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Método de Teoria e Solfejo(Novo Bona)

Método de Teoria e Solfejo(Novo Bona)

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Método de Teoria e Solfejo(Novo Bona)

  1. 1. TA NO BRASIL CONGREGACAO CRIS l/ létodo de Teoria e
  2. 2. l/ létoolo de Teoria e Solfejo Com aplicagao ao Hinario 2a Edigao: Julho/2014 Este material é distribuido para uso exclusivo das igrejas Congregagao Crista no Brasil, ao preco mencionado na capa. Distribuidora CONGREGACAO CRISTA NO BRASIL Rua Visconde de Parnaiba n° 1616 - Anexo: Bloco G CEP 03164-300 Sac Paulo - SP - Brasil
  3. 3. Cantai-lhe um ccintico novo: Tocai bem e com jubilo. - Salmo 33:3 PREFI-'ClO Com 0 objetivo de facilitar 0 aprendizado nos Grupos de Estudos Musicals (GEM) da Congregacao Crista no Brasil, 0 Senhor nos tem preparado mais uma edigao do Método de Teoria e Solfejo — MTS, proporcionando aos candidatos nogoes basicas de teoria e solfejo, para aplicacao nas ligées dos métodos de seu instrumento e no hinario da Congregagao Crista no Brasil. 0 propésito deste trabalho nao é formar musicistas profissionais, mas prepara-los para a execugao de nossos hinos com perfeigao, louvando a Deus através da musica e auxiliando nossa irmandade no cantar dos hinos. Existem varias definigées sobre o que é miisica e a maioria delas traz duas palavras em comum: arte e som. Definiremos entao, assim: Musica é a arte dos sons. A arte musical, como toda ciéncia, deve ser estudada. A arte revela nossos sentimentos através do som e a ciéncia se da através da Fisica e da Matematica. A Fisica explica como 0 som é produzido e a Matematica, como esse som acontece dentro do tempo. Desejamos que o Senhor nosso Deus, assim como nos ajudou neste trabalho, ajude também nossos irmaos candidatos a atingirem seu objetivo. A0 nosso Deus, digno de todo o louvor perfeito, através de nossos instrumentos, sejam dadas honra, louvor e gléria eternamente. Amém. Sao Paulo, Julho de 2014 CONGREGACAO CRISTA NO BRASIL
  4. 4. lnstrucoes de Utilizacao Para melhor aproveitamento deste método nos Grupos de Estudos Musicals (GEM), seguem algumas instrucoes aos encarregados, lnstrutores ecandidatos: 1- Ano letivo: Se possivel, deve-se adotar o sistema de ano letivo nas aulas dos GEM, procurando respeltar as férlas escolares. 2- A0 lnlciar os estudos, o candldato devera’ adquirir um hinario de miisica em Do para pesqulsas, estudos e anotacoes (independentemente do instrumento escolhido). 3- O5 exerclcios e estudos de solfejo estao numerados por modulos. 4- A0 final de cada modulo ha uma pagina destinada para anotacoes e exerclcios complementares. 5- Sempre que possivel, as aulas de Teoria e Solfejo deverao ser mlnistradas coletivamente, para melhor aproveitamento, motivacao e pratlca de tocar em conjunto, que se dara através do solfejo em grupo. 6- Os conceltos abordados em cada modulo sao cumulativos, ou seja, se repetem no decorrer do método. importante que antes de cada estudo de solfejo, o lnstrutor facajunto com o(s) candidato(s)iuma analise dos assuntos queaparecem no estudo ou hino. Exemploz fermatas, ligaduras, figuras da subdivlsao, fraseado, etc. ‘.7- O5 exerclcios deverao ser repetldos, principalmente nos rr)o_d_y_| _gs 1, 2 e 3, tantas vezes quantasforem necessarias para melhor entendlmento e asslmilacao. O lnstrutor odera, a seu critério, utilizar outros recursos dldatlcos ara atin lr o ob'etlvo do 1 aprendizado. ‘>_é8- Nos modulos 2 e 3 o principal objetivo é o aprendizado da Llnguagem Ritmlca. Procure ter atencao com a si| abaT/ -W-_/ -will para nao pronunclarTA-A-A—A-A-A (nao induzira subdivlsao). 9- Recomenda-se que o metronomo seja utilizado a partir do 3° Modulo; isso fara com que o candldato tenha condlcoes de desenvolver rltmo (pulsacao) e andamento. E importante que cada GEM tenha pelo menos um metronomo. 10- A critério do encarregado ou lnstrutor, a partir do 6° Modulo o candldato podera lnlciar o estudo de seu instrumento (notas longas ou cordas soltas), pols colocara em pratica o que ja estudou (rltmo, respiracao, etc. ) para obter uma boa qualidade no som. 11- A partir do 8° Modulo os estudos de solfejo poderao ser também na clave de fa, simultaneamente ou no repasse. Se 0 estudo for hlno, o solfejo podera ser em qualquer outra vozalém do soprano. 12- Alguns assuntos nao detalhados nos modulos poderao ser encontrados no”Apéndice"a partirda paglna 83.
  5. 5. ° ix/ loci: K. " ‘ MUSICA irflusica é a arte dos sons. A matéria prlma da Muslca é o som. E o que é som? Som é tudo o que ouvimos. O nosso ouvido percebe duas espécies de sons quanto a sua emissao: sons naturals — emitldos pela natureza (trovoes, ventos, etc. ..) sons produzidos - voz ou instrumentos, que serao objeto do nosso estudo. Os sons produzidos podem ser: sons musicals e sons nao musicals. som musical - é o resultado de vibracoes sonoras regulares. Violoncelo Piano som nao musical — é o ruido; resulta de vlbracoes sonoras irregulares. /in, " ”" W , I :5 “‘; <~. I ' if 5 .1. . ... . . _H. V_. .__ < , § H 1 T ms . ._. %il_. -" . . " g Furacleira Motor e/ étrico Os elementos mais importantes da mosica sao trés: MELODIA, HARMONIA e RITMO. lnicialmente trataremos do RITMO. RITMO E o elemento que se baseia na divisao ordenada do tempo, combinando sons curtos, longos e slléncios. O rltmo fol uma das primelras manifestacoes musicals do homem. Exemplo: Para lndicar um rltmo uniforme, imagine-se aqui o sllénclo representado por uma Iinha: esse siléncio sera interrompldo pelo bater da mao e as interrupcoes desse siléncio formam pequenas unidades de tempo. unidade de tempo unidade de tempo unidade de tempo ' unidade de tempo unidade de tempo Exemplos de rltmo constante: batida do coracao (pulsacao), pisca-alerta do carro, etc. Congregacao Crista no Brasil 7 Método de Teoria e Solfejo
  6. 6. ORIENTACAO PARA O MOVIMENTO DA MAO O gesto da batida da mao deve ser sempre de baixo para cima, sempre com a mao direita, lnlciando e terminando embaixo (no mesmo ponto). O movlmento da mao deve ser constante, sem variar a velocldade e ter um gesto arrendondado na parte superior, conforme mostra a figura abalxo; a prondncia da silaba ”TA” deve ser continua, segulndo o gesto da mao. ———————— —- 1/2 - <-— gesto arredondado Ta Exercicios 1. Faca com a mao uma série de batidas, tendo o cuidado de produzir movlmentos re ulares, de modo que o espaco entre um som e outro seja do mesmo tamanho. batercomamdo: I,IIIIIIIIIIIIIII ‘iii iv; '1-774 774 we W 0970 7/4 W T9 W W T0 2. Bata o rltmo e cante um som prolongado (silaba ”TAAA"). As batidas devem ser idéntlcas ao gesto de verificar se uma . som (T/ -lAA. ..): || l|I| lI| ||| ritmo (batida): I I I 7'/ Vein. 0. T/7‘t0»0L T/4-“LG G, ‘W-“aft (L 3. Bata o rltmo e cante a silaba " ” (TA---) _onde os ritmos estiverem ligados por tracos. Atencao para nao cantar"TA-A-A—A". I a*| .|| lll| ||l| | I'll ll 7-’4K’Q.7'/ '7“('Q‘I"Q‘I’*‘51T/90L0r_’L”T/ ~/fctTH‘{'t: (‘)flC¢’LC‘( b—lllll, l,lll| |ll| llllll 7-”D, pra': /§;7“‘T/4Q. a;L-7/(I779 T/9C‘Cl¢7’LTf; l'I<"l'/ ~3q_ c~| ll| l|| ll| lll| ll| ll| Tfla 7/7719 7/vq TFIT/1 T/ i‘X'l'/9 in Win WTFI Tf‘)QTI‘I'T/1,3 d-llllllllllllllllllll TN 0i Q ‘in 7/; we r1 or TH 37: mt’ ~“. -1 7 7, «V. 4. Ligue com tracos as palavras aos sons correspondentes: Buzlna . / Clarineta Violino / /som musical Campainha — cigarra Martelo E/ <Trombone Tuba " Som 1150 musical 7 -Motor Plano ‘”“"~ Furadelra Método de Teoria e Solfejo 8 Congregacao Crista no Brasil
  7. 7. E-‘mEpADEs Do SOM As principals propriedades sao quatro: Tlmbre, Duracao, lntensldade e Altura. Timbre é a propriedade que permite reconhecer a origem do som. Duracao é a propriedade do som ser curto ou longo. _. lntensidade é a propriedade do som ser fraco ou forte (volume do som). ______ _. __ Altura é a propriedade do som ser grave, médlo ou agudo. sons graves sons médios sons agudos 6- ——> Nota: Todos os sons possuem as quatro propriedades, independentes entre si. Exercicios- Use a silaba ”TA---”, que sera chamada de LINGUAGEM RITMICA. 5. Faca a linguagem ritmlca conslderando os tracos ligados. Tff 0, Ox Q, .T/ <1 ‘7'/ /"1’/9 fi. '0r ‘I747/. ~‘ ‘U? A at A 61 174 7;~7T, <1 Q 6. Repita o exerclclo anterior, porem cantando forte. 7. Faca a linguagem ritmlca com som fraco, mantendo a mesma velocldade. a-I—| ||| %|| |IIl | ||| "WI o 7;; TN TN Q 1-, »; as ‘in 31‘ ‘W "TL T| f>? o|, TI/ ,r“i, <7 1:15‘; 7* "‘/ ‘-.2 I I I I I at b-IIIIIII Illll 7,4 ocotct—7,4—. ur: n/-'7/4 Vii at Tr<1wua= zm~wca. q<= L 8. Faca a linguagem ritmlca e consldere: tracos flnos - som fraco; tracos grossos - som forte. a-| _|I| I_| II| _| IIIIIIII ‘TA Oi. "ta ‘ta? 7;; ,9 T»? T/9 ‘r/ .2 A 779 we m 7/9 vs -vs Dr is "TN A R b-IIIIIIIIII IIIIIIII W A #2 H ‘V9 "re "G M’ 7/4 0» 719 my we Tr? Tr: . A q_ 9. Faca a linguagem ritmlca com som fraco, mantendo a mesma velocldade. °*I I I I I I I I I I I I I I I I I I 7’q9V“Q'l'fIT, <}R‘Kc")'I4T/ ~)0"x€‘tTAl“t9cqTx75 b-I I I I I I I I I I I I I I I I I I 7'4 Q T4 Tps it TN 7/3 ‘‘~1*~1 5?, TH’ ‘Ti 7.~’~- ‘. ‘K '1»? TN Ct "T/9' “i', i<l 10.Faca a linguagem ritmlca e consldere: tracos flnos - som fraco; tracos grossos - som forte. a-l| Ill| |llIlll| IIlIlI Th; ‘l)<? AzTfl7N’LET. s)‘r/ L‘? /‘I/ <17/<? r—1'~: Ci775?0t I-| |I| ll| ll| llIlllll| I 1'Aq‘i‘;4T/ <1/7"l}“'7)x7C7'/ QVI/4 ‘I/4/<2/1"? ‘/J7/$197/<l'Tx<'«‘ Cnngegacao Crista no Brasil 9 Método de Teoria e Solfejo
  8. 8. Espaco destinada para anotacées e exerclcios complementares. Método de Teoria e Solfejo 10 Congregacao Crista no Brasil
  9. 9. FIGURAS Os ritmos e as diferentes duracoes dos sons podem ser representados por Flguras. Cada figura de som tem sua respectlva figura de siléncio (pausa). As partes que compoem a flgura sao: I haste” I <—bandelro| a ou colchete 3 cabeca—> E j A cabeca da figura tem uma forma eliptica: O ou ~ 7 A haste é um traco vertical colocado para cima e a direita da cabeca ( . ~I ), ou para baixo e a esquerda da cabeca ( £7 ). A bandeirola ou colchete esta sempre a direita da haste: b FIGURAS DE SOM E DE SILENCIO semlbreve: é a figura de malor duracao utilizada atualmente e as demais figuras sao fracoes dela. E representada pelo n° 1 . mlnima: vale metade da semibreve. E representada pelo n° 2, pols cabem 2 mlnimas em 1 semibreve. I = ) seminima: vale metade da minima. E representada pelo n° 4. . r 1 pols cabem 4 semlnimas em 1 semibreve. I3 = colcheiaz vale metade da semlnlma. E representada pelo n° 8, C pols cabem 8 colcheias em 1 semibreve. E = 7 semicolchela: vale metade da colchela. E representada pelo n° 16, C pols cabem 16 semicolcheias em 1 semibreve. fusa: vale metade da semicolcheia. E representada pelo n° 32, pols cabem 32 fusas em 1 semibreve. ‘W ll gale g = $7 semifusa: vale metade da fusa. E representada pelo n° 64, * pols cabem 64 fusas semifusas em 1 semibreve. As colcheias, semicolcheias, fusas e semifusas podem ser escritas com bandelrolas ou ligadas por barras de uniao. Nota: No Hindrio ncio hd fusa nem semifusa. Congegacao Crista no Brasil 1 1 Método deTeoria e Solfejo
  10. 10. Exercicios ( I 3 i D 1. ldentifique as flguras que aparecem nos hinos 131 e 197: 56ml fi/ W~' 3. I: -~"«* I G , rriléi} I (ozciic W C m’N‘’*“*‘‘‘‘» - 2. Quals as figuras que nao aparecem no hino 4? 5‘ rr“ i U/ st F L F’ - -'04‘ C" C /7‘ I- ri H/ .r ‘CW’ if «'2: ) 3. Quantas vezes a colcheia aparece no hino 2 ? -I ‘/5 ’ r 4. Qual é a flgura de malor duracao que aparece no hino 414? 56 i i ‘ * Um“ 4 F 5. Agrupe as figuras numa iinica figura, conforme modelo: . II- I , Ni -r iii Oi it , iiii-0_vii , ,iiil= , 7i. .i fT_fl-af? d.LiEU. Vfi-a t, It-u _Iiil-l . tIJ; -.a, L.. i)-O OBS. : PARA UM BOM DESENVOLVIMENTO RITMICO, OS ESTUDOS A SEGUIR DEVEM SER REPETIDOS VARIAS VEZES. ll “‘-—~ I I I’ ll 6. Faca a linguagem ritmlca como nos exerclcios do modulo anterior, conslderando que: a semibreve tem duracao de 4 batidas I I I I ou F3 r [2 F» , a minlma 2 batidas e a semlnima 1 batida. rltmo: I‘ I‘ I’ if if I‘ I’ I I I‘ I I I I I if I’ b- T <3 . . IX -1» I " J IIIIIIII/ II’IIIIIIIIIIIIIJ C, 2 I I J“ i J” I go Si’ is I I I I’ I“ I’ I’ I I I I I i’ I I d. J” J” I i ii i I13” ; Método de Teoria e Solfejo 1 2 Congregacao Crista no Brasil L5 7'>5€Ir’), i)’1/? i'*’k. ~'i 6(°ri’>»‘-'/ an ( -. i'. _ -. « (/7-{'ff'—(~' / /'7‘ (9-’cjl. ’_‘. )a. Iz. '.«"-,5-5ft’) ,
  11. 11. 7. Faga a linguagem ritmica consideran_c_l9 que: a semibreve tem duragéo de 2 batidas l | ou ‘E’ r , a minima1 batida eas pausas correspondentes, siléncio. 5 5 55 F7 770 ‘W "TN T/ C, ; w&; ;;wr FF rm; J r a Q ; 1; ox 5 5 55 5 55 5 8. Faga a linguagem ritmica consideraggg que: a seminima tem duragéo de 2 batidas I l ou J , aco| cheia1 batida eas pausas correspondentes, siléncio. 5 a_ TC‘ fifi, ‘‘~ / in ~ 1]-A/5”‘~ 4 92 CR 1:4 :1, 3/ C a. 55555 55555 55555 55 J E _3E 6 . J } IDDDDMDVDMMDMMDE ‘N9 a- C) 7/4.? 0 W P :0 b_. $. —0<: _3~—o}7 __Q_L> *no~4 —oQ_, rI -03‘ —uO —om_g*‘u§> 34 r F 003' “°. $* V‘? / ‘.1 ‘K °—<f K Q_3-‘f TE b 9. Faga a linguagem ritmica considerando a seminima.1 batida e as pausas correspondentes, si| ér)cio. (Ix 5 e? 5 -503 -/ T: A J 7;<z 7' fix ‘ 5:“ .4 K‘ g J VA‘. " I Q /7 J 5 5 . ‘ t ; W7" 2 7‘ = , 5 b_ *6 ck o rm { 0" 555555555 10. Faga a linguagem ritmica considerando: - A figura que esté na Iinha como um som médio. Acima da Iinha, som agudo; abaixo da Iinha, som grave. A seminima com duragéo de 1 batida. '5 _ ‘M 5 (,5 _«_ ,9 5555555 7747 _ rrrrfl fr» a- b- rrf%5}5Xfi5r5rfrrrrrr5r5rrk c- Repita 2 duas vezes esse exercicio variando a intensidade: primeiro com som forte e depois com som fraco. Obs; Nestes exercicios trabalhamos as 4 propriedades do som (timbre, duragéo, intensidade e altura). Congregaéo Cristé no Brasil 1 3 Método de Teoria e Solfejo
  12. 12. Espago destinada para anotagées e exercicios complementares. Método de Teoria e Solfejo 14 Congregagéo Crista no Brasil
  13. 13. COMPASSO Para determinar o ritmo e a duragao das figuras de sons e siléncio, utiliza-se o tempo (relégio) como medida. Compasso é o agrupamento de tempos. Os tempos podem ser agrupados de 2 em 2 (compasso binério), de 3 em 3 (compasso ternario), de 4 em 4 (compasso quaternério), etc. Os compassos podem ser: simples ou compostos. BARRAS DE COMPASSO Para representar os compassos na escrita musical utilizam-se barras de compasso, também chamadas de barras simples. O espago entre essas barras é o compasso. 4 45 J5 4 J €1C4J1'£-P2? barras de compasso comlpassos Para concluir a escrita musical usa-se a‘barr_a final. JJJJJJJJMMII barra final Para separar periodos ou trechos da musica usa-se a barra dupla (ex. : nos hinos esta entre MMIJ J J JIJ J J J5 barra dupla A barra dupla nao tem fungéo de barra de compasso (ex. : Hino 7), exceto no final de um periodo ou trecho quando o compasso é completo (ex. : Hino 80). Exemplo: Hino 7 (3°sistema) jjnj Hamil . Congregagao Crista no Brasil 1 5 Método de Teoria e Solfejo
  14. 14. Para indicar repeticao de um trecho usam—se barras de repetigao chamadas sinais de ritornello. A repeticao se dara’ no trecho entre essas barras. Ii 1 Em alguns casos pode-se usar no fim de um trecho casas de ritornello, que indicam o numero de vezes que o trecho deve ser repetido (ex. : hinos 21, 61, 63, etc). I '. IljlI ljléljljflj {LIZ P. ‘-I_L‘—I—I—I-II-I_—. . uI= rrr-. '.z: =-! '.r. Ir, =- I‘ V 1. lou 1.2. 3. sI casa 2: Exemplo: Hino 2 1 (1 ° e 5° sistema) 513 / N 9 9 sinal dé ritornello Sinalgidfléfif . 1.3/{(1. OBS. : toca-se primeiro até a casa 1; na repeticao desconsidera-se a casa 1 e toca-se direto a casa 2. bCaSa'S. .7£Z§ Isc, asa3;v: Exemplo: Hino61(1°e3°5istema) | @- - 9 9 IT gag: }: w~. :.L.1.~ km OBS. : toca-se primeiro até a casa 1 e repete—se o trecho até a casa 2; na terceira vez desconsidera-se as casas 1 e 2 e toca-se direto a casa 3. Nata: Ler no Hincirio ”Instrug6es de utilizagao do hindrio — Hinos com ”FinaI” apés as estrofes. ” -COMPASSO SIMPLES A L L. _ I Os compassos binarios, temarios, quatemarios, etc (simples ou compostos) sao indicados no inicio do primeiro compasso por dois numeros sobrepostos, chamados Formula de Compasso. Em alguns casos, pode aparecer outra formula de compasso no decorrer da musica (ex. Hino 368). Nos compassos simples, o numero superior é representado pelos numeros 2, 3 ou 4 e indica a quantidade de tempos em cada compasso. O numero inferior indica a figura que tem valor de um tempo, chamada Unidade de Tempo (U. T.); esta é representada pelos numeros 2 (minima), 4 (seminima), 8 (colcheia), etc. (vide pagina 71). Exemplo: = Quantidade de tempos ————— -—> 2 = Compasso binario = Unidade de Tempo (U. T.) ————— —~> 5 = Minima A soma das U. T. forma a Unidade de Compasso (U. C.), que é a figura que representa o compasso Inteiro. Exemplo: E 0 ____> UOC. : semibreve Nata: Os compassos 2 e 3 $60 também representados por C e (I: respectivamente, originado do italiano ”cuatro”. Método de Teoria e Solfejo 1 6 » Congregagao Crista no Brasil
  15. 15. ORIENTACAO PARA wIARcAcAo DOS COMPASSOS A marcacao dos compassos deve seguir o padrao de acordo com as figuras abaixo, Iembrando que o gesto e a pronuncia sao continuos, conforme explicado na pagina 08. COMPASSO QUATERNARIO COMPASSO TERNARIO COMPASSO BINARIO "st 1/2 --*1/2 - - A - - - - - - V1/2 Exercicios 1. Complete com formulas de compasso seguindo o exemplo. 4 a— Compasso quaternario, U. T. = __i__ b— Compasso ternario, U. T. = J I *1. c- Compasso quaternario, U. T. = .; si 2. Coloque as barras faltantes nos exercicios abaixo. Em seguida faca a lipguagem ritmica. a- 4 ? >’*“%~~ 5? 30 =2 2 35°: ‘i <1 3.5“. 4: “if” 4 1“ 1 is 1 1’ no is if if 1‘ I is i” ii iii "T 4 3”‘ . ’ ‘:7: ‘ b_%g"7o rrrrrr I r I F. .1 T ~ (5 1 T7 779' 42:. .- : »e'«W%i*? Mw xw; :1 gwiwlwwiwvwviwiwwii 3. Coloque as formulas de com asso e faga a linguagem ritmica. T/9 ‘IQ 701 q J % a- C’ I IJ / Q f[I 1:. 77’ 5 I C: - ; ‘age ; é 2 Crista no Brasil 1 7 Método deTeoria e Solfejo
  16. 16. ACENTUACAO METRICA DOS COMPASSOS Ao ouvir uma musica, identifica-se o compasso como bina'rio, ternario ou quaternario, observando-se a acentuacao métrica, que é a combinacao de um tempo forte (apoio) com os tempos fracos do compasso. O tempo de apoio corresponde ao acento tonico, que é a primeira figura depois da barra de compasso. COMPASSO BINARIO COMPASSO TERNARIO COMPASSO QUATERNARIO 1° tempo = Forte 1° tempo = Forte 1° tempo = Forte 2° tempo = fraco 2° tempo = fraco 2° tempo = fraco 3o tempo = fraco 3° tempo = meio Forte Exemplos: 4° tempo = fraco FfIFf FffIFff FfmFfIFfmFf 5 : ::~ 5 cf: :7 5 -:1? : ‘ C ; ~_: r :7: 1?» _: 5 3 31111 3111111 111111 Ta- ta Ta- ta Ta-ta- ta Ta- ta-ta Ta- ta-Ta- ta Ta- ta-Ta- ta Chu-va Chu-va Mu—si—ca ML’i—si—ca Cho-co-La—te Cho-co-La—te Obs. : Os acentos métricos devem ser executados da mesma maneira que acentuamos as silabas gramaticais das palavras e NADA TEM A VER COM 0 VOLUME DE som (I ii! TEii! SlDADE). A palavra Chocolate foi utilizada apenas como recurso didatico. I'V| ETRONOlViO Para determinar a marcacao do tempo, utiliza-se o METRONOMO DE MAELZEL (M. M.)* O metronomo é um relogio que mede o tempo musical (andamento). Produz batidas (pulsos) de duracao regular, utilizado para fins de estudo. E importante o seu uso nos estudos a seguir, pois permite ao candidato regularidade na pulsagao. (*) Vide Apéndice - pagina 86 Exemplo: ,1 =100 ou M. M. =100 bpm (batidas por minuto). Significa que o metronomo bate cem seminimas por minuto. Nata 1: No Hincirio todos os hinos vém com indicacao de ve/ ocidade metronomica. Exemplo: Hino 1 (J = 56 - 66) - recomenda-se utilizar a média ( J = 61); Nota 2: Ler no Hinario ”Instrucoes de Utilizacao do hina’rio - Velocidade e Interpretagao dos hinos. ” Método de Teoria e Solfejo 1 8 Congregacao Crista no Brasil
  17. 17. 4. Faca a linguagem ritmica substituindo a silaba "TA" pelas palavras indicadas. Acentue os tempos, considerando as formulas de compasso e utilizando o metronomo: 60 bpm. 335515 515 515 515 515 515 515 515515 511 Chu Va div (/4 C/ iu L4 661/ (4 C1,‘, pa C/ w z/4 Gwyn (Av .64 0,, ,¢Q dip oq T‘ *= z" is ~'-—* ‘—‘—' --. — ‘%F— . .,. _ -—- ‘°": i55551555515555155551555/51| Ch0 CO Ia te Cay Q / Q Ac C50 (*0 in / -5 C15 (0 14 CLk, (-Q )9, , ~ H rflrrflrrrwrrwrru MU Si ca 61 ca 4.5 5-, .‘ fhag /14¢“ / :72.. .‘ rfii cc. QL gt "Dy. 5.‘ (C- Faca a linguagem ritmica (ou toque qualquer instrumento), considerando as acentuagoes métricas e os sinais e casas de ritornello. Utilize o metronomo: 60 bpm (pode-se utilizar o relogio = 60 segundos/ minuto). 5 ', ,II/ J J:5'JI’f. M+~; I5J/ ‘5J II§5J’”" ’flIj5m; fiI| “TEL; [M5555 5 555555 O i-NA —w_‘v7 “um; 3“—s: ~: ,,"IQ3 3‘—g T/ <1 71° 11Tn Tn; {E “WA 17101 ‘may 8 453146? {I5 1-‘i»'r~. +“ 5 5J’°”C5flI/ j °4£§£I£1§1155511551551 .3u%qUamar&p«ap@rpa1§aaI 5£L555515£5£55I555555 Nata: A pausa para um compasso inteiro é sempre 1' (pausa de semibreve), qualquer que seja a formula de compasso; ela deve ser escrita sempre no centro do compasso (ex. : Hino 199 - corn). *1 115551112 Yifa Congregagao Crista no Brasil 1 9 Método de Teoria e Solfejo
  18. 18. Espago destinada para anotagées e exercicios complementares. Método de Teoria e Solfejo 20 Congregagéo Cristé no Brasil
  19. 19. PENTAGRAMA Para representar os sons através das figuras, utiliza-se um conjunto de 5 linhas e 4 espagos, chamado de Pentagrama ou Pauta. Linhas 1 Espacos Obs. : As linhas e espagos do pentagrama sao contados de baixo para cima. gs , ‘ , ,_ ; . , ... «. ,», .~, ,= A, ‘,. _‘ : ’«_Ci. §.°. ‘ «; :{/ :5.C? €J"§&(, r.5:z»ss‘ ' figs: ; -‘ CLAVE 0 name e a altura das figuras no pentagrama sao determinados pela Clave. A clave é escrita no inicio do pentagrama e dé o seu nome a nota escrita em sua Iinha de referéncia. Ha trés sinais de clave: Clave de sol Clave de fa Clave de do § 9= Isa Atualmente utiliza-se 07 claves, representadas pelo trés sinais. Clave de sol: é escrita na 2*; iii1%a. A|gunsinstrumentos que a utilizam: violino, Clarineta, flauta, oboé, sax soprano, trompete, trompa, etc. E; sol Clave de fa: é escrita na 0;: iinba. lnstrumentos que a utilizam (4:-‘ §inha): fagote, violoncelo, sax tenor, trombone, tuba, etc. tra Ma Clave de d6: é escrita nas ‘E 22.239 Einiwa. lnstrumento que a utiliza (35 iinha): viola (Hinério das Cordas). TIETI HEX. ‘ Mal Ilzjijl na ' llgjjl N11-jl Ina do M5 M5 Tao OBS. : No Hinério sao utilizadas apenas as claves de SOL, FA na 43 Iinha e DO na 33 Iinha. Cmgregacéo Crista no Brasil 21 Método de Teoria e Solfejo
  20. 20. MOTAS iVlUS| CA| S A nota musical é o sinal que representa os sons graficamente. Sao 7 (sete): do — ré — mi — fa — sol — la — si. As notas escritas de maneira consecutiva formam uma Escala, que pode ser ascendente ou descendente. Exemplo: Escala de Do a Do, ascendente e descendente. Nota: A palavra escala tem sua origem no Iatim ”scaIa’§ que significa escc Cl 5. Agora que conhecemos as figuras, as formulas de compasso, o pentagrama e as claves, conhecemos a Nota musical, podendo determinar: o nome da figura, o seu valor e a sua altura. Exemplo: Tem nome Figura: o Valor: 20 Nota: Nota Tem valor semibreve semibreve de 4 tempos Sol, de 4 tempos Tem a|1;ura Alguns paises utilizam as sete primeiras letras do alfabeto para a representacao das notas. A B C D E F G la’ si do ré mi fa sol Ao conjunto de sinais que representam a escrita musical, como pautas, claves, notas, etc. , da-se o nome de Notagao musical. Lli! HAS E ESPACOS SUPLEMENTARES Quando o pentagrama nao é suficiente para escrever todos os sons musicais, utilizamos linhas e espagos suplementares. Podem ser superiores ou inferiores. As linhas e espacos suplementares sao contados a partir do pentagrama, tanto para cima quanto para baixo. O uso de linhas suplementares é ilimitado, porém procura-se utilizar no maximo 5 linhas. / superiores superiores 1 E / inferiores inferiores ' si sol 1“ C) 3 -9- — "C" T; _T : : re’ / ‘dd /5; M T’ ‘f U 3 3‘ :2 / " ' dé Exs. : nota na Iinha nota no espago Linhas Espagos suplementares suplementares Método de Teoria e Solfejo 22 Congregacao Crista no Brasil
  21. 21. LINHA DE OITAVA Ecolocada acima ou abaixo de uma nota ou grupo de notas. lndica que essas notas devem ser executadas uma oitava acima ou abaixo em relacao a posigao em que estao escritas. Sao utilizadas para substituir notas que seriam escritas em linhas e espacos suplementares, facilitando assim a leitura. Exemplos: escrita com linhas de oitava 8,, ,,— — —1 escrita com linhas sup/ emen tares Nota: No Hincirio os violinos e as flautas podem tocar a voz do soprano uma oitava acima e as tubas tocam a voz do baixo uma oitava abaixo, embora as linhas de oitava nao estejam grafadas. Exercicios 1. Assinale qual hinario vocé esta utilizando: D Cordas, D6, D Sib, D Mib, D Orgao. Quais claves estao escritas nesse hinario? 3%’ F /5'? " 2. Desenhe a clave de sol (inicie na 23 Iinha). 4. Desenhe a clave de sol e dé nome as notas. G FF; gowi st. ‘ 595 #40 4/97 4/7 09 In = tag Congregacao Crista no Brasil 23 Método de Teoria e Solfejo
  22. 22. 6. Desenhe a clave de Sol e coloque notas sobre os nomes, conforme modelo. J % be a Sol La Si Dé Ré Mi Ré D6 g Sol Mi Sol Si Ré Fa Si Sol L E Sol Fa La Do Mi Sol Ré Sol La SI Dc’) Mi Ré Do Sol Para determinar a altura dos sons e sua frequéncia pode-se utilizar 0 Diapasao. O diapasao é um instrumento metalico em forma de forquilha, que serve para aferir a afinagao dos lnstrumentos ou vozes através da vibracao de um som musical de determinada altura. O mais comum encontrado é 0 A3 = 440* ( La de 440 Hertz - 440 vibracées por segundo). Ha também diapasées eletrénicos integrados com metronomo e cada som é indicado pelas 7 primeiras letras do alfabeto. (*) VideApéndice- pciginas 84 (Escala Geraldos Sons) e86 (Diapasao). Nota: A freqiiéncia é unidade de grandeza da fisica que indica o ntimero de vibragées (oscilagées) em um determinada intervalo de tempo. 0 hertz equivale a ciclo por segundo. Método de Teoria e Solfejo 24 Congregacao Crista no Brasil
  23. 23. 7. Assinale a férmula de compasso e complete com as barras de compasso faltantes; faca a linguagem ritmica substituindo a silaba "TA” pelo nome das notas. —‘_: —:—12—— x — 4 . . 'A'_'fl -C_: _Z W‘. ____j_ -'nI5T= '}1'= :'-:4-:2 TA fq 7:. ‘ lzcr Tflq Tqq VJ q‘72; . /7,3 T/ cg ; .¢ ~; .;Tr.1 N? 4, 74,. Ttc: L j : ‘- :4 ' = 31 Id ‘l Lci si fol Ld sol Fd mi 1‘ fci S01 . /=07 NF? F%)vF‘ F1‘ rw: % F%Sm'. *~. i / =4 MP7‘ F4 ’”-‘Fr’ F mité / ==, £rmr. e Q -m C Tflcaa 7/M Telex ‘TI96?€i" 7 a Tfiot Tran ‘Ga 7, 0. 7,45‘ wno. qbL ‘ I L6? 301' La S01 Ld S1’ D0’ Si Lat sol La’ si Dr} 7 ii» W? “ 5/: F WM film? Ffin ~34 F4: wan rw Fi«r>«~wz 7'' C‘ 7391. Tfla T470‘ 7 ‘W? 7L '7/Qaalot “J/ Qqqlbt ‘Y/ Vex ‘T6151 Tflq ‘W751 T/ <lt’M’c‘»L fffl“ . 4/a W 2/ av , ., , . . » » . w-,9 , ' / m.’ 0' , /'). r. (_‘j; . __, ~,, Ar /91: rm fr); Dc “Q la ‘V/90‘ Ta 9'0 ‘W h Tc. ‘ lg 12,, ‘ fiqq, 1-, gq {Q M mag‘ 17% K R /7 Fr-7r“_% a»F, ”/L'/ /"'75 / ’ / ”’’: % F/ "7/*' / ’/ / ">9/flfi $53,315, sax A » . . r? >»- 0) av '*”' mi Ivizr‘ -'Im' 41’ In/ ' "*»' M M mo. mo ‘Na Tq }q 1,, am wq M "I/ ~7 ha T0} to T/ M ‘avg M/ ‘ F r": W7/Ff F; />7/~‘, é r“ / >2/C ,5 F/ W“ 74' / ~",1"»“ *1 9’ 99‘ av/ ">J2' FA’ f/4’ ml . ', F 9:‘ 2:/ ' 1 2 I ’ “ ‘Fla. *9‘ “V9 Ecx ‘TR A mica ‘roiq ‘W0 ~' V90. 7,0, )o 7/941 mot ? q / -4,1’ »’—’7€»”' g. /xzy " I. /5 / ’V‘¢, »«’= " , «»; /’ V: V‘ ~ _ . 4 N, -*-‘, {;', ,,. .z, l.«-_pg r 4/ 11/, ‘ F I J»; .40‘ 1/~"' fr" 57/ H75’) m 2 (Q , < @’ I “V 7-or ta “mm 76m '7N<: ~ 74 }c snot 76? in ‘wax 73; rot ‘Tr7c ac». Congregacao Crista no Brasil 25 Método de Teoria e Solfejo
  24. 24. Espago destinada para anotagoes e exercicios complementares. Método de Teoria e Solfejo 26 Congregacao Crista no Brasil
  25. 25. SOLFEJO Consiste em falar (ou cantar) o nome das notas musicais, marcando o ritmo com a mao, obedecendo seus valores (e altura). A marcacao dos compassos que serve para indicar os tempos segue um padrao universal, aos que regem coro, orquestra ou banda e aos candidatos ao solfejar. Tradicionalmente utiliza-se para o solfejo a marcacao dos compassos, conforme desenhos abaixo; sugere—se essa forma de marcagao apenas para a LINGUAGEM RlTMICA. COMPASSO QUATERNARIO COMPASSO TERNARIO COMPASSO BINARIO — 1/2 - ~ 1/2 ------------- --1/2 A forma de marcacao acima facilita o entendlmento da subdivisao dos tempos, porém pode induzir a uma acentuacao equivocada (todos os tempos ficam marcados com a mesma acentuacao), tanto no solfejo, quanto na execucao musical. No SOLFEJO sugere—se adotar o padrao abaixo, em funcao da facilidade em observar e aplicar a acentuacao métrica corretamente. COMPASSO QUATERNARIO COMPASSO TERNARIO COMPASSO BINARIO Forma grafica 4 3 A 2 ~>~%- 3 2 1 1 1 v‘ Movimento da mao Cc * ; “a-gacao Crista no Brasil 27 Método de Teoria e Solfejo
  26. 26. RESPIRACAO . . . - Para produzir som de boa qualidade ao solfejar, cantar ou tocar instrumento é necessario ter uma quantidade de ar muito maior do que para falar. Exercicios de respiracao devem fazer parte da rotina diaria de estudo, tanto para os instrumentistas de sopro, quanto para os de cordas e de teclados que, ao tocarem, deverao também interromper o som para que haja coincidéncia nas respiragoes. Nos proximos estudos serao adotados sinais de respiracoes iguais as utilizadas no Hina'rio: Virgula maior 9 empregada nos fins de frases e indica uma respiragao normal. Virgula menor a usada nas semifrases e indica uma respiracao curta. Nota: Ler no Hindrio ”Instrucoes de utilizagao do hincirio - Respiragoes” PARA Exsncicioiois RESPIRACAO — Fique em pé ou sentado com costas retas e pernas descruzadas. - Os exercicios de respiracao abrangem trés fases: lnspiragao, Suspensao e Expiracao, que devem ser feitos pela boca, mantendo assim a garganta aberta. A isto se da o nome de RESPIRACAO DIAFRAGMATICA. Nota: Diafragma é um miisculo que separa a cavidade abdominal da tordcica; é a principal responsdvel pela respiragao dos seres humanos. 1. INSPIRACAO - Faga a inspiracao de forma calma, relaxada e constante. - Inspire a maior quantidade de ar possivel e sinta uma sensacao de quem quer ”bocejar”. — Evite tensao e rigidez. A inspiracao divide-se em trés etapas: — Regiao Abdominal: coloque as maos sobre o abdomen e sinta 0 ar inflando. - Regiao lntercostal: sinta 0 ar indo para a parte superior das costas. - Regiao Peitoral: por ultimo sinta o peito inflando. 2. SUSPENSAO — Segure o ar através do diafragma: a sensacao deve ser igual a que retraimos o abdomen, prevendo um golpe. — Fique relaxado e com a garganta aberta, como se fosse continuar a inspirar. 3. EXPIRACAO - Expire relaxadamente e bem devagar. Procure manter um fluxo de ar constante. — Pense que vocé tem que dizer"OOOO" com a garganta bem aberta durante o exerciclo. OBS. : Os exercicios de respiragao poderao ser realizados independentemente dos estudos de solfejo. O bom desempenho nestes exercicios ajudara o candidato a uma boa interpretacao em seu instrumento, como também no solfejo e no cantar dos hinos. Método deTeoria e Solfejo 28 Conguregacao Crista no Brasil
  27. 27. EXERCiC| OS DE RESPIRACAO —Para desenvolver a capacidade respiratoria, repita diversas vezes cada série. OBS. : Evite esforcos desnecessarios. Sentindo tontura durante os exercicios, interrompa imediatamente a série; sente-se ou deite-se para evitar acidentes. - Utilize o metronomo em 60 bpm. 1“ SERIE — Inspire em 2 tempos / expire em 2 tempos. — Inspire em 4 tempos / expire em 4 tempos. — Inspire em 6 tempos / expire em 6 tempos. - Inspire em 8 tempos / expire em 8 tempos. 2a SERIE INSPIRE SEGURE EXPIRE DESCANSE 4 4 4 4 6 6 6 6 8 8 8 8 3a SERIE INSPIRE SEGURE EXPIRE DESCANSE 4 8 4 4 6 12 6 6 8 16 8 8 4 16 8 8 4a SERIE INSPIRE SEGURE EXPIRE DESCANSE 4 4 8 4 2 2 8 2 1 1 8 1 1/2 1/2 8 1/2 0RlE; N'lfiA§fiEVSiPARiA o soL1=EJo T 1 T p p V V - lnicialmente exercite os gestos da marcacao dos compassos até fazé—| os com firmeza. - Em seguida, repita os gestos com o uso do metronomo (60bpm), pois ele proporciona a regularidade das batidas. Exercite também em outras velocidades. - O gesto para marcacao dos compassos deve ser sempre com a mao direita (mesmo nao sendo destro), pois na regéncla a mao direita marca os tempos e a esquerda, a expressao. - E importante, antes de iniciar o solfejo de cada licao, hino, etc, que haja uma respiracao e um gesto preparatorio (LEVARE), que equivalem a unidade de tempo. : LEVARE Expire y Inspire Obs. : O movlmento do gesto preparatorio indicaraa velocldade do solfejo (Andamento). Congregagao Crista no Brasil 29 Método deTeoria e Solfejo
  28. 28. ESTUDOS PARA SOLFEJO TODOS OS ESTUDOS DE SOLFEJO DEVERAO SER EXECUTADOS, A PARTIR DE AGORA, DE DUAS MANEIRAS: 1° LINGUAGEM RITMICA: Cante a si| aba”Ta”, faca o movimento da mao indicado para a Linguagem Ritmica* e considere as respiragoes. As pausas devem ser contadas: pronuncidas (1,2.. .) ou nao (siléncio). 2° SOLFEJO: Fale o nome das notas e substitua o movimento da mao pelo gesto da marcacao dos compassos para o Solfejo*; considere os acentos métricos. (*) Vide pagina 27 M. M. = 60 bpm I = Inspire S = Segure E = Expire D = Descanse . .._= lI= £:I=1|: ==I: -_-: I = = rs--' m-—-— -'-' -= ' Método de Teoria e Solfejo 30 Congregacao Crista no Brasil
  29. 29. Espago destlnado para anotacoes e exercicios complementares. Congregacao Crista no Brasil 31 Método de Teoria e Solfejo
  30. 30. E a distancia entre dois sons. Sao chamados de intervalos ou saltos de 23, 3°, 43, 53, 63, 7a, 88, 93, etc. intervalos acima de 83 (93, 103, 1 13, etc) sao chamados de intervalos compostos. SEMITOM - é o menor intervalo entre dois sons que se utiliza na mosica ocidenta| *(‘/ ztom). Os semitons podem ser diatonicos ou cromaticos. - Semitom diatonico - é formado por notas de nomes e sons diferentes. Iii - Semitom cromatico - é formado por notas de nomes iguais e sons diferentes. ii TOM - é o intervalo de som formado por dois semitons. ill UNlSSONO - sao dois sons de mesma altura. Podem ter nomes de notas iguais ou diferentes. 11 T 1’ enarmonico ENARMONICO — é o intervalo unissono com nomes de notas diferentes. (I/ Ide Apéndice- pag.85) O intervalo pode ser: Melodico ou Harmonico. MELODICO - quando as notas sao ouvidas ou tocadas sucessivamente. Pode ser: ascendente, quando a primeira nota for a mais grave. descendente, quando a primeira nota for a mais aguda. HARMONICO - quando as notas sao ouvidas ou tocadas simultaneamente. Devem ser lidas de baixo para cima. Exemplos: intervalos melodicos e harmonicos 23m (‘/2 tom) 63m (4 tons) 6aM(4‘/ ztons) -4 Q: -6- ) -6} 26M (ltom) 33M (2tons) 3am(1‘/2 tons harmonicos - 1 1 1 I O inten/ alo também pode ser classificado quanto ao nomero de semitons: Maior, menor, Justo, Aumentado ou diminutno. (I/ ide Apéndice — pcigina 87 — Tabela de Classificagao de intervalos) * Na musica oriental os intervalos podem ser menores que o semitom e sao chamados de microtons (quartos de tom, etc). Método de Teoria e Solfejo 32 Congregacao Crista no Brasil
  31. 31. MELODIA E o elemento que movimenta os sons sucessivamente. No pentagrama é representada de forma horizontal. HARMONIA E o elemento que movimenta os sons simultaneamente. No pentagrama é representada de forma vertical. Nota: No Hincirio a melodia principal é chamada soprano e as vozes que compoem a harmonia sao: contralto, tenor e baixo que, tocadas ou cantadas separadamente, também caracterizam uma melodia. / ‘L’ V’ R’/ ‘A ‘_ ' ‘ soprano E: 3'9 i L_ 1 . ,.R_ 8 ' conz‘ralro-- | lg l9 l l i ~ /2; » . .J _J 1 » tenor 4-, - ”! LE5‘ j € '5 _i_°_ balxoe — — ~ — 1 F‘ I‘ J Acorde ou 50/ M) ACORDE - é a escrita ou a execucao de dois ou mais sons simultaneamente. Os acordes sao formados a partir do som mais grave e devem ser Iidos de baixo para cima. ARPEJO — (arpeggio) é a execugao sucessiva das notas de um acorde. SINAIS DE ALTERACAO Sao sinais colocados antes de notas e modificam a sua altura. Também sao chamados de Acidentes (complemento na pagina 57). sustenido ii 2 eleva a altura da nota em um semitom (‘/2 tom). i F‘; b Bemol bzabaixa a altura da nota em um semitom (‘/2 tom). ill ‘/2 Dobrado sustenido X : e|eva a altura da nota em dois semitons (1 tom). vii Dobrado bemol H2 : abaixa a altura da nota em dois semitons (1tom). Congregacao Crista no Brasil Método de Teoria e Solfejo
  32. 32. Bequadro h anula o efeito de todas as alteracoes, fazendo a nota voltar a sua altura original. 0 bequadro tera efeito ascendente se anular bemol ou dobrado-bemol; tera efeito descendente se anular sustenido ou dobrado-sustenido. Exemplos: Nota: O sustenido terci efeito descendente se colocado apos um dobrado-sustenido. O bemol tera efeito ascendente se colocado apos um dobrado-bemol. ESCALA CROMATICA E a escala de doze sons, formada por semitons cromaticos e diatonicos. Para a escala ascendente utiliza-se sustenidos e para a descendente bemois. i‘1.‘ot'a: No teclado, a distancia entre uma tecla branca ou preta e sua vizinha imediata é de um semitom. Método de Teoria e Solfejo 34 Congregacao Crista no Brasil
  33. 33. FERMATA E o sinal ( C‘ ) que se coloca acima ou abaixo das notas, pausas ou barras de compasso e serve para prolongar o som ou siléncio por tempo indeterminado, além do seu proprio valor. Também pode ser chamada de coroa ou infinito. No Hinario so encontramos fermatas em notas. Quando colocada sobre uma pausa chama—se suspensao; quando colocada sobre a barra de compasso, indica uma pequena interrupcao entre dois sons (cesura). O gesto da mao para representar a fermata deve ter movimento circular. lnlcio e término do movimento As fermatas podem ser: suspensivas ou conclusivas. Suspensiva (1) — quando aparece durante o periodo ou trecho musical (duragao curta). Conclusiva (2) - quando aparece no final de um periodo (duracao longa). Exemplos de fermatas: 5%£/ OK”/ S) /1 Cf/ //_I}"'/ /,'§,1‘; ~» , _VL if i 7:55:43 j 13- E T/2% 7% I’ “races 174 ‘CV1 ‘: -"/ r;~’q TQ'_. .«, L '‘-/ '‘‘‘01, ‘ran ‘T1 310161 5C/41,56“/ IE5/U/4 INTERVALOS DE TERCA Congregacao Crista no Brasil 3 5 Método de Teoriz; e‘Solfejo
  34. 34. J voz inferior (ou/ A/ice-versa). Realizar sempre a linguagem ritmica. , _ 7/<1 v: 70,63 - {Yfi “”CL: ‘v 7‘/ V.‘ ‘Tq '1 7/‘’ lg jqla D (.9 ; INTERVALOS DE QUINTA M , Método de Teoria e Solfejo 36 Congregagéo Cristi no Brasil
  35. 35. — EI: ':4;‘my_. q.gJ »; fsyzh was , _—. )._-:1 in £: .;‘ . —&; .a. ~3 L»: ’; .,_L _’ _ 7: .12n“u . '.H"'~': " 5 —'"-= ' ‘ 3 5'35" 37 Método de Teoria e Solfejo
  36. 36. Espago destinada para anotagées e exercicios complementares. Método de Teoria e Solfejo 38 Congregagéo Cristé no Brasil
  37. 37. SUBDIVISAO DOS TEMPOS Conforme vimos, o ritmo baseia-se na divisao ordenada do tempo. Cada unidade de tempo pode ser dividida ou subdividida em partes iguais. A divisao do tempo em duas partes é a subdivisao binéria; a divisao do tempo em trés partes é a subdivisao ternéria. SUBDlVlSI7O BIN/ RlA - a 13 parte do tempo é forte e a 23 parte é fraca; dela derivam todos os compassos simples. A SUBDIVISAO TERN/ RlA — a 13 parte do tempo é forte e a 23 e 33 partes sao fracas; dela derivam todos os com passos compostos (10° Modulo). SUBDIVISAO BlNl'R| A Subdiviséo Acentuagéo Unidade de tempo F = F acento principal Td Subdiviséo binaria acentos secunddrios F Td ii Td Nas subdivisoes dos tempos os acentos métricosdevem ser iguais a acentuagéo métrica do compasso (vide pdgina 18), predominando o acento principal sobre 0 1° tempo, que é o acento ténico do compasso. Os demais serao acentos secundérios. TODOS OS ESTUDOS DE SOLFEJO A SEGUIR DEVEM SER ESTUDADOS DAS DUAS FORMAS INDICADAS: 1° LINGUAGEM RlTiv'iICA: Cante as siiabas ”Té-ti” para a subdivisao binéria obedecendo os acentos métricos. O gesto da mao deve ser de baixo para cima (os tempos comecam e terminam embaixo) sem interromper o movimento, subdividindo proporcionalmente o tempo em partes iguais e pronunciando as silabas em sincronia com o gesto da mao. 2° SOLFEJO: Substitua o movimento da mao pelo gesto da marcacéo dos compassos para o solfejo (conforme figuras abaixo) e fale o nome das notas. Congregagao Crista no Brasil Método deTeoria e Solfejo
  38. 38. ESTUDOS DAS SUBDIVISOES Os estudos a seguir estao baseados nas figuras abaixo para formacéo dos grupos ritmicos. O0 1 da 2 Q1’/ ata 3 Ta’ Ta’ 4 SA | |F' ll 1 l|5,MP| |Wfi_l| F,Wll T¢i----- Ta--ta Ta ti Ta ti Ta’ T1-—t1 Ta---- ti (J_ 63 _ 80) Hino 468* hi I -_ 1 DZ. (- IAXAIZIZIZIZIT I ‘l'L" 17171’-71 I171 r Ecolocado ao lado direito da cabeca da figura e aumenta metade do seu valor. As pausas também podem ser pontuadas. Pode-se usar até 3 pontos de aumento: 0 2° ponto aumenta metade do valor do 1° ponto e 0 3° ponto aumenta metade do valor do 2° ponto. L) JVJJ JVJJJ _ ponto simples ponto duplo ill Hill lllll lilll ill ponto triplo l Ta’ n" Ta :1 Ta ti Ta ti rd ta Tafh (*) Solfeje estes hinos inteiros no Hinério. (**) simile = repetir, similar. Método de Teoria e Solfejo 40 Congregacao Cristi no Bragi
  39. 39. LIGADURA E uma Iinha curva que se coloca acima ou abaixo das notas e serve para unir os sons. Existem trés tipos: De - Liga notas de mesma altura. Exemplo: Hino 452 De P0ri; a;n%. r£—i“: "o:3 - Liga duas notas de diferentes alturas. Exemplo: Hino 114 — Coro De Fraseado - Liga diversas notas ou compassos e identifica semifrases ou frases. * Exemplo: Hino 131 . frase 5€m’f’05€ R semifrase ‘ . mm 3 i 1* l‘ I“ 15‘ r 1* Obs. : A ligadura de fraseado acima é apenas um exemplo, nao sendo grafada no Hinério, porém é utilizada em métodos e partituras. (*) Vide pa’gina 46 1 ; *ota—: :7:'3 Hinario para Cos-‘ts apcirectern em alguns hinos, li; ;aa’: :r": ~: pa. ni. ’i‘i7ada? s 1- """" E que cfevent ser c~‘: <a‘-ca. ;i‘a‘aas da mesma forma que as Iigaduras -: :'7e2;1c: s. Ler na instructive" tie a’-9 Hincirio para Cordas "S. ?na. -"'5 de .31r‘caa’a‘Z' Co 71 grega ; é 3 Crista :1 3 Brasil 41 Método de Teoria e Solfejo
  40. 40. Sli! COPA Sincopa ou Sincope - é a nota iniciada em tempo fraco ou parte fraca do tempo, estendendo-se até o tempo forte ou parte forte do tempo (vide pagina 39); causa o efeito de deslocamento da acentuagéo métrica musical. A sincopa pode ser regular quando tem figuras com a mesma duragéo ou irregular quando tem figuras com duragées diferentes. Exemplos: Ff"? Ff FfFfFfFf Hino 787 — Coro ceagee finer} e? regular irregular regular regular COl! TRATElVl PO 5230 notas executadas em tempo fraco ou parte fraca do tempo, ficando os tempos Fortes ou partes fortes dos tempos preenchidos por pausas. Exemplo: FfmFfFfFfFfFf V =72 8. U 3 r__3 T A (1) Ta (1) ta (1) ta Ta» ti(1) Ta-? ‘ 7 la rafg (1) srmfia are I 7: 2%. " (1)ti(Ig)fi (Z)ti (Uzi gimile . ‘ _ " "*3 I Método de Teoria e Solfejo 42 Congregagéo Cristé no Brasil
  41. 41. O endecagrama é um sistema de pautas com 11 linhas e 10 espacos, que une as claves de sol e fa. As duas claves sao separadas por uma Iinha central que é chamada do central. 0 do central é comum as duas claves, tanto na escrita quanto na emissao do som (altura). Exemplo: Sistema de dois pentagramas -—> do central (claves de sol e fa) : Sistema: Eo conjunto de pentagramas unidos por uma chave ou barra. Nota 1: endeca = onze; grama = Iinha. Nota 2: ‘No Hindrio em d6, sib e mib, utiliza-se o sistema de dois pentagramas. No Hinario para Cordas o sistema é de trés pentagramas (claves de sol, fa, e do). No Hinario para Organistas o sistema também é de trés pentagramas (uma clave de sol e duas claves de fa), porém para facilitar a leitura, a chave nao abrange o pentagrama da pedaleira, conforme notacéo organistica atual. 9. Desenhe a clave de fa’, a formula de compasso, dé nome as notas e solfeje. 10. Congregacao Crista no Brasil 43 Método de Teoria e Solfejo
  42. 42. O estudo abaixo nao é um sistema 15:. ‘ jo a duas vozes: Solfe Congregagao Crista no Brasil Método de Teoria e Solfejo
  43. 43. Solfejo a duas vozes: (J: 52 - 66) HlI’lO 254 18. ' J=7s J 19. = 1 I J-ll? -3¥*fi " M. .. - 77 l, w 1. L 1 *»a*«‘». ‘+,1<tmx»mrcwi L. a.'I«"*'lr»1«'Z-‘ 1"» Gill 20- '~v'-s Espaco destinado para anotacées e exercicios complementares. . m.: p je ——e Congregagéo Crista no Brasil 45 Método de Teoria e Solfejo
  44. 44. I “E0 alt * as 4“ M gib 1 . , . _ 5 1.34.: in ‘sf’ FRASES Assim como em uma poesia os versos obedecem a métrica e normalmente se dividem de acordo com a pontuacao gramatical, também na musica deve-se unir as notas em pequenos grupos para se formar uma ideia musical completa, a qual se dé o nome de frase. A forma como as frases estao dispostas ao longo da musica é chamada fraseado. Fraseologaia é o estudo das frases que permite compreender e bem executar ligées de métodos e hinos. E obtido através das respiracoes, acentuacées métricas, motivos, semifrases, ritmos iniciais e terminacées das frases. a= .«“a0TlV0 Eo trecho de uma obra musical que nos faz reconhecer a melodia da musica, do hino, etc. 0 motivo é o ponto de partida da frase musical e pode ser de qualquer tamanho; serao chamados nos estudos seguintes de jscvs rs'tmi»; es. Exemplos: L. l/Beethoven ~ 5 0 Sinfonia J.5.Bach -- Minuero Hino 378 SEwllFR. €lSE E a combinacao de dois ou trés motivos. A Exemplo: Hino 137 Exemplo: Hino 378 . ... . . ... . LA irrasew ” sem/ frase sem/ frase ‘ . _ . . . . , , . . . , , , , _ , , , , . _ . _ , _ . _ . . . _ V . _ , _ _ _. ,____--H—-——r . . , ... ... ... ._. ... ... ,._-. 3. Gran-dio- sovés Tu, 6 di — vi— nal Cor —dei-ro, Teu No-me, To - dos hao de con- fes - sar; Obs. : No Hinario, normalmente os sinais de respiracao indicam as frases (Virgula normal e as semifrases (Virgula menor). Método deTeoria eSo| fejo Ccr‘: ";3:§“ '" r-.5 *1:
  45. 45. ifiiciAIs Na poesia nem sempre o acento tonico esta na 13 silaba do verso. Para que o acento tonico coincida com o tempo forte do compasso na frase musical, os ritmos iniciais das frases ou semifrases podem ser: téticos, anacrusicos ou acéfalos. RITMO TETICO - inicia no tempo forte. Compasso completo. Exemplo: Hino 28 semifrase 1. Pa-ra‘9 céu mar-che-mos, fir-mes, sem te-mer; Na-da nes- ta mar-cha po-de nos de-ter; 7g éfi Ta 7f(' Ta rim ‘Ta ,6, 7.; 2;, 793,, big‘. 7”‘ "1'. “‘’F"' ‘La 7012? 79 fr‘ ‘Ta. /7, RITMO ANACRUSICO ou PRO-TETICO — inicia no tempo fraco. Compasso incompleto. Exemplos: Hino 39 - semifrase semifrase 3. Eu de - se ' ' — jo Se - nhor, por ti sem — pre VI - ver, Ta 21 75>; /‘Q rt 7% [X T9 7/: 7-’‘"‘~ 3141 fJ= :" 7 L“Cfi Hll’lO 424 __ —————————— "_ ~~~~~~~~~~~~~ ——————————— ': ---------- semifrase semifrase —. 1. 0 J6 ' SIIS, POT I165 mor ' YES, ‘ te, COITI t§U san, ' gue l'lOS CO| 'Tl ' pras- te, ‘IQ -24‘ ff! AC1 ; ~/‘L’, ’Vl‘_"‘-k "ft "703. 7;’-‘i , /I , /'1 v ~*' RITMO ACEFALO ou POS-TE'TlCO — inicia por um contratempo (nao tem a parte forte do ‘ tempo). Pode ser compasso completo ou incompleto. Exemplos: Hino 377 ’”"semifrase>““‘~~-, """ ”semifrase“‘"“‘~~~. - , -——"‘”§éh3'il’rase § if 25* 2.As por- tas la’ no céu, sao pé. - r0 7 las pre - cio - sas T E} pra - ca A 7a Zr .79 E’ PI 7:5. /7°. ".0 ; a.; m / ,+, ,( 6 as ‘fat 2:. ‘ Compasso completo ~ pausa suben tendlda ‘ ‘ pausa escr/ ta Hino 434 . ... ... ... ... ... . ... ... ... ... ... ... . _ _ _ . ... ... ... . . ... ... ... .. _ _ semifrase semifrase / ‘ _B 9 F 5% 9 + % 9 ; teas fie 3 0, 4. , 2. : Meu co-ra - can jé sen - teg gran-de a — mor Que vem dos ceus, que vem dos céus; ~ _ , ' / g, g ‘ , . - I __ I 5' '5‘/ G.‘ 7n 42-. «Z? 7a 5v 751 /49 lm $.11‘/ G‘7c>m 7”’ «Z: -A fr l/ "7 compasso incompleto - pausa subentendida ritmo tético (compasso completo) Nota: Na maioria dos hinos que iniciam em compasso incompleto, o ultimo compasso ' complete as tempos faltantes, todavia, isso nao é obrigatdrio (Ex. : Hino 362). _____. ._. ______. ____. _.______. ___. ____. .._______. ..__. _______. . Congregacao Crista no Brasil 47 Método de Teoria e Solfejo
  46. 46. --tiiti-”"-ti-— TERllllll! A§iO DAS FRASES A terminacao das frases ou semifrases é determinada pela posicao do acento ténico musical. Esse acento nem sempre coincide com a ultima nota da frase ou semifrase. A terminacao pode ser: masculina ou feminina. iviasculina — quando o acento ténico esta’ na ultima nota (tempo forte). Feminina - quando o acento tonico nao esta na ultima nota. Exemplo: Hino2 semifrase """"""" “semifrase_M"‘“““*~~—- f if . 2. Com ce_— les - tiaisl a dor - nos; es - pe - raga teu : Se - nhor, A %__te. ’rrr_L_f. <'= :rI1I’_r2ir. ia__: , . =‘__-_t‘: ~=. r_r_ri. -_t73§‘«'. »<~_r_4.. «"-_‘i: ‘».2., _. Para a finalizagao das frases devem ser consideradas a acentuacao métrica musical e principalmente a intenslelaclie, isto é, diminuicao gradual do som, tanto no solfejo quanto na execucao de hinos, ligées de métodos, etc. M- Método de Teoria e Solfejo 48 Congregacao Crista no Brasil
  47. 47. 4'44 1—'| iT -‘I7 I II? I I 1- 9 : ‘ "' 1 ll-All Ill“ - I11 '1 L4 _’ Ifijjj IIYLJ Bi-subdivisao é a divisao da subdivisao. Subdivisao Acentuacao Unidade detempo = ————— ————— --1/2 5 Subdivisao bina’ria 5 D V fa fil/4 . T.. “' {I F I Bi—subdivis6es TE’ JE E Ema E tempo Ta’ lnstrucées para o solfejo das bi-subdiviséesz 1° LINGUAGEM RITMICA: Cante as sI’| abas”Ta-fa—Ti—fi” para as bi-subdivisées obedecendo os acentos métricos. O gesto da mao deve ser de baixo para cima, sem interromper o movimento. Subdivida proporcionalmente o tempo em partes iguais, pronunciando as silabas em sincronia com o gesto da mao. 2° SOLFEJO: Substitua o movimento da mao pelo gesto da marcacao dos compassos para o solfejo (conforme figuras abaixo) e fale o nome das notas. Congregacao Crista no Brasil 49 Método de Teoria e Solfejo
  48. 48. ESTUEEGS DAS Bl-SUEDEWSGES Os estudos a seguir estao baseados nas figuras abaixo combinadas com os grupos ritmicos anteriores. , T, n , - , - . . fa k 2‘! 1/: Ti l/1 H, ,1 La’/ a Td Ta’ Ta’ Td 6 1.’ " 7 .1’ ’ 8 '7 *’T‘ 1"’ 9 D‘ ‘T Z. ’ ‘I ll VII WW l P Wll W l will T , '. I Tdzfi Ta z—_-fz 5. 6. 7. Classifique os ritmos iniciais das semifrases, responda as quest6es abaixo e depois solfejez Hino 303 (J = 60-80) Qual é a média das velocidades indicadas? 7:: Qualaunidade de tempo? .13’, m .9:/ rm/ -7 9/ «/ =7’/ Z//4(K"(/3'; ‘Z » ’ ‘/ I }~. . | —*—I g I: —m — In “—-— __ r--7-————_ 4 ‘ b, I Método de Teoria e Solfejo 50 Cm -
  49. 49. ' . -5:1 4: 1— 131: w. w—. au I-——j: j._-. .1-211-————j1jj1——j:1 -mt-————j11j1.a——j$1——| | -jg: -—1j9_: :4== —j1;: < 7‘ l Tq/ »~- / i — I _ , Giqa 1 ’_0;: __’Ta(, a 4 0/. 7-, »: I W9. ‘fafq Tat, 5;, Ta _x_’ 7311 T04 {Ea Tn 7"q’3<, _é, /5, 1/ Q; _== iI—j“I! —;—I‘ ‘-_—- “Ir---I2——--'m. m.. _x-- :7-I m-1.2-: --mun“ 7aaL—raz/ rm , rZa’a«*2 ‘ 7~“*“7 ”4' 72?? L.Fa_/ a’gmr. ~m: .«7nL0v*n 5 ‘T«'9—”f«-at 9 )> I -n— — [ 1_——n: : I . _,. ..'. ..-: ::. .,: §§ -gg-I‘---~---I, -.. u== 111- I I-J-Cj 1- 10- . . ‘ . E': '.r'JiE= ‘‘'‘' 70 7% ¥/ ./r'. .‘7’-1,/ ¢n'. ;,2, ’E2,o2i7,. /;. - " ‘La 7.». ‘ -T CT“? ! 1-2 I"--In-C} TZ L41“-. If-1 Coligvagagio Cristi no Blasi 51 Método de Teoria e Solfejo
  50. 50. Responda as perguntas e solfeje a voz do soprano doshinos abaixo: 11. Hino 431 ( = 63-88) Qual é a média das velocidades indicadas? @, Z 9? Quantas Iigaduras aparecem na voz do soprano? ‘/4 Qualotipodeligadura? 5&1 rvr‘-«'1 v ~~/ ' 12. Hino 433 Qual é a média das velocidades injglicadas? 6/ ‘i 5 Qual é a formula de compasso? "‘ 77’ " Quantas Iigaduras aparecem na voz do soprano? Quantas vezes aparece a figura da bi—subdivisao? U‘) ill‘ ‘ 13. Hino 455 Aparecem sincopas? ‘Sim«E| Nao Q Se sim, em qual compasso? R’: Qual é a formula de compasso? 2/ ww 7‘ s » 1» . » » Quantas vezes aparecem figuras da subdivisao? 090 Quantas vezes aparecem figuras da bi—subdivisao? 15 / '7, 14. Hino 434 Quantas vezes aparecem sincopas? 5 1 Qual é o ritmo inicial? NC (25; wild» Quantas vezes aparece a figura da subdivisao? 15. Hino 471 Qual é a média das velocidades indicadas? 9} *1 53‘ Quantas vezes aparecem sincopas? 4 Qual é o ritmo inicial? /"v‘C‘<s is-=5/~ » 2 Qual é o tipo da ligadura do ultimo compasso? 4/ 9 :9 16. Hino 432 Qual é a média das velocidades indicadas? ii’ 1 Clé : Quantas vezes aparecem sincopas? ‘ 7' “/ €333 Qual é o ritmo inicial? K/ /lyr 7 17. Hino 436 Quais tipos de Iigaduras aparecem? 1- 4 " Qual éo ritmo inicial? /~ A/ ,~. 1- .3 K Quantas vezes aparecem fermatas? 9‘ V‘ v 18. Hino 440 Qual éo ritmo inicial da estrofe? 7/ Qual é o ritmo inicial do coro? / — / *3 »~ -- Quantas vezes aparecem sincopas no coro? 19. Hino 452 Qual é a média das velocidades indicadas? 6’ I 71 Quaistipos deligaduras aparecem? l/ '4/59w v” v: «.. ;?’-i-C7/~'*~"‘*¢”¢“'.2 20. Hino 467 Qualéoritmoinicialda estrofe? /7'79’. -7' V x Qual é o ritmo inicial do coro? Quantas fermatas aparecem no coro? __»«j___&: _ -i% Método de Teoria e Solfejo 52 Congregacao Crista no Brasil " / an ,7.
  51. 51. Espago destinada para anotacées e exercicios complementares. Método de Teoria e Solfejo 53 Congregacao Crista no Brasil
  52. 52. V E uma sucessao de oito sons, composta por clnco tons e dois semitons; o oitavo som é a repeticao do primeiro. No teclado do piano, partindo da nota do, os semitons diaténicos estao entre a 33 e 43' teclas brancas e entre a 73 e 8‘, formando a escala de Dc’) Maior. Escala de Do Maior -9- / semitom(st) semitom I II III IV V VI VII VIII As escalas maiores podem ser construidas sobre qualquer nota, sempre com a mesma estrutura: os semitons devem estar entre 0 III e IV graus e entre VII e VIII. As notas da escala também sao chamadas graus, de acordo com a sua funcao na escala. GRAU FUNCAO GRAU FUNCAO I Ténica - da nome a escala V Dominante II Supertonica VI Superdominante III Mediante VII Sensivel IV Subdominante VIII Repeticao davtonica ESCALAS MAIORES COM SUSTENIDOS A partir da escala de do, a ordem para formacao da préxima escala é obtida através do quinto grau (V) ASCENDENTE (Circulo das Quintas) e assim consecutivamente. Para que se mantenha a distribuicao dos tons e semitons, 0 VII grau deve sofrer alteragao ascendente (III). Essa alteracao é anotada no im’cio de cada pentagrama na Armadura de Clave (vide pagina 57). Teremos assim todas as Escalas Maiores com sustenidos. Exemplos: Escala de Dc’) Maior Escala de Sol Maior I II III IV V VI VII VIII I II III IV V VI VII VIII Escala de Sol Maior Escala de Ré Maior & es: ;. ..: to= ‘o_9"—°— e_ / IIIIII IV V VI VII VIII I II III IV V VI VII VIII E assim sucessivamente. .. Método de Teoria e Solfejo 54 ' Congregacao Crista no Brasil
  53. 53. ESCALAS MAIORES com eemois A partir da escala de do, a ordem para formacao da préxima escala é obtida através do quinto grau (V) ‘ . ;: _: (circulo das Quintas) e assim consecutivamente. Para que se mantenha a distribuicao dos tons e semitons, 0 IV grau deve sofrer alteragao com sinal descendente (b). Essa alteracao é anotada no inicio de cada pentagrama na Armadura de Clave (vide pagina 57). Teremos assim todas as Escalas Maiores com beméis. Exemplos: Escala de Do Maior Escala de Fa Maior H‘ E t I .3 4 t— 1. 41-'. —t / / Ste : §‘ 9 Le '0—e O _o74é7:° 99 ‘ 0"“ H __ st" ‘-1 II 111 IV V VI VII VIII IV V VI VII VIII Escala de Si b Maior M Escala de Mi b Maior _. _g . ..—~’ t t 6 St "'13 IV V VI VII VIII E assim sucessivamente. .. Obs. : A ténica (I grau) da nome a escala. Se a ténica estiver bemolizada ou sustenizada na Armadura de clave, esse sinal acompanhara o nome da escala (ex. : Si Maior, Si bemol Maior, Fa sustenido Maior, Fa Maior, etc. ). ESCALAS DIATONICAS WlEi! ORES Toda escala diaténica maior tem a sua = :;. .'1"~i: . correspondente, também chamada de 3;. : ~:'». ::. :;r. Sao construidas com as mesmas notas e tem a mesma Armadura de Clave, porém a sua base (ténica) esta no 4 da escala maior. A principal diferenca entre a escala maior e a menor esta no intervalo entre] e 111 graus que é de 33 maior (2 tons) na escala maior e de (1 ‘/2 tom) ma menm“. . V. Obs. : Existem outras escalas menores que poderao ser vistas no Apéndice - pagina 85. Congregacao Crista no Brasil 55 Método de Teoria e Solfejo
  54. 54. Método de Teoria e Solfejo 56 Exercicios 1. Construa todas as Escalas Maiores com sustenidos, partindo da escala de Do Maior, conforme modelo abaixo. I II III IV V VI VII VIII I II III IV V VI VII VIII II IIIIV V VI VIII I II III IV V VI VII VIII Escala de WM’ / "P/ /:; > Escala de DQ’ Maior Escala de _LVl_c7A7__I‘__ ‘ . I :2 72:7::2:z Escala de M15 A? ?’~i/ é~'< I Escala de /7;? ’ /9’ *‘"W/ é>*: L.~ 2 I 4 4 = _ . - . . Congregacaofiaanofimlil‘
  55. 55. DE CLAVE Sao sinais de alteragées ou acidentes colocados apos a clave, no im’cio do pentagrama e indica que em todo o decorrer da musica essas notas serao alteradas(em qualquer oitava), exceto se aparecer uma nova armadura. A ordem dos acidentes também segue o Circulo das Quintas: sempre em intervalos de 5'5 ascendentes para os sustenidos (Fa, Do, Sol, Ré, La, Mi, Si) e 5's descendentes para os beméis (Si, Mi, La, Ré, Sol, D6, Fa). Através da Armadura de Clave pode-se identificar as tonalidades: Sustenidos: a partir do ultimo sustenido, eleva—se um semitom e chega-se a tonalidade. Exemplo: A tonalidade pode ser: Mi Maior (Mi M ou E) ou do sustenido menor (do#m ou C#m). Bemois: a partir do ultimo bemol, eleva-se uma quinta e chega-se a tonalidade. Exemplos: ’ "_ A tonalidade pode ser: Fa Maior (Fa M ou F) ou ré menor (ré m ou Dm). A tonalidade pode ser: La bemol Maior (La b M ou Ab) ou fa menor (fa m ou Fm). JEDENTES r I I O5 acidentes podem ser: fixos, ocorrentesou de precaucao. Acidentes fixos - Sao escritosjunto a clave e formam a Armadura de Clave. Usa-se até sete sustenidos ou sete bemois. Exemplo: E Acidentes ocorrentes - Aparecem no decorrer de um trecho, alterando todas as notas de mesma altura, somente dentro do mesmo compasso. Exemplo: Hino 470 fig: -1.-. lI-. .-. r-iC. =.xr: ;:= % '1 1 acidentes fixos acidente ocorrente Acidentes de precaucao - Sao usados para evitar erros na leitura. Atualmente nao se utiliza acidentes de precaugao entre parénteses. Exemplo: Hino 134 — coro acidente de P(€'C0U§5l0 ' 9 . . , 2 . . , , e ii 35 ¢ 4:, 73 721 7614 1% 22 / K1 77 72, at rm 7.. ,«’. ~._ A A alteracao de nota no final de um compasso ligada a primeira do compasso seguinte afeta somente a nota ligada e desde que ambas sejam da mesma altura. Exemplo: Hino 208 (30 sistema-tenor) / acidentes °C°”e”t‘-’5 ‘/ .Z’_‘ *‘ ' 1‘ if' ’ TOT 0,, 0L 3" ’-'7' "T745166 7474" rfloacic/ ente deprecaugao 54. I“ /7 ralgw“ Congregacao Crista no Brasil 57 Método de Teoria e Solfejo
  56. 56. E o nome que se da a uma série de sons com base no I grau de uma escala (ténica). A ténica é o grau principal e os demais sons estao relacionados a ele. A tonalidade pode ser Maior ou menor: Maior - quando o intervalo entre o I e III graus é de 33 Maior (2 tons). menor — quando o intervalo entre o I e III graus é de 3' menor (1 ‘/2 tom). Nota 1: Todos os hinos estao escritas em tonalidades maiores (embora haja modulagées para o modo menor em certos trechos de va'rios hinos). Nota 2: Ha hinos cuja voz do soprano nao termina na t6nica: 15,27,55,157,172,240,367. Nao é obrigatério que a ténica esteja na voz do soprano. SEQUENCIA DAS TONALIDADES CIRCULO OU CICLO DAS QUINTAS E a representacao visual da relacao que existe entre os sons das escalas. Partindo da nota DO, chega-se a préxima escala por intervalos de QUINTAS ASCENDENTES para os sustenidos ou QUINTAS DESCENDENTES para os beméis. Pode-se partir de qualquer nota. A ordem dos sustenidos e beméis também segue o Circulo das Quintas. E Maior $ D6 Fé iq Sol g lb 111 $ Sib2b/ 2#Ré MiI23i2 31 La La if” 4” Mi 5I7/7II 5II/7l2 6b/61¢ Doll/ Réla Si/ Dob Solia/ Fali Método de Teoria e Solfejo 58 Congregagao Crista no Brasil
  57. 57. Exercicios 3. Descubra no Hinario as tonalidades dos hinos abaixo e anote—as, conforme modelo: 311 La bemol Maior - Lei b m 372 a9'rvm/1» ' 09774 165 «; >«: i’ 64$ *7’) 97 ~%é? ’»~rv. i:~< « , .<; 'n. ¥-2' 7% 275 Z/ .1’/ ww/ ziré’-* Km" /2’? 276 M5 56%»; -6 / r>‘<. '<v<: e — / ‘a/ «.3 / '?a 34724 95/"26/»; :»»= ” / >74/I/ /Zrr~ / “/I’ 431 a>'mww, e: — C19‘/9 2 455 A%"50nc>. / / "K/ :‘/3*; -<s~ — . ~< / 5, ' /5 7 45 05 IWC 7(f. */’ ~ W7 4. Descubra no Hinario as seguintes tonalidades (dois hinos de cada): Mi Maior: a7.¢__? §“7 . “M19 RébMaior: 5? , 38/ LabMaior: 3579 , /5’ La Maior: “/ ‘WI? , o>>3 5. Siga o modelo e construa as escalas maiores. Descubra qual é a tonalidade, baseando-se na Armadura de clave. I II III IV V VI VII VIII I II III IV V VI VII VIII I II III IV V VI VII VIII I II III IV V VI VII VIII 6. Construa as escalas maiores indicadas, montando também a Armadura de clave. I II III IV V VI VII VIII 1 II III IV V VI VII VIII Escala de T Escala de _j I II III IV V VI VII VIII I II III IV IV VI VII VIII Congregacao Crista no Brasil Método deTeoria e Solfejo
  58. 58. 7. Classifique a tonalidade, os ritmos iniciais das semifrases e solfeje os estudos a seguir: -‘»- . , J=6o Tonalidadezfl’ / ?”~7—“ ‘~1<’7'%f’ Ritmo inicial: 7'7” ” §%%mfi. J‘E1jJ= aJ3E: ~;: a:-a: f:: {£:1@: .a:7$ 74 +51 70; 1:016 75; 75I{a‘if: ,4§. -' avg? fo¢. F Va 11:2 , ... *2‘: 1!? ’ . - ~ . ‘ », ~_ r r Vern‘/3 ' 7' ’? v’ 7Q‘paZI. +Z]~ vi, ;, .,_, z, 7,, .‘__, _V¢fT>+ _ rm jag 7g1MI, ,,, ,(, ‘,f(? ‘L7_{, , '</ { C>L_"~_/3.14.1 7"!17[t; ,,¢_, 0. FILL J Tonalidade: 95 / *“”>’”6'5’? 7:1 ‘ '1 3 Ta” *1’ “‘ 4'57‘ ‘’?5“'‘» '77-‘. '1’ A 9 7. "- : ?"'h“~ 57» (J: 69-84) Tonalidade: /7”’/ /V /553"‘ Ritmo mlcnal Nd/ /V0” J 392 H/ ‘"0 77 9* 3 9 73 {fig fafii £32 iIbfld, j§§5-J T“ 7%’ in’ 7 - 7- '4' 7”‘, W-', <r *1 / n/« "9? 7/; 7*» frz - ~» rt , ,/ hr £51; ‘ -' ~ (J=72—88)Tonalidade:4/V "5/"3-71'-0/*'6'«'7 Ritmo inicial: /7/CF y/ ’«: /~51 Hino 273* Método de Teoria e Solfejo 60 Congregagéo Cristé no Brasi!
  59. 59. J‘: 60 Tonalidade: J“, /"“‘“. "‘ ‘*5-“'4” Ritmo inicial: “V7” I: .. I V Wfflmf)‘ 75;‘ 1L7-:1. . , V l 9 G O‘ Q = ’- 7'1 ' ‘~, ‘<'1‘q . 4 i’ . “ ‘Y -4 1» " « F. " " max, 14,, " TC; Ckfl 4 _ . , A I, -. , , __ Hino88* (J=66—8o) Tonalidade: 7 Rltmolmclalz ”_Cr’* __fi ’ I }r 13. _M7&L~; a ‘E5 E . , " . 71 l - . z» ~, 1 I . 1 I / +1‘ 7La fl; 7a ‘ 5‘ tn 5%‘ Tfi ck on 5 . /‘oflq "‘C‘°*0 G r‘-*‘~ £3’ 7:36‘. Q (*) Solfeje também estes hinos inteiros no Hinério. Responda as perguntas e apés, solfeje no Hinério a voz do soprano dos hinos abaixo: 14. Hino 460 Qual atonalidade? /'4 / “A” ’ A Qualéoritmoinicialda1afrase? T’: “ '= ”?7‘~7 1.5. Hino441 Qualatonalidade? ~"‘t/ ""7 , Qual é a unidade de tempo? 7”’7’”V'’/ ‘’7/‘*’ 01 16. Hino 478 Qualatonalidade? ‘ . I > ’ Qualéoritmo inicial do coro? 7‘( "7 ‘x 17. Hino 472 Qualéocompasso? Qualéaunidade detempo? «'4 '* -. ' 4 18. Hino 446 Quanto vale a semicolcheia neste hino? 1/7 / en, Quanto vale a colcheia pontuada? 3/9 % -~ I 19. Hino 458 Qual é a média das velocidades indicadgsg J : 55 Quanto vale a colcheia neste hino? // V 20. Hino 463 Qual atonalidade? ~/ W 0 / ’ / _ Em quais notas estéo os semitons? 33/1" ~»'‘‘~ ‘’ 4;? 694 »/ /a V Congregagéo Cristi no Brasil 61 Método deTeoria e Solfejo
  60. 60. x“ . .1 -n**" V fr. -‘W 3* "'2 ‘W . ..H_ . w.. .mH- I . aurvw PM fin‘: Congregagéo Crista no Brasil 2 6 Método de Teoria e Solfejo
  61. 61. ax j. a'a, G ‘am; 7 ‘(:0 9 . he -aim ‘.4. me’ SUBDIV| SI7O TERNARIA Vimos no 7° Modulo que as subdivisoes dos tempos podem ser icsinégrias ou ternérias (vide pa’gina 39). = subdivisao ternéwia, a 13 parte do tempo é forte e a 23 e 33 partes sao fracas; dela derivam todos os compassos compostos. SL1 T Unidade de tempo = T. ‘ 4” Subdivisaoternéria Ta’ -. 1’ 17" A . . Bi-s bd' ' " “fr 1' F ‘T: “ WWW WWW Ta'fa » <2 Ff II‘ ; lnstrugées para o solfejo das subdivisées ternérias: ‘E0 L| i*3GUi'¥‘GEm Ri”T. ::.2Cfi: Cante para as subdivisées as silabas ”Té- te» ti” e para as bi—subdivis6es as silabas ”Té-fa- Te~f—e~ Ti-fi”, considerando as acentuagoes métricas. Subdivida proporcionalmente o tempo em partes iguais, pronunciando as sI’| abas em sincronia com o gesto da mao. 7.? SOLF E10: Substitua o movimento da mao pelo gesto da marcagao dos compassos para 0 Solfejo, fale o nome das notas e mantenha a sincronia com gesto da mao. : - Cc-; veg: _: E: J sté ' 3 Eras" 63 Método deTeoria e Solfejo
  62. 62. QUII-'LTERAS Sao grupos de notas onde se colocam mais ou menos figuras do que normalmente caberiam. As quiélteras nao obedecem a divisao ou subdivisao normal e sao indicadas por um nfimero escrito acima ou abaixo do grupo de figuras que esta alterado. Exemplo: subdivisao binéria subdivisao com quialteras T ercinas - sao grupos de trés notas substituindo duas da mesma espécie. Também podem ser agrupadas através de uma chave com o nL'| mero de figuras que a compoe. Exemplos: Hino 348 (coro) :1 fl; / —fiJk V ‘J , 3 V x __h“, com a primeira nota ligada (‘J ante'rior+-‘ ! As quiélteras também podem ser: qL: a‘triz1as(~éé), quintinas(S), sextinas(5), etc. Exemplos: : »-’. ot: :: No Hinario sci £2,mi; ;*ecem cmiaélteras de 3 notas fissrcinas). Os grupos alterados onde se colocam menos figuras do que normalmente caberiam sao chamadas de Z-3 e também sao indicadas por um numero escrito acima ou abaixo do grupo de figuras que esta alterado. Exemplos: LJ As hemiolas também sao chamadas de: ciu: ’nas(2), t»e: "‘cinaS(’ ), Quatrinasie), etc. No2‘<:1:fi: 'o Hinério nfio aparecem _i': emi'oic:5. Método de Teoria e Solfejo 64 Congregagéo Crista no Brasil
  63. 63. ESTUDOS DAS QUIALTERAS Responda as perguntas e solfeje os hinos indicados. 1. Hino 359 Qual é a formula de compasso na estrofe? 4? 1 "3"-’/ /' ' ,1? 6.3:». Qual é a formula de compasso no coro? ‘£4’ 7/<”-”’s’7"“ ”"’/ '4"/ ‘*9 3/ ~45 Quanto vale a colcheia pontuada? ‘Z5 5 mt-“O _ _ _ Assinale nas elipses a Linguagem Rltmica, conforme modelo. i ti 1' 4‘ 7:‘ 2. Hino 12 Qual é a Tonalidade? M55 / "7 Qual é o ritmo inicial? ’V’1/NO<t~ : » dc-3 (, = 58 - 76) (o: 69 - 84) 6* I ' (:3 _z - - ‘ E 5:; if 19 J 3' Q”? 1 ""‘ ’ *1 . 4. ~ 4' L. ‘ L. » , ", -, ‘ ‘ , -«-, —.r 1 , , V __ .1 v , v. «g / :1/, ‘I. ,’/ «.{ , ./‘/ -.z , k,- J , )qw/ -K’ I , . »£wL fir, _ ‘-. z 1', _ V (_ { 7-/ -1 L, I 1 ‘ J1 “ . J Congregagéo Crista no Brasil 65 Método de Teoria e Solfejo
  64. 64. 4. 5. QualéaTonalidade? M Qualéoritmoinicial? W/*‘o -1 ' — J: 66 , m ‘ 1 Ta 4;» 3 3‘ 3 »7/4~/ «'/7%‘ ‘ : _«Z . 1 Qfltwéisiitsi <13 72¢ /1 5. )v/ .;‘ ,4 3, fza/ /7cm , ./q 4' / €75 7:: Responda as perguntas e solfeje os hinos abaixo no Hinario. 6. Hino 182 Qual é aTonalidade? A /37 Qual é o ritmo inicial? // ’ '/ "?"”-if W”/ .2 Quanto vale a colcheia? 14 7'5», no 7. Hino 462 Qual é a média das velocidades indicadas? 3 L 76 Quantas vezes aparecem tercinas no soprano? W 6"’ Qualéo ritmoinicial? W"/ /‘ "35’ 1 ‘J7 7' 8. Hino 464 Qual éo ritmo inicial? *’7’>’/ ‘*7 '9 ’J 4’ Quantas vezes aparecem fermatas? 1’ “"6” 9. Hino 465 Qual é a média das velocidades indicadas? Qual é a Unidade de Tempo? J"‘A"’l7‘ Pr/ »v»~’: e.--‘~>‘/ ’ fi/ Qual é o sinal apos a Formula de compasso? /9 10. Hino 469 Qual é a média das velocidades indicadas? J ‘ 8 1 Quais tipos d 3 — aparecem? Método de Teoria e Solfejo 66 Congregagao Crista no Brasii
  65. 65. E0 compasso cuja unidade de tempo tem uma subdivisao terna'ria e cada subdivisao é chamada Movimento. Ao invés da mL’isica ser escrita em compassos simples com os tempos alterados (tercinas), elimina—se as indicagoes de quialteras e obtem-se os compassos compostos. A maneira de solfejar e tocar tercinas ou tempos compostos é exatamente igual, ou seja: devem ser articuladas de trés em trés (Ta, te, ti, Ta, te, ti, etc. ) e todas do mesmo valor. E indicada no inicio do primeiro compasso ou trecho por dois numeros sobrepostos. O nL’Imero superior é representado pelos nomeros: 6, 9 ou 12 e indica a quantidade de movlmentos em cada com passo. Para saber, pela formula de compasso, se 0 compasso composto é binario, ternario ou quaternario basta dividir o nomero superior por trés. 0 numero inferior indica a figura de Movimento; é representado pelos numeros 2, 4, 8, etc. (vide pa’g. 1 1). A Unidade de Tempo (U. T.) é formada por trés figuras de Movlmento. Portanto, para se obter a U. T. basta multiplicar o numero inferior por trés. Exemplo: = quantidade de movimentos —-—-—> 6 :3 = 2 Compasso binario = figura de movimento ——————————— -—> fix 3 = U. T. = Seminima pontuada As Unidades de Tempo (U. T.) e de Compasso (U. C.) nos compassos compostos sao sempre formadas por figuras pontuadas. Nos ternarios compostos nao ha uma figura unica que indique a U. C.: sao utilizadas figuras com ligadura, ao que se da o nome de Unidade de Som (U. S.). Exemplos: Figura de movimento Unidade de tempo Unidade de Compasso / . / /' Te. r)npos: 1701 ‘L5 ‘V 2%’ is H *~o/ max ZTA/ ’6‘ 170T9@~2’~20» Unidade de Som / ‘—’v/3 Temposz 1-1-Q‘ I ‘ :4. M . J' 3 [.9 »—r 1‘ 1 . ./,4./ yqzjqq/ A 3 75353;; —-| mfiC2qDQ iaq Unidade de Compasso Congregaeio Crista no Brasil 67 Método de Teoria e Solfejo
  66. 66. Os estudos a seguir estao baseados nas figuras abaixo e suas combinagoes para formagao dos grupos ritmicos. f6’ f6 a ate ti Te Ti a ti te e a Ti a Ti lye e e ti Te 1" a fa fi )9 i 0 fi fi Ta’ Tri T’ Ta’ Ta’ Tu’ Tu’ T’ 1'1. 11211111311» M11) .111}; 161 will 111131 1113111111111 Ta’— Ta’ te ti Ta'fa Tefe Yifi Ta’-ti Td te— Td-Tifi Ta’— Ti-fi Tii-fa Te- Tdefeti Ta'Teifi Exercicios 1 1. Complete com formulas de compasso composto seguindo o exemplo. 12 a— Compasso quaternario, a U. T. é a seminima pontuada. ___8:. b— Compasso ternario, a U. T. é a minima pontuada. 5 42 c— Compasso binario, U. C. é a seminima pontuada. 16’ 12. Faga a linguagem ritmica utilizando o metronomo: U. T. = 40 bpm. a-<, :111 1.1JJ,1,1’4,JJl11 1 1‘ rm #2 ,1. 1, 4. : .1' Tqgm TC. .. l», 17 7’-(~@ 21 W5 ; )Q_'. qj5~LqOLq b—81.J. J.1.1.Mi1.’1. 1.1. M; .| 17101:; : 2' 714.32 ‘in, /4 L, " T‘.7’7v= ;-A 7%‘ ,7 7%’/ I‘? ! Tr: *5./ '~ c—12ir'r°FMv r r“ r°Tr’t| r' 1' 1'1‘ °- 1| 8 {:5 men fear. Tim. -'7 7- ‘F I 702651 7“~é. car *. ~.: ;«, = am 73,- 799.51 mac‘ fqaa lmq 'Vq’ac, mm, __, .b Obs. :No Hinario as indicagoes de velocidades metronomicas dos compassos compostos vem anotadas de duas maneiras: pela Unidade de Tempo (ex. : hino 205) cu pela figura de movimento (ex. : hino 124), por ser a figura predominante. (J = 80 — 96) e-— Figura de movimento H1710 724* Ta’ te ti Ta re ti 72%) of /2? “I350 #6 / "7 ' 3" 75? 7‘r‘. .fl’“T‘‘‘'’‘‘ .21, . _ 7”’ *4" "1 7"? /7* /1‘ 762 )9 A, ’ mm Ta’ te n" Ta Tei fi Td Tei fi Taaa (J‘=116-144) Hino257* 14. Tfifiz : ';/ h Método de Teoria e Solfejo Congregagao Crista no Brasil
  67. 67. at pL; g,. ’ ggrrki 3 , ::‘l—E3:K'_l%_e_ ‘ . ' T~~-. ~/1~ " 4» HM , Team TQM F‘ 7° '” ~~u‘TxP/ *7,» H/ /10"/ ‘x ' ti Tdefeti Ta re Ii Tdefelz Tail 7/ 70“ *" -’ 7:’ “ '— > «K Hino 293* . fl . , ‘_ 1 1": /“; ’.‘ 711‘ "K ‘ «' ‘~ f‘. '7/; ‘.M-~ ‘ *. .r‘~_~’1/K A Hino 778* 19. . . _, _ . . ' “form-5,-’mmm; ‘T5755: 7‘ raga , »j7""f< zrflrr 7' (*) Solfeje também estes hinos inteiros no Hinério. _. _—. ________. _____. .________. ._. ._ Congregagéo Cristi no Brasil 69 Método de Teoria e Solfejo
  68. 68. Espago destinada para anotagées e exercicios complementares. ‘ ‘K )5” ‘"7/', /{Ii / /= - ' / ,5 , (K ‘; D_y7’<; , »-f_{. A/C . . / .7’ ‘/ /f‘/ é‘¢”’%/ (V"‘ “ )‘X”/ ‘V7’; -/ :’/ ’/f‘, ‘.~ / ' " / ‘r*r«' ‘""r” ’ - " ' / /" ' * / Dy ca N 3/1 rig “ J” V * ‘"“~” ; » [Z , , ‘ Método de Teoria e Solfejo 70 Congregagéo Crista ‘m Bam1|| )
  69. 69. Ea velocidade que se emprega na musica e regula a duragéo dos sons. Consideram-se trés tipos de Andamentos: lentos, moderados e répidos. Conforme vimos no 3° Médulo, o andamento pode ser determinado pelo metronomo e no Hinério eles vem indicados acima do 1° pentagrama ou periodo. Agégica - é variagao do andamento de uma obra musical que poderé ser momenténea, parcial; normalmente é indicada através de palavras abreviadas: Abreviatura Corresponde Indica accel. accelerando apressando rall. rallentando red ugéo gradativa poco rall. poco rallentando pequena redugéo gradativa rit. ritenuto reter o andamento Ad lib. /A piac. Ad Iibitum / A piacere interpretagao Iivre / a vontade in tempo a tempo retomada do tempo inicial senza ra/ I. senza rallentando nao ralentar Exemplo: Nota 1: Em alguns hinos, aparece o termo "poco rall. ” que significa pouco rallentando. Deve-se reduzir o andamento gradativamente, a partir da Ietra "p ". Nota 2: Ler ”Instru¢6es de utilizagdo do Hindrio - Velocidade e lnterpretagcio dos hinos’! E a variagao de intensidade dos sons. Como vimos no 1° Médulo, lntensidade é a propriedade de um som serfraco ou forte; a Dinémica faz variar 0 volume de som e é indicada pelas seguintes palavras abreviadas ou sinais: Abreviatura Corresponde Indica ppp molto pianissimo Extremamente suave pp pianissimo Muito suave 95 7—‘””F¢k“~‘/ -"7/7:? A/ /4? p piano Suave (yfl / ‘V 1;»: /fl /5 K mp mezzo-piano Meio suave ’ ~ ' mf mezzo-forte Meio forte _7”, ~¢/ '75// «, , w ; _ f forte Forte ' I : //Mp /5 fl“ fortissimo Muito forte Cd/ >7 Vflzflc/00a‘ fly“ molto fortissimo Extremamente forte { crescendo Aumentando o som } decrescendo Diminuindo o som Congregagéo Crista no Brasil 71 Método de Teoria e Solfejo
  70. 70. Ea maneira como se pronuncia as notas musicais. Articular é pronunciar com distingao e clareza (grupos ritmicos ou melodicos) para tornar o discurso musical inteligivel. Cada familia de instrumentos ou voz usa recursos distintos para criar as articulagoes, porém sem interromper a melodia ou a fala, portanto, nao deve haver respiragao entre as notas. Para determinar as diversas articulagoes utiliza-se pontos de diminuigao, sinais ou palavras: Legato —é a execugao ligada. As notas devem ser tocadas com o valor exato sem que haja siléncio entre elas. Deve ser utilizada nas Iigaduras de valor e de portamento. Exemplos: Grafia Execugéo Hinol KT *7?‘ _ -——j— / - ' I Dd-~ Dd da di Dd a a da di Da da di pig Stacatto — é a execugao de sons destacados (stacatto simples). As notas devem ser tocadas com a ‘/2 do seu valor, a outra ‘/2 é pausa. ”$tacatto” palavra em italiano que significa "destacado”. Nos métodos e partituras para as Cordas, normalmente se utiliza a palavra em francés “Detaché”. Método para Violino Nicolas Laoureux — pa’gina 36 ‘Grafia Execugao Td ta Td ta Ta ta Td ta ta ra ta Ta ta Portato ou Non Legato -é a execugao semiligada (stacatto brando). As notas devem ser tocadas com % do seu valor, o restante é pausa. No Hina'rio para as Cordas esta articulagao esta indicada com sinal dupla arcada. Grafia Execugao Dti——ru——ru DLi——-ru———— Du-—-—ru-~—- ru ~~~~ -— Dd——-—ru——-- Du--—- Tenuto —é a execugao sustentada da intensidade e do valor completo da nota. Deve-se evitar a sua utilizagao nos hinos, pois pode produzir o defeito no som conhecido como "efeito barriga”. Grafia Execugao Hino 37 E i Q TLi———tu Td——~tu——--Ta-—Tu—ru~—---TL? -——Tu—~ru—-——-Tri--———T Martelato — é a execugao com acento muito forte como a batida de um martelo. As notas devem ser tocadas com ‘/4 do seu valor e o restante é pausa. Provoca um efeito seco. Articulagio nao utilizada nos hinos, pois nao se identifica com carater sacro. Grafia Execugao ’“7‘—‘7‘— _ “—j"—"‘ E * % Tah tah Obs. : As silabas utilizadas nos exemplos acima para as diversas articulagées sao meramente ilustrativas. O candidato devera seguir a orientagao do seu instrutor. Método de Teoria e Solfejo 72 Congregagéo Crista no Brasil
  71. 71. 1. Solfeje o estudo a seguir e considere os sinais de: Dinamica, Andamento e Articulacoes. Qual é a figura da Unidade de Tempo? 5° Y“ W’ "W »'?4’"«”(’-Eli"/ “‘i3/0 Quanto vale a semicolcheia? 0/<7 L/ - '7' s. ‘/7’ Qual é o ritmo inicial? 75 VIC”/9 J. = 70: 3493? §~i$': ':* Vw ' , L‘ ‘:1’, ' , . - / -, . 2., ‘ ‘r-~n: -P 7 +4 ‘b’3’°‘”« “ml” 7°f'?751 T"’”; " Tm; T°”"" ' G “m—lz°-H r, navLz</5‘ : ‘- D 2 A/ /<1'm$ 1 [g 9 -III: -€53‘ ‘ 7'06: 2- T5520 790? fig“ 5/? Toe L‘ ___. ._. ._. __— ____________ : ._; :-1:: rd Ia Vim”: Wu‘ : 4 - —_ _ cresc. .. poco a poco ~ Ta VLF 14-9 . ,_ ff . — ‘ "FF “/7 A 44 V‘ i: 51' ‘Ta l-x la‘ "-/1“ ‘ ff *5!‘ 7% TL/ ‘J6 +4‘ f ‘ fiecresc-as poco rall. _ “ 75/[La / _:, {.r, [< Tn1‘aA, /3°; -4' {tr 7': al—(c A‘ Tax if H 1 : 7575?? 73:3‘ K 2. Hino 453 Qual éo ritmoinicial? r4€rr7W’/ / Qual éfigura da unidade de tempo? 5/- / ’7'”/ W7 Quanto valeacolcheia? #5 V9 0- 7 <*”’5< '7’? "/ - C Quantovaleaseminima? 79’ 0/‘ ’/ - 7 6% “/5 0‘! MC (J=88-116) Congregacao Crista no Brasil 73 Método de Teoria e Solfejo
  72. 72. 4} 3. Hino 457 Qual é a média das velocidades indicadas? EL Qual figura representa a Unidade de Movimento? 4‘ 77% ”. .<; » 1:. Qual éo ritmo inicial? /‘7(<(F/ —”<': '/ (J‘= 104- 144) 'ZL‘_.15I ‘ A-l—. C_I1II _= (nWI'— TE I'll: Jjjj SVIOT _-If ID I j" 3'2 —— 52 Zljiulj L5‘: — —7_EX7_'-"_ C‘— Ti]? 0? 0701 /61. 1:‘ TQ ~/ P‘? 7,w. _V ‘rfa/ » fr ‘‘~-. ‘»/ ., 1 ATV‘, —— , .._ ‘'—x_’ . ‘V ~. ~ Responda as perguntas e solfeje os hinos abaixo no Hinario. 4. Hino 196 Qual é a média das velocidades indicadas? '1 ‘ 500 Qual é a Unidade de Tempo? oi / ‘wry. //%/ ~:>‘ /2:‘/ » «- . ’ xxx-r‘ /7 Qual tipo de Fermata aparece neste hino? 574" / ”~"""*‘ 5'7/"= ‘ C‘ C / . 21 (: '.’. ’/: [f7_,4,~~; 5. Hino 33 Qual é a média das velocidades indicadas? GP ‘- 403 9v Qual éa Unidade de Tempo? fit/ ~*‘”~" ‘ —'-W‘ ‘ ' - ‘ ’ Quais tipos de ligadura aparecem? // in A ‘ ' ‘ if 6. Hino 42 Qualéocompasso? 19/ 5/4 ‘/1 2'. ' Q/ v .64‘ Qual éa Unidade deTempo? af « '/ y,~. i«. . ;5~- >. :4»— ; ,— Quais tipos de ligadura aparecem? 14' A I‘. /‘v ’ 7. Hino 282 Qual éocompasso? 5/? 5’/ ”//5'/ ' ‘ QualéaTonalidade? 0r, / / "/*>‘/ »‘ " , . ; - / ‘ T- Quanto vale a seminima pontuada? ~ (7 '9” M 7 8. Hino 322 Qual é a média das velocidades indicadas? Quais tipos de ligadura aparecem? V/7/«>7» ‘ v’? ""/ '< " ‘/2r"j777‘/ ':”/ "‘~"7'f, / Qual éo ritmo inicial? 757’ (Q __ 9. Hino 346 Qualéa Unidade deTempo? /7‘ "/ '/’”e7l> ~21 Quanto vale a seminima pontuada? ‘75 0”’ V’ 7' Quanto valea colcheia? 1/5 V4 ’/ V 77 10. Hino 362 Qual é a média das velocidades indicadas? or: -(3 2 r - I '1 , A , . V '. » , _ : Qua| eaUn| dadedeTempo? 5» v 1 T ~ / Qual éaTonalidade? r/ K/I / .1./ :/A . V, ’ Método deTeoria e Solfejo 74 Congregacao Crista no Brasil
  73. 73. Espago destinada para anotacées e exercicios complementares. Método de Teoria e Solfejo 75 Congregacao Crista no Brasil
  74. 74. -rm: '~ ~ W 4-» . —»<. . _—>. . Km‘ EXPRESSAO E o conjunto das caracteristicas de uma composicao musical que podem variar de acordo com a interpretacao. Engloba variacoes de andamento, intensidade e a forma como as notas sao cantadas ou tocadas, individualmente (acentuagao, articulacao) ou em conjunto (’fraseE. cEo). A expressao distingue uma execucao mecanica e excessivamente precisa, de uma boa interpretacao, que consegue transmitir as emocoes desejadas pelo compositor e pelo proprio intérprete. Alguns hinos trazem uma indicacao de expressao logo apos a marcacao de velocidade, embora todos os hinos clevam ser tocadas conforme a. inspiiracao ele sua poesia. Seus significados e formas de interpretacéesz Solene — Pomposo, magnifico. lnterpretacao: Executar com virtuosidade. Dinamica: entre mf e j". Majestoso — Suntuoso, grandioso, imponente. Interpretacao: Executar com grandiosidade, mantendo o equilibrio de som, sem exagero na Intensidade. Dinamica: entre mf e f Com Jubilo - Com grande alegria ou contentamento. Interpretacaoz Executar de forma alegre, observando a velocidade indicada. Dinamica: entre p e 1“. Com Veneracao — Ato ou efeito de venerar, com respeito e devocao. lnterpretacao: Executar com som suave. Dinamica: entrep ej”. Com Submissao - Ato ou efeito de submeter-se. Obediéncia voluntaria. lnterpretacao: Executar com equilibrio de sonoridade. Dinamica: entre pp e mf. Com Humildade — Virtude que da 0 reconhecimento das préprias fraquezas. lnterpretacao: Executar com som delicado. Dinamica: entre pp e mf Nota: Ler no Hinario ”Instruc6es de utilizacao do Hinario — Velocidade e interpretagaio dos hinos’f Método de Teoria e Solfejo 76 Congregacao Crista no Brasil
  75. 75. Responda as perguntas e solfeje e/ ou toque os hinos a seguir. . g 1. Hino 197 Qual é a média das velocidades indicadas? Qual figura representa a Unidade de Tempo? 0’. /“a 5// /M/ -‘I/ ’ ’ Qual éo ritmo inicial? ’ ”"C/ '77/"~”<'7l Quanto vale a seminima? ‘~ ’/ - 7 Quanto vale a seminima pontuada? .4/'7" W’ 1/ 2“ ' I Quanto vale a colcheia? ‘/5 O” ’/1 T‘ __ (J=34-104) ' E, /"I/ . 707.9 472:. " T5’ '-All-'4? :7» If E“: if 2. Hino 211 Qual é a média das velocidades indicadas? Qual figura representa a Unidade de Tempo? J Qual é o ritmo inicial? /7/f/ /5”/ ~.'v-. ‘ * Quanto vale a seminima pontuada? !’ —’ Quanto vale a colcheia? ’-«'‘‘''x'‘ ‘‘>**‘. .» g ’ Quanto vale a colcheia pontuada? 2 _ , .?_), _ 1 , . (J =60-76) I 9 3 9 '. _§—€= -!€Eajj 31 7 M4‘ fr’ MA A ’»”<«<'*l»r' 7:: /%l 7.22. :15‘ I“ ‘* 4.’ 7:1». 1 Congregacao Crista no Brasil ‘ 77 Método de Teoria e Solfejo
  76. 76. Sao formados pela juncao de dois ou mais compassos de formulas diferentes, tocados alternadamente. As formulas de compassos poderao ser escritas agrupando os tempos (nomeros superiores) junto a armadura de clave ou escritas em cada compasso onde houver a mudanca. Exemplos: ’ Compassos simples Hino 368 lnj/ jjj 1." $'j' in Hino 342 Nota: No Hindrio, as hinos que tem compassos alternados vem com as formulas de compassos anotadas em cada compasso alterado. 3. Hino 415 Qual é a média das velocidades indicadas? _"/ _>iO___j_ Qual é a Unidade de Tempo? 9’= ~:€~’n«, /4 / /279 / ‘('1/. ’/.2‘/ w :2s»-4;’ Quais tipos de ligadura aparecem? V”/7’? ‘ / ?W’~“'7‘/ "’? "“"5’. ""”/ ‘ 719 (J‘=8o-100) ’ I . L: f Y — fl Zjf A‘? -—: ——. —R_I. iII‘L| :_| j_U-zjj—‘KZl‘Ll- lu‘~—-L‘-Ij'I'| ‘Ij‘Ia f'—II{| j': :I: _f? —-—, —jXXIII- ‘I' bj II If Lbjjlf jjlljjljljgiflf 3'1 H‘ ' F L - I E: .. .l. '.lfi: ;.. ..--3:’: '1 'jL5 LO—; —‘L5Z—I . ' 4 1 ‘ , - 1 ’ ' V -’ Método de Teoria e Solfejo 78 Congregacao Crista no Brasil
  77. 77. 4. Hino 368 Qual é a média das velocidades indicadas? 43 = 75 Qual é a Unidade deTempo? 4-9*’ v Quais tipos de ligadura aparecem? 4/(‘/1/-*5’/ “W”/ ""’ rfi cc9'mPm/ $80.: are /9/3'2»’. =~: *‘/ "c(r—. —~a : T‘/ f (C .2. (J = 66 - 34) 'ZEI/ —:L—. —. C2—. _I—D 41$ ‘: I—Ij_II2IfIjI? fI_D I4|_/ T‘-‘I —. ‘X? I.'j -fi—'-1"-II’ 5. Hino 342 Qual é a média das velocidades indicadas? 1)’ —’ 1&0 Qual é a Unidade deTempo? _CA / W 7// rrv/ c / /}s/ 70/{/ ,T/4,? Quais tipos de ligadura aparecem? s’/ /(7/7%’-1 / Z“/1“? 7£%*’/ .~‘-/ /1 "7 1:‘ C073’? Q08 : % 5 % (J = 88- 112) 1FI_ In--1 Hm I'- nni/ f'—r: j Z. .1j. .j jjjtl/ jjjj 11/fI—-nCIH—I—. nZ 3 j "3 Zjfqjj! 1:: €: mj_'—‘ mplrnjrn j " T’, z°. %:'. -.-- « 4' - " " ” . (4, ya‘! '1' " '7' 7;’ k 7?! ‘// A /2 T910 7.951 $1 film . /‘I fly 7575: TL-1 » 4/1.‘ Vgfrr J3’) / ~ / i/‘ J 'ZL——n: FO_— Y_ A-I—_—-—U_‘l-; j——j—‘_LC-— ’1I‘__“—! __: _': ‘J| ——‘- 3'45 - K j': j_ljIT'fl‘—b g " I I 715355 - ’77F: ~. ,, _ — . .- “I? /3:1 Tad lZ_— I_If; i:— Inn’/ I-11 j. '—IXI"‘: —-I/ Z VI‘ 1-’. -'— j'—-‘T-1; j Congregacao Crista no Brasil 79 Método deTeoria e Solfejo
  78. 78. 6, Hino 24 Qual é o compasso? 5 7 ' Qual é a Unidade de Tempo? = -’/ >“ Quais tipos de ligadura aparecem? W ~ Quanto vale a colcheia? J of 04 W T (J =88 -1oo) . 'l§{. _ - (né2ja—. '-2" vi I—al— 3 1 " ' 2:» 9 'CZ—If_j“: —.‘L—. jLC A‘. ‘I1I——I-L‘I_—I-IT. —I-L‘I _ — - ' ' — V . . -. ; . 7. Hino 31 Qual é a média das velocidades indicadas? 0/ 1 68 Qual a Unidade de Tempo? ‘ 6/ Qual é o ritmo inicial? 4 -3/' Método de Teoria e Solfejo 80 Congregacao Crista no Brasil
  79. 79. 8. Hino19 uaéocompasso? « I -A - . - . .. Q. JaléaTonalidade? M‘ c» 1- r» . ../ A Quanto vale a colcheia pontuada? 451- W “ T At-=63—8C_ 9. Hino 41 Qual éa Unidade deTempo? 25- 0"/ vr> 4.41/: ‘rrr.7/4 “ Quanto vale a seminima pontuada? J 2., 4/‘ 0w‘ 7. Quanto vale a colcheia? 0"? V. 7’- = 120-144) ‘(J 10. Hino 64 Qual é a média das velocidades indicadas? 9/ = 73 Qual é a Unidade de Tempo? qr‘ rm 54/ 2/ r Qual éaTonalidade? F / "7 > (J=69-88) Congregacao Crista no Brasil 81 Método de Teoria e Solfejo
  80. 80. Espago destinada para anotacoes e exercicios complementares. Método de Teoria e Solfejo 82 Congregacao Crista no Brasil
  81. 81. Apéndice ANDAMENTO (complemento) Na maioria das partituras antigas os andamentos sao indicados por palavras (geralmente italianas) colocadas acima do pentagrama, no comego do trecho musical. Exemplos; Andante Allegro . . 3 , . / : e 19-/44 Existe uma correlacao entre as palavras italianas e as velocidades metronomicas: Largo - muito devagar (40 a 60) Andamentos Lentos . 40 a 76 b m Larghetto - devagar (60 a 66) p Adagio - menos devagar (66 a 76) Andamentos Moderados Andante — mais movido que o Adagio (76 a 108) 76 ti 720 bpm Moderato - moderado (108 a 120) , _ Allegro - rapido (120 a 168) Andamentos Rapldos Presto — muito rapido (168 a 200) 120 ‘ 208 b a pm Prestissimo - rapidissimo (200 a 208) Em algumas partituras, os compositores acrescentavam aos andamentos outros termos que funcionavam como adjetivos, exprimindo o carater do trecho como Allegro con brio, Allegro moderato, Molto ou Assai (muito), Non troppo (nao muito), Pifi (mais), etc. COMPASSOS CORRESPONDENTES Sao compassos simples ou compostos que tem os mesmos mimeros de tempos e as mesmas unidades de tempo, porém, nos compassos simples a U. T. é uma figura simples e nos compassos compostos a U. T. é uma figura pontuada. Para se obter compassos correspondentes: Simples para composto - multiplica—se o numero superior por 3 e o numero inferior por 2. Exemplo: Binario simples Binario composto J = 60 1 1 Q33: Composto para simples - divide-se o nomero superior por 3 e o nomero inferior por 2. Exemplo: Binario composto Binario simples J. = so 9_______ l l 321% Obs. : A maneira de solfejar ou tocar os exemplos acima é exatamente igual, ou seja: as unidades de tempo sao as mesmas. A diferenca entre os compassos simples e 05 compostos se estabelece nas figuras da subdivisao. Congregacao Crista no Brasil 83 Método deTeoria e Solfejo
  82. 82. CORRESPONDENCIA UNlSSONA DAS CLAVES As claves musicals sao nove e sao representadas por trés sinais. Todas as claves se correspondem pelo D6 Central (D63) da Escala Geral de Sons. A clave de sol na 16 Iinha coincide na escrita com a clave de fa na 43 Iinha e a clave de d6 na 53 Iinha coincide com a clave de fa na 38 Iinha, por isso cairam em desuso. Sao encontradas em partituras muito antigas. i - . - nu 9 ‘ -6- -Q. j 5:’, 1 = . = no 9 I - I 9' '0“ -' - 9 ' "'1: . 6 ‘ ‘ 3 __ __ C7 = -9 U I I 0 9 3 . -. -—a. .&. ..—-——————: .. W, _ _ . = E 1 II ! E = -‘_ = ‘ 6- -0- II” n " i Ill’: _ I l .9. Q. - c j j . - - 9 "' -3% nu = u 9‘ ‘ G -9- III3 I 9 0 Ina - nu- nu - O - .0. 9. ‘O- . 9 —- . - i III: . - ° I - I run - . 9- —-— —- E I ‘ . 6 . 1 0 3?‘ .0. 9' _Q_ 2 __ : rm . = -u— ‘ O J: - . = -- 1 S01 La Sol Lé Si D6 Re’ Mi Fé Sol La Si 1* Re Mi Fé D6 central (D63) Si D6 Ré Mi Fa Sol La Si D6 ESCALA GERAL DOS SONS E o conjunto de todos os sons musicais que o ouvido humano pode identificar. E composto de 97 semitons (8 oitavas e uma 2° menor). 0 d6 central é o som numero 49, pois tem 48 semitons abaixo dele e 48 semitons acima; esse som é comum a clave de sol na 23 Iinha e :1 clave de fa’: na 4a Iinha. NUMERACOES DAS OITAVAS E SUAS REGIOES 2 'Q_ D62 0 D64 D65 D66 llllb llllllll¢ win we D61 D6 7 3 E D6 3 I E I I Do central 5 5 E 5 som 49 3 5 E _____ __G_@y_q_______g____________M<§g{§___________j__/ §g9_cj§= I__§ Super-aguda £ Método de Teoria e Solfejo 84 Congregacéo Crista no Brasil
  83. 83. ESCALAS DIATONICAS IVIENORES (complemento) Além da escala menor antiga ou primitiva vista no 9° Modulo, existem outras escalas menores; todas tém em comum o intervalo de 38 menor entre o I e 111 graus: Escala menor antiga - sobe e desce com os semitons entre 1] e III graus e entre V e V] graus. Exemplo: T I II III IV V VI VII VIII VII VI V IV III II I Escala menor harmonica - sobe e desce com os semitons entre 11 e Ill graus , V e V] graus e entre VII e VIII. Sofre alteracao ascendente no VII grau. Exemplo: A menor 6- 6 11: St est ‘I IV III II I I II III IV V VI VII VIII VII VI V Escala menor melodica — sobe com os semitons entre I] e 111 graus e entre VII e VIII. Desce com os semitons entre 11 e 111 graus e entre V e V]. Sobe com alteracao ascendente no e HI graus e desce conforme a escala menor antiga. Exemplo: I II III IV V VI VII VIII VII / I V IV III II I Escala menor bachiana — sobe e desce com os semitons entre 11 e 111 graus e entre VII e VIII. Sofre alteracéo ascendente no V’! e no VII graus. Exemplo: I II III IV V VI VII VIII VII VI V IV III II I .3 -V 5:: Tem esse nome por tersido amplamente utilizada pelo compositor alemdo Johann Sebastian Bach. EA OU ENHARIVIONIA E o nome dado a notas, intervalos, acordes ou escalas que possuem nomes e grafias diferentes, porém com o mesmo som. Exemplos: acordes FIOIGS intervalos H) . _ Escalas: D6 # Maior Ré b Maior Congregacao Crista no Brasil 85 Método de Teoria e Solfejo

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