/ou perspectivas, contemplando os mais diversos aspectos. Levando esse fato em consideração e pensando em subsidiar o trabalho docente, elaboramos um quadro, que poderá servir como um elemento norteador, para, por exemplo, investigar discursivamente o gênero memes. Obviamente, você, caro(a) professor(a), poderá (e deverá, se assim o desejar) fazer as alterações, as complementações, os ajustes necessários, atendendo a objetivos de ensino, ao contexto do seu público-alvo. Ilustração 7 - Perguntas rápidas para analisar discursivamente memes on-line Sistema referencial ou ideacional O foco está no significado de um meme: Que ideia ou informação está sendo transmitida neste / por este meme? Como [é que] chegamos a esta conclusão? Como essa ideia ou informação está sendo transmitida? O que faz este meme dizer ou significar (dentro deste espaço, para certas pessoas, num tempo específico)? Como [é que] chegamos a esta conclusão? Sistema contextual ou interpessoal O foco está nas relações sociais: Onde este meme se situa com respeito a e/ou que relação ele implica ou invoca entre pessoas prontamente infectadas por ele? O que isso nos diz? O que este meme nos diz sobre os tipos de contextos dentro dos quais ele se mostra contagioso e replicável?
  25. 25. 25 O que esse meme parece assumir sobre conhecimento e verdade dentro deste contexto particular? Sistema ideológico ou visão de mundo O foco está em valores, crenças e visões de mundo: Que temas mais profundos ou densos, ideias, posições são transmitidas por este meme? O que esses temas, ideias e posições nos dizem sobre diferentes grupos sociais? O que esses memes nos dizem sobre o mundo, ou uma versão particular do mundo? FONTE: Adaptada de KNOBEL; LANKSHEAR (2007, p. 207). Reiteramos que esse quadro pretende servir como um ponto de partida e não de chegada; assim, poderá ser desdobrado em tantos outros itens quanto forem necessários. Logo, outros questionamentos poderão ser propostos, para se contemplar um aspecto considerado pertinente, como, por exemplo, uma dificuldade já diagnosticada e sobre a qual se pretende intervir, seja em relação à leitura e/ou à escrita/produção. Um dos méritos desse quadro é estimular a reflexão sobre as condições de produção dos textos, ou seja, ultrapassa propostas que se debruçam sobre sentenças descontextualizadas, pautadas na mera identificação / reprodução (do localize e retire do texto); favorece, isto sim, um processo de imersão nas entrelinhas, nas pretensões, nos recursos (linguísticos, multimodais/multissemióticos) utilizados para a construção de um dado efeito de sentido, na veiculação de uma certa ideologia, mesmo que subliminar. Memes: para além do entretenimento, um recurso para apropriações críticas Professor(a), é importantíssimo, então, deixar claro para os alunos que o gênero memes não se limita ao humor, aparentemente inofensivo, despretensioso, a um simples elemento de distração. Por se apropriar de uma profusão de textos (imagens, fotografias, vídeos, frases que, por alguma razão, ganharam notoriedade), esse gênero é uma oportunidade para o estudo e/ou compreensão de visões de
  26. 26. 26 mundo, estereótipos que circulam socialmente (em relação à identidade de gênero, cor de pele, formas de falar, etc.). Além disso, esse gênero constitui-se pela polifonia, pelo dialogismo, pela referência / alusão a outros textos, ora reforçando-os, ora subvertendo-os, apresentando outras perspectivas (Cf. SILVA, 2016, p. 342). Tomemos, pois, os exemplos abaixo, gerados a partir de falas da atriz Glória Pires, quando de sua participação como comentarista televisiva na cobertura do Oscar 2016: Ilustração 8 – Meme 1: Comportamento lacônico de Glória Pires no Oscar 2016 Disponível em: <https://goo.gl/xTRgBS>. Acesso em: 15 jun. 2017. Ilustração 9 – Meme 2: Comportamento lacônico de Glória Pires no Oscar 2016 Disponível em: <https://goo.gl/xTRgBS>. Acesso em: 15 jun. 2017.
  27. 27. 27 Ilustração 10 – Meme 3: Comportamento lacônico de Glória Pires no Oscar 2016 Disponível em: <https://goo.gl/EE31QJ>. Acesso em 15 jun. 2017. Ilustração 11 – Meme 4: Comportamento lacônico de Glória Pires no Oscar 2016 Disponível em: <https://goo.gl/xTRgBS>. Acesso em: 14 jun. 2017. Professor(a), os textos acima podem receber uma série de abordagens/tratamentos. Algumas das possibilidades de trabalho em sala de aula é voltar-se sobre a construção dos sentidos dos memes, os recursos utilizados, etc. Por
  28. 28. 28 exemplo, os memes 1 e 4 têm um caráter sarcástico, sugerindo uma fragilidade tanto em relação às opiniões, sobretudo no que diz respeito à temática cinema, quanto a conhecimento de personalidades de outras áreas, como o atleta Oscar. Ainda no meme 4, exploram-se vocábulos graficamente idênticos, mas semanticamente bem distintos: o Oscar, a premiação concedida anualmente a destaques do cinema internacional, e Oscar Schmidt, um ex-jogador de basquetebol, considerado um dos maiores atletas que já atuaram nesse esporte, em razão dos seus recordes, como participação em Olimpíadas, mais pontos na carreira. Aqui, professor(a), pode-se contemplar, dentre outras coisas, questões como a grafia e a sonoridade das palavras enquanto elementos que podem interferir no significado das palavras. Por sua vez, os memes 2 e 3, embora recorram à ironia, fazem remissão a outros textos/discursos para a construção do sentido. O 2 faz alusão àqueles programas, especialmente, os televisivos, em que os participantes, dentre uma série de alternativas, devem escolher a que considera mais adequada. O meme 3 dialoga com o filme Se eu fosse você – já em sua terceira edição (Globo Filmes, 2006, 2009 e 2016) – em que dois personagens, Helena (interpretada por Glória Pires) e Cláudio (interpretado por Tony Ramos), passam a viver um no corpo do outro. Pode-se, ainda, analisar as condições de produção desses textos, refletindo sobre seus produtores, em que momento histórico, com quais propósitos, dentre outras questões. Por outro lado, como estudos têm sugerido (Cf. KNOBEL; LANKSHEAR, 2007, p. 225), memes podem ser usados para investigar o porquê de certas ideias serem mais facilmente replicadas/replicáveis e de terem maior longevidade do que outras, assim como discutir quais as repercussões disso para um dado contexto de (re)produção de valores, crenças. Debruçar-se sobre esse gênero é também uma forma de ação social, de participação cívica (KNOBEL; LANKSHEAR, 2007, p. 222), uma vez que, nos voltarmos sobre esses mesmos estereótipos (sociais, econômicos,
  29. 29. 29 étnicos, linguísticos, dentre outros), é, também, uma forma de se tentar desconstruí- los. Além disso, penetrar no sentido de um meme demanda um trabalho que leve em conta não somente o que está na superfície do texto, ou como dizem Guerreiro e Soares (2016, p. 192), “[...] a compreensão total deste gênero abarca, além do sentido humorístico, o crítico” [;] ou melhor, “sendo [...] necessária, não somente a articulação dos signos semióticos e linguísticos para este entendimento, como também a exploração dos significados que vão além do texto, da imagem e do humor por ele produzido”. Museu de Memes – um recurso (adicional) para aprendizagens Caro(a) professor(a), um vasto e rico acervo de/sobre memes é o Museu de Memes (http://www.museudememes.com.br/), um trabalho desenvolvido e alimentado por pesquisadores vinculados à Universidade Federal Fluminense. Com um conteúdo altamente intuitivo, dividido por categorias, a saber, “Home”, “o #MUSEUdeMEMES”, “Eventos”, “Acervo e coleções”, “Referências de pesquisa”, “Artigos e entrevistas”, sem dúvida tanto você, professor(a), quanto os seus alunos, terá(ão) à disposição uma ferramenta de valiosa contribuição para compreender o gênero textual memes. No entanto, como alertam os idealizadores do projeto, [...] Ele não é, porém, um webmuseu no sentido que o senso comum costuma aplicar a esta categoria de ferramentas, pois não se configura a partir de um cenário tridimenssionalizado e não procura reproduzir ou emular a experiência de visitação real própria dos museus físicos. Trata-se de um museu que respeita o suporte midiático que lhe é inerente, e, como tal, aposta nos mecanismos de associação e agregação de conteúdos para apresentar ao seu “visitante” uma coleção por se construir, uma coleção em que o próprio visitação tece suas conjecturas e experiencia por si mesmo, pois os memes só ganham contexto quando o humor subjacente lhes emerge. A piada interna que, em muitos sentidos, é o próprio meme só se completa quando o interlocutor acha graça. Por isso, os memes, muitas vezes, sucumbem ao tempo. Por isso também, nem sempre os memes ultrapassam a condição de elementos (sub)culturais locais para se tornarem efetivamente conteúdos de grande abrangência. Nesse sentido, o que o #MUSEUdeMEMES propõe é se tornar um ponto de referência no ambiente da internet como acervo de artigos e ensaios, resenhas, entrevistas com autores e personagens desses próprios memes, e repositório de links e fontes relacionadas ao tema, seja de conteúdos analíticos produzidos por outros
  30. 30. 30 sites e pesquisadores, seja de dados compartilhados pelos próprios pesquisadores integrantes do projeto, ou ainda de listas com indicações de leituras e bibliografias mapeadas. Todas estas funcionalidades encontram-se disponíveis neste site. (http://www.museudememes.com.br/o-museu-de- memes/) A figura a seguir serve de ilustração a essa constituição de o Museu de Memes: Ilustração 12 - Print 1: Página Inicial do Museu de Memes Disponível em: http://www.museudememes.com.br/. Acesso em: 28 maio 2017. Ilustração 13 - Print 2: Categoria “O # Museu de Memes” Disponível em: http://www.museudememes.com.br/. Acesso em: 28 maio 2017.
  31. 31. 31 Ao clicar em cada uma das categorias, o leitor/navegador/pesquisador, terá acesso a uma gama de conteúdos diversos. A figura acima exemplifica o item “o #MUSEUdeMEMES”, o qual, dentre outras coisas, dá acesso ao conceito de memes, explicita os objetivos, os propósitos e a constituição de o Museu de Memes. Ilustração 14 - Print 3: Categoria “Eventos” Disponível em: http://www.museudememes.com.br/. Acesso em: 28 maio 2017. Por sua vez, em “Eventos”, é possível acompanhar, por exemplo, exposições realizadas e o histórico de debates envolvendo o grupo de estudos sobre memes.
  32. 32. 32 Ilustração 15 - Print 3.1: Subcategoria “Exposições” Disponível em: http://www.museudememes.com.br/exposicoes-anteriores/. Acesso em: 28 maio 2017. Em “Exposições”, como se poder observar, tem-se acesso, por exemplo, a “Memes e territorialidades: entre o global e o local”, uma oportunidade para se refletir sobre identidades, estereótipos. Caso tenha interesse em se aprofundar mais sobre o assunto, à direita da tela está situado um “jogo de imagem”, onde a cada clique, o navegador acessa a memes produzidos em diferentes regiões do nosso planeta. Além disso, há, ainda, uma espécie de síntese sobre as principais características desses memes.
  33. 33. 33 Ilustração 16 - Print 4: Categoria “Acervo e Coleções” Disponível em: http://www.museudememes.com.br/. Acesso em: 28 maio 2017. Ilustração 17 - Print 4.1: Subcategoria “Acervo e Coleções” Disponível em: http://www.museudememes.com.br/acervo/. Acesso em: 28 maio 2017.
  34. 34. 34 Em “Coleções”, é possível fazer dois tipos de busca: uma mais geral e outra, específica, com filtros. No item “Buscar”, o leitor digita um termo e/ou expressão, e a página faz a pesquisa, arrolando os resultados; por sua vez, na pesquisa refinada, permite-se um filtro a partir de Autoria/Origem, Categoria, Período e por País/Região. Ilustração 18 - Print 5: Categoria “Referências de Pesquisa” / “Referências Bibliográficas” Disponível em: http://www.museudememes.com.br/referencias/. Acesso em: 28 maio 2017. A partir da consulta ao item “Referências Bibliográficas”, que elenca várias produções (livros, periódicos impressos e/ou online), o leitor/navegador tem à disposição uma ferramenta que lhe permite aprofundar-se em estudos desenvolvidos em âmbito internacional, nas mais distintas áreas do conhecimento, como se pode constatar na figura abaixo:
  35. 35. 35 Ilustração 19 - Print 5.1: Categoria “Referências de Pesquisa” / “Referências Bibliográficas” Disponível em: http://www.museudememes.com.br/referencias/. Acesso em: 28 maio 2017. Ilustração 20 - Print 6: Categoria “Artigos e Entrevistas” Disponível em: http://www.museudememes.com.br/blog/. Acesso em: 23 jun. 2017.
  36. 36. 36 Ao clicar em “Artigos e entrevistas”, temos acesso a um conjunto de materiais, os quais refletem sobre os mais distintos assuntos, seja da esfera política, seja da esfera cultural. Esses materiais (artigos e entrevistas) apresentam olhares de diferentes seguimentos (seja de analistas, seja de produtores de memes, por exemplo). Algumas pesquisas acadêmicas sobre as ferramentas digitais Professor(a), dando prosseguimento ao nosso projeto, que visa subsidiar à sua prática pedagógica, arrolamos, de uma forma sintética, as ferramentas digitais utilizadas, os objetivos didático- pedagógicos, as pesquisas acadêmicas, com uma breve discussão sobre estas, além de links para acesso a tutorias de como operacionalizar com essas ferramentas digitais. Ressaltamos, mais uma vez, caro(a) professor(a), que não pretendemos limitar o seu espaço de atuação, mas, pelo contrário, ampliá-lo, oferecendo, assim, alternativas, possibilidades, links para outras conexões, trajetórias.
  37. 37. 37 Ilustração 21 - Síntese das pesquisas acadêmicas sobre as ferramentas digitais e links para acesso a tutoriais Ferramenta (s) Objetivos didático-pedagógicos da (s) ferramenta (s) Promover (multi)letramentos, não circunscritos à esfera do verbal, do escrito, de suportes e/ou formatos tradicionais; (Re)Conhecer diferentes efeitos de sentido decorrentes da manipulação de recursos verbais e/ou não verbais; Estimular o protagonismo, o envolvimento dos estudantes sob a mediação das tecnologias digitais; Refletir sobre a importância do agir ético, responsável e consciente nas interações / inter-relações com o outro, inclusive no ambiente digital; Perceber o diálogo, a intertextualidade como fatores indissociáveis à (re)criação de diferentes gêneros, inclusive os digitais; (Re)Conhecer que o compartilhar conteúdos, seja no suporte impresso, seja no digital, demanda uma atitude não calcada na intransigência, na intolerância, na propagação de discursos de ódio.
  38. 38. 38 Pesquisas acadêmicas sobre a (s) ferramenta (s) Detalhamento das pesquisas acadêmicas BISSOLOTTI, Katielen; NOGUEIRA, Hamilton; FIALHO, Francisco; PEREIRA, Alice T. Cybis. Sites geradores de memes: o ócio criativo na internet. Razón y Palabra, Monterrey, v. 19, n. 92, p. 1-18, dez. 2015. Disponível em: <http://www.redalyc.org/toc.oa?id=1995&numero=43036>. Acesso em: 10 maio 2017. Um texto referencial quando se fala em memes é o artigo “Sites geradores de memes: o ócio criativo na internet”, de autoria de Bissolotti, Nogueira, Fialho e Pereira, quatro especialistas em Designer e Expressão Gráfica, vinculados à Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Estes pesquisadores debruçam-se sobre diversos assuntos, dentre os quais a conceituação de memes, a viralização de conteúdos na web, a descrição de sites geradores de memes, dentre os quais o Imgflip; analisam, ainda, a sua interface gráfica, seus aspectos funcionais, potenciais pedagógicos, como o favorecimento da criatividade, do intercâmbio cultural, a interação com diversos sujeitos. Esse artigo, conquanto escrito por experts em tecnologia, ultrapassa uma mera sistematização técnica das ferramentas, uma vez que os citados estudiosos fazem explanações didáticas, acessíveis aos mais distintos leitores, inclusive àqueles menos iniciados em interface gráfica, em designer. Links para tutoriais http://www.redalyc.org/toc.oa?id=1995&numero=43036 (Acesso em: 10 maio 2017); https://www.youtube.com/watch?v=AgpYukXq9Ec (Acesso em: 10 maio 2017); https://www.youtube.com/watch?v=Yo8Dph_WYk8 (Acesso em: 10 maio 2017); * https://www.youtube.com/watch?v=kcDwjp1M-Cc (Acesso em: 10 maio 2017); * Nota: Caso seja necessário, o leitor, quando diante de textos do YouTube, com falas em uma língua estrangeira, pode(rá) utilizar a ferramenta “Legendas”, a qual apresenta o item “traduzir automaticamente”, que permite selecionar um dentre vários idiomas.
  39. 39. 39 Ferramenta (s) Objetivos didático-pedagógicos da (s) ferramenta (s) Promover (multi)letramentos, não circunscritos à esfera do verbal, do escrito, de suportes e/ou formatos tradicionais; Operacionalizar diferentes recursos multimodais / multissemióticos; (Re)Conhecer diferentes efeitos de sentido decorrentes da manipulação de recursos verbais e/ou não verbais; Estimular o protagonismo, o envolvimento dos estudantes sob a mediação das tecnologias digitais; Estimular a colaboração, a interação, a negociação, o compartilhamento de vivências, saberes; (Re)Conhecer que o compartilhar conteúdos, seja no suporte impresso, seja no digital, demanda uma atitude não calcada na intransigência, na intolerância, na propagação de discursos de ódio; Favorecer um ambiente propício à produção, ao compartilhamento de conteúdos, individual e socialmente relevantes, dando espaço para que outras vozes, discursos ecoem. Pesquisas acadêmicas sobre a (s) ferramenta (s) Detalhamento das pesquisas acadêmicas CARVALHO, Gracinda Souza de. Histórias digitais: narrativas no século XXI. O software Movie Maker como recurso procedimental para construção de narrações. 197f. 2008. Dissertação (Mestrado em Educação) – Faculdade No que se refere ao Windows Movie Maker, há uma lista mais vasta de pesquisas acadêmicas. Em sua Dissertação de Mestrado, Gracinda Carvalho (2008) desenvolve um trabalho que extrapola uma simples revisão da
  40. 40. 40 de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008. Disponível em <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48134/tde-27082010- 104511/pt-br.php>. Acesso em: 07 maio 2017. CRUZ, Sónia Catarina da Silva; CARVALHO, Ana Amélia Amorim. Produção de vídeo com o Movie Maker: um estudo sobre envolvimento dos alunos na aprendizagem. In: MARCELINO, Maria José; SILVA, Maria João (Orgs.). Simpósio Internacional de Informática Educativa, 9., 2007, Porto, Portugal. ACTAS... Porto: Instituto Politécnico do Porto/Escola Superior de Educação, 2007. p. 241-246. Disponível em: <http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/7152>. Acesso em: 07 maio 2017. literatura. Partindo de um experimento prático, em laboratório de informática, com alunos do Ensino Fundamental II e EJA, da rede pública de ensino, essa pesquisadora descreve tanto as principais funcionalidades desse software quanto seu aproveitamento com fins pedagógicos, como favorecedor da aprendizagem, da produção do gênero narrativa, da participação, do envolvimento e interação com / entre os alunos. Numa abordagem semelhante, temos o artigo “Produção de vídeo com o Movie Maker: um estudo sobre envolvimento dos alunos na aprendizagem”, de Sónia Cruz e Ana Amélia Carvalho (2007). Nesse texto, as pesquisadoras investigam, com base em experiências práticas, em que medida o software Windows Movie Maker seria um colaborador nos processos de ensino-aprendizagem, bem como no engajamento dos estudantes. Assim sendo, consoante essas investigadoras, tal software seria um aliado na promoção de aprendizagens, do protagonismo estudantil. Links para tutoriais http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/8286 (Acesso em: 07 maio 2017); https://www.youtube.com/watch?v=1H_2_Q8akuA (Acesso em: 07 maio 2017); http://www.ufjf.br/get_engcomp/tutoriais/ (Acesso em: 07 maio 2017); http://penta3.ufrgs.br/tutoriais/WindowsMovieMaker/apresentacao.htm (Acesso em: 07 maio 2017). FONTE: O autor (2017), vide referências.
  41. 41. 41 Para aprofundar-se um pouco mais: referências por temáticas Professor(a), a fim de customizar o maior tempo possível bem como um aprofundamento de temas e/ou conceitos abordados neste projeto, trouxemos as referências por nós utilizadas ao longo deste trabalho, só que com um diferencial: a catalogação por temáticas: Estudos sobre gêneros textuais / discursivos BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. In: ______. Estética da criação verbal. 6. ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2011. p. 261-306. BRANDÃO, Helena Nagamine. Texto, gêneros do discurso e ensino. In: ______. (Coord.). Gêneros do discurso na escola: mito, conto, cordel, discurso político, divulgação científica. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2011. v. 5. p. 17-45. DIONISIO, Angela Paiva. Gêneros textuais e multimodalidade. In: KARWOSKI, Acir Mário; GAYDECZKA, Beatriz; BRITO, Karim S. (Orgs.) Gêneros textuais: reflexões e ensino. 4. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2011. p. 137-152. KOCH, Ingedore V. Grunfeld. Os gêneros do discurso. In: ______. Desvendando os segredos do texto. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2003. p. 53-60. LOPES-ROSSI, M. A. G. Gêneros discursivos no ensino de leitura e produção de textos. In: KARWOSKI, A. M.; GAYDECZKA, B.; BRITO, K. S. (Orgs.). Gêneros textuais: reflexões e ensino. 4. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2011. p. 69-82. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Gêneros digitais emergentes no contexto da tecnologia digital. In: ______.; XAVIER, Antonio Carlos. (Orgs.). Hipertexto e gêneros digitais: novas construções de sentido. São Paulo: Lucerna, 2004. p. 13-67. ______. Gêneros textuais no ensino de língua. In: ______. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. p. 146-225.
  42. 42. 42 ______. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONISIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (Orgs.). Gêneros textuais e ensino. 3. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p. 19-38. ______. Gêneros textuais: configuração, dinamicidade e circulação. In: KARWOSKI, A. M., GAYDECZKA, B.; BRITO, K. S. (Orgs.). Gêneros textuais: reflexões e ensino. 4. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2011. p. 17-31. MELO, R. Gêneros do discurso e multiletramentos: uma discussão dialógica. Estudos Linguísticos, São Paulo, v. 43, n. 2, p. 895-908, maio-ago. 2014. Disponível em: <http://revistas.gel.org.br/estudos- linguisticos/article/view/489>. Acesso em: 08 fev. 2016. ROJO, Roxane. Gêneros de discurso/texto como objeto de ensino de línguas: um retorno ao trivium? In: SIGNORINI, Inês. (Org.). (Re)discutir texto, gênero e discurso. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. p. 73-108. Estudos sobre memes ABREU-AOKI, Raquel. Os memes como estratégia interativa para o ensino de língua portuguesa (sic) um estudo de caso. In: CANO, Márcio Rogério de Oliveira (Org.). ANAIS DO III SIMPÓSIO NACIONAL DE LETRAS E I SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE LETRAS, 3., 2014, Lavras/MG. Anais... Lavras, MG: UFLA, 2014, p. 58-64. Disponível em: <http://letport.cead.ufla.br/site/?p=555>. Acesso em: 01 jul. 2016. BISSOLOTTI, Katielen; NOGUEIRA, Hamilton; FIALHO, Francisco; PEREIRA, Alice T. Cybis. Sites geradores de memes: o ócio criativo na internet. Razón y Palabra, Monterrey, v. 19, n. 92, p. 1-18, dez. 2015. Disponível em: <http://www.redalyc.org/toc.oa?id=1995&numero=43036>. Acesso em: 10 maio 2017. FILHO, Vilson Martins; FIALHO, Francisco Antonio Pereira. O Ciberespaço e a inevitabilidade semiótica do meme na educação digital. V SIMPÓSIO NACIONAL DA ABCIBER, 5., 2011, Florianópolis. Anais... Florianópolis: UDESC/UFSC, 2011. p. 1-14. Disponível em: <http://abciber.org.br/simposio2011/anais/Modalidades/artigos/artigos_eixo1.html>. Acesso em: 17 jun. 2016. FLORENCIA, Ana; CAMPOS, Thayane. O gênero discursivo meme no ensino de português como língua adicional: um relato de experiência. [Belo Horizonte], 30 maio 2016. 38 slides. Apresentação em Prezi. Disponível em: <https://prezi.com/9dqwmzbqefze/copy-of-seminario/>. Acesso em: 03 jul. 2016. GUERREIRO, Anderson; SOARES, Neiva Maria Machado. Os memes vão além do humor: uma leitura multimodal para a construção de sentidos. Texto Digital, Florianópolis, Santa Catarina, v. 12, n. 2, p. 185-208, jul./dez. 2016. Disponível em: <https://periodicos.ufsc.br/index.php/textodigital/article/view/1807-9288.2016v12n2p185>. Acesso em: 23 fev. 2017. HORTA, Natália Botelho. O meme como linguagem da internet: uma perspectiva semiótica. 191f. 2015. Dissertação (Mestrado em Comunicação) – Faculdade de Comunicação, Universidade de Brasília, Brasília, 2015. Disponível em: <http://repositorio.unb.br/handle/10482/18420>. Aceso em: 17 jun. 2016.
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