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Psicologiaeeducao 100323143137-phpapp01

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Psicologiaeeducao 100323143137-phpapp01

  1. 1. PSICOLOGIA EPSICOLOGIA E EDUCAÇÃOEDUCAÇÃO HOJE E AMANHÃHOJE E AMANHÃ PROFA.DRA. SILVIA MARINA ANARUMA Mar/2010
  2. 2. OBJETIVOOBJETIVO  Refletir sobre a importância daRefletir sobre a importância da Psicologia para a formação doPsicologia para a formação do professorprofessor Contextualizar historicamente aContextualizar historicamente a Psicologia Escolar para o entendimentoPsicologia Escolar para o entendimento da sua influência na formação doda sua influência na formação do professorprofessor
  3. 3. Tópicos Principais – RoteiroTópicos Principais – Roteiro 1.1. A Psicologia pode melhorar o ensino ?A Psicologia pode melhorar o ensino ? 1.1. Do descrédito no começo a concretização das contribuições1.1. Do descrédito no começo a concretização das contribuições 1.2. As diversas abordagens baseadas na natureza do homem: ação,1.2. As diversas abordagens baseadas na natureza do homem: ação, cognição, emoçãocognição, emoção 1.2.1. Thorndike, Skinner, Piaget1.2.1. Thorndike, Skinner, Piaget 2. A relação entre Psicologia e Educação – Hoje2. A relação entre Psicologia e Educação – Hoje 2.1. Como os psicólogos vêem o papel da escola no desenvolvimento2.1. Como os psicólogos vêem o papel da escola no desenvolvimento psicológico das crianças?psicológico das crianças? 2.1.1. O desenvolvimento ocorre sem a escola2.1.1. O desenvolvimento ocorre sem a escola 2.1.3. A escola promove o desenvolvimento2.1.3. A escola promove o desenvolvimento 2.1.4. A escola pode atrapalhar o desenvolvimento2.1.4. A escola pode atrapalhar o desenvolvimento 2.2. Qualidades e limitações das teorias2.2. Qualidades e limitações das teorias 2.3. O papel do Psicólogo na escola2.3. O papel do Psicólogo na escola 3. A relação entre Psicologia e Educação – Amanhã3. A relação entre Psicologia e Educação – Amanhã 4. O que um professor precisa para ensinar? Qual a base do conhecimento do4. O que um professor precisa para ensinar? Qual a base do conhecimento do ensino?ensino?
  4. 4. A PSICOLOGIAA PSICOLOGIA PODEPODE MELHORARMELHORAR OO ENSINO?ENSINO?
  5. 5. 1899 – William James: “ O ensino,de fato é uma arte. A ciência da psicologia não pode prestar-lhe a menor ajuda no tocante às estratégias específicas da instrução”
  6. 6. HojeHoje Não só é possível,Não só é possível, comocomo altamente desejávelaltamente desejável
  7. 7. A Psicologia Escolar foi considerada como tendo a chave para melhorar a Educação A esperança era que as crianças aprendessem mais e em menos tempo Mudanças lentas e contínuas, porém importantíssimas
  8. 8. As escolas mudaram...As escolas mudaram...  Importância da flexibilidade noImportância da flexibilidade no planejamento da instruçãoplanejamento da instrução  A mudança das carteiras fixasA mudança das carteiras fixas  Criança que não aprendia era consideradaCriança que não aprendia era considerada preguiçosa, desmotivada, burrapreguiçosa, desmotivada, burra  A causa do fracasso escolar era atribuída aoA causa do fracasso escolar era atribuída ao alunoaluno  Mudança do material escolarMudança do material escolar  Disciplinas selecionadas em função daDisciplinas selecionadas em função da formação do alunoformação do aluno
  9. 9. Mas de que maneira a Psicologia exerceuMas de que maneira a Psicologia exerceu sua influência sobre a prática escolar?sua influência sobre a prática escolar?  Três psicólogos que promoveram oTrês psicólogos que promoveram o maior impacto nas escolas:maior impacto nas escolas:  ThorndikeThorndike  SkinnerSkinner  PiagetPiaget Eles não realizaram pesquisas em sala de aula
  10. 10. CONTRIBUIÇÃO DECONTRIBUIÇÃO DE THORNDIKETHORNDIKE  Psicólogo americano (1874-1949)Psicólogo americano (1874-1949)  Tese sobre inteligência animal com gatosTese sobre inteligência animal com gatos (Animal Intelligence, 1911) e Educacional(Animal Intelligence, 1911) e Educacional Psychology, 1914)Psychology, 1914)  Autor da Lei do Efeito:Autor da Lei do Efeito:  ““ Uma ação acompanhada ou seguida porUma ação acompanhada ou seguida por um estado de satisfação tende a ocorrerum estado de satisfação tende a ocorrer mais frequentemente, uma ação seguidamais frequentemente, uma ação seguida de insatisfação tenderá a tornar-se menosde insatisfação tenderá a tornar-se menos vezes”vezes”
  11. 11. AUTORIA DE THORNDIKEAUTORIA DE THORNDIKE  elaboração de livro texto eelaboração de livro texto e dicionários escolaresdicionários escolares  Modificação de trabalhos literáriosModificação de trabalhos literários para serem legíveis às criançaspara serem legíveis às crianças  Planejamento de procedimentos paraPlanejamento de procedimentos para o ensino da aritmética e álgebrao ensino da aritmética e álgebra
  12. 12. CONTRIBUIÇÃO DE SKINNERCONTRIBUIÇÃO DE SKINNER  Instrução programadaInstrução programada  Sistema personalizado de instruçãoSistema personalizado de instrução  Técnica de modelagem de respostas adequadasTécnica de modelagem de respostas adequadas  Exclusão da punição no processo de ensinoExclusão da punição no processo de ensino  Sistema de valesSistema de vales Behaviorismo Técnicas de controle - Condicionamento
  13. 13. CONTRIBUIÇÃO DE PIAGETCONTRIBUIÇÃO DE PIAGET  Elaboração de programas para o ensino deElaboração de programas para o ensino de ciências e matemáticaciências e matemática  Utilização de jogos no contexto escolarUtilização de jogos no contexto escolar  A ”avassaladora” presença doA ”avassaladora” presença do construtivismo como teoria do processo deconstrutivismo como teoria do processo de alfabetizaçãoalfabetização Psicogenética – Cognitiva – Construtivismo Importância dos processos internos do organismo
  14. 14. PSICOLOGIAPSICOLOGIA EE EDUCAÇÃOEDUCAÇÃO HOJEHOJE
  15. 15. Como os psicólogos vêem o papelComo os psicólogos vêem o papel da escola no desenvolvimentoda escola no desenvolvimento psicológico das crianças?psicológico das crianças?
  16. 16. AbordagensAbordagens  ConcepçãoConcepção BehavioristaBehaviorista  AmbienteAmbiente  AçãoAção ConcepçãoConcepção PiagetianaPiagetiana InteraçãoInteração CogniçãoCognição O desenvolvimento pode ocorrer fora da escolaO desenvolvimento pode ocorrer fora da escola A escola serve para avaliar e aplicar os princípiosA escola serve para avaliar e aplicar os princípios psicológicos a um grande número de sujeitospsicológicos a um grande número de sujeitos
  17. 17. Teoria socio-histórica ou socio-Teoria socio-histórica ou socio- interacionista ( Vygotsky)interacionista ( Vygotsky)  A escola promove o desenvolvimentoA escola promove o desenvolvimento psicológicopsicológico
  18. 18. 3. Teoria Humanista (Rogers) e3. Teoria Humanista (Rogers) e Psicanálise (Freud)Psicanálise (Freud)  A escola não é um elemento decisivoA escola não é um elemento decisivo para o desenvolvimento psicológico,para o desenvolvimento psicológico, podendo até mesmo atrapalhá-lopodendo até mesmo atrapalhá-lo Emoção - Afeto
  19. 19. Três grandes aspectos da natureza humana ação cognição emoção
  20. 20. Qualidades x LimitaçõesQualidades x Limitações  AnáliseAnálise aprofundada deaprofundada de cada uma dascada uma das facetasfacetas  FragmentaFragmenta  retrato imperfeito eretrato imperfeito e incompleto doincompleto do alunoaluno É preemente abordagens mais abrangentes que integrem e equilibrem essas três facetas Todas envolvidas na aprendizagem escolar
  21. 21. Papel do Psicólogo na EscolaPapel do Psicólogo na Escola  TécnicoTécnico  Atento aos determinantes sociais eAtento aos determinantes sociais e institucionaisinstitucionais  Os dois papéis coexistem as vezesOs dois papéis coexistem as vezes em pleno antagonismoem pleno antagonismo
  22. 22. Psicologia e Educação AmanhãPsicologia e Educação Amanhã  Renovação do interesse na influênciaRenovação do interesse na influência das primeiras experiências sobre odas primeiras experiências sobre o desenvolvimentodesenvolvimento  Psicologia e Biologia (Neurociências):Psicologia e Biologia (Neurociências): descoberta dos períodos críticos –descoberta dos períodos críticos – janelas de oportunidadesjanelas de oportunidades
  23. 23. Períodos críticos e períodosPeríodos críticos e períodos sensívelsensível  Momento da interação entre o meio e a hereditariedadeMomento da interação entre o meio e a hereditariedade  Períodos críticos – período de tempo durante o qual umPeríodos críticos – período de tempo durante o qual um ind. é mais suscetível a determinada influência externa.ind. é mais suscetível a determinada influência externa. Maneira irreversível (embriologia)Maneira irreversível (embriologia)  Período sensível – período de tempo em que aPeríodo sensível – período de tempo em que a aprendizagem de habilidades ou desenvolvimento deaprendizagem de habilidades ou desenvolvimento de aptidões e competências se faz de forma mais facilitadaaptidões e competências se faz de forma mais facilitada (desenv. humano pós-natal)(desenv. humano pós-natal)  Magill (1988) período de prontidão ótima em queMagill (1988) período de prontidão ótima em que interagem os fatores:interagem os fatores:  MaturaçãoMaturação  Experiências anteriores relacionadas com a habilidade ouExperiências anteriores relacionadas com a habilidade ou competênciacompetência  MotivaçãoMotivação  (Lopes e Maia, 2000)(Lopes e Maia, 2000)
  24. 24. ExemplosExemplos  Fase gestacional como período crítico paraFase gestacional como período crítico para a gênese da obesidadea gênese da obesidade  Desnutrição gestacional (último trimestre)Desnutrição gestacional (último trimestre) para a predisposição à doençaspara a predisposição à doenças cardiovasculares na adolescênciacardiovasculares na adolescência  (BISMARCK-NASR, M.E.; FRUTUOSO, M.F.P. ; GAMABARDELLA, A.M.D., 2008)
  25. 25.  As primeiras experiênciasAs primeiras experiências desempenham um papeldesempenham um papel fundamental na formação da redefundamental na formação da rede cerebralcerebral ConsequênciaConsequência::  A importância do ensino pré-escolarA importância do ensino pré-escolar
  26. 26.  Avanço das concepções cognitivas deAvanço das concepções cognitivas de desenvolvimento e aprendizagem edesenvolvimento e aprendizagem e refluxo da abordagemrefluxo da abordagem comportamentalcomportamental  Atribui-se a abrangência de seusAtribui-se a abrangência de seus estudos (memória, linguagemestudos (memória, linguagem resolução de problemas...)resolução de problemas...)  Mudança de paradigmaMudança de paradigma
  27. 27. Inclusão da PsicologiaInclusão da Psicologia CognitivaCognitiva  Investiga a cognição humana nos seusInvestiga a cognição humana nos seus múltiplos aspectos com a contribuiçãomúltiplos aspectos com a contribuição de diversas áreas:de diversas áreas:  Linguística, Neurociências, Filosofia,Linguística, Neurociências, Filosofia, Inteligência ArtificialInteligência Artificial
  28. 28. Transformação do Conceito deTransformação do Conceito de InteligênciaInteligência  Teoria das Inteligências MúltiplasTeoria das Inteligências Múltiplas (Gardner):(Gardner):  Linguística,Linguística,  Musical,Musical,  Lógico-matemática,Lógico-matemática,  Espacial,Espacial,  Corporal-cinestésica;Corporal-cinestésica;  InterpessoalInterpessoal  Intra-pessoalIntra-pessoal  Há muito mais talentos no aluno do que oHá muito mais talentos no aluno do que o professor costuma admitirprofessor costuma admitir  (GARDNER, 1995)(GARDNER, 1995)
  29. 29. O que um professor precisa paraO que um professor precisa para ensinar? Qual a base do conhecimentoensinar? Qual a base do conhecimento do ensino?do ensino? 1. Conhecimento do conteúdo das disciplinas 2. Materiais e saberes institucionalizados 3. Ensino educacional formal 4. A sabedoria da prática propriamente dita
  30. 30. O que distingue o entendimento doO que distingue o entendimento do especialista em conteúdo do entendimentoespecialista em conteúdo do entendimento do educador?do educador?  O conhecimento pedagógicoO conhecimento pedagógico “ O conhecimento do conteúdo é a primeira fonte para o educador, no entanto, este conhecimento não é o suficiente (...) e sim como o conteúdo pode ser apreendido pelos alunos”
  31. 31. Como possibilitar que o ensino não fique restrito àComo possibilitar que o ensino não fique restrito à dimensão teórica, sem que o conteúdo sejadimensão teórica, sem que o conteúdo seja abstrato e distante da realidade dos futurosabstrato e distante da realidade dos futuros professores e alunos?professores e alunos?  Pesquisas contribuem para o entendimento doPesquisas contribuem para o entendimento do processo, mas...processo, mas... Não impedem que a complexidade da prática docente seja influenciada por inúmeras variáveis A Psicologia contribui apesar de e com a sua pluralidade
  32. 32. Os conhecimentos psicológicos existem em função da intervenção pedagógica, que vai exigir do professor uma ação que se constrói num processo dialético entre as convicções pedagógicas e as possibilidades de realizá-las O que indica que A Psicologia pode ajudar o professor a refletir criticamente sobre sua prática e imprimir-lhe novos direcionamentos Será uma disciplina essencial para que o futuro professor desenvolva a consciência da fundamentação das suas ações
  33. 33.  BibliografiaBibliografia  ALMEIDA, P.C.A. de. Formação do professor e os conhecimentos daALMEIDA, P.C.A. de. Formação do professor e os conhecimentos da Psicologia.Psicologia. Educação Temática DigitalEducação Temática Digital, Campinas, v.8,n.2,p.236-, Campinas, v.8,n.2,p.236- 248, jun.2007248, jun.2007  BISMARCK-NASR, M.E.; FRUTUOSO, M.F.P. ; GAMABARDELLA,BISMARCK-NASR, M.E.; FRUTUOSO, M.F.P. ; GAMABARDELLA, A.M.D. , Efeitos tardios do baixo peso ao nascer.A.M.D. , Efeitos tardios do baixo peso ao nascer. Rev. Bras.Rev. Bras. Desenvolv HumDesenvolv Hum.v. 18,n.1, p.98-103, 2008.v. 18,n.1, p.98-103, 2008  GARDNER, Howard Inteligências Múltiplas: a teoria na prática..GARDNER, Howard Inteligências Múltiplas: a teoria na prática.. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.Porto Alegre: Artes Médicas, 1995.  LOMÔNACO, J.F.B.Psicologia hoje e amanhã.LOMÔNACO, J.F.B.Psicologia hoje e amanhã. Psicologia escolar ePsicologia escolar e educacionaleducacional, v.3,n.1, Campinas, 1999, v.3,n.1, Campinas, 1999  LOPES, V.P.L. & MAIA, J.A.R. Períodos críticos ou sensíveis:LOPES, V.P.L. & MAIA, J.A.R. Períodos críticos ou sensíveis: revisitar um tema polêmico à luz da investigação empírica.revisitar um tema polêmico à luz da investigação empírica. Rev.Paul. Educação FísicaRev.Paul. Educação Física. V.14,n.2,p.128-40,jul/dez., 2000. V.14,n.2,p.128-40,jul/dez., 2000 Mar/2010

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